O governo de Minas Gerais está finalizando os detalhes da oferta de ações para a privatização da Copasa (CSMG3), prevista para março.
Pelo modelo em discussão, o Estado venderá 30% de sua participação a um investidor de referência e outros 15% por meio de oferta no mercado.
A estrutura é semelhante à adotada na privatização da Sabesp, mas fontes indicam que o governo mineiro pretende realizar ajustes para evitar descontos excessivos na precificação.
Na operação da companhia paulista, o valor pago pela Equatorial ficou abaixo do preço de tela na B3 e serviu de referência para a oferta pública, sem formação de preço baseada na demanda.
A TIM (TIMS3) informou que mantém tratativas não vinculantes com a IHS Brasil para uma potencial aquisição de participação na I-Systems, conforme fato relevante divulgado nesta segunda-feira.
A companhia ressaltou que, até o momento, não houve acordo sobre preço, estrutura ou estimativa de prazo para conclusão da operação.
Mais cedo, a Reuters havia noticiado que a empresa negocia a recompra de 51% da rede de fibra óptica I-Systems, participação que anteriormente controlava, em uma transação que pode girar em torno de US$ 170 milhões, segundo fontes com conhecimento do assunto.
Um dos maiores erros dos investidores brasileiros, ou talvez o maior deles, é não diversificar seus investimentos.
Infelizmente, boa parte das pessoas ainda possui carteiras bastante concentradas e acaba amargando grandes prejuízos quando as coisas não dão certo.
A Capitalizo é uma das poucas vozes que defende, abertamente, uma diversificação mais “agressiva” em uma carteira de investimentos.
Sei que isso parece um pouco trivial, básico, mas, infelizmente, a maioria dos investidores não diversifica suas aplicações.
Recentemente, fizemos um estudo com os nossos clientes, que enviaram suas carteiras para análise, e mais de 80% tinham apenas de 4 a 6 ativos.
Ou seja, a maior parte dos investidores está tão preocupada em acertar a “bola da vez” que esquece que o primeiro passo é montar uma boa “defesa”, evitando que grandes perdas aconteçam.
E o que leva grande parte dos investidores a cometer esse tipo de erro?
GANÂNCIA
O primeiro motivo é a ganância.
A triste realidade é que muitos ainda acreditam no milagre da chamada “tacada certeira”, de ganhar muito dinheiro em um prazo muito curto, com apenas uma aplicação.
Sabemos que é possível que isso ocorra, mas não é o que acontece com a maioria das pessoas.
Na prática, a “tacada certeira” se transforma em “prejuízo certeiro”.
Lembre-se: investir não é apostar. Se você acha que comprar uma ação é o mesmo que jogar em um cassino, você está fadado a ter o mesmo resultado que teria em um deles.
FALTA DE ESTRATÉGIA
O segundo motivo é não ter uma estratégia que indique uma forma correta de diversificar seus investimentos.
Em alguns casos, o investidor até tem uma estratégia, mas, por falta de disciplina ou paciência, acaba não levando adiante o próprio planejamento.
Podemos citar como exemplo o caso das ações da Oi (OIBR3, OIBR4), que durante muito tempo foram consideradas ações com fortíssimo potencial de crescimento.
O resultado? Uma perda de quase toda a totalidade do dinheiro investido.
Muito mais importante do que entender se a OIBR4 tinha grande potencial ou não é notar que milhares de investidores “apostaram” todas as suas fichas nessa ação.
Imagine quantas pessoas venderam outras ações de suas carteiras para concentrar tudo em OIBR4, em busca do “ganho da vida”.
Não foram poucas as pessoas que atendemos nessa situação: literalmente, “rasgaram” seus planejamentos ou não entendiam que não deveriam vender outros bons ativos para “apostar” tudo na Oi.
QUEM DIVERSIFICA GANHA MENOS?
Além dos fatores citados acima, podemos mencionar a falta de cultura do investidor brasileiro em diversificar, acreditando em lendas como: “quem diversifica ganha menos”.
A Capitalizo possui diversas carteiras bem diversificadas que rendem muito acima da média. Basta observar nossos resultados e compará-los com os de outras casas de análise ou gestoras.
Inclusive, um dos principais motivos que faz com que todas as nossas estratégias e carteiras apresentem ótimos resultados ao longo dos anos é justamente entender que a diversificação tem um papel fundamental: nos manter vivos no mercado e nos dar a chance de ganhar dinheiro.
Como diria Harry Markowitz, ganhador do Prêmio Nobel em 1990:
“A diversificação é o único almoço grátis do mercado.”
Por isso, aproveite e diversifique, sem moderação.
DETALHES DA CARTEIRA E RESULTADOS
Abaixo, você confere os gráficos de resultados da Carteira Tiago Prux ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como essa carteira funciona na prática.
A CARTEIRA TIAGO PRUX DA CAPITALIZO
A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.
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Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (02/02):
Ibovespa avança; CXSE3 anuncia dividendos
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,79%, aos 182.793 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,54% no dia, fechando aos 6.976 pontos.
Entre os destaques de alta do pregão, a Caixa Seguridade (CXSE3) subiu +3%.
A movimentação ocorreu após a companhia aprovar a distribuição de dividendos intermediários no valor total de R$ 990 milhões, o equivalente a R$ 0,33 por ação, com um yield aproximado de 1,90%.
O pagamento será realizado em 15 de maio de 2026, com base na posição acionária de 30 de abril de 2026.
As ações para ficar de olho essa semana: CSMG3, CSNA3, RAIZ4, FESA4, CBAV3, PETR4, PRIO3, CXSE3, META, BMEB4, DESK3, MSFT, AURA33
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Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, o mercado financeiro acompanhou de perto decisões importantes de política monetária no Brasil e no exterior, além do avanço da temporada de resultados do quarto trimestre de 2025.
No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, dentro do esperado, e reforçou a sinalização de possíveis cortes a partir de março, dependendo da evolução do cenário inflacionário.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve também optou pela manutenção dos juros, na faixa entre 3,5% e 3,75%, com expectativa de ao menos um corte adicional ao longo de 2026, condicionado ao ambiente econômico e institucional.
Além disso, seguimos acompanhando a divulgação dos balanços das grandes companhias globais e, no mercado local, o início da temporada de resultados dos principais bancos.
DESEMPENHO DOS MERCADOS
O Ibovespa avançou 1,4% na semana e já acumula alta superior a 12% no ano, refletindo um cenário mais construtivo para ativos de risco.
O S&P 500, quando convertido para reais, apresentou leve recuo, pressionado principalmente pela queda do dólar.
O Bitcoin voltou a apresentar forte volatilidade, enquanto o ouro, apesar de uma correção recente, segue com desempenho positivo no acumulado de 2026.
Esses movimentos reforçam a importância de separar oscilações de curto prazo de tendências estruturais.
DESTAQUES NEGATIVOS DA SEMANA
Entre as principais quedas, a Desktop (DESK3) chamou atenção após recuar de forma relevante. O movimento esteve ligado às incertezas regulatórias envolvendo a possível aquisição pela Claro.
Apesar da liderança da empresa no mercado de banda larga em São Paulo, preocupações concorrenciais seguem atrasando a aprovação pela Anatel, o que pressionou as ações no curto prazo.
A Microsoft (MSFT34) também passou por correção, mesmo após divulgar resultados robustos.
A empresa apresentou crescimento consistente de receita e lucro, mas o mercado reagiu de forma mais cautelosa ao elevado volume de investimentos em inteligência artificial. Ainda assim, o posicionamento estratégico da companhia no setor segue se fortalecendo.
No caso da Aura Minerals (AURA33), a queda esteve associada à correção no preço do ouro.
Movimentos como esse são naturais após períodos de forte valorização e, até o momento, não alteram os fundamentos da empresa, que segue avançando em produção, eficiência e geração de caixa.
A CSN (CSNA3) voltou a apresentar pressão negativa, refletindo novamente sua elevada alavancagem financeira.
O segmento de mineração segue sendo o principal gerador de caixa, enquanto siderurgia, cimento e energia apresentam menor rentabilidade.
A venda de ativos continua sendo uma alternativa relevante para redução da dívida, não sendo possível descartar mudanças mais profundas na estrutura do grupo no médio prazo.
DESTAQUES POSITIVOS DA SEMANA
Entre as altas, a Raízen (RAIZ4) apresentou uma recuperação expressiva após um longo período de queda.
O movimento teve caráter mais técnico, sem mudanças estruturais relevantes no negócio.
O setor sucroenergético ainda enfrenta desafios, como preços mais baixos de açúcar e etanol, além da possibilidade de novas vendas de ativos.
A Ferbasa (FESA4) voltou a se destacar, refletindo a natureza cíclica do setor.
A companhia segue apresentando solidez operacional e negocia a múltiplos atrativos, mesmo após anos de desempenho mais fraco das ações.
O movimento recente não altera a visão de longo prazo sobre a qualidade do negócio.
O Banco Mercantil (BMEB4) apresentou recuperação após o encerramento do período de subscrição.
A capitalização resolveu passivos relevantes e fortaleceu o balanço da companhia.
Apesar da volatilidade gerada pelo preço de emissão abaixo do mercado, o movimento foi estruturalmente positivo.
A CBA (CBAV3) confirmou, por meio de fato relevante, a venda do controle e o processo de fechamento de capital ao preço de R$ 10,50 por ação.
Diante desse cenário, mesmo sendo uma empresa de qualidade e negociando a múltiplos baixos, a estratégia passa a ser a venda, evitando a imobilização de capital em um processo que pode se estender por meses.
A Meta Platforms (META34) divulgou resultados expressivos no quarto trimestre de 2025, com crescimento robusto de receita e lucro, impulsionados principalmente pela publicidade e pela maior recorrência das receitas, reforçando a resiliência do modelo de negócios.
PETRÓLEO E ENERGIA
O setor de petróleo foi beneficiado pela alta de quase 7% no preço do barril na semana.
A Petrobras (PETR4) acompanhou o movimento, com valorização próxima de 8%. A Chevron (CVX) também esteve em destaque ao divulgar resultados fortes, com recorde de geração de caixa operacional, mesmo em um ambiente de preços médios do petróleo inferiores aos de 2024.
A PRIO (PRIO3) seguiu no radar após revisões de rating, especialmente após a aquisição do campo de Peregrino.
A companhia apresenta geração de caixa suficiente para financiar seus investimentos, estimados entre US$ 550 milhões e US$ 650 milhões, sem comprometer sua saúde financeira.
No cenário atual, não vemos risco relevante de liquidez.
SANEAMENTO E SEGURIDADE
A Copasa (CSMG3) voltou ao foco após avanços do governo de Minas Gerais na proposta de privatização via oferta secundária de ações.
O tema já parece parcialmente precificado, e não vemos motivos para venda no curto prazo, especialmente considerando o potencial de valorização adicional caso o processo avance.
Por fim, a Caixa Seguridade (CXSE3) anunciou o pagamento de R$ 0,33 por ação em dividendos, com dividend yield próximo de 2%.
O anúncio reforça o perfil da companhia como uma das pagadoras mais consistentes da B3. O pagamento será realizado em maio de 2026, considerando a base acionária do final de abril.
O QUE ESSA SEMANA REFORÇA PARA O INVESTIDOR
A semana evidenciou, mais uma vez, a importância de separar movimentos de curto prazo dos fundamentos de longo prazo.
Volatilidade, correções e repiques fazem parte do mercado, mas empresas bem posicionadas, com geração de caixa consistente e estrutura financeira equilibrada, tendem a entregar resultados superiores ao longo do tempo.
Manter disciplina, foco na qualidade dos ativos e compreensão dos ciclos segue sendo essencial para atravessar períodos de incerteza e capturar valor de forma consistente.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS
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A The Walt Disney Company (DISB34, DIS) divulgou os resultados do primeiro trimestre fiscal de 2026 (1T26), com crescimento moderado da receita, mas pressão sobre a rentabilidade operacional. A receita total somou US$ 26,0 bilhões, alta de 5% em relação aos US$ 24,7 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.
O lucro líquido atribuível à companhia foi de US$ 2,4 bilhões, queda de 6% na comparação anual. O lucro por ação (EPS) diluído ajustado ficou em US$ 1,63, recuo de 7% frente aos US$ 1,76 reportados no 1T25.
Segundo a empresa, o desempenho foi impactado por custos mais elevados de programação, produção e marketing, que superaram o crescimento nas receitas de assinaturas e do segmento cinematográfico.
A Vale (VALE3) informou que o Ministério Público Federal solicitou à Justiça a adoção de medidas liminares, incluindo o bloqueio patrimonial no valor de R$ 1 bilhão, após o extravasamento ocorrido na madrugada de domingo passado na mina de Fábrica, em Ouro Preto (MG).
Segundo a companhia, o MPF apresentou uma tutela cautelar antecedente com o objetivo de evitar o agravamento de supostos danos ambientais.
De acordo com autoridades do governo de Minas Gerais, além da água, rejeitos da operação de mineração de minério de ferro da Vale na mina de Fábrica atingiram o rio Maranhão.
Os transbordamentos teriam sido provocados pelas fortes chuvas registradas no dia e na semana anteriores ao incidente.
A mineradora afirmou que apresentará sua defesa dentro do prazo legal.
Na sexta-feira (30/01), o governo de Minas Gerais ampliou para R$ 3,3 milhões a multa aplicada à companhia por danos ambientais relacionados ao extravasamento, valor que já considera a reincidência em episódio semelhante ocorrido em agosto de 2023, em Brumadinho.
O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (02/02) pelo Banco Central mostrou nova redução na projeção de inflação para 2026, com a mediana do IPCA recuando de 4,00% para 3,99%, na quarta queda consecutiva. Para 2027, a estimativa de inflação permaneceu estável em 3,80%.
Para o PIB, a projeção de crescimento em 2026 foi mantida em 1,8%, em linha com as estimativas das últimas semanas. Em 2027, a expectativa também seguiu estável, em 1,8%.
No câmbio, a projeção para o dólar em 2026 permaneceu em R$ 5,50. Para 2027, houve leve ajuste para baixo, com a estimativa recuando de R$ 5,51 para R$ 5,50.
Já a Selic projetada para 2026 foi mantida em 12,25% ao ano. Para 2027, a taxa básica de juros também seguiu estável, em 10,50% ao ano.
A palavra-chave para todo investidor que deseja se beneficiar com os potenciais ganhos de diferentes classes de ativos e também proteger sua carteira contra crises ou riscos concentrados é: diversificação.
Nesse sentido, uma excelente maneira de fazer isso é colocar parte do seu patrimônio no exterior, investindo em empresas internacionais.
Atualmente, o Brasil representa cerca de apenas 1% do mercado financeiro mundial.
Além disso, a nossa bolsa de valores costuma oscilar e ser mais influenciada por instabilidades econômicas e políticas internas.
É importante, portanto, não ficar tão preso a essas incertezas locais e diversificar seus investimentos no exterior.
BENEFÍCIOS DE INVESTIR EM AÇÕES INTERNACIONAIS
Participar de mercados desenvolvidos, como o americano, ou em forte expansão, como o asiático;
Se expor a moedas fortes;
Investir em empresas gigantes e que atuam globalmente;
Possibilidade de receber dividendos em outras moedas.
Em 2020, a pandemia de coronavírus causou uma crise global, e os mercados do mundo todo sofreram duras quedas.
Porém, se olharmos para o que ocorreu entre 2010 e 2016, em que o Ibovespa apresentou um fraco desempenho e caiu 12%, vemos que o Dow Jones subiu 89% no mesmo período. E o S&P 500 alcançou ganhos de 100%.
Nessa época, uma exposição internacional poderia ter salvado a rentabilidade de muitos investidores.
INVESTIR NO EXTERIOR É MAIS SIMPLES DO QUE MUITA GENTE IMAGINA
Atualmente, é muito simples para qualquer investidor pessoa física alocar capital em empresas estrangeiras.
Existem duas principais maneiras de investir em companhias internacionais:
Stocks: Ações negociadas diretamente nos EUA. Para isso, o investidor deve abrir uma conta em uma corretora internacional e enviar o seu dinheiro para lá – processo simples e rápido.
BDRs: Brazilian Depositary Receipts, que replicam ações internacionais na Bolsa brasileira. Basta selecionar o código do BDR no homebroker da sua corretora, como faria com ações nacionais.
Para boa parte das empresas, é possível investir tanto em BDRs como em Stocks.
E você? O que está esperando para diversificar seus investimentos, comprando ações no exterior?
CONHEÇA A NOSSA CARTEIRA DE AÇÕES INTERNACIONAIS
Separamos abaixo uma imagem que mostra a composição da Carteira Internacional, com a divisão por setores das empresas que a compõem:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
A Carteira Internacional segue a filosofia de recomendar as melhores empresas do mundo, onde quer que elas estejam.
Com apenas 10 minutos por mês, você acompanha nossas recomendações e mantém sua carteira 100% atualizada.
Essa carteira faz parte do plano Capitalizo Invest, que reúne nossas melhores estratégias para quem busca diversificação global e resultados consistentes no longo prazo.
Ibovespa recua; Charter Communications (CHCM34)dispara
O Ibovespa fechou o dia aos 181.363 pontos, com queda de -0,97%. Na semana, o índice acumulou valorização de +1,40%.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,43% no dia, mas encerrou a semana em alta de +0,23%, aos 6.939 pontos.
Entre os destaques de alta, a Charter Communications (CHCM34) subiu +11% no pregão.
As ações reagiram positivamente à divulgação dos resultados do 4T25, que refletem um momento de transição no setor de telecomunicações.
A receita total somou US$ 13,6 bilhões, queda de 2,3% na comparação anual, pressionada pela menor receita de vídeo residencial e pela redução das vendas de publicidade política após o ciclo eleitoral.
O lucro líquido atribuído aos acionistas foi de US$ 1,33 bilhão, recuo de 9,1% em relação ao 4T24.
Ainda assim, o lucro por ação (EPS) avançou para US$ 10,47, alta de 1,5%, beneficiado pela redução de 10,5% no número de ações em circulação, em função do programa de recompra da companhia.
É o fim do dólar? O ouro continuará disparando?
O dólar está perdendo espaço no mundo?
O ouro vai continuar subindo mesmo com a queda do dólar?
Existe exagero nesse movimento recente dos metais?
Como se proteger do câmbio sem simplesmente “comprar dólar”?
O que realmente importa para o investidor no curto e no longo prazo?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa especial:
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