Ibovespa cai -0,67% na semana; Dólar tem o menor valor em 8 meses

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Ibovespa cai -0,67% na semana; Dólar tem o menor valor em 8 meses

No último pregão da semana, as principais bolsas fecharam em direções opostas.

No Brasil, o Ibovespa caiu -0,10%, aos 136.102 pontos. No acumulado da semana, o Ibov recuou -0,67%.

Já nos Estados Unidos, o S&P500 apresentou uma boa alta de +1,03%, fechando o dia em 6.000 pontos. Considerando a variação semanal, o S&P avançou +1,5%.

Destaco também o Dólar, que caiu -3% nesta semana, atingindo R$ 5,58 – o menor valor em oito meses.

Você realmente conhece seus investimentos?

Eu costumo dizer que a surpresa ou a quebra de expectativa do investidor com algo do mercado é proporcional ao conhecimento que ele possui dos seus investimentos.

No último mês de maio, quando o Banco do Brasil (BBAS3) divulgou seus resultados, ficamos impressionados com a quantidade de investidores e profissionais do mercado se dizendo “surpresos” com os números apresentados.

Digo isso, pois o próprio BB já vinha aumentando suas projeções de perdas e provisões. Além disso, não era segredo para ninguém que o agronegócio, de uma maneira geral, teve um ano de 2024 fraco.

Muita gente se “surpreendeu” com um cenário que já estava “desenhado”.

O que importa é a previsibilidade?

Hoje pela manhã, eu estava conversando com um cliente do nosso serviço de consultoria e ele disse que estava “desanimado em investir no Brasil, pois a bagunça econômica era muito grande”.

Prontamente, eu respondi que o Brasil é um dos lugares mais previsíveis de se investir, pois as tendências de longo prazo estão bem definidas: juros altos, inflação crescente, dólar se valorizando, bagunça na economia e política.

Ou seja, o grau de previsibilidade é muito alto. Sei que isso é um tanto quanto contraintuitivo, mas é a realidade.

Tanto é verdade, que o Brasil tem uma das melhores “Rendas Fixas” do mundo, graças aos juros elevados. Se o dólar tem uma clara tendência de alta, as ações de empresas exportadoras costumam ganhar muito dinheiro.

Não se trata de achar algo bom ou ruim, mas de saber que é possível ganhar dinheiro, independente do cenário.

Pense nisso.

Um grande abraço e ótimo final de semana,

Tiago

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📰 Notícia do Dia:

Casas Bahia (BHIA3): anunciou a conversão de R$ 1,5 bilhão em debêntures em ações, o que deve reduzir significativamente a dívida e atrair um novo controlador para a companhia. Saiba mais.

Zamp (ZAMP3): Mubadala protocolou OPA para fechar o capital da empresa a R$ 3,50 por ação, com leve prêmio sobre o último fechamento. Saiba mais.

Payroll dos EUA: criação de vagas desacelera em maio para 139 mil, abaixo de abril, mas supera as expectativas do mercado. Desemprego segue estável em 4,2%. Saiba mais.

📹 Vídeo do Dia: O QUE ESPERAR DOS DIVIDENDOS DESSAS 4 AÇÕES? CONFIRA NOSSA ANÁLISE DE SUZB3, CSMG3, VIVT3 E ISAE4 

📑 Artigo do Dia: Estratégia de Swing Trade da Capitalizo: mais de 700% de retorno 

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Payroll dos EUA em maio fica abaixo de abril, mas supera expectativas

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O payroll dos Estados Unidos, que mede a criação de vagas fora do setor agrícola, registrou 139 mil novas vagas em maio, abaixo dos 147 mil de abril, segundo dados revisados pelo Departamento do Trabalho.

Apesar da queda, o número ficou acima da expectativa dos analistas, que previam 130 mil vagas. As estimativas variaram entre 75 mil e 190 mil empregos criados.

A taxa de desemprego se manteve estável em 4,2%. Grande parte do crescimento no emprego este ano está ligado ao aumento da contratação pelas empresas.

Mubadala faz OPA para fechar capital da Zamp (ZAMP3) a R$ 3,50 por ação

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O Mubadala Capital, controlador da Zamp (ZAMP3), protocolou pedido de OPA para fechar o capital da operadora do Burger King. A oferta será de R$ 3,50 por ação, um prêmio de 1,45% sobre o último fechamento.

Desde que assumiu o controle em fevereiro, o Mubadala vem reestruturando a companhia para atuar como uma “casa de marcas”, incluindo Starbucks e Subway ao portfólio, que já contava com Burger King e Popeyes.

Casas Bahia (BHIA3) reduz dívida e terá novo controlador com conversão de debêntures

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A Casas Bahia (BHIA3) anunciou a conversão de R$ 1,5 bilhão em debêntures em ações, o que reduzirá sua dívida bruta de R$ 4,5 bilhões para R$ 2,9 bilhões e a alavancagem de 1,6x para 0,8x EBITDA.

Os papéis, hoje com Bradesco e Banco do Brasil, serão vendidos a um novo investidor — ainda não revelado — que deve se tornar o maior acionista da empresa.

A conversão, com desconto de 20%, poderá gerar diluição de até 77,5%. A companhia também alongou prazos de outra dívida e estima corte de R$ 230 milhões por trimestre em despesas financeiras.

IBOV cai; Suzano (SUZB3) dispara +6,3% após aquisição

Ibovespa

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Confira as notícias do mercado financeiro no Brasil e no mundo:

IBOV cai; Suzano (SUZB3) dispara +6,3% após aquisição

No pregão desta quinta-feira, as principais bolsas fecharam em baixa.

No Brasil, o Ibovespa caiu -0,56%, aos 136.236 pontos. Já nos Estados Unidos, o S&P500 apresentou uma baixa de -0,53%, fechando o dia em 5.939 pontos.

Dentre os destaques do pregão da B3, as ações da Suzano (SUZB3) dispararam +6,3%.

A forte alta veio após o anúncio da criação de uma joint venture (JV) com a Kimberly-Clark avaliada em US$ 3,4 bilhões, assumindo 51% da nova empresa por US$ 1,73 bilhão. A empresa poderá comprar os 49% restantes em até três anos.

A JV inclui 22 fábricas em 15 países e marcas como Kleenex e Scott, com licença de uso por 30 anos.

O negócio marca a entrada mais relevante da Suzano em produtos de maior valor agregado, reduzindo sua dependência da celulose – e já era um movimento esperado, em função dos últimos anúncios da empresa.

Ressalta-se que essa operação não deverá trazer impactos relevantes nos atuais níveis de alavancagem da companhia.

O mercado não entende a Suzano (SUZB3) 

Suzano é outro exemplo de empresa/ação mal compreendida pelo mercado e pela “Faria Lima”.

Se, por um lado, a companhia apresenta um nível de alavancagem elevado, o que pouca gente entende é que o setor se encontra no melhor momento da sua história, com forte demanda e (incríveis) perspectivas fundamentadas por alguns fatores:

  • Crescimento da classe média da China e da Índia, demandando uma quantidade gigantesca de celulose;
  • Substituição do uso do plástico por papel – na França, por exemplo, alguns alimentos não podem ser embalados com plástico;
  • Crescente aumento do e-commerce pelo “mundo afora” – você já deve ter percebido a quantidade de papel que é usado nos seus pedidos na Amazon ou no Ifood, né?

Ou seja, Suzano decidiu alavancar para crescer, pois não tem o menor problema em vender o que produz.

Quantas empresas poderiam “dizer” a mesma coisa? Pouquíssimas.

Além disso, a produtividade brasileira é imbatível. O segundo país mais produtivo em celulose, o Chile, possui 40% da produtividade em pinus.

Esqueça minério de ferro (VALE3), soja, milho ou algodão: a celulose é a melhor commodity “tupiniquim”. Suzano terá, nos próximos anos, um crescimento ainda maior na receita, geração de caixa e dividendos.

Você realmente vai ficar de fora disso tudo? Nós, com certeza, não!

Um abraço e bons investimentos

Tiago

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📰 Notícia do Dia:

Suzano (SUZB3): Faz joint venture com a Kimberly-Clark avaliada em US$ 3,4 bilhões. Vai assumir 51% da nova empresa, que inclui marcas como Kleenex e Scott, e amplia atuação em produtos de maior valor agregado. Saiba mais.

Tupy (TUPY3): Fecha contrato com montadora global para fornecimento de blocos de motor nos EUA. Produção será no México e o acordo pode gerar até R$ 200 milhões por ano. Saiba mais.

Banco Central Europeu : Corta juros de 2,25% para 2% após queda da inflação na zona do euro. Medida marca início de ciclo de afrouxamento, mas próximos passos seguem incertos. Saiba mais.

📹 Vídeo do Dia: DESAPROVAÇÃO DO LULA AUMENTA | É HORA DE COMPRAR AÇÕES?

📑 Artigo do Dia: Fundos Imobiliários: Vale a pena investir?

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Suzano (SUZB3) cria joint venture com Kimberly-Clark e avança em tissue

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A Suzano (SUZB3)anunciou uma joint venture com a Kimberly-Clark avaliada em US$ 3,4 bilhões, assumindo 51% da nova empresa por US$ 1,73 bilhão.

A JV inclui 22 fábricas em 15 países e marcas como Kleenex e Scott, com licença de uso por 30 anos. O negócio marca a entrada mais relevante da Suzano em produtos de maior valor agregado, reduzindo sua dependência da celulose.

A empresa poderá comprar os 49% restantes em até três anos. A operação deve ser concluída em até 12 meses e terá impacto limitado na alavancagem.

Tupy (TUPY3) fecha novo contrato com montadora global e reforça presença nos EUA

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A Tupy (TUPY3) anunciou um contrato com uma grande montadora global para fornecimento de blocos em ferro CGI destinados a caminhões pesados Classe 8 nos EUA.

A produção será feita na unidade de Ramos Arizpe, no México, substituindo itens atualmente importados da Europa. O acordo, que complementa fornecimento de cabeçotes firmado em 2023, pode gerar receita anual de até R$ 200 milhões quando atingir todo o potencial contratado.

Os componentes vão integrar uma nova geração de motores prevista para estrear em 2027.

BCE corta juros para 2% e inicia ciclo de afrouxamento

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O Banco Central Europeu reduziu nesta quinta-feira (05/06) sua taxa de juros em 0,25 ponto percentual, de 2,25% para 2%, confirmando a expectativa do mercado diante do recuo da inflação na zona do euro, que caiu para 1,9% em maio.

O corte marca o início de um novo ciclo de flexibilização após o pico de 4% em 2023. Apesar do alívio nos preços, o crescimento econômico segue modesto, com alta de apenas 0,3% do PIB no 1T25.

O BCE, porém, não sinalizou próximos passos, afirmando que as decisões continuarão sendo tomadas com base nos dados e a cada reunião.

WEGE3 sobe +3,5%; Desaprovação de Lula deve impulsionar a alta da Bolsa

Ibovespa

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Seguem as principais notícias dessa quarta-feira:

Ibovespa cai; WEGE3 sobe +3,5%

No pregão desta terça, os principais mercados globais fecharam em baixa.

No Brasil, o Ibovespa caiu -0,40%, aos 137.001 pontos. Já nos Estados Unidos, o S&P500 apresentou uma leve alta de +0,01%, atingindo 5.970 pontos.

Dentre os destaques do pregão, as ações da WEG (WEGE3) dispararam +3,5%, fechando o dia em R$ 43,16.

Não tivemos nada relevante para justificar essa alta, mas é inegável que, nos preços atuais, WEGE3 passa a ser uma grande oportunidade. Por isso, movimentos de alta como esse deverão ser cada vez mais comuns.

Pela qualidade da empresa e perspectivas de crescimento, não é segredo para ninguém que WEG é uma das nossas “queridinhas” há bastante tempo.

Enquanto o mercado fala em “ação cara”, desde a nossa primeira recomendação, a valorização acumulada chega a +550%.

Fica claro que o “mercado” não entende nada de WEG.

Desaprovação de Lula deve impulsionar a alta da Bolsa

Ontem, tivemos a publicação de mais uma pesquisa a respeito da popularidade do Presidente Lula. Desta vez, a Genial/Quest foi a responsável.

Segundo o estudo, a desaprovação de Lula, puxada pelo escândalo do INSS, atingiu 57% – o pior índice do atual governo.

Jamais recomendamos (ou recomendaremos) qualquer coisa baseada em pesquisas eleitorais ou “de olho” no noticiário político.

Dito isso, quanto maior for a reprovação do presidente Lula e mais distante estivermos das eleições, maior a chance disso ajudar na alta da Bolsa brasileira.

Isso é fato e cabe a nós aproveitar.

Um abraço e bons investimentos

Tiago

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📊 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

📰 Notícia do Dia:

Criação de empregos nos EUA decepciona em maio com apenas 37 mil vagas

Fleury conclui aquisição de três laboratórios no interior de SP por R$ 130 milhões

Braskem investirá R$ 4,3 bilhões para ampliar produção no Rio de Janeiro

📹 Vídeo do Dia: PETR3, PETR4 | VALE A PENA TER AÇÕES DA PETROBRAS?

📑 Artigo do Dia: Conheça as melhores Carteiras de Ações da B3 

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Criação de empregos nos EUA decepciona em maio com apenas 37 mil vagas

Desemprego EUA scaled

O setor privado dos Estados Unidos criou apenas 37 mil vagas de trabalho em maio, segundo o relatório da ADP divulgado nesta quarta-feira (04/06).

O número veio bem abaixo da expectativa do mercado, que projetava 110 mil novas vagas. Em abril, o dado foi revisado para 60 mil, ante os 62 mil divulgados anteriormente.

A desaceleração ocorre em meio à incerteza econômica causada por tarifas. Dados oficiais mostram que havia 1,03 vaga para cada desempregado em abril, praticamente estável frente a março.

A projeção para o relatório de empregos do governo é de criação de 130 mil vagas totais em maio, com taxa de desemprego mantida em 4,2%.