O RANKING
Realizamos um estudo com o rendimento dos Fundos Imobiliários. Abaixo, listamos os FIIs com maior Dividend Yield nos últimos 12 meses:
Nome
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Código
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Dividend Yield
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GAZIT MALLS
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GZIT11
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19,99%
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CARTESIA RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS
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CALR11
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19,87%
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DEVANT RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS
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DEVA11
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19,44%
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KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE
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KORE11
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18,24%
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HECTARE CE
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HCTR11
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17,90%
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KILIMA VOLKANO RECEBÍVEIS
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KIVO11
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17,89%
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MÉRITO DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO I
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MFII11
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17,71%
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VALORA RENDA IMOBILIÁRIA
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VGRI11
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17,33%
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VINCI IMÓVEIS URBANOS
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VIUR11
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16,16%
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LIFE CAPITAL
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LIFE11
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16,16%
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Fonte: Dados dos Fundos
CUIDADOS AO USAR O INDICADOR
É muito importante ressaltar que o desempenho passado não é garantia de ganhos futuros.
Ou seja, os ganhos tanto de dividendos quanto de valorização das cotas podem não se repetir.
A lista inclui fundos de diferentes segmentos, como tijolo, papel e híbridos. Isso torna a análise mais complexa, já que cada tipo de FII possui características, fontes de renda e riscos distintos.
No caso dos FIIs de papel, muitos ainda possuem em seus portfólios CRIs atrelados a índices de preços (como IPCA e IGP-M) ou ao CDI. Esses fundos podem apresentar dividend yields elevados em determinados períodos, especialmente em cenários de juros altos ou inflação pressionada.
No entanto, esse nível de rendimento tende a oscilar conforme o ciclo econômico.
Já os FIIs de tijolo, por sua vez, dependem mais diretamente da ocupação dos imóveis, reajustes contratuais e dinâmica do mercado imobiliário.
Eventuais ganhos extraordinários, como revisões contratuais, venda de ativos ou receitas não recorrentes, também podem inflar temporariamente os dividendos.
Outro ponto essencial é que fundos cujas cotas sofreram quedas relevantes de preço tendem, automaticamente, a apresentar um dividend yield mais elevado. Isso ocorre porque o indicador é calculado com base no preço atual da cota.
No entanto, essa “aparente atratividade” pode refletir problemas de qualidade, deterioração dos ativos ou aumento de risco, e não necessariamente uma oportunidade.
Além disso, o cenário macroeconômico segue sendo um fator determinante.
Movimentos na taxa de juros, inflação e atividade econômica impactam diretamente tanto os fundos de papel quanto os de tijolo.
Portanto, este é um exemplo clássico de que dividend yields elevados nem sempre são sustentáveis ao longo do tempo.
CONCLUSÃO
Os exemplos acima ilustram a importância de não utilizar indicadores como o Dividend Yield de maneira isolada.
Afinal, olhando o yield dos FIIs citados, é possível ter a impressão de que se trata de uma boa oportunidade, o que, na nossa avaliação, pode não ser verdade.
Antes de recomendarmos um Fundo Imobiliário, fazemos uma análise ampla, que leva em conta diversos fatores, como: qualidade e transparência da gestão, localização dos imóveis, histórico do fundo, vacância, contratos de locação, entre outros.
Além disso, sempre recomendamos que o investidor tenha uma carteira diversificada, o que minimiza riscos e pode maximizar os ganhos no longo prazo.
POR QUE INVESTIR EM FUNDOS IMOBILIÁRIOS?
O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de investir em imóveis.
Além de os rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível investir em empreendimentos logísticos, corporativos, shoppings, entre outros, além de títulos atrelados ao mercado imobiliário.
DESEMPENHO DA CARTEIRA DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS
Abaixo, segue o desempenho Carteira Capitalizo de FIIs e REITs desde Outubro de 2017 até hoje. Perceba que, nesse período, o nosso retorno é muito superior ao apresentado pelo IFIX:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
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