A PRIO (PRIO3) produziu 138,8 mil boepd em novembro de 2025, alta de +55% frente a outubro.
O avanço foi impulsionado pelo aumento de participação no campo de Peregrino, que passou a contribuir com 68,8 mil barris diários após a aquisição adicional de 40% concluída em 11 de novembro.
As vendas do trimestre somaram 5,2 milhões de barris, crescimento de +360% em relação ao trimestre anterior.
A companhia informou ainda que a produção de Albacora Leste foi afetada por uma falha no sistema de compressão de gás, cuja correção está prevista para a primeira quinzena de dezembro.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (02/12):
Ibovespa avança; VAMO3 dispara +6%
No pregão de hoje, o Ibovespa subiu +1,56%, atingindo 161.092 pontos, renovando sua máxima histórica de fechamento.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 encerrou o pregão com alta de +0,25%, aos 6.829 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações daVamos (VAMO3) dispararam +6,46% no pregão.
A alta ocorreu após o BTG Pactual reiterar a recomendação de compra dos papéis da companhia após uma reunião com o alto escalão.
A Vamos, referência nacional em locação e venda de veículos pesados, vive um momento particular: mesmo com lucro pressionado, margens menores e endividamento elevado, o papel voltou a entrar no radar do mercado.
Além do aumento recente nos dividendos, parte dos analistas vê espaço para recuperação.
Negociada na faixa de R$ 3,90 a R$ 4,20, a ação ainda carrega um histórico de forte queda, mas começa a atrair compradores novamente, especialmente porque algumas projeções apontam potencial de valorização próximo a 100% caso a empresa consiga estabilizar seus fundamentos.
As ações baratas que podem disparar em 2026: M1TA34, ARML3, MBRF3 e MOTV3
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A Vale (VALE3) revisou suas estimativas e projeta produzir 335 milhões de toneladas de minério de ferro em 2025, chegando a 360 milhões em 2030.
Para cobre, a previsão é de 370 mil toneladas no próximo ano, e para níquel, 175 mil toneladas.
Os custos “all-in” do minério devem ficar em US$ 55 por tonelada em 2025, enquanto os investimentos previstos somam US$ 5,8 bilhões no segmento de minério de ferro e US$ 1,2 bilhão em expansão.
A empresa também firmou acordo com a Glencore para avaliar um projeto conjunto de cobre no Canadá, estimado para produzir 880 mil toneladas ao longo de 21 anos.
A Smartfit (SMFT3) firmou acordo para adquirir o controle da Evolve por meio da subscrição de novas ações que representarão, no mínimo, 60% do capital social da companhia.
O investimento previsto é de até R$100 milhões, dos quais R$40 milhões serão pagos no fechamento da operação.
O valor restante poderá ser desembolsado em até dois anos, condicionado ao cumprimento de etapas contratuais e corrigido pelo IPCA.
A transação considera um enterprise value de R$199,7 milhões, com a participação final da Smartfit dependendo da apuração da dívida líquida na data do fechamento.
A Evolve atua no Centro-Oeste, especialmente no Distrito Federal, com 28 academias em operação e outras 7 em construção.
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (01/12):
Ibovespa inicia a semana com queda; CBAV3 dispara
O Ibovespa iniciou a semana em baixa de -0,29%, encerrando o dia aos 158.611 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,53%, aos 6.812 pontos.
O principal destaque de alta foi a CBA (CBAV3), que disparou +4,93%.
As ações seguem se beneficiando da melhora contínua nos preços internacionais do alumínio.
Além disso, os últimos resultados trimestrais vêm mostrando uma recuperação consistente da CBA, com queda na alavancagem, custos controlados e aumento da receita.
Apesar da alta recente das ações (mais de 100% desde agosto), CBAV3 segue como uma das ações mais baratas da Bolsa brasileira.
As ações para ficar de olho essa semana: EGIE3, RAIL3, PETR4, NEOE3, BHIA3, SCAR3, ARML3, MBRF3
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A projeção de inflação para 2025 recuou de 4,45% para 4,43% na edição mais recente do Boletim Focus, divulgada pelo Banco Central.
O relatório, que reúne estimativas do mercado financeiro, mostrou estabilidade nas demais expectativas para este ano: o PIB segue projetado para crescer 2,16%, o câmbio permanece em R$ 5,40 e a taxa Selic continua estimada em 15% ao ano.
A Azul (AZUL4), em recuperação judicial, informou que o Ebitda ajustado atingiu R$ 716,4 milhões em outubro, alta de 16,7% em relação aos R$ 613,8 milhões de setembro.
A receita líquida somou R$ 1,90 bilhão, acima dos R$ 1,831 bilhão do mês anterior. A margem Ebitda ajustada passou de 33,5% para 37,7%.
A companhia encerrou o mês com R$ 1,84 bilhão em caixa e equivalentes, além de R$ 2,81 bilhões em contas a receber. O resultado operacional alcançou R$ 484,4 milhões, com margem de 25,5%.
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Nesta semana, analisamos o desempenho recente do mercado brasileiro e internacional, destacando movimentos importantes em juros, inflação, dividendos extraordinários e comportamento dos principais índices.
Também explicamos como eventos macroeconômicos e corporativos podem influenciar ativos específicos e selecionamos as ações que, na nossa visão, merecem atenção devido ao momento atual.
MBRF (MBRF3)
A fusão que deu origem à MBRF (MBRF3) seguiu chamando atenção, mas sem novidades relevantes ao longo da semana.
A ação voltou a recuar após já ter caído na semana anterior.
Embora a combinação de operações tenha trazido benefícios, especialmente para a antiga BRF, seguimos avaliando como a nova estrutura conseguirá gerar valor de forma consistente no longo prazo.
PETROBRAS (PETR4)
A Petrobras apresentou seu Plano Estratégico 2026–2030, projetando US$ 109 bilhões em investimentos.
Apesar de ser menor que o plano anterior, o valor ainda é elevado e traz pontos de preocupação, especialmente a insistência em áreas que não geram valor ao acionista, como fertilizantes.
Mantemos nossa visão de que PETROBRAS (PETR4) não é a melhor alternativa para capturar a possível valorização do petróleo nos próximos anos.
NVIDIA (NVDC34)
As ações da NVIDIA (NVDC34) voltaram a cair após notícias envolvendo Meta e Google, que podem reduzir a dependência da empresa no futuro.
Encerramos nossa posição no início do ano, após ganhos próximos de 2.000%, justamente porque avaliávamos a companhia como uma das mais expostas ao avanço da concorrência no setor de IA.
Hoje vemos melhores alternativas, como o próprio Google.
SÃO CARLOS (SCAR3)
A São Carlos (SCAR3) anunciou dividendos extraordinários de R$ 7,10 por ação, yield de 25,6%.
O pagamento decorre da venda de imóveis dentro de sua estratégia de reciclagem de portfólio. A empresa segue com potencial para novas vendas em 2026, o que sustentaria dividendos adicionais.
Vemos o ativo como bem assimétrico e ainda descontado.
ARMAC (ARML3)
A Armac (ARML3) subiu de forma expressiva após adquirir a Braslift, operação que deve adicionar entre R$ 75 e R$ 80 milhões em receita anual a partir de 2026.
Com frota nova e contratos de longo prazo, a aquisição se encaixa bem na estratégia da companhia.
Entendemos que o mercado exagerou nas quedas dos últimos trimestres, já que a Armac segue crescendo em receita, mesmo com margens momentaneamente pressionadas, movimento natural em ciclos de expansão.
RUMO (RAIL3)
A Rumo (RAIL3) ganhou destaque após a Ultrapar adquirir cerca de 5% de participação na companhia.
Gostamos muito do setor de logística, que continua descontado em dólar, e acreditamos que o movimento reforça a percepção de valor no segmento.
Para nós, ativos logísticos permanecem subavaliados no Brasil — e a Rumo é uma das melhores empresas dentro dessa tese.
NEOENERGIA (NEOE3)
A Iberdrola, controladora da Neoenergia (NEOE3), anunciou intenção de fechar o capital da empresa via OPA a R$ 32,50 por ação.
Com cerca de 84% de participação, dificilmente a operação não será concluída.
Como o papel negocia praticamente no preço da oferta, avaliamos que o investidor deve vender no mercado, evitando ficar com um ativo fechado e reduzindo riscos de demora no processo.
CASAS BAHIA (BHIA3)
Apesar da alta recente, seguimos avaliando Casas Bahia (BHIA3) como um ativo a ser evitado.
A empresa enfrenta desafios estruturais relevantes, modelo de negócio ultrapassado, alto endividamento, recorrentes aumentos de capital e histórico de prejuízos.
Mesmo com possível queda de juros, não vemos fundamento que sustente uma tese de valorização.
ENEVA (ENEV3)
A Eneva (ENEV3) realizou uma bonificação de 2,5 ações para cada 1, levantando dúvidas entre investidores.
O efeito é semelhante a um desdobramento: aumenta-se a quantidade de ações e ajusta-se o preço.
No curto prazo, nada muda nos fundamentos; no longo prazo, é um sinal positivo, já que bonificações geralmente estão associadas a lucros robustos e capacidade de manter pagamentos atrativos de dividendos.
FECHAMENTO
Seguimos entendendo que o mercado brasileiro oferece excelentes oportunidades, tanto por eventos corporativos relevantes quanto por distorções de preço.
Além disso, o cenário de dividendos extraordinários deve ganhar força no final de 2025, beneficiando investidores posicionados em empresas sólidas.
Continuaremos acompanhando semanalmente os principais movimentos para orientar decisões fundamentadas e alinhadas ao longo prazo.
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