Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (11/02):
Ibovespa avança; SUZB3 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +2,03%, aos 189.699 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou estável, aos 6.941 pontos.
Entre os destaques do pregão, as ações da Suzano (SUZB3) dispararam +13%.
A alta ocorreu após a companhia encerrar o quarto trimestre de 2025 com um desempenho operacional sólido, marcado por volumes recordes de vendas tanto em celulose quanto em papel.
A companhia reportou um EBITDA ajustado de R$ 5,6 bilhões no trimestre, um crescimento de 7% face ao 3T25, embora represente uma queda de 14% em relação ao 4T24, devido à valorização do Real e menores preços internacionais da celulose no comparativo anual.
O lucro líquido no trimestre foi de R$ 116 milhões, revertendo o prejuízo multibilionário do mesmo período do ano anterior.
O grande destaque positivo foi a continuidade da redução do custo caixa de produção de celulose, que atingiu o seu menor valor nominal desde o final de 2021, beneficiado pela maturidade operacional da nova unidade de Ribas do Rio Pardo.
Carteira Tiago Prux bate recorde
Apesar de focarmos em resultados consistentes no longo prazo, também valorizamos marcos importantes no caminho.
Nesta semana, a Carteira Tiago Prux atingiu um novo recorde de rentabilidade, superando pela primeira vez +1.100% de retorno desde 2017, com desempenho muito acima do Ibovespa, do S&P 500 em reais (IVVB) e dos principais indicadores de mercado.
Agradecemos aos nossos analistas pelo trabalho consistente ao longo dos anos e, principalmente, aos nossos clientes, que confiam em nossas recomendações.
Segue o gráfico comparativo desde 2017:
⚠️ Retorno passado não é garantia de retorno futuro.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (10/02):
Ibovespa recua, BBSE3 anuncia dividendos
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,17%, aos 185.929pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,33%, fechando o dia nos 6.941pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da BB Seguridade (BBSE3) avançaram cerca de +2,30%, após o anúncio de dividendos.
A companhia informou a distribuição de R$ 4,95 bilhões em dividendos, referentes ao lucro líquido do 2º semestre de 2025, acrescido de saldo de dividendos prescritos.
O valor por ação será de R$ 2,58, o que representa um dividend yield aproximado de 6,92%.
Terão direito aos proventos os acionistas com posição em 12 de fevereiro de 2026, com as ações passando a ser negociadas ex-dividendos a partir de 13 de fevereiro.
O pagamento está previsto para 02 de março de 2026.
3 erros comuns ao investir em ações
Quer entender quais são os erros mais comuns que fazem investidores perderem dinheiro na Bolsa?
Quer saber por que agir de forma emocional e focar nas cotações pode sabotar seus resultados?
Quer aprender como Warren Buffett evita esses erros e constrói resultados consistentes no longo prazo?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Provavelmente, a frase mais importante do mercado financeiro foi dita por um físico: o alemão Albert Einstein.
Ela destaca um conceito essencial para quem deseja investir de forma inteligente e alcançar grandes resultados no futuro.
Segundo Einstein:
“Os juros compostos são a força mais poderosa do universo e a maior invenção da humanidade, porque permitem uma confiável e sistemática acumulação de riqueza.”
Einstein não poderia estar mais certo, já que os juros compostos fazem parte da equação que pode transformar qualquer pessoa em milionária no longo prazo:
Essa equação, sem dúvida, pode funcionar para praticamente todos os tipos de investimentos. Isso inclui aplicações no Tesouro Direto, fundos de investimento, fundos multimercado e, especialmente, no mercado de ações.
Além disso, os aportes recorrentes desempenham um papel crucial na acumulação de patrimônio, pois ajudam investidores que não têm altas somas para começar.
Da mesma forma, a paciência é fundamental, uma vez que os juros compostos podem levar algum tempo para gerar um impacto significativo nas suas finanças.
O SIMULADOR
Vamos fazer um exercício utilizando as cotas mensais da nossa Carteira Tiago Prux de Longo Prazo.
Essa carteira é global, pois mais de 90% das ações são de empresas internacionais ou brasileiras com atuação no exterior.
Isso aumenta a diversificação e reduz o risco de estar exposto apenas à economia brasileira, além de permitir capturar oportunidades em mercados desenvolvidos.
É exatamente essa estratégia que utilizo para minha filha, que tem apenas 4 anos e já é investidora. Tenho certeza de que, no futuro, ela vai agradecer por isso.
Na simulação, consideramos aportes mensais de R$ 500 desde 2017, utilizando o valor da cota no fim de cada mês.
Não existe valor mínimo ou máximo: R$ 500 foi apenas uma referência.
Para efeito de comparação, utilizamos o CDI, referência comum da renda fixa.
Entre julho de 2017 e janeiro de 2026, seriam 103 aportes de R$ 500, totalizando R$ 51.500 investidos.
Abaixo, o valor acumulado da Carteira Tiago Prux em comparação ao CDI:
Na linha laranja, o CDI teria pouco mais de R$ 68.252, com ganho em torno de +56,5%.
Na linha verde, a Carteira Tiago Prux ultrapassaria R$ 128.692, uma alta aproximada de +221%.
ATENÇÃO!
Vale lembrar que esse tipo de simulação é meramente informativo. É impossível prever quanto ações ou o CDI irão render no longo prazo.
Porém, se o exemplo acima servir para você começar a se planejar e investir mensalmente, nosso trabalho já terá valido a pena.
Agora, imagine o resultado que essa mesma disciplina e constância nos aportes podem gerar, no longo prazo, em uma carteira bem montada como a Tiago Prux de Longo Prazo.
Como costumamos dizer: “não basta investir, é preciso investir bem”.
COMO UTILIZAR O SIMULADOR
Se você quer visualizar como aportes recorrentes podem transformar sua trajetória financeira, recomendamos que utilize nosso simulador exclusivo.
Ele permite testar valores, períodos e comparações, mostrando, na prática, o poder dos juros compostos.
Clique no botão abaixo e faça sua simulação agora mesmo.
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (09/02):
Ibovespa avança; AURA33 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,80%, aos 186.241 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,47% no dia, fechando aos 6.964 pontos.
Entre os destaques de alta do pregão, a Aura Minerals (AURA33) subiu +9%.
O movimento não esteve ligado a nenhum fato relevante específico da empresa, mas sim à valorização do ouro, que avançou cerca de +2% no mercado internacional, voltando a operar acima do patamar de US$ 5.000 por onça-troy.
A alta do metal ocorreu em um ambiente de dólar mais fraco no exterior e maior busca por ativos considerados proteção, em meio às incertezas no cenário internacional.
Como produtora de ouro, a Aura tende a reagir diretamente às oscilações da commodity, o que explica o desempenho positivo das ações no pregão.
As ações para ficar de olho essa semana: BBAS3, TOTS3, CSNA3, BBDC4, ROMI3, PSSA3, ITSA4, ITUB4
Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?
Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?
Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa semanal:
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, reforçamos a importância de o investidor não cair em narrativas que prometem previsões exatas de preços.
Ninguém sabe, de forma consistente, para onde os ativos irão no curto prazo, e tentativas de adivinhação normalmente levam a decisões ruins e perda de dinheiro.
O foco do investidor deve estar na construção de boas estratégias e carteiras bem estruturadas, e não em supostas certezas sobre movimentos futuros.
Mesmo ferramentas como a análise técnica servem para identificar zonas de interesse e tendências, não para prever eventos.
Ter método, disciplina e visão de longo prazo continua sendo muito mais relevante do que tentar “acertar o topo ou o fundo”.
CENÁRIO MACROECONÔMICO E AGENDA DA SEMANA
A semana anterior foi relativamente mais tranquila do ponto de vista macroeconômico, após o corte de juros nos Estados Unidos e a manutenção da taxa no Brasil, já com perspectiva de cortes a partir de março.
Para os próximos dias, chamamos atenção para a divulgação do payroll e do índice de inflação ao consumidor nos Estados Unidos, dados importantes para definir o ritmo das próximas decisões do Federal Reserve.
No Brasil, acompanhamos a divulgação do IPCA de janeiro, com expectativa de inflação mais comportada, especialmente quando comparada aos primeiros meses dos últimos anos.
Também seguimos atentos à temporada de resultados do quarto trimestre, tanto no mercado local quanto no internacional.
DESEMPENHO DOS MERCADOS NA SEMANA
Na última semana, o Ibovespa avançou 0,8%, enquanto o S&P 500 apresentou leve queda em dólares.
O Bitcoin acumulou queda relevante, apesar de uma recuperação parcial no fim do período.
Reforçamos que a exposição a criptoativos deve ser limitada e bem dimensionada, evitando decisões emocionais em momentos de forte volatilidade.
O dólar voltou a recuar, enquanto o ouro apresentou valorização, contribuindo para um início de ano positivo para a renda variável, especialmente em mercados emergentes.
DESTAQUES NEGATIVOS ENTRE AS AÇÕES
Entre as maiores quedas da semana, destacamos a TOTVS (TOTS3), que recuou cerca de 15%, em meio a um ambiente de maior incerteza para empresas de software e tecnologia.
Apesar de bons resultados divulgados por grandes companhias globais, o mercado reagiu de forma exagerada aos anúncios de elevados investimentos em inteligência artificial.
A CSN (CSNA3) voltou a apresentar pressão negativa após rebaixamento de rating.
Reforçamos que a empresa segue com elevada alavancagem e que a venda de ativos continua sendo uma alternativa praticamente inevitável para reduzir o endividamento.
O segmento de mineração segue como principal gerador de caixa.
A Riachuelo (RCHLO3) apresentou queda na semana, influenciada também pela mudança de código, o que gerou ruído pontual no mercado.
Já a BR Partners (BRBI11) teve desempenho negativo, apesar de resultados operacionais sólidos, refletindo um ambiente ainda fraco para o mercado de capitais no Brasil.
O Bradesco (BBDC4) recuou moderadamente, mesmo após divulgar números melhores, ainda refletindo desafios relevantes, especialmente ligados à inadimplência.
A Romi (ROMI3) voltou a divulgar resultados fracos, com queda de receita, lucro e entrada de pedidos, refletindo a forte dependência do ciclo industrial doméstico.
DESTAQUES POSITIVOS ENTRE AS AÇÕES
Entre as altas da semana, Direcional (DIRR3), Cury (CURY3) e MRV (MRVE3) se beneficiaram das expectativas de corte de juros e da continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida.
Apesar de possíveis pressões de margem, destacamos a qualidade da gestão, especialmente no caso da Cury.
A Porto Seguro (PSSA3) apresentou mais um trimestre de resultados robustos, com crescimento consistente do lucro líquido e destaque para Porto Saúde, Porto Bank e seguros patrimoniais, além de sinistralidade controlada.
A Itaúsa (ITSA4) voltou a se destacar, impulsionada pelos excelentes resultados do Itaú Unibanco (ITUB4).
Reforçamos que o Itaú segue sendo o banco mais bem gerido entre os grandes, com crescimento equilibrado, inadimplência controlada e geração de resultados superior aos pares, o que sustenta expectativas positivas de dividendos para 2026.
A Multiplan (MULT3) apresentou números operacionais sólidos, com crescimento de vendas, margens em expansão e elevada taxa de ocupação.
Apesar da queda no lucro líquido em função da recompra de ações, avaliamos o trimestre como positivo.
LEITURA TÉCNICA E ATIVOS NO RADAR
Do ponto de vista técnico, o Ibovespa segue em tendência clara de alta, sem sinais consistentes de reversão.
O dólar atingiu níveis próximos aos fundos de 2019, mantendo viés de queda, com suporte relevante na região dos R$ 5,00 e próximo alvo em R$ 4,70.
Entre os ativos acompanhados, Itaúsa (ITSA4) e Banco do Brasil (BBAS3) seguem em canais de alta, embora nossa visão fundamentalista sobre o BBAS3 seja mais cautelosa.
A Ferbasa (FESA4) permanece em tendência positiva de curto prazo, apesar da volatilidade recente.
Também acompanhamos a WEG (WEGE3), que, após forte recuperação, pode buscar rompimento de máximas históricas, impulsionada por investimentos e perspectivas positivas para 2026.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS
Essas carteiras fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso imediato a análises detalhadas, relatórios exclusivos e recomendações práticas para investir com consistência e segurança.
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Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (05/02):
Ibovespa avança; Bitcoin despenca
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,23%, aos 182.127 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -1,23%, fechando aos 6.798 pontos.
Entre os destaques de queda, o Bitcoin aprofundou o movimento negativo.
Por volta das 18h, a criptomoeda já recuava cerca de -11%, sendo negociada próxima de US$ 63.089.
A queda foi pressionada pela redução da demanda institucional, saídas relevantes de ETFs à vista e por um ambiente macroeconômico mais restritivo, com sinalizações mais duras do Federal Reserve.
O tom mais rígido da política monetária nos EUA aumentou a aversão ao risco e acelerou as vendas, levando a criptomoeda a registrar quedas expressivas e a apagar centenas de bilhões de dólares do valor total do mercado cripto.
O sentimento dos investidores se deteriorou rapidamente, atingindo níveis de “medo extremo”, enquanto ações e ouro passaram a concentrar o fluxo de capital.
Além disso, o Bitcoin voltou a apresentar comportamento mais volátil e desempenho inferior aos ativos tradicionais, reforçando a percepção de que a volatilidade seguirá como uma característica estrutural do ativo no curto prazo.
Oportunidades no Setor Financeiro em 2026
Quer entender por que o setor financeiro segue como um dos mais interessantes da Bolsa Brasileira para 2026?
Quer saber por que bancos tradicionais enfrentam mais desafios, enquanto empresas financeiras mais focadas podem crescer mais e pagar melhores dividendos?
Quer entender como a concorrência, as fintechs e a mudança no mercado estão afetando lucros, margens e oportunidades para o investidor?
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Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (04/02):
Ibovespa recua; Hypera (HYPE3) despenca
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -2,14%, aos 181.708 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,51%, fechando aos 6.882 pontos.
Entre os destaques do pregão, as ações da Hypera (HYPE3) despencaram -10%.
A queda ocorreu após a companhia aprovar um aumento de capital por subscrição privada, no valor entre R$ 1,15 bilhão e R$ 1,5 bilhão, ao preço de R$ 21,25 por ação.
Os acionistas posicionados em 6 de fevereiro de 2026 terão direito de preferência, na proporção de 0,1115 nova ação por ação detida, com negociação ex-direito a partir de 9 de fevereiro.
O prazo para exercício vai até 17 de março de 2026.
Para quem não exercer o direito, a diluição pode variar entre 7,9% e 10%, enquanto o bloco de controle se comprometeu a exercer integralmente sua participação, com a Votorantim podendo subscrever até R$ 1 bilhão.
Sua carteira está pronta para a Próxima Crise?
Você tem uma estratégia pensada para atravessar períodos de alta volatilidade?
Sua carteira está preparada para cenários de inflação alta, juros elevados e mudanças bruscas no mercado?
Você sabe diferenciar ruído de curto prazo do que realmente importa para investir bem no longo prazo?
Se a sua resposta for sim (ou se você quer se preparar melhor), clique no link abaixo e confira:
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (03/02):
Ibovespa avança, Ferbasa (FESA4) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,58%, aos 185.674pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,84%, fechando o dia nos 6.917pontos.
Entre os destaques de alta do dia, as ações da Ferbasa (FESA4) disparam +5% no pregão.
O movimento ocorre em um momento de maior atenção do mercado à companhia.
Na semana passada, a empresa foi tema de análises recentes, nas quais comentamos sobre seus fundamentos, geração de caixa e características que costumam chamar a atenção de investidores de longo prazo.
Além disso, nos últimos dias também circularam notícias discutindo as expectativas para dividendos em 2026, o que pode ter contribuído para recolocar o papel no radar dos investidores, mesmo sem a divulgação de um fato relevante específico.
Oportunidades no setor de energia em 2026
Quer entender por que o setor de energia é um dos mais sólidos da bolsa brasileira?
Quer saber quais empresas do setor oferecem mais previsibilidade, geração de caixa e dividendos?
Quer entender por que transmissoras são consideradas o “filé” do mercado?
Quer saber quais segmentos do setor de energia podem se beneficiar do crescimento econômico nos próximos anos?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Um dos maiores erros dos investidores brasileiros, ou talvez o maior deles, é não diversificar seus investimentos.
Infelizmente, boa parte das pessoas ainda possui carteiras bastante concentradas e acaba amargando grandes prejuízos quando as coisas não dão certo.
A Capitalizo é uma das poucas vozes que defende, abertamente, uma diversificação mais “agressiva” em uma carteira de investimentos.
Sei que isso parece um pouco trivial, básico, mas, infelizmente, a maioria dos investidores não diversifica suas aplicações.
Recentemente, fizemos um estudo com os nossos clientes, que enviaram suas carteiras para análise, e mais de 80% tinham apenas de 4 a 6 ativos.
Ou seja, a maior parte dos investidores está tão preocupada em acertar a “bola da vez” que esquece que o primeiro passo é montar uma boa “defesa”, evitando que grandes perdas aconteçam.
E o que leva grande parte dos investidores a cometer esse tipo de erro?
GANÂNCIA
O primeiro motivo é a ganância.
A triste realidade é que muitos ainda acreditam no milagre da chamada “tacada certeira”, de ganhar muito dinheiro em um prazo muito curto, com apenas uma aplicação.
Sabemos que é possível que isso ocorra, mas não é o que acontece com a maioria das pessoas.
Na prática, a “tacada certeira” se transforma em “prejuízo certeiro”.
Lembre-se: investir não é apostar. Se você acha que comprar uma ação é o mesmo que jogar em um cassino, você está fadado a ter o mesmo resultado que teria em um deles.
FALTA DE ESTRATÉGIA
O segundo motivo é não ter uma estratégia que indique uma forma correta de diversificar seus investimentos.
Em alguns casos, o investidor até tem uma estratégia, mas, por falta de disciplina ou paciência, acaba não levando adiante o próprio planejamento.
Podemos citar como exemplo o caso das ações da Oi (OIBR3, OIBR4), que durante muito tempo foram consideradas ações com fortíssimo potencial de crescimento.
O resultado? Uma perda de quase toda a totalidade do dinheiro investido.
Muito mais importante do que entender se a OIBR4 tinha grande potencial ou não é notar que milhares de investidores “apostaram” todas as suas fichas nessa ação.
Imagine quantas pessoas venderam outras ações de suas carteiras para concentrar tudo em OIBR4, em busca do “ganho da vida”.
Não foram poucas as pessoas que atendemos nessa situação: literalmente, “rasgaram” seus planejamentos ou não entendiam que não deveriam vender outros bons ativos para “apostar” tudo na Oi.
QUEM DIVERSIFICA GANHA MENOS?
Além dos fatores citados acima, podemos mencionar a falta de cultura do investidor brasileiro em diversificar, acreditando em lendas como: “quem diversifica ganha menos”.
A Capitalizo possui diversas carteiras bem diversificadas que rendem muito acima da média. Basta observar nossos resultados e compará-los com os de outras casas de análise ou gestoras.
Inclusive, um dos principais motivos que faz com que todas as nossas estratégias e carteiras apresentem ótimos resultados ao longo dos anos é justamente entender que a diversificação tem um papel fundamental: nos manter vivos no mercado e nos dar a chance de ganhar dinheiro.
Como diria Harry Markowitz, ganhador do Prêmio Nobel em 1990:
“A diversificação é o único almoço grátis do mercado.”
Por isso, aproveite e diversifique, sem moderação.
DETALHES DA CARTEIRA E RESULTADOS
Abaixo, você confere os gráficos de resultados da Carteira Tiago Prux ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como essa carteira funciona na prática.
A CARTEIRA TIAGO PRUX DA CAPITALIZO
A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.
Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova” de crises.
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