Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (16/10):
Ibovespa cai e Ouro bate novo recorde
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,28%, aos 142.200 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,63%, fechando o dia nos 6.629 pontos.
Entre os destaques do pregão, os contratos de ouro negociados nos Estados Unidos bateram novo recorde histórico, atingindo US$ 4.332, com alta de +3,11%.
Somente nos últimos 30 dias, o metal já acumula uma alta de +16%. Em 12 meses, o ouro avança +62%.
Reitero que, mesmo com as altas recentes, continuamos confortáveis com as recomendações atuais, tanto em ETFs de ouro quanto nas nossas posições em mineradoras, como a Aura (AURA33, AUGO). Qualquer alteração nessas recomendações será comunicada a todos.
A Carteira de Ações Imbatível
O sonho de todo investidor é sempre ganhar dinheiro no mercado financeiro — o que, infelizmente, não é possível o tempo todo.
Em qualquer atividade da vida — seja de um médico ou de um dono de restaurante —, prejuízos fazem parte do processo.
Por outro lado, uma Carteira de Ações bem montada, equilibrada, diversificada e bem acompanhada pode nos trazer resultados consistentes, próximos da perfeição — e é nisso que nós acreditamos.
Como alguns clientes já vinham pedindo, gravei um vídeo explicando como é possível ter uma Carteira de Ações Imbatível.
Convido você a clicar no link abaixo e assistir ao conteúdo — tenho certeza de que trará “insights”importantes para a sua jornada como investidor:
Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (15/10):
Ibovespa volta a subir, CBAV3 dispara em outubro
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,65%, atingindo 142.603 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,40%, aos 6.671 pontos.
Entre os destaques do pregão, as ações da CBA (CBAV3) subiram +4,85%, cotadas a R$ 4,97. Ainda impulsionada pela possibilidade de venda do controle da empresa, CBAV3disparou +39% apenas em outubro.
No Informativo de ontem, comentei a respeito das ações da Aura (AURA33, AUGO), que já sobem mais de 700% desde o início do ano passado.
Obviamente, quando conseguimos acertar belas tendências como a da mineradora, muitas pessoas nos perguntam qual será a próxima ação com o mesmo potencial.
Costumo dizer que esse tipo de exercício é muito ingrato, pois, mesmo que saibamos quais empresas possuem boas perspectivas, precisamos que o mercado “concorde” conosco — e não temos controle sobre isso.
Porém, ao avaliarmos alguns ativos que recomendamos ou acompanhamos no segmento de commodities, parte deles se destaca por ter características semelhantes às da Aura.
Entre essas ações, destaco a Ferbasa (FESA3, FESA4), uma “velha conhecida” da Capitalizo.
Assim como a Aura, a Ferbasa é muito bem gerida, possui uma situação de caixa confortável, paga bons dividendos, tem belo potencial de crescimento e, o principal, seu produto — o ferrocromo — tem tanto potencial de valorização quanto o ouro tinha na época da primeira recomendação de AURA33.
Quem é nosso cliente e quer saber mais sobre Ferbasa (FESA4) pode acessar, via Capitalizo Fundamentos, todas as informações e recomendações a respeito da companhia, clicando aqui.
Além disso, convido todos a assistirem ao vídeo que fiz recentemente, no qual falo sobre a Intelbras (INTB3) e a própria Ferbasa — clique aqui para assistir.
Não sei se FESA4 subirá tanto quanto AURA33, mas é inegável o seu potencial.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (14/10):
Fechamento do Mercado: BPAN4 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o pregão com leve queda de -0,07%, atingindo 141.682 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,16%, aos 6.644 pontos.
Na Bolsa brasileira, o BTG Pactual (BPAC11) anunciou uma proposta de incorporação do Banco Pan (BPAN4), por meio de troca de ações.
Os acionistas do Pan receberão 0,2128 units do BTG (BPAC11) para cada ação preferencial.
Como essa oferta representa um prêmio de mais de 30% sobre o fechamento de ontem (13/10), as ações BPAN4 dispararam +26,5%.
Com a operação, prevista para acontecer ainda este ano, o Banco Pan deixará de ser listado na Bolsa e passará a ser controlado integralmente, de forma indireta, pelo BTG.
Aura (AURA33) sobe +700%
Após a nossa recomendação de venda em NVIDIA (NVDA, NVDC34), no início do ano — que rendeu mais de 2.000% —, a ação recomendada que mais tem se destacado é a da Aura Minerals (AURA33).
Somente em 12 meses, a alta acumulada é de quase 240%:
Considerando o período de Janeiro de 2024 até hoje, o ganho é ainda mais expressivo: incríveis 700%.
Aura é um belo exemplo da importância de ter paciência e do quanto podemos ser recompensados por sempre agir de forma racional, vislumbrando as perspectivas futuras da empresa.
O mais interessante é que, apesar dessa forte alta, quando “olhamos para frente”, consideramos que Aura ainda tem bastante potencial.
Para entender os motivos, basta conhecer os fatores que impactam, de forma positiva, os resultados da empresa:
▶ Aura apresenta bom crescimento da produção, justamente em um momento de recordes nos preços do ouro;
▶ Essa elevação da produção vem acompanhada de uma expressiva queda nos custos;
▶ A estrutura enxuta e rentável de Aura ajuda a impulsionar a forte geração de caixa da companhia;
▶ O aumento do caixa deixa a mineradora em uma situação financeira confortável, abrindo espaço para dividendos maiores;
▶ Os Bancos Centrais ao redor do mundo continuam comprando ouro, o que sustenta a alta dos preços;
▶ A demanda por ouro vem crescendo fortemente nos últimos cinco anos, em função do avanço do 5G e da Inteligência Artificial — é comum encontrar o metal em placas de circuito e pinos de processadores;
▶ As classes médias chinesa e indiana vêm aumentando o consumo de ouro, o que traz ainda mais pressão sobre os preços;
▶ Além de tudo isso, os ativos ligados ao ouro têm sido considerados “portos seguros” em momentos de tensões globais — enxergamos esse fator como um belo “plus” no curto prazo.
Não estou dizendo que as ações irão subir ou cair, mas sim que, inegavelmente, temos um “festival” de fatores que abrem espaço para mais valorizações.
O mercado brasileiro segue em um momento de maior seletividade e correções pontuais — especialmente entre as small caps.
Nesse contexto, companhias com fundamentos sólidos acabam sendo negociadas com descontos expressivos, abrindo espaço para boas oportunidades de médio e longo prazo.
Entre elas, Ferbasa (FESA4) e Intelbras (INTB3) se destacam por apresentarem balanços robustos, boa gestão e potencial de recuperação, mesmo diante de um ambiente econômico mais desafiador.
FERBASA (FESA4): FUNDAMENTOS SÓLIDOS E ELEVADA MARGEM DE SEGURANÇA
Apesar da queda de cerca de 12% nos últimos 12 meses, a Ferbasa mantém uma estrutura financeira invejável e fundamentos consistentes.
Produtora de ferro-cromo e ferrossilício — insumos essenciais para o aço inoxidável —, a companhia deve se beneficiar do avanço estrutural da demanda na Ásia, impulsionada pelo crescimento da classe média e pela expansão industrial em países como China e Índia.
Mesmo diante de um cenário de preços estáveis e câmbio menos favorável, a empresa deve registrar crescimento de 10% a 15% na receita em 2025, apoiada em eficiência operacional e controle de custos.
Outro ponto de destaque é a dívida líquida negativa de cerca de R$ 971 milhões, o menor nível histórico — valor equivalente a quase metade do seu valor de mercado atual (R$ 2,2 bilhões).
Com P/VPA de 0,65 e dividend yield estimado em torno de 8%, FESA4 oferece margem de segurança elevada e potencial de valorização adicional à medida que o ciclo de commodities se fortalece.
INTELBRAS (INTB3): QUEDA EXAGERADA EM UMA EMPRESA DE EXCELÊNCIA OPERACIONAL
As ações da Intelbras acumulam uma desvalorização de cerca de 42% em 12 meses — movimento que parece exagerado diante da qualidade do negócio.
A companhia é referência nacional em segurança eletrônica, energia solar e redes, com ampla presença no mercado e gestão reconhecida pela eficiência e inovação.
O desempenho recente foi afetado por fatores pontuais, como a implantação de um novo sistema ERP no início do ano, que temporariamente elevou estoques e reduziu a produção.
Esse efeito, porém, já foi revertido: no segundo trimestre, a receita avançou para R$ 1,2 bilhão, mostrando retomada operacional e resiliência.
Mesmo com o câmbio volátil, a Intelbras manteve margens saudáveis e rentabilidade consistente.
Com P/L em torno de 8 vezes e P/VPA próximo de 1, a ação negocia em níveis atrativos para uma empresa com histórico de crescimento, marca consolidada e ampla capacidade de geração de valor no longo prazo.
EMPRESAS DESCONTADAS, RESULTADOS CONSISTENTES
Ferbasa e Intelbras representam um caso clássico de descompasso entre preço e valor.
Ambas seguem entregando resultados sólidos e governança exemplar, mas continuam penalizadas pelo ambiente de menor apetite a risco entre investidores.
Para quem adota uma visão de longo prazo, momentos como este costumam ser excelentes pontos de entrada.
A estratégia da Capitalizo segue firme: investir com disciplina, foco em fundamentos e paciência para colher resultados consistentes ao longo dos ciclos.
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Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
A semana começa marcada pela volatilidade externa e pelas incertezas fiscais domésticas.
Enquanto o mercado reage às falas de Donald Trump sobre novas tarifas à China, os investidores avaliam os impactos no comércio global e nas commodities.
Nos Estados Unidos, a temporada de balanços dos grandes bancos tende a direcionar o humor dos mercados.
No Brasil, o foco permanece em resultados corporativos, na dinâmica do câmbio e no comportamento das ações mais ligadas ao ciclo econômico.
Mesmo em meio às oscilações, empresas com fundamentos sólidos seguem entregando resultados consistentes, enquanto algumas oportunidades surgem com correções pontuais de preço.
SETOR DE CONSTRUÇÃO: AJUSTE TÉCNICO APÓS FORTE VALORIZAÇÃO
Depois de meses de ganhos expressivos, as construtoras passaram por uma correção. MRVE3 caiu -14%, enquanto DIRR3 e CURY3 recuaram cerca de -8%.
O movimento reflete uma normalização de ritmo, já esperada após um primeiro semestre muito forte.
Apesar disso, as prévias operacionais mostram crescimento consistente, especialmente nas empresas ligadas ao Minha Casa, Minha Vida, que devem continuar com desempenho sólido, ainda que em ritmo mais moderado.
BRAV3 — VOLATILIDADE TÍPICA DAS JÚNIORES DE PETRÓLEO
A Brava Energia (BRAV3) recuou após interrupções temporárias na Bacia Potiguar durante auditoria da ANP.
Esses eventos, embora negativos no curto prazo, são comuns em empresas menores do setor e não comprometem a tese estrutural.
A companhia segue entre as alternativas interessantes do segmento onshore, ainda que PetroReconcavo (RECV3) apresente, no momento, um perfil de risco mais equilibrado.
CBAV3 — INTERESSE DE MERCADO REACENDE A TESE DE VALOR
As ações da CBA (CBAV3) subiram mais de 20% na semana, impulsionadas por rumores de venda da companhia a grupos estrangeiros.
Mesmo sem confirmação, o noticiário reforçou o quanto o papel está descontado: a empresa vale cerca de R$ 2,6 bilhões, mas potenciais propostas avaliadas em torno de R$ 7 bilhões implicariam preço acima de R$ 10 por ação.
Fundamentalmente, a CBA segue mais eficiente, com custos menores e geração de caixa crescente — o que mantém a tese atrativa mesmo sem evento corporativo concreto.
AURA33 — OURO EM ALTA E OPERAÇÃO EM EXPANSÃO
A Aura Minerals (AURA33) atravessa um período excepcional, sustentada por alta do ouro, custos menores e produção recorde.
A produção cresceu +9% a/a e +16% t/t, refletindo escala operacional e disciplina na execução.
Mesmo após valorização de mais de 500% desde 2023, o papel continua barato frente às mineradoras estrangeiras, com espaço para novas altas se o ouro permanecer acima de US$ 2.400 por onça.
S2EA34 — SHOPEE ACELERA EXPANSÃO NO BRASIL
A Sea Limited (S2EA34), controladora da Shopee, segue ampliando sua presença no e-commerce brasileiro.
A empresa inaugurou seu 14º centro de distribuição, em São Bernardo do Campo (SP), com capacidade para processar quase 4 milhões de pedidos por dia, consolidando-se como um dos maiores hubs logísticos da América Latina.
Esse avanço reforça a competitividade frente a Amazon e Mercado Livre, ampliando eficiência e reduzindo prazos de entrega.
Para o fim de ano, a expectativa é de recorde de vendas na Black Friday e no Natal, fortalecendo a presença da Shopee no varejo digital.
WEGE3 — QUALIDADE QUE O TEMPO CONFIRMA
Após um período de consolidação, WEG (WEGE3) voltou a mostrar força.
A empresa atravessou a pandemia sem perda de rentabilidade, ampliou portfólio e manteve a liderança global em soluções industriais e energéticas.
Mesmo sendo considerada “cara” por parte do mercado, os múltiplos refletem qualidade, previsibilidade e crescimento sustentável.
A recente retomada pode marcar o início de uma nova fase de valorização — mais um exemplo de como empresas excepcionais entregam retorno consistente ao longo do tempo.
PANORAMA CAPITALIZO
Mesmo em um mercado volátil, o investidor disciplinado encontra oportunidades em empresas de qualidade, bem posicionadas e com fundamentos sólidos.
Enquanto construtoras passam por correção técnica e o câmbio se ajusta, nomes como WEG, Aura Minerals e CBA reforçam a importância de olhar além do curto prazo.
Já a Shopee (S2EA34) mostra como companhias globais seguem apostando na expansão brasileira, fortalecendo o varejo digital.
A leitura da semana é clara: diversificação, paciência e foco em fundamentos continuam sendo os pilares para navegar entre volatilidade e oportunidade — princípios que seguem guiando a estratégia da Capitalizo.
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O mercado de ações segue oferecendo oportunidades pontuais para quem busca qualidade a preços descontados — mas também armadilhas disfarçadas de barganha.
Em momentos de oscilação econômica, entender o que é barato de fato e o que apenas parece barato é essencial.
Entre os destaques recentes, algumas companhias combinam fundamentos sólidos com valuations atrativos, enquanto outras enfrentam desafios estruturais que limitam o potencial de retorno.
A seguir, uma análise equilibrada de quatro nomes representativos desses dois grupos.
CAML3 — CRESCIMENTO SÓLIDO E VALUATION ATRATIVO
A Camil (CAML3) construiu uma trajetória consistente de expansão, tanto por aquisições quanto por crescimento orgânico.
A receita evoluiu de cerca de R$ 1,4 bilhão em 2010 para quase R$ 15 bilhões nos últimos 12 meses.
Mesmo com o aumento da alavancagem, a estrutura financeira segue saudável. O lucro líquido ainda sofre com custos e despesas financeiras, mas o negócio mantém margens competitivas e posição de destaque no setor de alimentos básicos.
Com P/L próximo de 10x e P/VP de 0,5x, a ação negocia com forte desconto histórico — reflexo de um pessimismo excessivo.
A tese permanece válida, apoiada em fundamentos robustos e no potencial de normalização dos lucros.
TTEN3 — EFICIÊNCIA E EXECUÇÃO EM UM CICLO DESAFIADOR
A 3tentos (TTEN3) vem entregando resultados consistentes mesmo em um ambiente mais difícil para o agronegócio.
A criação da TentosCap, braço de crédito rural, e o avanço do projeto de etanol de milho reforçam a diversificação e a geração de valor.
Com múltiplos baixos (7x lucro) e rentabilidade crescente, a companhia mostra disciplina e boa gestão. Se o desempenho já é sólido em um ciclo adverso, a expectativa é de aceleração quando o cenário se tornar mais favorável.
Entre as small caps do agro, segue como um dos cases mais promissores para o médio prazo.
CYRE3 — QUALIDADE INQUESTIONÁVEL, MAS O CICLO LIMITA
A Cyrela (CYRE3) é sinônimo de solidez e reputação no setor imobiliário. Em mais de uma década, registrou prejuízo em poucos exercícios e construiu uma estrutura diversificada, com subsidiárias como Plano&Plano, Cury e Lavvi.
O segmento de baixa renda — beneficiado pelo Minha Casa, Minha Vida — tende a sustentar o crescimento, mas o setor continua altamente sensível a juros e inflação.
Mesmo com P/L baixo e múltiplos atrativos, o momento é mais favorável à manutenção do que à compra. É uma empresa de qualidade, mas num setor em que o “timing” faz toda a diferença.
CSNA3 — PRESSÃO EM MÚLTIPLAS FRENTES
Após o boom pós-pandemia, a CSN (CSNA3) enfrenta um cenário de margens apertadas e demanda enfraquecida.
A invasão de aço chinês, a queda do dólar e a menor atratividade do minério de ferro pesam sobre os resultados.
A empresa tenta se ajustar, mas a alavancagem volta a crescer, e há risco de novos prejuízos se os preços do aço permanecerem deprimidos.
Além disso, o passivo ambiental em Volta Redonda — com pedido de indenização superior a R$ 430 milhões — adiciona incerteza ao caso.
A combinação de lucros pressionados, risco jurídico e endividamento elevado torna o papel pouco atrativo no momento. Melhor buscar alternativas mais equilibradas em commodities.
VISÃO CAPITALIZO
Oportunidades verdadeiras surgem quando fundamentos e preço se encontram — e nem todo ativo barato representa valor.
CAMIL3 e TTEN3 se destacam por unir execução sólida, múltiplos convidativos e bom potencial de reversão de ciclo. CYRE3 continua sendo referência de gestão, mas exige paciência; já CSNA3 enfrenta um quadro que ainda inspira cautela.
A leitura é clara: qualidade, disciplina e análise de ciclo seguem sendo os pilares para separar preço de valor — e para capturar as melhores oportunidades do mercado.
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No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em queda de -0,73%, aos 140.680 pontos. No acumulado semanal, o índice recuou -2,44%.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -2,71%, aos 6.552 pontos. Já na semana, o índice apresentou uma queda de -2,69%.
Mercado fecha semana com dólar em alta e temores fiscais no radar; Aura Minerals brilha com prévia operacional
Sexta-feira foi um dia mais cauteloso no mercado financeiro.
Sem grandes dados econômicos, tanto aqui no Brasil quanto lá fora, o foco acabou ficando nas movimentações do câmbio e nas notícias fiscais.
O dólar voltou a subir forte, chegando à casa dos R$ 5,50 — e na máxima do dia bateu R$ 5,55, o maior nível em mais de um mês.
Esse movimento refletiu um ambiente de aversão ao risco, tanto local quanto global.
Os investidores reagiram à derrota da MP 1303 no Congresso, que aumenta a pressão sobre o governo pra encontrar novas formas de recompor receita.
Além disso, declarações de autoridades sobre o novo crédito imobiliário trouxeram mais ruído, e os rumores de um pacote de gastos de até R$ 100 bilhões pra 2026 só aumentaram a preocupação com as contas públicas.
Lá fora, o dólar também ganhou força depois de novas ameaças tarifárias do Trump, que derrubaram bolsas e reforçaram a saída de recursos de países emergentes — o Brasil entre eles.
No campo corporativo, o destaque positivo foi a Aura Minerals (AURA33, AUGO), que divulgou sua prévia operacional do terceiro trimestre.
A produção total chegou a 74,2 mil onças equivalentes de ouro (GEO), o que representa uma alta de 9% em relação ao ano passado e 16% acima do segundo trimestre.
No acumulado do ano, a produção já soma 203,6 mil GEO, o que deixa a empresa bem posicionada pra bater a meta de 266 mil a 300 mil GEO em 2025.
Outro ponto importante foi o início da produção comercial em Borborema, que já superou 10 mil onças, com uma taxa de recuperação acima de 92% — mostrando o bom momento operacional da mineradora.
Já entre as quedas, CSN (CSNA3) ficou entre as maiores baixas do Ibovespa, sem fato relevante, apenas refletindo o movimento de ajuste e cautela no mercado de commodities.
No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em queda.
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,31%, aos 141.708 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,28%, fechando aos 6.735 pontos.
Mercado repercute queda da MP 1.303, IPCA abaixo do esperado e resultados da TSMC (TSMC34, TSM); Brava (BRAV3) recua no Brasil
Hoje, quinta-feira (09/10), a gente teve como principal destaque o IPCA de setembro aqui no Brasil.
O índice subiu +0,48% no mês e +5,17% em 12 meses, um pouquinho abaixo do que o mercado esperava, que era +0,52% e +5,22%, respectivamente.
O resultado até trouxe um certo alívio no começo do dia, mas esse movimento acabou perdendo força depois das falas do diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton José David, que reforçou que a Selic deve continuar em 15% por mais tempo — e ainda deixou em aberto a possibilidade de retomar o ciclo de alta.
Além disso, pesou também a derrota do governo no Congresso, com a queda da Medida Provisória 1.303, o que reacendeu preocupações com o quadro fiscal.
Lá fora, os Estados Unidos seguem parados por causa do shutdown, então não tivemos novos dados econômicos por lá.
No noticiário corporativo internacional, o destaque foi a TSMC (TSMC34, TSM), que divulgou uma receita de T$ 989,92 bilhões (US$ 32,47 bilhões) no terceiro trimestre — um crescimento de +30% em relação ao mesmo período de 2024 e acima das projeções do mercado.
O avanço foi puxado principalmente pela demanda de chips ligados à inteligência artificial, que compensou a fraqueza dos eletrônicos de consumo.
O balanço completo da empresa sai no dia 16 de outubro.
Já aqui no Brasil, o destaque negativo ficou pra Brava Energia (BRAV3), que suspendeu temporariamente a operação de algumas unidades na Bacia Potiguar por conta de uma auditoria da ANP, que deve terminar até o dia 10 de outubro.
A empresa informou que só vai detalhar os impactos na produção depois da conclusão do processo. As ações reagiram mal e ficaram entre as maiores quedas do Ibovespa no dia.
No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em alta.
No Brasil, o Ibovespa avançou +0,56%, encerrando o dia aos 142.145 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,58%, fechando aos 6.753 pontos.
Mercado acompanha votação da MP 1.303, disputa pela CBA (CBAV3) avança, Claro em conversas pela Desktop (DESK3); Hypera Pharma (HYPE3) entre as maiores quedas
Nesta quarta-feira, 8 de outubro de 2025, a agenda macro ficou vazia: não teve divulgação de dados relevantes nem nos Estados Unidos (onde o shutdown continua) nem aqui no Brasil.
Por aqui, o foco ficou na Medida Provisória 1.303/2025, que altera a tributação sobre investimentos e outras frentes.
A MP foi aprovada na terça-feira pela comissão mista do Congresso Nacional, por 13 votos a 12, e precisa ser votada nos plenários da Câmara e do Senado até o fim do dia.
O texto nivelou em 18% a alíquota do Imposto de Renda para aplicações financeiras e JCP, manteve as isenções para LCI, LCA e debêntures incentivadas, e reduziu a estimativa de arrecadação de R$ 21,8 bilhões para R$ 17 bilhões em 2026 — parte disso compensada pelos cerca de R$ 5 bilhões esperados com o programa RERCT Litígio Zero Bets.
Também estão previstas medidas como o aumento da CSLL de fintechs (de 9% para 15%), a tributação sobre vendas de até R$ 35 mil mensais em criptomoedas, novas regras para apostas e a criação de um ETF isento com ativos incentivados — todas válidas a partir de 2026, caso o texto seja aprovado e sancionado.
No noticiário corporativo, a disputa pela CBA (CBAV3) avançou. A venda, ligada ao Projeto Rondon, está concentrada entre a chinesa Chinalco e a Emirates Global Aluminium (EGA), com a operação podendo alcançar até R$ 7 bilhões.
O processo está sendo conduzido por bancos de investimento e ainda não há confirmação oficial das partes.
Também houve movimentação no setor de telecom: a Claro conduz uma diligência avançada para comprar 100% da Desktop (DESK3), hoje controlada majoritariamente pela HIG.
A transação ainda não está formalizada e depende de alinhamento sobre preço, já que há diferença entre os múltiplos negociados e as expectativas dos vendedores.
No pregão, destaque negativo para a Hypera Pharma (HYPE3), que figurou entre as maiores quedas do Ibovespa em um dia de forte volatilidade, sem fato novo específico da companhia.
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -1,57%, aos 141.356 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,38%, fechando aos 6.714 pontos.
Banco Mundial eleva projeção do PIB do Brasil; CBA (CBAV3) sobe com rumores de venda e MRV (MRVE3) cai após prévia fraca
Nesta terça-feira, 7 de outubro de 2025, o dia foi um pouco mais calmo no campo macroeconômico, sem grandes novidades.
O Banco Mundial atualizou suas projeções e agora espera que o PIB do Brasil cresça +2,4% em 2025 — um pouquinho acima da média da América Latina e Caribe, que ficou em +2,3%.
Para 2026 e 2027, as estimativas seguem em +2,2% e +2,3%, bem em linha com o último relatório de junho.
Lá fora, o cenário continua travado por causa do shutdown nos Estados Unidos, que já vem paralisando boa parte do governo e adiando a divulgação de dados importantes, sem sinal de avanço nas negociações.
Aqui no Brasil, o noticiário corporativo trouxe mais movimentação.
A CBA (CBAV3) ganhou destaque depois de rumores de que a Votorantim estaria negociando a venda de 100% da sua participação na empresa para a Emirates Global Aluminum — grupo ligado aos fundos soberanos de Abu Dhabi e Dubai.
A operação estaria sendo conduzida com o apoio do Morgan Stanley e surge num momento em que as ações acumulam queda de 35% em 12 meses.
Mesmo sem confirmação oficial, o mercado reagiu com bastante volatilidade, e os papéis chegaram a registrar altas expressivas nos últimos pregões.
Outra que chamou atenção foi a MRV (MRVE3), que divulgou a prévia operacional do terceiro trimestre.
As vendas somaram R$ 2,45 bilhões, praticamente estáveis em relação ao mesmo período do ano passado, mas com queda de quase 9% frente ao trimestre anterior.
Os lançamentos também recuaram, e a geração de caixa ficou em R$ 30 milhões — impactada por atrasos em repasses de programas regionais.
Além disso, a operação nos Estados Unidos voltou a consumir caixa, o que acabou pressionando as ações, que ficaram entre as maiores quedas do Ibovespa no dia.
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