A Aura Minerals (AURA33, AUGO) divulgou a prévia de produção do quarto trimestre de 2025, com produção total de 82.067 onças equivalentes de ouro (GEO) a preços correntes, o maior volume da história da companhia.
O resultado representa alta de +11% em relação ao 3T25 e de 23% na comparação com o 4T24. No acumulado de 2025, a produção totalizou 280.414 GEO a preços correntes, avanço de 5% em relação a 2024.
Considerando os preços de referência do guidance, a produção anual atingiu 285.380 GEO (sem a MSG), encerrando o ano no intervalo superior do guidance de produção da companhia para 2025.
As vendas líquidas da construtora Tenda (TEND3), que englobam a marca Tenda e a divisão de casas pré-fabricadas Alea, cresceram +19,2% no quarto trimestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 1,1 bilhão, segundo dados preliminares divulgados pela companhia.
No período, os 14 empreendimentos lançados somaram um valor geral de vendas de R$ 1,706 bilhão, alta de +25,5% na comparação anual, com preço médio de lançamento por unidade de R$ 238,7 mil, avanço de +8,8%.
Considerando as vendas líquidas consolidadas, incluindo a Alea, o crescimento foi de quase +25%, alcançando cerca de R$ 1,22 bilhão.
A empresa também informou que manteve um ritmo elevado de aquisições de terrenos, com volume equivalente a quase o dobro dos lançamentos do período, reforçando a preparação para ciclos futuros de crescimento.
O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (12/01) trouxe revisão para baixo da inflação de 2026, enquanto as projeções para crescimento econômico, câmbio e taxa básica de juros permaneceram em linha.
A estimativa para o IPCA de 2026 caiu de +4,06% para +4,05%, enquanto a projeção para 2027 foi mantida em +3,80%.
Para o PIB, o mercado manteve a estimativa de crescimento de +1,80% tanto em 2026 quanto em 2027.
No câmbio, a projeção seguiu em R$ 5,50 por dólar para os dois anos. Já a Selic foi mantida em 12,25% ao fim de 2026 e em 10,50% em 2027.
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Em momentos de mercado mais voláteis, o que realmente ajuda o investidor não é tentar prever manchetes ou movimentos políticos, mas manter o foco em estratégia, disciplina e análise consistente.
Nesta semana, além de comentar o cenário econômico e os principais indicadores, analisamos algumas ações que podem apresentar movimentações relevantes nos próximos pregões, seja por eventos corporativos, melhora operacional, fluxo comprador ou mudanças na percepção do mercado.
CENÁRIO ECONÔMICO E DE MERCADO
No Brasil, o IPCA de dezembro veio em 0,33%, dentro do esperado, encerrando 2025 com inflação de 4,26%.
Apesar de ainda ser um patamar elevado, esse número está próximo da média histórica brasileira das últimas décadas e abre espaço para que o Banco Central, ao menos, sinalize cortes de juros em 2026, caso o cenário se mantenha.
Nos Estados Unidos, a inflação segue relativamente comportada, mesmo com uma economia resiliente. Isso mantém viva a expectativa de novos cortes de juros em 2026, desde que as condições atuais se sustentem.
No mercado financeiro, o Ibovespa subiu cerca de 1,8% na última semana, mantendo uma tendência de alta no curto e médio prazo.
Em paralelo, o dólar e o Bitcoin recuaram cerca de 1%, enquanto o ouro segue em valorização, impulsionado pela compra contínua de reservas por bancos centrais — com destaque para a China, que já acumula mais de um ano consecutivo de compras.
CEAB3 (CIA HERING)
A ação recuou após rumores de vendas mais fracas no fim do ano. O varejo brasileiro segue desafiado, especialmente no curto prazo.
Ainda assim, empresas listadas tendem a ganhar participação de mercado frente a concorrentes menores, que sofrem mais com crédito caro e custos elevados.
Esperamos resultados mais equilibrados nos próximos trimestres, inclusive para nomes como Renner e Arezzo.
PCAR3 (PÃO DE AÇÚCAR)
O GPA segue em processo de reestruturação. A empresa anunciou forte redução de CAPEX para 2026, além de um plano robusto de corte de custos e despesas.
Somados, esses movimentos podem representar uma melhora relevante de resultados ao longo do próximo ano, após um período prolongado de dificuldades operacionais.
RAPT4 (RANDON)
A Randon se destacou após anunciar contratos relevantes de venda de vagões, somando cerca de R$ 770 milhões com empresas como Rumo e Aralco.
Trata-se de uma companhia com histórico sólido, forte diversificação de produtos e presença internacional.
Mesmo após períodos de pressão de custos, segue sendo uma empresa capaz de surpreender positivamente no médio e longo prazo.
EMBJ3 (EMBRAER)
A Embraer apresentou números operacionais muito fortes em 2025, com destaque para a aviação executiva.
As entregas superaram o guidance, e a carteira de pedidos aponta para mais um ano robusto em 2026. Não por acaso, a ação foi um dos grandes destaques de 2025 e já começou 2026 mantendo esse ritmo.
MOTV3 (MOTIVA) E ECOR3 (ECORRODOVIAS)
As concessionárias seguem em recuperação consistente desde o pós-pandemia, com aumento contínuo do fluxo de veículos e busca por eficiência operacional.
Um ponto positivo recente foi a aprovação do investimento conjunto em sistemas de pedágio sem cancelas, o que tende a reduzir custos e melhorar a fluidez nas rodovias.
CBAV3 (CBA)
A alta da CBA reflete a recuperação dos preços do alumínio e a redução de custos operacionais.
A empresa vem melhorando geração de caixa e mantendo a dívida em patamar saudável. Aqui, vale o alerta clássico: ação cair não significa empresa ruim, e ação subir não significa empresa boa.
No curto prazo, fluxo e especulação pesam mais do que fundamentos.
MAIS IMPORTANTE DO QUE O CURTO PRAZO
O grande erro de muitos investidores é correlacionar movimentos de preço com qualidade do negócio.
No curto e médio prazo, o mercado é dominado por fluxo, expectativas e ruídos. Já no longo prazo, bons negócios tendem a se destacar.
Por isso, mais importante do que tentar prever o próximo movimento é ter uma carteira bem estruturada, com empresas de qualidade, estratégias claras e disciplina para atravessar diferentes cenários.
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O Ibovespa fechou o dia aos 163.370 pontos, com alta de +0,27%, acumulando alta de +1,76% na semana.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,65% no dia e avançou +1,07% no acumulado semanal, aos 6.966 pontos.
Um dos destaques de alta da semana foi a CBA (CBAV3), que encerrou o período com alta de +22%.
O movimento veio na esteira da forte valorização do alumínio, cujos preços voltaram a superar a marca de US$ 3 mil por tonelada no mercado internacional, alcançando o maior nível desde 2022.
A alta tem sido sustentada por preocupações crescentes com a oferta do metal, especialmente devido ao aumento dos custos e à dificuldade das fundições em garantir energia elétrica suficiente.
A produção de alumínio é extremamente intensiva em energia, e a expansão acelerada de data centers voltados à inteligência artificial tem elevado a competição por eletricidade, pressionando a oferta global.
Esse cenário de restrição ajuda a sustentar preços elevados e beneficia diretamente empresas como a CBA, que operam em um ambiente mais favorável para o setor.
A economia dos Estados Unidos abriu 50 mil vagas de emprego fora do setor agrícola em dezembro de 2025, segundo dados divulgados pelo Departamento do Trabalho.
O resultado veio abaixo da expectativa do mercado, que projetava a criação de 60 mil postos no mês, após 64 mil vagas abertas em novembro, conforme pesquisa da Reuters com economistas.
A PetroRecôncavo (RECV3) registrou produção média de 25,0 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em dezembro, queda de -0,7% em relação ao mês anterior.
Segundo a companhia, o recuo foi provocado principalmente por uma parada programada para manutenção no Ativo Potiguar, parcialmente compensada pelo aumento de produção no Ativo Bahia.
No acumulado de 2025, a produção média foi de 26,5 mil boed, avanço de +0,7% na comparação anual.
No Ativo Potiguar, a produção totalizou 12,2 mil boed, retração de -2,1% mês a mês, com 7,9 mil barris/dia de petróleo e 4,3 mil boe/dia de gás.
Já no Ativo Bahia, a produção foi de 12,8 mil boed, alta de +0,7%, com volumes equilibrados entre petróleo e gás, ambos em 6,4 mil boe/dia.
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,59%, atingindo 162.936 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,01%, fechando aos 6.921 pontos.
Entre os destaques de alta, a Brava Energia (BRAV3) disparou +5%.
As ações subiram após a companhia informar uma produção média de 81,3 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d) em 2025, crescimento de 46% em relação ao ano anterior.
Segundo a empresa, os campos de Papa-Terra e Atlanta registraram os melhores resultados anuais históricos em produção e eficiência operacional.
No quarto trimestre de 2025, a produção média foi de cerca de 76,8 mil boe/d, com alta de 5,9% em relação à produção de novembro. Já a produção do 4T25 foi de 76,7 mil boe/d, com recuo de 16,4% em relação à produção do 3T25.
A companhia destacou que o número foi impactado por manutenções programadas em ativos do portfólio e não reflete a atual capacidade de produção.
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