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ações

Ibovespa recua -0,41%; AMD (A1MD34) dispara +23,69% após fechar parceria com a OpenAI.

06/10/2025 Por Ana Caroline
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No pregão de hoje, o Ibovespa caiu -0,41%, aos 143.608 pontos.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,36%, fechando aos 6.740 pontos.

Focus traz revisões nas projeções, EUA seguem sem dados por shutdown,

Nesta segunda-feira, 6 de outubro de 2025, o dia foi de agenda mais tranquila, mas com alguns pontos importantes no radar.

O Relatório Focus trouxe pequenas revisões nas projeções do mercado: o IPCA de 2025 caiu de 4,81% para 4,80%, o câmbio recuou de R$ 5,48 para R$ 5,45, enquanto o PIB e a Selic foram mantidos em 2,16% e 15%, respectivamente.

Lá fora, o shutdown do governo americano continua, o que segue suspendendo a divulgação de indicadores relevantes e deixando o cenário internacional mais parado em termos de dados.

AMD (A1MD34, AMD) fecha parceria com OpenAI

Entre as notícias corporativas, destaque para a AMD (A1MD34, AMD), que anunciou um contrato de longo prazo com a OpenAI para o fornecimento de chips de inteligência artificial.

O acordo pode movimentar dezenas de bilhões de dólares por ano e promete acirrar ainda mais a disputa da empresa com a Nvidia (NVDC34, NVDA). Além disso, há a possibilidade de a OpenAI adquirir uma fatia relevante da AMD no futuro.

Sabesp (SBSP3) compra controle da EMAE (EMAE4) 

Aqui no Brasil, o foco ficou na Sabesp (SBSP3), que confirmou a compra de 70,1% da EMAE (EMAE4) por R$ 1,13 bilhão.

A operação garante à companhia o controle de ativos estratégicos, como os sistemas Billings e Guarapiranga, e reforça o processo de privatização da estatal paulista.

Ambipar (AMBP3) volta a despencar 

E, mais uma vez, a Ambipar (AMBP3) foi destaque negativo. As ações caíram mais de 30% no pregão e, só nos últimos cinco dias, já acumulam perda superior a 90%.

O mercado segue bastante cauteloso com a situação financeira da empresa e com o risco crescente de uma recuperação judicial.

E para quem quiser um panorama mais completo, com os principais destaques dos últimos dias e também o que pode movimentar o mercado nos próximos, fica o convite: assista ao nosso vídeo semanal As Ações Para Ficar de Olho Essa Semana.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Confira Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Neoenergia (NEOE3): comprou 37,5% da Energética Corumbá III e passou a deter 85% do consórcio. Saiba mais.

Serena (SRNA3): teve aprovada OPA para migração à categoria “B” ao preço de R$ 11,74 por ação. Saiba mais.

Brasil: Focus reduziu projeções de IPCA (4,80%) e dólar (R$ 5,45) para 2025. Saiba mais.

Shopee (S2EA34, SE): inaugurou 14º centro de distribuição no Brasil, em São Bernardo do Campo. Saiba mais.

Embraer (EMBR3): vendeu quatro aeronaves C-390 Millennium para a Suécia. Saiba mais.

▶ Vídeo do Dia: QUAIS AÇÕES EVITAR e quais estão BARATAS em 2025 | VALE3, AMBP3, SLCE3, GGBR4

▶ Artigo do Dia: Fundos Imobiliários: O que está acontecendo com o mercado de FIIs?

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags A1MD34, ações, Ambipar (AMBP3), b3, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, Federal Reserve, fiis, ibovespa, ifix, notícias, RELATÓRIO FOCUS, s&p, s&p500, sabesp (sbsp3), selic

Ações para ficar de olho nesta semana: MGLU3, VAMO3, GGBR4, RADL3, AURA33, WEGE3, IRBR3, ELET3

06/10/2025 Por Tiago Prux
Ações

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

A semana foi marcada por dois eventos relevantes no cenário macroeconômico.
No Brasil, a Câmara aprovou a tributação de dividendos para rendimentos acima de R$ 50 mil — medida que ainda depende da análise do Senado.

Caso confirmada, será importante observar os detalhes da implementação antes de avaliar impactos diretos sobre as carteiras.

Nos Estados Unidos, o governo entrou em shutdown pela primeira vez em quase sete anos.

Embora o impasse orçamentário gere ruído no curto prazo, historicamente as negociações avançam e os serviços federais são retomados rapidamente.

O foco segue nas discussões sobre o orçamento e nas próximas decisões do Federal Reserve.

Nesta semana, o destaque doméstico será a divulgação do IPCA de setembro, com expectativa de alta entre 0,40% e 0,50%.

A inflação em 12 meses deve se manter acima da meta, mas dentro de uma faixa considerada controlada — entre 5,2% e 5,4%.

MERCADO: BOLSAS, DÓLAR E BITCOIN

O Ibovespa encerrou a semana em leve queda de -0,3%, mas acumula alta de +19% em 2025. Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +1,1% em dólares, enquanto o Bitcoin atingiu nova máxima histórica, ultrapassando R$ 670 mil.

Apesar do recuo pontual, a tendência primária da Bolsa brasileira segue positiva, com o índice podendo testar novamente a faixa entre 140 e 141 mil pontos.

O IVVB11, que replica o S&P 500 em reais, mantém viés de alta, mesmo com a valorização do real ao longo do ano.

O dólar continua oscilando entre R$ 5,30 e R$ 5,40, região considerada de suporte importante. Embora a tendência principal ainda seja de queda, o patamar atual pode gerar alguma acomodação de preços no curto prazo.

O ETF QBTC11, que acompanha o Bitcoin na B3, rompeu resistências e abriu espaço para novas valorizações — movimento que tende a beneficiar também outras criptomoedas.

DESTAQUES NEGATIVOS

Ambipar (AMBP3) despencou cerca de -84% e segue no centro das atenções após a demissão do diretor financeiro e o início de um processo de reestruturação de dívida. A empresa não tem conseguido esclarecer sua real situação de caixa, levantando dúvidas sobre a solidez financeira. O caso segue sendo tratado com cautela — é hora de ficar de fora.

Bradesco (BBDC4) também foi citado em meio à crise da Ambipar, por possível exposição em créditos problemáticos, reforçando a importância da gestão de risco no setor financeiro.

Magalu (MGLU3) caiu -18% na semana, pressionada pelo avanço da Amazon, que anunciou isenção de taxas de armazenamento e logística para novos vendedores — o que intensifica a competição no e-commerce.

Vamos (VAMO3) recuou -12% após rumores sobre um possível aporte do BTG, nos moldes do que ocorreu com a Simpar. O grupo segue com alto endividamento, e qualquer capitalização dependerá de novas negociações.

Braskem (BRKM5) vive momento delicado. A empresa cogitou recuperação extrajudicial, mas o CADE aprovou a venda da fatia da Novonor para o fundo ligado a Nelson Tanure, encerrando um impasse de anos. Ainda assim, o cenário segue incerto.

Melnick (MELK3) caiu -13,5% após divulgar prévia operacional com crescimento moderado de vendas (+6%) e lançamentos (+22%) ante 2024. O setor imobiliário, em desaceleração, deve limitar o ritmo de expansão no curto prazo.

DESTAQUES POSITIVOS

Raia Drogasil (RADL3) subiu +5,8% após sequência de quedas. A companhia segue como referência no varejo farmacêutico, com execução sólida e benchmark global em eficiência operacional.

Gerdau (GGBR4) teve bom desempenho após reduzir investimentos previstos para 2026, de R$ 6 bilhões para R$ 4,7 bilhões. O foco será o mercado norte-americano, onde as margens são mais elevadas e a concorrência menor.

IRB (IRBR3) avançou mais uma semana, com expectativa de retomar dividendos em 2026. A queda expressiva na sinistralidade reforça a recuperação operacional.

Eletrobras (ELET3) ganhou +3,4% após revisões de preço-alvo por grandes bancos, que voltaram a recomendar compra.

Aura Minerals (AURA33) anunciou programa para conversão de BDRs em ações negociadas nos Estados Unidos, com cobertura total das taxas pela empresa — medida que aumenta a visibilidade global e reforça o valor de mercado.

WEG (WEGE3) comunicou novos investimentos de R$ 900 milhões na expansão de Jaraguá do Sul. Mesmo após correções recentes, os fundamentos seguem sólidos e o crescimento consistente.

VISÃO GERAL

O mercado iniciou outubro com volatilidade pontual, mas fundamentos ainda positivos.
O cenário segue favorecido por inflação controlada, perspectiva de corte de juros e empresas entregando bons resultados.

Entre as ações, SLC Agrícola, Gerdau e WEG continuam se destacando como cases de longo prazo, enquanto Ambipar e Magalu exigem cautela.

A recomendação permanece a mesma: evitar decisões baseadas em ruído de curto prazo e manter o foco em empresas sólidas, com geração de caixa e boa execução operacional.

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O que evitar e o que vale a pena em 2025: AMBP3, VALE3, GGBR4 E SLCE3 EM FOCO

06/10/2025 Por Tiago Prux
evitar

O mercado segue oferecendo boas oportunidades — mas também casos que exigem atenção redobrada.

Em 2025, algumas empresas ainda enfrentam problemas estruturais e de transparência, enquanto outras seguem negociando com desconto, mesmo apresentando fundamentos sólidos.

Entre os destaques do momento, estão Ambipar (AMBP3), Vale (VALE3), Gerdau (GGBR4) e SLC Agrícola (SLCE3) — companhias que ilustram bem a diferença entre o que evitar e o que vale a pena acompanhar de perto.

AMBIPAR (AMBP3): CENÁRIO DE INCERTEZA

A Ambipar foi o destaque das últimas semanas, mas o momento inspira cautela.

A empresa enfrenta forte endividamento, resultado de um processo de expansão acelerado por meio de aquisições.

O principal problema hoje é a falta de transparência: não há clareza sobre a situação de caixa, o diretor financeiro foi demitido pouco antes da forte queda das ações e parte dos investimentos da empresa estaria valendo apenas 20% do valor de face.

Diante desse cenário nebuloso, a recomendação é não se expor ao ativo até que as informações fiquem mais claras.

Caso o investidor queira se arriscar, que seja apenas com uma quantia simbólica — o famoso “dinheiro da cachaça”, como costuma dizer o Tiago —, pois há riscos relevantes de desdobramentos negativos.

SLC AGRÍCOLA (SLCE3): FUNDAMENTOS SÓLIDOS, MESMO COM PRESSÃO NOS LUCROS

A SLC anunciou uma expansão de 13% na área plantada para a safra 2025/26, com destaque para o aumento de 14% na soja e 29% no milho segunda safra.

Apesar do custo de produção ainda elevado pressionar a rentabilidade no curto prazo, a companhia mantém fundamentos muito fortes.

É uma das empresas mais eficientes do agronegócio brasileiro, com produtividade acima da média nacional e global em soja e algodão, além de atuar em larga escala, com mais de 25 fazendas espalhadas por oito estados.

A dívida aumentou, mas segue sob controle. Assim, SLCE3 é considerada uma ação barata e de qualidade, com boa posição financeira e potencial de valorização no médio e longo prazo.

GERDAU (GGBR4): BOA EMPRESA, MAS SETOR CÍCLICO

A Gerdau segue como um dos principais nomes do setor de aço, com forte presença nos Estados Unidos e liderança em aços longos — utilizados na construção civil, no setor automotivo e industrial.

Recentemente, a companhia anunciou redução nos investimentos para 2026, de R$ 6 bilhões para R$ 4,7 bilhões, concentrando esforços no exterior, onde os resultados são mais consistentes.

Apesar da boa gestão e de um modelo de negócios sólido, a Gerdau enfrenta desafios, como a concorrência do aço chinês e a natureza cíclica do setor.

É uma empresa barata e bem administrada, mas o investidor deve ter em mente que o desempenho do papel está sujeito à volatilidade das commodities.

VALE (VALE3): CRESCIMENTO LIMITADO NO MINÉRIO DE FERRO

A Vale, embora sólida e lucrativa, enfrenta um cenário estruturalmente desfavorável para o minério de ferro.

A expectativa é de demanda praticamente estagnada nos próximos 10 anos, enquanto a oferta global deve crescer.

Mesmo com o avanço da Índia, o consumo não deve compensar a desaceleração chinesa. Por isso, a companhia tem buscado diversificar suas operações, focando em materiais de maior potencial, como cobre e níquel.

O recente aumento de 60% na capacidade de produção de níquel em seu complexo no Pará confirma essa estratégia.

O foco da Vale tende a migrar para metais ligados à transição energética, cuja demanda pode crescer até 60% nos próximos anos.

Assim, VALE3 não é uma boa oportunidade no momento, pois o minério tende a oferecer retornos menores que outras commodities.

Caso a empresa abra o capital da divisão de materiais básicos (cobre e níquel), pode voltar a ser uma aposta interessante.

ONDE ESTÃO AS MELHORES OPORTUNIDADES

Em 2025, SLC Agrícola e Gerdau se destacam como ações baratas e operando com bons fundamentos, apesar dos desafios setoriais.

Já Ambipar e Vale inspiram cautela: a primeira por problemas de transparência e endividamento, e a segunda por limitações estruturais no minério de ferro.

O investidor deve priorizar empresas com fundamentos sólidos, margens consistentes e setores com potencial de crescimento, evitando exposição excessiva em ativos com riscos operacionais ou perspectivas limitadas.

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Ibovespa sobe +0,17%; Embraer (EMBR3) divulga entregas do 3T25; Ambipar (AMBP3) despenca -49,09%.

03/10/202503/10/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em alta de +0,17%, aos 144.200 pontos. No acumulado semanal, o índice recuou -0,86%.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 encerrou o dia estável, aos 6.715 pontos. Já na semana, o índice subiu +0,81%.

Payroll adiado nos EUA pelo shutdown

Nesta sexta-feira, 3 de outubro de 2025, o calendário macro veio praticamente esvaziado.

Nos Estados Unidos, estava prevista a divulgação do payroll, mas o dado acabou sendo adiado por causa do shutdown do governo.

Aqui no Brasil, também não tivemos indicadores relevantes no dia.

Com isso, as atenções ficaram mesmo no noticiário corporativo.

Azevedo & Travassos (AZEV4) fecha contrato bilionário com Petrobras (PETR4)

O grande destaque foi a Azevedo & Travassos (AZEV4), que assinou um contrato de R$ 1,76 bilhão com a Petrobras (PETR4) para implantar uma unidade de produção de hidrogênio em Itaboraí (RJ).

O projeto será feito em consórcio e representa um avanço importante na carteira de contratos da companhia.

Embraer (EMBR3) divulga entregas do 3T25 e Ambipar (AMBP3) entre maiores quedas

Outro ponto de atenção foi a prévia operacional da Embraer (EMBR3).

A empresa entregou 62 aeronaves no 3º trimestre, um crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2024 — sendo 20 jatos comerciais, 41 executivos e uma aeronave de defesa.

No acumulado até setembro, as entregas seguem em linha com a meta do ano.

Já na ponta negativa, mais uma vez a Ambipar (AMBP3) roubou a cena. As ações da nova emissão despencaram mais de -49% no dia, refletindo toda a preocupação do mercado com a situação financeira da empresa e o risco cada vez maior de uma recuperação judicial.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

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▶ Notícias do Dia:

Brasil: produção industrial subiu +0,8% em agosto, acima do esperado. Saiba mais.

Brava Energia (BRAV3): produziu 91,8 mil boe/d no 3T25, alta de 7% t/t. Saiba mais.

Marcopolo (POMO4): fechou parceria com a Volvo para vender ônibus na França e Itália. Saiba mais.

WEG (WEGE3): começará a vender recarregadores de veículos elétricos na Europa em 2026. Saiba mais.

Natura (NATU3): concluiu venda da Avon CARD para o Grupo PDC por até US$ 22 mi. Saiba mais.

GPS (GGPS3): assinou acordo para comprar o Grupo Tagg em SP; valor não divulgado. Saiba mais.

SLC Agrícola (SLCE3): projetou área plantada de 836 mil ha na safra 25/26 (+13,6%). Saiba mais.

Embraer (EMBR3): entregou 62 aviões no 3T25, alta de 5% a/a. Saiba mais.

Lojas Quero-Quero (LJQQ3): Christiano Galló assumiu presidência do conselho em lugar de Flávio Ferreira. Saiba mais.

▶ Vídeos do Dia:

5 AÇÕES das EMPRESAS mais RENTÁVEIS da B3 | CONHEÇA os MAIORES ROES da B3

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▶ Artigos do Dia:

Vale a pena investir em ações todos os meses?

O que esperar dos dividendos dessas 10 ações em 2025

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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ROE na B3: As Ações Mais Rentáveis de 2025: RSUL4, TFCO4, CXSE3, VULC3 e BMEB4

03/10/2025 Por Tiago Prux
roe

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) é um dos principais indicadores de rentabilidade das empresas listadas na B3.

Ele mostra a eficiência de uma companhia em gerar lucro a partir do capital investido pelos acionistas.

Quanto maior o ROE, maior a capacidade de transformar patrimônio em resultado, geralmente refletindo vantagens competitivas e gestão eficiente.

Entre as companhias que mais se destacam, algumas chamam atenção pelo histórico consistente de resultados e outras por serem menos conhecidas, mas igualmente rentáveis.

RIOSULENSE (RSUL4): TRADIÇÃO E NICHO ESTRATÉGICO

A Riosulense, empresa catarinense do setor automotivo, é um exemplo de companhia pouco comentada, mas com fundamentos sólidos.

Especializada em fundição de aço e ferro para componentes de motores, atende veículos leves, máquinas agrícolas e ferroviárias, com mais de 5.000 itens no portfólio.

Exporta para quase 30 países e mantém relação estratégica com montadoras, onde o poder de barganha recai mais sobre o fornecedor do que sobre o cliente.

Com ROE de 23,7% e múltiplos atrativos — PL próximo de 6,5 vezes —, é um caso de “small cap escondida” que une tradição e rentabilidade.

TRACK & FIELD (TFCO4): CRESCIMENTO COM EFICIÊNCIA

No varejo esportivo, a Track & Field consolidou uma trajetória de expansão de receitas superior a 25% ao ano desde 2020, mantendo disciplina de custos e margens consistentes.

A companhia se destaca por combinar crescimento acelerado com rentabilidade elevada, algo raro em empresas do setor de moda.

O portfólio de produtos de alta qualidade fortalece a marca e garante fidelização, resultando em um dos maiores retornos da bolsa.

CAIXA SEGURIDADE (CXSE3): BARREIRAS DE ENTRADA E DIVIDENDOS

A Caixa Seguridade apresenta ROE próximo de 32%, dentro do padrão das seguradoras, historicamente rentáveis.

Com exclusividade até 2050 — e possibilidade de renovação — para distribuir produtos dentro da rede Caixa Econômica Federal, conta com uma barreira de entrada difícil de ser replicada.

A companhia atua em seguros, capitalização e consórcios, além de ser boa pagadora de dividendos, com yield de aproximadamente 8%.

Apesar de eventuais ruídos políticos em cargos de diretoria, não há sinais de fragilidade operacional.

VULCABRAS (VULC3): VERTICALIZAÇÃO E MARCAS FORTES

Dona da Olímpicos e licenciada de Mizuno, Under Armour e Reebok no Brasil, a Vulcabras é um dos maiores nomes do setor de calçados esportivos da América Latina.

Com estrutura verticalizada, controla desde o design até a distribuição, assegurando qualidade e eficiência.

O ROE de quase 34% reflete essa capacidade. Além de resultados sólidos, distribuiu dividendos robustos, com yield recente de 13%.

Ainda assim, a dependência de um câmbio mais elevado e eventuais investimentos em expansão de lojas são pontos a monitorar.

BANCO MERCANTIL (BMEB4): ESPECIALISTA EM CRÉDITO CONSIGNADO

Com ROE na casa de 43%, o Banco Mercantil consolidou-se como referência em crédito consignado para beneficiários do INSS.

Focado no público 50+, que tende a ganhar relevância no consumo brasileiro, o banco combina crescimento acelerado — mais de 20% ao ano desde 2020 — com risco baixo, dado o desconto em folha.

Além da elevada rentabilidade, mantém política consistente de dividendos, reforçando seu apelo para investidores de longo prazo.

CUIDADO COM ARMADILHAS DE MÚLTIPLOS

É importante destacar que números isolados podem enganar.

Empresas como Braskem, por exemplo, apresentam ROE artificialmente elevado devido ao patrimônio líquido negativo combinado a prejuízos recorrentes.

Essa distorção cria ilusões de rentabilidade em análises superficiais.

Por isso, avaliar fundamentos reais, geração de caixa e solidez financeira é essencial para não cair em armadilhas.

RENTABILIDADE COM CONSISTÊNCIA

As empresas que se destacam em ROE geralmente compartilham características como eficiência operacional, vantagens competitivas claras e setores com barreiras relevantes.

Mais do que olhar para indicadores isolados, é preciso entender a sustentabilidade do negócio e a qualidade da gestão.

No longo prazo, a consistência na geração de valor é o que realmente diferencia boas oportunidades de armadilhas passageiras.

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Ibovespa recua -1,08%; Ambipar (AMBP3) despenca -61,48% em meio a preocupações do mercado.

02/10/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em direções opostas.

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -1,08%, aos 143.949 pontos.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,06%, fechando aos 6.715 pontos.

Fed de Chicago vê desemprego em 4,3%; Câmara aprova isenção do IR; Berkshire compra OxyChem por US$9,7 bi; AMBP3 entre as maiores baixas

Nesta quinta-feira (2/10), tivemos um pregão cheio de novidades, misturando tanto o cenário macro quanto o corporativo.

Lá fora, o Fed de Chicago divulgou a estimativa em tempo real para o desemprego nos EUA, que ficou em 4,3% em setembro.

Esse dado tem servido de termômetro enquanto o payroll oficial segue suspenso pelo shutdown do governo americano.

O número acabou mostrando estabilidade no mercado de trabalho, o que ajuda a calibrar as apostas sobre os próximos cortes de juros.

Aqui no Brasil, a Câmara aprovou a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês.

Essa medida deve beneficiar cerca de 16 milhões de pessoas a partir de 2026 e agora segue para o Senado.

No campo corporativo, a Berkshire Hathaway (BRK34, BRK-B) anunciou a compra da OxyChem, divisão química da Occidental, por US$ 9,7 bilhões.

O negócio deve ser concluído ainda no quarto trimestre e vai ajudar a Occidental a reduzir parte da sua dívida.

Já no Brasil, o destaque negativo ficou para a Ambipar (AMBP3), que despencou mais de -60% no pregão.

O mercado segue preocupado com a real situação financeira da empresa e com a possibilidade de um processo de recuperação judicial.

Um abraço e bons investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícia do Dia:

Amazon (AMZO34, AMZN): vai zerar taxas do FBA até 03/12, em disputa com Mercado Livre e Shopee. Saiba mais.

Oncoclínicas (ONCO3): rescindiu contrato para complexo oncológico em SP e divulgou projeções financeiras. Saiba mais.

Gerdau (GGBR4, GOAU4): vai vender 2 mi t/ano de minério de ferro em MG a partir de 2026. Saiba mais.

Raízen (RAIZ4): aprovou incorporação de subsidiária em processo de reorganização societária. Saiba mais.

Aura Minerals (AURA33, AUGO): lançou programa para conversão de BDRs em ações na Nasdaq (3 BDRs = 1 ação). Saiba mais.

MBRF (MBRF3): subsidiária comprou 50% da Gelprime por R$ 312,5 mi. Saiba mais.

Petrobras (PETR4): assinou acordo com a Amazon para combustíveis de baixa emissão em logística. Saiba mais.

Banco Mercantil (BMEB4): fará OPA para fechar capital da Mercantil Financeira (MERC4) a R$ 14,40 por ação. Saiba mais.

Tesla (TSLA34, TSLA): entregou 497 mil veículos no 3T25, acima das expectativas. Saiba mais.

▶ Vídeos do Dia:

O QUE ESPERAR DOS DIVIDENDOS DESSAS 10 AÇÕES | BBSE3, UNIP6, PLPL3, DIRR3, ITSA4, RANI3, ISAE4

Se você comete esses 8 ERROS, não vai GANHAR DINHEIRO na BOLSA

▶ Artigos do Dia:

Economia Brasileira: O que você precisa saber para investir bem

Ouro em 2025: tendência ou bolha? Entenda o papel do ativo

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, eua, fiis, IBOV, ibovespa, ifix, notícias, s&p, s&p500

Ibovespa recua -0,49%; Braskem (BRKM5) dispara +4,57% após Cade aprovar venda.

01/10/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias do dia:

Principais Bolsas

No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em direções opostas.

No Brasil, o Ibovespa recuou -0,49%, encerrando o dia aos 145.517 pontos.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,34%, fechando aos 6.711 pontos.

Shutdown paralisa governo dos EUA, Nike (NIKE34, NKE) divulga resultados trimestrais e Cade aprova venda de controle da Braskem (BRKM5)

Hoje, quarta-feira (1º/10), o mercado foi marcado pelo início do shutdown nos Estados Unidos, já que o Congresso não aprovou o orçamento dentro do prazo.

Essa é a primeira paralisação em quase sete anos e afeta serviços considerados não essenciais, além de milhares de servidores.

O risco é que, se o impasse durar mais tempo, pode até atrasar a divulgação de indicadores importantes, como o payroll.

Estimativas da Bloomberg Economics apontam que, se o shutdown se prolongar por três semanas, a taxa de desemprego americana pode chegar a 4,7%.

No cenário corporativo internacional, a Nike (NIKE34, NKE) divulgou seus resultados do 1º trimestre fiscal de 2026.

A receita subiu 1%, para US$ 11,7 bilhões, puxada pelo atacado, mas houve queda nos canais diretos, principalmente no digital.

O lucro líquido, por outro lado, caiu 31%, para US$ 727 milhões, mostrando margens mais pressionadas.

Aqui no Brasil, o destaque ficou com a Braskem (BRKM5), que fechou entre as maiores altas do Ibovespa depois que o Cade aprovou sem restrições a venda do controle da companhia — hoje nas mãos da Novonor — para um fundo ligado ao empresário Nelson Tanure.

Esse era um processo que já se arrastava há anos e, finalmente, parece ter chegado ao fim.

Um abraço e bons investimentos

Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

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▶ Notícias do Dia:

Azul (AZUL4): Ebitda ajustado caiu 6,2% em agosto, para R$ 664,9 mi. Saiba mais.

RD Saúde (RADL3): aprovou JCP de R$ 140,7 mi (R$ 0,06/ação; yield 0,37%). Saiba mais.

Pague Menos (PGMN3): definiu preço de R$ 3,50 por ação em aumento de capital de R$ 140 mi. Saiba mais.

Moura Dubeux (MDNE3): registrou R$ 1,1 bi em vendas líquidas no 3T25 (+6% a/a). Saiba mais.

Tupy (TUPY3): MWM firmou parceria com a chinesa Yuchai para distribuição e desenvolvimento de motores. Saiba mais.

Americanas (AMER3): aceitou proposta de R$ 152,9 mi da BandUP! pela Uni.Co. Saiba mais.

Berkshire Hathaway (BERK34, BRK-B): está perto de comprar a OxyChem por US$ 10 bi. Saiba mais.

PetroRecôncavo (RECV3): comprou 50% dos ativos de gás da 3R Potiguar por R$ 168,8 mi. Saiba mais.

EUA: governo entrou em paralisação após impasse no orçamento. Saiba mais.

Gerdau (GOAU4, GGBR4): prevê investir R$ 4,7 bi em 2026, queda de 21,7% vs. 2025. Saiba mais.

▶ Vídeo do Dia: OURO DISPARA QUASE 50% EM 2025: BOA PROTEÇÃO PARA CARTEIRA OU BOLHA?

▶ Artigos do Dia:

Klabin (KLBN11): fundamentos sólidos, mas ações ainda de lado em 2025

Os investidores perdem dinheiro no longo prazo

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Ouro em 2025: tendência ou bolha? Entenda o papel do ativo

01/10/2025 Por Tiago Prux
ouro

Em 2025, o ouro se consolidou como o grande destaque entre os ativos globais.

Enquanto o Ibovespa sobe mais de 20% e o CDI entrega retornos de dois dígitos, o ouro acumula valorização próxima de 50% em dólares e cerca de 28% em reais, mesmo com a queda do dólar.

Esse movimento trouxe de volta a discussão: trata-se de uma bolha ou de fundamentos sólidos sustentando os preços?

RESERVA DE VALOR E CICLOS DE INCERTEZA

O ouro sempre foi reconhecido como reserva de valor, especialmente em momentos de instabilidade.

Seu caráter limitado o torna uma proteção natural contra crises, sendo historicamente utilizado como lastro monetário e, mais recentemente, como ativo de diversificação em carteiras globais.

A comparação com o Bitcoin também ganhou força, já que ambos compartilham o mesmo princípio de escassez.

COMPRAS DE BANCOS CENTRAIS E INFLAÇÃO PERSISTENTE

Um dos principais motores da valorização atual é a atuação dos bancos centrais.

Países como China, Índia, Rússia e Turquia vêm aumentando suas reservas em ritmo recorde, superando 100 toneladas adquiridas no último ano.

Esse movimento reflete a busca por reduzir a dependência do dólar.

Além disso, a inflação, que voltou a ganhar força após a pandemia, reforça o apelo do ouro.

Mesmo com cortes de juros nos Estados Unidos, os índices permanecem elevados em termos históricos, e o ambiente de “dinheiro abundante” emitido por bancos centrais sustenta a procura.

DEMANDA ESTRUTURAL EM ASCENSÃO

Outro fator pouco comentado é a demanda estrutural crescente.

A classe média em expansão na Índia e na China — dois países responsáveis por até 65% da demanda mundial por joias — deve impulsionar o consumo interno de ouro nas próximas décadas.

O fator cultural, especialmente na Índia, amplia ainda mais esse movimento.

OFERTA RESTRITA E USO TECNOLÓGICO

Do lado da oferta, há limitações claras. A produção global cresce em ritmo muito inferior à demanda, não passando de 1% a 1,5% ao ano.

Ao mesmo tempo, a utilização do ouro em componentes tecnológicos, semicondutores e dispositivos eletrônicos adiciona pressão estrutural sobre os preços.

PERSPECTIVAS À FRENTE

A combinação entre reservas limitadas, procura crescente de bancos centrais, consumo cultural em expansão e uso tecnológico reforça uma conjuntura extremamente favorável.

Embora correções de curto prazo façam parte do comportamento de qualquer commodity, os fundamentos atuais indicam que a valorização não é apenas especulativa.

CONCLUSÃO: TENDÊNCIA OU BOLHA?

Apesar da alta expressiva em 2025, os fatores estruturais de demanda e a oferta restrita sugerem que o movimento vai além de uma bolha passageira.

O ouro permanece como um dos ativos mais importantes para diversificação e proteção, sustentado por forças globais de longo prazo.

Para investidores, o recado é claro: mais do que acompanhar variações momentâneas, o essencial é entender o papel estratégico do ouro dentro da carteira.

VEJA COMO NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES SE DESTACAM

Assim como o ouro cumpre um papel estratégico em momentos de incerteza, nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo foram estruturadas para unir consistência, diversificação e proteção ao investidor.

Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras frente ao Ibovespa e a outros índices de referência:

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Ibovespa recua; WEG (WEGE3) anuncia plano bilionário; MRV (MRVE3) avança +3,19%.

30/09/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,07%, aos 146.237 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,41%, fechando aos 6.688 pontos.

Shutdown nos EUA marca o dia, desemprego no Brasil segue em mínima histórica, WEG (WEGE3) anuncia plano bilionário e MRV (MRVE3) conclui venda de ativos no exterior 

Hoje, terça-feira (30/09), o mercado foi marcado por uma série de acontecimentos relevantes, tanto lá fora quanto aqui no Brasil.

Nos Estados Unidos, tivemos o chamado shutdown parcial do governo, já que republicanos e democratas não chegaram a um acordo sobre o orçamento.

Essa paralisação interrompe parte das atividades públicas consideradas não essenciais e sempre gera dúvidas sobre os impactos na economia — em outras ocasiões, períodos mais longos chegaram a afetar o PIB e até atrasar a divulgação de dados importantes, como o payroll.

Por aqui, o IBGE confirmou a taxa de desemprego do trimestre encerrado em agosto em 5,6%, repetindo a mínima histórica da série iniciada em 2012 e em linha com o que o mercado já projetava.

No campo corporativo, destaque para a WEG (WEGE3), que anunciou um plano de investimentos bilionário até 2028.

Só a construção de um novo parque fabril em Jaraguá do Sul (SC) vai consumir R$ 900 milhões, com foco em equipamentos de grande porte, como turbogeradores e motores de alta rotação, além de serviços para turbinas e geradores.

Fora isso, a empresa ainda vai investir R$ 160 milhões na expansão da fábrica local, ampliando a área produtiva em mais de 11 mil m².

E quem também chamou atenção foi a MRV (MRVE3), que anunciou a venda de quatro terrenos nos Estados Unidos, nos estados do Texas e da Geórgia.

O negócio arrecadou US$ 32 milhões, acima do previsto inicialmente, reforçando o caixa da companhia e colocando o papel entre as maiores altas do Ibovespa no dia.

Um abraço e ótimos investimentos,
Tiago Prux

Conteúdos Exclusivos do dia

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▶ Notícias do Dia:

Iochpe-Maxion (MYPK3): aprovou JCP de R$ 46 mi (R$ 0,26/ação; yield 2,21%). Saiba mais.

CSU Digital (CSUD3): aprovou JCP de R$ 7,1 mi (R$ 0,14/ação; yield 0,80%). Saiba mais.

Santos Brasil (STBP3): pediu mudança para categoria “B” e terá fechamento de capital. Saiba mais.

Banrisul (BRSR6): fechou contrato de 5 anos com a Wiz (WIZC3) para distribuição de crédito. Saiba mais.

Sabesp (SBSP3): terá impacto de R$ 107 mi na provisão do Fausp no 3T25. Saiba mais.

Brasil: taxa de desemprego ficou em 5,6% no trimestre até agosto, mínima histórica. Saiba mais.

Ambipar (AMBP3): contratou BR Partners para auxiliar em reestruturação de dívida. Saiba mais.

Braskem (BRKM5): contratou assessores para renegociar dívida de US$ 8,5 bi e estuda recuperação extrajudicial. Saiba mais.

Vale (VALE3): subsidiária VBM iniciou operação de novo forno em Onça Puma, elevando capacidade de níquel em 60%. Saiba mais.

▶ Vídeo do Dia: KLBN11, KLBN4, KLBN3 | O QUE ESTÁ ACONTECENDO AS AÇÕES DA KLABIN?

▶ Artigo do Dia: Como construir uma ótima Carteira de Ações?

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Klabin (KLBN11): fundamentos sólidos, mas ações ainda de lado em 2025

30/09/2025 Por Tiago Prux
Klabin KLBN11

No início de 2025, a expectativa era que a melhora dos resultados da Klabin se refletisse rapidamente no preço das ações.

No entanto, mesmo com evolução operacional, a companhia acumula queda de quase 19% no ano, em contraste com outras empresas que dispararam no mesmo período, como Itaúsa, Banco Inter e Aura Minerals.

Esse cenário reforça a lição de que nem sempre o mercado acompanha, no curto prazo, a melhora dos fundamentos.

INVESTIMENTOS E VANTAGENS COMPETITIVAS

A Klabin, assim como a Suzano, tem aproveitado os últimos anos para realizar investimentos de grande porte, mesmo às custas de maior alavancagem.

O setor de celulose e papel é considerado uma das principais commodities brasileiras, com custo de produção imbatível no cenário global.

Embora os preços da celulose estejam pressionados, a companhia segue gerando caixa e pagando dividendos, sustentada por tendências estruturais positivas: avanço do e-commerce, substituição do plástico por papel e expansão das classes médias na China e Índia.

PROJETO PUMA II E RECEITA CONTRATADA

O grande destaque recente é o Projeto Puma II, iniciado em 2023, com investimento superior a R$ 12 bilhões — o maior da história da Klabin.

A expansão adicionou mais de 910 mil toneladas anuais à capacidade de papel.

Parte dessa produção já nasceu com 100% da venda assegurada, sendo 70% via contratos de longo prazo.

Essa característica garante estabilidade de receita mesmo em um setor cíclico, conferindo previsibilidade rara entre empresas listadas.

CRESCIMENTO DE RECEITA E EFICIÊNCIA OPERACIONAL

De 2013 até os últimos 12 meses, a receita líquida da Klabin saltou de R$ 4,5 bilhões para mais de R$ 20 bilhões.

Além disso, a companhia conseguiu aumentar volumes mesmo com preços pressionados e dólar mais fraco, mantendo custos sob controle.

Essa disciplina operacional reforça a eficiência da Klabin: ao contrário de muitas empresas que veem despesas crescerem junto ao faturamento, a companhia consegue escalar mantendo margens.

DÍVIDA ELEVADA, MAS SOB CONTROLE

A alavancagem segue como um ponto de atenção.

Embora a dívida líquida seja alta, a relação com o EBITDA mostra estabilidade.

A fase de maiores investimentos já passou, e a tendência para os próximos anos é de geração crescente de caixa e lucros, abrindo espaço para dividendos mais robustos.

O setor de celulose também pode se beneficiar de recuperação de preços no médio prazo, o que reforça a atratividade do case.

O QUE ESPERAR DA KLABIN

A companhia vem entregando os resultados prometidos em termos de receita, eficiência e expansão de capacidade.

A dívida segue elevada, mas o ciclo de investimentos mais pesados ficou para trás, favorecendo a geração de caixa e a remuneração ao acionista.

Ainda que o preço da ação esteja em compasso lateral, os fundamentos permanecem construtivos.

A valorização tende a vir quando o mercado voltar a precificar a última linha do balanço e a normalização dos preços da celulose.

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