Ibovespa recuou; AURA33 dispara +6%; Ações para ficar de olho essa semana
Olá, tudo bem?
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (23/02):
Ibovespa recuou; AURA33 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,88%, aos 188.853 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -1,04% no dia, fechando aos 6.837 pontos.
Entre os destaques de alta do pregão, as ações da Aura Minerals (AURA33) subiram mais de +6%.
O movimento foi impulsionado pela forte valorização do ouro no mercado internacional, que avançou cerca de +2,8% no dia e voltou a superar a faixa de US$ 5.200 por onça-troy.
O metal foi beneficiado pelo aumento das tensões comerciais nos Estados Unidos, após o anúncio de novas tarifas de 15%, além de incertezas geopolíticas que reforçaram a busca por ativos considerados mais seguros.
Como produtora de ouro, a Aura tende a se beneficiar de um cenário de preços mais elevados da commodity, o que ajuda a explicar a reação positiva das ações no pregão.
As ações para ficar de olho essa semana: UGPA3, KEPL3, AXIA6, AURA33, CSNA3, PCAR3, WEGE3, PRIO3
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Banco Pine (PINE4): protocola oferta primária de ações. Saiba mais.
Cosan (CSAN3): avalia possível IPO da Compass Gás e Energia. Saiba mais.
Irani (RANI3): divulga resultados do 4T25. Saiba mais.
Telefônica Brasil (VIVT3): divulga resultados do 4T25. Saiba mais.
Grupo Ultra (UGPA3): contrata BTG para vender a Ipiranga, diz coluna. Saiba mais.
▶ Artigo do Dia: Como receber dividendos todos os meses? Quanto é possível ganhar?
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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | UGPA3, KEPL3, AXIA6, AURA33, CSNA3, PCAR3, WEGE3, PRIO3
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, reforçamos um ponto essencial: o investidor precisa se afastar do ruído diário de cotações e notícias.
Quanto maior a obsessão por movimentos de curto prazo, maior a probabilidade de decisões equivocadas.
O desempenho recente das bolsas emergentes, com destaque para o índice latino-americano vivendo um dos melhores momentos em mais de 30 anos, mostra que muitos investidores ficaram de fora por medo de eventos políticos ou econômicos pontuais.
A verdade é simples: ninguém sabe exatamente quando o mercado vai subir ou cair.
O que gera consistência é estratégia, disciplina e foco nos fundamentos.
CENÁRIO MACRO E MERCADOS
A semana foi marcada por mais um avanço dos mercados emergentes.
O Ibovespa subiu 1,1% no período e acumula alta próxima de 18% no ano, enquanto o S&P 500 avançou em dólares.
Já o Bitcoin ficou praticamente estável na semana, o dólar voltou a cair e o ouro manteve desempenho positivo.
No cenário externo, acompanhamos a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre tarifas, seguida por novo anúncio tarifário.
Caso o cenário final resulte em tarifas médias menores do que as anteriores, países como Brasil e China podem se beneficiar relativamente.
Seguimos atentos à temporada de resultados, tanto no Brasil quanto no exterior.
DESTAQUES NEGATIVOS DA SEMANA
CSN (CSNA3)
A CSN voltou a ser pressionada após novo rebaixamento de rating pela Moody’s, para B2 com perspectiva negativa.
A elevada alavancagem segue sendo o principal desafio. Sem movimentos estruturais relevantes, a companhia pode enfrentar restrições maiores, inclusive na distribuição de dividendos.
GRUPO PÃO DE AÇÚCAR (PCAR3)
A ação apresentou queda relevante, mesmo sem fato novo específico.
O varejo alimentar segue pressionado por margens apertadas e ambiente competitivo desafiador, além da expectativa de resultados fracos no curto prazo.
DESTAQUES POSITIVOS DA SEMANA
KEPLER WEBER (KEPL3)
A Kepler Weber avançou após prorrogar o prazo de exclusividade para negociação com a GPT.
A empresa permanece sólida operacionalmente e negociando a múltiplos atrativos. Caso a operação avance, pode inclusive resultar em fechamento de capital.
AXIA ENERGIA (AXIA6)
A Axia Energia, antiga Eletrobras, foi destaque após anunciar proposta de migração para o Novo Mercado.
A medida eleva o nível de governança, o que tende a reduzir o desconto estrutural e aumentar o interesse institucional.
AURA MINERALS (AURA33)
A Aura acompanhou a recuperação do ouro. A tese estrutural permanece positiva, com disciplina operacional e aumento de produção.
A expectativa é de resultados sólidos, além da possibilidade de dividendos extraordinários.
ULTRAPAR (UGPA3)
A Ultrapar ganhou destaque após notícia de que o BTG teria sido contratado para avaliar a venda da Ipiranga. Caso confirmado, trata-se de movimento transformacional, que pode alterar significativamente o perfil da companhia.
PRIO (PRIO3)
A PRIO avançou acompanhando a recuperação do petróleo. Mantemos visão construtiva para empresas com capacidade de ampliar produção mantendo controle de custos.
WEG (WEGE3)
A WEG segue em consolidação de longo prazo, com resultados consistentes e investimentos estruturais relevantes. Um eventual rompimento de máximas pode abrir novo ciclo de valorização.
SETOR INDUSTRIAL E EMPRESAS GLOBAIS
A John Deere apresentou resultados pressionados pelo ciclo agrícola global, mas manteve lucratividade relevante.
Empresas globais com escala e poder de precificação tendem a atravessar ciclos negativos com maior resiliência.
A Taurus foi impactada pelas discussões tarifárias, mas a revisão das tarifas reduz parte do risco estrutural. Ainda assim, o cenário exige cautela.
FOCO EM ESTRATÉGIA, NÃO EM RUÍDO
O momento exige disciplina.
O investidor que evita decisões baseadas em ruído político ou volatilidade pontual tende a capturar melhor os ciclos positivos.
A combinação de fundamentos sólidos, controle de risco e visão de longo prazo continua sendo o caminho mais consistente para geração de patrimônio.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
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Cosan (CSAN3) avalia possível IPO da Compass Gás e Energia
A Cosan (CSAN3) informou que está avaliando a realização de uma oferta pública inicial de ações (IPO) de sua controlada Compass Gás e Energia.
A companhia destacou que não há decisão tomada sobre a efetiva realização da potencial oferta, que dependerá, entre outros fatores, das condições de mercado e da obtenção das aprovações societárias competentes.
Irani Papel e Embalagem (RANI3) lucra R$ 39 milhões no 4T25, queda de 79%
A Irani Papel e Embalagem (RANI3) informou que o lucro líquido caiu para R$ 39,0 milhões no quarto trimestre, recuo de 79% em relação aos R$ 189,8 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.
Segundo a companhia, a queda reflete principalmente a ausência de efeito não recorrente contabilizado no quarto trimestre de 2024, referente a um crédito tributário líquido de R$ 168,2 milhões.
A receita líquida de vendas cresceu 2%, totalizando R$ 416,0 milhões, enquanto o Ebitda ajustado avançou 8,7%, para R$ 129,0 milhões.
O volume de vendas de papelão ondulado caiu 6%, para 42,0 mil toneladas. Já o preço médio subiu 7%, para R$ 6.129 por tonelada, em linha com a estratégia de priorizar rentabilidade sobre volume.
A alavancagem financeira encerrou o período em 1,99 vez, ante 2,26 vezes no ano anterior.
Telefônica Brasil (VIVT3) lucra R$ 1,877 bilhão no 4T25, alta de 6,5%
A Telefônica Brasil (VIVT3) reportou lucro líquido de R$ 1,87 bilhão no quarto trimestre de 2025, crescimento de 6,5% em relação ao mesmo período de 2024.
O resultado foi impulsionado pelo crescimento do negócio, que sustentou avanço de 18,0% no EBIT. O Ebitda ajustado somou R$ 6,69 bilhões no período, alta de 8,1% na comparação anual, enquanto a margem Ebitda ajustada atingiu 42,9%, avanço de 0,4 ponto percentual.
A receita líquida totalizou R$ 15,61 bilhões no trimestre, crescimento de 7,1% na base anual, refletindo o desempenho das receitas de pós-pago, fibra, dados corporativos, TIC e serviços digitais.
O resultado financeiro foi negativo em R$ 663,7 milhões, aumento de 93,8% em relação ao 4T24, influenciado por efeito positivo não recorrente registrado no ano anterior.
Ao fim de dezembro, a dívida líquida era de R$ 13,10 bilhões. Os investimentos somaram R$ 2,35 bilhões no trimestre, queda de 4,0% na comparação anual.
O que fiz para ser um investidor melhor?
Hoje, vou contar o que fiz para investir melhor, ter mais confiança como investidor e, assim, ganhar mais dinheiro no mercado!
Desde 2017, quando a Capitalizo foi criada, profissionalizei e “terceirizei” a tomada de decisão dos meus próprios investimentos para os nossos analistas.
Atualmente, sigo exatamente o que é recomendado por eles.
Durante esse tempo, destaco alguns pontos positivos dessa “virada de chave” feita por mim. Veja abaixo:
- Primeiramente, o retorno das minhas aplicações melhorou consideravelmente;
- Além disso, meus investimentos sofreram pouco em tempos de crise;
- Também aumentei minha alocação em ativos internacionais, o que foi fundamental não só para um retorno maior, mas também para uma maior estabilidade da carteira;
- Seguindo fielmente as Estratégias, fiquei sem espaço para cometer erros — como, por exemplo, comprar uma ação apenas para “apostar”. Isso me ensinou que, em alguns momentos, o melhor a se fazer é não fazer nada;
- Como resultado, consegui aumentar significativamente minha produção no trabalho;
- Não lembro a última vez que perdi um minuto preocupado com meus investimentos ou com o mercado;
- Percebi que não bastava somente investir, mas sim que eu precisava investir bem;
- Com o tempo, também percebi que contar com uma equipe de profissionais alinhados com o objetivo de ganhar dinheiro no mercado faz toda a diferença;
- Finalmente, minha confiança de que estou investindo da forma certa aumentou absurdamente. E um investidor confiante investe mais e melhor.
IMPORTANTE
Tudo isso pode fazer parecer que foi fácil, mas não foi.
O processo de ganhar dinheiro na Bolsa exige que o investidor faça uma mudança profunda de postura e de hábitos.
Se você não ganha dinheiro no mercado e continuar fazendo sempre a mesma coisa, o resultado dificilmente será diferente.
Esquecer velhas manias, agir sempre de forma racional, saber onde quer chegar, não perder tempo com “perfumarias”, ter disciplina, paciência e seguir fielmente uma Estratégia são alguns hábitos que todo investidor precisa ter para vencer.
E colocar suas decisões nas mãos de outra pessoa pode ser muito difícil para algumas pessoas. Foi para mim.
Mas, a não ser que você queira se dedicar todos os dias a estudar o mercado, só vai ganhar dinheiro quem estiver preparado para isso.
Foi exatamente essa percepção que me levou a criar a Carteira Tiago Prux.
Ela reúne minha filosofia de investimento com o trabalho dos analistas da Capitalizo, buscando empresas de valor e grande potencial de crescimento para o longo prazo.
Abaixo, você confere o gráfico de resultados da Carteira Tiago Prux e um vídeo explicativo mostrando em detalhes como ela funciona na prática:
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Ibovespa avança; TASA4 dispara +5%; 4 ações para não comprar
Olá, tudo bem?
Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (20/02):
Ibovespa avança; TASA4 dispara
O Ibovespa fechou o dia aos 190.534 pontos pela 1ª vez, com alta de +1,06%. Na semana, o índice acumulou valorização de +0,44%.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,69% no dia e encerrou a semana com alta de +1,10%, aos 6.909 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da Taurus (TASA4) reagiram após a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou o chamado “tarifaço”.
Os papéis chegaram a iniciar o pregão em queda, mas inverteram o movimento ao longo do dia e fecharam com alta de +5%.
A companhia havia sido uma das mais impactadas pelo anúncio das tarifas no ano passado, já que aproximadamente 80% da sua produção é destinada ao mercado norte-americano.
Como forma de mitigar os impactos, a empresa anunciou a transferência de parte de suas linhas de montagem para os Estados Unidos.
Mesmo com a recuperação no pregão, as ações ainda acumulam queda relevante nos últimos 12 meses.
4 ações para não comprar
Essas ações realmente têm fundamentos fortes ou o mercado está olhando apenas o curto prazo?
A queda recente abriu oportunidade ou aumentou os riscos no longo prazo?
Os desafios estruturais de Magazine Luiza, Hapvida, Brava Energia e Ambev ainda pesam mais do que o potencial de valorização?
Existem alternativas no mercado com melhor relação risco-retorno?
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Um abraço, um bom final de semana e ótimos investimentos
Tiago
Conteúdos Exclusivos do dia
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▶ Notícias do Dia:
PIB: dos EUA desacelera para 1,4% no 4º trimestre de 2025. Saiba mais.
GOL Investment Brasil amplia participação na Gol (GOLL54) após OPA. Saiba mais.
Núcleo da inflação: dos EUA sobe +0,4% em dezembro e reforça cautela do Fed. Saiba mais.
Moody’s rebaixa rating da CSN (CSNA3) para B2 e mantém perspectiva negativa. Saiba mais.
Embraer (EMBJ3): e Northrop Grumman firmam parceria para aprimorar KC-390. Saiba mais.
Banco do Brasil (BBAS3): aprova pagamento antecipado de JCP no 1º trimestre de 2026. Saiba mais.
▶ Artigo do Dia: Cuidado com as dicas de investimentos
Agenda de Dividendos
Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):
Suprema Corte dos EUA derruba tarifas de Trump, e presidente anuncia nova taxa global de 10%
A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou as tarifas amplas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), ao entender que o uso da norma extrapolou a autoridade do Executivo.
Por 6 votos a 3, os ministros mantiveram decisão de instância inferior e afirmaram que a IEEPA não concede poder claro ao presidente para impor tarifas sem autorização do Congresso.
O presidente da Corte, John Roberts, declarou que ações de grande impacto econômico exigem autorização explícita do Legislativo. A Constituição dos EUA atribui ao Congresso a competência para instituir impostos e tarifas.
A contestação foi apresentada por empresas afetadas e por 12 Estados americanos. Com o julgamento, parte das receitas arrecadadas com tarifas aplicadas sob a IEEPA, estimadas por economistas em mais de US$ 175 bilhões, pode ter de ser reembolsada.
Após a decisão, Donald Trump afirmou que assinará novas tarifas nesta sexta-feira (20/02), incluindo uma tarifa global adicional de 10%, além de outras medidas.
Segundo ele, as tarifas de Segurança Nacional previstas na Seção 301 seguem em vigor e não é necessário consultar o Congresso para novas imposições.
O presidente informou que a nova ordem será baseada na Seção 122 do Trade Act de 1974, que permite impor tarifas de até 15% por até 150 dias sobre qualquer país, ou todos, em casos considerados graves e relevantes para o balanço de pagamentos. A norma não exige investigações nem estabelece limites procedimentais adicionais.
Trump criticou a decisão da Suprema Corte e afirmou que o governo poderá permanecer na Justiça por anos em relação a eventuais reembolsos.
Ele também declarou que as tarifas continuam sendo instrumento central de sua política econômica e externa.
