Seguem as principais notícias dessa terça-feira (03/02):
Ibovespa avança, Ferbasa (FESA4) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,58%, aos 185.674pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,84%, fechando o dia nos 6.917pontos.
Entre os destaques de alta do dia, as ações da Ferbasa (FESA4) disparam +5% no pregão.
O movimento ocorre em um momento de maior atenção do mercado à companhia.
Na semana passada, a empresa foi tema de análises recentes, nas quais comentamos sobre seus fundamentos, geração de caixa e características que costumam chamar a atenção de investidores de longo prazo.
Além disso, nos últimos dias também circularam notícias discutindo as expectativas para dividendos em 2026, o que pode ter contribuído para recolocar o papel no radar dos investidores, mesmo sem a divulgação de um fato relevante específico.
Oportunidades no setor de energia em 2026
Quer entender por que o setor de energia é um dos mais sólidos da bolsa brasileira?
Quer saber quais empresas do setor oferecem mais previsibilidade, geração de caixa e dividendos?
Quer entender por que transmissoras são consideradas o “filé” do mercado?
Quer saber quais segmentos do setor de energia podem se beneficiar do crescimento econômico nos próximos anos?
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Um dos maiores erros dos investidores brasileiros, ou talvez o maior deles, é não diversificar seus investimentos.
Infelizmente, boa parte das pessoas ainda possui carteiras bastante concentradas e acaba amargando grandes prejuízos quando as coisas não dão certo.
A Capitalizo é uma das poucas vozes que defende, abertamente, uma diversificação mais “agressiva” em uma carteira de investimentos.
Sei que isso parece um pouco trivial, básico, mas, infelizmente, a maioria dos investidores não diversifica suas aplicações.
Recentemente, fizemos um estudo com os nossos clientes, que enviaram suas carteiras para análise, e mais de 80% tinham apenas de 4 a 6 ativos.
Ou seja, a maior parte dos investidores está tão preocupada em acertar a “bola da vez” que esquece que o primeiro passo é montar uma boa “defesa”, evitando que grandes perdas aconteçam.
E o que leva grande parte dos investidores a cometer esse tipo de erro?
GANÂNCIA
O primeiro motivo é a ganância.
A triste realidade é que muitos ainda acreditam no milagre da chamada “tacada certeira”, de ganhar muito dinheiro em um prazo muito curto, com apenas uma aplicação.
Sabemos que é possível que isso ocorra, mas não é o que acontece com a maioria das pessoas.
Na prática, a “tacada certeira” se transforma em “prejuízo certeiro”.
Lembre-se: investir não é apostar. Se você acha que comprar uma ação é o mesmo que jogar em um cassino, você está fadado a ter o mesmo resultado que teria em um deles.
FALTA DE ESTRATÉGIA
O segundo motivo é não ter uma estratégia que indique uma forma correta de diversificar seus investimentos.
Em alguns casos, o investidor até tem uma estratégia, mas, por falta de disciplina ou paciência, acaba não levando adiante o próprio planejamento.
Podemos citar como exemplo o caso das ações da Oi (OIBR3, OIBR4), que durante muito tempo foram consideradas ações com fortíssimo potencial de crescimento.
O resultado? Uma perda de quase toda a totalidade do dinheiro investido.
Muito mais importante do que entender se a OIBR4 tinha grande potencial ou não é notar que milhares de investidores “apostaram” todas as suas fichas nessa ação.
Imagine quantas pessoas venderam outras ações de suas carteiras para concentrar tudo em OIBR4, em busca do “ganho da vida”.
Não foram poucas as pessoas que atendemos nessa situação: literalmente, “rasgaram” seus planejamentos ou não entendiam que não deveriam vender outros bons ativos para “apostar” tudo na Oi.
QUEM DIVERSIFICA GANHA MENOS?
Além dos fatores citados acima, podemos mencionar a falta de cultura do investidor brasileiro em diversificar, acreditando em lendas como: “quem diversifica ganha menos”.
A Capitalizo possui diversas carteiras bem diversificadas que rendem muito acima da média. Basta observar nossos resultados e compará-los com os de outras casas de análise ou gestoras.
Inclusive, um dos principais motivos que faz com que todas as nossas estratégias e carteiras apresentem ótimos resultados ao longo dos anos é justamente entender que a diversificação tem um papel fundamental: nos manter vivos no mercado e nos dar a chance de ganhar dinheiro.
Como diria Harry Markowitz, ganhador do Prêmio Nobel em 1990:
“A diversificação é o único almoço grátis do mercado.”
Por isso, aproveite e diversifique, sem moderação.
DETALHES DA CARTEIRA E RESULTADOS
Abaixo, você confere os gráficos de resultados da Carteira Tiago Prux ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como essa carteira funciona na prática.
A CARTEIRA TIAGO PRUX DA CAPITALIZO
A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.
Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova” de crises.
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Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (02/02):
Ibovespa avança; CXSE3 anuncia dividendos
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,79%, aos 182.793 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,54% no dia, fechando aos 6.976 pontos.
Entre os destaques de alta do pregão, a Caixa Seguridade (CXSE3) subiu +3%.
A movimentação ocorreu após a companhia aprovar a distribuição de dividendos intermediários no valor total de R$ 990 milhões, o equivalente a R$ 0,33 por ação, com um yield aproximado de 1,90%.
O pagamento será realizado em 15 de maio de 2026, com base na posição acionária de 30 de abril de 2026.
As ações para ficar de olho essa semana: CSMG3, CSNA3, RAIZ4, FESA4, CBAV3, PETR4, PRIO3, CXSE3, META, BMEB4, DESK3, MSFT, AURA33
Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?
Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?
Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?
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Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, o mercado financeiro acompanhou de perto decisões importantes de política monetária no Brasil e no exterior, além do avanço da temporada de resultados do quarto trimestre de 2025.
No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, dentro do esperado, e reforçou a sinalização de possíveis cortes a partir de março, dependendo da evolução do cenário inflacionário.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve também optou pela manutenção dos juros, na faixa entre 3,5% e 3,75%, com expectativa de ao menos um corte adicional ao longo de 2026, condicionado ao ambiente econômico e institucional.
Além disso, seguimos acompanhando a divulgação dos balanços das grandes companhias globais e, no mercado local, o início da temporada de resultados dos principais bancos.
DESEMPENHO DOS MERCADOS
O Ibovespa avançou 1,4% na semana e já acumula alta superior a 12% no ano, refletindo um cenário mais construtivo para ativos de risco.
O S&P 500, quando convertido para reais, apresentou leve recuo, pressionado principalmente pela queda do dólar.
O Bitcoin voltou a apresentar forte volatilidade, enquanto o ouro, apesar de uma correção recente, segue com desempenho positivo no acumulado de 2026.
Esses movimentos reforçam a importância de separar oscilações de curto prazo de tendências estruturais.
DESTAQUES NEGATIVOS DA SEMANA
Entre as principais quedas, a Desktop (DESK3) chamou atenção após recuar de forma relevante. O movimento esteve ligado às incertezas regulatórias envolvendo a possível aquisição pela Claro.
Apesar da liderança da empresa no mercado de banda larga em São Paulo, preocupações concorrenciais seguem atrasando a aprovação pela Anatel, o que pressionou as ações no curto prazo.
A Microsoft (MSFT34) também passou por correção, mesmo após divulgar resultados robustos.
A empresa apresentou crescimento consistente de receita e lucro, mas o mercado reagiu de forma mais cautelosa ao elevado volume de investimentos em inteligência artificial. Ainda assim, o posicionamento estratégico da companhia no setor segue se fortalecendo.
No caso da Aura Minerals (AURA33), a queda esteve associada à correção no preço do ouro.
Movimentos como esse são naturais após períodos de forte valorização e, até o momento, não alteram os fundamentos da empresa, que segue avançando em produção, eficiência e geração de caixa.
A CSN (CSNA3) voltou a apresentar pressão negativa, refletindo novamente sua elevada alavancagem financeira.
O segmento de mineração segue sendo o principal gerador de caixa, enquanto siderurgia, cimento e energia apresentam menor rentabilidade.
A venda de ativos continua sendo uma alternativa relevante para redução da dívida, não sendo possível descartar mudanças mais profundas na estrutura do grupo no médio prazo.
DESTAQUES POSITIVOS DA SEMANA
Entre as altas, a Raízen (RAIZ4) apresentou uma recuperação expressiva após um longo período de queda.
O movimento teve caráter mais técnico, sem mudanças estruturais relevantes no negócio.
O setor sucroenergético ainda enfrenta desafios, como preços mais baixos de açúcar e etanol, além da possibilidade de novas vendas de ativos.
A Ferbasa (FESA4) voltou a se destacar, refletindo a natureza cíclica do setor.
A companhia segue apresentando solidez operacional e negocia a múltiplos atrativos, mesmo após anos de desempenho mais fraco das ações.
O movimento recente não altera a visão de longo prazo sobre a qualidade do negócio.
O Banco Mercantil (BMEB4) apresentou recuperação após o encerramento do período de subscrição.
A capitalização resolveu passivos relevantes e fortaleceu o balanço da companhia.
Apesar da volatilidade gerada pelo preço de emissão abaixo do mercado, o movimento foi estruturalmente positivo.
A CBA (CBAV3) confirmou, por meio de fato relevante, a venda do controle e o processo de fechamento de capital ao preço de R$ 10,50 por ação.
Diante desse cenário, mesmo sendo uma empresa de qualidade e negociando a múltiplos baixos, a estratégia passa a ser a venda, evitando a imobilização de capital em um processo que pode se estender por meses.
A Meta Platforms (META34) divulgou resultados expressivos no quarto trimestre de 2025, com crescimento robusto de receita e lucro, impulsionados principalmente pela publicidade e pela maior recorrência das receitas, reforçando a resiliência do modelo de negócios.
PETRÓLEO E ENERGIA
O setor de petróleo foi beneficiado pela alta de quase 7% no preço do barril na semana.
A Petrobras (PETR4) acompanhou o movimento, com valorização próxima de 8%. A Chevron (CVX) também esteve em destaque ao divulgar resultados fortes, com recorde de geração de caixa operacional, mesmo em um ambiente de preços médios do petróleo inferiores aos de 2024.
A PRIO (PRIO3) seguiu no radar após revisões de rating, especialmente após a aquisição do campo de Peregrino.
A companhia apresenta geração de caixa suficiente para financiar seus investimentos, estimados entre US$ 550 milhões e US$ 650 milhões, sem comprometer sua saúde financeira.
No cenário atual, não vemos risco relevante de liquidez.
SANEAMENTO E SEGURIDADE
A Copasa (CSMG3) voltou ao foco após avanços do governo de Minas Gerais na proposta de privatização via oferta secundária de ações.
O tema já parece parcialmente precificado, e não vemos motivos para venda no curto prazo, especialmente considerando o potencial de valorização adicional caso o processo avance.
Por fim, a Caixa Seguridade (CXSE3) anunciou o pagamento de R$ 0,33 por ação em dividendos, com dividend yield próximo de 2%.
O anúncio reforça o perfil da companhia como uma das pagadoras mais consistentes da B3. O pagamento será realizado em maio de 2026, considerando a base acionária do final de abril.
O QUE ESSA SEMANA REFORÇA PARA O INVESTIDOR
A semana evidenciou, mais uma vez, a importância de separar movimentos de curto prazo dos fundamentos de longo prazo.
Volatilidade, correções e repiques fazem parte do mercado, mas empresas bem posicionadas, com geração de caixa consistente e estrutura financeira equilibrada, tendem a entregar resultados superiores ao longo do tempo.
Manter disciplina, foco na qualidade dos ativos e compreensão dos ciclos segue sendo essencial para atravessar períodos de incerteza e capturar valor de forma consistente.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
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Ibovespa recua; Charter Communications (CHCM34)dispara
O Ibovespa fechou o dia aos 181.363 pontos, com queda de -0,97%. Na semana, o índice acumulou valorização de +1,40%.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,43% no dia, mas encerrou a semana em alta de +0,23%, aos 6.939 pontos.
Entre os destaques de alta, a Charter Communications (CHCM34) subiu +11% no pregão.
As ações reagiram positivamente à divulgação dos resultados do 4T25, que refletem um momento de transição no setor de telecomunicações.
A receita total somou US$ 13,6 bilhões, queda de 2,3% na comparação anual, pressionada pela menor receita de vídeo residencial e pela redução das vendas de publicidade política após o ciclo eleitoral.
O lucro líquido atribuído aos acionistas foi de US$ 1,33 bilhão, recuo de 9,1% em relação ao 4T24.
Ainda assim, o lucro por ação (EPS) avançou para US$ 10,47, alta de 1,5%, beneficiado pela redução de 10,5% no número de ações em circulação, em função do programa de recompra da companhia.
É o fim do dólar? O ouro continuará disparando?
O dólar está perdendo espaço no mundo?
O ouro vai continuar subindo mesmo com a queda do dólar?
Existe exagero nesse movimento recente dos metais?
Como se proteger do câmbio sem simplesmente “comprar dólar”?
O que realmente importa para o investidor no curto e no longo prazo?
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Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (29/01):
Ibovespa recua; Microsoft (MSFT34) despenca
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,84%, aos 183.133 pontos, ainda próximo de sua máxima histórica.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,13%, fechando aos 6.969 pontos.
Entre os destaques de queda, as ações da Microsoft (MSFT34) despencaram -8% na sessão.
O movimento ocorreu após a companhia reportar resultados robustos para o seu segundo trimestre fiscal de 2026, reafirmando sua liderança na infraestrutura global de Inteligência Artificial.
A receita total atingiu US$ 81,3 bilhões, crescimento de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido (Non-GAAP) somou US$ 30,9 bilhões, alta de 23% na comparação anual.
O lucro por ação (EPS) diluído ajustado foi de US$ 4,14, superando as expectativas e registrando avanço de 24% frente ao ano anterior.
Vale notar que, pelo critério contábil GAAP, o lucro líquido saltou 60%, atingindo US$ 38,5 bilhões, impulsionado por um ganho não recorrente de US$ 10 bilhões relacionado à recapitalização da OpenAI.
O que esperar dos dividendos dessas 10 ações em 2026?
Quais ações da B3 podem seguir pagando bons dividendos em 2026?
Quais dividendos foram inflados por eventos não recorrentes e quais são mais sustentáveis?
O que esperar dos dividendos de bancos, telecom, varejo, indústria e holdings nos próximos anos?
Quais ações merecem atenção para quem busca renda passiva consistente no longo prazo?
E quais dividend yields altos podem enganar o investidor?
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No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com alta de +1,52%, atingindo 184.691 pontos e renovando, mais uma vez, sua máxima histórica.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou em leve queda de -0,01%, aos 6.978 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da Aura (AURA) dispararam 4% no pregão.
O movimento ocorreu após os contratos futuros do ouro avançarem mais de 4% na sessão e encerrarem acima da marca de US$ 5,3 mil por onça-troy, pela primeira vez na história, nesta quarta-feira (28).
O ativo foi impulsionado pela forte demanda por ativos de proteção, em meio à fraqueza estrutural do dólar e aos riscos geopolíticos no Oriente Médio.
Decisões de Juros no Brasil e Estados Unidos
Os principais bancos centrais mantiveram os juros inalterados nesta quarta-feira (28/01), em linha com o esperado pelo mercado.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa no intervalo entre 3,5% e 3,75%, refletindo uma economia ainda resiliente, com desemprego em 4,4% e inflação medida pelo PCE núcleo próxima de 3%, acima da meta.
As projeções indicam apenas um corte adicional de 0,25 p.p. em 2026.
No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% ao ano, na quinta reunião consecutiva de estabilidade.
O Banco Central indicou que, se o cenário se confirmar, pode iniciar a flexibilização já em março, mantendo, por ora, uma postura cautelosa diante dos riscos inflacionários e das incertezas fiscais.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (27/01):
Ibovespa renova recorde, Ferbasa (FESA4) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,79%, aos 181.919pontos, renovando mais uma máxima historíca.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,41%, fechando o dia nos 6.978pontos.
Entre os destaques de alta do dia, as ações da Ferbasa (FESA4) disparam +6% no pregão.
O movimento ocorre em um momento em que a empresa segue com fundamentos sólidos, baixo endividamento e forte geração de caixa, além de um cenário favorável para o ferrocromo, principal produto da companhia.
Aproveitando esse contexto, publicamos hoje um vídeo completo sobre a FESA4, em que analisamos a empresa, explicamos por que a ação segue barata, comentamos o potencial de crescimento e destacamos os principais pontos da tese.
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (26/01):
Ibovespa recua; CBA (CBAV3) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,08%, aos 178.720pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,50% no dia, fechando aos 6.950 pontos.
Entre os destaques de alta do dia, a CBA (CBAV3) disparou +4%, impulsionada pelo potencial de venda da companhia.
As ações seguem avançando, apesar de as negociações com a Emirates Global Aluminium (EGA) terem desacelerado, segundo fontes familiarizadas com o tema.
O processo continua competitivo, com a Aluminum Corporation of China (Chinalco) e um terceiro proponente mantendo negociações ativas para tentar chegar a um acordo.
Um anúncio pode ocorrer nos próximos dias ou semanas, embora ainda exista a possibilidade de as tratativas não avançarem.
A CBA e o Grupo Votorantim, que detém 69% da companhia, não comentaram, enquanto EGA e Chinalco não responderam aos pedidos.
As ações para ficar de olho essa semana: COGN3, SIMH3, AURA33, BBAS3, KEPL3, IRBR3, CBAV3, BMGB4, NFLX34, PTNT4, GUAR3
Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?
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Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?
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Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, reforçamos um ponto fundamental para qualquer investidor: não se deixar levar por oscilações pontuais de mercado.
Altas e quedas fazem parte da renda variável e, no curto prazo, são inevitáveis.
O que realmente está sob controle do investidor é a qualidade da carteira, a disciplina e o método adotado.
Quem investe com foco em fundamentos e visão de longo prazo tende a capturar bons resultados ao longo do tempo, independentemente do ruído momentâneo do mercado.
CENÁRIO MACROECONÔMICO E EXPECTATIVAS
A semana foi marcada por decisões relevantes de política monetária no Brasil e no exterior.
No cenário doméstico, a expectativa predominante foi de manutenção da taxa Selic, acompanhada de sinalizações que mantêm no radar a possibilidade de cortes ao longo de 2026.
Nos Estados Unidos, reforçamos a leitura de continuidade do processo de acomodação dos juros, em linha com uma inflação mais controlada e uma economia ainda resiliente.
Também chamamos atenção para a temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 de grandes empresas globais.
De forma geral, a expectativa segue positiva para as companhias que acompanhamos mais de perto, com números consistentes e boa geração de caixa.
MOVIMENTO DOS MERCADOS
Comentamos o desempenho recente dos principais ativos. O Ibovespa renovou máximas históricas, registrando uma das melhores semanas desde 2020.
O dólar manteve trajetória de enfraquecimento frente ao real, enquanto o Bitcoin passou por um período de correção e lateralização.
O ouro, por sua vez, seguiu em tendência de valorização e atingiu novos recordes em reais no início de 2026.
Reforçamos que movimentos de curto prazo não devem ser confundidos com mudanças estruturais. Volatilidade faz parte do processo de investir em ações.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Ao longo da análise, destacamos o desempenho das nossas Carteiras de Ações de Longo Prazo, que seguem entregando resultados consistentes mesmo em cenários desafiadores.
Um dos principais destaques foi a Carteira Dividendos+, que ultrapassou a marca de +600% de retorno desde 2017.
O foco da estratégia segue sendo a geração de renda recorrente, aliada ao crescimento patrimonial ao longo do tempo, com seleção criteriosa de empresas sólidas e bons pagadores de dividendos.
Esses resultados reforçam exatamente a nossa filosofia: não tentar prever o futuro, mas estar preparado para ele.
DESTAQUES DE QUEDA DA SEMANA
Entre os destaques negativos, comentamos sobre Netflix (NFLX) e Banco Mercantil (BMGB4).
No caso da Netflix, apesar de resultados operacionais sólidos, com crescimento relevante de receita, lucro e geração de caixa, o mercado reagiu com cautela diante de movimentos estratégicos que podem elevar o endividamento da companhia.
Mesmo empresas com bons fundamentos podem passar por períodos de volatilidade.
Já no Banco Mercantil, explicamos que o aumento de capital aprovado faz parte de um processo de reforço patrimonial.
Esse tipo de movimento é comum após fortes valorizações, ainda que gere pressão temporária nos preços.
DESTAQUES DE ALTA DA SEMANA
Entre os principais destaques positivos, comentamos sobre Cogna (COGN3), Simpar (SIMH3), Guararapes (GUAR3), Banco do Brasil (BBAS3), Aura (AURA33), CBA (CBAV3), Celesc (CLSC4), Kepler (KEPL3), IRB (IRBR3) e Pettenati (PTNT4).
A Cogna mostrou sinais de que o pior do ciclo pode ter ficado para trás, mas ainda exige cautela sob a ótica fundamentalista.
A Simpar apresentou melhora expressiva na estrutura de capital, com menor alavancagem em mais de uma década.
A Guararapes segue avançando em eficiência e governança após um período difícil.
No setor bancário, destacamos a forte alta do Banco do Brasil, mas avaliamos o payout anunciado como abaixo do ideal, mantendo preferência por bancos com maior previsibilidade de retorno.
AURA E O CICLO DO OURO
Reforçamos o desempenho expressivo da Aura (AURA33), impulsionado por fundamentos sólidos, aumento de produção, redução de custos e um cenário favorável para o ouro.
Comentamos que a possível inclusão da companhia em índices globais pode aumentar a visibilidade e a liquidez, mas o principal segue sendo a execução operacional e a geração de valor no longo prazo.
CBA, ENERGIA E INDÚSTRIA
No caso da CBA (CBAV3), a valorização recente ocorre em um contexto de recuperação gradual do preço do alumínio.
Os fundamentos seguem atrativos, e a reprecificação vem à medida que os resultados operacionais se refletem no mercado.
Comentamos também sobre a Celesc (CLSC4), com anúncios de redução de custos e venda de ativos, e sobre a Kepler (KEPL3), que segue descontada mesmo com avanço na atuação internacional.
Já o IRB (IRBR3) atravessa um processo consistente de recuperação operacional e financeira, com expectativa de retomada gradual da lucratividade no médio prazo.
EVENTOS CORPORATIVOS ESPECÍFICOS
Por fim, comentamos o caso da Pettenati (PTNT4), que avançou no processo de saída de bolsa via OPA.
Situações como essa exigem acompanhamento próximo, pois representam eventos específicos para investidores já posicionados.
CONCLUSÃO
Investir bem exige separar preço de fundamento, ruído de informação de análise e curto prazo de visão estrutural.
Semanas de forte alta ou queda não definem a qualidade de uma carteira.
O investidor que mantém método, disciplina e foco em empresas sólidas tende a atravessar diferentes ciclos de mercado com mais tranquilidade e consistência nos resultados.
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