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Tiago Prux

Bradesco (BBDC4): é hora de vender após a alta das ações?

31/10/2025 Por Tiago Prux
Bradesco (BBDC4)

O Bradesco divulgou nesta semana seus resultados trimestrais e, apesar da alta recente das ações, muitos investidores ainda se perguntam se vale a pena manter posição no papel.

O setor financeiro segue sendo estratégico nas nossas recomendações de longo prazo, tanto no Brasil quanto no exterior, mas é importante analisar o desempenho do banco sob uma ótica fundamentalista e de longo prazo.

RESULTADOS DO TRIMESTRE

O trimestre foi positivo quando comparado ao próprio histórico do Bradesco, já que o banco vinha de resultados fracos há vários anos.

A receita total subiu 13%, alcançando R$ 35 bilhões, com destaque para a margem financeira e o segmento de seguros, cuja receita também cresceu 13%.

O lucro líquido somou R$ 6,2 bilhões, alta de 18% em relação ao mesmo período do ano passado, e o ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) ficou em 14,7%.

DESAFIOS E PONTOS DE PRESSÃO

Por outro lado, o custo de crédito e as despesas operacionais seguem elevados, o que limita a expansão da rentabilidade.

O banco ainda enfrenta dificuldades em controlar custos e melhorar a eficiência, um desafio que persiste há mais de uma década.

Desde 2014, o lucro líquido e o ROE do Bradesco praticamente estagnaram, enquanto concorrentes como o Itaú e bancos menores cresceram de forma consistente.

OPERAÇÃO DE SEGUROS: O DESTAQUE DO BANCO

Dentro do grupo, o ponto forte continua sendo a operação de seguros, responsável por cerca de um terço do lucro total, com um ROE de 22%.

Ainda assim, quando comparamos com o Itaú, cuja operação de seguros chega a apresentar rentabilidade entre 45% e 50%, fica evidente que o Bradesco entrega menor eficiência e retorno.

DESEMPENHO HISTÓRICO E PERSPECTIVAS

O grande problema estrutural é que o Bradesco não consegue sustentar um ROE acima de 20% desde 2011, nível considerado o mínimo para que grandes bancos consigam crescer e remunerar bem os acionistas.

Enquanto o Itaú mantém margens elevadas e estabilidade operacional, o Bradesco segue pressionado por provisões e custos de crédito, o que compromete a geração de valor no longo prazo.

VISÃO DE LONGO PRAZO

Mesmo com a valorização recente das ações — que acumulam alta próxima de 70% em 2025, a melhora parece mais conjuntural do que estrutural.

No longo prazo, existem alternativas mais atrativas dentro do setor financeiro, com margens superiores, crescimento mais consistente e melhor geração de dividendos.

Dessa forma, entendemos que a alta recente representa uma boa oportunidade para reduzir posição ou vender as ações do Bradesco, realocando o capital em instituições com fundamentos mais sólidos e perspectivas mais consistentes de rentabilidade.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:

 

COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS

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Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Carteiras de Investimentos, Economia & Investimentos Tags bancos, bbdc3, bbdc4, bradesco, dividendos, itau, setor financeiro Deixe um comentário

Vale (VALE3) supera expectativas e lucra US$ 2,68 bilhões no 3º trimestre de 2025

31/10/2025 Por Tiago Prux
vale3 (1)

A Vale (VALE3) registrou lucro líquido de US$ 2,68 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 27% na comparação trimestral, superando a projeção da LSEG, que era de US$ 2,1 bilhões.

A receita líquida atingiu US$ 10,4 bilhões, avanço de 9% em 12 meses, enquanto o Ebitda ajustado proforma foi de US$ 4,4 bilhões, acima das estimativas de US$ 4,1 bilhões.

O fluxo de caixa livre recorrente somou US$ 1,6 bilhão, impulsionado pelo desempenho operacional e menor impacto de capital de giro.

A dívida líquida expandida caiu para US$ 16,6 bilhões, dentro da faixa-alvo de US$ 10 a 20 bilhões, o que praticamente afasta a chance de dividendos extraordinários.

A mineradora destacou a execução bem-sucedida de sua estratégia de portfólio, com melhoria nos prêmios do minério de ferro e avanço no projeto Onça Puma, que adicionou 15 mil toneladas anuais de capacidade de níquel.

A Vale também informou progresso nas ações de reparação de Brumadinho e na descaracterização de barragens, reforçando seu compromisso com segurança operacional.

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Marcopolo (POMO4) tem leve queda no lucro, mas mantém perspectiva positiva para fim do ano

31/10/2025 Por Tiago Prux
marcopolo em baixa 1181x640 (1)

A Marcopolo (POMO4) registrou lucro líquido de R$ 329,6 milhões no terceiro trimestre de 2025, queda de 1,8% em relação ao mesmo período do ano anterior e levemente acima da projeção da LSEG, de R$ 322,9 milhões.

O Ebitda somou R$ 419,8 milhões, recuo de 9,9% na base anual e abaixo da estimativa de R$ 451,2 milhões.

A receita operacional líquida avançou 8,2%, para R$ 2,5 bilhões, com destaque para o forte crescimento das exportações (+43%) e das operações internacionais (+51,3%), que compensaram a queda de 15,2% nas receitas no Brasil.

A produção ficou praticamente estável em 4.127 unidades, enquanto o mercado doméstico recuou 2,2%. A empresa atribuiu o menor ritmo interno aos altos custos de financiamento.

Para o quarto trimestre, a Marcopolo espera manter volumes elevados nos segmentos de rodoviários e urbanos e prevê uma nova licitação do programa Caminho da Escola, que deve sustentar a demanda até o fim do ano.

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Ações da Amazon (AMZO34, AMZN) disparam com forte avanço da AWS

31/10/2025 Por Tiago Prux
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As ações da Amazon (AMZO34, AMZN) subiam forte nesta sexta-feira (31/10), após a companhia reportar crescimento de 20% na receita de sua unidade de nuvem, a Amazon Web Services (AWS), no terceiro trimestre, superando as estimativas do mercado e indicando uma possível virada no segmento.

O lucro por ação foi de US$ 1,95, superando a projeção de US$ 1,56, enquanto a receita subiu 13% em relação ao ano anterior, para US$ 180,2 bilhões, acima dos US$ 177,75 bilhões estimados.

O destaque ficou para a Amazon Web Services (AWS), cuja receita cresceu 20%, para US$ 33 bilhões, no ritmo mais forte desde 2022, impulsionada pela maior demanda por soluções de nuvem e inteligência artificial.

Segundo o CEO Andy Jassy, a unidade de nuvem está “reacelerando” e expandindo capacidade, com 3,8 gigawatts adicionados no último ano.

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Por que WEGE3 está caindo? O que fazer com ações da WEG?

31/10/2025 Por Tiago Prux
WEGE3

Por que a WEG está caindo tanto em 2025?

Como foram os resultados?

E o que fazer com as ações WEGE3 hoje?

Neste artigo, vamos responder essas e outras dúvidas sobre a situação de uma das empresas favoritas dos investidores brasileiros.

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A WEG?

As ações da WEG (WEGE3), que estiveram entre as maiores altas do Ibovespa em 2024, vêm sofrendo uma correção em 2025, acumulando queda de mais de 23%.

Parte desse recuo foi intensificada após o anúncio de possíveis tarifas de 50% sobre o cobre por Donald Trump — o que afeta diretamente os custos da companhia.

A pressão sobre os papéis também se explica pela frustração com os resultados recentes: no 4T24, o lucro decepcionou mesmo com crescimento de receita; e no 1T25, apesar dos números sólidos, a leve pressão nas margens reforçou a percepção de desaceleração na rentabilidade.

O mercado, mais exigente após anos de forte desempenho, reagiu com cautela.

Mas o que fazer agora? Será que a WEG perdeu a sua eficiência? Vamos descobrir:

O QUE VOCÊ DEVE TER EM MENTE SOBRE ESSA QUEDA DA WEGE3

Antes de falarmos da situação da WEG, é importante mencionarmos alguns pontos aos quais o investidor deve atentar.

1 – NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE AS AÇÕES DA WEG CAEM

Esse está longe de ser o período de maior queda da WEG. Já vimos as ações WEGE3 caírem em várias outras ocasiões:

  • Entre dezembro de 2024 e abril de 2025: queda de 20%
  • Entre dezembro de 2020 e julho de 2020: queda de 5%
  • Entre fevereiro e março de 2020 (pandemia): queda de 52%
  • Entre julho de 2015 e julho de 2018: queda de 10%
  • Entre julho de 2015 e fevereiro de 2016: queda de 36%
  • Entre novembro de 2011 e agosto de 2011: queda de 35%
  • Entre novembro de 2007 e outubro de 2012: queda de 15%
  • Entre novembro de 2007 e novembro de 2008 (crise do subprime): queda de 66%

Esses movimentos fazem parte da natureza do mercado.

Não existe nenhuma ação na Bolsa brasileira ou americana com mais de 10 ou 15 anos de história que não tenha passado por quedas expressivas em determinados momentos.

Ainda assim, muitas delas — como a própria WEG — conseguiram entregar resultados excepcionais no longo prazo.

Por isso, mais importante do que olhar apenas para o curto prazo é entender os fundamentos da empresa.

Apesar da pressão recente nas ações e do impacto das possíveis tarifas sobre o cobre, a WEG segue sendo uma empresa eficiente, com fundamentos sólidos, crescimento consistente e forte capacidade de adaptação.

A queda atual parece muito mais uma correção diante de expectativas elevadas do que uma mudança estrutural nos negócios.

Para quem investe com foco no longo prazo, esse pode ser justamente um momento de oportunidade: entrar em uma das líderes globais mais bem posicionadas, que segue com excelentes perspectivas para os próximos anos.

2 – MESMO COM QUEDAS, A WEG ACUMULA +2.583% DESDE 2007

Isso mesmo: se olharmos a WEG desde novembro de 2007 até hoje, ela teve uma alta de 2.583%.

Mesmo quem comprou no pico de 2007, antes da crise do subprime — quando as ações caíram 66% —, teve uma valorização gigantesca.

Praticamente nenhum outro investimento entregou esse retorno.

3 – NO LONGO PRAZO, O PREÇO SEGUE O LUCRO

E por que ela teve essa alta? Porque os resultados da empresa cresceram.

No longo prazo, o preço segue o lucro: se a empresa cresce, o lucro cresce, os dividendos aumentam e mais pessoas querem comprar as ações.

Foi exatamente assim com a WEG.

Ou seja, se a empresa continuar entregando lucros consistentes no longo prazo, podemos seguir esperando bons resultados.

4 – OSCILAÇÕES FAZEM PARTE, ESPECIALMENTE QUANDO SE É SÓCIO DE UMA EMPRESA EXCEPCIONAL

Eu sempre digo aos nossos clientes que é essencial ter uma boa relação com os investimentos.

Ficar preocupado diariamente com altas e baixas, resultados trimestrais ou notícias políticas e econômicas não traz uma relação saudável com a carteira.

Muita gente, por isso, acaba enxergando os investimentos como um problema — e não como uma solução.

Mas investir na Bolsa é uma solução.

Se você vê como um problema ser sócio de uma empresa fantástica como a WEG, você está deixando fatores externos e emocionais afetarem suas decisões.

E a questão psicológica é muito mais forte do que a técnica.

Aqui na Capitalizo, nossos clientes recebem todas as informações sobre o que fazer e o que não fazer, mas o investidor precisa também estar preparado emocionalmente para suportar as oscilações naturais do mercado.

O QUE FAZER COM SUAS AÇÕES WEGE3?

Depois de tudo isso, o que você deve fazer com suas ações da WEG?

Vamos aos pontos que realmente importam para nossa análise aqui na Capitalizo:

  • A WEG tem um bom histórico? Sim.
  • Tem bons fundamentos? Sim.
  • O fundamento de longo prazo mudou porque caiu 10% este ano? Não.
  • O fundamento mudou porque o resultado veio abaixo do esperado? Não.

Lembre-se: o que acontece no curto prazo é apenas ruído de mercado.
O investidor não pode se deixar levar por isso.

Muitas pessoas têm boas carteiras, mas acabam perdendo dinheiro por vender ativos ou comprar por motivos errados, baseados apenas em movimentos de curto prazo.

Então, muito cuidado para não fazer movimentos sem sentido.

É importante olhar além da cotação e entender a empresa por trás dela. Se for uma boa empresa, é uma grande oportunidade para o longo prazo.

Aqui na Capitalizo, temos um time de especialistas trabalhando todos os dias para trazer as melhores oportunidades de investimento, sempre embasadas em fundamentos e análises profundas.

Isso cria resultados incríveis, como os da Carteira Tiago Prux, pensada e estruturada para quem segue a filosofia Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.

Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para manter sua carteira 100% atualizada e “à prova de crises”.

Entenda a estratégia da carteira no vídeo abaixo.

COMO TER ACESSO À NOSSA CARTEIRA

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Ibovespa sobe; Ferbasa (FESA4) dispara +7,5%; Carteira Dividendos+ bate recorde

30/10/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (30/10):

Ibovespa sobe; Ferbasa (FESA4) dispara após anúncio 

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em leve alta de +0,10%, aos 148.780 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,99%, fechando o dia nos 6.822 pontos.

Um dos principais destaques de alta foi a Ferbasa (FESA4), que disparou +7,51%.

A companhia aprovou a distribuição de R$ 213 milhões em Juros sobre o Capital Próprio (JCP), equivalente a um valor líquido total de R$ 0,55 por ação preferencial, de forma parcelada.

A primeira parcela, de R$ 73 milhões, será paga em 5 de dezembro de 2025, com valor de R$ 0,18 por ação preferencial, resultando em um yield aproximado de 2,5%.

A segunda parcela, de R$ 140 milhões, será paga em 12 de junho de 2026, com valor líquido de R$ 0,36 por ação preferencial, representando um yield aproximado de 4,8%.

Terão direito aos proventos os acionistas com posição em 5 de novembro, e os papéis serão negociados ex-juros a partir de 6 de novembro.

Um belo pagamento de “dividendos”.

Carteira Dividendos+ bate recorde 

Apesar de focarmos em entregar ganhos consistentes ao longo do tempo, entendemos a importância de comemorar as conquistas de curto prazo.

Nesse sentido, informamos que a Carteira Dividendos+ bateu recorde de rentabilidade, ultrapassando os +470% de retorno.

Agradecemos aos nossos clientes que confiam seu dinheiro em nossas recomendações.

Segue o gráfico comparativo entre a Carteira, o Ibovespa e o IDIV, desde 2017:

Vale ressaltar que, atualmente, a Carteira Dividendos+ tem um yield anual médio de 8,5% — ou seja, conseguimos entregar crescimento do patrimônio e dos dividendos.

Além disso, no formato em que a Carteira está estruturada, recebemos dividendos todos os meses.

⚠️ Importante: retorno passado não é garantia de retorno futuro, mas mostra que estamos no caminho certo.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

LOG (LOGG3): divulga resultados do 3T25. Saiba mais.

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▶ Artigo do Dia: Estratégia de Swing Trade da Capitalizo: mais de 700% de retorno

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, eua, fiis, IBOV, ibovespa, notícias, s&p, s&p500

Meta (M1TA34, META) registra despesa extraordinária de US$ 16 bilhões e projeta aumento de investimentos em IA

30/10/2025 Por Tiago Prux
META

A Meta (M1TA34, META) reportou uma despesa extraordinária de quase US$ 16 bilhões no 3T25 relacionada ao projeto de lei Big Beautiful Bill, de Donald Trump, impactando seu lucro líquido, que ficou em US$ 2,71 bilhões. Sem esse efeito, o lucro teria sido de US$ 18,64 bilhões.

A empresa anunciou que seus investimentos de capital em 2026 devem ficar entre US$ 70 bilhões e US$ 72 bilhões, acima da previsão anterior de US$ 66 bilhões a US$ 72 bilhões.

A companhia segue expandindo suas plataformas de anúncios, incluindo WhatsApp e Threads, e intensifica o investimento em inteligência artificial por meio da unidade Superintelligence Labs, com centenas de bilhões de dólares destinados a data centers e aquisição de chips de IA da Nvidia.

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EUA e China firmam trégua comercial de um ano após encontro entre Trump e Xi Jinping

30/10/2025 Por Tiago Prux
EUA CHINA (1)

Os Estados Unidos e a China chegaram a um acordo de trégua comercial de um ano após a primeira reunião entre Donald Trump e Xi Jinping em seis anos, durante a cúpula da Apec, em Busan, na Coreia do Sul.

O entendimento suspende tarifas e restrições que vinham ampliando as tensões entre as duas maiores economias do mundo. Entre os pontos acordados, a China retirou controles sobre exportações de terras raras, enquanto os EUA congelaram novas restrições tecnológicas.

Washington também reduziu de 20% para 10% as tarifas sobre produtos chineses ligados ao fentanil, e Pequim prometeu intensificar o combate à exportação de precursores químicos.

Os países ainda suspenderam tarifas sobre embarcações e empresas de logística e retomaram a cooperação agrícola, incluindo a compra de soja americana. Trump afirmou que o “problema das terras raras foi resolvido” e anunciou que revisará o pacto anualmente.

A Casa Branca confirmou novos encontros entre os líderes em 2026, com visita de Trump à China em abril. Apesar da trégua, o mercado reagiu com cautela, e os índices futuros de Nova York operaram em leve queda nesta quinta-feira.

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Bradesco (BBDC4) registra lucro de R$ 6,2 bilhões no 3T25, acima das projeções do mercado

30/10/2025 Por Tiago Prux
bradesco garcia (1)

O Bradesco (BBDC4) reportou lucro líquido recorrente de R$ 6,2 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 18,8% em relação ao mesmo período de 2024 e acima da estimativa de R$ 6,05 bilhões da LSEG.

O retorno sobre o patrimônio (ROAE) atingiu 14,7%, frente a 14,6% no trimestre anterior e 12,4% há um ano.

A carteira de crédito expandida somou R$ 1,03 trilhão, crescimento de 9,6% na comparação anual, com destaque para pessoa física (+13,8%).

As receitas totais chegaram a R$ 35 bilhões (+13,1%), impulsionadas pela alta de 16,9% na margem financeira. A inadimplência acima de 90 dias permaneceu estável em 4,1%, enquanto o índice de capital nível 1 ficou em 13,4%.

O banco manteve suas projeções para 2025, com expectativa de expansão de 4% a 8% na carteira de crédito.

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3 ações baratas que pagam bons dividendos em 2025

30/10/2025 Por Tiago Prux
CAPA

Em um momento em que as taxas de juros seguem em queda gradual e o investidor volta a buscar alternativas de renda variável com bom retorno, ações baratas e que pagam dividendos consistentes voltam a ganhar destaque na Bolsa.

Entre as oportunidades do mercado, alguns bancos médios e empresas do setor elétrico se destacam por unirem valuation atrativo e pagamento recorrente de lucros, oferecendo um equilíbrio entre preço, estabilidade e valorização.

A seguir, destacamos três companhias que se enquadram nesse perfil: duas já consolidadas como boas pagadoras de dividendos e uma com forte potencial de crescimento e aumento de distribuição nos próximos anos.

BANCO BMG (BMGB4)

O Banco BMG passou por uma transformação relevante no modelo de negócio, diversificando receitas e melhorando a previsibilidade operacional.

Além disso, implementou um modelo de pagamento trimestral de dividendos, o que garante um fluxo mais estável ao investidor.

Apesar de o resultado recente ter vindo um pouco pressionado, as perspectivas são positivas, especialmente com o avanço dos bancos médios e pequenos, que devem crescer a taxas superiores às dos grandes bancos nos próximos anos.

Considerando o preço atual da ação e as projeções de lucro para os próximos 12 meses, o BMG tem potencial de yield entre 6% e 7%, patamar considerado atrativo para o setor.

Trata-se de um banco eficiente, diversificado e com boa remuneração ao acionista — ideal para quem busca estabilidade com rentabilidade.

TRANSMISSÃO PAULISTA (TRPL4)

A Transmissão Paulista é um dos nomes mais tradicionais quando o assunto é dividendos consistentes.

O setor de transmissão de energia é o mais previsível dentro do segmento elétrico, já que os contratos são de longo prazo e corrigidos pela inflação.

Historicamente, a companhia figura entre as principais pagadoras da B3, com dividend yield em torno de 8% e grande regularidade de distribuição.

Um ponto de atenção está relacionado à indenização de RBSE, um crédito contábil de longa data que ainda pode sofrer revisões por parte do regulador, representando o principal risco de curto prazo.

Por outro lado, há possibilidade de a empresa realizar pagamentos extraordinários ainda neste ano, antecipando dividendos antes da possível tributação sobre lucros distribuídos.

Caso isso se confirme, o yield total pode superar 10% em 2025.

Mesmo com menor potencial de crescimento, a Transmissão Paulista se mantém como uma das melhores opções de renda previsível na Bolsa.

BANCO MERCANTIL (BMEB4)

O Banco Mercantil é um caso de crescimento acelerado aliado a forte geração de valor.

Embora o dividend yield atual esteja em torno de 2,5%, isso ocorre porque as ações subiram mais de 400% em dois anos, de R$ 10 em 2023 para cerca de R$ 56 atualmente.

Mesmo com essa disparada, o banco deve distribuir entre 6% e 8% de yield em 2025, considerando o lucro projetado e o preço atual.

O foco no público 50+ e beneficiários do INSS garante previsibilidade e fidelização, já que esse grupo deve crescer fortemente nas próximas décadas.

Com estrutura enxuta e operação rentável, o Mercantil se consolida como um banco de alta rentabilidade e baixo risco, com espaço para se tornar um dos maiores pagadores de dividendos entre os bancos médios.

VISÃO GERAL

Entre os três nomes analisados, BMG e Transmissão Paulista já entregam dividendos elevados e consistentes, enquanto o Mercantil representa uma aposta de crescimento com geração futura de renda acima da média.

O ponto em comum é que todas combinam bons fundamentos e valuation atrativo, mostrando que ainda é possível encontrar ações baratas que pagam dividendos sólidos e têm espaço para crescer ao longo do tempo.

DETALHES E RESULTADOS DA CARTEIRA DE DIVIDENDOS

Abaixo, você confere o gráfico de resultados da Carteira Dividendos+ e um vídeo explicativo mostrando em detalhes como ela funciona na prática:

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Dividendos+ está disponível para os assinantes da Capitalizo Invest.

Ela foi desenvolvida especialmente para quem investe com foco na aposentadoria e deseja construir uma renda extra todos os meses.

E o melhor: com apenas 10 minutos por mês, você consegue acompanhar e seguir as recomendações com praticidade.

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