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De acordo com a pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) em agosto, a intenção de consumo das famílias cresceu, encerrando uma sequência de cinco quedas consecutivas. O ICF, índice que mede esta tendência, apresentou variação positiva de 1,8% na última passagem, atingindo 91,4 pontos. Destaque para a possibilidade de maiores gastos com a restituição do imposto de renda, saques do FGTS e PIS/Pasep e criação de novas vagas de trabalho. Quanto à redução na taxa desemprego, vale ressaltar que o movimento ainda está muito concentrado na informalidade, o que não contribui de forma relevante para a estabilidade das famílias. Assim, o entendimento geral é de que o momento não é propício para compra de bens duráveis, bem como eletrodomésticos e automóveis.

A confiança dos empresários do setor, de acordo com a mesma fonte, regrediu pelo quinto mês consecutivo. A variação negativa de 0,1% foi impulsionada pelo fraco desempenho da economia e pela redução no otimismo em relação a recuperação da atividade para o curto prazo. De acordo com os entrevistados pela pesquisa, as intenções de investimento e o nível de estoques continuam muito baixos, indicando pessimismo em relação à capacidade de venda para os próximos meses.

O total de famílias endividadas passou de 64,0% para 64,1% na passagem de junho para julho. Esse movimento também representa alta considerável em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a fatia era de 59,6%. A tendência é a mesma desde o início do ano, com aumento no comprometimento médio com dívida e piora constante na percepção das famílias em relação à situação orçamentária. Os principais tipos de dívida continuam sendo cartão de crédito e carnês, correspondendo a 78,4% e 16,2% do total, respectivamente.

De acordo com a pesquisa mensal do comércio realizada pelo IBGE, o volume de vendas do comércio varejista avançou 1,0% em julho frente ao período imediatamente anterior, terceira variação positiva seguida. Em relação a 2018, o crescimento foi de 4,3%, quarta evolução consecutiva. Na comparação com junho do atual exercício, sete das oito atividades analisadas apresentaram resultados superiores, com destaque para hipermercados e supermercados (1,1%), móveis e eletrodomésticos (1,6%) e combustíveis e lubrificantes (0,5%). Equipamentos e materiais de escritório foi o único grupo com queda no volume de vendas, caindo 1,6%. No comércio varejista ampliado, ponto negativo para a retração de 0,9% em veículos, motocicletas, partes e peças. O setor continua sofrendo com a fraca recuperação da economia, mais precisamente na lenta retomada do mercado de trabalho, o que acaba afetando a confiança dos consumidores e a perspectiva de aumento nas vendas.

Magazine Luiza (MGLU3)

A Magazine Luiza apresentou Ebitda de R$ 379,9 milhões no segundo trimestre, representando um crescimento de 21,6% me relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque para a evolução no volume de vendas e o resultado positivo com o e-commerce, que contaram com o efeito positivo da inauguração de 102 novas lojas nos últimos doze meses, incorporação de clientes da Netshoes e maior participação do marketplace. O lucro líquido pró-forma foi de R$ 108,5 milhões, com queda de 23,9% devido a ajuste de créditos tributários, aquisição da Netshoes e provisões e despesas não recorrentes.

Via Varejo (VVAR3)

A Via Varejo apresentou Ebitda ajustado de R$ 388,0 milhões no segundo trimestre, representando uma redução de 38,7% frente ao mesmo período do ano anterior. O resultado é reflexo da queda na receita, que contou com efeito adverso da instabilidade das ferramentas do canal online e menor volume de vendas em mesmas lojas, além do fim de incentivos fiscais. Foi reportado prejuízo de R$ 154,0 milhões, com impacto da menor cobertura sobre juros e aumento da alavancagem financeira.

Pão de Açúcar (PCAR4)

O Grupo Pão de Açúcar registrou Ebitda de R$ 855,0 milhões no segundo trimestre, com queda de 32,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque positivo para a evolução no volume de vendas, com impulso da expansão de lojas e ganho de market share do Assaí Atacadista e maior penetração de mercado de marcas exclusivas de alimentos. Esses movimentos foram compensados pela queda de vendas em mesmas lojas no Pão de Açúcar e efeito na base de comparação com as promoções ocorridas no 2T18 para a Copa do Mundo. O lucro líquido regrediu 28,5%, totalizando R$ 401,0 milhões.

Lojas Renner (LREN3)

A Lojas Renner, uma das nossas preferidas no setor, registrou Ebitda de R$ 350,8 milhões nas operações de varejo, com retração de 0,6%. O resultado pode ser explicado pelo impacto cambial em produtos importados, maior provisionamento do programa de participação nos resultados e adoção de depreciação e despesas financeiras relativas a arrendamentos na operação de varejo. Nesse último caso, o ajuste acarretado por norma contábil trouxe um efeito negativo de R$ 12,0 milhões. A receita subiu 13,4%, impulsionada pelo ritmo de vendas, com fluxo acentuado de clientes e assertividade na transição da coleção outono-inverno. O lucro líquido do período foi de R$ 235,1 milhões, com retração de 14,4%.

Indicadores

Segue abaixo os indicadores de mercado das empresas comentadas. Os dados devem ser utilizados apenas para comparação entre empresas com atividades similares, o que não é o caso de todas as companhias dentro da seleção. Por exemplo, a Lojas Renner é uma varejista de vestuário, o Pão de Açúcar possui grande presença no segmento de hipermercados e a Magazine Luiza está voltada para venda de eletrodomésticos e produtos de lazer.

Fontes: Confederação Nacional do Comércio, IBGE e RI das empresas

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

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