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Tiago Prux

Nós estamos preparados para as eleições. Os seus investimentos estão?

28/09/2024 Por Tiago Prux
Capas Blog 5

Diariamente, somos questionados sobre que tipo de medidas a Capitalizo está tomando em relação às eleições municipais deste ano.

Apesar desse pleito não ser tão importante quanto o de 2026, ele será importante para “tiramos uma febre” do que esperar nas próximas eleições.

Normalmente não recomendamos grandes alterações nas nossas Carteiras e Estratégias em função de eleições – até porque entendemos que estamos bem posicionados para os mais diferentes cenários.

AS ELEIÇÕES NÃO SÃO IMPORTANTES?

O fato de não fazermos movimentos relevantes por causa das eleições não significa que elas não sejam importantes. Pelo contrário, em uma empresa Estatal, por exemplo, o seu CEO é definido, na maioria, das vezes por decisões de políticos eleitos.

Além disso, as políticas fiscais, monetárias, os rumos da economia, ficam a cargo de pessoas indicadas por quem for eleito, seja um Prefeito, Governador ou Presidente.

Na verdade, o que queremos dizer é que, apesar da sua importância, não é possível saber os efeitos das eleições no mercado. Dessa forma, não faz sentido se movimentar como se soubéssemos o que irá acontecer. Sei que algumas coisas parecem “lógicas”, mas no mercado não é bem assim que funciona – tanto é verdade, que são pouquíssimos o investidores ou profissionais de mercado que conseguem ganhar dinheiro tentando prever esses movimentos.

Algumas pessoas podem ficar frustradas ao ler isso, já que esperavam uma “super análise político/econômica/eleitoral”, mas a verdade é que o quanto antes o investidor entender que não vale a pena perder tempo tentando “adivinhar” para onde o mercado irá nos próximos 2 ou 3 meses, já que a chance de tomar uma decisão equivocada agindo assim é muito grande, melhor.

Um exemplo clássico é o do Dólar. Após as eleições de 2018, a “recomendação” da grande maioria era clara: NÃO COMPRE DÓLAR AGORA! O que ocorreu com o Dólar de 2018 até o final do ano passado? Subiu.

Já, no final de 2021, em função das eleições, a “recomendação” da grande maioria era clara: VENDA BOLSA BRASILEIRA! E a Bolsa subiu….

Se preocupar com o que vem pela frente é perfeitamente normal e, por isso, sempre temos que nos preparar bem. Porém, “operar” ou “investir” por “notícias” costuma não funcionar e gera grandes prejuízos.

O MAIS IMPORTANTE

Se você for construir uma casa, espero que não vá esperar chover para construir o telhado. Você já sabe que, em algum momento, isso vai acontecer e já prepara uma estrutura para isso. Você se planeja, mesmo sem saber quando irá chover.

No mercado financeiro, as pessoas não agem dessa forma. Infelizmente, a maioria não se prepara, não monta um plano. Simplesmente “vai lá e investe”, sem saber exatamente o que está fazendo. O resultado disso é que, nos momentos de “tempo ruim”, elas não sabem se seus investimentos estão preparados para uma “tempestade”.

Dessa forma, o mais importante é se planejar, ter uma Estratégia e pensar na estrutura da sua Carteira de Investimentos antes mesmo de começar. Dessa forma, você terá uma “construção” que resista às grandes “chuvas”, sejam elas eleições, crises, guerras ou tantos outros desafios que surgirão em meio a sua jornada como investidor – e será inevitável.

Ou seja, apesar de tomarmos algumas medidas pontuais em meio às “tormentas”, mais de 90% dos nossos bons resultados são gerados por uma “base sólida” construída antes e não durante, nem após as “tempestades”.

Como dizemos muito por aqui: “não existe mercado ruim, quando se tem Estratégia boa”.

ESTRATÉGIAS TE DÃO A CHANCE DE AGIR

Apesar do que foi falando anteriormente, eu tenho ciência de que mesmo uma boa construção pode apresentar problemas, especialmente se “chover demais”. Assim sendo, uma Estratégia, por melhor que seja, não garante que você não terá perdas, mesmo que pequenas ou momentâneas.

Porém, ter uma Estratégia nos permite avaliar com calma cada situação, pois quem está preparado sempre saberá o que fazer. E isso faz toda a diferença.

Gosto também de citar o exemplo do povo japonês, cujo país é muito afetado por terremotos. Infelizmente, os japoneses não conseguem prever todos que irão ocorrer ou a sua magnitude. Porém, eles conseguem se preparar, treinando e simulando situações reais de terremotos.

Muitas vezes, eles não conseguem nem mesmo evitar que pessoas percam suas vidas, quando grandes abalos acontecem, mas os treinamentos e preparo prévios salvam milhares de vidas. Tanto é verdade que, quando algum terremoto acontece em países mais pobres e sem preparo, as tragédias são muito maiores.

Na Bolsa de Valores, a lógica é a mesma: é impossível evitar queda, perdas ou momentos turbulentos. Porém, uma boa Estratégia evita tragédias nos seus investimentos.

Como aqui, na Capitalizo, nossa Equipe de Analistas respeita fielmente nossa Estratégias e altamente preparada, nossos resultados, mesmo com todo o “sobe e desce” da Bolsa, são muito acima da média do mercado.

Além disso, sempre sabemos o que fazer diante de cada acontecimento, seja ele negativo ou positivo.

Caso você queira manter o controle sobre seus investimentos, mas não quer mais investir sozinho e entende que seguir estratégias profissionais de investimentos é o que faz mais sentido para investir melhor, junte-se a nós!

Um abraço e ótimos investimentos!
Tiago

CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX

A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e que quer se tornar um investidor global.

Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova” de crises.

Entenda a Estratégia da Carteira no vídeo abaixo:

Categorias Ações e Empresas, Análise Fundamentalista, Bolsa de Valores, Dividendos, Economia & Investimentos, Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs, Renda Fixa, Tesouro Direto, Trader Tags Carteiras de Investimentos, crise Deixe um comentário

JUROS: Alta no BRASIL e corte nos EUA! O que fazer com seus investimentos?

28/01/202526/09/2024 Por Tiago Prux
Capas Blog e Relatórios (4)

Semana passada tivemos a principal “Superquarta” de 2024, nome dado às quartas-feiras em que ocorrem simultaneamente as definições das taxas de juros dos Estados Unidos e do Brasil.

Nos EUA, o Federal Reserve realizou o primeiro corte de juros desde 2020, reduzindo a taxa em 0,50 pp, para o intervalo entre 4,75% e 5%.

No Brasil, a SELIC subiu 0,25%, atingindo 10,75%.

Isso deixa os investidores em dúvida do que fazer com seus investimentos, e vulneráveis a armadilhas que profissionais com interesses desalinhados dos seus podem criar.

Por isso, vou explicar um pouco mais do racional por trás dessas movimentações de juros e, além disso, dizer o que você deve e não deve fazer nesse momento, para que possa tomar decisões mais informadas e estratégicas.

POR QUE OS JUROS CAÍRAM NOS EUA?

Os juros baixaram nos EUA por dois motivos principais:

1- Inflação em queda:

Dados recentes mostram que o PCE – indicador de preços mais utilizado pelo FED – subiu apenas 0,2% em agosto. Com isso, a taxa acumulada de 12 meses desacelerou para 2,5%, o menor patamar desde fevereiro de 2021, dando segurança para o FED reduzir as taxas.

2 – Medo de recessão:

Manter os juros no maior patamar em mais de duas décadas poderia levar os EUA a uma recessão, caso persistissem por muito tempo.

POR QUE OS JUROS SUBIRAM NO BRASIL?

Já no Brasil, estamos vendo hoje que o mercado antecipa um novo ciclo de alta, por dois motivos principais também:

1- Contas públicas em pior estado

Há preocupação com a falta de soluções para as contas públicas, e as tentativas do governo de convencer o mercado de que será capaz de controlar os gastos não estão sendo bem-sucedidas.

2- Inflação subindo

A inflação acumulada de 12 meses está em 4,24%, mas, por outro lado, o mercado prevê uma alta, estimando que termine o ano em 4,35%. Portanto, é importante ficar atento às expectativas e às possíveis variações ao longo dos próximos meses.

QUAL ARMADILHA NA QUAL VOCÊ NÃO PODE CAIR?

Nesses momentos, muita gente entra em pânico, querendo vender ou comprar tudo.

E isso não é culpa dos investidores: o mercado financeiro, os influenciadores e as corretoras querem que o investidor fique estressado, com medo e receoso.

Muitas pessoas se beneficiam das suas dúvidas.

Isso porque, quando o investidor está nervoso, é muito mais fácil convencê-lo a comprar produtos, como os COEs que as corretoras oferecem, por exemplo.

Além disso, nesse momento de incerteza, ele tende a tomar decisões impulsivas.

Por isso, você provavelmente verá várias narrativas surgindo nos próximos dias, como sempre acontece, tentando influenciar o comportamento do investidor de acordo com o cenário atual.

Um exemplo clássico são os estoques de petróleo, que são divulgados praticamente toda semana. Dependendo da narrativa do momento, o mercado pode reagir de formas completamente opostas ao mesmo dado.

Se os estoques sobem, pode-se dizer que é recessivo, pois há menos consumo, e as ações caem. Ou, ao contrário, pode-se afirmar que isso ajudará a reduzir a inflação, e as ações sobem.

Essas narrativas são criadas para justificar o movimento do mercado. E o mercado aposta que nós, investidores, temos memória curta.

Em 2020, por exemplo, quando estávamos alocando em empresas de tecnologia, havia preocupações com o aumento dos juros e inflação.

No entanto, hoje, os mesmos que falavam para não comprar naquela época estão dizendo que não é interessante comprar agora, justamente porque os juros vão cair.

Ou seja, a narrativa muda conforme o cenário, mas a estratégia consistente permanece, independentemente das flutuações de curto prazo.

Você não pode cair nessas armadilhas do mercado. Não caia nas narrativas para justificar movimentos impulsivos na sua carteira.

O QUE FAZER COM SEUS INVESTIMENTOS?

O importante é manter o foco na estratégia.

Não estou dizendo que não é importante entender sobre juros ou inflação; na verdade, o principal é pensar no longo prazo e estruturar uma carteira que tenha bom desempenho em qualquer cenário: juros altos, baixos, inflação alta ou baixa.

Dessa forma, o foco deve ser a consistência ao longo do tempo, não em flutuações momentâneas.

Tentar adivinhar o que vai acontecer, por outro lado, só vai fazer você perder tempo e dinheiro, já que o mercado é cheio de narrativas, e ninguém sabe realmente o que acontecerá.

Assim sendo, a estratégia mais eficaz é manter uma visão ampla e equilibrada.

Se o contexto econômico gerar uma mudança que justifique uma movimentação na carteira, nós faremos, sem problema, mas sem pressa, pois sabemos que agir com calma geralmente traz melhores resultados a longo prazo.

Em 7 anos de empresa, fizemos poucas movimentações drásticas, como em 2020, quando aproveitamos o cenário de inflação global alta para alocar mais em ativos americanos.

Agora, acreditamos que nossas carteiras estão bem posicionadas para qualquer cenário, e não há necessidade de grandes alterações.

E a melhor forma de garantir que seus investimentos estarão prontos para qualquer cenário para sempre é com o nosso serviço de Consultoria

VOCÊ ESTÁ SATISFEITO COM SEUS INVESTIMENTOS?

O objetivo da Capitalizo Consultoria é que nosso cliente tenha acesso às melhores recomendações do mercado, adequadas ao seu perfil, de forma independente e transparente.

Por isso, quero fazer um convite!

Se você investe acima de R$ 300 mil através de Bancos e Corretoras e quer ir além nos seus investimentos, clique no botão abaixo para conhecer mais sobre a Capitalizo Consultoria. Fale conosco pelo WhatsApp e agende uma conversa para saber como podemos te ajudar.

 

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Valuation: como avaliar o preço justo de uma ação?

26/09/2024 Por Tiago Prux
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Valuation é um termo em inglês que, de forma geral, descreve o valor de uma empresa. O indicador é muito utilizado pelos investidores para apoiar suas operações relacionadas aos investimentos, como aquisição de ações, gerenciamento de carteira, entre outros..

Por meio de uma análise, é possível descobrir o valor adequado para determinado ativo – encontrando, portanto, o valuation. Essa avaliação pode ser feita de diferentes formas e cada investidor usa o método que considera mais eficiente.

Neste artigo, você entenderá o que é o valuation e como avaliar preço justo de uma ação. Boa leitura!

O que é valuation?

Valuation é o processo de estimar o valor intrínseco de uma empresa. Isso permite projetar o valor de suas ações para o futuro e prever um possível retorno do investimento em determinado ativo.

Com base no resultado obtido para o valuation e no preço atual do ativo, analistas do mercado financeiro fazem recomendações de compra ou venda de uma ação, por exemplo – e investidores avaliam as possibilidades de investimento. 

Dentro do método, existem diversas técnicas de avaliação que podem ser utilizadas para fazer estimativas a respeito do valor de um negócio.

É importante entender que a metodologia de atribuir valor a uma empresa é relacionada a estimativas futuras. Assim, se ocorrer algo fora do esperado, o resultado obtido no futuro pode ser divergente daquele previamente estimado pelos cálculos.

Além disso, de acordo com as premissas e os números utilizados na metodologia do cálculo, o valor justo da ação, determinado por um investidor ou analista, pode ser diferente do valor encontrado por outro.

Dessa forma, não é possível entender o valuation apenas como um simples cálculo matemático. Podemos dizer que ele é uma metodologia que envolve vários fatores subjetivos, que variam de acordo com cada análise.

Como funciona o valuation?

Como você já percebeu, o valuation é uma avaliação subjetiva. Por isso, é muito difícil precisar com exatidão o valor justo de uma ação. No entanto, com o uso desse indicador, é possível ter um resultado aproximado e encontrar oportunidades na bolsa – visando obter bons lucros no mercado.

Com a estimativa do preço justo, o investidor pode identificar oportunidades não apenas de comprar ações baratas, mas também ativos de boas empresas com desconto significativo em relação ao seu valor característico – ou intrínseco.

Mas, mesmo que o valuation seja uma ferramenta valiosa para análise na renda variável, é importante destacar que ela deve ser utilizada com cautela. Antes de aplicar dinheiro em um ativo, o investidor deve realizar diferentes tipos de análises.

Para que serve o valuation?

O valuation é importante em diversas situações, especialmente por investidores que desejam comprar uma ação pelo seu valor justo, como abordamos. No entanto, esse indicador também é utilizado por empresas que desejam tomar decisões melhores em relação ao próprio negócio.

Um exemplo é quando os sócios majoritários decidem vender a própria empresa. Nesse caso, é fundamental definir o valuation, pois sem ele existe o risco de determinar um valor muito alto pela empresa e perder a oportunidade de vender o negócio.

Quais são os tipos de valuation?

Para analisar o valuation de um ativo existem diversos métodos disponíveis. Entre os mais usados, estão:

  • Fluxo de Caixa Descontado: propõe uma análise do valor intrínseco da empresa com projeção de lucro futuro, aplicando a dedução do risco associado ao investimento;
  • Múltiplos de Mercado: permite uma avaliação por meio da comparação de indicadores de companhias que atuam em determinado setor;
  • Valuation Contábil: considera apenas a contabilidade da empresa, ou seja, seu patrimônio líquido;
  • Valuation de Liquidação: consiste, basicamente, em somar todos os ativos da empresa e subtrair os passivos. É mais utilizado quando a companhia está sendo fechada;
  • Valuation Pré-Investimento: se relaciona com o valor de mercado da companhia antes da entrada de um subsídio financeiro;
  • Valuation Pós-Investimento: considera o valor total após a injeção do aporte e é usado para definir a participação de um investidor na empresa.

Como avaliar o preço justo de uma ação?

O modelo Fluxo de Caixa Descontado é uma das alternativas mais utilizadas por investidores que desejam fazer uma avaliação de um determinado papel com o máximo de informação e precisão possível.

Confira então como avaliar o preço justo de uma ação em 3 passos utilizando o Fluxo de Caixa Descontado:

Passo 1

O primeiro passo é projetar o fluxo de caixa do negócio – ou seja, subtrair o montante recebido do montante total gasto em um determinado período. Alguns setores tendem a ser mais estáveis, o que facilita a avaliação.

Por outro lado, setores mais dinâmicos tendem a fornecer resultados com maiores oscilações, deixando os dados menos confiáveis. Além disso, também é importante estimar uma taxa de crescimento no valor da empresa a cada ano.

Passo 2

Esse é o passo mais complexo, no qual é necessário atualizar as estimativas utilizando uma taxa de desconto anual. Ela tem o objetivo de retratar a desvalorização do dinheiro ao longo do tempo e deve considerar o risco do investimento e a estrutura de capital da empresa.

Não há um consenso entre os analistas para a definição dessa taxa. Diante dos impasses, uma solução muito utilizada é adotar a base de rendimentos médio da bolsa.

Passo 3

Por fim, é necessário somar todos os fluxos descontados. Com isso, você estima o valuation atual da companhia analisada. Para saber o valor de mercado, basta subtrair o total da dívida líquida. Ao dividir esse resultado pelo número de ações emitidas, temos o valor justo da ação.

 

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Carteiras de Investimentos, Economia & Investimentos Tags ação, ações, bolsa de valores, como saber preço justo de uma ação, o que é valuation, preço justo ação, preço justo de ações, valuation Deixe um comentário

Dividendos: o que são e como funcionam

22/09/202422/09/2024 Por Tiago Prux
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Uma das formas mais eficientes de construir uma renda passiva e viver de renda é investir em ações ou fundos imobiliários (FII) para receber dividendos.

Com essa estratégia, além de receber rendimentos, você ainda pode se beneficiar com a valorização das ações ou das cotas no longo prazo.

Sem dúvidas, é uma boa estratégia para construir um patrimônio financeiro sólido para seu futuro e continuar sua jornada em direção à independência financeira. 

No artigo de hoje, vamos mostrar tudo que você precisa saber sobre os dividendos e como investir para viver de renda com eles. Confira!

O QUE SÃO DIVIDENDOS?

Em relação ações, os dividendos são parte dos lucros de uma empresa que é distribuída aos seus acionistas.

Na maioria das vezes, essa distribuição é feita para manter a atratividade dos acionistas em relação à empresa ou por a gestão entender que não tem outra oportunidade de investimento no momento que irá gerar valor para a companhia, preferindo devolver o capital para os investidores.

Quanto aos fundos imobiliários, os proventos (usualmente chamado de dividendos, apesar de haver uma diferença técnica) são pagos aos cotistas a partir dos ganhos com aluguéis, vendas de imóveis ou outras transações relacionadas com os empreendimentos que fazem parte do portfólio do fundo.

COMO FUNCIONA O PAGAMENTO?

Olhando para as empresas que são negociadas na Bolsa de Valores, os dividendos são pagos de acordo com regras próprias das companhias definidas no Estatuto Social, muito embora a maioria das empresas  muitas adotem a distribuição de 25% dos lucros aos acionistas prevista na Lei das S.A. ( Lei 6.404/1976).

O pagamento é feito em forma de dinheiro e é depositado na conta da corretora na qual o investidor tem as ações custodiadas. Também é possível receber a remuneração em direitos de propriedades, o que é menos usual.

A periodicidade com que os dividendos são pagos depende de cada empresa, podendo acontecer mensal, ou até, anualmente.

Já os fundos imobiliários têm a obrigação de repassar a maior parte dos lucros aos seus cotistas. Por lei, eles são obrigados a distribuir 95% do lucro obtido semestralmente em regime de caixa.

Por uma boa prática do mercado e para manter a atratividade desse investimento em relação aos outros, os FII costumam pagar os proventos mensalmente, pois a constância e previsibilidade dos pagamentos é o que mais atrai os investidores para esse ativo.

Em relação ao valor que é pago, cada investidor, seja acionista ou cotista, recebe os dividendos de acordo com o número de ações ou cotas que possui.

TIPOS DE DIVIDENDOS

Existem algumas formas diferentes de distribuição de lucros que as empresas negociadas na Bolsa fazem uso para fazer o pagamento dos dividendos aos acionistas. As principais são:

1) DIVIDENDOS 

Os dividendos são a parcela do lucro líquido que uma empresa de capital aberto ou fechado distribui para seus acionistas. Não há um valor mínimo a ser distribuído. O percentual dependerá do estatuto de cada empresa.

São chamados também de dividendos os rendimentos distribuídos periodicamente pelos fundos imobiliários aos seus cotistas. 

Vale ressaltar que os dividendos pagos tanto pelas ações como os fundos imobiliários são isentos de imposto de renda.

2) JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO (JCP)

O JCP é baseado no lucro da empresa nos anos anteriores ao do pagamento. Além disso, há incidência do Imposto de Renda na alíquota de 15%, que já é deduzido na fonte (empresa) e o valor é pago ao acionista já descontado desse valor.

Muitas empresas optam por fazer o pagamento de JCP em vez dos dividendos, pois há um benefício fiscal da dedução desse valor do imposto de renda a ser pago pela companhia.

3) BONIFICAÇÃO

Na bonificação, apesar de não ser uma distribuição direta do lucro para os acionistas, também é uma forma que as empresas possuem para fazer pagamentos de parte do lucro que é investido em capital social.

Na bonificação, as empresas emitem e distribuem novas ações para os acionistas. Como o pagamento de rendimentos é feito de forma proporcional ao número de ações, os investidores podem receber uma participação maior nos lucros no futuro.

VANTAGENS

Como falado no início desse artigo, investir em ações e fundos imobiliários é uma das melhores estratégias para construir uma renda passiva e viver de renda no futuro. Sem dúvidas, essa essa é a principal e melhor vantagem de investir para receber dividendos.

No entanto, há diversas outras vantagens. As empresas pagadoras de proventos tendem a ser menos afetadas em momentos de instabilidade financeira. Elas costumam operar em setores mais consolidados no mercado, resilientes, perenes e anticíclicos, o que reduz bastante a volatilidade das ações na Bolsa, que assusta a maioria dos investidores.

Todos esses fatores impulsionam a construção do patrimônio financeiro no longo prazo, pois torna-se muito mais fácil atravessar períodos turbulentos na Bolsa, quando o medo e o desespero tomam conta e os investidores se deparam com forte desvalorização do patrimônio.

Possuir um portfólio robusto com boas empresas nesses momentos vai te permitir manter a disciplina e paciência para continuar na jornada de investimentos ao longo do tempo e não sair vendendo tudo com prejuízo.

INVESTIR EM DIVIDENDOS É PARA VOCÊ?

O investimento com o objetivo de receber dividendos funciona muito bem para aos investidores com planos no longo prazo.

Se você busca a sua independência financeira e quer viver de renda no futuro, investir em ações ou FII para ganhar dividendos são uma das melhores opções para você ter uma renda recorrente e crescente ao longo do tempo.

Investidores que desejam diversificar a carteira de investimentos também podem investir em empresas que pagam dividendos. Como dito anteriormente, ações que pagam dividendos costumam ser empresas consolidadas no mercado, atuando sem setores perenes e resilientes, que irão trazer uma robustez para o portfólio do investidor.

Vale ressaltar que, antes de investir em ações ou FII visando o recebimento de dividendos, você deve fazer uma análise dos seus objetivos e do seu perfil de investidor. Assim, ficará mais fácil avaliar se esse investimento faz sentido para você.

COMO GANHAR DINHEIRO COM DIVIDENDOS E VIVER DE RENDA

O primeiro passo para ganhar dinheiro com dividendos é escolher ações e fundos imobiliários que são bons pagadoras de dividendos. Aliado a isso, reinvestir os dividendos recebidos para comprar mais ações ou mais cotas de FII potencializa o efeito dos juros compostos ao longo do tempo e é muito importante fazer isso para acelerar a formação do seu patrimônio. 

Ao fazer uso dessa estratégia, você consegue fazer reinvestimentos acumular muito mais patrimônio e gerar uma renda passiva crescente no longo prazo.

Escolhendo bons ativos para a sua carteira e mantendo a disciplina de reinvestir os dividendos ao longo do tempo vai permitir que você aumente a sua renda ao longo do tempo, te deixando mais cada vez mais próximo da sua independência financeira.

CONHEÇA A CARTEIRA DIVIDENDOS+ DA CAPITALIZO

 

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos Tags #dividendo, ações, dividend yield, dividendos, fiis, fundos imobiliários, viva de renda com dividendos Deixe um comentário

A Capitalizo erra e eu não tenho vergonha disso

18/03/202619/09/2024 Por Tiago Prux
Capitalizo

O meu intuito com este texto não é expor ninguém, mas sim mostrar como as pessoas podem avaliar mal, mesmo boas Estratégias, como as nossas.

Não tenho medo de críticas — que, por sinal, são sempre bem-vindas e nos fortalecem.

Além disso, as pessoas têm todo o direito do mundo de gostar ou não de mim ou da Capitalizo. O mais importante é que, mesmo quem não goste, pelo menos entenda o que fazemos.

Esse comentário foi feito por um cliente nosso, criticando o nosso retorno em 2025, em um ano em que o Ibovespa está “bombando”:

“…assino uma Casa de Análise, que posta resultado o tempo todo, entregando -4% no ano.


Pode uma coisa dessas?! Era pra demitir todo mundo.”

NÃO GOSTO DE PERDER…

É ruim não estar ganhando dinheiro neste ano, nessa Estratégia?

Claro que sim. Mas isso faz parte.

Inclusive, já havia explicado para ele os motivos da Estratégia não estar bem neste ano, mesmo com o Ibovespa subindo (muito) bem — assim como respondemos, com educação, a todos que nos questionam sobre qualquer coisa.

Não existe ninguém, nem nenhuma Estratégia, que irá performar bem todos os anos. Nem o Warren Buffett conseguiu isso.

Por melhor que sejam os nossos resultados (e desafio qualquer um a apontar quem entrega mais), vamos errar e acertar. Vamos performar bem e mal.

…MAS NÃO TENHO MEDO DE ERRAR…

Me orgulho dos nossos ganhos (claro), mas não tenho vergonha das nossas perdas. Um investidor vencedor também é “forjado” por momentos ruins.

Além disso, faço questão de mostrar que, mesmo passando pelas “tempestades”, entregamos resultados consistentes ao longo dos anos.

Não é “nós contra o investidor”, mas sim “nós ao lado do investidor”.

Aliás, que tipo de profissional eu seria caso omitisse as nossas derrotas?

Categorias Economia & Investimentos Deixe um comentário

Vale a pena operar Day Trade? Saiba agora!

30/08/2024 Por Tiago Prux
daytrade

Em meio ao aumento de CPFs cadastrados na Bolsa, a modalidade de operações de day trade vem se tornando cada vez mais popular, principalmente no mercado de futuros (mini índice e mini dólar).

Porém, por ser um mercado extremamente alavancado e complexo, muitas pessoas acabam sofrendo grandes prejuízos antes mesmo de entenderem, de fato, como gerar lucros consistentemente.

Com essa premissa, muitos “demonizam” o day trade e o tratam logo como um “cassino”, quando, na verdade, é uma profissão que deve ser levada a sério (ninguém se torna um médico ou um piloto de avião da noite pro dia – trader também não). Ela requer muito estudo, experiência e o principal: o auxílio de profissionais.

Essas operações chamam atenção por conseguirem gerar lucros de forma extremamente rápida, mas é aqui que mora o perigo.

Para começar com o pé direito no day trade, o iniciante precisa tomar alguns cuidados, começando por entender como funciona esse tipo de operação, que nada mais é do que comprar e vender um ativo dentro do mesmo pregão.

Por conta da popularização da Bolsa que ocorreu nesses últimos anos no Brasil, o day trade se tornou muito acessível. Algumas corretoras chegam a oferecer margem para que as pessoas possam operar muitas vezes o seu capital, a chamada alavancagem.

O problema é que muitos entram no mercado “de qualquer jeito”, sem Estratégia e sem gerenciamento de risco e acabam tomando grandes prejuízos.

Nada impede que pessoas iniciantes façam day trade, mas que tomem todas as precauções antes mesmo de começar. Ou seja, que se preparem!

Então, para ajudar, separamos 3 dicas para você começar de forma sólida nessas operações e gerar seus primeiros resultados no day trade. Veja:

DICA 1: TENHA UMA ROTINA

Disciplina é a chave para gerar ganhos consistentes no day trade, pois como é um tipo de operação em que tudo pode mudar em questão de segundos, você precisa estar preparado.

Então, uma rotina de operações é uma prática muito importante e você precisa levá-la a sério. Como sua profissão! Logo, tarefas como essas devem ser diárias:

📌 Avaliar o fechamento dos mercados internacionais do dia anterior e a abertura dos futuros nos Estados Unidos;

📌 Estar por dentro dos eventos e notícias mundiais. Você não deve “operar por notícias”, mas tem que se saber as que podem deixar o mercado ainda mais volátil;

📌 Manter o registro de suas operações para avaliar seu desempenho;

📌 Simular dias de pregão para treinar o reconhecimento de padrões.

Além disso, o day trade pode ser uma atividade extremamente cansativa para a mente.

Por esse motivo, é importante também que você pratique alguma atividade física para manter o equilíbrio e, consequentemente, o foco necessário para operar.

DICA 2: SIGA UMA ESTRATÉGIA

É muito comum que o iniciante mude de estratégia a todo momento. É como um ciclo vicioso: ele define um método, começa a operá-lo e, assim que algo não anda conforme ele quer, descarta tudo e recomeça do zero.

Isso é um erro muito grave, pois a Bolsa de Valores é um mercado variável, ou seja, as perdas controladas fazem parte da profissão, e você, de uma forma ou de outra, precisa aprender a conviver com elas.

Mas todo esse sofrimento pode ser evitado buscando acompanhamento profissional, pois uma pessoa capacitada já passou por esses problemas no começo e sabe muito bem como contorná-los.

Ou seja, você vai acabar ganhando muito tempo e, ainda por cima, não vai sofrer os prejuízos que uma pessoa sem acompanhamento geralmente sofre.

DICA 3: BUSQUE “TEMPO DE TELA”

Aprender tudo sozinho não é impossível, porém buscar ajuda de um profissional pode lhe economizar muito dinheiro. Então, já que o capital é o fôlego do trader, é importante preservá-lo ao máximo durante o período de aprendizado.

O caminho mais rápido e fácil para alcançar esse objetivo sem sofrer grandes prejuízos é procurar ajuda profissional. Por isso, a Capitalizo possui uma assinatura de análises e recomendações e também de acompanhamento, o Full Trader, onde o foco é exclusivo no resultado e no desenvolvimento do assinante.

Seguindo e entendendo as nossas recomendações, você ganha experiência na prática, o que chamamos de “tempo de tela”.

Um abraço e bons trades.

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Day Trade, Economia & Investimentos, Mercado Futuro, Trader Tags day trade, day trade em ações, dólar, índice futuro Deixe um comentário

8 variáveis para ficar de olho em Fundos Imobiliários

25/08/202425/08/2024 Por Tiago Prux
Capas para o blog 2

Em busca do desejado sonho de “viver de renda”, cada vez mais investidores estão investindo em Fundos Imobiliários. 

Então, para lhe ajudar, nesse post trazemos 8 variáveis – ou indicadores – para o você ficar de olho quando for analisar algum Fundo Imobiliário. 

Lembramos que não se deve olhar apenas para uma variável isoladamente.

Por isso, não leve nenhum indicador como verdade absoluta e procure sempre analisar o conjunto de todos eles antes de tomar uma decisão. Sabendo disso, vamos a elas:

Taxa de Vacância

Sendo quase que a informação mais importante de um Fundo Imobiliário, a vacância diz respeito à porcentagem de área não alugada dos imóveis sob gestão. Essa informação está diretamente ligada à resiliência do fundo ao longo do tempo, por isso é importante analisar a vacância atual e também a histórica

Fazendo essa análise mais completa, o investidor terá mais certeza se determinado fundo é resiliente perante crises como, por exemplo, a do Covid-19, já que, em tempos favoráveis, o mercado como um todo é naturalmente altista.

  • Você pode encontrar esse dado nos relatórios mensais de cada Fundo Imobiliário e, por padrão, quanto menor, constante e descendente, melhor.

Dividend Yield

Essa métrica representa o quanto um fundo distribuiu de dividendos ao longo dos últimos 12 meses em relação ao valor atual da sua cota. Para encontrar esse indicador, soma-se os últimos 12 pagamentos, divide-se o resultado pelo valor do fundo e, por fim, se multiplica por 100 para definir a porcentagem.

Por exemplo, digamos que um fundo pagou nos últimos 12 meses em média R$ 1,00 ao mês. Sendo assim, são R$ 12,00 ao ano (1,00 x 12) que, se dividido pelo valor de uma cota de R$ 200, chegaremos a um valor de 0,06. Ou seja, esse fundo teve um dividend yield de 6,00% nos últimos 12 meses.

  • Entendido como a taxa do indicador é encontrada, fica fácil perceber que, quanto maior for a taxa de DY, melhor, pois teremos fundos que pagam, consistentemente, bons dividendos.

É óbvio que esse indicador não deve ser estudado isoladamente, pois de nada adianta um fundo ter um DY alto, porém sem consistência de pagamentos. Então, é de suma importância que o investidor avalie vários indicadores além do dividend yield para tomar uma decisão mais sólida.

Atipicidade dos Contratos

Quando falamos em contratos de imóveis comerciais para locação, existem 2 tipos, são eles os típicos e os atípicos. Os típicos são aqueles que geralmente duram 5 anos e possuem revisão de contrato ao final do 3º ano, onde proprietário e inquilino reavaliam o contrato de acordo com o mercado atual.

Sendo assim, temos também os atípicos, contratos esses que costumam durar 10 anos e não possuem revisional durante o contrato, sendo composto apenas de reajustes anuais. Esse tipo de contrato é mais utilizado em galpões logísticos ou com um objetivo específico, sendo mais aceito em operações de BTS (built-to-suit) e SLB (sale-lease-back).

  • Portanto, é importante variar os tipos de contratos em sua carteira. Porém, contratos atípicos em peso tornam o portfólio de FIIs um pouco mais defensivos, visto que os contratos são mais longos e permitem uma previsibilidade maior dos rendimentos futuros, logo, são ótimos em períodos de turbulência econômica como a atual.

Prazo dos Contratos

O prazo dos contratos serve como filtro ao analisar a atipicidade dos mesmos, pois um fundo pode ter a maioria dos contratos atípicos, mas com seus vencimentos se aproximando.

  • De maneira resumida, quanto maior os prazos de vencimento dos contratos, melhor, visto que aumenta bastante a previsibilidade de rendimentos futuros. 

Logo, esse indicador ajuda a ter uma leve previsibilidade à médio prazo e por isso é de grande valia para sua análise.

Volatilidade dos Fundos Imobiliários

A volatilidade dos FII’s em geral é, naturalmente, mais baixa que a média do mercado.

Mas, fundos com baixa volatilidade histórica tendem a performar melhor durante crises, onde a previsibilidade à curto prazo acaba comprometida.

Liquidez dos Fundos Imobiliários

A liquidez é a característica de um ativo em se transformar em dinheiro novamente. Quanto mais rápido e sem grandes oscilações de preço, melhor a liquidez de um fundo ou de uma ação.

  • Geralmente medida pelas negociações diárias, um fundo possui uma liquidez saudável quando negocia acima de R$ 500 mil por dia, garantindo, assim, uma maior segurança na hora de entrar ou sair de uma posição.

Valor de Mercado/ Valor Patrimonial (P/ VP)

Esse é um indicador de interpretação bem simples, porém se utilizado de forma isolada, ele pode se tornar bem perigoso.

  • Por exemplo, quando o P/ VP está acima de 1,00 o fundo negocia acima de seu valor patrimonial, ou seja, ele está mais caro no mercado do que comprando os imóveis físicos. Já quando está abaixo de 1,00, o fundo está negociando abaixo de seu valor patrimonial, significando que as cotas no mercado estão mais baratas do que a mesma fração dos imóveis físicos.

Porém, é importante lembrar que no mercado os ativos são precificados milhares de vezes por minuto, já um imóvel físico só é avaliado uma ou duas vezes por ano. Por isso, esse indicador deve ser utilizado com bom senso e em conjunto com outros indicadores, visto que ele pode estar relativamente atrasado.

Caixa/PL

Essa porcentagem reflete diretamente no quanto de caixa o fundo possui no momento. Ou seja, é a parcela do patrimônio líquido do fundo que não está alocada em nenhum ativo-alvo (lajes corporativas, galpões logísticos ou shoppings por exemplo).

  • Aqui não existe certo ou errado, o importante é avaliar se essa porcentagem no fundo que você está analisando faz sentido no case. Por exemplo, não faz sentido um fundo manter o caixa alto em períodos em que os juros básicos estejam em baixa, visto que, na maioria das vezes, os fundos alocam esse caixa em títulos de renda fixa com alta liquidez.

Portanto, aqui entra muito do bom senso, uma vez que se a gestora demorar muito tempo para alocar os recursos do fundo ela, infelizmente, pode pressionar a rentabilidade do fundo e a distribuição de dividendos aos cotistas.

POR QUE INVESTIR EM FUNDOS IMOBILIÁRIOS E REITS?

O investimento em Fundos Imobiliários e REITs são duas das formas mais inteligentes de investir em imóveis.

Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível investir nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil e do mundo, através do REITs americanos.

DESEMPENHO DA CARTEIRA DE FIIS E REITS DA CAPITALIZO

Abaixo, segue o desempenho Carteira Capitalizo de FIIs e REITs desde Outubro de 2017 até hoje. Perceba que, nesse período, o nosso retorno é muito superior ao apresentado pelo IFIX:

 

Categorias Análise Fundamentalista, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Deixe um comentário

Ações para ficar de olho com a Selic em alta

15/08/202415/08/2024 Por Tiago Prux
Capas Blog 6

COMO OS JUROS REFLETEM NAS AÇÕES?

Tudo bem que juros baixos são melhores para a economia, uma vez que eles estimulam a tomada de crédito para que as empresas invistam em seus negócios.

Por outro lado, a alta exagerada dos juros costuma refletir negativamente em setores de construção civil, locadoras de veículos e, principalmente, varejo, pois tende a reduzir o consumo.

Porém, há alguns setores que se beneficiam bastante com a Selic em alta. Um deles é o setor bancário, já que os bancos trabalham bastante com aplicações indexadas à taxa de juros e inflação.

Outro setor que absorve ainda mais a alta dos juros é o de Seguros, pois:

📌 Já é, por si só, um setor de rentabilidade elevada. Isso acontece em função das estruturas enxutas das seguradoras, o que permite que elas tenham elevadas margens e ROEs;

📌 Na maioria das vezes, o poder de barganha não está na mão do cliente e sim da prestadora do seguro. Isso é importante à medida que as seguradoras não têm dificuldade em elevar seus preços;

📌 As seguradoras, normalmente, recebem primeiro e pagam depois, conseguindo aplicar o valor do prêmio no mercado financeiro durante o tempo do contrato.

Sendo assim, as seguradoras possuem um modelo de negócio bem sólido em que uma leve alta nos juros pode rentabilizar ainda mais suas aplicações financeiras, sem atrapalhar suas gerações de receita.

Ou seja, além de ganhar dinheiro com suas operações de venda de seguros, eles conseguem gerar ganhos financeiros. E, como na maioria das vezes, esse valor fica aplicado em títulos atrelados a Taxa Selic, quanto mais ela subir, mais as seguradoras ganham.

Além disso, o cenário atual é bastante favorável para algumas empresas já consolidadas no ramo aqui do Brasil, onde a busca por fontes complementares de aposentadoria cresce a cada dia, por exemplo. Por isso, mesmo com os juros subindo, não esperamos queda na captação das maiores seguradoras.

Dessa forma, com muitas seguradoras já tendo apresentado boa recuperação de seus resultados nos últimos trimestres, esperamos números e dividendos ainda maiores nos próximos anos.

É hora de aproveitar.

Confira, abaixo, 2 empresas do setor consideradas bastante interessantes e que costumam se aproveitar dos cenários de juros mais altos:

BB SEGURIDADE (BBSE3)

A BB Seguridade é uma empresa de participação pertencente ao Banco do Brasil.

Ela opera na venda de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos de assistência odontológica. Tudo através dos canais do Banco do Brasil, o que facilita bastante a captação de clientes.

Atualmente ela é a maior seguradora do mercado em segmentos como seguro de vida, seguro rural e em planos de previdência.

Logo, esta é uma empresa de cunho mais defensivo, para aquele investidor que busca ganhos mais lineares somados a bons proventos.

PORTO SEGURO (PSSA3)

Sendo, atualmente, a 3ª maior companhia seguradora do país, a Porto Seguro é líder no ramo de automóveis e residências.

E, detalhe: é líder de longa data num mercado extremamente competitivo e influenciado por taxa de juros.

A empresa possui cerca de 35 mil corretores independentes que distribuem seus produtos de seguros residenciais e de veículos com exclusividade na rede de agências do Itaú. Banco esse que inclusive detém uma participação de cerca de 30% das ações da empresa.

AFINAL, ESSAS AÇÕES ESTÃO BARATAS?

Temos, hoje, um cenário de juros em alta, o que beneficia as seguradoras sem causar maiores danos em suas receitas.

São empresas bem consolidadas no mercado nacional, possuem uma excelente gestão, distribuem bons proventos e ainda estão mal precificadas. Ou seja, tudo o que um investidor de longo prazo almeja: comprar ações de qualidade e, ainda por cima, descontadas.

Sem esquecer, claro, do forte pagamento de dividendos que essas empresas deverão fazer.

NOSSAS RECOMENDAÇÕES NO SETOR

Gostou de saber que existem empresas que se beneficiam em épocas de juros elevados?

Pois saiba que tudo isso já havia sido informado aos nossos clientes há algum tempo, especialmente para quem quer receber “gordos” dividendos.

E nada melhor que nossa Carteira Dividendos+ para atender a essa demanda. Dessa forma, também temos recomendações no setor financeiro, que se beneficiam fortemente desse bom cenário para as companhias seguradoras. Inclusive, boa parte do nosso excelente retorno se deve a essas ações.

CONHEÇA A CARTEIRA DIVIDENDOS+ DA CAPITALIZO

Categorias Ações e Empresas, Barganhas, Bolsa de Valores, Carteiras de Ações, Dividendos, Economia & Investimentos, Renda Passiva, Viver de Renda Tags barganhas, BB Seguridade, bbse3, carteira de dividendos, dividendos, juros, porto seguro, pssa3, seguradoras, selic Deixe um comentário

5 ótimas pagadoras de dividendos para ter renda em dólar

10/08/202410/08/2024 Por Tiago Prux
cvm muda regra e permite bdrs de empresas brasileiras listadas no exterior 1600035361192 v2 1920x1080

Você sabia que, além das ações brasileiras, é possível montar uma boa estratégia de investimento em Stocks ou BDRs, de empresas pagadoras de dividendos nos EUA?

Você tem essa alternativa ao investir diretamente nos Estados Unidos, através das stocks, ou então pela própria B3 – comprando os BDRs (Brazilian Depositary Receipts).

Sempre é importante explicar que os BDRs são certificados emitidos por instituições depositárias no Brasil, mas têm como lastro os valores mobiliários de empresas estrangeiras.

A seguir você vai descobrir 5 Stocks/BDRs de companhias do exterior para ficar de olho, que são boas pagadoras de dividendos.

STOCKS/BDRs: QUAIS EMPRESAS PAGAM BONS DIVIDENDOS?

PFIZER (PFIZ34, PFE)

A farmacêutica nova-iorquina Pfizer atua de forma robusta no desenvolvimento, fabricação e, consequentemente, distribuição de medicamentos e vacinas.

Inclusive, a Pfizer se tornou talvez uma das empresas mais citadas e conhecidas do mundo nos últimos meses, após ser uma das primeiras a desenvolver uma vacina totalmente eficaz contra a Covid-19.

Mas, além disso, também cabe citar que a companhia possui produtos igualmente eficazes em seu portfólio, como o anticoagulante Eliquis para trombose, o Ibrance para câncer de mama e a Prevenar 13 — vacina contra bactérias pneumococo.

Com vendas em mais de 125 países, o setor dessa empresa é considerado defensivo por conta de as marcas serem protegidas por patentes, barrando assim novos entrantes.

Em Wall Street, as ações da Pfizer apresentam um retorno de 35% nos últimos 10 anos, sendo que os dividendos costumam ser pagos a cada trimestre.

COMCAST (CMCS34, CMCSA)

Se você curte séries como Brooklyn 99, The Good Place, Law & Order, Heroes, entre tantas outras, nada como investir na empresa que comanda todas essas produções.

A Comcast é um conglomerado que reúne a nata da telecomunicação norte-americana, sendo dona dos estúdios Sky, Universal, DreamWorks e das TVs NBC e Telemundo.

Além disso, a companhia atua em serviços de telefonia, internet, vídeo, segurança e automação, tendo a marca Xfinity como um dos pilares de sucesso.

Vale ressaltar que a Comcast também tem presença no nicho de parques temáticos, principalmente em Orlando (Flórida), Los Angeles (Califórnia) e Osaka (Japão).

Seu valor de mercado está estimado em mais de 174 bilhões de dólares, sendo que o retorno de suas ações chegou ao patamar incrível de 90% em 10 anos na NASDAQ.

AT&T (ATTB34, T)

A American Telephone and Telegraph, conhecida como AT&T Inc., tem sede em Dallas, no Texas, e atua de forma intensa no segmento de telecomunicações.

Entre suas atividades, o que mais se destaca é o de conectividade de banda larga, apresentando uma fibra óptica de alta velocidade para pessoas e empresas.

Até pouco atrás, a companhia também era dona da Warner Bros, contando, portanto, com uma divisão voltada para entretenimento, com filmes, séries, jogos, programas de TV.

Entretanto, desde abril de 2022, a AT&T realizou uma cisão da divisão relacionada a Warner Bros, que por sua vez se uniu a Discovery dando origem a Warner Bros. Discovery (WBD).

Mesmo ainda detendo participações na recém-criada companhia, a AT&T pretende focar todas as suas atenções em sua principal linha de negócios, de conectividade, com a expectativa de se consolidar como uma das maiores do setor nos EUA.

Por mais que os dividendos fiquem ligeiramente inferiores neste primeiro momento, não podemos deixar de considerar que a empresa é uma das maiores pagadoras de proventos dos EUA, tendo distribuído quase US$ 1,40 por ação em 2022, gerando um Dividend Yield de 7,1%.

3M (MMMC34, MMM):

Com o objetivo inicial de extrair minério para produzir rebolos e lixas, a empresa de Maplewood, em Minnesota, reinventou-se em diversos aspectos desde 1902.

Sua trajetória é marcada pela cultura da inovação e o desenvolvimento constante de novas tecnologias, tendo um portfólio recheado de invenções dos últimos 5 anos.

A 3M Company encontra maior representatividade nas receitas a partir de produtos voltados para segurança, indústria, transporte, eletrônica e área da saúde.

No entanto, não podemos deixar de mencionar os populares acessórios de pintura, adesivos, itens de papelaria e demais artigos focados no consumidor final.

Nos últimos 10 anos, as ações da empresa tiveram uma performance abaixo do esperado, mas sua taxa de dividend yield tem ultrapassado o patamar de 5,6% nos últimos 12 meses.

COCA-COLA (COCA34, KO)

Evidente que investidores voltados para a estratégia de buy and hold não podem deixar de ter na carteira a emblemática The Coca-Cola Company.

Fundada pelo Dr. John Pemberton, em 1886, a Coca-Cola é uma das empresas que qualquer pessoa no mundo consegue reconhecer apenas pela silhueta do logotipo.

A famosa companhia de refrigerantes à base de xarope de cola alcança grandes volumes de vendas na Europa, África, Oriente Médio, América Latina e Ásia.

O valor de mercado da Coca-Cola está estimado em mais de 226 bilhões de dólares, tendo produtos como Fanta, Del Valle, Gatorade, Ades, Sprite e outros no portfólio.

Os dividendos costumam ser distribuídos a cada trimestre, refletindo o desempenho de 50,8% de retorno das ações nos últimos 10 anos na bolsa de Nova York.

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Com ela você tem acesso às melhores análises e recomendações de Renda Fixa, Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs, Ações para Longo Prazo, Cripoativos e muito mais.

Além disso, você vai contar com recomendações da nossa Carteira de Ações Internacionais, que entrega um ótimo retorno desde a sua criação em 2020:

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IBOVESPA subiu +1,52%; Duas Ações para Viver de Renda e que Pagam Bons Dividendos

09/08/2024 Por Tiago Prux
Ibovespa

Destaques da Economia e do Mercado Hoje – 09/08/2024

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa sexta-feira:

Índice de Atividade Econômica Stone Varejo inicia segundo semestre em queda     

O Índice de Atividade Econômica Stone Varejo registrou uma queda de -1% em julho em comparação com junho, marcando um início negativo para o segundo semestre.

Segundo a 19ª edição da pesquisa, divulgada nesta sexta-feira (99/08), quatro dos seis segmentos analisados apresentaram crescimento mensal.

Destaque para materiais de construção, que cresceram +1,5%. No entanto, os segmentos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo tiveram uma queda de -5,8%, enquanto artigos farmacêuticos também diminuíram -1,2%.

Vale lembrar que em relação a economia brasileira, mantemos a tese de acomodação na inflação. Logo, não descartamos que em breve o Copom volte a cortar juros (ainda que em um ritmo mais lento).

Resumo do Mercado 

Nos Estados Unidos, o S&P500 encerrou o dia com uma alta de +0,47%. No acumulado desta semana, o S&P subiu de +3,75%.

Enquanto isso, o IBOVESPA, principal Índice do mercado brasileiro, subiu +1,52%. Nesta semana, o IBOV apresentou uma alta de +3,79%.

Na coluna “Giro do Mercado”, o nosso analista Sergio Neto comenta a respeito de notícias e fatos relevantes de Petrobras (PETR4) e Wiz Co (WIZC3).

Já no artigo “Rastreador de Tendências Capitalizo: mais de 2.000% de retorno”, explicamos como aproveitar ao máximo as tendências de alta das ações e ficar de fora do mercado quando uma tendência de grande baixa começar.

Duas Ações para Viver de Renda e que Pagam Bons Dividendos   

No vídeo de hoje, apresentamos duas ações com grande potencial para dividendos.

🗓️ Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

📊 Rastreador de Tendências Capitalizo: mais de 2.000% de retorno

Há quase 20 anos eu criei o Rastreador de Tendências, uma estratégia que hoje é exclusiva da Capitalizo para Position Trade.

Ela une os conceitos das análises fundamentalista e técnica (grafista), para identificar oportunidades no médio prazo na Bolsa de Valores.

É voltada para operações de médio prazo que costumam durar entre 3 e 6 meses.

Essa Estratégia tem apresentado ótimos resultados nos últimos anos, e nunca fechou um ano no negativo:

Por não ser uma Estratégia de muito giro, permite seguir tranquilamente as recomendações enviadas, com apenas 10 minutos por dia.

O objetivo é aproveitar ao máximo as tendências de alta das ações e ficar de fora do mercado quando uma tendência de grande baixa começar.

Ficou curioso e quer saber mais sobre o Rastreador? Clique no link abaixo:

📌 Artigo | Rastreador de Tendências Capitalizo: mais de 2.000% de retorno

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago Prux

Material Site (3)

↪️ Giro do Mercado: a análise e notícias das principais empresas da bolsa

📌 Petrobras (PETR4): Receita sobe 7,4% no 2T24 com alta do brent, mas efeitos não recorrentes pesam

 A Petrobras (PETR4) divulgou seus resultados referentes ao 2T24, registrando uma receita líquida de R$ 122,2 bilhões, com um avanço de +7,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A alta reflete a valorização de +8% do Brent em reais no período, além de maiores preços realizados, principalmente em nafta e QAV, associados a maiores volumes vendidos de derivados.

O resultado foi um prejuízo de R$ 2,6 bilhões, impactado por efeitos não recorrentes, como a adesão à transação tributária envolvendo disputas judiciais, além da variação cambial do período, não tendo efeito na geração de caixa.

Esses efeitos somados chegam a um valor próximo de R$ 28 bilhões.

O fluxo de caixa livre da empresa segue bastante robusto, registrando R$ 31,8 bilhões, embora tenha sofrido um recuo de -4,3% na comparação anual.

No geral, apesar do resultado contábil sofrer essa baixa em função de não recorrentes, entendemos que o resultado operacional veio em linha com o esperado.

Resultado Neutro.

📌 Wiz Co (WIZC3) registra crescimento de +21,7% na receita líquida e lucro aumenta +35,8% no 2T24

A Wiz Co (WIZC3) divulgou seus resultados referentes ao 2T24, com uma receita líquida de R$ 246,7 milhões, representando um avanço de +21,7% em relação ao 2T23.

O destaque positivo foi o segmento de seguros, que cresceu +45%, impulsionado pelo bom desempenho das unidades Bmg Corretora, Inter Seguros e Wiz Corporate.

O segmento de consórcios também apresentou um desempenho positivo, com alta de +22,9%, refletindo o crescimento da operação Promotiva.

O lucro líquido alcançou R$ 33,9 milhões, um aumento de +35,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pelo resultado operacional e pelo melhor desempenho financeiro do período.

Resultado Positivo.

Um abraço e bons investimentos
Sérgio

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