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Ações para ficar de olho

AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | UGPA3, KEPL3, AXIA6, AURA33, CSNA3, PCAR3, WEGE3, PRIO3

23/02/2026 Por Tiago Prux
CAPA

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

Ao longo da semana, reforçamos um ponto essencial: o investidor precisa se afastar do ruído diário de cotações e notícias.

Quanto maior a obsessão por movimentos de curto prazo, maior a probabilidade de decisões equivocadas.

O desempenho recente das bolsas emergentes, com destaque para o índice latino-americano vivendo um dos melhores momentos em mais de 30 anos, mostra que muitos investidores ficaram de fora por medo de eventos políticos ou econômicos pontuais.

A verdade é simples: ninguém sabe exatamente quando o mercado vai subir ou cair.

O que gera consistência é estratégia, disciplina e foco nos fundamentos.

CENÁRIO MACRO E MERCADOS

A semana foi marcada por mais um avanço dos mercados emergentes.

O Ibovespa subiu 1,1% no período e acumula alta próxima de 18% no ano, enquanto o S&P 500 avançou em dólares.

Já o Bitcoin ficou praticamente estável na semana, o dólar voltou a cair e o ouro manteve desempenho positivo.

No cenário externo, acompanhamos a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre tarifas, seguida por novo anúncio tarifário.

Caso o cenário final resulte em tarifas médias menores do que as anteriores, países como Brasil e China podem se beneficiar relativamente.

Seguimos atentos à temporada de resultados, tanto no Brasil quanto no exterior.

DESTAQUES NEGATIVOS DA SEMANA

CSN (CSNA3)

A CSN voltou a ser pressionada após novo rebaixamento de rating pela Moody’s, para B2 com perspectiva negativa.

A elevada alavancagem segue sendo o principal desafio. Sem movimentos estruturais relevantes, a companhia pode enfrentar restrições maiores, inclusive na distribuição de dividendos.

GRUPO PÃO DE AÇÚCAR (PCAR3)

A ação apresentou queda relevante, mesmo sem fato novo específico.

O varejo alimentar segue pressionado por margens apertadas e ambiente competitivo desafiador, além da expectativa de resultados fracos no curto prazo.

DESTAQUES POSITIVOS DA SEMANA

KEPLER WEBER (KEPL3)

A Kepler Weber avançou após prorrogar o prazo de exclusividade para negociação com a GPT.

A empresa permanece sólida operacionalmente e negociando a múltiplos atrativos. Caso a operação avance, pode inclusive resultar em fechamento de capital.

AXIA ENERGIA (AXIA6)

A Axia Energia, antiga Eletrobras, foi destaque após anunciar proposta de migração para o Novo Mercado.

A medida eleva o nível de governança, o que tende a reduzir o desconto estrutural e aumentar o interesse institucional.

AURA MINERALS (AURA33)

A Aura acompanhou a recuperação do ouro. A tese estrutural permanece positiva, com disciplina operacional e aumento de produção.

A expectativa é de resultados sólidos, além da possibilidade de dividendos extraordinários.

ULTRAPAR (UGPA3)

A Ultrapar ganhou destaque após notícia de que o BTG teria sido contratado para avaliar a venda da Ipiranga. Caso confirmado, trata-se de movimento transformacional, que pode alterar significativamente o perfil da companhia.

PRIO (PRIO3)

A PRIO avançou acompanhando a recuperação do petróleo. Mantemos visão construtiva para empresas com capacidade de ampliar produção mantendo controle de custos.

WEG (WEGE3)

A WEG segue em consolidação de longo prazo, com resultados consistentes e investimentos estruturais relevantes. Um eventual rompimento de máximas pode abrir novo ciclo de valorização.

SETOR INDUSTRIAL E EMPRESAS GLOBAIS

A John Deere apresentou resultados pressionados pelo ciclo agrícola global, mas manteve lucratividade relevante.

Empresas globais com escala e poder de precificação tendem a atravessar ciclos negativos com maior resiliência.

A Taurus foi impactada pelas discussões tarifárias, mas a revisão das tarifas reduz parte do risco estrutural. Ainda assim, o cenário exige cautela.

FOCO EM ESTRATÉGIA, NÃO EM RUÍDO

O momento exige disciplina.

O investidor que evita decisões baseadas em ruído político ou volatilidade pontual tende a capturar melhor os ciclos positivos.

A combinação de fundamentos sólidos, controle de risco e visão de longo prazo continua sendo o caminho mais consistente para geração de patrimônio.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:

COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS

Essas carteiras fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso imediato a análises detalhadas, relatórios exclusivos e recomendações práticas para investir com consistência e segurança.

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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | BBAS3, TOTS3, CSNA3, BBDC4, ROMI3, PSSA3, ITSA4, ITUB4

09/02/2026 Por Tiago Prux
CAPA

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

Ao longo da semana, reforçamos a importância de o investidor não cair em narrativas que prometem previsões exatas de preços.

Ninguém sabe, de forma consistente, para onde os ativos irão no curto prazo, e tentativas de adivinhação normalmente levam a decisões ruins e perda de dinheiro.

O foco do investidor deve estar na construção de boas estratégias e carteiras bem estruturadas, e não em supostas certezas sobre movimentos futuros.

Mesmo ferramentas como a análise técnica servem para identificar zonas de interesse e tendências, não para prever eventos.

Ter método, disciplina e visão de longo prazo continua sendo muito mais relevante do que tentar “acertar o topo ou o fundo”.

CENÁRIO MACROECONÔMICO E AGENDA DA SEMANA

A semana anterior foi relativamente mais tranquila do ponto de vista macroeconômico, após o corte de juros nos Estados Unidos e a manutenção da taxa no Brasil, já com perspectiva de cortes a partir de março.

Para os próximos dias, chamamos atenção para a divulgação do payroll e do índice de inflação ao consumidor nos Estados Unidos, dados importantes para definir o ritmo das próximas decisões do Federal Reserve.

No Brasil, acompanhamos a divulgação do IPCA de janeiro, com expectativa de inflação mais comportada, especialmente quando comparada aos primeiros meses dos últimos anos.

Também seguimos atentos à temporada de resultados do quarto trimestre, tanto no mercado local quanto no internacional.

DESEMPENHO DOS MERCADOS NA SEMANA

Na última semana, o Ibovespa avançou 0,8%, enquanto o S&P 500 apresentou leve queda em dólares.

O Bitcoin acumulou queda relevante, apesar de uma recuperação parcial no fim do período.

Reforçamos que a exposição a criptoativos deve ser limitada e bem dimensionada, evitando decisões emocionais em momentos de forte volatilidade.

O dólar voltou a recuar, enquanto o ouro apresentou valorização, contribuindo para um início de ano positivo para a renda variável, especialmente em mercados emergentes.

DESTAQUES NEGATIVOS ENTRE AS AÇÕES

Entre as maiores quedas da semana, destacamos a TOTVS (TOTS3), que recuou cerca de 15%, em meio a um ambiente de maior incerteza para empresas de software e tecnologia.

Apesar de bons resultados divulgados por grandes companhias globais, o mercado reagiu de forma exagerada aos anúncios de elevados investimentos em inteligência artificial.

A CSN (CSNA3) voltou a apresentar pressão negativa após rebaixamento de rating.

Reforçamos que a empresa segue com elevada alavancagem e que a venda de ativos continua sendo uma alternativa praticamente inevitável para reduzir o endividamento.

O segmento de mineração segue como principal gerador de caixa.

A Riachuelo (RCHLO3) apresentou queda na semana, influenciada também pela mudança de código, o que gerou ruído pontual no mercado.

Já a BR Partners (BRBI11) teve desempenho negativo, apesar de resultados operacionais sólidos, refletindo um ambiente ainda fraco para o mercado de capitais no Brasil.

O Bradesco (BBDC4) recuou moderadamente, mesmo após divulgar números melhores, ainda refletindo desafios relevantes, especialmente ligados à inadimplência.

A Romi (ROMI3) voltou a divulgar resultados fracos, com queda de receita, lucro e entrada de pedidos, refletindo a forte dependência do ciclo industrial doméstico.

DESTAQUES POSITIVOS ENTRE AS AÇÕES

Entre as altas da semana, Direcional (DIRR3), Cury (CURY3) e MRV (MRVE3) se beneficiaram das expectativas de corte de juros e da continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida.

Apesar de possíveis pressões de margem, destacamos a qualidade da gestão, especialmente no caso da Cury.

A Porto Seguro (PSSA3) apresentou mais um trimestre de resultados robustos, com crescimento consistente do lucro líquido e destaque para Porto Saúde, Porto Bank e seguros patrimoniais, além de sinistralidade controlada.

A Itaúsa (ITSA4) voltou a se destacar, impulsionada pelos excelentes resultados do Itaú Unibanco (ITUB4).

Reforçamos que o Itaú segue sendo o banco mais bem gerido entre os grandes, com crescimento equilibrado, inadimplência controlada e geração de resultados superior aos pares, o que sustenta expectativas positivas de dividendos para 2026.

A Multiplan (MULT3) apresentou números operacionais sólidos, com crescimento de vendas, margens em expansão e elevada taxa de ocupação.

Apesar da queda no lucro líquido em função da recompra de ações, avaliamos o trimestre como positivo.

LEITURA TÉCNICA E ATIVOS NO RADAR

Do ponto de vista técnico, o Ibovespa segue em tendência clara de alta, sem sinais consistentes de reversão.

O dólar atingiu níveis próximos aos fundos de 2019, mantendo viés de queda, com suporte relevante na região dos R$ 5,00 e próximo alvo em R$ 4,70.

Entre os ativos acompanhados, Itaúsa (ITSA4) e Banco do Brasil (BBAS3) seguem em canais de alta, embora nossa visão fundamentalista sobre o BBAS3 seja mais cautelosa.

A Ferbasa (FESA4) permanece em tendência positiva de curto prazo, apesar da volatilidade recente.

Também acompanhamos a WEG (WEGE3), que, após forte recuperação, pode buscar rompimento de máximas históricas, impulsionada por investimentos e perspectivas positivas para 2026.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | CSMG3, CSNA3, RAIZ4, FESA4, CBAV3, PETR4, PRIO3, CXSE3, META, BMEB4, DESK3, MSFT, AURA33

02/02/2026 Por Tiago Prux
CAPA

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

Ao longo da semana, o mercado financeiro acompanhou de perto decisões importantes de política monetária no Brasil e no exterior, além do avanço da temporada de resultados do quarto trimestre de 2025.

No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, dentro do esperado, e reforçou a sinalização de possíveis cortes a partir de março, dependendo da evolução do cenário inflacionário.

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve também optou pela manutenção dos juros, na faixa entre 3,5% e 3,75%, com expectativa de ao menos um corte adicional ao longo de 2026, condicionado ao ambiente econômico e institucional.

Além disso, seguimos acompanhando a divulgação dos balanços das grandes companhias globais e, no mercado local, o início da temporada de resultados dos principais bancos.

DESEMPENHO DOS MERCADOS

O Ibovespa avançou 1,4% na semana e já acumula alta superior a 12% no ano, refletindo um cenário mais construtivo para ativos de risco.

O S&P 500, quando convertido para reais, apresentou leve recuo, pressionado principalmente pela queda do dólar.

O Bitcoin voltou a apresentar forte volatilidade, enquanto o ouro, apesar de uma correção recente, segue com desempenho positivo no acumulado de 2026.

Esses movimentos reforçam a importância de separar oscilações de curto prazo de tendências estruturais.

DESTAQUES NEGATIVOS DA SEMANA

Entre as principais quedas, a Desktop (DESK3) chamou atenção após recuar de forma relevante. O movimento esteve ligado às incertezas regulatórias envolvendo a possível aquisição pela Claro.

Apesar da liderança da empresa no mercado de banda larga em São Paulo, preocupações concorrenciais seguem atrasando a aprovação pela Anatel, o que pressionou as ações no curto prazo.

A Microsoft (MSFT34) também passou por correção, mesmo após divulgar resultados robustos.

A empresa apresentou crescimento consistente de receita e lucro, mas o mercado reagiu de forma mais cautelosa ao elevado volume de investimentos em inteligência artificial. Ainda assim, o posicionamento estratégico da companhia no setor segue se fortalecendo.

No caso da Aura Minerals (AURA33), a queda esteve associada à correção no preço do ouro.

Movimentos como esse são naturais após períodos de forte valorização e, até o momento, não alteram os fundamentos da empresa, que segue avançando em produção, eficiência e geração de caixa.

A CSN (CSNA3) voltou a apresentar pressão negativa, refletindo novamente sua elevada alavancagem financeira.

O segmento de mineração segue sendo o principal gerador de caixa, enquanto siderurgia, cimento e energia apresentam menor rentabilidade.

A venda de ativos continua sendo uma alternativa relevante para redução da dívida, não sendo possível descartar mudanças mais profundas na estrutura do grupo no médio prazo.

DESTAQUES POSITIVOS DA SEMANA

Entre as altas, a Raízen (RAIZ4) apresentou uma recuperação expressiva após um longo período de queda.

O movimento teve caráter mais técnico, sem mudanças estruturais relevantes no negócio.

O setor sucroenergético ainda enfrenta desafios, como preços mais baixos de açúcar e etanol, além da possibilidade de novas vendas de ativos.

A Ferbasa (FESA4) voltou a se destacar, refletindo a natureza cíclica do setor.

A companhia segue apresentando solidez operacional e negocia a múltiplos atrativos, mesmo após anos de desempenho mais fraco das ações.

O movimento recente não altera a visão de longo prazo sobre a qualidade do negócio.

O Banco Mercantil (BMEB4) apresentou recuperação após o encerramento do período de subscrição.

A capitalização resolveu passivos relevantes e fortaleceu o balanço da companhia.

Apesar da volatilidade gerada pelo preço de emissão abaixo do mercado, o movimento foi estruturalmente positivo.

A CBA (CBAV3) confirmou, por meio de fato relevante, a venda do controle e o processo de fechamento de capital ao preço de R$ 10,50 por ação.

Diante desse cenário, mesmo sendo uma empresa de qualidade e negociando a múltiplos baixos, a estratégia passa a ser a venda, evitando a imobilização de capital em um processo que pode se estender por meses.

A Meta Platforms (META34) divulgou resultados expressivos no quarto trimestre de 2025, com crescimento robusto de receita e lucro, impulsionados principalmente pela publicidade e pela maior recorrência das receitas, reforçando a resiliência do modelo de negócios.

PETRÓLEO E ENERGIA

O setor de petróleo foi beneficiado pela alta de quase 7% no preço do barril na semana.

A Petrobras (PETR4) acompanhou o movimento, com valorização próxima de 8%. A Chevron (CVX) também esteve em destaque ao divulgar resultados fortes, com recorde de geração de caixa operacional, mesmo em um ambiente de preços médios do petróleo inferiores aos de 2024.

A PRIO (PRIO3) seguiu no radar após revisões de rating, especialmente após a aquisição do campo de Peregrino.

A companhia apresenta geração de caixa suficiente para financiar seus investimentos, estimados entre US$ 550 milhões e US$ 650 milhões, sem comprometer sua saúde financeira.

No cenário atual, não vemos risco relevante de liquidez.

SANEAMENTO E SEGURIDADE

A Copasa (CSMG3) voltou ao foco após avanços do governo de Minas Gerais na proposta de privatização via oferta secundária de ações.

O tema já parece parcialmente precificado, e não vemos motivos para venda no curto prazo, especialmente considerando o potencial de valorização adicional caso o processo avance.

Por fim, a Caixa Seguridade (CXSE3) anunciou o pagamento de R$ 0,33 por ação em dividendos, com dividend yield próximo de 2%.

O anúncio reforça o perfil da companhia como uma das pagadoras mais consistentes da B3. O pagamento será realizado em maio de 2026, considerando a base acionária do final de abril.

O QUE ESSA SEMANA REFORÇA PARA O INVESTIDOR

A semana evidenciou, mais uma vez, a importância de separar movimentos de curto prazo dos fundamentos de longo prazo.

Volatilidade, correções e repiques fazem parte do mercado, mas empresas bem posicionadas, com geração de caixa consistente e estrutura financeira equilibrada, tendem a entregar resultados superiores ao longo do tempo.

Manter disciplina, foco na qualidade dos ativos e compreensão dos ciclos segue sendo essencial para atravessar períodos de incerteza e capturar valor de forma consistente.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | COGN3, SIMH3, AURA33, BBAS3, KEPL3, IRBR3, CBAV3, BMGB4

26/01/2026 Por Tiago Prux
Capas Blog

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

Ao longo da semana, reforçamos um ponto fundamental para qualquer investidor: não se deixar levar por oscilações pontuais de mercado.

Altas e quedas fazem parte da renda variável e, no curto prazo, são inevitáveis.

O que realmente está sob controle do investidor é a qualidade da carteira, a disciplina e o método adotado.

Quem investe com foco em fundamentos e visão de longo prazo tende a capturar bons resultados ao longo do tempo, independentemente do ruído momentâneo do mercado.

CENÁRIO MACROECONÔMICO E EXPECTATIVAS

A semana foi marcada por decisões relevantes de política monetária no Brasil e no exterior.

No cenário doméstico, a expectativa predominante foi de manutenção da taxa Selic, acompanhada de sinalizações que mantêm no radar a possibilidade de cortes ao longo de 2026.

Nos Estados Unidos, reforçamos a leitura de continuidade do processo de acomodação dos juros, em linha com uma inflação mais controlada e uma economia ainda resiliente.

Também chamamos atenção para a temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 de grandes empresas globais.

De forma geral, a expectativa segue positiva para as companhias que acompanhamos mais de perto, com números consistentes e boa geração de caixa.

MOVIMENTO DOS MERCADOS

Comentamos o desempenho recente dos principais ativos. O Ibovespa renovou máximas históricas, registrando uma das melhores semanas desde 2020.

O dólar manteve trajetória de enfraquecimento frente ao real, enquanto o Bitcoin passou por um período de correção e lateralização.

O ouro, por sua vez, seguiu em tendência de valorização e atingiu novos recordes em reais no início de 2026.

Reforçamos que movimentos de curto prazo não devem ser confundidos com mudanças estruturais. Volatilidade faz parte do processo de investir em ações.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

Ao longo da análise, destacamos o desempenho das nossas Carteiras de Ações de Longo Prazo, que seguem entregando resultados consistentes mesmo em cenários desafiadores.

Um dos principais destaques foi a Carteira Dividendos+, que ultrapassou a marca de +600% de retorno desde 2017.

O foco da estratégia segue sendo a geração de renda recorrente, aliada ao crescimento patrimonial ao longo do tempo, com seleção criteriosa de empresas sólidas e bons pagadores de dividendos.

Esses resultados reforçam exatamente a nossa filosofia: não tentar prever o futuro, mas estar preparado para ele.

DESTAQUES DE QUEDA DA SEMANA

Entre os destaques negativos, comentamos sobre Netflix (NFLX) e Banco Mercantil (BMGB4).

No caso da Netflix, apesar de resultados operacionais sólidos, com crescimento relevante de receita, lucro e geração de caixa, o mercado reagiu com cautela diante de movimentos estratégicos que podem elevar o endividamento da companhia.

Mesmo empresas com bons fundamentos podem passar por períodos de volatilidade.

Já no Banco Mercantil, explicamos que o aumento de capital aprovado faz parte de um processo de reforço patrimonial.

Esse tipo de movimento é comum após fortes valorizações, ainda que gere pressão temporária nos preços.

DESTAQUES DE ALTA DA SEMANA

Entre os principais destaques positivos, comentamos sobre Cogna (COGN3), Simpar (SIMH3), Guararapes (GUAR3), Banco do Brasil (BBAS3), Aura (AURA33), CBA (CBAV3), Celesc (CLSC4), Kepler (KEPL3), IRB (IRBR3) e Pettenati (PTNT4).

A Cogna mostrou sinais de que o pior do ciclo pode ter ficado para trás, mas ainda exige cautela sob a ótica fundamentalista.

A Simpar apresentou melhora expressiva na estrutura de capital, com menor alavancagem em mais de uma década.

A Guararapes segue avançando em eficiência e governança após um período difícil.

No setor bancário, destacamos a forte alta do Banco do Brasil, mas avaliamos o payout anunciado como abaixo do ideal, mantendo preferência por bancos com maior previsibilidade de retorno.

AURA E O CICLO DO OURO

Reforçamos o desempenho expressivo da Aura (AURA33), impulsionado por fundamentos sólidos, aumento de produção, redução de custos e um cenário favorável para o ouro.

Comentamos que a possível inclusão da companhia em índices globais pode aumentar a visibilidade e a liquidez, mas o principal segue sendo a execução operacional e a geração de valor no longo prazo.

CBA, ENERGIA E INDÚSTRIA

No caso da CBA (CBAV3), a valorização recente ocorre em um contexto de recuperação gradual do preço do alumínio.

Os fundamentos seguem atrativos, e a reprecificação vem à medida que os resultados operacionais se refletem no mercado.

Comentamos também sobre a Celesc (CLSC4), com anúncios de redução de custos e venda de ativos, e sobre a Kepler (KEPL3), que segue descontada mesmo com avanço na atuação internacional.

Já o IRB (IRBR3) atravessa um processo consistente de recuperação operacional e financeira, com expectativa de retomada gradual da lucratividade no médio prazo.

EVENTOS CORPORATIVOS ESPECÍFICOS

Por fim, comentamos o caso da Pettenati (PTNT4), que avançou no processo de saída de bolsa via OPA.

Situações como essa exigem acompanhamento próximo, pois representam eventos específicos para investidores já posicionados.

CONCLUSÃO

Investir bem exige separar preço de fundamento, ruído de informação de análise e curto prazo de visão estrutural.

Semanas de forte alta ou queda não definem a qualidade de uma carteira.

O investidor que mantém método, disciplina e foco em empresas sólidas tende a atravessar diferentes ciclos de mercado com mais tranquilidade e consistência nos resultados.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | CEAB3, PCAR3, EMBJ3, ECOR3, MOTV3, RAPT4, CBAV3

12/01/202612/01/2026 Por Tiago Prux
Capas Blog

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

Em momentos de mercado mais voláteis, o que realmente ajuda o investidor não é tentar prever manchetes ou movimentos políticos, mas manter o foco em estratégia, disciplina e análise consistente.

Nesta semana, além de comentar o cenário econômico e os principais indicadores, analisamos algumas ações que podem apresentar movimentações relevantes nos próximos pregões, seja por eventos corporativos, melhora operacional, fluxo comprador ou mudanças na percepção do mercado.

CENÁRIO ECONÔMICO E DE MERCADO

No Brasil, o IPCA de dezembro veio em 0,33%, dentro do esperado, encerrando 2025 com inflação de 4,26%.

Apesar de ainda ser um patamar elevado, esse número está próximo da média histórica brasileira das últimas décadas e abre espaço para que o Banco Central, ao menos, sinalize cortes de juros em 2026, caso o cenário se mantenha.

Nos Estados Unidos, a inflação segue relativamente comportada, mesmo com uma economia resiliente. Isso mantém viva a expectativa de novos cortes de juros em 2026, desde que as condições atuais se sustentem.

No mercado financeiro, o Ibovespa subiu cerca de 1,8% na última semana, mantendo uma tendência de alta no curto e médio prazo.

Em paralelo, o dólar e o Bitcoin recuaram cerca de 1%, enquanto o ouro segue em valorização, impulsionado pela compra contínua de reservas por bancos centrais — com destaque para a China, que já acumula mais de um ano consecutivo de compras.

CEAB3 (CIA HERING)

A ação recuou após rumores de vendas mais fracas no fim do ano. O varejo brasileiro segue desafiado, especialmente no curto prazo.

Ainda assim, empresas listadas tendem a ganhar participação de mercado frente a concorrentes menores, que sofrem mais com crédito caro e custos elevados.

Esperamos resultados mais equilibrados nos próximos trimestres, inclusive para nomes como Renner e Arezzo.

PCAR3 (PÃO DE AÇÚCAR)

O GPA segue em processo de reestruturação. A empresa anunciou forte redução de CAPEX para 2026, além de um plano robusto de corte de custos e despesas.

Somados, esses movimentos podem representar uma melhora relevante de resultados ao longo do próximo ano, após um período prolongado de dificuldades operacionais.

RAPT4 (RANDON)

A Randon se destacou após anunciar contratos relevantes de venda de vagões, somando cerca de R$ 770 milhões com empresas como Rumo e Aralco.

Trata-se de uma companhia com histórico sólido, forte diversificação de produtos e presença internacional.

Mesmo após períodos de pressão de custos, segue sendo uma empresa capaz de surpreender positivamente no médio e longo prazo.

EMBJ3 (EMBRAER)

A Embraer apresentou números operacionais muito fortes em 2025, com destaque para a aviação executiva.

As entregas superaram o guidance, e a carteira de pedidos aponta para mais um ano robusto em 2026. Não por acaso, a ação foi um dos grandes destaques de 2025 e já começou 2026 mantendo esse ritmo.

MOTV3 (MOTIVA) E ECOR3 (ECORRODOVIAS)

As concessionárias seguem em recuperação consistente desde o pós-pandemia, com aumento contínuo do fluxo de veículos e busca por eficiência operacional.

Um ponto positivo recente foi a aprovação do investimento conjunto em sistemas de pedágio sem cancelas, o que tende a reduzir custos e melhorar a fluidez nas rodovias.

CBAV3 (CBA)

A alta da CBA reflete a recuperação dos preços do alumínio e a redução de custos operacionais.

A empresa vem melhorando geração de caixa e mantendo a dívida em patamar saudável. Aqui, vale o alerta clássico: ação cair não significa empresa ruim, e ação subir não significa empresa boa.

No curto prazo, fluxo e especulação pesam mais do que fundamentos.

MAIS IMPORTANTE DO QUE O CURTO PRAZO

O grande erro de muitos investidores é correlacionar movimentos de preço com qualidade do negócio.

No curto e médio prazo, o mercado é dominado por fluxo, expectativas e ruídos. Já no longo prazo, bons negócios tendem a se destacar.

Por isso, mais importante do que tentar prever o próximo movimento é ter uma carteira bem estruturada, com empresas de qualidade, estratégias claras e disciplina para atravessar diferentes cenários.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | EGIE3, RAIL3, PETR4, NEOE3, BHIA3, SCAR3, ARML3, MBRF3

01/12/2025 Por Tiago Prux
CAPA

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

Nesta semana, analisamos o desempenho recente do mercado brasileiro e internacional, destacando movimentos importantes em juros, inflação, dividendos extraordinários e comportamento dos principais índices.

Também explicamos como eventos macroeconômicos e corporativos podem influenciar ativos específicos e selecionamos as ações que, na nossa visão, merecem atenção devido ao momento atual.

MBRF (MBRF3)

A fusão que deu origem à MBRF (MBRF3) seguiu chamando atenção, mas sem novidades relevantes ao longo da semana.

A ação voltou a recuar após já ter caído na semana anterior.

Embora a combinação de operações tenha trazido benefícios, especialmente para a antiga BRF, seguimos avaliando como a nova estrutura conseguirá gerar valor de forma consistente no longo prazo.

PETROBRAS (PETR4)

A Petrobras apresentou seu Plano Estratégico 2026–2030, projetando US$ 109 bilhões em investimentos.

Apesar de ser menor que o plano anterior, o valor ainda é elevado e traz pontos de preocupação, especialmente a insistência em áreas que não geram valor ao acionista, como fertilizantes.

Mantemos nossa visão de que PETROBRAS (PETR4) não é a melhor alternativa para capturar a possível valorização do petróleo nos próximos anos.

NVIDIA (NVDC34)

As ações da NVIDIA (NVDC34) voltaram a cair após notícias envolvendo Meta e Google, que podem reduzir a dependência da empresa no futuro.

Encerramos nossa posição no início do ano, após ganhos próximos de 2.000%, justamente porque avaliávamos a companhia como uma das mais expostas ao avanço da concorrência no setor de IA.

Hoje vemos melhores alternativas, como o próprio Google.

SÃO CARLOS (SCAR3)

A São Carlos (SCAR3) anunciou dividendos extraordinários de R$ 7,10 por ação, yield de 25,6%.

O pagamento decorre da venda de imóveis dentro de sua estratégia de reciclagem de portfólio. A empresa segue com potencial para novas vendas em 2026, o que sustentaria dividendos adicionais.

Vemos o ativo como bem assimétrico e ainda descontado.

ARMAC (ARML3)

A Armac (ARML3) subiu de forma expressiva após adquirir a Braslift, operação que deve adicionar entre R$ 75 e R$ 80 milhões em receita anual a partir de 2026.

Com frota nova e contratos de longo prazo, a aquisição se encaixa bem na estratégia da companhia.

Entendemos que o mercado exagerou nas quedas dos últimos trimestres, já que a Armac segue crescendo em receita, mesmo com margens momentaneamente pressionadas, movimento natural em ciclos de expansão.

RUMO (RAIL3)

A Rumo (RAIL3) ganhou destaque após a Ultrapar adquirir cerca de 5% de participação na companhia.

Gostamos muito do setor de logística, que continua descontado em dólar, e acreditamos que o movimento reforça a percepção de valor no segmento.

Para nós, ativos logísticos permanecem subavaliados no Brasil — e a Rumo é uma das melhores empresas dentro dessa tese.

NEOENERGIA (NEOE3)

A Iberdrola, controladora da Neoenergia (NEOE3), anunciou intenção de fechar o capital da empresa via OPA a R$ 32,50 por ação.

Com cerca de 84% de participação, dificilmente a operação não será concluída.

Como o papel negocia praticamente no preço da oferta, avaliamos que o investidor deve vender no mercado, evitando ficar com um ativo fechado e reduzindo riscos de demora no processo.

CASAS BAHIA (BHIA3)

Apesar da alta recente, seguimos avaliando Casas Bahia (BHIA3) como um ativo a ser evitado.

A empresa enfrenta desafios estruturais relevantes, modelo de negócio ultrapassado, alto endividamento, recorrentes aumentos de capital e histórico de prejuízos.

Mesmo com possível queda de juros, não vemos fundamento que sustente uma tese de valorização.

ENEVA (ENEV3)

A Eneva (ENEV3) realizou uma bonificação de 2,5 ações para cada 1, levantando dúvidas entre investidores.

O efeito é semelhante a um desdobramento: aumenta-se a quantidade de ações e ajusta-se o preço.

No curto prazo, nada muda nos fundamentos; no longo prazo, é um sinal positivo, já que bonificações geralmente estão associadas a lucros robustos e capacidade de manter pagamentos atrativos de dividendos.

FECHAMENTO

Seguimos entendendo que o mercado brasileiro oferece excelentes oportunidades, tanto por eventos corporativos relevantes quanto por distorções de preço.

Além disso, o cenário de dividendos extraordinários deve ganhar força no final de 2025, beneficiando investidores posicionados em empresas sólidas.

Continuaremos acompanhando semanalmente os principais movimentos para orientar decisões fundamentadas e alinhadas ao longo prazo.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:

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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | TAEE11, BPAC11, LEVE3, TRIS3, GMAT3, PSSA3, BBAS3, HAPV3

17/11/2025 Por Tiago Prux
CAPA

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

Nesta semana, comentamos os principais destaques do cenário econômico e fazemos uma leitura dos resultados corporativos que influenciaram o mercado.

A análise reúne inflação, juros, setores e empresas que apresentaram movimentos relevantes.

CENÁRIO MACROECONÔMICO: INFLAÇÃO MAIS FRACA E HUMOR POSITIVO

A divulgação de um IPCA mais comportado reforçou a percepção de que a inflação segue em trajetória de acomodação. Isso ampliou as expectativas de que o Banco Central poderá considerar cortes na Selic ao longo de 2025.

Mesmo com a semana mais curta devido ao feriado, o Ibovespa manteve o movimento positivo e renovou máximas históricas.

O dólar oscilou e o Bitcoin corrigiu, mas o mercado segue reagindo bem ao ambiente interno mais favorável, apesar dos ruídos externos.

HAPVIDA (HAPV3): QUEDA EXAGERADA E RISCO ANTIGO REPRECIFICADO

A forte baixa da Hapvida chamou atenção. Os resultados não foram ruins, mas a empresa enfrenta desafios já conhecidos ligados à qualidade do atendimento — ponto central da tese.

O movimento mais intenso parece ter vindo de fluxo vendedor pontual, possivelmente de grandes players.

Mesmo assim, a queda parece exagerada e típica dos momentos em que o mercado revisita riscos antigos.

GRUPO MATEUS (GMAT3): OPERAÇÃO ROBUSTA, MAS SSS PRESSIONA CURTO PRAZO

O trimestre trouxe crescimento sólido de receita e lucro, mas o mercado reagiu negativamente ao indicador de vendas em mesmas lojas, que ficou estável e abaixo da inflação.

Mesmo assim, o Grupo Mateus segue competitivo no Norte e Nordeste, mantendo diferenciais importantes em sua atuação regional.

PORTO SEGURO (PSSA3): OPERAÇÃO FORTE E IMPACTO DA EXPECTATIVA DE JUROS

A Porto entregou mais um trimestre consistente, com avanços importantes em Porto Saúde e Porto Bank.

Como parte relevante do lucro vem do resultado financeiro, a perspectiva de queda dos juros causa ajustes de curto prazo.

Ainda assim, juros menores tendem a estimular atividade, o que costuma ser positivo para seguros.

A queda recente reflete mais exagero do mercado do que mudanças nos fundamentos.

BANCO DO BRASIL (BBAS3): INADIMPLÊNCIA PRESSIONA RESULTADOS

O Banco do Brasil divulgou números pressionados pela carteira agro e pela pessoa física. A inadimplência elevou custos e reduziu rentabilidade.

Alguns bancos concorrentes têm mostrado maior capacidade de navegar este ciclo.

A normalização dos resultados do BBAS3 deve acontecer, mas exige recuperação macro e melhora gradual da carteira.

MBRF: CONSOLIDAÇÃO E FLUXO DE CAIXA POSITIVO

A holding apresentou receita crescente e fluxo de caixa livre positivo.

Apesar de lucro menor, o mercado reagiu bem ao conjunto das operações, que reforçam eficiência e escala do grupo formado por Marfrig + BRF.

TRISUL (TRIS3): UM DOS MELHORES TRIMESTRES RECENTES

A Trisul teve um trimestre de destaque:

• recorde de lançamentos,
• vendas fortes,
• margens elevadas.

Mesmo com juros ainda altos, empresas bem geridas do setor imobiliário continuam apresentando excelente execução.

METAL LEVE (LEVE3): PREVISIBILIDADE E BOA GERAÇÃO DE CAIXA

A empresa manteve seu padrão de estabilidade: receita maior, lucro crescente e caixa bem administrado.

É uma companhia que entrega exatamente o que o mercado espera, consistência e previsibilidade.

ALLOS (ALOS3): DIVIDENDOS MENSAIS EM 2026 E EFICIÊNCIA OPERACIONAL

A Allos reportou mais um trimestre muito forte. O anúncio de dividendos mensais de cerca de R$ 0,30 em 2026 chamou atenção, indicando yield acima de 13%.

A empresa reforça seu papel como líder consolidada no setor de shoppings.

TAESA (TAEE11): SETOR PREVISÍVEL E DISCUSSÃO SOBRE ALAVANCAGEM

A Taesa segue como referência em transmissão de energia, setor conhecido pela estabilidade contratual.

A discussão sobre alavancagem é natural, mas precisa ser contextualizada: empresas desse segmento operam com dívidas estruturais compensadas por fluxo de caixa altamente previsível.

BTG (BPAC11): TRIMESTRE IMPECÁVEL EM TODAS AS LINHAS

O BTG apresentou mais um trimestre excepcional.

Receita, lucro e retorno avançaram de forma robusta, reforçando a eficiência do modelo de banco de investimento, muito diferente do estilo dos grandes bancos tradicionais.

LEITURA FINAL: FUNDAMENTOS CONTINUAM PREVALECENDO

Mesmo com volatilidade natural de curto prazo, os resultados mostram empresas sólidas, bem geridas e com capacidade de atravessar diferentes ciclos econômicos.

Seguimos atentos aos setores com melhor relação risco-retorno e às empresas com mais capacidade de gerar valor de forma consistente.

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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | BEEF3, BBSE3, SUZB3, PETR4, AURA33, BMEB4, VAMO3, ALPA4

10/11/2025 Por Ana Caroline
Ações

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

Mais uma semana de forte desempenho para a Bolsa brasileira, reforçando o momento positivo dos ativos locais e a consolidação de um cenário mais construtivo para o investidor de longo prazo.

O Ibovespa subiu cerca de 3%, batendo novo recorde histórico e encerrando a semana aos 154 mil pontos.

Mesmo com o avanço, mantemos a visão de que ainda há espaço para valorização, já que boa parte das empresas segue descontada em relação a seus fundamentos.

CENÁRIO MACROECONÔMICO E JUROS

Como esperado, o Copom manteve a taxa Selic inalterada.

Apesar do tom mais conservador no comunicado, os últimos dados reforçam que há espaço crescente para cortes de juros em 2026, especialmente diante da desaceleração da inflação e da valorização recente do real.

O IPCA de outubro deve registrar alta modesta, próxima de 0,2%, reforçando a trajetória de preços sob controle.

A leitura geral continua favorável: dólar mais fraco, inflação em queda e crescimento moderado — cenário que tende a sustentar a confiança e o fluxo de capital para a renda variável.

RESULTADOS CORPORATIVOS E DESTAQUES DA SEMANA

A temporada de balanços segue intensa, com diversas companhias apresentando resultados sólidos e consistentes. A seguir, os principais destaques da semana:

MINERVA (BEEF3)

Apesar da queda de quase 15% na semana, o resultado foi positivo.

A receita líquida cresceu 82%, o lucro líquido aumentou 28%, atingindo R$ 120 milhões, e o fluxo de caixa livre alcançou R$ 2,5 bilhões, o melhor da história da empresa.

A alavancagem segue em queda, no menor nível desde 2022. Mesmo com a reação negativa do mercado, os números reforçam a recuperação estrutural da companhia.

SUZANO (SUZB3)

Os resultados foram neutros, com receita estável e queda de 40% no lucro líquido.

Contudo, o lucro contábil é afetado por variações cambiais e itens não recorrentes.

Operacionalmente, a empresa segue muito bem — custos de produção em queda e margens preservadas, mesmo com preços mais baixos da celulose.

A Suzano permanece como uma das companhias mais eficientes e resilientes do setor.

GUARARAPES (GUAR3 / Riachuelo)

A empresa surpreendeu positivamente, com alta de 63% no lucro líquido, alcançando R$ 74 milhões.

O Ebitda subiu 15%, chegando a R$ 402 milhões — recorde histórico.

As vendas em mesmas lojas cresceram pelo nono trimestre consecutivo, e a margem bruta atingiu quase 60%, também recorde.

A empresa mantém inadimplência em queda e boas perspectivas com a possível venda de ativos imobiliários.

ALPARGATAS (ALPA4)

Mais um trimestre de forte recuperação.

A receita cresceu 8%, o Ebitda disparou quase 90% e o lucro líquido subiu 132%, atingindo R$ 174 milhões.

A gestão da controladora Itaúsa trouxe eficiência e solidez financeira — hoje a empresa possui caixa líquido de R$ 400 milhões, reflexo da disciplina operacional.

VAMOS (VAMO3)

As prévias já indicavam um bom resultado, e o balanço confirmou a consistência do modelo de negócios.

Os juros ainda altos impactam o lucro líquido, mas o desempenho operacional segue forte.

O Grupo JSL como um todo continua crescendo de forma coordenada e sustentável.

PETROBRAS (PETR4)

A estatal apresentou resultado neutro: receita de R$ 128 bilhões, estável em relação ao ano anterior, e lucro líquido de R$ 32,7 bilhões.

A produção subiu 8%, o endividamento ficou controlado, e o dividendo anunciado foi de R$ 0,94 por ação (3% de yield), levemente acima do esperado.

A tendência, contudo, é de redução gradual dos pagamentos trimestrais.

BANCO MERCANTIL (BMEB4)

Um dos melhores resultados do trimestre.

O lucro líquido atingiu R$ 254 milhões, alta de 30%, com ROE anualizado de 45%.

Esse foi o 12º trimestre consecutivo de recorde histórico, sustentado por crescimento de 31% na carteira de crédito e 35% nas receitas de serviços.

O banco reforça sua posição como excelente pagador de dividendos para os próximos anos.

AURA MINERALS (AURA33)

A companhia divulgou números muito fortes, impulsionados pela alta do ouro e pela recorde de produção.

A receita líquida cresceu 60%, chegando a US$ 450 milhões, com fluxo de caixa livre de US$ 151 milhões (+91%).

A alavancagem praticamente desapareceu, e há expectativa de dividendo extraordinário ainda em 2025 ou início de 2026.

BB SEGURIDADE (BBSE3)

Mais um trimestre sólido: lucro líquido de R$ 2,6 bilhões, alta de 13%.

O desempenho foi forte em todas as subsidiárias, com ROE acima de 50% e guidance superado.

A empresa segue como referência em eficiência, previsibilidade e pagamento recorrente de dividendos.

PERSPECTIVA ESTRATÉGICA

Mesmo com a sequência de altas do Ibovespa, não vemos sinais de euforia exagerada.

O mercado continua seletivo, com forte assimetria de preços entre grandes companhias e small caps.

Muitos ativos ainda estão descontados, e o cenário de juros em queda para 2026 deve reforçar o fluxo positivo para a Bolsa.

A valorização recente deve ser vista como reconstrução de preços, e não como sobrevalorização.

Seguimos priorizando empresas com crescimento sustentável, margens sólidas e forte geração de caixa.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A combinação de resultados corporativos robustos, inflação sob controle e estabilidade monetária cria um ambiente extremamente favorável ao investidor disciplinado.

Reforçamos a importância de manter o foco em fundamentos, diversificação e horizonte de longo prazo — princípios que seguem norteando todas as nossas recomendações.

As oportunidades continuam abundantes para quem investe com estratégia e paciência.

O ciclo atual de valorização, ainda em seus estágios iniciais, deve consolidar novas ondas de crescimento e distribuição de dividendos nos próximos trimestres.

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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | VALE3, BBDC4, FESA4, KEPL3, CRPG5, POMO4, CATP34, CAT

03/11/202503/11/2025 Por Tiago Prux
CAPA (1)

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

A semana começa com um ambiente global mais estável, após o novo corte de juros pelo Federal Reserve e a sinalização de que mais uma redução pode ocorrer ainda em 2025.

Nos Estados Unidos, a inflação segue em trajetória de queda e o mercado de trabalho mostra perda gradual de fôlego, o que abre espaço para um ciclo monetário mais brando.

Na China, a reaproximação comercial com os EUA — incluindo o possível fim de parte das tarifas e a retomada das compras de soja — ajuda a reduzir o risco de novas tensões e tende a sustentar o comércio internacional nas próximas semanas.

No Brasil, a expectativa é de manutenção da Selic em 15%, mas o tom do comunicado do Copom será determinante para calibrar apostas de cortes a partir de 2025.

O IPCA-15 mais fraco e o IGP-M em deflação reforçam a percepção de que há espaço para flexibilização monetária, mesmo que de forma gradual.

A agenda corporativa segue intensa, com resultados de companhias relevantes como Copasa, Klabin, Prio, Aura, TIM e Itaú.

MARCOPOLO (POMO4)

A Marcopolo apresentou resultados sólidos, com crescimento de 8,2% na receita em relação ao mesmo período de 2024, alcançando R$ 2,5 bilhões.

As exportações subiram 43% e as operações internacionais avançaram 51%, compensando a retração do mercado interno.

Apesar disso, a ação sofreu forte realização após a divulgação, movimento que consideramos exagerado frente à boa execução operacional.

TRONOX (CRPG5)

As ações da Tronox dispararam 87% na semana após a aprovação da tarifa antidumping sobre o dióxido de titânio chinês por cinco anos.

O movimento reflete alívio competitivo e otimismo com a recuperação da rentabilidade.

Ainda assim, trata-se de um papel que vinha de forte estresse e segue sujeito a oscilações.

A valorização foi acima do razoável para o curto prazo, e o caso deve ser acompanhado com cautela.

KEPLER (KEPL3)

A Kepler reportou números fracos, mas dentro das expectativas para um ciclo adverso no agronegócio, marcado por restrição de crédito e menor volume de investimentos.

A receita recuou 4% e o lucro líquido caiu 14%, mas o balanço mostrou solidez financeira e controle de custos.

Mesmo em um cenário setorial difícil, a empresa segue bem posicionada para capturar a retomada futura.

CATERPILLAR (CAT / CATP34)

A Caterpillar reforçou seu histórico de excelência operacional, registrando receita recorde e o maior fluxo de caixa livre da história da companhia.

A empresa mostrou força nos segmentos de Construção, Energia e Recursos Naturais, mantendo margens elevadas mesmo com custos pressionados.

O destaque continua sendo a capacidade de repasse de preços, que sustenta rentabilidade e dividendos consistentes há mais de 25 anos.

FERBASA (FESA4)

A Ferbasa aprovou novo pagamento de proventos, com yield próximo de 6%, e o mercado reagiu positivamente.

A companhia segue com posição de caixa robusta e exposição a produtos ligados ao aço inoxidável, um nicho com perspectivas mais favoráveis que o minério de ferro.

Para nós, trata-se de uma ação barata frente ao potencial de normalização dos preços e à manutenção de bons dividendos.

VALE (VALE3)

A Vale apresentou forte desempenho operacional, com destaque para cobre e níquel, cujos volumes cresceram 20% e 6%, respectivamente.

A empresa também reportou redução expressiva de custos e lucro líquido de US$ 2,7 bilhões, alta de 78% em relação ao ano anterior.

Apesar do bom momento, mantemos a visão de que o minério de ferro tende a perder protagonismo em relação a outras commodities mais alinhadas a ciclos de crescimento estrutural, como aço inoxidável e celulose.

BRADESCO (BBDC4 / BBDC3)

O Bradesco entregou um trimestre superior ao anterior, com receitas totais crescendo 13% e o segmento de seguros avançando 13%.

Ainda assim, os retornos seguem abaixo dos principais concorrentes, e os desafios com custos e provisões continuam.

O ROE segue distante do patamar de 20%, considerado o mínimo para um grande banco eficiente, o que reforça nossa preferência por alternativas mais rentáveis dentro do setor financeiro.

PERSPECTIVA DA SEMANA

Em um ambiente global mais calmo e com a temporada de balanços em curso, o foco do investidor deve permanecer na qualidade e previsibilidade dos lucros.

Seguimos atentos às empresas que vêm entregando resultados consistentes mesmo em cenários desafiadores — como Ferbasa, Kepler e Caterpillar — e alertas para movimentos especulativos de curto prazo, como o observado em CRPG5.

O momento é de equilíbrio entre cautela e seletividade, privilegiando companhias com fundamentos sólidos, geração de caixa estável e exposição a setores menos dependentes de estímulos monetários.

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Ações para ficar de olho nesta semana: CBAV3, AMBP3, PETR4, AURA33, BRAV3, AURE3, PRIO3, GUAR3

20/10/2025 Por Tiago Prux
ações

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

O mercado de ações inicia a semana em meio à temporada de resultados do terceiro trimestre, com destaque para os grandes bancos norte-americanos, que vêm apresentando números robustos.

Apesar de casos pontuais de falência entre bancos regionais, o sistema financeiro dos Estados Unidos segue sólido e em processo de consolidação.

No Brasil, o Ibovespa mantém tendência de alta, sustentado pelo fluxo estrangeiro e pela percepção de juros em queda no médio prazo.

Entre os destaques da semana, estão empresas com gatilhos corporativos importantes, oscilações relevantes e eventos que merecem acompanhamento atento por parte do investidor.

CBA (CBAV3) — POSSÍVEL FECHAMENTO DE CAPITAL

As ações da CBA subiram quase +16% na semana, refletindo as especulações sobre uma eventual oferta de fechamento de capital.

O valor de referência comentado no mercado gira em torno de R$ 7 bilhões, o que equivaleria a um preço acima de R$ 10 por ação — bem superior à cotação atual.

Mesmo sem confirmação oficial, a movimentação reforça o interesse estratégico no setor de alumínio, especialmente diante da forte geração de caixa e estrutura financeira robusta da companhia.

A CBA segue entre as empresas mais descontadas do setor, com potencial relevante de valorização caso a operação se concretize.

AMBIPAR (AMBP3) — SITUAÇÃO CRÍTICA

A Ambipar permanece em um cenário de elevado risco financeiro.

A empresa enfrenta dificuldades para apresentar informações completas de caixa e estrutura de dívida, o que aumenta as incertezas sobre sua capacidade de recuperação.

Há expectativa de pedido de recuperação judicial, o que, se confirmado, reforçaria a fragilidade do negócio.

Com base nesses fatores, o entendimento é que o risco-retorno é assimétrico, e o melhor posicionamento no momento é ficar fora do ativo até que a situação seja esclarecida.

PETROBRAS (PETR4) — FOCO NA BACIA DA FOZ DO AMAZONAS

A Petrobras segue sob os holofotes em razão da indefinição sobre os licenciamentos ambientais na Bacia da Foz do Amazonas, uma das áreas mais promissoras para exploração nos próximos anos.

Embora o processo ainda enfrente entraves no Ibama, há expectativa de avanços até o fim do ano, o que pode destravar novos projetos e reforçar o plano de crescimento em exploração e produção.

O papel continua atraente no longo prazo, com valuation descontado e fluxo de dividendos sólido, mas o investidor deve ter paciência diante da volatilidade natural associada às pautas ambientais e regulatórias.

AURA MINERALS (AURA33) — CORREÇÃO NORMAL APÓS FORTE ALTA

Mesmo com a recente queda de -9%, a Aura segue com desempenho excepcional em 2025 — alta de +174% no acumulado do ano.

A desvalorização pontual reflete apenas realização de lucros, após a alta do ouro acima de US$ 3.000, sem qualquer mudança nos fundamentos da companhia.

A expectativa é de bons resultados nos próximos trimestres, impulsionados por margens elevadas, boa gestão de custos e potencial de pagamento expressivo de dividendos.

A empresa continua sendo um veículo eficiente de exposição ao ouro, especialmente em um cenário global de juros mais baixos.

BRAVA (BRAV3) — PACIÊNCIA EM UM CASO DE AJUSTE

A Brava enfrenta volatilidade elevada desde a interdição temporária de áreas na Bacia Potiguar, o que afetou o ritmo de produção.

Apesar disso, os fundamentos permanecem sólidos, e os entraves operacionais são pontuais e resolvíveis.

A diferença de desempenho em relação a pares como PetroReconcavo (RECV3) e PRIO (PRIO3) decorre de fatores técnicos de curto prazo, não de deterioração estrutural.

O momento é de paciência e acompanhamento, pois o ativo tende a recuperar valor à medida que os problemas operacionais sejam resolvidos.

AUREN (AURE3) — NOVA INDENIZAÇÃO E POTENCIAL DE DIVIDENDOS

A Auren obteve decisão favorável em mais um processo ligado à antiga CESP, com indenização próxima a R$ 200 milhões, além de correção monetária sobre o montante.

A decisão reforça o caixa da companhia e pode viabilizar novos pagamentos de dividendos no curto prazo.

Apesar de o resultado operacional ainda estar pressionado, a empresa mantém perfil financeiro sólido e gestão conservadora.

Essas indenizações extraordinárias funcionam como catalisadores temporários positivos para o papel.

PRIO (PRIO3) — RETOMADA DE PEREGRINO E CENÁRIO FAVORÁVEL

A PRIO confirmou a retomada da produção no campo de Peregrino, após uma parada mais longa do que o esperado.

A notícia é positiva e marca um passo importante para normalizar o volume operacional da companhia.

Mesmo com a recente queda do petróleo, a PRIO segue como um dos principais cases de eficiência operacional da bolsa, combinando margens elevadas e forte geração de caixa.

A correção das cotações deve ser vista como movimento técnico, sem alteração estrutural na tese.

GUARARAPES (GUAR3) — POSSÍVEL VENDA DE ATIVOS

A Guararapes, controladora da Riachuelo, contratou o BTG Pactual para assessorar a venda do shopping Midway Mall, em Natal (RN).

O ativo é avaliado em cerca de R$ 1 bilhão, valor relevante considerando que a empresa inteira vale menos de R$ 5 bilhões.

Caso a operação se concretize, poderá fortalecer o caixa e abrir espaço para pagamento extraordinário de dividendos.

A notícia foi bem recebida pelo mercado e impulsionou as ações, reforçando a percepção de que a empresa está disposta a destravar valor para o acionista.

VISÃO GERAL

O cenário de curto prazo combina volatilidade com oportunidades pontuais.

Casos como CBA e Guararapes ilustram o apetite por ativos descontados e potenciais operações de M&A, enquanto PRIO, Auren e Petrobras mantêm históricos operacionais consistentes em setores estratégicos.

Já Ambipar segue como alerta de risco elevado, reforçando a importância de selecionar empresas com transparência financeira e governança sólida.

A combinação de juros em queda, resultados corporativos robustos e aumento nas operações de fusões e aquisições cria um ambiente propício para investidores que mantêm disciplina e visão de longo prazo.

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