Dividend Yield das Ações estão maiores que a Selic?

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Será que é possível encontrar ações que paguem mais dividendos do que a taxa Selic?

No último dia 22 de setembro, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central brasileiro decidiu subir a taxa Selic em 1,00 p.p., levando a taxa básica de juros para 6,25%. E, ao que tudo indica, deverá fazer mais um ajuste do mesmo tamanho, na próxima reunião. 

A meta da taxa Selic, que já chegou a atingir 26,5% no início dos anos 2000, vinha passando por alguns períodos de cortes, principalmente, após o final de 2016. Recentemente, esse movimento foi interrompido especialmente em função da inflação que tem se mostrado persistente nos últimos 12 meses. A expectativa é de que a Selic termine 2021 em 8,25%.

Abaixo, temos a variação da taxa de juros, nos últimos anos:

Empresas que podem pagar bons dividendos em 2022

Abaixo listamos algumas empresas que podem pagar, em 2022, bons dividendos (inclusive acima da Selic). Lembrando que, consideramos o preço atual das ações para fazer essa projeção de pagamento de dividendos:

BB Seguridade (BBSE3)

A BB Seguridade é uma empresa de seguros pertencente ao Banco do Brasil. A empresa conta com mais de 20 mil corretores credenciados que, espelhados por todo o território nacional, comercializam seguros patrimoniais, de veículos e outros.

Em 2021, as ações da empresa, BBSE3 acumulam uma baixa de 28%. A BB Seguridade, que já vinha sofrendo com a baixa da taxa de juros nos últimos anos, teve seus resultados do final de 2020 e do início desse ano afetados pelo Covid (que aumentou a sinistralidade) e também pela alta da inflação (que impactou planos mais antigos). O resultado disso, foi menores lucros e dividendos.

Para o segundo semestre de 2021, esperamos o início da normalização dos resultados e uma melhora consistente em 2022, com mais lucros e dividendos. 

Considerando o preço atual de BBSE3 (20,30), nosso yield esperado em 2022 é de até 9%. Fora a possibilidade de recuperação dos preços das ações. 

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil é um banco brasileiro de economia mista, ou seja, o Governo Federal do Brasil possui 50% das ações da empresa. Além disso, ele também é o maior banco da américa latina, com a maior rede de agências do Brasil e no exterior.

Em 2021, as ações da empresa, BBAS3 acumulam uma baixa de 17%. Desde o início da crise do Covid, em 2020, os grandes bancos tiveram uma serie de restrições como menores pagamentos de dividendos e proibição de redução de capital. Além disso, a crise fez com que as previsões sobre perdas explodissem, fazendo com que lucros e dividendos caíssem muito forte. 

Para o segundo semestre de 2021, os grandes bancos, como o BB, podem começar o processo de reversão de provisões e de maiores lucros. Além disso, já esperamos um impacto positivo em função do aumento recente da taxa de juros. Ou seja, lucros e gordos dividendos estão no nosso horizonte. 

Considerando o preço atual de BBAS3 (30,70), nosso yield esperado em 2022 é de até 9,5%. Fora a possibilidade de valorização dos preços das ações, que estão muito baratas. 

Sanepar (SAPR11)

A Companhia de Saneamento do Paraná é a empresa brasileira que possui a concessão dos serviços públicos de saneamento básico no estado do Paraná.

Somente em 2021, as ações SAPR11 estão com uma baixa de mais de 25%. A empresa, que já vinha sofrendo com a falta de chuvas no Paraná, ainda foi afetada pela crise gerada pelo Covid, pelo aumento de tarifas abaixo do esperado e, recentemente, pela possibilidade de uma crise hídrica mais forte em todo o Brasil. 

Caso não tenhamos nenhum tipo de apagão ou racionamento e as chuvas mantenham o ritmo do início de outubro, é possível que Sanepar tenha uma melhora substancial nos seus resultados no ínicio de 2022. 

Levando em conta a queda das ações o preço atual (18,66), é possível que, em uma cenário mais otimista, SAPR11 tenha dividend yield de de até 10%, em 2022.

Vale ressaltar, no entanto, que os valores de dividend yield para os tempos futuros referem-se apenas a estimativas, não sendo garantias de rendimentos para os trimestres.

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Abaixo temos a rentabilidade da carteira sem levar em conta os proventos recebidos. Confira:

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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5 maiores altas da bolsa em 2021

FOGUETE

O ano de 2020 ficará marcado na Bolsa de Valores, em março tivemos uma volatilidade que afetou grande parte do mercado, devido a crise do Coronavírus no Brasil e no mundo. Agora, mais de um ano depois, a economia global continua a se recuperar, assim como o mercado de ações. O Ibovespa voltou a atingir o seu topo histórico em 119 mil pontos e agora opera próximo a essa região. Mas, alguns ativos performaram muito mais que a média, abaixo você vai conferir as maiores altas da bolsa desse ano.

Com toda essa movimentação do mercado nos últimos tempos, tivemos diversos ativos que conseguiram se recuperar – inclusive voltando a operar nas máximas do ano. Abaixo, segue a listagem das 5 ações que mais sobem em 2021, dos ativos que acompanhamos:

Quem são as empresas?

MELIUZ – CASH3

Fundada em 2011, a Meliuz é uma empresa que abriu seu capital na B3 recentemente (novembro de 2020), sendo um portal que disponibiliza, gratuitamente, cupons de desconto das melhores lojas online do Brasil e ainda te devolve parte do valor gasto em suas compras, direto em sua conta bancária. Atualmente, possui um valor de mercado na casa de R$ 8,7 bilhões.

TRONOX (CRISTAL) – CRPG5

A Tronox, antiga Cristal, é uma das maiores produtoras de pigmento de dióxido de titânio do planeta. Essa substância está presente em diversos produtos do nosso dia a dia, ele é utilizado para dar cor, brilho e opacidade à materiais a base de tinta, plástico, papel, borracha, cerâmicas, entre outros. Atualmente, a Tronox tem um valor de mercado na faixa de R$ 3,1 bilhões.

FERBASA – FESA4

A FERBASA é uma das maiores empresas do setor de mineração e metalurgia, principalmente na produção de ferrocromo, sendo a única produtora das Américas. A FERBASA está entre as 10 maiores empresas da Bahia, com faturamento anual superior a US$ 350 milhões.

PORTOBELLO – PTBL3

A Portobello é uma empresa do ramo de revestimentos cerâmicos. Situada em Tijucas, Santa Catarina, ela iniciou suas atividades em 1979 e possui o considerado maior parque febril do ramo na América Latina. Hoje, a Portobello possui R$ 2,6 bilhões em valor de mercado.

BRASKEM – BRKM5

A Braskem é uma das maiores petroquímicas do planeta. É controlada pela Novonor, antiga Odebrecht, e possui uma participação expressiva da Petrobrás. A empresa é sediada em São Paulo, foi fundada em 2002 e hoje é responsável por um valor de mercado de R$ 47,9 bilhões.

O Tiago Prux gravou um vídeo comentando algumas dessas principais altas e também trouxe as teses das empresas. Confira!

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Como andam os seus investimentos? Você sabia que a maioria dos investidores tendem a ter retornos próximos à média do mercado? Isso acontece por que, justamente, a maioria desses investidores não tem tempo de acompanhar o mercado para tomar as melhores decisões.

Mas sabe o que acontece quando você toma as decisões certas e nos momentos corretos? Tome como exemplo a carteira do próprio Tiago Prux, diretor geral da Capitalizo:

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É basicamente isso o que acontece. A carteira do Tiago Prux é fundamentada com as recomendações da Capitalizo desde 2017. Se a sua rentabilidade não está parecida com isso, você deveria conhecer o Carteiras Capitalizo.

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Como utilizar as Opções para proteger sua carteira

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No último post, vimos na prática como que funcionam as operações de compra a seco de opções. Essa estratégia é muito usada por traders e investidores um pouco mais arrojados para, de forma segura, conseguir rentabilizar suas carteiras.

E o melhor de tudo, sempre arriscando um pouco para ter a possibilidade de ganhar muito.

Mas, o mercado de opções não se resume a compra de calls com o intuito de especular.  Muito pelo contrário, as opções são ferramentas muito versáteis e podem ser utilizadas de muitas maneiras.

Outra estratégia muito conhecida pelos investidores de longo prazo é a compra de puts para proteção de carteira. Ela funciona como um hedge (uma trava), onde em momentos de stress no mercado sua carteira não sofreria com as possíveis quedas das ações.

Como isso funciona?

Como vimos no primeiro post de opções, uma opção de venda (chamada de put) nada mais é do que o direito de vender algum ativo a um determinado preço (strike) numa data específica de vencimento.

Ela funciona, precisamente, de maneira contrária às opções de compra e para você entender como elas podem proteger sua carteira, precisamos dar uma olhada no conceito de hedge:

Hedge

O hedge é uma operação feita com opções que permite “travar” o preço de um ativo em carteira.  Fazendo isso, a estratégia tem como objetivo proteger sua posição, visto que nas opções conseguimos prever o preço de exercício numa data específica.

Para entender melhor, imagine que, por fatores externos, o mercado está passando por um período de stress e você tem uma posição de VALE3 que pode sofrer muito com isso.

Então, por precaução, você foi lá e comprou as opções de venda dela afim de travar sua posição no preço de strike. Ficou assim:

  • Cotação da VALE3 no dia: R$100,00
  • Preço de Strike da put: R$99,00

Nesse cenário, digamos que sua posição tenha o preço médio de R$90,00. Então, com tudo encaminhado e hedge feito, a pergunta que você pode estar se fazendo é “certo, mas como isso protegeria minha posição?”

Perceba que, ao travar a posição, caso o mercado continue no seu curso de alta, suas ações continuarão se valorizando e você terá perdido o valor do prêmio, correto?

Exato! Infelizmente é o preço a se pagar pela proteção.

Mas, digamos que aconteça alguma coisa no mundo que afete drasticamente o mercado de comodities. Ao lembrar que a Vale é uma empresa que está diretamente ligada com esse mercado, você corre para o home broker e se depara com suas ações cotadas a R$40,00.

Num cenário em que você não tivesse comprado as opções de venda, estaria nesse momento com um pouco mais de 55% de prejuízo e sob perigo de perder ainda mais.

Mas, como você fez o hedge, tem o direito de vender suas ações pelo preço de strike da opção, ou seja, enquanto no mercado ela está sendo negociada a 40 reais, você poderia vendê-las a R$99,00.

Nesse segundo cenário, você não só se protegeu da fortíssima queda, como também garantiu aqueles 10% de lucro que já tinha valorizado antes de comprar as puts.

Hedge na vida real

Em suma, um hedge pode ser comparado a um seguro de carro, onde você paga a seguradora para ter a garantia contra batidas, furtos e etc. Mas, as pessoas pagam esses seguros não com o intuito de usá-los, afinal ninguém quer sofrer um acidente de trânsito, e sim para sentir a segurança de que se algo acontecer elas terão um seguro que vai cobrir todo o prejuízo.

É justamente assim que o hedge funciona, ele cobre todo o prejuízo que você teria em condições normais. Isso só é possível porque as opções te dão um preço e uma data específicos de exercício.

Então, comprando as puts você consegue travar naquele preço e se o mercado estiver acima do preço de strike, você perde um pequeno valor. Mas se estiver abaixo, você pode acionar as opções e cair fora naquele preço estipulado, protegendo assim sua carteira.

Puts de BOVA11

Investidores experientes costumam comprar opções de venda do fundo de índice que replica o IBOV para proteger suas carteiras, a BOVA11.

E por que motivo a BOVA11 é utilizada? Simples, por ser um fundo de índice, ao travar sua posição nele você estará se protegendo de uma queda que pode atingir o mercado como um todo.

A maior vantagem disso é que você não tem que se preocupar em estudar e apostar qual setor vai sofrer mais com as prováveis quedas, visto que a trava é feita no maior índice de ações do mercado, o IBOV.

Outras estratégias com Opções

Se você está lendo até aqui, provavelmente se interessou pelo mercado de opções. Sendo assim, saiba que a compra a seco e o hedge são apenas 2 de vários conceitos e estratégias com opções.

Então, se você quer entender como as opções funcionam e quais estratégias você pode aplicar para rentabilizar sua carteira, especular ou apenas proteger suas posições, baixe o nosso Guia Definitivo Para Operar Opções Na Bolsa De Valores e aprenda de uma vez por todas como operar nesse mercado.

Esse é um mercado muito versátil e útil na mão de investidores experientes, porém um grande perigo se você for iniciante, pois ele envolve muita alavancagem e dependendo de como a operação é montada, seu possível prejuízo pode beirar o ilimitado.

Sendo assim, tenha sempre o apoio de profissionais como a equipe da Capitalizo através do nosso produto Full Trader.

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BDRs e ADRs: o que são e quais as diferenças entre elas?

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Você já pensou em investir na bolsa de valores de outro país? De forma semelhante como acontece com a B3 – a bolsa brasileira, diversos países ao redor do mundo têm bolsas para organizar os investimentos feitos em renda variável.

O investimento realizado em ativos fora do Brasil é visto como uma maneira de diversificar sua carteira e manejar melhor os riscos. Afinal, é possível deixar de se expor apenas aos riscos de ativos nacionais. Mas como fazer o investimento estrangeiro?

Na verdade, existem diversas opções. Os BDRs são uma delas. Continue a leitura para entender o que eles são e quais as diferenças entre BDRs e os ADRs, investimentos semelhantes.

Vamos lá?

O que são BDRs?

A sigla BDR representa o termo Brazilian Depositary Receipts. Em português, significa algo como Recibos Depositários Brasileiros. Eles funcionam como certificados de depósitos de valores mobiliários internacionais.

Na prática, os BDRs são uma modalidade de investimento, na qual uma instituição financeira adquire ações de empresas do exterior e negocia certificados lastreados nelas. Então, investidores brasileiros podem comprá-los na própria B3.

Ou seja, é possível expor sua carteira ao mercado internacional sem a necessidade de abrir conta em corretoras de valores ou bancos de outros países. Com as BDRs, você passa a ter resultados a partir da movimentação de companhias estrangeiras.

Mas atenção: não estamos falando de adquirir diretamente ações de negócios como a Apple ou o Google, nos Estados Unidos. A aquisição direta dos papéis não pode ser feita por meio dos BDRs. Eles são, na verdade, investimentos derivados das ações.

Você tem direitos representativos das ações, mas os ativos pertencem à instituição financeira que media o BDR. Logo, é preciso se submeter à mediação de uma instituição para realizar o investimento internacional dessa forma.

O que são ADRs?

Assim como os BDRs possibilitam que brasileiros tenham resultados atrelados a ativos internacionais na sua carteira, também é possível que empresas do Brasil e de outros países sejam negociadas na bolsa de um lugar diferente.

Um exemplo é o que acontece com ações estrangeiras nos Estados Unidos. Nesse caso, fala-se dos ADRs — American Depositary Receipt (Recibos Depositários Americanos). Funciona de maneira muito semelhante aos BDRs.

Os ADRs são, portanto, recibos ou certificados de ações estrangeiras negociadas na bolsa norte-americana. Podem existir ativos de empresas brasileiras, inglesas, australianas ou de diversos outras nações.

Por meio deles, os investidores norte-americanos têm acesso também a empresas internacionais. É possível, por exemplo, que eles invistam na Petrobras ou na Vale através de um ADR dessas companhias no mercado dos EUA.

A emissão dos ADRs se dá por bancos ou instituições financeiras estadunidenses. Eles adquirem as ações internacionais e emitem títulos de certificados para vendê-los aos investidores. Logo, não há venda dos ativos diretamente, mas de derivativos lastreados nas ações.

Quais são as vantagens de investir em BDRs e ADRs?

Como você pode ver, o principal ponto positivo de realizar investimentos por meio de BDRs ou ADRs é ter acesso a ativos estrangeiros — mesmo sem comprá-los diretamente. Caso um brasileiro ou norte-americano quisesse investir em diversos países, a burocracia seria grande.

Imagine precisar abrir uma conta de investimentos nos Estados Unidos, outra na Inglaterra e mais uma em cada país no qual você deseja investir? Seria preciso lidar com várias limitações, como questões ligadas ao idioma e às regras específicas de cada lugar.

Além disso, certamente sua declaração de Imposto de Renda ficaria mais complexa com a necessidade de registrar tantos investimentos em locais diferentes. Mas com os BDRs tudo fica mais simples.

Os seus investimentos são feitos sem sair da B3. Logo, as regras são as mesmas que você já conhece ao investir em empresas nacionais. É uma oportunidade de se expor aos mercados estrangeiros com mais segurança institucional – e muito mais facilidade.

Mais um ponto positivo é que os BDRs liberam a necessidade de realizar operações de câmbio. Ainda que os ativos tenham sido comprados na moeda de seu país de origem, os certificados são negociados em reais na bolsa brasileira.

E por que realizar investimentos atrelados a ativos do exterior? Diversificar a carteira dessa forma é interessante para um melhor manejo de risco. Sua performance pode ser mais equilibrada ao combinar ativos nacionais e internacionais.

Esse equilíbrio pode se tornar ainda mais evidente quando se considera economias de maior porte, como a dos Estados Unidos. Sabe-se que, em momentos de crise econômica, por exemplo, países desenvolvidos costumam se recuperar mais rápido. Assim, sua carteira se beneficiaria.

Quais são as desvantagens?

Em relação às desvantagens, vale citar o fato de BDRs e ADRs não serem um investimento direto. O investidor não está na posse oficial das ações, então alguns ganhos relacionados a elas podem ser limitados pela mediação de uma instituição.

Um exemplo são os dividendos. De modo geral, a instituição que mantém a posse das ações recebe uma comissão pelos proventos, repassando o restante para o investidor. Fique atento, ainda, às especificidades da distribuição de lucro em outros países.

Nos Estados Unidos, os dividendos são tributados na fonte, diferente do Brasil, onde eles são isentos de IR. Além disso, existem empresas americanas que optam por não compartilhar lucros. Assim, alguns BDRs terão essa desvantagem.

Outro elemento que merece atenção são os riscos. Não esqueça que os dois investimentos estão atrelados às ações. Logo, são de maior risco. Seus ganhos ou prejuízos dependem da movimentação da empresa no mercado internacional.

Como investir em BDRs?

Com este conteúdo você descobriu que brasileiros podem investir com lastro no exterior por meio de BDRs. O investimento pode ser interessante para pessoas que queiram diversificar e usufruir de hedge internacional — mantendo investimentos expostos ao dólar e às movimentações dos mercados estrangeiros na carteira.

Mas, como investir em BRDs na bolsa brasileira? A aquisição dos certificados é feita pela bolsa de valores, através do home broker ou da plataforma que você utiliza para compra e venda de ativos. Basta digitar o código de negociação do BDR de seu interesse.

Semelhante às ações brasileiras, o ticker é formado por quatro letras que identificam a empresa internacional. As letras são seguidas por dois números, que indicam o tipo de BDR correspondente. Ele pode ser patrocinado ou não patrocinado.

Os de primeiro tipo contam com a participação da própria empresa emissora das ações. Ela é quem contrata uma instituição brasileira para depositar seus papéis na B3. BDRs patrocinados podem ser de nível I, II ou III, a depender de alguns detalhes acerca dos certificados.

Um BDR não patrocinado significa que a iniciativa de lançar o investimento no Brasil não foi da companhia estrangeira, mas de uma instituição brasileira. Na B3, a maioria dos BDRs é desse tipo. A instituição depositária fica responsável por informar aos investidores sobre a empresa.

Quantos BDRs existem e quanto eles rendem?

Atualmente, existem mais de 550 BDRs listados na bolsa brasileira, sendo quase em sua totalidade do tipo BDR Não Patrocinado.

Dentre todos os BDRs, merecem destaque os recibos de grandes e conhecidas empresas mundiais, como Apple, Berkshire Hathaway, Microsoft, McDonald’s, Amazon, Comcast, JP Morgan, Bank of America, Tesla, dentre outras.

Também, há um índice que reflete o retorno médio de uma carteira teórica formada por BDRs Não Patrocinados, o BDRX.

O gráfico abaixo apresenta o retorno acumulado dos últimos doze meses de cinco BDRs Não Patrocinados, das empresas: L Brands (LBRN34), Gap (GPSI34), Tesla (TSLA34), ArcelorMittal (ARMT34) e Macy’s MACY34. Como comparativo, também está o retorno acumulado para o mesmo período dos índices BRDX e Ibovespa.

No gráfico, destaca-se o grande ganho obtido com o BDR da L Brands, com uma valorização acumulada de mais de 409,0% nos últimos doze meses. No mesmo período, todas as outras empresas citadas seguiram retornos maiores que 195%. O BDRX apresentou uma performance acumulada de aproximadamente 53%, enquanto o IBOV acumula alta de cerca de 25%.

Nossos produtos e recomendações

As carteiras recomendadas de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) e stocks (ações estrangeiras) você encontra no nosso produto Invista em Ações

Um exemplo é a Caterpillar (CAT CATP34): desde que tornou-se nossa recomendação, em 3 de abril de 2020, as ações da empresa já valorizaram 113,66%.

Fundada em 1925, a empresa norte-americana é líder mundial na fabricação de equipamentos de construção e mineração, motores a diesel e a gás natural, turbinas industriais a gás e locomotivas diesel-elétricas. A companhia tende a se beneficiar com os novos estímulos econômicos prometidos pelo novo governo eleito nos EUA.

Confira, no gráfico abaixo, o desempenho de CATP34 em comparação com o S&P 500 desde abril de 2020:

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Para se ter uma ideia, nossa carteira recomendada internacional já valorizou mais de 78% desde abril de 2020. No mesmo período, o Dow Jones, um dos principais indicadores da bolsa de valores norte-americana, teve ganhos de cerca de 57%.

Além da carteira internacional, o Invista em Ações conta com as análises e recomendações de outras cinco carteiras recomendadas de ativos, cada uma visando um objetivo específico: Dividendos, Crescimento, Top Recomendadas, Small Caps e Buy and Hold Raiz.

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ETF: saiba o que é e como funciona

ETF

A maioria dos investidores já deve, no mínimo, ter ouvido a respeito de ETFs, sendo estes uma forma de realizar seus investimentos no mercado de capitais.

Em seu conceito, ETF é a abreviação, em inglês, para Exchange Traded Fund. Chamado também de “Fundo de Índice”, o ETF é um tipo de investimento que aloca seu capital em um conjunto pré-determinado de ativos.

De forma geral, um ETF assemelha-se a um fundo de investimento, podendo alocar seu dinheiro em uma “cesta” de commodities, títulos de renda fixa, ações índices de mercado, entre outros. Vale ressaltar, porém, que a grande maioria dos ETFs possuem uma gestão passiva seguindo uma metodologia pré-determinada.

Quais as vantagens dos ETFs?

Dentre as vantagens de realizar investimentos via ETF, destacamos: diversificação, facilidade e taxas reduzidas.

Como dito, um ETF é formado por um conjunto de ativos. Portanto, seu primeiro grande benefício está relacionado a diversificação. Ao se adquirir um ETF, o investidor acaba usufruindo da performance dos variados ativos que compõe o mesmo. Além do mais, a diversificação é uma das grandes aliadas na redução de riscos.

Quanto à facilidade, um ETF pode ser negociado facilmente no ambiente de bolsa de valores, como uma ação ou cota de fundo imobiliário, por exemplo. Portanto, com simples operações de compras e vendas de ETFs o investidor estará, de forma indireta, negociando grandes quantidades de ativos.

Por fim, vale ressaltar que os ETFs são administrados por companhias de gestão. Por isso, semelhantes aos fundos de investimento, nos ETFs também são cobradas taxas relativas a essa atividade gerencial, mesmo que passiva. As taxas, porém, costumam ser menores que as praticadas pela maioria dos fundos. Um ETF de ações, por exemplo, pode cobrar taxa de administração de 0,5% a.a., enquanto uma taxa de um fundo de investimento acionário é praticada atualmente em torno de 2,0% a.a.

Existem desvantagens ao se investir em ETF?

Sim, como em qualquer ativo mobiliário. Uma das grandes desvantagens dos ETFs refere-se ao fato dos investidores não deterem a gestão do portfólio que o compõe. Nele pode haver papéis que não agrade um determinado investidor, que acaba se vendo impotente diante da situação.

O fato dos ETFs cobrarem taxas pelas suas administrações também pode ser visto como uma desvantagem, uma vez que acaba por subtrair parte da rentabilidade gerada pelos ativos.

Por fim, para o investidor que deseja receber diretamente os proventos distribuídos pelos ativos, um ETF pode não ser uma boa opção, já que os ETFs não distribuem dividendos. Os rendimentos recebidos pelo ETF, a partir dos ativos que o compõe, são reinvestidos dentro do próprio ETF, seguindo sua metodologia pré-determinada.

Quais ETFs existem no Brasil?

Na bolsa brasileira existem, atualmente, mais de 15 ETFs listados. A grande maioria deles é composta por ETFs que investem em ações. No entanto, também há ETFs de títulos de renda fixa.

Dentre todos, destacam-se três: BOVA11, SMAL11 e IVVB11.

O BOVA11 é um ETF que replica o desempenho do índice Bovespa. Portanto, sua carteira é composta juntamente pelas ações das empresas integrantes do IBOV.

Semelhante ao anterior, o SMAL11 também busca retornos replicando um índice. Neste caso, no entanto, o índice é o SMLL. Assim, a carteira deste ETF é composta pelas ações de companhias Small Caps (baixa capitalização) que integram o índice citado.

Por fim, o IVVB11 é o ETF que replica o desempenho do índice americano S&P500, sendo este composto pelas 500 maiores empresas, em termos de valor de mercado, dos EUA.

Engana-se, porém, quem acredita que os ETFs são poucos comuns, dada a pouca quantidade destes no Brasil. Como argumento contrário a esta falácia, cabe citar que nos EUA, por exemplo, os ETFs representam aproximadamente 1/3 de todo volume de suas bolsas.

Quanto rende um ETF?

O gráfico abaixo apresenta o desempenho dos três ETFs citados acima desde maio de 2014:

Pelo gráfico, vemos que o BOVA11 obteve uma valorização de aproximadamente 125% no período citado. Já o SMAL11, ultrapassou este primeiro e valorizou 131%. Por fim, o IVVB11 obteve uma performance de mais de 479% até o momento.

Vale ressaltar que, pelo fato de refletir o desempenho de ações americanas, o IVVB11 também contabiliza os efeitos do câmbio ao se transferir os preços de Dólar para Real.

Por fim, cabe ressaltar que é necessário que o investidor entenda a fundo os ETFs antes de adquiri-los, sabendo avaliar quais os ativos o compõe, quais parâmetros influenciam suas performances e quais são seus riscos. O auxílio de profissionais e especialistas também pode se tornar fundamental antes de se realizar os investimentos.

Além disso, vale ressaltar que, apesar do ETFs serem boas opções de investimento, a escolha e montagem de carteira diretamente em ações pode trazer ainda mais ganhos no longo prazo.

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Resultados

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855
Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Milho Futuro: Saiba como operar

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Hoje veremos como funciona e como é possível operar o contrato de Milho Futuro

O contrato de Milho Futuro

O milho é usado pela indústria para produzir diversos produtos como o óleo vegetal, o farelo, a farinha, o fubá e o creme para o setor alimentício.

Como a produção de milho no Brasil conta com diferentes locais de cultivo, a produção garante a oferta em boa parte do ano. No entanto, grande parte das negociações acontece nos períodos de safra e entressafra.

O contrato foi desenvolvido com o objetivo de ser uma ferramenta para a gestão do risco de oscilação de preço, sendo utilizado pelos participantes do mercado, como o produtor, a indústria, tradings, entre outros.

Características

Código de negociação: CCM

Tamanho do contrato: 450 sacas de 60kg líquidos

Cotação: R$ por saca

Volume do contrato: última cotação x 450

Variação mínima: R$0,01

Meses de vencimento: janeiro, março, maio, julho, agosto, setembro e novembro

Códigos meses de vencimento: janeiro (F), março (H), maio (K), julho (N), agosto (Q), setembro (U) e novembro (X)

Dia de vencimento: dia 15 do mês de vencimento. Caso não haja sessão de negociação, a data de vencimento será a próxima sessão de negociação

Tipos de Operações

Apesar da boa liquidez, não utilizamos os contratos de Milho em recomendações Day Trade. O mais comum é recomendarmos operações nesse tipo de contrato em recomendações Swing Trade – tanto na “ponta comprada” quanto na “ponta vendida”.

Além disso, é possível operar contratos de milho usando apenas uma margem de garantia. Dessa forma, o investidor com perfil mais agressivo pode operar de forma alavancada.

Vale a pena comentar também que, como o contrato tem vencimento e o preço desse vencimento é o mercado físico de Milho, é possível perceber que a volatilidade é menor do que no mercado de ações, por exemplo.

Abaixo segue uma das recomendações em milho futuro (CCMK21), enviada aos nossos clientes, além de outra de boi gordo (BGIK21). Confira como essas operações aparecem na plataforma dos nossos cliente e veja alguns dos nossos resultados nesta modalidade.

Quando enviamos uma operação, você visualiza o tipo (compra ou venda), o código para buscar no seu home broker, a data de início e o preço de entrada da operação, a eventual redução de posição e seu preço, o stop, o preço de saída, além da cotação atual do ativo e seu percentual de ganho.

A operação em (Boi Gordo BGIK21) está com rentabilidade atual de 1,78%. Já a de Milho Futuro (CCMK21) valoriza, até agora, 6,15%. Ambas estão em andamento.

Vale lembrar que as recomendações de Milho são enviadas pelo nosso APP, Telegram e Painel do Trader. Todos os pontos são passados e monitorados e você precisa apenas colocar as ordens na sua corretora. Conte com a Capitalizo para fazer suas operações em Milho Futuro.

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

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As rentabilidades dos instrumentos financeiros podem apresentar variações em seu preço ou valor. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxas. O analista se exime da responsabilidade de qualquer prejuízo, direto ou indireto, que venham a ocorrer da utilização deste relatório ou conteúdo. Os descritivos das recomendações feitas, objeto de minuciosas análises de ativos para investimento, foram periodicamente publicados e estão devidamente registrados junto ao órgão regulador Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais). O investimento em ações é indicado para investidores com o perfil moderado e agressivo. Operações alavancadas em ações, em mercados de derivativos e opções podem gerar perdas superiores ao patrimônio do investidor. Pedimos atenção e cuidado com as operações alavancadas em ações (termo, aluguel, long&short, day-trade), opções e mercados futuros (Índice, Dólar, Boi Gordo, Milho, etc).

 

5 Indicadores para analisar um Fundo Imobiliário

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Os fundos imobiliários são uma ótima alternativa para investimentos, principalmente para quem deseja se expor ao mercado imobiliário. Também, os FIIs acabam sendo uma rota importante de entrada para aqueles que estão começando a investir em renda variável, muito por conta de seus dividendos mensais e sua menor volatilidade histórica quando comparado às ações, por exemplo.

Entretanto, mesmo diante de todas as vantagens que os fundos imobiliários nos proporcionam, há algumas coisas para se ficar de olho antes de investir. Para te auxiliar nesse processo de estudo, separamos cinco indicadores a se analisar em um FII. Não são os únicos, claro! Mas, em nossa visão, são cinco dos mais importantes nesse processo de escolha. Confira!

Diversificação

O primeiro aspecto a se analisar em um FII é a sua diversificação. Quantos imóveis ele possui? Quantos inquilinos o fundo tem? Ou, se for um fundo de papel, quantos ativos estão em sua carteira?

Mas por que estas questões são importantes? Vamos analisar um caso hipotético (e que já ocorreu realmente no mercado, em um tempo não tão distante).

Suponhamos que exista um FII de código ABCD11 e que ele possua um único imóvel com um único locatário, ou seja, um fundo monoativo e monolocatário, como costumamos chamar. Se esse inquilino resolve deixar o imóvel, o fundo simplesmente perde toda a sua fonte de renda. O mesmo ocorre caso haja algum problema no imóvel que impeça as atividades no local.

Portanto, recomendamos fortemente que se dê preferência a FIIs que possuam vários ativos em seu portfólio e que também detenham uma quantidade razoável de locatários. Assim, caso haja algum problema com esses ativos e/ou inquilinos, o impacto nas receitas do fundo não será tão evidente.

Vacância

A vacância é um indicador que expressa o quanto de área vaga há em um fundo. Se um FII possui 10.000 m² de área locável total, somando-se todas as áreas locáveis de todos os seus imóveis, e 1.000 m² estão desocupados, então temos uma vacância de 10% (1.000/10.000, em percentual). Ou seja, 10% de toda a área que o fundo possui não está sendo alugada. Portanto, não está gerando receita.

Disso, podemos extrair que quanto menor a vacância, melhor, já que cada vez mais áreas do FII estarão ocupadas gerando faturamento. E, quanto mais faturamento, maior será a distribuição de dividendos aos cotistas do fundo.

Desta forma, se você busca potencializar a geração de proventos de sua carteira, priorize FIIs com baixa vacância. Vale ressaltar, no entanto, que pode-se haver períodos mais complicados para determinados segmentos, elevando as taxas de vacância.

No auge da pandemia, observamos muitos FIIs de shoppings, por exemplo, com vacâncias bastante elevadas, já que os empreendimentos ficaram por muito tempo fechados. Algo que passou a melhorar à medida que conseguimos retomar melhores níveis de normalidade. Portanto, analise sempre o índice em períodos mais longos.

Preço / Valor Patrimonial (P/VP)

Esse é um indicador bastante utilizado não somente por FIIs, mas também na análise de ações. O Preço / Valor Patrimonial, ou somente P/VP, ou P/VPA, relaciona o valor de mercado do fundo com seu patrimônio líquido. Ele nos dá uma boa noção do quanto as cotas de um fundo estão sendo negociadas em relação ao seu valor patrimonial.

De forma genérica, quanto menor for o valor do P/VP, melhor, já que indica que o FII esteja sendo negociado com valor bem inferior ao seu patrimônio líquido. E o patrimônio líquido de um fundo imobiliário costuma refletir quase que totalmente o valor total de seus ativos, já que geralmente há pouco passivo.

Entretanto, cabe algumas considerações. Em casos de P/VP muito baixos, pode haver motivos ruins para isso. Podemos voltar ao caso do nosso exemplo anterior, do FII ABCD11, monoativo e monolocatário e que perdeu seu único inquilino. O mercado certamente irá reagir de forma negativa ao acontecimento, levando a uma sequência de quedas do valor de suas cotas.

Neste caso hipotético, pode ser que você se depare com um P/VP de 0,3x, por exemplo, para o fundo ABCD11. Já que o P/VP está tão baixo, isso deveria ser positivo, certo? Errado. Ou melhor, não necessariamente. Ao estudar sobre nosso FII ABCD11 você certamente descobriria que se trata de um fundo com problemas, e que talvez não seja uma boa ideia de se investir.

Como conclusão, podemos ressaltar que o P/VP pode e deve ser usado como um dos mais importantes indicadores para análise. Porém, ele não deve ser usado de forma isolada, assim como qualquer indicador também não.

Dividend Yield (DY)

O Dividend Yield, ou somente DY, ou Yield, também é mais um indicador utilizado tanto para FII quanto para ações. Ele reflete a quantidade de dividendos pagos em relação ao preço da cota de um fundo. Se um FII pagou, por exemplo, R$ 10,00 / cota de dividendos nos últimos doze meses, e sua cota custa atualmente R$ 100,00 no mercado, então temos um Dividend Yield de 10%.

O DY pode facilmente nos livrar de algumas possíveis confusões. Vejamos dois FIIs hipotéticos, o FGHJ11 e o ASDF11. Uma cota do primeiro custa R$ 100,00, e ele pagou R$ 8,00 / cota de proventos nos últimos doze meses. Já a cota do segundo custa R$ 1.000,00, tendo pagado R$ 70,00 / cota de dividendos neste mesmo período.

Analisando friamente os números, pode-se acreditar que seria mais vantajoso ter comprado o ASDF11, já que ele pagou mais dividendos (R$ 70,00 contra “somente” R$ 8,00 do outro).

Vamos analisar de outra forma. Se você tivesse R$ 100 mil para investir. Daria para comprar 1.000 cotas de FGHJ11, o que teria lhe rendido R$ 8.000,00 de dividendos. Já no caso do ASDF11, você poderia comprar somente 100 cotas, o que teria lhe rendido R$ 7.000,00 de proventos.

Calculando o Dividend Yield de cada um, temos Yields de 8% para FGHJ11 e de 7% para ASDF11. Bingo! A simples análise do DY poderia ter nos auxiliado de antemão nesse problema.

Por fim, e novamente falando, por mais importante que seja o Dividend Yield, ele também não deve ser analisado de forma isolada. Principalmente porque ele pode refletir momentos imprecisos. O fundo pode ter sido beneficiado por algum acontecimento ou momento econômico, e com isso distribuiu mais dividendos do que o normal nos últimos 12 meses. Analise sempre o índice em períodos mais longos.

Qualidade da gestão

O último indicador, e não menos importante, é um indicador mais qualitativo. Diz respeito à qualidade de gestão de um fundo imobiliário. Afinal, os fundos são geridos por equipes especializadas. São eles os responsáveis justamente pela gestão de todos os ativos e locatários.

Portanto, é extremamente importante estudar sobre a equipe. Qual o histórico dela? Há pessoas qualificadas e com expertise e experiência suficientes para gerir o fundo? Eles já causaram algum problema com o fundo no passado? Se sim, como contornaram? Eles gerem outros fundos além deste?

Essas são apenas algumas questões que devem ser respondidas ao longo da pesquisa sobre a gestora de um fundo. E, por mais qualitativas que tais perguntas sejam, atualmente são facilmente encontradas através da internet. Portanto, fique de olho bem aberto nisso!

Nossos resultados em Fundos Imobiliários e REITS

Nesse artigo, vimos cinco dos mais importantes indicadores a serem analisados antes de se investir em fundos imobiliários. Não são, nem de longe, os únicos! Mas, através desses, você já pode ter um bom embasamento para se livrar de problemas que poderão gerar dor de cabeça e prejuízo no futuro.

Agora, você verá nas próximas linhas quais os resultados alcançados pelo nosso time de análise no mercado de FIIs e REITs, conforme a visão dos cinco diferentes indicadores que passamos neste post. Essa Carteira é resultado de um estudo constante do mercado imobiliário e da aplicação prática dos conceitos que você viu aqui. Confira!

Desempenho da Carteira Capitalizo de FIIs e REITs

Abaixo, segue o desempenho da Carteira Capitalizo de FIIs e REITs em relação ao IFIX (o índice de fundos imobiliários). Lembrando que essa Carteira faz parte da nossa assinatura Carteiras Capitalizo:

No comparativo de desempenho, em um prazo mais longo, a nossa Carteira segue bem acima do IFIX. Abaixo, seguem os desempenhos comparativos, desde Outubro de 2017:

Carteira de FIIs e REITs

Por que investir em Fundos Imobiliários?

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de investir em imóveis. Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível investir nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil e do mundo, através do REITs americanos.

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Analistas Responsáveis

▶ Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795
▶ Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423
▶ Gabriel Zaiden de Moraes – CNPI EM-3014
▶ Murilo Augusto Gonçalves de Lima CNPI-T EM-3015

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Como escolher os melhores fundos para investir?

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Os fundos de investimentos podem ser alternativas interessantes para muitas carteiras. Entre suas vantagens estão a diversificação de ativos e a possibilidade de contar com gestão profissional especializada na administração do portfólio.

Contudo, é muito comum que os investidores fiquem em dúvida na hora de escolher os melhores fundos para investir. Faz todo o sentido. Afinal, existem muitos tipos e opções diferentes para conhecer e avaliar, certo?

A leitura deste artigo ajudará você a tomar decisões mais acertadas. Continue conosco e saiba quais são os critérios essenciais para avaliar ao investir em fundos e escolher as melhores oportunidades para a sua carteira!

Saber o que é e como funciona um fundo de investimento

O primeiro passo para escolher os melhores fundos de investimento do mercado não poderia ser diferente. É preciso saber o que é e como funciona este veículo de investimento.

Vale a pena, portanto, contextualizar brevemente o que são os fundos de investimentos, para que você possa entender o funcionamento deles e estar mais preparado para analisá-los.

De forma simples, o fundo é uma modalidade coletiva de investimento. É comum que ele seja comparado a um condomínio: formado por diversos investidores (chamados de cotistas), que contam com um gestor para investir e gerir o capital do grupo.

Os fundos diferem de acordo com seu tipo — os quais você conhecerá ainda neste conteúdo — e, ainda, com os métodos e estratégias da gestão. Por causa disso, eles podem apresentar particularidades em relação aos portfólios, à liquidez, aos prazos, aportes mínimos etc.

O funcionamento de cada fundo é explicado em um documento essencial — o regulamento. Ele traz as regras de gestão e as possíveis taxas cobradas, assim como a estratégia de investimentos adotada e os direitos e deveres dos cotistas.

Identificar seu perfil de investidor

Ficou claro para você o que é um fundo de investimentos? Ótimo! O segundo passo para ser capaz de escolher os melhores é identificar o seu perfil de investidor. Isso porque os fundos são muito variados entre si.

Dependendo da forma de gestão e da estratégia adotada, eles podem ser mais conservadores, moderados ou arrojados. Portanto, o investidor precisa avaliar seu próprio perfil antes de fazer suas escolhas.

Afinal, não é indicado que alguém conservador invista em fundos arrojados. Em uma situação assim, o capital aportado no fundo estaria exposto a maiores riscos e as oscilações poderiam causar insatisfação no investidor.

De outro lado, pessoas que tenham como foco a busca por melhores rentabilidades dificilmente terão interesse em aportar em fundos de caráter mais conservador – exceto, talvez, para alocar a reserva emergencial. Logo, comparar o seu perfil com o perfil do investimento é fundamental para fazer boas escolhas.

Guiar-se por objetivos

Além da abertura a correr riscos, outros elementos que estão relacionados ao perfil de investidor são os objetivos. É preciso considerá-los também na hora de avaliar os fundos de investimentos – especialmente em relação a prazos para resgates de cotas.

Alguns fundos apresentam liquidez maior, com possibilidade até mesmo de negociar as cotas diretamente na bolsa de valores (como é o caso dos fundos imobiliários). Em outros, o capital deve ficar investido até uma data de vencimento.

Há, ainda, aqueles que apresentam a possibilidade de resgates, mas que têm um período definido até que o dinheiro seja creditado na sua conta — podendo variar de alguns dias a alguns meses, por exemplo.

Considerando tais especificidades, é importante que o investidor tenha em mente que escolher os melhores fundos de investimentos significa optar por aqueles que se adéquam bem aos objetivos que se tem para o dinheiro investido.

Avaliar cada tipo de fundo

Os fundos de investimentos são organizados em diferentes tipos, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Então, a tarefa de escolher os melhores para o seu portfólio passa por compreender as especificidades de cada um.

Como você viu até aqui, as características dos fundos variam de acordo com o tipo de fundo. De modo geral, esta classificação ajuda o investidor a identificar em quais ativos o portfólio do fundo mantem um foco maior.

Veja mais informações sobre os principais tipos de fundo de investimentos do mercado:

Fundos de Renda Fixa

Como o nome sugere, os fundos desse tipo têm a maior parte do portfólio alocado em produtos de renda fixa — como títulos do Tesouro, Certificados de Depósito Bancário, Letras de Crédito, Debêntures etc.

Fundos Imobiliários (FIIs)

Os FIIs procuram obter lucro no mercado de imóveis — seja com negociação de terrenos, construção, compra e venda de imóveis, aluguel de prédios comerciais etc. Além do investimento em imóveis físicos, os fundos também podem investir em títulos de renda fixa ligados ao setor e cotas de outros FIIs.

Fundos de Ações

Investir diretamente em ações única opção para quem deseja buscar por melhores resultados financeiros na bolsa de valores. Os fundos de ações compõem o seu portfólio, principalmente, com papéis de empresas de capital aberto no mercado financeiro.

Algo importante a se falar sobre eles é que podem ter estratégias variadas, já que a bolsa é dinâmica. Então, existem fundos com gestão passiva, que buscam manter as ações por mais tempo no portfólio, e aqueles com gestão ativa — que podem utilizar operações diversas para rentabilizar, como o long e short.

Fundos Cambiais

Quem deseja ter investimentos em moedas pode conseguir por meio de fundos cambiais.

Normalmente, o câmbio é uma das alternativas utilizadas com objetivo de proteção. Assim, estes fundos podem ser interessantes para quem busca proteger a carteira das oscilações cambiais – e da desvalorização do real frente a moedas estrangeiras.

Fundos Multimercados

Por fim, outro dos principais tipos de fundos de investimentos não apresenta uma estratégia fixa em relação ao seu portfólio. Os multimercados podem assumir decisões mistas em relação aos outros fundos.

Logo, como o nome indica, não há regras específicas para os multimercados em relação ao percentual mantido em determinados ativos. Ou seja, há maior flexibilidade neste tipo de fundo de investimento para composição da carteira.

Desta forma, é preciso avaliar o regulamento de cada fundo multimercado para entender melhor a estratégia utilizada pela gestão.

Conhecer os fundos disponíveis no mercado

O último passo para escolher os melhores fundos para sua carteira de investimentos é saber quais as opções disponíveis no mercado. Alguns fundos, por exemplo, são de capital aberto e estão constantemente recebendo novos aportes.

Outros são de capital fechado e abrem apenas em momentos específicos para novos aportes. Então, saber quais são os mais indicados para os seus objetivos depende também da etapa de identificar os fundos que estão disponíveis.

Uma maneira de identificar os fundos de investimentos abertos para aportes e avaliar quais as melhores opções para você é contar com suporte e análise profissional.

O Top Fundos de Investimentos, da Capitalizo, por exemplo, oferece a você as melhores análises e recomendações de Fundos de Investimentos. Seja seu foco o mercado imobiliário, de ações ou multimercado, você pode montar sua carteira com o suporte da Capitalizo e começar a alcançar os seus objetivos!

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“Onde investir R$ 10.000 esse mês?”

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Durante mais de 10 anos, eu, Tiago, fui assessor de investimentos.

Eu era sócio de um escritório que tinha mais de 500 assessores e diversas filiais espalhadas pelo Brasil.

Minha carreira como assessor foi bastante exitosa, em termos financeiros. Inclusive, por quatro anos seguidos, fomos considerados a maior empresa de assessoria do país.

Ou seja, o que não me falta é conhecimento sobre o funcionamento do mercado financeiro.

E o que me fez vir trabalhar no mercado?

Além de estar perto da Bolsa, o que eu sempre gostei foi de conversar com os investidores, meus clientes. E, durante muito tempo, foi isso que fiz.

Reuniões, ligações, contato diário com dezenas de investidores – além de treinar os assessores para atender cada vez melhor os nossos clientes, estabelecendo relacionamentos de longo prazo.

Mas, se tudo era tão bom, por que vendi a minha participação e fundei a Capitalizo?

A resposta é simples: quando percebi que o assessor de investimentos deixaria de ser um profissional de “relacionamento” para se tornar um mero “vendedor” de produtos, eu não tive escolha. Tive que mudar de profissão.

Com meu conhecimento do mercado financeiro, eu sabia que essa mudança de perfil do assessor geraria um tremendo conflito de interesses ao longo dos anos.

Eu sabia que, se as coisas continuassem por esse caminho, no futuro o investidor poderia ser prejudicado em função da indicação de produtos que não condizem com o seu perfil, mas que geram taxas generosas para quem os vendeu.

E foi, infelizmente, isso que aconteceu.

Minha intenção não é falar mal de ninguém, pois profissionais bons e ruins existem em qualquer profissão…

Porém, é importante que os investidores entendam como o mercado funciona e que saibam que a maioria dos assessores está alinhada com metas de venda e não com seus clientes.

Essa é uma triste realidade.

Todos os dias falamos com dezenas de novos clientes da Capitalizo, e o “filme” se repete: COEs, Fundos de Investimentos mal geridos, títulos de Renda Fixa de emissores ruins ou sem liquidez.

Exemplos não faltam, e essa situação, ainda vai piorar muito antes de melhorar.

O que fazemos no nosso serviço de Consultoria

Com essa experiência que tive, criei a Capitalizo Consultoria para proporcionar uma realidade totalmente oposta.

Aqui, o nosso alinhamento é 100% com o nosso cliente e o seu perfil.

O nosso foco é um só: fazer com que os investidores ganhem dinheiro com as nossas indicações. Não importa se você investe na Corretora A ou no Banco B, o importante é que você tenha em quem confiar e invista melhor.

Como fazemos o acompanhamento da carteira de todos os nossos clientes e entendemos o seu perfil e objetivos, todos acabam tendo mais confiança no que estão fazendo. A consequência é menos dores de cabeça, menos tempo perdido com investimentos e mais foco no trabalho e no que importa na sua vida.

Abaixo, mostro alguns exemplos de clientes muito satisfeitos com a nossa forma de trabalho e que, finalmente, estão no caminho certo:

Esse cliente gostaria de saber onde alocar R$ 50 mil

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Já esse estava com R$ 13 mil e queria saber o que fazer:

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Esse cliente queria aportar R$ 5 mil e recebeu uma recomendação de acordo com seu perfil em pouco tempo:

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Esse estava em dúvida entre investir no Tesouro SELIC ou em Fundos, e eu ajudei ele pessoalmente:

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E esse recebeu uma boa quantia pela venda de um imóvel, e eu prontamente ajudei ele a alocar tanto o que já tinha recebido, quanto preparar a carteira para o que ainda viria:

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VOCÊ ESTÁ SATISFEITO COM SEUS INVESTIMENTOS?

O objetivo da Capitalizo Consultoria é que nosso cliente tenha acesso às melhores recomendações do mercado, adequadas ao seu perfil, de forma independente e transparente.

Por isso, quero fazer um convite!

Se você investe acima de R$ 300 mil através de Bancos e Corretoras e quer ir além nos seus investimentos, clique no botão abaixo para conhecer mais sobre a Capitalizo Consultoria. Fale conosco pelo WhatsApp e agende uma conversa para saber como podemos te ajudar.

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