O Banco Pine (PINE4) reportou lucro líquido recorrente recorde de R$ 119,5 milhões no quarto trimestre de 2025, alta de 78% na comparação anual. No acumulado do ano, o lucro somou R$ 379,6 milhões, avanço de 47% frente a 2024.
As receitas totais cresceram 241% no trimestre, alcançando R$ 496,4 milhões, enquanto o resultado operacional aumentou 355,3%, para R$ 244,7 milhões. O ROAE recorrente foi de 36,6% no período, 14,4 pontos porcentuais acima do registrado um ano antes.
A carteira de crédito expandida atingiu R$ 17,7 bilhões, crescimento de 24% em 12 meses. O consignado privado somou R$ 3,5 bilhões, alta de 16,6% frente ao trimestre anterior, e a carteira de varejo colateralizado encerrou o ano em R$ 10,6 bilhões, avanço de 27,2% na comparação anual.
O Boletim Focus desta segunda-feira (09/02) trouxe nova redução na projeção do IPCA para 2026, que passou de 3,99% para 3,97%, acumulando a quinta semana consecutiva de queda. Para 2027, a estimativa de inflação permaneceu estável em 3,80%.
No IGP-M, a projeção para 2026 recuou de 3,92% para 3,90%, enquanto para 2027 houve leve queda de 4,00% para 3,99%. Já nos preços administrados dentro do IPCA, a expectativa para 2026 caiu de 3,75% para 3,69%, e para 2027 permaneceu em 3,71%.
A estimativa de crescimento do PIB ficou estável em 1,80% tanto para 2026 quanto para 2027. No câmbio, a projeção do dólar seguiu em R$ 5,50 para os dois anos.
Em relação à Selic, a expectativa para 2026 permaneceu em 12,25% ao ano, enquanto para 2027 a projeção continuou em 10,50%.
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, reforçamos a importância de o investidor não cair em narrativas que prometem previsões exatas de preços.
Ninguém sabe, de forma consistente, para onde os ativos irão no curto prazo, e tentativas de adivinhação normalmente levam a decisões ruins e perda de dinheiro.
O foco do investidor deve estar na construção de boas estratégias e carteiras bem estruturadas, e não em supostas certezas sobre movimentos futuros.
Mesmo ferramentas como a análise técnica servem para identificar zonas de interesse e tendências, não para prever eventos.
Ter método, disciplina e visão de longo prazo continua sendo muito mais relevante do que tentar “acertar o topo ou o fundo”.
CENÁRIO MACROECONÔMICO E AGENDA DA SEMANA
A semana anterior foi relativamente mais tranquila do ponto de vista macroeconômico, após o corte de juros nos Estados Unidos e a manutenção da taxa no Brasil, já com perspectiva de cortes a partir de março.
Para os próximos dias, chamamos atenção para a divulgação do payroll e do índice de inflação ao consumidor nos Estados Unidos, dados importantes para definir o ritmo das próximas decisões do Federal Reserve.
No Brasil, acompanhamos a divulgação do IPCA de janeiro, com expectativa de inflação mais comportada, especialmente quando comparada aos primeiros meses dos últimos anos.
Também seguimos atentos à temporada de resultados do quarto trimestre, tanto no mercado local quanto no internacional.
DESEMPENHO DOS MERCADOS NA SEMANA
Na última semana, o Ibovespa avançou 0,8%, enquanto o S&P 500 apresentou leve queda em dólares.
O Bitcoin acumulou queda relevante, apesar de uma recuperação parcial no fim do período.
Reforçamos que a exposição a criptoativos deve ser limitada e bem dimensionada, evitando decisões emocionais em momentos de forte volatilidade.
O dólar voltou a recuar, enquanto o ouro apresentou valorização, contribuindo para um início de ano positivo para a renda variável, especialmente em mercados emergentes.
DESTAQUES NEGATIVOS ENTRE AS AÇÕES
Entre as maiores quedas da semana, destacamos a TOTVS (TOTS3), que recuou cerca de 15%, em meio a um ambiente de maior incerteza para empresas de software e tecnologia.
Apesar de bons resultados divulgados por grandes companhias globais, o mercado reagiu de forma exagerada aos anúncios de elevados investimentos em inteligência artificial.
A CSN (CSNA3) voltou a apresentar pressão negativa após rebaixamento de rating.
Reforçamos que a empresa segue com elevada alavancagem e que a venda de ativos continua sendo uma alternativa praticamente inevitável para reduzir o endividamento.
O segmento de mineração segue como principal gerador de caixa.
A Riachuelo (RCHLO3) apresentou queda na semana, influenciada também pela mudança de código, o que gerou ruído pontual no mercado.
Já a BR Partners (BRBI11) teve desempenho negativo, apesar de resultados operacionais sólidos, refletindo um ambiente ainda fraco para o mercado de capitais no Brasil.
O Bradesco (BBDC4) recuou moderadamente, mesmo após divulgar números melhores, ainda refletindo desafios relevantes, especialmente ligados à inadimplência.
A Romi (ROMI3) voltou a divulgar resultados fracos, com queda de receita, lucro e entrada de pedidos, refletindo a forte dependência do ciclo industrial doméstico.
DESTAQUES POSITIVOS ENTRE AS AÇÕES
Entre as altas da semana, Direcional (DIRR3), Cury (CURY3) e MRV (MRVE3) se beneficiaram das expectativas de corte de juros e da continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida.
Apesar de possíveis pressões de margem, destacamos a qualidade da gestão, especialmente no caso da Cury.
A Porto Seguro (PSSA3) apresentou mais um trimestre de resultados robustos, com crescimento consistente do lucro líquido e destaque para Porto Saúde, Porto Bank e seguros patrimoniais, além de sinistralidade controlada.
A Itaúsa (ITSA4) voltou a se destacar, impulsionada pelos excelentes resultados do Itaú Unibanco (ITUB4).
Reforçamos que o Itaú segue sendo o banco mais bem gerido entre os grandes, com crescimento equilibrado, inadimplência controlada e geração de resultados superior aos pares, o que sustenta expectativas positivas de dividendos para 2026.
A Multiplan (MULT3) apresentou números operacionais sólidos, com crescimento de vendas, margens em expansão e elevada taxa de ocupação.
Apesar da queda no lucro líquido em função da recompra de ações, avaliamos o trimestre como positivo.
LEITURA TÉCNICA E ATIVOS NO RADAR
Do ponto de vista técnico, o Ibovespa segue em tendência clara de alta, sem sinais consistentes de reversão.
O dólar atingiu níveis próximos aos fundos de 2019, mantendo viés de queda, com suporte relevante na região dos R$ 5,00 e próximo alvo em R$ 4,70.
Entre os ativos acompanhados, Itaúsa (ITSA4) e Banco do Brasil (BBAS3) seguem em canais de alta, embora nossa visão fundamentalista sobre o BBAS3 seja mais cautelosa.
A Ferbasa (FESA4) permanece em tendência positiva de curto prazo, apesar da volatilidade recente.
Também acompanhamos a WEG (WEGE3), que, após forte recuperação, pode buscar rompimento de máximas históricas, impulsionada por investimentos e perspectivas positivas para 2026.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS
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No artigo de hoje, vamos falar sobre duas Small Caps baratas para “ficar de olho” em 2026, e que acreditamos possuir boa qualidade em seus fundamentos.
A maioria dos investidores busca as melhores ações, mas não sabe como procurar, e muito menos qual é o momento ideal de compra e venda.
Quando se trata de investir na Bolsa de Valores utilizando a análise fundamentalista, esse processo se torna mais claro.
Essa abordagem utiliza indicadores financeiros que ajudam a identificar se uma ação está barata ou não.
Apesar de não recomendarmos o uso de nenhum indicador de forma isolada, hoje traremos ações de empresas que estão atrativas em relação ao indicador Preço/Lucro (P/L), o mais conhecido e utilizado no mundo todo.
O P/L é uma métrica que estima em quanto tempo o investimento em uma ação pode ser “devolvido” ao investidor, considerando que a empresa mantenha seus lucros. Abaixo, segue o cálculo:
P/L = Cotação da ação / Lucro por ação
Exemplo: Uma ação cotada a R$ 10,00, com lucro líquido anual por ação de R$ 2,00.
Calculando o P/L, temos: 10 / 2 = 5
Ou seja, seriam necessários cinco anos para obter o retorno do valor investido, mantendo-se as condições.
Agora, vamos às Small Caps que apresentam uma relação de P/L atrativa.
WIZ (WIZC3)
Todo mundo precisa de seguro. A qualquer momento, podemos sofrer um acidente de carro ou enfrentar um problema de saúde, e isso não é previsível.
Essa característica faz com que as empresas do setor de seguros sejam excelentes opções para investir na Bolsa de Valores, devido à demanda perene por esses serviços.
Entre as empresas do setor com capital aberto, a Wiz é aquela que, na nossa visão, apresenta melhor diversificação de negócios, maior potencial de internacionalização e boas perspectivas de retorno.
Nos últimos anos, a companhia passou pelo fim da exclusividade de seus contratos com a Caixa Seguradora.
Desde então, sua dependência em relação ao banco vem sendo reduzida por meio de novas parcerias, como a firmada com o Banco Inter.
A Wiz se destaca por operar com baixo custo, boas margens de lucro, receitas crescentes e ampla experiência no setor de seguros, o que a torna uma opção interessante para o longo prazo.
A expectativa é que a empresa continue ampliando suas parcerias, ao mesmo tempo em que consolida aquelas adquiridas nos últimos anos.
Também vale reforçar o potencial de internacionalização e a maior diversificação das linhas de atuação.
BANCO MERCANTIL (BMEB4)
Um setor que historicamente não pode faltar na carteira de investimentos é o setor bancário.
No Brasil, quem investiu nesse segmento ao longo do tempo, em geral, fez bons negócios.
Apesar de o setor ser dominado pelos cinco grandes bancos, existem instituições de pequeno e médio porte que oferecem boas oportunidades de investimento no longo prazo.
Uma Small Cap do setor bancário que permanece fora do radar da maioria dos investidores, e que consideramos bastante interessante, é o Banco Mercantil.
Fundado em 1943, o banco tem forte atuação no atendimento a beneficiários do INSS, especialmente em Minas Gerais e no interior de São Paulo.
A partir dessa base, o Mercantil atua na venda de produtos como investimentos, crédito, corretagem de seguros e câmbio.
São produtos de menor risco, o que representa uma vantagem competitiva importante, garantindo boa previsibilidade de resultados e rentabilidade consistente.
Mesmo após a forte valorização recente das ações, a empresa ainda negocia a preços atrativos, sustentados pelo crescimento operacional.
Para 2026, a expectativa é de continuidade desse ritmo de crescimento, com avanço no ambiente digital, expansão da base de clientes e aumento da oferta de produtos.
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
Mais do que olhar apenas para Small Caps baratas, é fundamental analisar o histórico de rentabilidade, a qualidade dos fundamentos e a força do setor em que a empresa atua.
Indicadores como o P/L são ferramentas valiosas no processo de seleção de ativos, mas não devem ser utilizados de forma isolada.
Investir bem exige visão de longo prazo, método e disciplina.
OUTRAS RECOMENDAÇÕES DE SMALL CAPS
Acompanhar e recomendar ações de Micro e Small Caps faz parte do DNA da Capitalizo.
Além de integrarem outras estratégias, contamos com um portfólio específico para esse perfil: a Carteira Recomendada de Micro e Small Caps.
Com ela, você tem acesso a uma seleção de empresas com forte potencial de crescimento de receitas e lucros, o que pode resultar em valorizações expressivas das ações ao longo do tempo.
E o melhor: bastam cerca de 10 minutos por mês para manter sua carteira atualizada.
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS
Essas estratégias fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso imediato às nossas carteiras recomendadas, relatórios analíticos exclusivos e acompanhamento contínuo do mercado.
Com a assinatura, você investe com método, disciplina e foco no longo prazo, seguindo estratégias testadas e alinhadas à construção consistente de patrimônio.
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“Tiago, por que seguir as recomendações da Capitalizo se vocês também perdem?”
Apesar de justa, essa pergunta mostra a falta de conhecimento ou noção do investidor sobre como funciona o mercado.
Em TUDO nessa vida, qualquer atividade, seja ela qual for, prejuízos irão acontecer.
Qualquer pessoa que entra na bolsa achando que não terá perdas deve “voltar duas casas” e começar tudo novamente.
Dito isso, é óbvio que as nossas recomendações também vão dar prejuízo.
A grande diferença é que, ao contrário da maior parte dos investidores, nós nunca deixamos nenhuma tragédia acontecer.
SABER PERDER IMPORTA
Pode parecer trivial, mas não é. É só ver a quantidade de pessoas que têm histórias de ter perdido tudo na bolsa.
Modéstia à parte, eu não tenho história ruim para contar com a Capitalizo e nunca tive prejuízos não recuperáveis.
Na verdade, me impressiona como alguém coloca o seu dinheiro a perder fazendo coisas sem sentido.
Como costumo falar, quem não sabe perder nunca vai ganhar dinheiro, nunca vai estar preparado para ganhar. Além disso, não tomar tombos grandes nos garante a chance de aproveitar os bons momentos.
Ou seja, até para ganhar dinheiro, o tamanho das perdas importa. É nesse ponto que eu consigo abrir uma distância considerável em relação à grande massa de investidores da bolsa.
GANHAR É CONSEQUÊNCIA
Por isso, nos preocupamos tanto com a montagem das Estratégias e das Carteiras muito antes de recomendar algo. Tudo é pensado, primeiro, para proteger e depois, para ganhar dinheiro.
A maioria acha que o que mais importa é ganhar e esquece das perdas. O ganho vem como consequência de não perder.
Cito como exemplo a minha Carteira. Ela tem tanto ativos locais como internacionais.
Em quase 60% dos pregões de alta, a Carteira sobe menos do que Ibovespa ou S&P. Porém, quando o mercado cai, ela costuma cair menos do que os índices em mais de 60% dos dias.
Na prática, a forma defensiva com que a Carteira foi montada me “garante” uma proteção maior e, como consequência, mais ganhos.
Sei que isso pode parecer contraintuitivo, mas não perco 1 minuto tentando adivinhar a “bola da vez”, mas sim focado em proteção e ganhos consistentes.
DETALHES DA CARTEIRA E RESULTADOS
A Carteira Tiago Prux, pensada para quem segue a filosofia Buy and Hold e busca se tornar um investidor global, foi estruturada para unir proteção e crescimento.
Em quase 60% dos pregões de alta, ela sobe menos que o Ibovespa ou o S&P.
Porém, quando o mercado cai, ela costuma cair menos que os índices em mais de 60% dos dias — o que garante estabilidade e maior rentabilidade ao longo do tempo.
Com apenas 10 minutos por mês, é possível mantê-la 100% atualizada e à prova de crises, seguindo um portfólio que nunca fechou um ano sequer no negativo.
Abaixo, você confere o gráfico de desempenho da Carteira Tiago Prux, além de um vídeo explicativo mostrando como ela funciona na prática:
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O BR Partners (BRBI11) informou que espera um primeiro semestre de 2026 mais forte em fusões e aquisições, apoiado pela valorização do Ibovespa, maior fluxo estrangeiro e perspectiva de queda de juros.
Segundo a administração, o pipeline de operações ganhou consistência a partir do 4T25, com negócios que efetivamente avançaram, após um 2025 marcado por transações que não se concretizaram.
No ano passado, as receitas de banco de investimento e mercado de capitais somaram R$ 304 milhões, recuo de 13,8%.
No 4T25, o banco registrou lucro líquido de R$ 44,5 milhões, alta de 5,7% na comparação anual, enquanto no acumulado de 2025 o lucro foi de R$ 175,1 milhões, queda de 9,6%.
O ROE encerrou dezembro em 22,4%, ante 20,4% um ano antes. As receitas totais no trimestre somaram R$ 131,3 milhões, recuo de 8,7%, impactadas pela queda de 45% nas receitas de tesouraria, em meio à maior competição.
A área de banco de investimento ficou estável no trimestre, a gestão de patrimônio avançou 32% e o banco assessorou R$ 10 bilhões em emissões de dívida em 2025. O índice de Basileia fechou o período em 22%, acima do mínimo regulatório de 11%.
O Bradesco (BBDC4) registrou lucro líquido recorrente de R$ 6,5 bilhões no quarto trimestre de 2025, avanço de 20,6% na comparação anual. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE) ficou em 15,2%, alta de 2,5 p.p. em 12 meses e de 0,5 p.p. frente ao trimestre anterior.
A carteira de crédito expandida somou R$ 1,089 trilhão, crescimento de 11% em relação ao 4T24 e de 5,3% no trimestre, sendo R$ 466 bilhões em pessoa física e R$ 622 bilhões em pessoa jurídica. Para 2026, o banco projeta expansão de 8,5% a 10,5% nessa carteira.
A margem financeira bruta atingiu R$ 19,2 bilhões, alta de 13,2% no ano e de 2,9% no trimestre. A margem com clientes somou R$ 19,1 bilhões (+18,4% a/a), enquanto a margem com mercado foi de R$ 126 milhões, queda de 85% na comparação anual.
As ações da Amazon (AMZO34, AMZN) recuaram nesta sexta-feira (06/02) após a companhia divulgar resultados mistos no 4T25 e anunciar previsão de US$ 200 bilhões em investimentos em 2026, acima do consenso de US$ 144,67 bilhões.
No trimestre, o lucro por ação foi de US$ 1,95, abaixo dos US$ 1,97 estimados, enquanto a receita somou US$ 213,39 bilhões, acima dos US$ 211,33 bilhões esperados.
A AWS registrou receita de US$ 35,58 bilhões, acima das projeções, assim como a área de publicidade, que alcançou US$ 21,32 bilhões.
A companhia informou que seguirá elevando investimentos em infraestrutura, com foco em data centers, chips e inteligência artificial. Segundo o CEO Andy Jassy, a expectativa é de forte retorno no longo prazo.
A AWS, que representa entre 15% e 20% da receita, responde por mais de 60% do lucro operacional da empresa.
É inegável que o interesse dos investidores em adquirir Bitcoin e outras criptomoedas vem crescendo de forma significativa.
Em momentos de baixa, como o atual, esse interesse tende a aumentar ainda mais.
Por isso, hoje vamos apresentar alguns pontos que sustentam a nossa visão de que este pode ser um bom momento para comprar não apenas Bitcoin, mas também outras criptos.
CUIDADO
Antes de tudo, é importante lembrar que este é um mercado ainda muito novo, com um enorme potencial de multiplicação. Contudo, não podemos esquecer que alto retorno está diretamente ligado a alto risco.
Para quem precisa do dinheiro no curto prazo, a volatilidade pode representar um desafio relevante.
Além disso, é fundamental trabalhar com um percentual máximo da carteira em criptoativos.
Aqui na Capitalizo, não recomendamos uma exposição superior a 10% do total do capital investido.
Dessa forma, conseguimos aproveitar os momentos de forte alta para reduzir posições e os períodos de baixa, como os atuais, para aumentar a exposição de forma estratégica.
Por isso, se você ainda não possui criptomoedas na sua carteira ou já tem alguma posição, pode fazer sentido avaliar este momento para iniciar ou reforçar sua alocação.
QUAIS SÃO OS FUNDAMENTOS DO BITCOIN QUE PODEM INFLUENCIAR O SEU INVESTIMENTO?
Independentemente do tipo de investimento que você pretende realizar, é essencial ter um planejamento sólido e estudar o mercado para decidir se é uma boa oportunidade.
A partir desse princípio, destacamos três fundamentos que dão mais segurança ao investimento em Bitcoin.
SEGURANÇA
Por ser um ativo de alto risco, o tema da segurança é um dos mais discutidos quando falamos em Bitcoin. Ainda assim, os investidores contam com mecanismos robustos de proteção.
As transações realizadas via blockchain são criptografadas, e muitas corretoras e carteiras digitais possuem elevados padrões de segurança.
Para aumentar sua tranquilidade, é fundamental escolher exchanges de qualidade, levando em consideração os níveis de proteção oferecidos.
Como o Bitcoin não é controlado por governos ou instituições financeiras, não há risco de interferência direta na cotação ou confisco.
ACEITAÇÃO
Diferentemente do início da década de 2000, o Bitcoin hoje é amplamente conhecido, o que melhora significativamente sua liquidez.
Muitas empresas e pessoas já aceitam o Bitcoin como meio de pagamento ou reserva de valor, o que contribui para sua credibilidade e confiança no mercado.
ESCASSEZ
Assim como o ouro, o Bitcoin é um ativo escasso. Ao contrário do dinheiro impresso em excesso pelos bancos centrais, o Bitcoin possui um limite máximo de 21 milhões de unidades.
Com o tempo, a mineração será reduzida, aumentando sua raridade.
Isso é especialmente relevante para quem busca uma reserva de valor, já que o Bitcoin não está sujeito aos mesmos riscos inflacionários das moedas tradicionais.
Apesar da alta volatilidade, ele se consolidou como uma importante alternativa de diversificação no mercado cambial.
QUAIS SÃO AS MODALIDADES DE INVESTIMENTO EM BITCOIN?
Além de adquirir Bitcoin diretamente por meio de exchanges, o investidor pode optar por alternativas que aumentam a segurança e a diversificação da carteira.
Uma dessas opções são os fundos de investimento que possuem criptoativos em sua composição. Outra alternativa são os ETFs de criptomoedas.
Lançados recentemente no Brasil, esses ETFs são negociados na B3 e possuem carteiras compostas por criptoativos, permitindo exposição ao setor de forma mais simples e estruturada.
O BITCOIN JÁ “MORREU” 444 VEZES!
E não somos nós que estamos dizendo isso. Esse tipo de episódio virou praticamente um “meme” no universo das criptomoedas, e existem sites que contabilizam quantas vezes o Bitcoin já foi dado como “morto”.
Quer um exemplo? 👇🏼
Cada ponto vermelho em gráficos históricos representa uma dessas “mortes”. No entanto, como é possível observar, os preços seguem em trajetória de alta ao longo do tempo.
Isso reforça uma crença importante: hoje, pode ser mais arriscado não ter nenhuma exposição a criptomoedas do que ter ao menos uma pequena parcela do patrimônio alocada nelas.
CARTEIRA DE CRIPTOATIVOS DA CAPITALIZO
A nossa Carteira Recomendada de Criptoativos começou em março de 2021 e tem como objetivo buscar retornos acima da média do mercado, com alocação em ativos consolidados, como o Bitcoin, e também em outras criptomoedas com forte potencial de crescimento.
A estrutura da carteira funciona da seguinte forma:
90% da carteira segue uma estratégia de longo prazo
10% da carteira são posições táticas, focadas em ganhos de curto e médio prazos ou criptos “fora do radar”
Entendemos que alocar uma parcela do patrimônio em criptoativos faz sentido dentro de uma estratégia bem definida.
Além disso, realizamos o gerenciamento ativo das posições, aproveitando momentos de forte alta para recomendar reduções e períodos de baixa para sugerir aumento de exposição.
Assim, utilizamos a volatilidade do mercado de forma inteligente e estratégica.
DESEMPENHO DA CARTEIRA DE CRIPTOATIVOS
Abaixo, você confere o desempenho da nossa Carteira de Criptoativos em diferentes períodos, desde março de 2021, além da comparação direta com o Bitcoin.
Os números mostram que, ao longo do tempo, uma estratégia estruturada, com gestão ativa e controle de risco, pode entregar resultados significativamente superiores ao simples “comprar e segurar”.
COMO TER ACESSO À NOSSA CARTEIRA DE CRIPTOATIVOS
A Carteira de Criptoativos faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso completo às nossas carteiras recomendadas, relatórios analíticos e acompanhamento contínuo do mercado.
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