Compartilhe

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

O setor industrial registrou queda de 1,3% na produção nos últimos doze meses (fechamento em outubro), muito em função da retração em bens intermediários e estagnação de bens de capital. Em contrapartida, bens de consumo apresentaram recuperação no período. Ponto positivo para os grupos de bebidas, combustíveis e lubrificantes, equipamentos de transporte não industrial e produtos de carne. Destaque negativo para os grupos de moagem de trigo, papel e celulose, tintas e vernizes, fertilizantes, equipamentos de comunicação, cosméticos e joalheria.

Em outubro, a produção industrial apresentou avanço de 0,8% frente ao mês imediatamente anterior, terceiro resultado positivo nessa base de comparação. Assim, o setor registrou diminuição de 1,1% nos primeiros dez meses de 2019. Na passagem de setembro para outubro, quatorze das vinte e seis atividades analisadas pelo IBGE produziram menos, com destaque para metalurgia (-3,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%).

Em contrapartida, o grupo de produtos alimentícios apresentou variação positiva de 3,4%. Ponto positivo, também, para produtos farmoquímicos e farmacêuticos (11,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4,9%) e papel e celulose (2,4%).

O desempenho do setor continua sendo afetado pelo ritmo lento de recuperação da economia e pela queda nas exportações para a Argentina. Porém, vale ressaltar a recuperação das indústrias de construção e extração, sequência de cinco trimestres com crescimento no consumo das famílias e evolução dos investimentos em ativos de longo prazo. O segundo e o terceiro trimestre foram positivos, compensando parcialmente o fraco desempenho apresentado entre o final de 2018 e o início do atual exercício. A retomada está altamente correlacionada com a queda dos juros, que permite o financiamento de projetos de inovação, reestruturação de dívidas e expansão a custos mais baixos.

No mercado internacional, atenção para a desaceleração na atividade global, com acomodação da demanda na Ásia e fraco desempenho de potências europeias, e incertezas com a guerra comercial entre China e Estados Unidos. O Banco Central Europeu continua com sua política expansionista e as duas maiores economias do mundo estão prestes a assinar um acordo parcial, sendo que essas medidas tendem a reduzir o clima de incertezas no comércio internacional, favorecendo a retomada das exportações em países desenvolvidos.

Empresas da B3

Vale (VALE3)

A Vale apresentou Ebitda ajustado de R$ 18,3 bilhões no terceiro trimestre de 2019, R$ 6,1 bilhões acima do período imediatamente anterior, muito em função do menor impacto financeiro com reparações após o rompimento da barragem de Brumadinho. O resultado é reflexo do aumento de receitas, sendo que o volume de vendas de minério de ferro apresentou variação positiva de 20,2% após a retomada de produção suspensa. Outro efeito foi a redução de custos e despesas devido a menores provisões registradas, uma vez que foram reconhecidos R$ 5,3 bilhões no segundo trimestre e R$ 621 milhões na última divulgação.

Petrobras (PETR3, PETR4)

A Petrobras apresentou Ebitda ajustado de R$ 32,6 bilhões no terceiro trimestre, ficando praticamente inalterado em relação ao período imediatamente anterior. Destaque para a queda no valor do Brent no mercado internacional, sendo parcialmente compensado por maiores margens em diesel e GLP e maiores volumes de exportações e venda de diesel no Brasil. Outro ponto relevante foi o ganho com derivativos relacionados ao setor de atuação em operações fora do país. O lucro líquido, excluindo itens não recorrentes, chegou a R$ 9,7 bilhões, com variação positiva de 3,2%.

Ambev (ABEV3)

A Ambev registrou Ebitda de R$ 4,4 bilhões, com retração de 4,0% e margem de 36,9% (-4,6 p.p.). Os principais motivos para a queda em relação a receita líquida foram o impacto cambial sobre custos, maiores preços de commodities e efeito da inflação na Argentina sobre toda estrutura de despesas e custos. O resultado acabou sendo amenizado por posição de hedge no país vizinho. No Brasil, o volume diminuiu 0,4% e a receita operacional por hectolitro demonstrou incremento de 3,4%. O lucro líquido atingiu R$ 2,6 bilhões, com diminuição de 9,7%.

Klabin (KLBN3, KLBN4, KLBN11)

O Ebitda da Klabin fechou o terceiro trimestre em R$ 1,4 bilhão, com crescimento de 12% frente ao mesmo período do ano anterior. A margem passou de 44,5% para 56,3%, mas com grande contribuição do efeito não recorrente de crédito fiscal. O lucro líquido saltou de R$ 103,8 milhões para R$ 207,4 milhões, embora a despesa financeira líquida tenha subido 65%. O resultado foi negativo, notadamente pela queda no volume de vendas em celulose e kraftliner no mercado externo e aumento de despesas operacionais sobre a receita líquida.

Weg (WEGE3)

O Ebitda apresentado pela Weg foi de R$ 579,1 milhões, com incremento de 18,4%. A margem Ebitda ficou 2,2 p.p. acima, chegando a 17,3%. O indicador de geração de caixa bruta foi impulsionado pela maior rentabilidade das operações na América do Norte, ganhos de margem em algumas operações no Brasil e menor participação de pedidos do segmento de geração de energia eólica na receita, uma vez que esse apresenta margens reduzidas. Os movimentos foram parcialmente compensados pelo fraco desempenho na Europa e na região Ásia-Pacífico. O resultado líquido foi de R$ 418,2 milhões, com crescimento de 9,7%.

Quer receber as melhores recomendações para montar sua carteira de ações de longo prazo?

Conheça o Invista em Ações. O guia que vai te ajudar a construir e diversificar seu patrimônio. Receba análises e recomendações para a montagem da sua carteira de ações e conheça os ativos que podem trazer altos retornos em longo prazo. Acompanhe a nossa recomendação de diferentes Carteiras e invista com o suporte e acompanhamento da melhor equipe de analistas do mercado.

Acesse agora nossas recomendações de diferentes Carteiras 

Carteira Dividendos

Carteira Crescimento

Carteira Top Recomendadas

Carteira Small Caps

Conheça o Full Trader e receba análises e recomendações de curto e médio prazos na Bolsa de Valores

Full Trader é o produto mais completo do mercado para suas operações na Bolsa de Valores. Adquirindo, você recebe:

  • Recomendações de compra e venda de ativos acompanhadas pelo nosso time de analistas via app, WhatsApp e Painel do Trader;
  • Acesso ao nosso pregão ao vivo;
  • Contato direto com nossos analistas via WhatsApp;
  • Recomendações e análises em tempo real de operações Day Trade, Swing Trade e Position Trade em Ações, Rastreador de Tendências (Estratégia Exclusiva), Índice Futuro e Dólar, Opções, Long&Short, Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro;
  • Acesso ao produto Invista em Ações.

Acesse agora as mais diferentes recomendações

Day Trade

Swing Trade e Position Trade em Ações

Rastreador de Tendências (estratégia exclusiva)

Índice Futuro e Dólar

Opções

Long&Short

Termo e Aluguel de Ações, Boi Gordo e Milho Futuro

___

Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

___

Fonte: Valor, InfoMoney, Quantum, Estadão, Broadcast, Folha, Exame, B3, MoneyTimes.

Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

Capitalizo análises e recomendações de investimentos.

Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro? Conheça o nosso Canal no Youtube e inscreva-se.

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

Atendimento

E-mail

contato@capitalizo.com.br

Telefone

4003-9127 (para todo Brasil)
em dias úteis, das 9h às 19h

Redes Sociais

Pagamento

Segurança

Capitalizo Análises e Recomendações – CNPJ: 27.253.377/0001-09 
© 2019 – Todos os Direitos Reservados.

Desenvolvido por: Vezy

Receba nossos relatórios Grátis