Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (13/04):
Ibovespa avança; TUPY dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,34%, aos 198.000 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +1,02% no dia, fechando aos 6.886 pontos.
Entre os destaques de alta, as ações da TUPY (TUPY3) dispararam +3,42%.
O movimento positivo ganha ainda mais relevância quando observamos o histórico recente da companhia na bolsa. Depois de sofrerem quedas no início de 2026, as ações já acumulam uma expressiva recuperação, subindo mais de 40% apenas nos últimos 30 dias.
Essa forte valorização recente tem sido impulsionada principalmente pela percepção de que os papéis estavam sendo negociados a preços muito baixos, atraindo investidores em busca de boas oportunidades.
Além do preço atrativo das ações, o otimismo do mercado reflete as perspectivas positivas para a empresa, com a expectativa de uma melhora consistente em seus resultados financeiros e operacionais para os próximos trimestres.
Ações para ficar de olho essa semana: o que pode mexer com a Bolsa?
O mercado voltou a subir, mas quais ações merecem mais atenção nos próximos dias?
Quais quedas podem abrir oportunidades em nomes como AZZA3 e SUZB3?
Onde estão os principais gatilhos de alta em AURA33, DIRR3, FIQE3 e CSMG3?
E como o cenário de petróleo, dólar e privatizações pode impactar a sua carteira?
As respostas para essas perguntas estão no vídeo do link abaixo:
Uma das formas mais eficientes de construir uma renda passiva e viver de renda é investir em ações ou fundos imobiliários (FIIs) para receber dividendos.
Com essa estratégia, além de receber rendimentos, você ainda pode se beneficiar com a valorização das ações ou das cotas no longo prazo.
Sem dúvidas, é uma boa estratégia para construir um patrimônio financeiro sólido para o seu futuro e continuar sua jornada em direção à independência financeira.
No artigo de hoje, vamos mostrar tudo o que você precisa saber sobre os dividendos e como investir para viver de renda com eles. Confira!
O QUE SÃO DIVIDENDOS?
Em relação às ações, os dividendos são parte dos lucros de uma empresa que é distribuída aos seus acionistas.
Na maioria das vezes, essa distribuição é feita para manter a atratividade dos acionistas em relação à empresa ou por a gestão entender que não há outra oportunidade de investimento no momento que gere valor para a companhia, preferindo devolver o capital aos investidores.
Quanto aos fundos imobiliários, os proventos (usualmente chamados de dividendos, apesar de haver uma diferença técnica) são pagos aos cotistas a partir dos ganhos com aluguéis, vendas de imóveis ou outras transações relacionadas aos empreendimentos que fazem parte do portfólio do fundo.
COMO FUNCIONA O PAGAMENTO?
Olhando para as empresas que são negociadas na Bolsa de Valores, os dividendos são pagos de acordo com regras próprias das companhias, definidas no Estatuto Social, muito embora a maioria adote a distribuição de 25% dos lucros aos acionistas, conforme previsto na Lei das S.A. (Lei 6.404/1976).
O pagamento é feito em dinheiro e depositado na conta da corretora na qual o investidor tem as ações custodiadas.
Também é possível receber a remuneração em direitos de propriedade, o que é menos comum.
A periodicidade com que os dividendos são pagos depende de cada empresa, podendo ocorrer mensalmente ou até anualmente.
Já os fundos imobiliários têm a obrigação de repassar a maior parte dos lucros aos seus cotistas.
Por lei, eles devem distribuir 95% do lucro obtido semestralmente, em regime de caixa.
Por uma prática de mercado e para manter a atratividade desse investimento, os FIIs costumam pagar os proventos mensalmente, já que a constância e previsibilidade dos pagamentos são fatores que mais atraem os investidores.
Em relação ao valor pago, cada investidor, seja acionista ou cotista, recebe os dividendos de acordo com o número de ações ou cotas que possui.
TIPOS DE DIVIDENDOS
Existem algumas formas diferentes de distribuição de lucros que as empresas negociadas na Bolsa utilizam para pagar seus acionistas. As principais são:
1) DIVIDENDOS
Os dividendos são a parcela do lucro líquido que uma empresa de capital aberto ou fechado distribui aos seus acionistas.
Não há um valor mínimo a ser distribuído, pois o percentual depende do estatuto de cada empresa.
Também são chamados de dividendos os rendimentos distribuídos periodicamente pelos fundos imobiliários aos seus cotistas.
Vale ressaltar que os dividendos pagos tanto por ações quanto por fundos imobiliários são isentos de Imposto de Renda.
2) JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO (JCP)
O JCP é baseado no lucro da empresa nos anos anteriores ao pagamento. Além disso, há incidência de Imposto de Renda à alíquota de 15%, já retido na fonte, sendo o valor pago ao acionista líquido desse desconto.
Muitas empresas optam por pagar JCP em vez de dividendos, pois há um benefício fiscal na dedução desse valor do imposto devido pela companhia.
3) BONIFICAÇÃO
Na bonificação, apesar de não ser uma distribuição direta de lucros, também é uma forma de remuneração indireta ao acionista.
Nesse caso, as empresas emitem e distribuem novas ações aos acionistas.
Como os rendimentos são proporcionais à quantidade de ações, o investidor pode aumentar sua participação nos lucros futuros.
VANTAGENS
Como falado no início deste artigo, investir em ações e fundos imobiliários é uma das melhores estratégias para construir uma renda passiva e viver de renda no futuro. Sem dúvidas, essa é a principal vantagem.
No entanto, há diversas outras. Empresas pagadoras de proventos tendem a ser menos afetadas em momentos de instabilidade financeira.
Elas costumam operar em setores mais consolidados, resilientes, perenes e até anticíclicos, o que reduz a volatilidade das ações na Bolsa.
Todos esses fatores facilitam a construção de patrimônio no longo prazo, pois torna-se mais fácil atravessar períodos turbulentos, quando o medo e o desespero tomam conta do mercado.
Possuir um portfólio robusto com boas empresas nesses momentos permite manter a disciplina e a paciência para continuar investindo, sem sair vendendo ativos com prejuízo.
INVESTIR EM DIVIDENDOS É PARA VOCÊ?
O investimento com foco em dividendos funciona muito bem para investidores com objetivos de longo prazo.
Se você busca independência financeira e deseja viver de renda no futuro, investir em ações ou FIIs pode ser uma excelente forma de construir uma renda recorrente e crescente ao longo do tempo.
Investidores que desejam diversificar a carteira também podem se beneficiar. Como dito anteriormente, empresas pagadoras de dividendos costumam ser mais consolidadas e atuar em setores resilientes, trazendo mais robustez ao portfólio.
Vale ressaltar que, antes de investir, é fundamental analisar seus objetivos e perfil de investidor.
COMO GANHAR DINHEIRO COM DIVIDENDOS E VIVER DE RENDA
O primeiro passo é escolher boas ações e fundos imobiliários pagadores de dividendos.
Além disso, reinvestir os dividendos recebidos para comprar mais ações ou cotas potencializa o efeito dos juros compostos ao longo do tempo.
Ao seguir essa estratégia, você consegue acumular mais patrimônio e gerar uma renda passiva crescente no longo prazo.
Com bons ativos e disciplina, você aumenta sua renda ao longo do tempo, ficando cada vez mais próximo da independência financeira.
NOSSOS RESULTADOS
Uma carteira de dividendos bem estruturada acelera a construção de patrimônio, gera renda passiva e protege o poder de compra.
Na Carteira Dividendos+ da Capitalizo, selecionamos empresas nacionais e internacionais com histórico sólido de pagamentos e potencial de crescimento nos proventos.
Essa é uma estratégia de baixo giro, que pode ser seguida com apenas 10 minutos por mês, mantendo sua carteira 100% atualizada e à prova de crises:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA DIVIDENDOS+
A Carteira Dividendos+ faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que reúne todas as nossas carteiras exclusivas, análises e recomendações para diferentes perfis e objetivos de investimento.
Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (10/04):
Ibovespa renova recorde; AURA33 sobe
O Ibovespa fechou o dia aos 197.323 pontos, com alta de +1,12%. Na semana, o índice acumulou valorização de +4,93%.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,11% no dia e encerrou a semana com alta de +3,48%, aos 6.816 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da Aura Minerals (AURA33) dispararam mais de +2%.
O movimento ocorreu após a companhia divulgar os resultados preliminares de produção do 1º trimestre de 2026, alcançando 82.137 onças equivalentes de ouro (GEO), um novo recorde trimestral.
O resultado é 37% superior ao mesmo período do ano anterior e também representa um aumento em relação ao trimestre anterior.
A produção a preços constantes cresceu 1% em comparação ao 4º trimestre de 2025 e ficou 41% acima do 1º trimestre de 2025, alinhando-se ao guidance da companhia.
Durante o trimestre, foram vendidas 81.364 GEO, com um leve aumento em relação ao trimestre anterior.
O CEO, Rodrigo Barbosa, destacou que, apesar das melhorias na infraestrutura subterrânea e da redução temporária da produção em algumas minas, a expectativa é de aumento da produção para o segundo semestre.
Quais ações ainda estão baratas na Bolsa?
Mesmo com o Ibovespa renovando a máxima histórica, ainda existem setores com preços muito atrativos.
Quais ações seguem descontadas mesmo após a forte alta da Bolsa?
Onde ainda existem oportunidades em commodities, agro e materiais básicos?
E, principalmente, como identificar empresas baratas sem cair na armadilha do preço?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (09/04):
Ibovespa avança; AURA33 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,52%, aos 195.129 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,62%, fechando aos 6.824 pontos.
Entre os destaques do alto pregão, as ações da Aura Minerals (AURA33) dispararam mais de +3% hoje, impulsionadas pela sólida recuperação dos preços do ouro no cenário internacional.
O movimento reforça o desempenho excepcional da mineradora no ano, que já acumula uma valorização superior a +84% em 2026.
A alta do metal precioso, que superou a marca de US$ 4.800 por onça, foi sustentada principalmente pelo recuo do índice do dólar, que atingiu sua mínima em um mês e tornou a commodity mais barata para investidores estrangeiros.
Além disso, as incertezas geopolíticas em torno da estabilidade do cessar-fogo no Oriente Médio renovaram a demanda pelo ouro como ativo de proteção, garantindo o fôlego necessário para o salto das ações da Aura durante a sessão.
É hora de vender ações de petroleiras?
O petróleo caiu forte e as ações das petroleiras sentiram no curto prazo.
Isso muda a tese de PRIO3, PETR4, RECV3 e BRAV3?
Faz sentido vender agora ou isso é apenas ruído de mercado?
E, principalmente, como separar narrativa de oportunidade no setor de petróleo?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (08/04):
Ibovespa renovação máxima; Petroleiras despencam
Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou o dia com uma alta robusta de mais de +2,51%, atingindo os 6.782pontos.
Seguindo o otimismo externo, o Ibovespa também encerrou a sessão em forte valorização de mais de +2,09%, aos 192.201 pontos, consolidando o bom momento e renovando suas máximas históricas.
No entanto, na contramão desse rali, as petroleiras brasileiras derreteram no pregão desta quarta-feira, limitando uma alta ainda maior do índice.
Entre os destaques de queda, as ações do setor acompanharam o tombo das cotações internacionais após o anúncio de um cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos, o que reduziu os prêmios de risco geopolítico e levou o petróleo Brent para baixo dos US$ 95.
Com o alívio nas tensões e a sinalização de abertura do Estreito de Ormuz, a PRIO (PRIO3) encerrou o dia com queda de –5,49%, pressionada ainda pelo rebaixamento de recomendação do Itaú BBA.
A Petrobras (PETR4), papel mais negociado da bolsa, recuou –3,92%, enquanto a Brava Energia (BRAV3) registrou baixa superior a –3% e a PetroReconcavo (RECV3) fechou com recuo de –2,34%, refletindo a sensibilidade direta das companhias à desvalorização da commodity.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (07/04):
Ibovespa avança, MRVE3 despencou
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de+0,05%, aos 188.258pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avança +0,08%, fechando o dia nos 6.616pontos.
Entre os destaques de queda do pregão, as ações da MRV&Co (MRVE3) despencaram -9%.
O movimento veio após a companhia reportar geração de caixa de R$ 387 milhões no 1T26, impulsionada pela venda de ativos nos Estados Unidos e pela melhora da operação de incorporação no Brasil.
A MRV Incorporação gerou R$ 96 milhões em caixa, revertendo o consumo do ano anterior, enquanto a operação norte-americana Resia contribuiu com US$ 67 milhões (R$ 348 milhões) com a venda de ativos.
Por outro lado, URBA e Luggo ainda apresentaram consumo de caixa.
As vendas líquidas cresceram 13,9% na comparação anual, somando R$ 2,469 bilhões, embora tenham recuado 10,5% frente ao trimestre anterior.
Os lançamentos, concentrados no programa Minha Casa, Minha Vida, totalizaram R$ 2,915 bilhões.
3 ações baratas com forte potencial de valorização
Você está buscando ações baratas com potencial de valorização?
Quer entender o que está por trás de SMTO3, TUPY3 e MSFT34?
Será que essas quedas recentes criaram oportunidades?
E, principalmente, quais empresas fazem sentido acompanhar agora?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (06/04):
Ibovespa avança; JHSF3 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,06%, aos 188.161 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,44% no dia, fechando aos 6.611 pontos.
Entre os destaques de alta, as ações da JHSF (JHSF3) dispararam +8%.
O movimento ocorreu após a companhia anunciar recentemente seus resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25).
A JHSF registrou um desempenho excepcional, com receita bruta consolidada de R$ 2,2 bilhões, um aumento impressionante de 267,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O EBITDA ajustado também apresentou crescimento expressivo, alcançando R$ 1,1 bilhão, o que representa uma alta de 316,8%.
Esse crescimento foi impulsionado principalmente pela venda de estoques de incorporação, que totalizaram R$ 5,2 bilhões.
O segmento de Renda Recorrente continuou a apresentar resultados positivos, com as vendas de shoppings e hospitalidade crescendo a taxas de dois dígitos.
A taxa de ocupação dos JHSF Residences e Clubs permaneceu próxima a 100%, refletindo a alta demanda por imóveis de alto padrão.
Entretanto, o aumento substancial nas despesas operacionais e financeiras, em parte devido à expansão e aos novos investimentos, gerou uma leve pressão sobre as margens em alguns segmentos.
Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (02/04):
Ibovespa avança; PRIO3 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,05%, aos 188.052 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,11%, fechando aos 6.582 pontos.
Entre os destaques de alta do pregão, as ações da Prio(PRIO3) dispararam +5%.
Esse avanço foi impulsionado pela forte alta nos preços do petróleo no mercado internacional, que voltaram a subir de forma expressiva.
O motivo dessa disparada foi a incerteza em relação ao cronograma de paz no Oriente Médio.
Embora o presidente dos EUA, Donald Trump, tenha sinalizado a intenção de encerrar o conflito em breve, a falta de detalhes sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo mundial, frustrou os investidores e gerou temor sobre a oferta da commodity.
omo resultado, o petróleo tipo Brent subiu 7,77%, fechando cotado a US$ 109,03 por barril.
Esse cenário de preços elevados favorece diretamente petroleiras como a Prio, que conseguem aumentar suas margens de lucro com a valorização do produto.
Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (01/04):
Ibovespa avança; AURA33 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,26%, aos 187.952 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou o dia subindo +0,72%, aos 6.575 pontos.
Entre os destaques do pregão, as ações da Aura Minerals (AURA33) dispararam +5,8%.
Esse avanço acompanha a valorização do ouro, que fechou o dia em alta de 2,92%, cotado a US$ 4.783,20 por onça-troy na bolsa de Nova York.
O principal motivo para essa subida foi a desvalorização do dólar e a esperança de que o conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã possa finalmente diminuir, especialmente após declarações recentes do presidente Donald Trump.
Esse cenário mais tranquilo no exterior faz com que os investidores voltem a procurar ativos ligados ao ouro.
Com o resultado de hoje, a Aura Minerals reforça sua excelente fase no mercado, acumulando uma alta impressionante de +64% em 2026.
Onde investir em abril? Inflação, petróleo e guerra no radar
A inflação voltou a preocupar e o petróleo disparou.
O possível fim da guerra no Irã pode aliviar o mercado?
Com juros ainda altos, onde estão as melhores oportunidades para investir em abril?
E, principalmente, como se posicionar sem cair nas narrativas de curto prazo?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (31/03):
Ibovespa avança, AURA33 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de+2,71%, aos 187.461 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avança +2,91%, fechando o dia nos 6.528pontos.
ntre os destaques de alta do pregão, as ações da Aura Minerals (AURA33) dispararam +13%, acompanhando a forte valorização do ouro nesta terça-feira.
Esse movimento aconteceu porque os investidores ficaram mais otimistas com a possibilidade de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã.
Quando há sinalizações de que uma guerra pode acabar, o risco global diminui e isso mexe com o valor do dólar e dos juros americanos.
Como o ouro é negociado em dólar e não paga juros, quando essas taxas caem, o metal se torna um investimento mais interessante.
Na Comex, os contratos futuros de ouro fecharam o dia em alta de 2,66%, sendo cotados a US$ 4.678,60 por onça-troy.
Mesmo com o Estreito de Ormuz ainda parcialmente fechado, as declarações de Donald Trump e do presidente iraniano sobre a intenção de um acordo ajudaram a reduzir o pessimismo que vinha pressionando o setor de mineração desde o início do conflito.
Usiminas: depois de cair -81%, é hora de comprar?
Você está olhando para a Usiminas (USIM5, USIM3) após a queda de -81%?
Quer entender se isso virou oportunidade ou se os riscos continuam altos?
A recente recuperação muda a tese?
E, principalmente, faz sentido comprar agora pensando no longo prazo?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
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