É hora de comprar ações americanas: “Nunca aposte contra os Estados Unidos”

Sempre que as ações americanas caem se fala em “crash”. Surgem diversas pessoas mostrando gráficos da crise de 1929 e afirmando que “a queda será grande”. Em 2022, com uma queda em dólares de quase 10% do S&P 500 (principal indicador da bolsa norte-americana) não é diferente.

Dessa forma, diversos “profetas do apocalipse” voltam a profetizar o final da maior economia do mundo.

É inegável que a bolsa americana pode cair muito mais. Isso já aconteceu outras vezes e vai acontecer novamente. O cenário de curto prazo fica um pouco mais complexo, levando em conta um possível aperto nos juros acima do esperado, em função da forte inflação nos EUA. Além disso, um possível conflito armado entre Rússia e Ucrânia também traz mais pressão ainda nos preços.

Essa visão acima é dada pelos nossos analistas e com a qual eu, como investidor, concordo integralmente.

Porém, quando falamos de investimentos em ações para o longo prazo, essas questões “curtoprazistas” torna-se menos relevantes.

O que realmente importa é para onde irão a economia americana e, principalmente, as empresas. Abaixo, trago alguns pontos importantes trazidos pelos analistas da Capitalizo e que mostram como o momento atual é de grandes oportunidades em ações americanas para os investidores de longo prazo:

  • Em alguns anos, a China ultrapassará os EUA como maior economia do mundo. Porém, em termos per capita não é possível prever se isso irá acontecer. Os EUA continuarão fortes no longo prazo – mesmo que tenhamos crises começando lá.
  • Ainda falando sobre o mercado chinês, é inegável o potencial de crescimento, especialmente da sua classe média. Contudo, quando falamos em mercados de ações, as regras não são tão claras como nos EUA e a interferência estatal é muito grande. Ou seja, investir em ações de empresas americanas é menos arriscado.
  • Algumas empresas americanas têm um longo histórico de governança, gestão eficiente, bons pagamentos de dividendos e recompra de ações. Não existe nenhum outro país que tenha tantas marcas líderes globais, em tantos setores, como os Estados Unidos.
  • Além disso, quando falamos em investir nos Estados Unidos, não podemos esquecer que existem diversas empresas do mundo que têm ações listadas por lá. Dessa forma, investir nos EUA não significa investir somente em empresas americanas.

“Never bet against America”

Em suas tradicionais cartas, o megainvestidor Warren Buffett costuma discorrer sobre seus principais investimentos e sua visão sobre o mercado acionário e econômico. Na carta escrita em fevereiro de 2021, Buffett escreveu o seguinte trecho:

“Em seus breves 232 anos de existência … não houve incubadora para liberar o potencial humano como a América. Apesar de algumas interrupções severas, o progresso econômico do nosso país tem sido impressionante. Nossa conclusão inabalável: Never bet against America (Nunca aposte contra a América).

E eu concordo com o bom velhinho. E acredito que diversificar a Carteira, tendo ações não só americanas, mas também de outros países, faça todo o sentido.

Um abraço e ótimos investimentos!
Tiago Prux

Desempenho Histórico da Carteira Tiago Prux

Confira, abaixo, o retorno da Carteira Tiago Prux em diferentes períodos, conheça o ganho médio ao ano e o desempenho histórico em relação ao Ibovespa e o S&P500 (em R$):

Lucros em alta, ações em baixa: é hora de comprar?

Iniciamos mais uma temporada de resultados com a expectativa bastante positiva.

No primeiro trimestre desse ano, dentre as 70 empresas que recomendamos nas nossas Carteiras de Ações de Longo Prazo (incluindo brasileiras e estrangeiras), 70% divulgaram resultados positivos, 5% neutros e 25% negativos.

Quando examinamos os resultados negativos, a grande maioria deles ocorreu em função da alta dos custos por causa da inflação, já que a maior parte melhorou em termos operacionais nesses últimos 12 meses. Apenas 1 empresa realmente teve resultados muito ruins.

O mais importante é que, segundo os nossos analistas, as perspectivas continuam positivas para a maioria das empresas, mesmo que a economia brasileira e externa venham a crescer menos. Dessa forma, continuamos com o cenário de preços de ações caindo e resultados melhorando. Cenário esse que abre ótimas oportunidades de compra, não só aqui no Brasil, mas também na bolsa norte-americana.

Tanto é verdade que o maior investidor de todos os tempos, Warren Buffett, “abriu o cofrinho” da Berkshire Hathaway (BERK34, BRK-B) e fez o maior volume de compras em um único trimestre, desde 2008: US$ 51 bilhões. Companhias de tecnologia como a Apple (maior posição da carteira) ou de petróleo, como a Chevron, são algumas das escolhidas para esses valores.

Essas empresas têm em comum a forte geração de caixa e devem performar bem, mesmo num cenário de juros e inflação mais elevados.

Corroboramos com a visão do mestre Buffett: é hora de selecionar as boas oportunidades e comprar. 

Aproveite!

Um abraço e ótimos investimentos!
Tiago Prux

Desempenho Histórico da Carteira Tiago Prux

Confira, abaixo, o retorno da Carteira Tiago Prux em diferentes períodos, conheça o ganho médio ao ano e o desempenho histórico em relação ao Ibovespa e o S&P500 (em R$). Além disso, saiba como foi o ganho de quem investiu R$10.000 na Carteira, desde o seu início:

Queda do Bitcoin e de Via (VIIA3): o maior erro do investidor brasileiro

Um dos maiores erros dos investidores brasileiros (ou o maior deles) é não diversificar seus investimentos. Infelizmente, boa parte das pessoas ainda tem carteiras bastante concentradas e acabam amargando grandes prejuízos quando as coisas não dão certo.

A Capitalizo é uma das poucas vozes que defende, abertamente, a diversificação em uma Carteira de Investimentos. Sei que isso parece um pouco trivial, básico, mas, infelizmente, a maioria dos investidores não diversifica suas aplicações.

Recentemente, fizemos um estudo com os nossos clientes (que enviaram suas Carteiras para análise) e mais de 80% deles tinha apenas de 4 a 6 ativos. Ou seja, a maior parte dos investidores está tão preocupada em acertar a “bola da vez”, que esquece que o primeiro passo é montar uma boa “defesa”, evitando que grandes perdas aconteçam.

E o que leva a esse erro?

Ganância e falta de Estratégia

O primeiro motivo é a ganância. A triste realidade é que muitos ainda acreditam no milagre de dar a chamada “tacada certeira”, de ganhar muito dinheiro em um prazo muito curto de tempo, com apenas uma aplicação. Sabemos que é possível que isso ocorra, mas não é o que acontece com a maioria das pessoas. Na prática, a “tacada certeira” se transforma em “prejuízo certeiro”.

Um exemplo recente foi o que aconteceu com o Bitcoin que, somente em 2022, acumula uma queda que beira os 60%. Muito mais importante do que discutir se a maior criptomoeda pode ser vista como um bom investimento ou reserva de valor, é perceber que, novamente, milhares de investidores deixaram a diversificação de lado e “apostaram” todas as suas fichas em apenas um ativo. E investir não é apostar.

O segundo motivo é não ter uma Estratégia que aponte uma maneira de diversificar seus investimentos. Em alguns casos, o investidor até tem uma Estratégia, mas, por falta de disciplina ou paciência, acaba não levando em frente o seu próprio planejamento.

Podemos citar como exemplo o caso das ações de Via (VIIA3) que, durante muito tempo, foram consideradas ações com fortíssimo potencial de crescimento. Muito mais importante do que entender se VIIA3 tem um grande potencial ou não, é comentar sobre os milhares de investidores que venderam outras ações das suas Carteiras para concentrar em VIIA3, em função das quedas.

Não foram poucas as pessoas que nós atendemos e estavam nessa situação: literalmente, “rasgaram” seus planejamentos ou não entendiam que não deveriam vender outros bons ativos para “apostar” em Via. Novamente, investir não é apostar.

Quem diversifica ganha menos?

Além desses fatores acima, podemos citar a falta de cultura do brasileiro em diversificar, acreditando em lendas do tipo: “quem diversifica ganha menos”. A Capitalizo tem diversas Carteiras bem diversificadas que rendem muito acima de outras mais concentradas. Basta ver os nossos resultados e comparar com outras Casas de Análises e Gestores.

Inclusive, um dos principais motivos que faz com que todas as nossas Estratégias e Carteiras tenham ótimos resultados ao longo dos anos é entender que a diversificação tem um papel fundamental dentro das Estratégias: nos manter vivos.

Como diria Harry Markowitz: “a diversificação é o último almoço grátis do mercado”.

Aproveite e diversifique, sem moderação.

Um abraço e ótimos investimentos!
Tiago Prux

Desempenho Histórico da Carteira Tiago Prux

Confira, abaixo, o retorno da Carteira Tiago Prux em diferentes períodos, conheça o ganho médio ao ano e o desempenho histórico em relação ao Ibovespa e o S&P500 (em R$). Além disso, saiba como foi o ganho de quem investiu R$10.000 na Carteira, desde o seu início:

Pense Globalmente, Invista Globalmente

Já faz algum tempo que passei a me identificar como um “Investidor Global”. Esse processo se acelerou quando montamos a Capitalizo, em 2017, época em que a minha Carteira começou a ser montada pelos nossos analistas da Casa. 

O primeiro grande “teste” da Carteira dessa nova perspectiva foi, justamente, na maior crise da história das Bolsas, em 2020. Como era de se esperar, a Carteira caiu (mesmo que menos do que a média do mercado).

Porém, a minha grata “surpresa” foi a velocidade da recuperação, impulsionada pela exposição em ativos globais. Como é possível ver abaixo, a Carteira Tiago Prux de Longo Prazo (linha verde) teve uma rápida recuperação, enquanto o Ibovespa (linha preta), ficou “derrapando”:

Além disso, na linha vermelha, temos o que teria sido o desempenho da Carteira Tiago Prux sem as Ações Internacionais. Confesso que fiquei surpreso com a diferença.

Considerando o período de 2017 até abril de 2022, o retorno da Carteira foi de 506%. Caso tivesse excluído os Ativos Internacionais, o ganho total teria caído para 329%. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de 78% e o S&P 80%. Essa diferença, realmente, me surpreendeu. 

O mais incrível é que boa parte da minha Carteira de Ações Brasileiras é composta por empresas que atuam fora do Brasil – diretamente ou com exportações. Ou seja, se a minha Carteira fosse 100% focada no mercado interno, os resultados teriam sido muito ruins. 

Não tomo isso como um sinal para investir apenas lá fora. Pelo contrário, existem várias empresas brasileiras que são verdadeiras líderes ou que competem de igual para igual ao redor do mundo. Porém, esses números são claros: ser um investidor global faz todo o sentido. Não só como uma forma de “proteção”, mas especialmente para buscarmos maiores ganhos.

Pense globalmente, invista globalmente

Atualmente, entendo que não posso – e nem quero – me “dar ao luxo” de abrir de mão de ter ativos internacionais. Eu acredito, assim como os nossos analistas, que o futuro dos investimentos está em pensar globalmente e investir globalmente.

Esse conceito é muito mais abrangente do que pensar em “diversificação em dólar”, já que a sua premissa é procurar as melhores alternativas de investimentos, onde quer que elas estejam. São esses investimentos que deverão ser os vencedores no longo prazo – e são eles que eu sempre quero ter em Carteira.

Um abraço e ótimos investimentos!

Tiago Prux

Desempenho Histórico da Carteira Tiago Prux

Desde julho de 2017, a Carteira Tiago Prux entrega resultados bem acima dos principais índices de mercado. Confira os desempenhos dos últimos anos, desse ano, em 12 meses e o retorno médio (ao ano):

Confira também o desempenho completo, desde julho de 2017:

Vale destacar que a Carteira Tiago Prux vem entregando, em média, mais de 40% de retorno ao ano. Esse desempenho foi capaz de transformar cada R$10.000 investidos em mais de R$55.000.

Como funciona a Carteira Tiago Prux?

A Carteira Tiago Prux tem o objetivo de seguir uma Estratégia Buy & Hold, através de investimentos basicamente em Ações (internacionais e brasileiras), utilizando os conceitos de investidores reconhecidos como Warren Buffett e Peter Lynch.

Atualmente, 90% da Carteira é composta por ações de empresas internacionais ou empresas brasileiras que também têm receita no exterior. Dessa forma, é uma Carteira de Ações verdadeiramente global. Além disso, a Carteira utiliza duas Estratégias que têm trazido ganhos ‘’extras”, menor volatilidade e mais rentabilidade ao portfólio:

Proteção de Carteira: caso seja necessário, teremos recomendações de venda de ações ou utilizaremos opções para a Proteção de Carteira.

Venda (short) de Ações: podemos utilizar a venda de ações para termos mais recursos para financiar a compra de outros ativos com maior potencial.

Importante: como essa é uma Carteira de baixíssimo giro e de longo prazo, com apenas 10 minutos por mês, você consegue, tranquilamente, fazer o acompanhamento da Carteira Tiago Prux.

Quer ir em busca de uma rentabilidade como essa?

Seja um investidor global e tenha acesso a uma das melhores Carteiras de Ações de Longo Prazo do mercado. Não perca mais tempo e assine agora o Carteiras Capitalizo.

Sendo cliente Capitalizo, você também tem acesso a:

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

A Importância da Diversificação no Exterior | Informativo da Carteira Tiago Prux

A Importância da Diversificação no Exterior

Sempre que ocorre alguma instabilidade no Brasil, como ruídos políticos ou crises econômicas, os investidores recordam que podem investir em outros países, assim como em outras moedas. Devido a isso, pode-se perceber que o brasileiro tem o que chamamos de home bias, que nada mais é do que a tendência de realizar os seus investimentos apenas no próprio país de residência.

O brasileiro, infelizmente, é um dos povos onde os investidores menos alocam no exterior. Muito disso vem da falta de alternativas que, até um passado não muito distante, não dava opções para que as pessoas investissem lá fora. Atualmente, alternativas não faltam: Fundos, abertura de conta no exterior, ETFs, BDRs, etc. Ou seja, não existem mais desculpas para investir no exterior!

Porém, a maior parte dos investidores que não tem aplicações lá fora, ainda não entendeu a importância desse movimento. Na verdade, o nosso trabalho tem sido no sentido de mostrar que, se o investidor não pensar de forma global, ele corre o risco de perder ou de deixar de ganhar muito dinheiro.

Isso não significa não investir em ações de empresas brasileiras. Pelo contrário, existem ótimas empresas no Brasil que são verdadeiras gigantes mundiais. Temos muitos exemplos, como: WEG (WEGE3), Marcopolo (POMO4) e Vale (VALE). Porém, hoje, não existem mais fronteiras e os investidores podem buscar as melhores alternativas onde quer que elas estejam.

Pense globalmente, invista globalmente

Existem diversos fatores que apontam para essa necessidade de ”pensar globalmente”, quando o assunto é montar uma Carteira de Ações. Abaixo, destaco dois deles, que são muito comentados pelos nossos analistas:

1- Infelizmente, o Brasil vem perdendo relevância no mercado global. Além do nosso lento crescimento, existem outras regiões no mundo que crescem de maneira acelerada e tiram participação brasileira do cenário mundial. Por exemplo, os países asiáticos, como a Coreia do Sul ou a China. Além disso, mesmo países mais evoluídos, como o Japão, estão experimentando uma retomada do ritmo de crescimento.

Sinceramente, você vai querer ficar de fora das oportunidades fantásticas que existem nesses países?

2- A crise gerada pela pandemia de Covid-19, em 2020, fez com que diversas companhias acelerassem seus planos de investir em outros países. Um exemplo são as empresas de e-commerce estrangeiras que vieram atuar no Brasil (e em outros países da América Latina), como Amazon, Shopee ou AliExpress. Essas empresas têm grandes vantagens competitivas de não depender apenas dos seus mercados locais e de ter mais acesso a capital (em função dessa atuação global que atrai mais investidores).

Muitos investidores ainda não se atentaram, por exemplo, que, no Brasil, companhias como a Via (VIIA3) podem perder muito espaço para as estrangeiras e, literalmente, serem jogadas para fora do mercado. 

Aproveitar essas oportunidades e investir lá fora não é “modinha”, mas sim uma questão que pode definir o quanto você pode ganhar ou perder, ao longo dos próximos anos. É nisso que acreditamos e que tem feito a Carteira Tiago Prux ter um desempenho tão acima da média do mercado. Potanto, “pense globalmente, invista globalmente”.

Um abraço e ótimos investimentos!
Tiago Prux

Desempenho Histórico da Carteira Tiago Prux

Desde Julho de 2017, a Carteira Tiago Prux entrega resultados bem acima dos principais índices de mercado. Confira, os desempenhos dos últimos anos, desse ano, em 12 meses e o retorno médio (ao ano):

Confira também o desempenho completo, desde Julho de 2017:

Vale destacar que a Carteira Tiago Prux vem entregando, em média, mais de 40% de retorno ao ano. Esse desempenho foi capaz de transformar cada R$10.000 investidos em mais de R$55.000.

Como funciona a Carteira Tiago Prux?

A Carteira Tiago Prux tem o objetivo de seguir uma Estratégia Buy & Hold, através de investimentos basicamente em Ações (internacionais e brasileiras), utilizando os conceitos de investidores reconhecidos como Warren Buffett e Peter Lynch.

Atualmente, 90% da Carteira é composta por ações de empresas internacionais ou empresas brasileiras que também têm receita no exterior. Dessa forma, é uma Carteira de Ações verdadeiramente global. Além disso, a Carteira utiliza duas Estratégias que têm trazido ganhos ‘’extras”, menor volatilidade e mais rentabilidade ao portfólio:

Proteção de Carteira: caso seja necessário, teremos recomendações de venda de ações ou utilizaremos opções para a Proteção de Carteira.

Venda (short) de Ações: podemos utilizar a venda de ações para termos mais recursos para financiar a comprar de outros ativos com maior potencial.

Importante: Como essa é uma Carteira de baixíssimo giro e de longo prazo, com apenas 10 minutos por mês, você consegue tranquilamente fazer o acompanhamento da Carteira Tiago Prux.

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Como investir em ações internacionais?

Você sabia que não é preciso manter todos os seus investimentos expostos apenas ao mercado brasileiro? É possível investir no exterior incluindo na sua carteira empresas ou ativos com lastros internacionais.

Assim, torna-se viável participar dos lucros de grandes companhias que não têm sede no Brasil — ou até mesmo de brasileiras que, por algum motivo, optaram por abrir capital no exterior. Existem diversas alternativas para quem deseja diversificar em outros países sem sair do Brasil.

Então, que tal saber um pouco mais sobre o assunto? Neste conteúdo, você verá os motivos pelos quais pode ser interessante fazer escolhas internacionais e também conhecerá algumas maneiras de colocar esta estratégia em prática e diversificar seu portfólio. 

Confira!

Por que vale a pena investir em ações internacionais?

Existem algumas razões significativas para pensar em adquirir ações internacionais. Uma delas é a possibilidade de diversificar e diluir ainda mais os riscos da sua carteira. O ideal é que eles sejam diversificados ainda no mercado nacional – e que as ações internacionais sejam um catalizador desta estratégia. 

Por exemplo, investindo em empresas de setores diferentes na bolsa brasileira você evita se expor apenas ao risco de uma mesma companhia ou setor de atuação. Entretanto, a diversificação fica limitada se o investidor opta por ter apenas ativos brasileiros.

Afinal, a carteira que está ligada a um só país e acaba ficando vulnerável às oscilações causadas por acontecimentos que impactam ambiente interno. A diversificação em ações internacionais permite encontrar maior equilíbrio, pois alguns investimentos não estão diretamente relacionados ao Brasil.

Além disso, realizar investimentos estrangeiros pode ser interessante para obter maiores resultados — como no caso de investir em grandes empresas internacionais. Muitos países têm economias e bolsas de valores mais dinâmicas do que a nossa.

Vale destacar, ainda, que países com economia mais estruturada e forte costumam apresentar maior resiliência em crises e se recuperam mais rapidamente. Logo, uma carteira internacional também lhe favorece nesse ponto. Por exemplo, veja o gráfico abaixo:

Retorno IBOV x S&P500

Ele ilustra, justamente, esse ponto. De dezembro de 2010 a dezembro de 2015, o índice americano rendeu 62,52% contra a desvalorização de 38,04% do Ibovespa.   

Ou seja, enquanto aqui no Brasil ainda estávamos passando por uma crise, o mercado americano (representado pelo S&P500) já estava se recuperando. Essa é a importância de ter investimentos fora do país. 

Como investir em empresas estrangeiras no Brasil?

Você ainda não sabia que é possível investir em ações internacionais no Brasil? Na verdade, existem várias opções. 

Uma alternativa para fazer investimentos diretamente nas bolsas internacionais é abrir uma conta em instituições do exterior. Contudo, ela pode não ser a melhor opção, já que envolve extensa burocracia e custos.

Abrir uma conta no exterior significa que você precisa seguir as regras de dois países. Afinal, é preciso cumprir a lei brasileira e também conhecer as normas do outro local. Também há questões tributárias próprias — além de eventuais dificuldades em relação ao idioma e ao câmbio.

A boa notícia é que existem opções melhores aqui mesmo, no mercado brasileiro. Na própria B3 você pode ter acesso a investimentos com lastro internacional e consegue participar dos resultados de empresas estrangeiras. 

Confira como fazer isso!

ETFs expostos a índices do exterior 

O ETF ou Exchange-traded fund é um tipo de fundo de investimento que visa replicar determinados índices econômicos. Um exemplo bastante popular entre brasileiros é o fundo que replica o Índice Ibovespa — indicador central da bolsa de valores do Brasil.

Entretanto, não são apenas os índices brasileiros que figuram como protagonistas dos ETFs. Também existem fundos de índices que focam em replicar indicadores internacionais. É o caso do ETF que tem como objeto o S&P 500 — índice que reúne 500 das maiores empresas listadas nos EUA.

Assim, ao adquirir cotas de um ETF desse tipo – como o SPXI11 –  você se expõe ao mercado norte-americano e associa sua carteira de investimentos ao maior ambiente de renda variável do mundo.

Ou seja, os ETFs criam a possibilidade de se expor ao mercado internacional sem muitas burocracias, podendo investir diretamente pela B3. Mas, também vale lembrar que dada a administração passiva desse tipo de fundo, no longo prazo eles tendem a ter uma rentabilidade menor.

Fundos de investimento com exposição internacional

Os fundos de investimentos, especialmente os de ações e os multimercados, também podem apresentar exposição a ações internacionais no seu portfólio. Ainda que mantenham parte significativa de seus ativos no Brasil, uma porcentagem pode estar ligada a outros países.

Então, eles representam mais uma forma de você ter lastro em ativos internacionais sem sair do Brasil e sem precisar enfrentar a burocracia de abrir uma conta no exterior. Basta adquirir as cotas dos fundos de sua preferência.

Cada fundo de investimento tem uma lâmina com as informações básicas. A partir dela, o investidor consegue saber qual é a estratégia utilizada pela gestão e como se dá a exposição a outros mercados. Também é possível avaliar qual é o nível de risco do fundo.

Veja abaixo uma das nossas recomendações de Fundos de Investimentos com exposição internacional (em ciano) que rendeu 581,32% contra apenas 129,06% do Ibovespa e 135,78% do S&P500, desde 2014:

Rentabilidade do fundo de ações recomendado

BDRs e Stocks

Uma alternativa válida para diversificar sua carteira em ações internacionais é por meio dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts). Eles são certificados de ações que têm lastro em ativos de companhias estrangeiras — ou brasileiras que abriram capital no exterior.

Originalmente, as ações são negociadas em bolsas de valores de outros países (como as bolsas norte-americanas). Então, instituições financeiras do Brasil adquirem os papéis internacionais e vendem na bolsa brasileira os certificados lastreados neles.

Para servir de exemplo, confira o retorno das BDRs da Apple (AAPL34) que, nos últimos 10 anos, acumularam ganhos de 1.963,49% contra apenas 97,16% do Ibovespa e 215,61% do S&P500:

Retorno acumulado de AAPL34

Já as Stocks são as ações das empresas americanas listadas nas próprias bolsas dos Estados Unidos. Basicamente, elas funcionam da mesma forma que aqui no Brasil. A grande diferença é a enorme liquidez que abrange todo o mercado americano, que não seria diferente no mercado acionário.

Ou seja, para investir diretamente nas Stocks, você precisa abrir uma conta numa corretora dos EUA e fazer o câmbio do seus aportes para dólar sempre que for comprar alguma Stock. Vale lembrar que ter dinheiro fora do país envolve fazer a declaração do IR tanto aqui no Brasil como lá nos Estados Unidos.

Conclusão

Neste post, você viu as quatro principais formas de se expor a ações internacionais sem sair da bolsa de valores brasileira. Investir por meio das alternativas apresentadas é mais prático e apresenta menos risco, já que não é preciso entender detalhes de instituições estrangeiras.

Vale destacar que os investimentos citados são exemplos da renda variável. Logo, adequam-se melhor aos investidores de perfil moderado ou arrojado. É fundamental entender os riscos de cada opção antes de escolher.

Então, se quiser diversificar sua carteira de investimentos com as melhores recomendações do mercado, conheça o Carteiras Capitalizo! Com ele, você terá acesso à títulos de renda fixa, fundos de investimentos e ações para montar sua carteira de longo prazo com as análises do nosso time. 

Dentre estas recomendações, além de investir seu capital no Brasil, você terá carteira de ações internacionais e listas dos melhores fundos de ações, multimercados e internacionais com ativos e lastros no exterior. Acesse agora para começar a diversificar o seu patrimônio e potencializar seus ganhos!

Tem alguma dúvida sobre o produto? Então entre em contato conosco e fale com a gente!

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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BDR – Brazilian Depositary Receipt

bdr

Sabe-se que alocar parte do capital em ativos do exterior pode trazer muitos benefícios a carteira de um investidor, como por exemplo a potencialização de seus ganhos e a redução dos riscos.

Existem diferentes formas de se realizar esta alocação fora do Brasil. Uma delas, refere-se a abertura de conta diretamente em uma corretora do exterior. Entretanto, caso o investidor não esteja disposto, por variados motivos, a deter uma nova conta para realizar esses investimentos, os BDRs surgem com uma boa opção.

O Que São BDRs?

BDR nada mais é do que a abreviação, em inglês, para Brazilian Depositary Receipt. Para melhor entendimento, um BDR é um recibo de ações de empresas estrangeiras negociadas na bolsa de valores brasileira.

Portanto, um BDR torna-se uma maneira simples de se negociar diretamente pela B3 um ativo com lastro em papéis estrangeiros.

Vale ressaltar, porém, que o fato do investidor adquirir um BDR de uma determinada companhia do exterior não o tornará sócio desta empresa, como ocorre no caso de aquisição de uma ação, por exemplo. Este BDR é, como já dito, apenas lastreado nas ações desta companhia estrangeira.

Tipos de BDRs

Os BDRs podem ser classificados em duas grandes categorias: Patrocinados e Não Patrocinados.

Um BDR Patrocinado é um valor mobiliário emitido no Brasil por uma instituição depositária, a pedido de uma companhia do exterior. Portanto, o desejo de emissão deste BDR parte diretamente da empresa estrangeira. Esta, por sua vez, deve então contratar uma instituição depositária à qual será responsável por emitir os BDRs.

Os BDRs Patrocinados são ainda subdivididos em três níveis: I, II e III. Enquanto um BDR Nível I só pode ser negociado em bolsa de valores, os demais possuem a liberdade de serem negociados em mercados de balcão organizado.

Já o BDR Não Patrocinado (BDR NP) deve, novamente, ser emitido por uma instituição depositária, porém sem acordo direto com a companhia emissora. Desta forma, esta instituição é quem possui a responsabilidade de que estes BDRs estejam lastreados nos ativos emitidos no exterior, bem como também são elas que devem divulgar ao mercado as informações financeiras e demais comunicados das respectivas empresas estrangeiras utilizadas nestes BDRs.

Mudanças na Regulamentação

Há um tempo, a CVM fez algumas mudanças na regulamentação dos BRDs, que inclusive já entraram em vigor. Destacamos as mesmas logo abaixo.

  • Permissão para que investidores não qualificados possam negociar BDRs. Vale ressaltar que, anteriormente, somente investidores qualificados poderiam negociar os BDRs Nível I;
  • Previsão de emissão de BDR lastrado em ETFs negociados no exterior;
  • Permissão para que os BDRs sejam lastrados em ações de emissores estrangeiros com ativos ou receitas no Brasil. Também, os BDRs podem ser lastreados em títulos de dívida, inclusive aqueles emitidos por empresas brasileiras.

Quantos BDRs existem e quanto eles rendem?

Atualmente, existem mais de 550 BDRs listados na bolsa brasileira, sendo quase em sua totalidade do tipo BDR Não Patrocinado.

Dentre todos os BDRs, merecem destaque os recibos de grandes e conhecidas empresas mundiais, como Apple, Berkshire Hathaway, Microsoft, McDonald’s, Amazon, Comcast, JP Morgan, Bank of America, Tesla, dentre outras.

Também, há um índice que reflete o retorno médio de uma carteira teórica formada por BDRs Não Patrocinados, o BDRX.

O gráfico abaixo apresenta o retorno acumulado dos últimos doze meses de cinco BDRs Não Patrocinados, das empresas: Tesla (TSLA34), Mercado Libre (MELI34), Freeport (FCXO34), L Brands (LBRN34) e PayPal (PYPL34). Como comparativo, também está o retorno acumulado para o mesmo período dos índices BRDX e Ibovespa.

grafico de colunas representando a % dos ultimos 12 meses

No gráfico, destaca-se o grande ganho obtido com o BDR da Freeport (FCXO34), com uma valorização acumulada de mais de 344,94% nos últimos doze meses. No mesmo período, todas as outras empresas citadas seguiram retornos acima do índice de BDRs. O BDRX apresentou uma performance acumulada de aproximadamente 32,54%, enquanto o IBOV acumula alta de 42,34%.

Quais os riscos atrelados aos BDRs?

Além de se tratar de um ativo de renda variável, estando portanto sujeito as variações de mercado, o BDR possui, de forma geral, um maior risco atrelado a sua ainda precária de liquidez.

Esta precariedade de liquidez no mercado de BDRs acaba sendo uma grande desvantagem deste tipo de ativo. No entanto, desde que foi concedida a permissão para que esses ativos estejam disponíveis para quaisquer investidores, tal liquidez vem sendo favorecida neste mercado.

Por fim, de qualquer forma é recomendado aos diversos tipos de investidores que procurem auxílio de especialistas a respeito das melhores recomendações antes de se realizar os investimentos em BDRs.

Novos mercados chegando

Recentemente, a CVM autorizou a B3 a ampliar a carta de mercados internacionais que participam da categoria de Brazilian Depositary (BDRs, recibos de ativos no exterior).

Ou seja, onde até pouco tempo só havia autorização para as bolsas americanas Nasdaq e Nyse, essa decisão possibilita que empresas de Londres, Amsterdam, Toronto e outros emissores tenham suas ações listadas na bolsa brasileira.

Carteira Internacional

Aqui na Capitalizo, nós oferecemos a nossos clientes uma carteira de ações específica com as recomendações das melhores empresas estrangeiras. O investimento pode realizado tanto via BDRs quanto diretamente no exterior. Confira nossa composição:

grafico em pizza representando composicao de carteira

Já pensou poder investir em empresas com essa rentabilidade, além de diversas outras semelhantes? Quer descobrir quais são elas? Não perca tempo, confira o INVISTA EM AÇÕES!

Para se ter uma ideia, nossa carteira recomendada internacional já valorizou mais de 78% desde abril de 2020. No mesmo período, o Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana, teve ganhos de 49,61%.

grafico em coluna, representa o ganho da carteira internacional da capitalizo vs o dow jones

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Carteira de Ações Internacionais

Recomendações de Fundos de Ações

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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