A LOG Commercial Properties (LOGG3) anunciou a venda da unidade LOG Brasília, localizada nas proximidades do aeroporto da capital federal, por R$ 163,6 milhões.
O imóvel possui Área Bruta Locável (ABL) de 63.592 m², dos quais aproximadamente 48,7 mil m² pertencem à LOG. A operação foi realizada com o fundo imobiliário HCO OPPS Aero II, gerido pela HCO Group, uma joint venture entre a Huma Capital e veículos da Oaktree Capital Management.
O valor da transação corresponde a R$ 3.361 por metro quadrado, próximo ao valor patrimonial do ativo, e garantirá margem bruta de 27,2%.
O pagamento será feito em duas etapas: 60% na conclusão do negócio e 40% após 12 meses, corrigidos pelo IPCA. Essa é a segunda venda de ativos da empresa em 2025, totalizando R$ 424,6 milhões no ano, com margem bruta consolidada de 31,5%.
A companhia afirmou que a operação está alinhada à sua estratégia de reciclagem de portfólio e geração de valor.
O presidente dos EUA, Donald Trump, firmou um acordo com a União Europeia para impor tarifa de 15% sobre as exportações do bloco.
Em troca, a UE se comprometeu com investimentos de US$ 600 bilhões nos EUA e a realizar compras de energia e equipamentos militares norte-americanos.
O objetivo é reequilibrar o comércio entre os dois lados. O acordo ocorre após ameaças de tarifas de 30% e possíveis retaliações europeias, e será seguido por nova reunião de Trump com o premiê britânico nesta segunda-feira.
Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (25/07):
Principais Bolsas
No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em queda de -0,21%, aos 133.524 pontos. No acumulado da semana, o Ibov subiu +0,11%.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 apresentou uma leve alta de +0,40%, aos 6.388 pontos. Considerando a variação semanal, o S&P avançou +1,33%.
Inflação um pouco acima do esperado e balanços mistos marcam a sexta-feira
O mercado teve um dia mais calmo nesta sexta, sem grandes novidades lá fora. Por aqui, o foco ficou nos dados locais.
O destaque foi o IPCA-15 de julho, que veio um pouco acima do esperado: alta de 0,33%, puxada principalmente pela energia elétrica. No acumulado de 12 meses, a inflação bate 5,30%.
Na parte dos balanços, a temporada seguiu com novos números.
A Usiminas divulgou resultados bem fracos — queda no lucro, margens pressionadas e menos vendas de aço no mercado interno.
Já a Multiplan mostrou um bom desempenho operacional, com crescimento forte na receita e recorde no NOI. O lucro líquido, no entanto, foi impactado por um efeito financeiro pontual.
Lá fora, o noticiário foi mais esvaziado. O mercado segue de olho nas tensões comerciais e esperando os resultados das grandes empresas globais.
Yduqs (YDUQ3): ações caem após troca repentina na presidência. CFO assume como novo CEO e mercado reage com cautela. Saiba mais.
Charter (CHCM34, CHTR): receita sobe e lucro avança 5,7%, mas empresa perde 117 mil clientes de internet. Resultado é considerado neutro, com viés de cautela. Saiba mais.
Petrobras (PETR4): companhia quer participar do processo do Cade sobre possível venda da Braskem (BRKM5) a Tanure. Decisão final dependerá de análise técnica. Saiba mais.
Raízen (RAIZ4): moagem recua no início da safra 25/26, mas vendas de açúcar crescem quase 30% com estratégia comercial mais agressiva. Saiba mais.
O IPCA-15, prévia da inflação oficial, avançou 0,33% em julho, acima da alta de 0,26% registrada em junho e levemente superior à expectativa do mercado (0,30%), segundo o IBGE.
No acumulado de 12 meses, a inflação chegou a 5,30%, ante 5,27% no período anterior.
O principal impacto veio do grupo Habitação, com alta de 0,98%, puxado pelo aumento de 3,01% na energia elétrica residencial, maior influência individual no mês (+0,12 ponto percentual).
A manutenção da bandeira tarifária vermelha patamar 1 contribuiu para esse resultado, adicionando R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.
A Usiminas (USIM5) registrou lucro líquido de R$ 128 milhões no 2T25, revertendo prejuízo de R$ 100 milhões no mesmo período de 2024 e superando a projeção de R$ 86,6 milhões.
O Ebitda ajustado foi de R$ 408 milhões, alta de 65% na base anual, mas abaixo da expectativa de R$ 517 milhões. A margem Ebitda subiu para 6%.
A receita líquida cresceu 4%, somando R$ 6,63 bilhões, levemente acima do esperado. A dívida líquida subiu 5%, para R$ 1,05 bilhão, e a alavancagem recuou para 0,50 vez.
A companhia revisou seu CAPEX para até R$ 1,4 bilhão em 2025 e aprovou um projeto de R$ 1,7 bilhão para modernizar a Coqueria 2 em Ipatinga, com conclusão prevista para 2029.
A Multiplan (MULT3) registrou lucro líquido de R$264,4 milhões no 2T25, queda de 6,2% em relação ao ano anterior.
O Ebitda subiu 18,1% no período, para R$460,1 milhões, superando as projeções, mas com margem menor (66,3% vs. 72,2%).
Com redução de 15,4% nas ações em circulação, o lucro por ação subiu 11%, para R$0,54. A receita líquida avançou 28,6%, puxada pelas vendas dos lojistas (+12,8%) e por reformas em 19 dos 20 shoppings.
O FFO caiu 8,2%, para R$292,6 milhões. A taxa de ocupação ficou em 96,1%.
No segmento imobiliário, o Golden Lake, em Porto Alegre, segue com forte ritmo de vendas e tem VGV estimado em R$910 milhões.
Investir nas melhores pagadoras de dividendos da B3 para obter bons resultados é um dos principais objetivos da maioria dos investidores.
Afinal, receber uma renda extra “gorda” todo mês é bastante atrativo e importante para o sucesso na jornada de investimentos.
E para identificar essas empresas e avaliar o pagamento de dividendos das suas ações, o Dividend Yield (DY) aparece como um indicador muito útil para mostrar esse retorno financeiro.
Antes de demonstrar esse indicador, vale ressaltar que quando mencionamos dividendos, esses podem ser os dividendos e/ou juros sobre o capital próprio (JCP).
Abaixo, segue a fórmula de cálculo do DY:
Naturalmente, ao realizarmos essa divisão, teremos o retorno percentual de dividendos que o ativo nos pagou nos últimos 12 meses.
Por exemplo: considerando que uma ação da empresa ABCD3 custa hoje R$ 100 na Bolsa e ela tiver pago R$ 10 em dividendos ou JCP nos últimos 12 meses, o Dividend Yield seria de 10%.
Como o recebimento de dividendos é uma estratégia muito procurada pela maioria dos investidores, trouxemos para você as melhores pagadoras de dividendos da Bolsa de Valores nos últimos 12 meses.
Esse estudo leva em conta o Dividend Yield com data base de julho de 2025:
MELHORES PAGADORAS DE DIVIDENDOS NOS ÚLTIMOS 12 MESES
COMO AVALIAR O INDICADOR?
Apesar de ser amplamente utilizado, o Dividend Yield não deve ser analisado de forma isolada. Na verdade, nenhum indicador, seja ele qual for, deve ser utilizado de forma isolada.
Uma análise mais aprofundada do balanço e das demonstrações de resultados da empresa é algo fundamental.
É importante buscar entender se o pagamento de dividendos foi em virtude das atividades operacionais da empresa, ou se foi motivado por eventos não recorrentes que geraram lucros extraordinários.
Esses lucros extraordinários provavelmente não irão se repetir no futuro. E se você não fizer o estudo prévio para identificar esse tipo de situação, pode acabar tendo prejuízos.
Além disso, é importante entender se a empresa apresenta condições de sustentar ou aumentar seus lucros futuros.
Isso evidencia que a empresa tem uma resiliência operacional e apresenta vantagens competitivas que mantém suas operações sólidas.
Por outro lado, utilizar o indicador de DY é fundamental para você selecionar os melhores ativos que podem te gerar uma renda passiva.
E com boa previsibilidade e estabilidade em relação ao fluxo de pagamento de dividendos.
EFEITO DOS DIVIDENDOS NO LONGO PRAZO
A estratégia de investimentos em dividendos é extremamente poderosa no longo prazo, mas muitos investidores não conseguem enxergar esse potencial.
Acontece que a combinação do efeito da valorização da ação somada ao pagamento de dividendos é a maior potencialização dos juros compostos que você pode ter.
Abaixo, temos o exemplo da Itaúsa (ITSA4), holding de negócios, que tem como principal posição as ações do Banco Itaú (ITUB3, ITUB4).
Além disso, a holding conta com participações em Alpargatas (ALPA3, ALPA4), Dexco (DXCO3), Motiva (MOTV3), NTS, Copa Energia e Aegea Saneamento
Itaúsa é conhecida no mercado como uma das melhores pagadoras de dividendos, fazendo isso por meio do pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP).
A diferença do pagamento de JCP em relação ao pagamento de dividendos reside no efeito fiscal, que acaba impactando positivamente o resultado da holding, criando valor para o acionista.
De 2000 até julho de 2025, para cada 1.000 ações de ITSA4, o valor que teríamos recebido em proventos foi de R$ 11.090.
Lembrando que, nessa época, o valor nominal de cada ação ITSA4 era de cerca de R$ 0,23, ou seja, era possível comprar 1.000 ações por R$ 230,00.
Ou seja, uma aplicação de de apenas R$ 230,00 em 2000, teria rendido para você R$ 11.090,00 somente em dividendos.
Olhando para a valorização da ação nesse mesmo período, a mesma teve um retorno de mais de 8.930%, como podemos ver na imagem abaixo.
Para efeito de comparação o Ibovespa no mesmo período teve um retorno de aproximadamente +700%
COMO MONTAR UMA BOA CARTEIRA
Para você montar uma boa carteira de dividendos vencedora no longo prazo, ela deve conter tanto ativos que já possuem um DY elevado e sustentável, quanto empresas que têm o potencial de aumentar o pagamento de dividendos ao longo do tempo por meio da expansão dos seus negócios.
A dica é buscar investir em empresas que apresentem lucros crescentes. Afinal, além de poderem pagar dividendos generosos, elas também podem se beneficiar com uma forte valorização das ações na Bolsa.
DETALHES E RESULTADOS DA CARTEIRA DE DIVIDENDOS
CARTEIRA DIVIDENDOS+ DA CAPITALIZO
A Carteira de Dividendos está disponível para os assinantes da Capitalizo Invest.
Ela foi desenvolvida especialmente para quem investe com foco na aposentadoria e deseja construir uma renda extra todos os meses.
E o melhor: com apenas 10 minutos por mês, você consegue acompanhar e seguir as recomendações com praticidade.
Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (24/07):
Principais Bolsas
No pregão desta quinta-feira, os principais mercados globais fecharam em direções opostas.
No Brasil, o Ibovespa recuou –1,15%, aos 133.807 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,07%, encerrando o dia aos 6.363 pontos.
Tensões comerciais seguem no radar; Tesla decepciona e Google surpreende
O dia foi marcado pela continuidade das preocupações com o cenário macro global, especialmente sobre as tarifas comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
Apesar de o assunto já estar na mesa há alguns dias, novas declarações dos presidentes Trump e Lula mantiveram o tema bem vivo para os investidores.
Trump reforçou que as tarifas, que devem começar a valer em 1º de agosto, podem atingir o Brasil com a alíquota máxima, entre 15% e 50%.
Lula, por sua vez, disse que o país está aberto ao diálogo, mas sem abrir mão da soberania nacional.
O governo brasileiro está pensando em medidas emergenciais para reduzir os impactos e ainda articula uma missão diplomática para Washington, tentando adiar essas tarifas.
No campo corporativo, o destaque ficou para os resultados da Alphabet (Google) e da Tesla.
A Alphabet surpreendeu positivamente, com receita de US$ 96,4 bilhões no segundo trimestre — alta de 14% em relação ao mesmo período do ano passado — puxada principalmente pelo Google Cloud.
O lucro líquido subiu 19%, chegando a US$ 28,2 bilhões, e a empresa investiu pesado em inteligência artificial e infraestrutura.
Já a Tesla veio fraca. A receita caiu 12% e o lucro operacional despencou 42% na comparação anual, pressionado pela queda nas entregas, recuo no preço médio dos veículos e impacto das tarifas.
A margem operacional caiu para apenas 4,1%, refletindo também os custos elevados com pesquisa e desenvolvimento.
Aqui no Brasil, a temporada de resultados segue mais devagar, com expectativa de aceleração a partir da próxima semana.
Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem para 217 mil: dados reforçam estabilidade no mercado de trabalho e adiam cortes de juros pelo Fed. Saiba mais.
Raízen (RAIZ4): vende 55 usinas de geração distribuída por R$ 600 milhões. Companhia avança em desinvestimentos para focar em ativos core e reduzir dívida. Saiba mais.
IRB (IRBR3): sobe após lucro de R$ 38,9 milhões em maio. Resultado de underwriting dobrou e índice de sinistralidade recuou. Saiba mais.
A Alphabet (GOGL4) divulgou nesta quarta-feira (24/07) receita trimestral acima do esperado por Wall Street, impulsionada pela estabilidade no mercado de publicidade digital e pelo avanço de soluções em inteligência artificial.
A empresa também anunciou que elevará sua previsão de investimentos em 2025 para cerca de US$ 85 bilhões, ante os US$ 75 bilhões estimados anteriormente.
A receita total cresceu 14% na comparação anual, atingindo US$ 96,4 bilhões, impulsionada por forte desempenho nas divisões de serviços do Google (+12%) e especialmente pela expansão acelerada do Google Cloud (+32%).
O lucro líquido cresceu 19% frente ao mesmo período de 2024, totalizando US$ 28,2 bilhões, enquanto o lucro operacional foi de US$ 31,3 bilhões, alta de 14%, com margem operacional estável em 32,4%.
A companhia justificou os gastos crescentes com IA como estratégicos para enfrentar a concorrência, especialmente de empresas chinesas, e para acelerar melhorias em seus produtos.
A Raízen (RAIZ4) anunciou a venda de 55 usinas de geração distribuída de energia para a Thopen Energia e o Grupo Gera, em negócio avaliado em aproximadamente R$ 600 milhões.
Foram negociadas 44 usinas com a Thopen e 11 com o Grupo Gera, totalizando capacidade instalada de até 142 megawatt-pico (MWp).
O pagamento será realizado conforme a transferência das usinas, com conclusão prevista até março de 2026.
Com a operação, a Raízen encerra sua joint venture com o Grupo Gera, cumprindo o objetivo de desenvolver projetos de geração distribuída e soluções tecnológicas para o setor.
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