Seguem as principais notícias dessa terça-feira (02/12):
Ibovespa avança; VAMO3 dispara +6%
No pregão de hoje, o Ibovespa subiu +1,56%, atingindo 161.092 pontos, renovando sua máxima histórica de fechamento.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 encerrou o pregão com alta de +0,25%, aos 6.829 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações daVamos (VAMO3) dispararam +6,46% no pregão.
A alta ocorreu após o BTG Pactual reiterar a recomendação de compra dos papéis da companhia após uma reunião com o alto escalão.
A Vamos, referência nacional em locação e venda de veículos pesados, vive um momento particular: mesmo com lucro pressionado, margens menores e endividamento elevado, o papel voltou a entrar no radar do mercado.
Além do aumento recente nos dividendos, parte dos analistas vê espaço para recuperação.
Negociada na faixa de R$ 3,90 a R$ 4,20, a ação ainda carrega um histórico de forte queda, mas começa a atrair compradores novamente, especialmente porque algumas projeções apontam potencial de valorização próximo a 100% caso a empresa consiga estabilizar seus fundamentos.
As ações baratas que podem disparar em 2026: M1TA34, ARML3, MBRF3 e MOTV3
Quer descobrir quais empresas seguem baratas, mesmo após bons resultados?
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Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (01/12):
Ibovespa inicia a semana com queda; CBAV3 dispara
O Ibovespa iniciou a semana em baixa de -0,29%, encerrando o dia aos 158.611 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,53%, aos 6.812 pontos.
O principal destaque de alta foi a CBA (CBAV3), que disparou +4,93%.
As ações seguem se beneficiando da melhora contínua nos preços internacionais do alumínio.
Além disso, os últimos resultados trimestrais vêm mostrando uma recuperação consistente da CBA, com queda na alavancagem, custos controlados e aumento da receita.
Apesar da alta recente das ações (mais de 100% desde agosto), CBAV3 segue como uma das ações mais baratas da Bolsa brasileira.
As ações para ficar de olho essa semana: EGIE3, RAIL3, PETR4, NEOE3, BHIA3, SCAR3, ARML3, MBRF3
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Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?
Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?
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Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Nesta semana, analisamos o desempenho recente do mercado brasileiro e internacional, destacando movimentos importantes em juros, inflação, dividendos extraordinários e comportamento dos principais índices.
Também explicamos como eventos macroeconômicos e corporativos podem influenciar ativos específicos e selecionamos as ações que, na nossa visão, merecem atenção devido ao momento atual.
MBRF (MBRF3)
A fusão que deu origem à MBRF (MBRF3) seguiu chamando atenção, mas sem novidades relevantes ao longo da semana.
A ação voltou a recuar após já ter caído na semana anterior.
Embora a combinação de operações tenha trazido benefícios, especialmente para a antiga BRF, seguimos avaliando como a nova estrutura conseguirá gerar valor de forma consistente no longo prazo.
PETROBRAS (PETR4)
A Petrobras apresentou seu Plano Estratégico 2026–2030, projetando US$ 109 bilhões em investimentos.
Apesar de ser menor que o plano anterior, o valor ainda é elevado e traz pontos de preocupação, especialmente a insistência em áreas que não geram valor ao acionista, como fertilizantes.
Mantemos nossa visão de que PETROBRAS (PETR4) não é a melhor alternativa para capturar a possível valorização do petróleo nos próximos anos.
NVIDIA (NVDC34)
As ações da NVIDIA (NVDC34) voltaram a cair após notícias envolvendo Meta e Google, que podem reduzir a dependência da empresa no futuro.
Encerramos nossa posição no início do ano, após ganhos próximos de 2.000%, justamente porque avaliávamos a companhia como uma das mais expostas ao avanço da concorrência no setor de IA.
Hoje vemos melhores alternativas, como o próprio Google.
SÃO CARLOS (SCAR3)
A São Carlos (SCAR3) anunciou dividendos extraordinários de R$ 7,10 por ação, yield de 25,6%.
O pagamento decorre da venda de imóveis dentro de sua estratégia de reciclagem de portfólio. A empresa segue com potencial para novas vendas em 2026, o que sustentaria dividendos adicionais.
Vemos o ativo como bem assimétrico e ainda descontado.
ARMAC (ARML3)
A Armac (ARML3) subiu de forma expressiva após adquirir a Braslift, operação que deve adicionar entre R$ 75 e R$ 80 milhões em receita anual a partir de 2026.
Com frota nova e contratos de longo prazo, a aquisição se encaixa bem na estratégia da companhia.
Entendemos que o mercado exagerou nas quedas dos últimos trimestres, já que a Armac segue crescendo em receita, mesmo com margens momentaneamente pressionadas, movimento natural em ciclos de expansão.
RUMO (RAIL3)
A Rumo (RAIL3) ganhou destaque após a Ultrapar adquirir cerca de 5% de participação na companhia.
Gostamos muito do setor de logística, que continua descontado em dólar, e acreditamos que o movimento reforça a percepção de valor no segmento.
Para nós, ativos logísticos permanecem subavaliados no Brasil — e a Rumo é uma das melhores empresas dentro dessa tese.
NEOENERGIA (NEOE3)
A Iberdrola, controladora da Neoenergia (NEOE3), anunciou intenção de fechar o capital da empresa via OPA a R$ 32,50 por ação.
Com cerca de 84% de participação, dificilmente a operação não será concluída.
Como o papel negocia praticamente no preço da oferta, avaliamos que o investidor deve vender no mercado, evitando ficar com um ativo fechado e reduzindo riscos de demora no processo.
CASAS BAHIA (BHIA3)
Apesar da alta recente, seguimos avaliando Casas Bahia (BHIA3) como um ativo a ser evitado.
A empresa enfrenta desafios estruturais relevantes, modelo de negócio ultrapassado, alto endividamento, recorrentes aumentos de capital e histórico de prejuízos.
Mesmo com possível queda de juros, não vemos fundamento que sustente uma tese de valorização.
ENEVA (ENEV3)
A Eneva (ENEV3) realizou uma bonificação de 2,5 ações para cada 1, levantando dúvidas entre investidores.
O efeito é semelhante a um desdobramento: aumenta-se a quantidade de ações e ajusta-se o preço.
No curto prazo, nada muda nos fundamentos; no longo prazo, é um sinal positivo, já que bonificações geralmente estão associadas a lucros robustos e capacidade de manter pagamentos atrativos de dividendos.
FECHAMENTO
Seguimos entendendo que o mercado brasileiro oferece excelentes oportunidades, tanto por eventos corporativos relevantes quanto por distorções de preço.
Além disso, o cenário de dividendos extraordinários deve ganhar força no final de 2025, beneficiando investidores posicionados em empresas sólidas.
Continuaremos acompanhando semanalmente os principais movimentos para orientar decisões fundamentadas e alinhadas ao longo prazo.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
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Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (28/11):
Ibovespa fecha a semana em alta
No último pregão da semana, o Ibovespa fechou o dia aos 159.072 pontos, subindo +0,45%. No acumulado semanal, o IBOV avançou +2,78%.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 apresentou uma leve alta de +0,54%, aos 6.849 pontos. Nesta semana, o S&P subiu +4,47%.
Petrobras aprova plano bilionário
A sexta-feira (28/11) foi de pregão mais calmo, sem destaques macroeconômicos no Brasil ou no exterior.
Com isso, o mercado voltou plenamente suas atenções ao noticiário corporativo, especialmente ao anúncio da Petrobras.
A companhia aprovou o Plano Estratégico 2026–2030, que prevê US$ 109 bilhões em investimentos.
Desse total, US$ 78 bilhões serão destinados à exploração e produção — com foco no pré-sal, pós-sal e Margem Equatorial — enquanto US$ 20 bilhões irão para refino, transporte, petroquímica e fertilizantes.
Outros US$ 13 bilhões foram reservados para iniciativas ligadas à transição energética.
Itaú (ITUB4) e Vale (VALE3) anunciam proventos robustos
O setor financeiro também movimentou o pregão. O Itaú Unibanco (ITUB4) aprovou R$ 23,4 bilhões em dividendos e JCP, com direito assegurado aos acionistas posicionados em 9/12/2025 (data-com).
Os pagamentos ocorrerão em duas etapas: em 19/12/2025, serão distribuídos R$ 1,86 por ação em dividendos e, até 30/04/2026, será pago o JCP líquido de R$ 0,31 por ação.
A Vale (VALE3) anunciou R$ 15,3 bilhões em proventos, totalizando R$ 3,34 por ação, com data-com marcada para 11/12/2025.
Os pagamentos ocorrerão em 7/01/2026 (R$ 1,24 por ação em dividendos) e 4/03/2026 (R$ 0,76 por ação em dividendos + R$ 1,33 por ação em JCP líquido).
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com uma leve queda de -0,12%, aos 158.359 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 não teve variação devido ao feriado.
O pregão desta quinta-feira (27/11) foi mais morno, sem grandes movimentações no cenário macroeconômico ou corporativo.
O principal dado do dia foi o IGP-M, que avançou 0,27% em novembro, ligeiramente abaixo da expectativa de 0,28%.
Mesmo com a alta mensal, o índice voltou a registrar deflação em 12 meses, ficando em -0,11%, a primeira leitura negativa desde maio de 2024.
Os subíndices também mostraram variação moderada: o IPA subiu 0,27%, o IPC avançou 0,25% e o INCC aumentou 0,28%, mantendo a dinâmica observada ao longo do ano.
Avanço das distribuidoras de combustíveis
No campo corporativo, o setor de distribuição de combustíveis operou em alta após uma operação contra a Refit, refinaria privada investigada por um esquema de fraude fiscal estimado em R$ 26 bilhões.
As ações de Raízen (RAIZ4), Vibra Energia (VBBR3) e Ultrapar (UGPA3) subiram entre 1% e 4% ao longo da sessão.
A investigação envolve suspeitas de sonegação, fraude aduaneira e uso de estruturas financeiras com holdings e offshores.
A Refit, considerada a maior devedora contumaz do país, acumula cerca de R$ 25 bilhões em dívidas tributárias e teria importado R$ 32 bilhões em combustíveis por meio de subfaturamento.
No Brasil, o Ibovespa subiu +1,7%, aos 158.554 pontos. Com esse fechamento, o índice renovou sua máxima histórica.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,7%, aos 6.812 pontos.
Simpar (SIMH3) e Casas Bahia (BHIA3) são os destaques do dia
Apesar do fechamento em alta do Ibovespa, as ações da Casas Bahia (BHIA3)despencaram -20,4%.
O movimento ocorreu após a empresa anunciar que pretende fazer mais um aumento de capital, desta vez, de até R$ 13,25 bilhões.
Vale ressaltar que esse aumento, caso aprovado, diluirá ainda mais os acionistas atuais, trazendo grande pressão vendedora para BHIA3.
Nossa recomendação é que você fique de fora das ações da varejista.
Já entre as ações que subiram bem, destaque para a Simpar (SIMH3), que disparou +11%.
Apesar da ausência de notícias que justifiquem essa forte alta, é importante lembrar que a companhia é uma das grandes beneficiadas pelo potencial corte de juros, que deverá iniciar no Brasil em 2026.
Nossa recomendação para quem tem ações da holding é que as mantenha em carteira.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (25/11):
Ibovespa avança; ONCO3 dispara +8%
No pregão de hoje, o Ibovespa subiu +0,41%, atingindo 155.910 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 encerrou o pregão com alta de +0,91%, aos 6.765 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da Oncoclínicas (ONCO3) dispararam +8% no pregão.
A alta ocorreu após a Mak Capital LP se tornar acionista relevante da companhia, passando a deter 71.432.800 ações, equivalentes a 6,31% do capital social, após o aumento de capital concluído neste mês.
A operação envolveu a emissão de 471.514.866 novas ações, ao preço de R$ 3,00 cada, totalizando R$ 1,415 bilhão. Com isso, o capital social da empresa passou de R$ 3,147 bilhões para R$ 4,562 bilhões.
Segundo comunicado, a Mak Capital destacou que a aquisição tem objetivo exclusivamente financeiro, sem intenção de influenciar a administração ou alterar a estrutura acionária.
Poucas novidades no Brasil e nos EUA
No exterior, as vendas no varejo dos Estados Unidos subiram +0,2% em setembro, abaixo da expectativa de +0,4%, enquanto o núcleo recuou –0,1%.
Ainda assim, analistas projetam aceleração dos gastos no 3º trimestre, com a prévia do PIB marcada para 23 de dezembro.
No Brasil, o destaque foi a sanção da MP 1.304/2025, que consolida pontos da reforma do setor elétrico, como a abertura total do mercado livre, revisão de subsídios e inclusão de baterias na regulação.
Os vetos foram pontuais e não alteram o desenho central da proposta.
Você já pensou em investir na bolsa de valores de outro país?
De forma semelhante ao que acontece com a B3, a bolsa brasileira, diversos países ao redor do mundo têm bolsas para organizar os investimentos feitos em renda variável.
O investimento realizado em ativos fora do Brasil é visto como uma maneira de diversificar sua carteira e manejar melhor os riscos.
Afinal, é possível deixar de se expor apenas aos riscos de ativos nacionais.
Mas como fazer o investimento estrangeiro?
Na verdade, existem diversas opções. Os BDRs são uma delas. Continue a leitura para entender o que eles são e quais as diferenças entre BDRs e ADRs, investimentos semelhantes.
Vamos lá?
O QUE SÃO BDRs?
A sigla BDR representa o termo Brazilian Depositary Receipts.
Em português, significa algo como “Recibos Depositários Brasileiros”. Eles funcionam como certificados de depósitos de valores mobiliários internacionais.
Na prática, os BDRs são uma modalidade de investimento na qual uma instituição financeira adquire ações de empresas do exterior e negocia certificados lastreados nelas.
Então, investidores brasileiros podem comprá-los na própria B3.
Ou seja, é possível expor sua carteira ao mercado internacional sem a necessidade de abrir conta em corretoras de valores ou bancos de outros países.
Com os BDRs, você passa a ter resultados a partir da movimentação de companhias estrangeiras.
Mas atenção: não estamos falando de adquirir diretamente ações de negócios como Apple ou Google nos Estados Unidos.
A aquisição direta dos papéis não pode ser feita por meio dos BDRs. Eles são, na verdade, investimentos derivados das ações.
Você tem direitos representativos das ações, mas os ativos pertencem à instituição financeira que media o BDR.
Logo, é preciso se submeter à mediação de uma instituição para realizar o investimento internacional dessa forma.
O QUE SÃO ADRs?
Assim como os BDRs possibilitam que brasileiros tenham resultados atrelados a ativos internacionais na sua carteira, também é possível que empresas do Brasil e de outros países sejam negociadas em bolsas diferentes da sua origem.
Um exemplo é o que acontece com ações estrangeiras nos Estados Unidos.
Nesse caso, falamos dos ADRs — American Depositary Receipt (Recibos Depositários Americanos). Eles funcionam de maneira muito semelhante aos BDRs.
Os ADRs são recibos ou certificados de ações estrangeiras negociadas na bolsa norte-americana.
Podem existir ativos de empresas brasileiras, inglesas, australianas ou de diversas outras nações.
Por meio deles, os investidores norte-americanos também têm acesso a empresas internacionais.
É possível, por exemplo, que eles invistam em Petrobras ou Vale através de um ADR dessas companhias no mercado dos EUA.
A emissão dos ADRs se dá por bancos ou instituições financeiras estadunidenses.
Eles adquirem ações internacionais e emitem os certificados para vendê-los aos investidores. Logo, não há venda direta das ações, mas de derivativos lastreados nelas.
QUAIS SÃO AS VANTAGENS DE INVESTIR EM BDRs E ADRs?
O principal ponto positivo de realizar investimentos por meio de BDRs ou ADRs é ter acesso a ativos estrangeiros, mesmo sem comprá-los diretamente.
Caso um brasileiro ou norte-americano queira investir em diversos países, a burocracia seria enorme.
Imagine precisar abrir uma conta de investimentos nos Estados Unidos, outra na Inglaterra e mais uma em cada país onde você deseje investir.
Seria necessário lidar com idioma, regulamentações, tributação e processos muito diferentes.
Além disso, sua declaração de Imposto de Renda ficaria mais complexa. Com os BDRs tudo fica mais simples.
Os investimentos são feitos sem sair da B3, seguindo regras brasileiras. É uma maneira de se expor a mercados globais com mais facilidade e segurança institucional.
Outro ponto positivo é que os BDRs dispensam a necessidade de operação de câmbio.
Os certificados são negociados em reais, mesmo que as ações originais estejam em moeda estrangeira.
Diversificar dessa forma ajuda a equilibrar riscos. Economias fortes, como os Estados Unidos, tendem a se recuperar mais rápido em momentos de estresse, beneficiando a carteira.
QUAIS SÃO AS DESVANTAGENS?
A principal desvantagem é que BDRs e ADRs não representam propriedade direta das ações.
Há intermediação, custos, tributação diferenciada sobre dividendos no exterior e possíveis retenções.
Além disso, os riscos acompanham o comportamento das ações internacionais. Ganhos e perdas seguem a volatilidade dos mercados globais.
COMO INVESTIR EM BDRS?
Para investir em BDRs, basta acessar o home broker da sua corretora e digitar o código do BDR desejado.
Ele é formado por quatro letras que remetem à empresa estrangeira, seguidas de dois números.
BDRs podem ser patrocinados (com participação da empresa emissora) ou não patrocinados (lançados por iniciativa da instituição financeira brasileira). A maioria na B3 é do segundo tipo.
QUANTOS BDRS EXISTEM E QUANTO ELES RENDEM?
Atualmente, existem mais de 550 BDRs negociados na B3, em sua grande maioria não patrocinados.
Entre os mais populares estão recibos de empresas como Apple, Microsoft, Tesla, Amazon, JPMorgan e várias outras gigantes globais.
A seguir, o gráfico mostra o retorno acumulado dos últimos 12 meses de cinco BDRs — L Brands (LBRN34), Gap (GPSI34), Tesla (TSLA34), ArcelorMittal (ARMT34) e Macy’s (MACY34) — comparado ao BDRX e ao Ibovespa:
No período analisado, destaca-se o BDR da L Brands, com valorização acima de 409%. Outros BDRs também mostraram ganhos expressivos.
Já o BDRX acumulou cerca de 53%, enquanto o Ibovespa avançou aproximadamente 25%.
NOSSOS PRODUTOS E RECOMENDAÇÕES
As carteiras recomendadas de BDRs e stocks que acompanhamos fazem parte da nossa estratégia internacional.
Um dos casos de maior destaque é a Caterpillar (CAT/CATP34), recomendada desde 3 de abril de 2020, acumulando valorização superior a 113%.
A Caterpillar, fundada em 1925, é líder global em equipamentos pesados e tende a se beneficiar de estímulos econômicos em diversos países — especialmente nos Estados Unidos.
Confira o desempenho comparativo entre CATP34 e o S&P 500 desde abril de 2020:
DESEMPENHO DA NOSSA CARTEIRA INTERNACIONAL
Abaixo, você confere o desempenho da nossa Carteira Internacional, construída com rigor técnico, visão global e foco na proteção e crescimento patrimonial:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA INTERNACIONAL
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Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (24/11):
Ibovespa inicia a semana em alta; NEOE3 dispara
O Ibovespa iniciou a semana em alta de +0,33%, encerrando o dia aos 155.277 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 também subiu +1,55%, aos 6.705 pontos.
O principal destaque de alta foi a Neoenergia (NEOE3), que disparou +7% no dia de hoje.
A companhia ficou no centro das atenções após a Iberdrola apresentar uma oferta pública para adquirir até a totalidade das ações ordinárias da companhia a R$ 32,50 por papel, com a intenção de deslistagem do Novo Mercado.
A proposta segue o movimento recente da controladora, que meses atrás elevou sua participação para 83,8%, após comprar a fatia da Previ.
Segundo a Neoenergia, a oferta busca simplificar a estrutura societária e reduzir custos de manutenção como empresa listada.
As ações para ficar de olho essa semana: BRSR6, POMO4, CSNA3, CLSC4, DEXP3, BERK34, NVDC34, ENGI11
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Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (21/11):
Ibovespa fecha a semana em queda
No último pregão da semana, o Ibovespa fechou o dia aos 154.770 pontos, caindo -0,39%. No acumulado semanal, o IBOV recuou -1,52%.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 apresentou uma leve alta de +0,98%, aos 6.602 pontos. Nesta semana, o S&P caiu -1,67%.
EUA zeram tarifas sobre produtos brasileiros
No cenário macro, o principal destaque foi a decisão dos Estados Unidos de zerar as tarifas de 40% aplicadas a diversos produtos agrícolas brasileiros. A medida, assinada por Donald Trump, está válida desde 13 de novembro.
A lista inclui café, carne bovina, frutas, vegetais, castanhas, açaí, cacau, sucos e fertilizantes.
O governo brasileiro e entidades do setor agro avaliaram o movimento como positivo, reforçando a competitividade do país no mercado americano.
NVIDIA segue no foco após resultado forte
No noticiário corporativo, o dia foi mais fraco no Brasil, sem anúncios relevantes.
No exterior, os investidores continuam repercutindo os resultados da NVIDIA (NVDC34, NVDA). A companhia reportou US$ 57 bilhões em receita e projeta números ainda maiores para o próximo trimestre.
Mesmo assim, as ações seguem pressionadas pelo momento mais cauteloso do setor de tecnologia.
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