Ibovespa recua -3%; KEPL3 despenca -13% após encerramento de negociações com GPT

Ibovespa

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Seguem as principais notícias dessa terça-feira (03/03):

Ibovespa recua, KEPL3 despenca

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -3,28%, aos 183.104 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,94%, fechando o dia nos 6.816  pontos.

Entre os destaques de queda do pregão, as ações da Kepler Weber (KEPL3) despencaram -13%.

O movimento ocorre após a companhia informar, nesta terça-feira (03/03), que a oferta de combinação de negócios apresentada pela A-AG Topco Limited (GPT) expirou e não terá continuidade.

A assinatura do acordo estava condicionada, além da aprovação do Conselho de Administração, que foi realizada, à formalização de um compromisso de voto entre a GPT e a Trígono, o que não ocorreu dentro do prazo estipulado.

Com a não assinatura desse compromisso, a condição necessária para a formalização do “Merger of Shares Agreement” não foi cumprida, levando à perda de validade da oferta.

Dessa forma, a transação não seguirá adiante, e as deliberações relacionadas ao potencial negócio ficam sem efeito.

A companhia afirmou que adotou todas as medidas para viabilizar a operação e reiterou que mantém foco na execução do plano estratégico KW 2030, destacando sua solidez financeira e operacional, mesmo em um cenário setorial mais desafiador.

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Tiago

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Notícias do Dia:

Hidrovias do Brasil (HBSA3): divulga resultados do 4T25. Saiba mais.

PRIO (PRIO3): recebe licença de operação do Campo de Wahoo. Saiba mais.

Irani (RANI3): aprova dividendos intercalares de R$ 9,58 milhões. Saiba mais.

PIB do Brasil: cresce +0,1% no 4T25 e fecha 2025 com alta de +2,3%. Saiba mais.

Pague Menos (PGMN3): protocola follow-on de até R$ 900 milhões. Saiba mais.

Raízen (RAIZ4): pode receber R$ 3,5 bilhões da Shell em capitalização. Saiba mais.

Sea Limited (S2EA34, SE): divulga resultados do 4T25. Ações caem forte. Saiba mais.

Artigo do Dia: Ranking de Preço Lucro (P/L) | Ações baratas da bolsa

▶  Reprise do Dia: LIVE ESPECIAL | 9 ANOS DE MERCADO: PARE DE SER REFÉM DO RUÍDO

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

PRIO (PRIO3) recebe licença de operação do Campo de Wahoo

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A PRIO (PRIO3) informou que recebeu do Ibama a Licença de Operação (LO) do Campo de Wahoo, concluindo a última etapa regulatória necessária para o início da produção do ativo.

O campo está na fase final de comissionamento, etapa que envolve testes e preparação dos equipamentos antes do início efetivo da extração.

A Licença de Operação é a autorização ambiental que permite que o campo entre oficialmente em produção, após a conclusão das etapas anteriores de licenciamento e cumprimento das exigências técnicas e ambientais. Com a emissão da LO, a companhia fica apta a iniciar a extração de petróleo no campo.

A PRIO informou que manterá o mercado atualizado sobre a evolução do projeto.

PIB do Brasil cresce +0,1% no 4T25 e fecha 2025 com alta de +2,3%

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O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou +0,1% no quarto trimestre de 2025 frente ao trimestre anterior e +1,8% na comparação com o 4T24, segundo o IBGE.

O resultado veio em linha com as expectativas do mercado, que projetavam alta de +0,1% no trimestre e de +1,8% na base anual.

Com isso, o PIB encerrou 2025 com crescimento de +2,3%, totalizando R$ 12,7 trilhões em valores correntes. Agropecuária (11,7%), Serviços (1,8%) e Indústria (1,4%) registraram expansão no ano, enquanto o PIB per capita atingiu R$ 59.687,49, com alta real de 1,9% frente a 2024.

Sea Limited (S2EA34, SE) amplia receita no 4T25, mas ações caem após lucro abaixo do esperado

shope

A Sea Limited (S2EA34, SE) reportou receita GAAP de US$ 6,9 bilhões no quarto trimestre de 2025, alta de 38,4% na comparação anual.

O lucro líquido foi de US$ 410,9 milhões, avanço de 72,9%, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 33,2%, para US$ 787,1 milhões.

A Shopee registrou aumento de 30,5% no volume de pedidos, com GMV de US$ 36,7 bilhões (+28,6%). Já a unidade financeira SeaMoney expandiu a carteira de crédito em 80% no ano, com índice de inadimplência (NPL) de 1,1%.

Apesar dos fortes números operacionais, as ações caíram forte no pregão de terça-feira após o lucro ficar abaixo das expectativas do mercado.

Ranking de Preço Lucro (P/L) | Ações baratas da Bolsa

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Este artigo traz um ranking de Preço/Lucro (P/L) das ações mais baratas em relação ao seu lucro, identificadas após um estudo que realizamos com a B3.

O P/L é uma fórmula que estima o tempo que as ações levarão para “devolver” ao investidor o valor pago por elas, levando em conta que a empresa mantenha seus lucros.

Cálculo:
P/L = Cotação da Ação / Lucro Por Ação

Exemplo: Ação cotada a R$ 20,00 e lucro líquido anual por ação de R$ 4,00.  20 / 4 = 5 → serão necessários cinco anos para o retorno do investimento.

COMO FUNCIONA O INDICADOR PREÇO LUCRO

O P/L é amplamente utilizado pela facilidade de cálculo e por permitir comparações.

Quanto mais elevado ele for, maior a disposição do mercado em pagar pelos lucros da companhia. Pode indicar também que o mercado tem expectativas altas para o papel.

Por outro lado, um P/L baixo pode mostrar desconfiança em relação às ações da empresa — ou revelar boas oportunidades ainda não percebidas pelo mercado.

Além disso, alguns analistas utilizam o P/L esperado, que considera a previsão de lucro dos 12 meses seguintes.

CUIDADOS AO USAR O INDICADOR

Esse indicador não deve ser analisado isoladamente. O ideal é combiná-lo a outros múltiplos e compará-lo apenas entre empresas do mesmo setor.

Ainda assim, ele funciona como um bom termômetro da confiança do mercado, mesmo não sendo um retrato completo da saúde financeira de uma companhia.

ENFIM, O RANKING

Abaixo, separamos 5 ativos que, atualmente, estão com P/L bastante atrativos:

NOME

CÓDIGO

P/L

BANCO DA AMAZÔNIA

BAZA3

4,6x

PRIO

PRIO3

4,9x

JHSF JHSF3 5,1x
SANEPAR

SAPR11

6,2x

BANCO PINE

PINE3

6,6x

Confira detalhes sobre cada uma dessas empresas:

BANCO AMAZÔNIA (BAZA3)

O Banco da Amazônia é uma instituição financeira pública federal com forte presença na Região Norte do Brasil.

A instituição desempenha papel estratégico no fomento ao desenvolvimento regional e no financiamento do agronegócio por meio de linhas de crédito subsidiadas e recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).

A instituição combina resultados robustos, com boa rentabilidade e distribuição de dividendos robusta, apresentando nos últimos anos um dividend yield bastante elevado.

Apesar dessa atratividade, suas ações negociam a um P/L de cerca de 4,6, reflexo da percepção de risco associada ao controle estatal, fator que leva parte do mercado a aplicar um desconto em relação a bancos privados.

O múltiplo baixo, portanto, decorre menos do operacional da companhia e mais de uma precificação cautelosa dos investidores diante do controle estatal.

PRIO (PRIO3)

A PRIO é a maior petroleira independente do Brasil, com estratégia focada na revitalização de campos maduros e na busca por eficiência operacional.

Um dos grandes diferenciais da companhia está no baixo custo de extração por barril, resultado de ganhos de escala, tecnologia e otimização de processos.

Esse fator garante maior resiliência em momentos de queda no preço do petróleo, já que a empresa consegue manter margens robustas mesmo em cenários menos favoráveis para a commodity.

A PRIO apresenta forte geração de caixa e margens elevadas, e o forte aumento dos resultados nos últimos anos foi determinante para que a companhia alcance um P/L baixo, em torno de 4,9x, mantendo-se entre as ações mais descontadas da Bolsa.

Além disso, a empresa vem consolidando aquisições estratégicas que ampliam sua produção e aumentam a vida útil de seus campos, reforçando suas perspectivas de crescimento sustentável e sua resiliência operacional.

JHSF (JHSF3)

A JHSF é uma incorporadora e administradora de ativos voltados ao público de alta renda, com atuação em shoppings, hotéis, restaurantes, empreendimentos residenciais de luxo e no Aeroporto Executivo Catarina.

A companhia se beneficia de receitas recorrentes e diversificadas, além de operar no nicho de alta renda, que é menos afetado por crises econômicas, o que sustenta margens elevadas e resiliência operacional.

Ainda assim, suas ações estão sendo negociadas a um P/L de aproximadamente 5,1x, nível considerado bastante baixo.

Esse múltiplo reflete o forte crescimento do lucro líquido nos últimos anos, impulsionado pela expansão dos seus negócios.

Como o indicador é resultado da relação entre preço da ação e lucro, a disparada dos resultados sem um movimento proporcional da cotação acabou comprimindo o P/L.

SANEPAR (SAPR11)

A Sanepar é a principal empresa de saneamento do Paraná e atua em um segmento essencial e de elevada estabilidade, com receitas recorrentes e margens historicamente sólidas.

A companhia tem mantido um desempenho operacional consistente, com expansão da base de clientes e investimentos em modernização da infraestrutura, o que reforça sua capacidade de crescimento de longo prazo.

Além disso, sua política de dividendos contribui para torná-la uma opção atrativa dentro do setor de utilidades, em especial para investidores que buscam previsibilidade e retorno em fluxo de caixa.

Apesar dessa solidez, as units SAPR11 ainda são negociadas a um P/L em torno de 6,2x, múltiplo considerado descontado frente ao perfil defensivo e ao potencial de valorização da companhia.

Esse cenário sugere que o mercado precifica com excesso de conservadorismo riscos regulatórios e políticos, deixando espaço para reavaliação positiva à medida que a empresa continue entregando resultados consistentes.

BANCO PINE (PINE3)

O Banco Pine é uma instituição financeira brasileira focada no segmento corporativo, com atuação em empresas de médio e grande porte.

Nos últimos anos, vem passando por um processo de transformação, buscando diversificação e maior equilíbrio entre crescimento, rentabilidade e controle de risco.

Mesmo negociando a múltiplos baixos, com P/L abaixo de 7x, o banco apresentou evolução consistente nos resultados, com crescimento do lucro líquido impulsionado pela expansão da carteira, ganhos de eficiência e melhora na margem financeira.

Ainda assim, a cotação não refletiu totalmente esse avanço, mantendo o valuation descontado.

Um destaque estratégico é a ampliação no crédito consignado privado, segmento com spreads mais elevados e risco mitigado pelo desconto em folha, o que tende a trazer maior previsibilidade de resultado.

Além disso, o banco tem conseguido crescer mantendo a qualidade da carteira sob controle, reforçando a percepção de uma melhora estrutural em curso.

CONCLUSÃO

O P/L pode ser um ótimo ponto de partida na busca por barganhas na Bolsa. Mas, como sempre reforçamos, ele não deve ser o único critério de análise, já que pode refletir distorções momentâneas nos resultados das empresas.

Nas nossas recomendações de longo prazo, tanto o P/L quanto sua projeção futura são amplamente utilizados.

Hoje, a Carteira de Micro e Small Caps é a que concentra mais ações com P/L atrativos — reunindo empresas menores, mas com forte potencial de crescimento.

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Ibovespa avançou; PRIO3 dispara +5%; Ações para ficar de olho essa semana

Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (02/03):

Ibovespa avançou; PRIO3 dispara

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,28%, aos 189.307 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,04% no dia, fechando aos 6.881 pontos.

Entre os destaques de alta do pregão, as ações da PRIO (PRIO3) subiram mais de +5%.

O movimento acompanhou a forte valorização do petróleo Brent, que avançou cerca de 8% após a intensificação do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel.

O mercado passou a temer possíveis interrupções na oferta, especialmente diante do risco de problemas logísticos no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global da commodity.

Como empresa focada em exploração e produção, a PRIO tende a capturar diretamente a alta do Brent, o que ajuda a explicar a reação positiva das ações no pregão.

As ações para ficar de olho essa semana: PETR4, PRIO3, ODPV3, AURA33, VIVT3, POMO4, ROXO34, WEGE3

Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?

Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?

Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?

Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa semanal:

▶ Vídeo do Dia: AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

Notícias do Dia:

Kepler Weber (KEPL3) e Odontoprev (ODPV3): o que fazer com as ações. Saiba mais.

Berkshire Hathaway (BERK34, BRK-B): divulga resultados do 4T25. Saiba mais.

Pague Menos (PGMN3): divulga resultados do 4T25. Saiba mais.

Braskem (BRKM5): registra queda nas vendas e nos spreads no 4T25. Saiba mais.

Artigo do Dia: “Tiago, onde investir R$ 10.000 ou R$ 100.000 esse mês?”

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | PETR4, PRIO3, ODPV3, AURA33, VIVT3, POMO4, ROXO34, WEGE3

Capas Blog

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

A semana foi marcada por aumento de tensão geopolítica após ataque envolvendo o Irã, o que trouxe volatilidade imediata para os mercados globais.

Em cenários como esse, os primeiros impactos costumam ser previsíveis: alta do petróleo, valorização do ouro e possível pressão sobre o dólar.

Conflitos envolvendo grandes produtores de petróleo podem gerar impacto inflacionário global, o que eventualmente afeta as expectativas de corte de juros tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

Ainda é cedo para projeções mais firmes, mas movimentos prolongados no petróleo poderiam alterar o cenário de política monetária.

Por isso, reforçamos a importância de manter posições estruturais em ativos defensivos, como ouro e petróleo, não apenas pela tese de crescimento, mas como mecanismo de proteção em momentos de estresse.

Uma carteira bem construída precisa considerar defesa no curto e médio prazo para garantir sustentabilidade no longo prazo.

DESEMPENHO DOS MERCADOS

Na última semana, o Ibovespa subiu cerca de 1%, acumulando forte alta no ano. O S&P 500 recuou levemente em dólares.

O Bitcoin voltou a cair, acumulando queda relevante em 2026, enquanto o ouro renovou movimento positivo e sobe quase 15% no ano.

O dólar apresentou leve queda semanal, mas pode reagir dependendo da evolução do conflito no Oriente Médio.

O cenário segue dinâmico, e justamente por isso disciplina e diversificação são essenciais.

DESTAQUES NEGATIVOS

NUBANK (ROXO34)

O Nubank apresentou queda relevante mesmo após divulgar resultados operacionais fortes, com crescimento expressivo de receita e base de clientes.

A principal preocupação segue sendo o nível de inadimplência, ainda elevado diante do perfil mais arriscado da carteira de crédito.

SANEPAR (SAPR11)

A Sanepar divulgou trimestre pressionado, com custos crescendo acima da receita, o que impactou margens.

Apesar de ser uma empresa estruturalmente sólida, apresentou resultado pontualmente mais fraco.

WEG (WEGE3)

A WEG recuou após divulgar números abaixo do esperado na comparação anual.

A receita caiu levemente, o mercado interno foi mais fraco e houve impacto do dólar mais baixo. Ainda assim, o retorno sobre o capital investido permaneceu acima de 30%, reforçando a qualidade estrutural da companhia.

DESTAQUES POSITIVOS

ODONTOPREV (ODPV3)

A Odontoprev disparou após aprovação da reorganização societária envolvendo os ativos de saúde do Bradesco.

A operação cria um dos maiores grupos de saúde da América Latina, com escala relevante e maior poder de negociação.

Embora a empresa atual seja bem gerida e apresente crescimento consistente de dividendos, será importante avaliar como ficará a estrutura final após a integração.

AURA MINERALS (AURA33)

A Aura divulgou resultados muito fortes. A produção cresceu 23%, mostrando que o desempenho não depende apenas da alta do ouro.

O preço médio realizado do metal subiu significativamente, e a geração de caixa atingiu níveis recordes.

A empresa anunciou dividendos e há expectativa de possível pagamento extraordinário ao longo do ano.

O cenário geopolítico também favorece ativos ligados ao ouro no curto prazo.

TELEFÔNICA BRASIL (VIVT3)

A Telefônica Brasil apresentou trimestre sólido, com crescimento de lucro, avanço na fibra e forte geração de caixa livre.

A companhia mantém margens elevadas e segue como uma das melhores pagadoras de dividendos da bolsa.

MARCOPOLO (POMO4)

A Marcopolo divulgou resultado considerado neutro, com leve desaceleração no mercado interno, mas crescimento nas exportações.

Mesmo com menor ritmo de expansão, mantém elevado nível de rentabilidade.

COPEL (CPLE6)

A Copel apresentou resultado neutro, com crescimento moderado em geração e transmissão.

O destaque ficou para o dividend yield elevado pago em 2025. Ainda assim, enxergamos alternativas mais atrativas no setor para o longo prazo.

PETRÓLEO VOLTA AO CENTRO DAS ATENÇÕES

O setor de petróleo retorna ao foco dos investidores.

Petrobras (PETR4), PRIO (PRIO3) e Exxon Mobil via BDR (XOM34) vêm sendo beneficiadas pelo movimento do barril.

Caso o petróleo mantenha trajetória de alta, especialmente se acompanhado de valorização do dólar, o setor pode continuar performando bem.

No caso da Petrobras, permanece a variável do repasse de preços, que pode limitar parte da valorização.

Seguimos com visão construtiva para o setor no médio prazo.

ESTRATÉGIA EM MOMENTOS DE TENSÃO

Momentos de tensão geopolítica exigem serenidade.

Carteiras diversificadas, com exposição equilibrada a ativos defensivos e setores estruturais, tendem a atravessar melhor períodos de volatilidade.

O investidor que combina visão de longo prazo com mecanismos de proteção no curto prazo preserva capital e mantém capacidade de capturar oportunidades quando o cenário se estabiliza.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:

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Kepler Weber (KEPL3) aprova acordo para fusão com a GPT

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A Kepler Weber (KEPL3) aprovou a assinatura de acordo para fusão com a Grain & Protein Technologies (GPT), prevendo valor de R$ 11,00 por ação para acionistas que optarem por Ações Classe A, além de earn-out de R$ 1,00 por ação condicionado ao cumprimento de metas previstas no acordo.

A operação ainda depende da formalização de compromisso de voto pela Trígono e de demais aprovações societárias. A estrutura prevê incorporação de ações no âmbito da reorganização proposta.

OceanPact (OPCT3) anuncia incorporação da CBO, define relação de troca e cria empresa com R$ 4,2 bi em receita

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A OceanPact (OPCT3) anunciou combinação de negócios com a CBO que resultará na incorporação integral da CBO, com sua extinção e sucessão, pela OceanPact, de todos os bens, direitos e obrigações.
A operação prevê a emissão de 274,5 milhões de novas ações ordinárias da OceanPact em favor dos acionistas da CBO, com relação de substituição de 1,9805700858 ação ordinária da OceanPact para cada ação ordinária da CBO.
Após a transação, os acionistas da CBO passarão a deter 57,86% do capital social total da OceanPact (incluindo ações em tesouraria), enquanto os atuais acionistas da OceanPact ficarão com 42,14%.
A relação de troca foi negociada entre as administrações, com apoio de assessores externos, considerando o valor econômico das companhias.
A companhia combinada terá 73 embarcações (67 em operação e 6 em lay-up), receita líquida pro forma de R$ 4,2 bilhões no 3T25 LTM, EBITDA ajustado de R$ 1,8 bilhão, lucro líquido de R$ 341 milhões e backlog de R$ 13,6 bilhões.
A alavancagem combinada cai para 2,6x dívida líquida/EBITDA (ante 3,1x da OceanPact e 5,2x da CBO no 3T25), com margem EBITDA de 42% e fluxo de caixa operacional LTM de R$ 1,35 bilhão.
A operação ainda depende de aprovação em assembleia de acionistas, dispensa de poison pill, aval do Cade e consentimentos de terceiros.
A AGE está prevista para 30 de março, com expectativa de conclusão entre o 2T26 e o 3T26.

Berkshire Hathaway (BERK34, BRK-B) reporta queda de 30% no lucro operacional no 4T25

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A Berkshire Hathaway (BERK34, BRK-B) encerrou o quarto trimestre de 2025 com lucro operacional de US$ 10,2 bilhões, queda de 30% em relação ao 4T24, sob a liderança de Greg Abel.

O lucro líquido totalizou US$ 19,2 bilhões, levemente abaixo dos US$ 19,7 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.

O desempenho foi pressionado principalmente pelo segmento de seguros, com recuo de 54% no lucro de subscrição, para US$ 1,6 bilhão, e queda de quase 25% na receita financeira da divisão.

No acumulado de 2025, o lucro operacional somou US$ 44 bilhões, retração de 6% na comparação anual, impactado também por impairment de US$ 4,5 bilhões em investimentos na Kraft Heinz e na Occidental Petroleum.