Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (24/11):
Ibovespa inicia a semana em alta; NEOE3 dispara
O Ibovespa iniciou a semana em alta de +0,33%, encerrando o dia aos 155.277 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 também subiu +1,55%, aos 6.705 pontos.
O principal destaque de alta foi a Neoenergia (NEOE3), que disparou +7% no dia de hoje.
A companhia ficou no centro das atenções após a Iberdrola apresentar uma oferta pública para adquirir até a totalidade das ações ordinárias da companhia a R$ 32,50 por papel, com a intenção de deslistagem do Novo Mercado.
A proposta segue o movimento recente da controladora, que meses atrás elevou sua participação para 83,8%, após comprar a fatia da Previ.
Segundo a Neoenergia, a oferta busca simplificar a estrutura societária e reduzir custos de manutenção como empresa listada.
As ações para ficar de olho essa semana: BRSR6, POMO4, CSNA3, CLSC4, DEXP3, BERK34, NVDC34, ENGI11
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Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (21/11):
Ibovespa fecha a semana em queda
No último pregão da semana, o Ibovespa fechou o dia aos 154.770 pontos, caindo -0,39%. No acumulado semanal, o IBOV recuou -1,52%.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 apresentou uma leve alta de +0,98%, aos 6.602 pontos. Nesta semana, o S&P caiu -1,67%.
EUA zeram tarifas sobre produtos brasileiros
No cenário macro, o principal destaque foi a decisão dos Estados Unidos de zerar as tarifas de 40% aplicadas a diversos produtos agrícolas brasileiros. A medida, assinada por Donald Trump, está válida desde 13 de novembro.
A lista inclui café, carne bovina, frutas, vegetais, castanhas, açaí, cacau, sucos e fertilizantes.
O governo brasileiro e entidades do setor agro avaliaram o movimento como positivo, reforçando a competitividade do país no mercado americano.
NVIDIA segue no foco após resultado forte
No noticiário corporativo, o dia foi mais fraco no Brasil, sem anúncios relevantes.
No exterior, os investidores continuam repercutindo os resultados da NVIDIA (NVDC34, NVDA). A companhia reportou US$ 57 bilhões em receita e projeta números ainda maiores para o próximo trimestre.
Mesmo assim, as ações seguem pressionadas pelo momento mais cauteloso do setor de tecnologia.
Ibovespa cai; amanhã não haverá pregão devido ao feriado
Na véspera do feriado nacional, o Ibovespa caiu –0,73%, aos 155.380 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,38%, aos 6.642 pontos.
O dia foi mais lento, sem indicadores relevantes no Brasil ou no exterior.
O foco ficou na expectativa para o balanço da NVIDIA (NVDC34, NVDA), que será divulgado após o fechamento, um dos eventos mais importantes da semana.
Mesmo com o feriado no Brasil amanhã, as bolsas lá fora devem reagir normalmente ao resultado.
Motiva (MOTV3) vende operação de aeroportos
A Motiva (MOTV3) anunciou a venda de toda a sua operação de aeroportos no Brasil e na América Latina para a mexicana ASUR.
A transação avalia os ativos em R$ 11,5 bilhões, considerando R$ 6,5 bilhões em dívida. Ao todo, 20 aeroportos fazem parte do acordo, sendo 17 no Brasil.
A conclusão está prevista para 2026, após as aprovações regulatórias. Segundo a companhia, os recursos serão usados para reduzir endividamento e reforçar o foco em rodovias e transporte sobre trilhos.
Ações da Braskem disparam
As ações da Braskem (BRKM6)dispararam, fechando o pregão com alta de mais de 9%.
A classe BRKM5 chegou a abrir em alta, mas perdeu força ao longo do dia e acabou fechando praticamente estável, com avanço de +0,63%.
O movimento foi impulsionado pelo avanço nas negociações para que a IG4 Capital, representando os grandes bancos credores, assuma a participação da Novonor, com possibilidade de assinatura do acordo ainda nesta semana e troca completa da gestão após a conclusão.
Além disso, o Senado aprovou o PL 892/2025, que cria o programa PRESIQ, voltado a subsídios para o setor químico. O texto segue agora para sanção presidencial.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (18/11):
Ibovespa cai; POMO4 pagará dividendos de 11%
No pregão de hoje, o Ibovespa caiu –0,30%, atingindo 156.522 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 encerrou o pregão com queda de –0,83%, aos 6.617 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da Marcopolo (POMO4) subiram 3,6%.
A alta ocorreu após a companhia aprovar o pagamento de JCP de R$ 0,09 por ação, referente ao exercício atual, e a distribuição de dividendos de R$ 0,69 por ação.
Dessa forma, o valor total líquido dos proventos é de R$ 0,76 por ação, com um yield aproximado de 11%.
A “data-com” será no próximo dia 24/11/2025. Já o pagamento ocorrerá em 15/12/2025.
Considerando a nossa primeira recomendação, no início de 2022, o valor recebido representa um yield de 28%.
Nada mal.
Liquidação do Banco Master: O que fazer agora?
Na manhã de hoje (18/11), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master.
A medida ocorre cerca de um mês após o BC vetar a venda de uma fatia do Master ao BRB e encerra também as negociações anunciadas com o Grupo Fictor.
Além disso, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) passará a ressarcir os clientes dentro das regras vigentes: até R$ 250 mil por CPF/CNPJ, respeitando o limite global de R$ 1 milhão a cada quatro anos.
Importante ressaltar que o valor que será devolvido pelo FGC engloba os rendimentos já auferidos nas aplicações, até a data de hoje.
Pensando em explicar mais detalhes do que aconteceu e como deverá ser o processo para a recuperação dos valores investidos, te convido a assistir ao vídeo abaixo:
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (17/11):
Ibovespa inicia a semana em baixa; CLSC4 dispara
O Ibovespa iniciou a semana em baixa de –0,47%, encerrando o dia aos 156.992 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 também caiu, recuando –0,92%, aos 6.672 pontos.
O principal destaque de alta foi a Celesc (CLSC4), que disparou +5,02% no dia de hoje.
A companhia reportou resultados fortes no terceiro trimestre de 2025, com o lucro líquido consolidado disparando 123,4%, atingindo R$ 170,1 milhões.
No mesmo período do ano anterior, o lucro havia sido de R$ 76,1 milhões.
O EBITDA consolidado também teve um salto expressivo de 66,4%, chegando a R$ 420,5 milhões.
O desempenho foi impulsionado pela Celesc Distribuição (Celesc D), que viu seu EBITDA crescer 77,7%. A receita foi beneficiada pelo reajuste tarifário de 13,53%, aplicado em agosto de 2025.
Resultados muito fortes da Celesc. Não à toa, consideramos a estatal uma das ações mais baratas do setor de energia.
Inclusive, não é nenhum exagero dizer que é a mais barata.
As ações para ficar de olho essa semana: HAPV3, TAEE11, BPAC11, LEVE3, TRIS3, GMAT3, PSSA3, BBAS3
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Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Nesta semana, comentamos os principais destaques do cenário econômico e fazemos uma leitura dos resultados corporativos que influenciaram o mercado.
A análise reúne inflação, juros, setores e empresas que apresentaram movimentos relevantes.
CENÁRIO MACROECONÔMICO: INFLAÇÃO MAIS FRACA E HUMOR POSITIVO
A divulgação de um IPCA mais comportado reforçou a percepção de que a inflação segue em trajetória de acomodação. Isso ampliou as expectativas de que o Banco Central poderá considerar cortes na Selic ao longo de 2025.
Mesmo com a semana mais curta devido ao feriado, o Ibovespa manteve o movimento positivo e renovou máximas históricas.
O dólar oscilou e o Bitcoin corrigiu, mas o mercado segue reagindo bem ao ambiente interno mais favorável, apesar dos ruídos externos.
HAPVIDA (HAPV3): QUEDA EXAGERADA E RISCO ANTIGO REPRECIFICADO
A forte baixa da Hapvida chamou atenção. Os resultados não foram ruins, mas a empresa enfrenta desafios já conhecidos ligados à qualidade do atendimento — ponto central da tese.
O movimento mais intenso parece ter vindo de fluxo vendedor pontual, possivelmente de grandes players.
Mesmo assim, a queda parece exagerada e típica dos momentos em que o mercado revisita riscos antigos.
GRUPO MATEUS (GMAT3): OPERAÇÃO ROBUSTA, MAS SSS PRESSIONA CURTO PRAZO
O trimestre trouxe crescimento sólido de receita e lucro, mas o mercado reagiu negativamente ao indicador de vendas em mesmas lojas, que ficou estável e abaixo da inflação.
Mesmo assim, o Grupo Mateus segue competitivo no Norte e Nordeste, mantendo diferenciais importantes em sua atuação regional.
PORTO SEGURO (PSSA3): OPERAÇÃO FORTE E IMPACTO DA EXPECTATIVA DE JUROS
A Porto entregou mais um trimestre consistente, com avanços importantes em Porto Saúde e Porto Bank.
Como parte relevante do lucro vem do resultado financeiro, a perspectiva de queda dos juros causa ajustes de curto prazo.
Ainda assim, juros menores tendem a estimular atividade, o que costuma ser positivo para seguros.
A queda recente reflete mais exagero do mercado do que mudanças nos fundamentos.
BANCO DO BRASIL (BBAS3): INADIMPLÊNCIA PRESSIONA RESULTADOS
O Banco do Brasil divulgou números pressionados pela carteira agro e pela pessoa física. A inadimplência elevou custos e reduziu rentabilidade.
Alguns bancos concorrentes têm mostrado maior capacidade de navegar este ciclo.
A normalização dos resultados do BBAS3 deve acontecer, mas exige recuperação macro e melhora gradual da carteira.
MBRF: CONSOLIDAÇÃO E FLUXO DE CAIXA POSITIVO
A holding apresentou receita crescente e fluxo de caixa livre positivo.
Apesar de lucro menor, o mercado reagiu bem ao conjunto das operações, que reforçam eficiência e escala do grupo formado por Marfrig + BRF.
TRISUL (TRIS3): UM DOS MELHORES TRIMESTRES RECENTES
A Trisul teve um trimestre de destaque:
• recorde de lançamentos, • vendas fortes, • margens elevadas.
Mesmo com juros ainda altos, empresas bem geridas do setor imobiliário continuam apresentando excelente execução.
METAL LEVE (LEVE3): PREVISIBILIDADE E BOA GERAÇÃO DE CAIXA
A empresa manteve seu padrão de estabilidade: receita maior, lucro crescente e caixa bem administrado.
É uma companhia que entrega exatamente o que o mercado espera, consistência e previsibilidade.
ALLOS (ALOS3): DIVIDENDOS MENSAIS EM 2026 E EFICIÊNCIA OPERACIONAL
A Allos reportou mais um trimestre muito forte. O anúncio de dividendos mensais de cerca de R$ 0,30 em 2026 chamou atenção, indicando yield acima de 13%.
A empresa reforça seu papel como líder consolidada no setor de shoppings.
TAESA (TAEE11): SETOR PREVISÍVEL E DISCUSSÃO SOBRE ALAVANCAGEM
A Taesa segue como referência em transmissão de energia, setor conhecido pela estabilidade contratual.
A discussão sobre alavancagem é natural, mas precisa ser contextualizada: empresas desse segmento operam com dívidas estruturais compensadas por fluxo de caixa altamente previsível.
BTG (BPAC11): TRIMESTRE IMPECÁVEL EM TODAS AS LINHAS
O BTG apresentou mais um trimestre excepcional.
Receita, lucro e retorno avançaram de forma robusta, reforçando a eficiência do modelo de banco de investimento, muito diferente do estilo dos grandes bancos tradicionais.
LEITURA FINAL: FUNDAMENTOS CONTINUAM PREVALECENDO
Mesmo com volatilidade natural de curto prazo, os resultados mostram empresas sólidas, bem geridas e com capacidade de atravessar diferentes ciclos econômicos.
Seguimos atentos aos setores com melhor relação risco-retorno e às empresas com mais capacidade de gerar valor de forma consistente.
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Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (14/11):
Ibovespa fecha a semana em alta
No último pregão da semana, o Ibovespa fechou o dia aos 157.738 pontos, subindo 0,37%.
No acumulado semanal, o IBOV avançou 2,4%, essa foi a quinta alta semanal seguida do índice.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 apresentou uma leve baixa de 0,05%, aos 6.734 pontos. Nesta semana, o S&P subiu 0,1%.
3 vezes mais dividendos
Nos últimos anos, uma série de empresas tem tomado medidas bastante interessantes em suas políticas de pagamento de dividendos.
Um exemplo foi a JHSF (JHSF3), que instituiu o pagamento de dividendos mensais.
Outro exemplo é o da Alupar (ALUP11), que colocou um prazo máximo de 90 dias para o crédito dos dividendos na conta do investidor, antes disso, o pagamento demorava meses para ser efetivado.
Seguindo esses conceitos, a Allos (ALOS3), maior empresa de shoppings da América Latina, também começou a pagar dividendos todos os meses, desde o início deste ano, no valor de R$ 0,10.
Na última quarta-feira (12/11), a companhia foi ainda mais longe, anunciando que aumentará para R$ 0,30 o pagamento mensal de dividendos.
Para falar desse belo caso da Allos, preparei um vídeo comentando sobre o tema:
Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (13/11):
Ibovespa recua; Hapvida (HAPV3) despenca
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,30%, aos 157.162 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -1,66%, fechando o dia aos 6.737 pontos.
O pregão desta quinta-feira foi marcado por forte volatilidade, com foco na reta final da temporada de balanços.
Sem indicadores relevantes no Brasil ou no exterior, os investidores reagiram principalmente aos resultados corporativos.
A Hapvida (HAPV3) foi o grande destaque negativo, despencando mais de 42% após divulgar números fracos e sofrer corte de recomendação pelo JP Morgan.
Banco do Brasil (BBAS3) decepciona
O Banco do Brasil (BBAS3) também decepcionou: o lucro líquido ajustado caiu 60,2% no ano, para R$ 3,8 bilhões, pressionado pelo aumento de 77,7% nas provisões para devedores duvidosos, especialmente na carteira agro, levando o banco a revisar para baixo sua projeção de lucro para 2025.
Allos (ALOS3) sobe com anúncio de dividendos
Na ponta positiva, a Allos (ALOS3) figurou entre as maiores altas do Ibovespa após anunciar que pretende triplicar a distribuição mensal de dividendos a partir de 2026, o que elevou o otimismo sobre os papéis e impulsionou o setor de shoppings.
Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (12/11):
Temporada de balanços segue movimentando o mercado
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,07%, atingindo 157.632 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou o dia subindo +0,06%, aos 6.850 pontos.
Entre os destaques de alta, a Taesa (TAEE11) subiu +5%, após apresentar números sólidos no 3T25.
O pregão desta quarta-feira (12/11) foi novamente marcado pelo avanço da temporada de resultados corporativos no Brasil, que segue em seu período mais movimentado.
Sem divulgações macroeconômicas relevantes — tanto no cenário doméstico quanto no exterior, o foco do mercado permaneceu voltado para os balanços das companhias listadas na B3.
Taesa (TAEE11) lucra R$ 323 milhões no 3T25
A Taesa registrou lucro líquido de R$ 323,3 milhões no 3T25 (+5,2% a/a), impulsionado pelo crescimento de 9,8% na receita líquida regulatória, que atingiu R$ 650,5 milhões, refletindo reajustes inflacionários e a entrada em operação de novos projetos.
O EBITDA regulatório subiu 12,6%, para R$ 548,8 milhões, e a companhia anunciou a distribuição integral do lucro trimestral em proventos, totalizando R$ 323,3 milhões.
B3 (B3SA3) mantém eficiência e mostra resiliência nos resultados
A B3 reportou receita líquida de R$ 2,49 bilhões (+2,1% a/a) e EBITDA recorrente de R$ 1,73 bilhão (+1,2%), com lucro líquido de R$ 1,25 bilhão (+3,5%).
A diversificação das receitas, com melhor desempenho nos segmentos de renda fixa e tecnologia, ajudou a compensar a fraqueza no mercado de ações.
As despesas operacionais cresceram apenas 1,2%, abaixo da inflação, reforçando a eficiência operacional da companhia.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (11/11):
Ibovespa sobe novamente; Natura despenca após resultados fracos
No pregão desta terça-feira (11/11), o Ibovespa subiu +1,60%, aos 157.748 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 encerrou o dia em alta de +0,21%, aos 6.846 pontos.
Entre os destaques do dia, Natura (NATU3) liderou as maiores quedas da bolsa após divulgar resultados bem abaixo do esperado no 3T25.
A companhia registrou receita líquida de R$ 5,2 bilhões (-13,1% a/a), pressionada pela desaceleração do consumo no Brasil, interrupções temporárias na Argentina devido à integração da Avon, e pelos efeitos da hiperinflação no país.
O EBITDA recorrente caiu 33,7%, para R$ 577 milhões, com margem de 11,1%, e a empresa reverteu o lucro do ano anterior, registrando prejuízo líquido de R$ 119 milhões.
As ações despencaram mais de 15% no pregão.
A temporada de balanços segue intensa na B3, com um volume elevado de empresas divulgando resultados entre o fechamento de ontem e hoje, mantendo a agenda corporativa como principal foco do mercado ao longo da semana.
IPCA vem abaixo do esperado
O pregão também foi marcado pela divulgação do IPCA de outubro, único dado macroeconômico relevante do dia, e que veio melhor do que o esperado.
A inflação avançou +0,09%, abaixo da projeção do mercado (+0,16%) e bem abaixo dos +0,48% registrados em setembro, registrando o menor resultado para um mês de outubro desde 1998.
No acumulado de 2025, o índice chegou a +3,73%, enquanto a leitura em 12 meses ficou em +4,68%, ligeiramente abaixo da expectativa de +4,75%.
O alívio veio principalmente da energia elétrica (-2,39%), após a mudança da bandeira vermelha patamar 2 para o patamar 1, além das quedas nos preços de aparelhos telefônicos e seguro voluntário de veículos.
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