Um dos principais motivos da excelente rentabilidade da Carteira de Ações Tiago Prux é o que chamamos de “pensamento global”.
Ser um investidor global nada mais é do que procurar as melhores ações onde quer que elas estejam.
Apesar de parecer óbvia, essa forma de investir não é seguida pela maioria dos investidores brasileiros.
São pessoas que possuem baixa exposição a ações de empresas estrangeiras ou de companhias que possuem receita relevante fora do país (exportadoras).
Justamente na categoria das exportadoras, existem empresas brasileiras que têm fortíssimas vantagens competitivas.
Especialmente aquelas que possuem muitos custos em moeda local (R$) e que conseguem se diferenciar pelos baixos custos de produção.
Os exemplos mais comuns são as empresas do agronegócio e de commodities.
Esse é o tipo de ação que considero de fundamental importância para a construção de ganhos consistentes, e que não pode faltar na Carteira Tiago Prux.
QUAIS AS VANTAGENS DE POSSUIR RECEITAS DOLARIZADAS?
Como primeira vantagem, merece destaque a diversificação.
O fato de uma empresa brasileira possuir parte de suas receitas atreladas ao dólar indica que ela detém mercados localizados ao redor do mundo.
Isso pode ser encarado como um grande aliado para que a companhia busque expandir ainda mais seus horizontes de atuação, conquistando novos mercados e, consequentemente, agregando valor ao seu fluxo de receitas.
A diversificação também pode ser benéfica em momentos de crise, principalmente quando estas forem pontuais em determinadas regiões ou países.
Por exemplo: muitas empresas que possuem parte de seus mercados localizados fora do Brasil sofreram menos os impactos da nossa recessão entre 2015 e 2017, dado que a demanda externa não foi afetada.
Outra vantagem da dolarização está ligada ao próprio dólar. Como comentado, o dólar americano é a principal moeda de referência nas negociações internacionais.
E, quando comparado ao nosso Real, fica evidente o quão forte ele se mostra, sofrendo menores efeitos de desvalorização.
Por fim — e ainda na linha da desvalorização —, podemos destacar a importância de se ter receitas dolarizadas em meio às variações do câmbio. Em momentos de enfraquecimento do Real, essas empresas podem ser beneficiadas.
Na Capitalizo, a nossa visão sobre o dólar é a mesma desde 2017: ele é, e continuará sendo, forte durante muitos anos.
DESCORRELAÇÃO E DIVERSIFICAÇÃO DE RISCOS
Outro fator que mostra a importância de se ter ações de exportadoras — e que a maioria dos investidores pouco percebe — é o que chamamos de descorrelação e diversificação de riscos.
Para entender na prática como isso funciona, responda a esta pergunta:
Será que faz sentido, além de viver e trabalhar no Brasil, ainda ter todos os investimentos correlacionados somente à economia local?
Assim como os nossos analistas, meu entendimento é que não faz sentido.
Por isso, se você ainda não tem uma boa parte da sua Carteira em Ações de Exportadoras, talvez seja hora de repensar sua Estratégia.
CONHEÇA A CARTEIRA DE AÇÕES ” TIAGO PRUX”
A Carteira Tiago Prux segue exatamente esse princípio: visão global, foco no longo prazo e diversificação estratégica.
Com ela, você investe em empresas brasileiras e internacionais de forma prática, mantendo sua carteira sempre atualizada em apenas 10 minutos por mês.
Abaixo, você confere o gráfico de rentabilidade da Carteira Tiago Prux e um vídeo explicativo, mostrando em detalhes como ela funciona na prática:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
Essa carteira faz parte da assinatura Capitalizo Invest, onde você tem acesso a todas as nossas recomendações exclusivas.
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“Tiago, por que seguir as recomendações da Capitalizo se vocês também perdem?”
Apesar de justa, essa pergunta mostra a falta de conhecimento ou noção do investidor sobre como funciona o mercado.
Em TUDO nessa vida, qualquer atividade, seja ela qual for, prejuízos irão acontecer.
Qualquer pessoa que entra na bolsa achando que não terá perdas deve “voltar duas casas” e começar tudo novamente.
Dito isso, é óbvio que as nossas recomendações também vão dar prejuízo.
A grande diferença é que, ao contrário da maior parte dos investidores, nós nunca deixamos nenhuma tragédia acontecer.
SABER PERDER IMPORTA
Pode parecer trivial, mas não é. É só ver a quantidade de pessoas que têm histórias de ter perdido tudo na bolsa.
Modéstia à parte, eu não tenho história ruim para contar com a Capitalizo e nunca tive prejuízos não recuperáveis.
Na verdade, me impressiona como alguém coloca o seu dinheiro a perder fazendo coisas sem sentido.
Como costumo falar, quem não sabe perder nunca vai ganhar dinheiro, nunca vai estar preparado para ganhar. Além disso, não tomar tombos grandes nos garante a chance de aproveitar os bons momentos.
Ou seja, até para ganhar dinheiro, o tamanho das perdas importa. É nesse ponto que eu consigo abrir uma distância considerável em relação à grande massa de investidores da bolsa.
GANHAR É CONSEQUÊNCIA
Por isso, nos preocupamos tanto com a montagem das Estratégias e das Carteiras muito antes de recomendar algo. Tudo é pensado, primeiro, para proteger e depois, para ganhar dinheiro.
A maioria acha que o que mais importa é ganhar e esquece das perdas. O ganho vem como consequência de não perder.
Cito como exemplo a minha Carteira. Ela tem tanto ativos locais como internacionais.
Em quase 60% dos pregões de alta, a Carteira sobe menos do que Ibovespa ou S&P. Porém, quando o mercado cai, ela costuma cair menos do que os índices em mais de 60% dos dias.
Na prática, a forma defensiva com que a Carteira foi montada me “garante” uma proteção maior e, como consequência, mais ganhos.
Sei que isso pode parecer contraintuitivo, mas não perco 1 minuto tentando adivinhar a “bola da vez”, mas sim focado em proteção e ganhos consistentes.
DETALHES DA CARTEIRA E RESULTADOS
A Carteira Tiago Prux, pensada para quem segue a filosofia Buy and Hold e busca se tornar um investidor global, foi estruturada para unir proteção e crescimento.
Em quase 60% dos pregões de alta, ela sobe menos que o Ibovespa ou o S&P.
Porém, quando o mercado cai, ela costuma cair menos que os índices em mais de 60% dos dias — o que garante estabilidade e maior rentabilidade ao longo do tempo.
Com apenas 10 minutos por mês, é possível mantê-la 100% atualizada e à prova de crises, seguindo um portfólio que nunca fechou um ano sequer no negativo.
Abaixo, você confere o gráfico de desempenho da Carteira Tiago Prux, além de um vídeo explicativo mostrando como ela funciona na prática:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
Essa carteira está disponível para os assinantes daCapitalizo Invest, nossa assinatura focada em carteiras de longo prazo, ideal para quem busca construir patrimônio de forma consistente, com independência e segurança.
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O maior jogador de basquete de todos os tempos, Michael Jordan, costuma dizer que:
“temos que ser fiéis aos nossos planos. Não existem atalhos.”
Jordan, mais do que ninguém, sabia que, para alcançar grandes resultados, era preciso estar preparado para isso. Ele estreou na NBA na temporada 1984–1985 e foi ser campeão somente em 1990–1991.
Não que estivesse “proibido” de vencer logo no início, mas, mesmo sendo o maior jogador da história, precisou respeitar o seu tempo de maturação.
Ele não quis “queimar a largada” e sabia que, com trabalho, disciplina e planejamento, as conquistas viriam.
No mundo dos investimentos, especialmente na Bolsa de Valores, muitos investidores acreditam que tudo é um “jogo de curto prazo”, em que ou se ganha dinheiro rapidamente ou se deve desistir se os resultados não aparecem logo.
Nessa linha, quero compartilhar uma analogia importante sobre a relevância da consistência e de se ter um plano claro para atingir objetivos: A Lebre e a Tartaruga.
Era uma vez uma lebre e uma tartaruga. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. Certa vez, a tartaruga, já cansada de ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida. A lebre, muito confiante, aceitou prontamente.
Sem perder tempo, a tartaruga começou a caminhar, com seus passos lentos, porém firmes.
Logo, a lebre ultrapassou a adversária e, acreditando que venceria com facilidade, resolveu parar para cochilar.
Quando acordou, não viu mais a tartaruga e saiu correndo. Já na reta final, viu sua adversária cruzando a linha de chegada, sorridente.
A Lebre e a Tartaruga, uma das fábulas de Esopo, talvez seja uma das histórias que melhor definem o comportamento de muitos investidores.
Ela mostra, de forma simples e didática, que o mais importante não é a velocidade, mas a consciência, a persistência e a constância.
Não adianta ser mais rápido ou ter talento natural se essas qualidades não forem bem direcionadas.
COMO ALCANÇAR BONS RESULTADOS?
Normalmente, investidores impacientes acreditam que a diferença está em acertar a ação que mais subiu, dar uma “tacada certeira” e, depois, “se aposentar”.
Eles focam apenas no resultado final, e não no processo necessário para alcançá-lo.
Em alguns casos, essa tacada realmente acontece. O investidor compra exatamente a ação que mais sobe e ela se torna a maior posição da carteira. O alvo foi acertado.
O problema é que isso costuma gerar uma falsa sensação de invencibilidade.
Diversificar a carteira e estudar passam a parecer desnecessários. Quanto mais a ação sobe, maior é a convicção de que ele está certo. Até que, assim como a lebre da fábula, o investidor relaxa — e, de repente, as coisas começam a dar errado.
A ação que parecia “a melhor do mundo” começa a cair. No primeiro momento, o investidor acredita que o mercado está errado e que “os preços vão voltar”.
Ele não admite o erro de não ter diversificado e transforma a posição em uma questão de honra.
O tempo passa, semanas, meses, e o desfecho costuma ser o mesmo: a tacada certeira vira um mico que não anda. Enquanto isso, os investidores “lentos”, disciplinados e diversificados seguem avançando.
Mesmo excelentes empresas podem enfrentar longos períodos de dificuldade. O preço de uma ação pode ficar anos sem subir ou até cair. Por isso, diversificação é fundamental.
Basta uma pesquisa rápida para perceber que muitas empresas de alta qualidade já passaram 5, 10 ou até 15 anos andando de lado ou em queda.
VALE A PENA FOCAR NA “TACADA CERTEIRA”?
Nós, da Capitalizo, acreditamos que não. Não existem atalhos.
Para ganhar dinheiro de forma consistente ao longo do tempo, é necessário ter uma boa estratégia e uma carteira equilibrada e diversificada. É melhor acumular bons resultados recorrentes do que acertar uma ou duas grandes apostas.
Diversos gestores acertaram a forte alta de ações como Magazine Luiza (MGLU3), mas erraram tanto em outras posições que acabaram devolvendo todos os ganhos.
Não somos infalíveis e também erramos. A diferença é que trabalhamos para que erros não se transformem em tragédias.
Preferimos ser a tartaruga disciplinada, persistente e presente no mercado por décadas, do que a lebre veloz, que larga na frente, mas não chega ao final.
CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX
A Carteira Tiago Prux foi pensada para quem segue a filosofia do Buy and Hold e deseja se tornar um investidor global.
Com essa estratégia, são necessários apenas 10 minutos por mês para manter a carteira atualizada e preparada para diferentes cenários de mercado.
Esses dias, me perguntaram qual foi o meu maior acerto na Bolsa de Valores em 2025.
Quando alguém faz esse tipo de pergunta, geralmente espera que eu cite o código de uma ação específica ou diga que investi justamente na ação que mais valorizou no ano.
Mas, para mim, esse não foi o ponto mais relevante.
O meu maior acerto, até agora, foi seguir exatamente as estratégias que defini antes mesmo do início do ano.
O maior desafio de quem deseja acertar na Bolsa de Valores é outro. O que realmente constrói riqueza ao longo do tempo não é acertar a maior alta do ano, mas sim evitar a autossabotagem e manter o foco no planejamento.
ESTRATÉGIA, DISCIPLINA E PACIÊNCIA
Ter uma estratégia clara e objetiva faz toda a diferença. Ela precisa responder perguntas fundamentais, como:
Como dividir a carteira? Quando comprar e vender os ativos? Quais são os motivos por trás de cada decisão?
No entanto, apenas criar uma estratégia não é suficiente. É preciso ter disciplina para segui-la.
O ser humano tem uma tendência natural à autossabotagem, encontrando desculpas para fugir do que foi planejado.
No mundo dos investimentos, esse comportamento pode resultar em grandes prejuízos.
Investir de forma consistente no longo prazo parece simples, mas exige esforço.
Muitas pessoas não conseguem manter tarefas rotineiras, como investir todos os meses, da mesma forma que têm dificuldade em praticar exercícios regularmente ou até mesmo beber 2 litros de água por dia.
Por fim, todo investidor precisa de paciência.
Muitos acreditam que ações funcionam como foguetes, subindo logo após a compra.
Porém, mesmo as melhores estratégias podem levar tempo para apresentar resultados. Nesses momentos, a paciência é essencial para evitar decisões impulsivas.
COMO ACERTAR NA BOLSA DE VALORES
Em 2008, quando enfrentei minha primeira grande crise, meu “estômago embrulhou”, literalmente. E se eu tivesse abandonado meu plano no meio da queda das ações? Certamente, teria deixado de ganhar muito dinheiro no futuro.
A ausência de um plano claro é um dos principais motivos que levam investidores a perder dinheiro na Bolsa. Somente com consistência e uma boa estratégia é possível alcançar resultados sólidos ao longo do tempo.
Uma estratégia bem estruturada não garante ganhos o tempo todo, mas ajuda a evitar grandes perdas e mantém o investidor ativo no mercado. A consequência natural disso é o crescimento do patrimônio.
Como dizia Michael Jordan: “Temos que ser fiéis aos nossos planos. Não existem atalhos.”
CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX
A Carteira Tiago Prux foi desenvolvida para quem segue a filosofia do Buy and Hold e busca se tornar um investidor global, com foco no longo prazo.
Trata-se de uma estratégia estruturada para atravessar diferentes ciclos de mercado, com ajustes pontuais ao longo do tempo e foco na construção consistente de patrimônio.
Com essa abordagem, bastam cerca de 10 minutos por mês para acompanhar eventuais atualizações e manter a carteira alinhada à estratégia.
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
A Carteira Tiago Prux faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso às nossas carteiras recomendadas de ações de longo prazo, relatórios exclusivos e análises independentes.
Ao assinar, você passa a investir com método, disciplina e estratégia, seguindo exatamente os mesmos princípios que aplicamos em nossas próprias decisões.
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Seguidamente, atendemos investidores que têm investimentos em suas carteiras e não fazem a menor ideia de como funcionam.
Não que seja necessário conhecer a fundo cada ativo para incluí-lo no portfólio; no entanto, é vital entender a relação risco x retorno de qualquer investimento.
Em outras palavras: é fundamental saber quanto se pode ganhar ou perder.
Além disso, muitos relatam que investiram por impulso, motivados pelo medo de “perder a grande oportunidade”.
Acreditavam que, se não aplicassem no mesmo dia, estariam “perdendo o bonde”.
Dica importante para quem está começando: Não tenha pressa.
Não caia na mentira de que existe “a oportunidade da vida” ou de que, se não entrar agora, nunca mais irá ganhar dinheiro.
Invista no seu ritmo, com calma e consciência.
Afinal, como me disseram uma vez:
“A Bolsa abre todos os dias, de segunda a sexta, das 10h às 17h.”
TENHA SENSO DE URGÊNCIA — MAS NÃO PRESSA
Comprar uma ação por causa de uma notícia boa ou vender por causa de uma notícia ruim, sem analisar profundamente, é o erro diário de milhares de investidores apressados.
Por outro lado, todas as nossas estratégias apresentam forte desempenho no longo prazo justamente porque adotamos uma abordagem técnica, disciplinada e sem afobação.
Temos senso de urgência, sim, mas sabemos que pressa em excesso destrói resultados.
No mercado de ações, equilíbrio é o que sustenta a consistência.
E o mesmo vale para você:
Tenha urgência para aprender, entender e se informar. Mas tome decisões com método, nunca por impulsos momentâneos.
VOCÊ TOLERA PERDAS?
Muita gente entra na Bolsa pensando apenas nos ganhos e esquece que as perdas fazem parte do caminho.
Quem começa num momento ruim pode ter as expectativas destroçadas logo no início, simplesmente porque nunca considerou que perdas acontecem.
É por isso que sempre apresentamos aos nossos clientes o histórico completo de todas as nossas estratégias.
Assim, o investidor consegue visualizar:
os melhores e piores momentos,
o comportamento da carteira em diferentes ciclos,
e se possui perfil emocional e financeiro compatível com aquela estratégia.
Claro, viver na prática é diferente de estudar o histórico.
Mas quem entra preparado para “aguentar o tranco” está sempre anos-luz à frente de quem acredita que só terá vitórias.
No mercado, não ter pressa e suportar os períodos ruins são habilidades obrigatórias para quem quer ganhar dinheiro de verdade.
CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX
A Carteira Tiago Pruxfoi criada para o investidor que busca simplicidade, proteção e consistência, seguindo a filosofia do Buy and Hold Global.
Com ela, você:
investe em empresas líderes ao redor do mundo;
mantém um portfólio sólido, equilibrado e preparado para crises;
e atualiza tudo em menos de 10 minutos por mês.
Abaixo, você confere o gráfico de rentabilidade da Carteira Tiago Prux ao longo dos anos, mostrando na prática como essa estratégia se comportou em diferentes ciclos de mercado.
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Sempre que as ações dos Estados Unidos sobem, a expressão “crash” volta a circular.
Aparecem pessoas mostrando gráficos da crise de 1929 e afirmando que uma grande queda é inevitável.
E os “profetas do apocalipse” reaparecem para anunciar o fim da maior economia do mundo.
É claro que a bolsa americana pode cair, assim como qualquer bolsa, em qualquer lugar, a qualquer momento.
Inflação, juros, guerras, quebras de bancos… motivos não faltam para quedas no curto prazo.
E eu, como investidor, concordo integralmente com essa possibilidade, assim como os nossos analistas.
Mas, quando falamos de investimentos em ações para o longo prazo, essas questões de curtíssimo prazo se tornam muito menos relevantes.
O QUE REALMENTE IMPORTA SOBRE OS ESTADOS UNIDOS?
O ponto central não é prever quedas pontuais, mas sim entender para onde vai a economia americana e, principalmente, a qualidade das empresas listadas por lá.
A seguir, destaco algumas observações importantes trazidas pelos analistas da Capitalizo, que explicam por que o momento atual segue repleto de oportunidades para quem investe no longo prazo:
Em alguns anos, a China deve ultrapassar os EUA como maior economia do mundo. Porém, em termos per capita, não é possível prever se isso acontecerá.
Os Estados Unidos continuarão fortes no longo prazo, mesmo que passem por crises no caminho.
A economia chinesa tem enorme potencial, mas o mercado acionário do país opera sob regras menos claras, com forte interferência estatal, investir nos EUA ainda é menos arriscado.
Diversas empresas americanas possuem histórico de décadas de governança sólida, gestão eficiente, dividendos consistentes e programas de recompra de ações.
Não existe nenhum outro país no mundo com tantas marcas líderes globais, em tantos setores diferentes.
Além disso, investir nos EUA não significa investir apenas em empresas americanas.
Centenas de empresas globais têm ações listadas por lá, ou seja, investir na bolsa americana é investir no mundo.
“NEVER BET AGAINST AMERICA”
Em uma de suas cartas anuais, o megainvestidor Warren Buffett escreveu um dos trechos mais famosos sobre o mercado americano:
“Em seus breves 232 anos de existência, não houve incubadora para libertar o potencial humano como a América.
Apesar de interrupções severas, o progresso econômico do nosso país tem sido impressionante.
Nossa conclusão inabalável: Never bet against America.”
Eu concordo com o “bom velhinho”.
Minha carteira não apostou contra os Estados Unidos, e se deu muito bem.
O investidor que pensa no longo prazo deve buscar diversificação global, incluindo ações americanas e de outros mercados com potencial.
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Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para manter a carteira atualizada, diversificada e alinhada às melhores oportunidades do Brasil e do exterior.
Abaixo, você confere o vídeo explicando em detalhes como essa estratégia funciona na prática:
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Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Mais uma semana de forte desempenho para a Bolsa brasileira, reforçando o momento positivo dos ativos locais e a consolidação de um cenário mais construtivo para o investidor de longo prazo.
O Ibovespa subiu cerca de 3%, batendo novo recorde histórico e encerrando a semana aos 154 mil pontos.
Mesmo com o avanço, mantemos a visão de que ainda há espaço para valorização, já que boa parte das empresas segue descontada em relação a seus fundamentos.
CENÁRIO MACROECONÔMICO E JUROS
Como esperado, o Copom manteve a taxa Selic inalterada.
Apesar do tom mais conservador no comunicado, os últimos dados reforçam que há espaço crescente para cortes de juros em 2026, especialmente diante da desaceleração da inflação e da valorização recente do real.
O IPCA de outubro deve registrar alta modesta, próxima de 0,2%, reforçando a trajetória de preços sob controle.
A leitura geral continua favorável: dólar mais fraco, inflação em queda e crescimento moderado — cenário que tende a sustentar a confiança e o fluxo de capital para a renda variável.
RESULTADOS CORPORATIVOS E DESTAQUES DA SEMANA
A temporada de balanços segue intensa, com diversas companhias apresentando resultados sólidos e consistentes. A seguir, os principais destaques da semana:
MINERVA (BEEF3)
Apesar da queda de quase 15% na semana, o resultado foi positivo.
A receita líquida cresceu 82%, o lucro líquido aumentou 28%, atingindo R$ 120 milhões, e o fluxo de caixa livre alcançou R$ 2,5 bilhões, o melhor da história da empresa.
A alavancagem segue em queda, no menor nível desde 2022. Mesmo com a reação negativa do mercado, os números reforçam a recuperação estrutural da companhia.
SUZANO (SUZB3)
Os resultados foram neutros, com receita estável e queda de 40% no lucro líquido.
Contudo, o lucro contábil é afetado por variações cambiais e itens não recorrentes.
Operacionalmente, a empresa segue muito bem — custos de produção em queda e margens preservadas, mesmo com preços mais baixos da celulose.
A Suzano permanece como uma das companhias mais eficientes e resilientes do setor.
GUARARAPES (GUAR3 / Riachuelo)
A empresa surpreendeu positivamente, com alta de 63% no lucro líquido, alcançando R$ 74 milhões.
O Ebitda subiu 15%, chegando a R$ 402 milhões — recorde histórico.
As vendas em mesmas lojas cresceram pelo nono trimestre consecutivo, e a margem bruta atingiu quase 60%, também recorde.
A empresa mantém inadimplência em queda e boas perspectivas com a possível venda de ativos imobiliários.
ALPARGATAS (ALPA4)
Mais um trimestre de forte recuperação.
A receita cresceu 8%, o Ebitda disparou quase 90% e o lucro líquido subiu 132%, atingindo R$ 174 milhões.
A gestão da controladora Itaúsa trouxe eficiência e solidez financeira — hoje a empresa possui caixa líquido de R$ 400 milhões, reflexo da disciplina operacional.
VAMOS (VAMO3)
As prévias já indicavam um bom resultado, e o balanço confirmou a consistência do modelo de negócios.
Os juros ainda altos impactam o lucro líquido, mas o desempenho operacional segue forte.
O Grupo JSL como um todo continua crescendo de forma coordenada e sustentável.
PETROBRAS (PETR4)
A estatal apresentou resultado neutro: receita de R$ 128 bilhões, estável em relação ao ano anterior, e lucro líquido de R$ 32,7 bilhões.
A produção subiu 8%, o endividamento ficou controlado, e o dividendo anunciado foi de R$ 0,94 por ação (3% de yield), levemente acima do esperado.
A tendência, contudo, é de redução gradual dos pagamentos trimestrais.
BANCO MERCANTIL (BMEB4)
Um dos melhores resultados do trimestre.
O lucro líquido atingiu R$ 254 milhões, alta de 30%, com ROE anualizado de 45%.
Esse foi o 12º trimestre consecutivo de recorde histórico, sustentado por crescimento de 31% na carteira de crédito e 35% nas receitas de serviços.
O banco reforça sua posição como excelente pagador de dividendos para os próximos anos.
AURA MINERALS (AURA33)
A companhia divulgou números muito fortes, impulsionados pela alta do ouro e pela recorde de produção.
A receita líquida cresceu 60%, chegando a US$ 450 milhões, com fluxo de caixa livre de US$ 151 milhões (+91%).
A alavancagem praticamente desapareceu, e há expectativa de dividendo extraordinário ainda em 2025 ou início de 2026.
BB SEGURIDADE (BBSE3)
Mais um trimestre sólido: lucro líquido de R$ 2,6 bilhões, alta de 13%.
O desempenho foi forte em todas as subsidiárias, com ROE acima de 50% e guidance superado.
A empresa segue como referência em eficiência, previsibilidade e pagamento recorrente de dividendos.
PERSPECTIVA ESTRATÉGICA
Mesmo com a sequência de altas do Ibovespa, não vemos sinais de euforia exagerada.
O mercado continua seletivo, com forte assimetria de preços entre grandes companhias e small caps.
Muitos ativos ainda estão descontados, e o cenário de juros em queda para 2026 deve reforçar o fluxo positivo para a Bolsa.
A valorização recente deve ser vista como reconstrução de preços, e não como sobrevalorização.
Seguimos priorizando empresas com crescimento sustentável, margens sólidas e forte geração de caixa.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A combinação de resultados corporativos robustos, inflação sob controle e estabilidade monetária cria um ambiente extremamente favorável ao investidor disciplinado.
Reforçamos a importância de manter o foco em fundamentos, diversificação e horizonte de longo prazo — princípios que seguem norteando todas as nossas recomendações.
As oportunidades continuam abundantes para quem investe com estratégia e paciência.
O ciclo atual de valorização, ainda em seus estágios iniciais, deve consolidar novas ondas de crescimento e distribuição de dividendos nos próximos trimestres.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS
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“Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e levantarei o mundo.”
A frase acima é de Arquimedes, um dos grandes gênios da Antiguidade. Matemático, filósofo, físico, engenheiro e inventor, ele realizou diversos estudos sobre alavancas e criou a teoria que leva seu nome.
Em seus estudos, Arquimedes percebeu que a força aplicada a uma das extremidades da alavanca, com o intuito de mover um objeto na outra extremidade, é inversamente proporcional à distância do ponto de apoio.
Ou seja, quanto mais distante a extremidade estiver do ponto de apoio, menor será a força necessária para mover o objeto.
Tente, por exemplo, fechar uma porta aplicando força próxima às dobradiças: é muito mais difícil do que fechá-la pela maçaneta, justamente porque a força é aplicada muito próxima ao ponto de apoio.
Arquimedes sabia que o uso de uma alavanca, ou alavancagem, pode facilitar a nossa vida e poupar tempo e esforço.
ALAVANCAGEM NO MERCADO FINANCEIRO
No mercado financeiro, alavancagem é o uso de determinados recursos para multiplicar seus resultados.
Ela funciona como um limite de crédito: permite investir um valor maior do que o que se tem em conta. Ou seja, a partir de um pequeno esforço, é possível ampliar seus ganhos.
Diversas empresas da B3 operam alavancadas, utilizando instrumentos como debêntures para acelerar o crescimento. Nesse caso, conseguem poupar tempo e ampliar resultados com o uso da alavancagem.
O investidor pessoa física também pode se alavancar. O mercado a termo, por exemplo, funciona como um tipo de empréstimo, permitindo usar os investimentos em garantia para buscar ganhos adicionais com a alta do mercado.
Alavancar pode ser muito bom e facilitar a vida do investidor, mas também pode causar grandes prejuízos.
Arquimedes “nos deu” a alavanca, mas talvez devesse ter deixado junto um manual de uso com alertas importantes.
QUANDO A ALAVANCAGEM DÁ ERRADO
Se eu fosse escrever esse “guia”, diria que alavancar costuma dar errado quando não são observados dois pontos fundamentais: o custo e o tamanho da alavancagem.
Você conhece alguém que paga apenas o mínimo do cartão de crédito ou tira dinheiro no caixa eletrônico com o mesmo cartão?
Essa pessoa está se alavancando. O custo dessa alavancagem pode ultrapassar 800% ao ano!
No mercado financeiro, se o custo para se alavancar for maior do que o retorno, o resultado será prejuízo.
Nas operações de Bolsa em que é possível usar alavancagem, como venda a descoberto ou termo de ações —, o custo costuma ser baixo.
Um aluguel de BOVA11, por exemplo, pode variar de 0,5% a 4% ao ano, o que não impede ninguém de lucrar.
O grande problema está no tamanho da alavancagem.
O RISCO DO EXCESSO
Imagine uma empresa muito alavancada que, de repente, para de vender, como aconteceu com várias companhias na pandemia da Covid-19. Se ela não tiver caixa para arcar com seus compromissos, terá sérios problemas.
Agora, pense em um investidor com R$ 10 mil que resolve usar alavancagem de 10 vezes para comprar R$ 100 mil em ações da PETR4.
Se as ações subirem 10%, ele ganha R$ 10 mil — 100% sobre o capital investido.
Mas, se as ações caírem 10%, ele perde tudo.
Nove entre dez investidores que perdem dinheiro com alavancagem se expõem demais, buscando a “grande tacada” que vai mudar suas vidas. Não caia nessa cilada.
Alavancar é útil, mas não é um atalho para enriquecer. A melhor forma de utilizá-la é com parcimônia, buscando ganhos adicionais, e não arriscando todo o patrimônio.
É nisso que acredito, e foi isso que sempre me ajudou a ganhar um pouco mais do que o mercado oferece.
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A semana começa com um ambiente global mais estável, após o novo corte de juros pelo Federal Reserve e a sinalização de que mais uma redução pode ocorrer ainda em 2025.
Nos Estados Unidos, a inflação segue em trajetória de queda e o mercado de trabalho mostra perda gradual de fôlego, o que abre espaço para um ciclo monetário mais brando.
Na China, a reaproximação comercial com os EUA — incluindo o possível fim de parte das tarifas e a retomada das compras de soja — ajuda a reduzir o risco de novas tensões e tende a sustentar o comércio internacional nas próximas semanas.
No Brasil, a expectativa é de manutenção da Selic em 15%, mas o tom do comunicado do Copom será determinante para calibrar apostas de cortes a partir de 2025.
O IPCA-15 mais fraco e o IGP-M em deflação reforçam a percepção de que há espaço para flexibilização monetária, mesmo que de forma gradual.
A agenda corporativa segue intensa, com resultados de companhias relevantes como Copasa, Klabin, Prio, Aura, TIM e Itaú.
MARCOPOLO (POMO4)
A Marcopolo apresentou resultados sólidos, com crescimento de 8,2% na receita em relação ao mesmo período de 2024, alcançando R$ 2,5 bilhões.
As exportações subiram 43% e as operações internacionais avançaram 51%, compensando a retração do mercado interno.
Apesar disso, a ação sofreu forte realização após a divulgação, movimento que consideramos exagerado frente à boa execução operacional.
TRONOX (CRPG5)
As ações da Tronox dispararam 87% na semana após a aprovação da tarifa antidumping sobre o dióxido de titânio chinês por cinco anos.
O movimento reflete alívio competitivo e otimismo com a recuperação da rentabilidade.
Ainda assim, trata-se de um papel que vinha de forte estresse e segue sujeito a oscilações.
A valorização foi acima do razoável para o curto prazo, e o caso deve ser acompanhado com cautela.
KEPLER (KEPL3)
A Kepler reportou números fracos, mas dentro das expectativas para um ciclo adverso no agronegócio, marcado por restrição de crédito e menor volume de investimentos.
A receita recuou 4% e o lucro líquido caiu 14%, mas o balanço mostrou solidez financeira e controle de custos.
Mesmo em um cenário setorial difícil, a empresa segue bem posicionada para capturar a retomada futura.
CATERPILLAR (CAT / CATP34)
A Caterpillar reforçou seu histórico de excelência operacional, registrando receita recorde e o maior fluxo de caixa livre da história da companhia.
A empresa mostrou força nos segmentos de Construção, Energia e Recursos Naturais, mantendo margens elevadas mesmo com custos pressionados.
O destaque continua sendo a capacidade de repasse de preços, que sustenta rentabilidade e dividendos consistentes há mais de 25 anos.
FERBASA (FESA4)
A Ferbasa aprovou novo pagamento de proventos, com yield próximo de 6%, e o mercado reagiu positivamente.
A companhia segue com posição de caixa robusta e exposição a produtos ligados ao aço inoxidável, um nicho com perspectivas mais favoráveis que o minério de ferro.
Para nós, trata-se de uma ação barata frente ao potencial de normalização dos preços e à manutenção de bons dividendos.
VALE (VALE3)
A Vale apresentou forte desempenho operacional, com destaque para cobre e níquel, cujos volumes cresceram 20% e 6%, respectivamente.
A empresa também reportou redução expressiva de custos e lucro líquido de US$ 2,7 bilhões, alta de 78% em relação ao ano anterior.
Apesar do bom momento, mantemos a visão de que o minério de ferro tende a perder protagonismo em relação a outras commodities mais alinhadas a ciclos de crescimento estrutural, como aço inoxidável e celulose.
BRADESCO (BBDC4 / BBDC3)
O Bradesco entregou um trimestre superior ao anterior, com receitas totais crescendo 13% e o segmento de seguros avançando 13%.
Ainda assim, os retornos seguem abaixo dos principais concorrentes, e os desafios com custos e provisões continuam.
O ROE segue distante do patamar de 20%, considerado o mínimo para um grande banco eficiente, o que reforça nossa preferência por alternativas mais rentáveis dentro do setor financeiro.
PERSPECTIVA DA SEMANA
Em um ambiente global mais calmo e com a temporada de balanços em curso, o foco do investidor deve permanecer na qualidade e previsibilidade dos lucros.
Seguimos atentos às empresas que vêm entregando resultados consistentes mesmo em cenários desafiadores — como Ferbasa, Kepler e Caterpillar — e alertas para movimentos especulativos de curto prazo, como o observado em CRPG5.
O momento é de equilíbrio entre cautela e seletividade, privilegiando companhias com fundamentos sólidos, geração de caixa estável e exposição a setores menos dependentes de estímulos monetários.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
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Neste artigo, vamos responder essas e outras dúvidas sobre a situação de uma das empresas favoritas dos investidores brasileiros.
O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A WEG?
As ações da WEG (WEGE3), que estiveram entre as maiores altas do Ibovespa em 2024, vêm sofrendo uma correção em 2025, acumulando queda de mais de 23%.
Parte desse recuo foi intensificada após o anúncio de possíveis tarifas de 50% sobre o cobre por Donald Trump — o que afeta diretamente os custos da companhia.
A pressão sobre os papéis também se explica pela frustração com os resultados recentes: no 4T24, o lucro decepcionou mesmo com crescimento de receita; e no 1T25, apesar dos números sólidos, a leve pressão nas margens reforçou a percepção de desaceleração na rentabilidade.
O mercado, mais exigente após anos de forte desempenho, reagiu com cautela.
Mas o que fazer agora? Será que a WEG perdeu a sua eficiência? Vamos descobrir:
O QUE VOCÊ DEVE TER EM MENTE SOBRE ESSA QUEDA DA WEGE3
Antes de falarmos da situação da WEG, é importante mencionarmos alguns pontos aos quais o investidor deve atentar.
1 – NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE AS AÇÕES DA WEG CAEM
Esse está longe de ser o período de maior queda da WEG. Já vimos as ações WEGE3 caírem em várias outras ocasiões:
Entre dezembro de 2024 e abril de 2025: queda de 20%
Entre dezembro de 2020 e julho de 2020: queda de 5%
Entre fevereiro e março de 2020 (pandemia): queda de 52%
Entre julho de 2015 e julho de 2018: queda de 10%
Entre julho de 2015 e fevereiro de 2016: queda de 36%
Entre novembro de 2011 e agosto de 2011: queda de 35%
Entre novembro de 2007 e outubro de 2012: queda de 15%
Entre novembro de 2007 e novembro de 2008 (crise do subprime): queda de 66%
Esses movimentos fazem parte da natureza do mercado.
Não existe nenhuma ação na Bolsa brasileira ou americana com mais de 10 ou 15 anos de história que não tenha passado por quedas expressivas em determinados momentos.
Ainda assim, muitas delas — como a própria WEG — conseguiram entregar resultados excepcionais no longo prazo.
Por isso, mais importante do que olhar apenas para o curto prazo é entender os fundamentos da empresa.
Apesar da pressão recente nas ações e do impacto das possíveis tarifas sobre o cobre, a WEG segue sendo uma empresa eficiente, com fundamentos sólidos, crescimento consistente e forte capacidade de adaptação.
A queda atual parece muito mais uma correção diante de expectativas elevadas do que uma mudança estrutural nos negócios.
Para quem investe com foco no longo prazo, esse pode ser justamente um momento de oportunidade: entrar em uma das líderes globais mais bem posicionadas, que segue com excelentes perspectivas para os próximos anos.
2 – MESMO COM QUEDAS, A WEG ACUMULA +2.583% DESDE 2007
Isso mesmo: se olharmos a WEG desde novembro de 2007 até hoje, ela teve uma alta de 2.583%.
Mesmo quem comprou no pico de 2007, antes da crise do subprime — quando as ações caíram 66% —, teve uma valorização gigantesca.
Praticamente nenhum outro investimento entregou esse retorno.
3 – NO LONGO PRAZO, O PREÇO SEGUE O LUCRO
E por que ela teve essa alta? Porque os resultados da empresa cresceram.
No longo prazo, o preço segue o lucro: se a empresa cresce, o lucro cresce, os dividendos aumentam e mais pessoas querem comprar as ações.
Foi exatamente assim com a WEG.
Ou seja, se a empresa continuar entregando lucros consistentes no longo prazo, podemos seguir esperando bons resultados.
4 – OSCILAÇÕES FAZEM PARTE, ESPECIALMENTE QUANDO SE É SÓCIO DE UMA EMPRESA EXCEPCIONAL
Eu sempre digo aos nossos clientes que é essencial ter uma boa relação com os investimentos.
Ficar preocupado diariamente com altas e baixas, resultados trimestrais ou notícias políticas e econômicas não traz uma relação saudável com a carteira.
Muita gente, por isso, acaba enxergando os investimentos como um problema — e não como uma solução.
Mas investir na Bolsa é uma solução.
Se você vê como um problema ser sócio de uma empresa fantástica como a WEG, você está deixando fatores externos e emocionais afetarem suas decisões.
E a questão psicológica é muito mais forte do que a técnica.
Aqui na Capitalizo, nossos clientes recebem todas as informações sobre o que fazer e o que não fazer, mas o investidor precisa também estar preparado emocionalmente para suportar as oscilações naturais do mercado.
O QUE FAZER COM SUAS AÇÕES WEGE3?
Depois de tudo isso, o que você deve fazer com suas ações da WEG?
Vamos aos pontos que realmente importam para nossa análise aqui na Capitalizo:
A WEG tem um bom histórico? Sim.
Tem bons fundamentos? Sim.
O fundamento de longo prazo mudou porque caiu 10% este ano? Não.
O fundamento mudou porque o resultado veio abaixo do esperado? Não.
Lembre-se: o que acontece no curto prazo é apenas ruído de mercado. O investidor não pode se deixar levar por isso.
Muitas pessoas têm boas carteiras, mas acabam perdendo dinheiro por vender ativos ou comprar por motivos errados, baseados apenas em movimentos de curto prazo.
Então, muito cuidado para não fazer movimentos sem sentido.
É importante olhar além da cotação e entender a empresa por trás dela. Se for uma boa empresa, é uma grande oportunidade para o longo prazo.
Aqui na Capitalizo, temos um time de especialistas trabalhando todos os dias para trazer as melhores oportunidades de investimento, sempre embasadas em fundamentos e análises profundas.
Isso cria resultados incríveis, como os da Carteira Tiago Prux, pensada e estruturada para quem segue a filosofia Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.
Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para manter sua carteira 100% atualizada e “à prova de crises”.
Entenda a estratégia da carteira no vídeo abaixo.
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