A Frasle Mobility (FRAS3) reportou uma receita líquida de R$ 1,1 bilhão no quarto trimestre de 2024, crescimento de 49,4% em relação ao mesmo período de 2023.
O desempenho foi impulsionado pelo avanço das exportações, favorecidas pela melhora na logística marítima e pela valorização do dólar, com destaque para os mercados argentino e norte-americano.
No Brasil, a demanda no segmento de reposição seguiu aquecida.
O lucro líquido somou R$ 135,1 milhões no trimestre, alta de 43,8% na base anual.
A Ecorodovias (ECOR3) registrou receita líquida de R$ 1,69 bilhão no 4T24, alta de 10,2% na base anual, impulsionada pelo início da arrecadação de pedágio da EcoRioMinas e EcoNoroeste, além do aumento de 3,9% no tráfego, com destaque para veículos pesados (+5,1%).
Apesar da disciplina de custos e do avanço na margem operacional (+1,4 p.p.), o lucro líquido caiu 33,3%, para R$ 206,9 milhões, pressionado pelo resultado financeiro.
A alavancagem permaneceu em 3,3x dívida líquida/EBITDA ajustado.
A Alphabet (GOGL34), controladora do Google, fechou a compra da empresa de cibersegurança Wiz por US$ 32 bilhões em dinheiro, após negociações anteriores terem falhado. A Wiz será integrada ao Google Cloud, ampliando a segurança da plataforma e fortalecendo a concorrência com Microsoft e Amazon.
A transação, a maior já feita pela Alphabet, ocorre depois que a Wiz recusou uma oferta de US$ 23 bilhões no ano passado, optando por tentar uma avaliação maior via IPO. Mesmo assim, a startup continuou atraindo investidores e foi avaliada em US$ 12 bilhões em maio de 2024.
Os produtos da Wiz seguirão compatíveis com outras plataformas, como AWS e Azure. O acordo ainda pode enfrentar escrutínio regulatório, dado o histórico do Google com processos antitruste nos EUA e na Europa.
O Grupo SBF (SBFG3) registrou receita líquida de R$ 2,17 bilhões no 4T24, alta de 2% em relação ao 4T23. O crescimento foi impulsionado pelo avanço de 19,8% nas vendas digitais da Centauro, enquanto a Físia teve leve queda de 0,4% na receita.
A margem operacional consolidada subiu 1 p.p., atingindo 10,9%, e o lucro líquido ajustado cresceu 20,6% no ano, chegando a R$ 170,4 milhões. A companhia também reduziu sua dívida líquida em 59%, com a alavancagem caindo de 1,19x para 0,38x ao longo de 2024.
A Yduqs (YDUQ3) teve receita líquida de R$ 1,26 bilhão no 4T24, um aumento de 3% em relação ao ano anterior.
A base de alunos cresceu 0,9%, com destaque para o segmento presencial (alta de 4,1%) e o premium (24,9%), que inclui medicina. No digital, houve uma leve queda de 0,3%.
A margem operacional avançou 10,1 p.p., impulsionada pelo controle de custos e despesas, ganhos de eficiência e redução na PDD ajustada.
O lucro líquido ajustado foi de R$ 61,8 milhões, um salto significativo frente aos R$ 11,6 milhões registrados no 4T23.
O Cade aprovou, sem restrições, a venda do controle da Wilson Sons (PORT3) para a Shipping Agencies Services (SAS), subsidiária da MSC. A decisão será definitiva em 15 dias, mas a conclusão do negócio ainda depende da aprovação da Antaq e de outras condições.
O acordo envolve a venda de 56% da Wilson Sons pela OW Overseas para a MSC, em uma transação avaliada em R$ 4,35 bilhões.
Antes disso, a SAS já havia adquirido uma fatia de 12% da companhia brasileira em dezembro. A expectativa da empresa é concluir a operação no segundo semestre de 2025.
A SLC Agrícola (SLCE3) fechou a compra de 47.822 hectares de terra nos estados da Bahia e Minas Gerais por R$ 913 milhões.
A maior parte do montante (R$ 723 milhões) será destinada à aquisição de 39.987 hectares em São Desidério (BA), área já operada pela subsidiária Fazenda Paladino. Outros R$ 190 milhões serão pagos pela compra de 7.835 hectares em Unaí (MG), operada pela Fazenda Pamplona.
Os pagamentos serão feitos em duas parcelas iguais, sendo a primeira quitada na assinatura do contrato. A segunda parcela será paga em março de 2026, no caso da Bahia, e após o cumprimento de condições precedentes para a área de Minas Gerais.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, avançou 0,90% em janeiro, superando a expectativa do mercado, que previa alta de 0,22%.
Com isso, o índice atingiu 154,6 pontos na série com ajuste sazonal, o maior nível da série histórica.
O crescimento acumulado em 12 meses desacelerou de 3,88% em dezembro para 3,82% em janeiro, marcando a primeira desaceleração desde junho de 2024.
O Banco Central também revisou para cima os dados de dezembro (-0,73% para -0,60%), novembro (0,16% para 0,23%) e outubro (-0,34% para -0,16%). Na comparação anual, o IBC-Br subiu 3,39% no trimestre encerrado em janeiro.
De 2017 até agora, realizamos 135 operações na nossa Estratégia de Long&Short, com uma taxa de acerto bastante elevada que supera os 70%, e com ganhos de mais de 500%.
Honestamente, não conheço nenhuma Estratégia nesse tipo de operação que conseguiu entregar resultados tão satisfatórios como esses.
Apesar disso, 28/01/2019 ficou marcado como o dia em que tomamos um dos maiores stops das nossas recomendações:-26,58%.
O GRANDE PREJUÍZO
O que aconteceu?
Simplesmente, tínhamos montado uma operação na quinta anterior (24/01), onde a ponta “comprada” eram ações da Bradespar (BRAP4), holding que tem ações da VALE3.
Para quem não se recorda, no dia seguinte (25/01) foi feriado em SP, e ocorreu aquela tragédia em Brumadinho.
Por consequência, na segunda-feira seguinte as ações da Vale abriram caindo forte (em torno de -20%), e as da Bradespar também.
Assim, com o stop acionado e seguindo a Estratégia, encerramos a operação.
O QUE FAZER AO PERDER DINHEIRO EM UMA OPERAÇÃO
Sinceramente, na época fiquei aliviado com o prejuízo, pois achei que seria bem maior. Me senti até um pouco “feliz”.
Lembro que um dos nossos clientes me chamou no WhatsApp e falou:
“Pô Tiagão, você fala tanto em Estratégia e olha o tamanho do prejuízo. Que azar!”
De verdade, eu nunca me importei com “corneta”, pois sei exatamente o que fazemos na Capitalizo e entendo a sensação que é perder dinheiro em uma operação, especialmente um grande.
Afinal, quem gosta de perder? Eu não!
Então, respondi o que sempre respondo quando nos questionam sobre ter uma Estratégia:
“Carlos, isso não tem nada a ver com sorte ou azar. Uma Estratégia não garante que não teremos prejuízos, não garante que ganharemos, não garante nada.
Porém, só ganha dinheiro quem se mantém vivo no mercado, e a única forma que entendemos ser capaz de nos manter vivos é seguir uma Estratégia e ter um bom plano.
Além disso, se não fosse a Estratégia talvez o tamanho da posição teria sido maior. Ou seja, perdemos o que dava para perder.
Sem contar que temos mais duas operações que, de certa maneira, deram uma ‘compensada’ no prejuízo. Então não faz sentido dizer que a Estratégia não nos ajudou, pois ela nos manteve vivos para, em algum momento, recuperarmos essa perda”.
Como resultado, ao fim desse mesmo ano (2019) nosso ganho na Estratégia de Long&Short foi de +61% (mesmo com aquele prejuízo). Em 2020, ganhamos mais 67% (com a mesma estratégia). E em 2021, o ganho foi de 37% (fazendo exatamente a mesma coisa).
Moral da história: o que importa é se manter vivo no mercado e saber exatamente o que está fazendo – inclusive quando perder dinheiro em uma operação.
E a consequência disso será ter ganhos mais consistentes.
Por fim, aproveite para conferir os resultados históricos da Estratégia de Long&Short da Capitalizo:
O mercado de Opções talvez seja um dos mais incompreendidos da Bolsa.
Isso porque muitos investidores o utilizam de forma equivocada, achando que é algum tipo de jogo ou que ficarão ricos de uma hora para outra.
É inegável que essa modalidade pode ser arriscada.
Porém, quando usamos as Opções da maneira correta, é possível ganhar muito dinheiro e, ao mesmo tempo, proteger a carteira de ações.
Esse é exatamente o nosso caso na Capitalizo.
Vale lembrar que, operando com Opções, temos tanto a chance de obter ganhos de curto prazo, quanto a possibilidade de montar estratégias de proteção.
Ambas fazem parte das nossas recomendações.
E o melhor: com apenas 10 minutos por dia, você consegue seguir todas as nossas recomendações de Opções.
COMO FUNCIONA O MERCADO DE OPÇÕES?
Nosso intuito aqui não é esgotar o tema, já que esse mercado possui diversas particularidades.
O que queremos mostrar é a forma como utilizamos as Opções em nossas estratégias de proteção e especulação.
O QUE SÃO OPÇÕES?
As Opções são derivativos que dão ao investidor o direito de comprar ou vender um ativo por um determinado preço e até uma data específica.
No caso das Opções sobre ações, elas derivam do ativo principal, as próprias ações.
Como derivam das ações, o movimento das Opções está diretamente ligado à variação desses papéis. Ou seja: quando a ação sobe, a Opção de compra tende a subir; quando a ação cai, a Opção de venda tende a se valorizar.
Além disso, as Opções têm vencimento, ou seja, uma data limite para negociação.
GANHANDO COM OPÇÕES DE COMPRA
De forma simplificada, quando compramos uma Opção de compra de Petrobras (PETR4) com vencimento em um mês, precisamos que a ação suba para que a Opção se valorize.
Por outro lado, se as ações caírem com força, podemos perder todo o valor investido nessa operação.
Sabendo disso, é essencial que o investidor utilize valores baixos e tenha clareza sobre o risco.
O principal erro de quem opera Opções é colocar muito dinheiro em uma única operação, indo literalmente para o “tudo ou nada”.
No nosso caso, recomendamos que o investidor separe um valor fixo ou uma porcentagem da carteira e jamais entre em apenas uma operação.
O ideal é estar exposto a pelo menos quatro operações distintas, que nunca serão enviadas simultaneamente.
Seguindo essas regras básicas, as chances de ganho aumentam consideravelmente, enquanto as possibilidades de grandes perdas diminuem.
QUANTO É POSSÍVEL GANHAR?
Antes de falar em ganhos, é importante lembrar: é impossível acertar todas as operações.
Em algumas, podemos perder parte ou até todo o capital investido e é por isso que a diversificação é fundamental.
Quando acertamos o momento de compra, é possível obter ganhos expressivos em pouco tempo.
Retornos de 100%, 200% ou mais são comuns nesse tipo de operação. Atualmente, nossa taxa de acerto é de 73%.
Normalmente, essas operações duram entre 5 e 30 dias, e todas têm o objetivo de gerar ganhos de curto prazo.
PROTEGENDO A CARTEIRA COM OPÇÕES DE VENDA
Enquanto as Opções de compra se valorizam quando as ações sobem, as Opções de venda funcionam de forma oposta: elas ganham valor quando as ações caem.
Por isso, esse tipo de operação atua como uma espécie de seguro, protegendo parte da carteira em períodos de queda do mercado.
Nessas estratégias, recomendamos uma exposição de 2% a 3% do total da carteira de ações.
Quanto maior a proteção desejada, maior pode ser o percentual investido.
Um exemplo foi a operação de junho de 2021, quando identificamos uma possível baixa do mercado e recomendamos a compra de uma Opção de venda equivalente a 3% da carteira, a R$ 3,77.
Dois meses depois, com a queda do mercado, essa Opção chegou a R$ 11, representando uma valorização de quase 200%.
Dessa forma, conseguimos proteger parte da carteira e ainda lucrar com a queda.
Essas operações também podem ser utilizadas por investidores que buscam apenas ganhos de curto prazo, sem necessariamente ter uma carteira de longo prazo montada.
DESEMPENHO DA NOSSA ESTRATÉGIA COM OPÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho histórico completo da nossa Estratégia com Opções, com todas as operações recomendadas e seus respectivos resultados ao longo dos anos:
COMO TER ACESSO À NOSSA ESTRATÉGIA
Essa estratégia faz parte da assinatura Capitalizo Invest Pro, que oferece acesso imediato a todas as nossas Carteiras e Estratégias de curto, médio e longo prazos, incluindo as recomendações de Opções e operações táticas.
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