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Setor de Serviços - Análise Setorial

Confira nossa análise do setor de serviços e nossa análise para Telefônica (VIVT3/VIVT4), Gol (GOL4) e Azul (AZUL4).

O setor

Em julho, o setor de serviços demonstrou incremento de 0,8% em relação ao período imediatamente anterior, compensando totalmente a queda de 0,7% de junho. Três das cinco atividades analisadas pelo IBGE registraram variação positiva, com destaque para serviços de informação e comunicação, que recuperou parte da perda de 2,2% de junho, com ganho de 1,8% no volume. O grupo de transportes e correio subiu 0,7%, emplacando a terceira taxa positiva consecutiva. Ponto negativo para as quedas de 0,5% em serviços prestados às famílias e de 1,3% em serviços profissionais, administrativos e complementares.

O resultado da pesquisa veio acima das expectativas, muito em função do crescimento de 4,6% no grupo de outros serviços e de 8,4% em tecnologia da informação, considerados mais voláteis e menos correlacionados com questões macroeconômicas. Em contrapartida, serviços prestados às famílias e serviços profissionais regrediram na apuração, sendo que os dois são considerados indicadores mais confiáveis em relação à atividade do setor.

Considerando o volume acumulado nos primeiros sete meses do ano, a variação também foi de 0,8%, mas apenas metade dos tipos de serviços analisados demonstraram evolução no período. Nessa base, destaque para os ramos de informação na internet, consultoria de TI, hotéis, restaurantes, atividades de condicionamento físico, administração de bolsas, corretagem de seguros e valores mobiliários e coleta de resíduos não perigosos. Ponto negativo para transporte rodoviário de carga, operação de aeroportos, soluções para pagamentos eletrônicos e atividades de correio nacional.

Índice de volume de serviços 

Setor de telecomunicações

No intervalo entre junho de 2018 e o mesmo período do atual exercício, o setor de telecomunicações perdeu 6,7 milhões de linhas móveis, representando uma queda de 2,8%. Esta variação é explicada pela retração de 12,7% em linhas pré-pagas, com impacto da situação econômica do país e o alto nível de desemprego. Compensando parcialmente, a modalidade pós-paga registrou incremento de 12,3%. Em banda larga fixa, foram mais de 1,4 milhão de novos contratos, representando uma evolução de 4,6%, sendo puxado principalmente pelas prestadoras de pequeno porte.

O setor de telecomunicações continua com boas oportunidades nas áreas de dados e serviços digitais e banda larga fixa. Os desafios seguem nos acessos de voz e linhas pré-pagas. A tecnologia 4G segue ganhando terreno e já existe previsão para o leilão da tecnologia 5G no início de 2020.

Telefônica (VIVT3/VIVT4)

A Telefônica Brasil apresentou resultado um pouco abaixo do esperado no segundo trimestre devido à queda no total de acessos e perda de market share em banda larga fixa. Em contrapartida, a companhia aumentou o fluxo de caixa livre, mesmo com maior necessidade de investimentos. O Ebitda cresceu 1,0% com a expansão da receita do negócio móvel e de ultra banda larga, em conjunto com o efeito da reestruturação da companhia e digitalização dos processos.

A empresa é uma das boas pagadoras de dividendos da B3, com Yield de 7% em 12 meses. Além disso, estamos atentos pela possibilidade da Telefônica comprar algum dos ativos da Oi.

Entendemos que, para uma Carteira de longo prazo, com foco em Dividendos, as ações da Telefônica possam fazer sentido. Além disso, levando em conta os preços atuais, esperamos um Dividend Yield acima de 10% para 2020.

Setor aéreo

Analisando o segmento de transporte aéreo de passageiros, a última divulgação da ANAC demonstra que no acumulado do ano até julho a demanda em voos domésticos aumentou 0,1% e a oferta de assentos caiu 2,0%. Com a recuperação judicial da Avianca, a companhia teve uma queda de 52,7% na demanda. Em contrapartida, Azul, Gol e Latam registraram evolução de 24,0%, 4,6% e 3,9%, respectivamente. Observando dados do segmento, é possível observar recuperação gradual, tanto em voos domésticos como em internacionais. Destaque para o aumento de capacidade das principais empresas participantes, maior taxa de ocupação e reajuste na tarifa média. Ponto negativo para o impacto do preço do combustível e da desvalorização do real frente ao dólar sobre as despesas.

Gol (GOLL4)

A Gol segue com esforços para reduzir a alavancagem financeira e melhorar as métricas de crédito, procurando utilizar recursos auferidos com as operações. A companhia apresentou Ebitda de R$ 814,7 milhões no segundo trimestre, representando um incremento de 110,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque para o aumento das receitas com passageiros no mercado doméstico e internacional e com franquia e excesso de bagagem. A taxa de ocupação cresceu 3,9 p.p., reflexo da evolução da demanda sobre a oferta do mercado.

Azul (AZUL4)

A Azul  apresenta indicadores mais adequados que a Gol. A companhia registrou Ebitda de R$ 733,2 milhões no segundo trimestre, representando um crescimento de 40,4%. Este movimento é explicado pela evolução da receita de transporte de passageiros, sendo parcialmente compensado pelo impacto cambial sobre o preço do combustível para aviação. Com melhora substancial no resultado financeiro, reverteu um prejuízo de R$ 791,4 milhões para lucro líquido de R$ 345,5 milhões.

Tanto Azul, quanto Gol tiveram, nos últimos 12 meses, bons números operacionais, com boa taxa de ocupação e aumento de receitas. Vale ressaltar que os problemas da Avianca beneficiaram ambas as companhias.

Esperamos que os próximos trimestres ainda sejam favoráveis à Azul e Gol. Porém, vamos acompanhar como a entrada de outras companhias de baixo custo em operação aqui no Brasil vai afetar os resultados das empresas a partir do ano que vem. Para o longo prazo, seguimos fora de ambos os papeis.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

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Fontes: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes. ANAC, ANATEL, Quantum Axis, e IBGE

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