Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (24/07):
Principais Bolsas
No pregão desta quinta-feira, os principais mercados globais fecharam em direções opostas.
No Brasil, o Ibovespa recuou –1,15%, aos 133.807 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,07%, encerrando o dia aos 6.363 pontos.
Tensões comerciais seguem no radar; Tesla decepciona e Google surpreende
O dia foi marcado pela continuidade das preocupações com o cenário macro global, especialmente sobre as tarifas comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
Apesar de o assunto já estar na mesa há alguns dias, novas declarações dos presidentes Trump e Lula mantiveram o tema bem vivo para os investidores.
Trump reforçou que as tarifas, que devem começar a valer em 1º de agosto, podem atingir o Brasil com a alíquota máxima, entre 15% e 50%.
Lula, por sua vez, disse que o país está aberto ao diálogo, mas sem abrir mão da soberania nacional.
O governo brasileiro está pensando em medidas emergenciais para reduzir os impactos e ainda articula uma missão diplomática para Washington, tentando adiar essas tarifas.
No campo corporativo, o destaque ficou para os resultados da Alphabet (Google) e da Tesla.
A Alphabet surpreendeu positivamente, com receita de US$ 96,4 bilhões no segundo trimestre — alta de 14% em relação ao mesmo período do ano passado — puxada principalmente pelo Google Cloud.
O lucro líquido subiu 19%, chegando a US$ 28,2 bilhões, e a empresa investiu pesado em inteligência artificial e infraestrutura.
Já a Tesla veio fraca. A receita caiu 12% e o lucro operacional despencou 42% na comparação anual, pressionado pela queda nas entregas, recuo no preço médio dos veículos e impacto das tarifas.
A margem operacional caiu para apenas 4,1%, refletindo também os custos elevados com pesquisa e desenvolvimento.
Aqui no Brasil, a temporada de resultados segue mais devagar, com expectativa de aceleração a partir da próxima semana.
Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem para 217 mil: dados reforçam estabilidade no mercado de trabalho e adiam cortes de juros pelo Fed. Saiba mais.
Raízen (RAIZ4): vende 55 usinas de geração distribuída por R$ 600 milhões. Companhia avança em desinvestimentos para focar em ativos core e reduzir dívida. Saiba mais.
IRB (IRBR3): sobe após lucro de R$ 38,9 milhões em maio. Resultado de underwriting dobrou e índice de sinistralidade recuou. Saiba mais.
Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (23/07):
Principais Bolsas
No pregão desta quarta-feira, os principais mercados globais fecharam no “azul”.
No Brasil, o Ibovespa avançou +0,99%, aos 135.368 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,78%, encerrando o dia aos 6.358 pontos.
Bolsas sobem com avanços em negociações tarifárias e WEG divulga resultados
Esta quarta-feira foi marcada por um forte desempenho positivo das bolsas globais, com altas generalizadas na Ásia, Europa, Estados Unidos e Brasil.
O otimismo veio principalmente de avanços nas negociações comerciais envolvendo os Estados Unidos.
Pela manhã, foi anunciado um acordo com o Japão que prevê investimentos bilionários no território norte-americano e a aplicação de tarifas recíprocas de 15%, abaixo das anteriormente previstas.
Já no fim da tarde, surgiram rumores de que EUA e União Europeia estariam próximos de um entendimento para adotar modelo semelhante, evitando o aumento de tarifas para 30% que entraria em vigor em agosto.
O ambiente mais favorável ajudou a sustentar o apetite por risco ao longo do pregão.
No cenário corporativo, o destaque no Brasil foi a divulgação dos resultados da WEG (WEGE3).
Apesar dos números ainda sólidos — com lucro líquido de R$ 1,59 bilhão e receita de R$ 10,2 bilhões no 2T25 — as ações chegaram a cair mais de 5% durante o dia, refletindo a frustração do mercado com a desaceleração no ritmo de crescimento.
O desempenho foi sustentado especialmente pelo mercado externo, enquanto no Brasil houve impacto negativo da menor demanda por projetos de energia eólica e investimentos industriais em ritmo mais lento.
Nos Estados Unidos, os investidores seguem à espera da divulgação dos resultados de Tesla e Alphabet, que acontecem após o fechamento do mercado.
Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (18/07):
Principais Bolsas
No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em -1,61%, aos 133.381 pontos. No acumulado da semana, o Ibov recuou -2,06%.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 apresentou uma leve baixa de -0,01%, aos 6.296 pontos. Considerando a variação semanal, o S&P avançou +0,67%.
O que esperar dos resultados de BBAS3, BBDC4, ITUB4 e SANB11?
Na próxima semana, começaremos a temporada de resultados do segundo trimestre de 2025.
Dentre as empresas/setores mais aguardados, os grandes bancos se destacam – especialmente após os fracos resultados do Banco do Brasil (BBAS3) no primeiro trimestre.
Falando em Banco do Brasil, a perspectiva é de mais resultados ruins. Porém, quem é acionista do banco vai ter que aguardar até o dia 13/08 para conhecer os números.
Antes, no dia 05/08, o Itaú (ITUB4) deverá anunciar os melhores resultados dentre os bancões.
Já Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4) anunciarão seus resultados ainda no mês de julho, em 30/07.
Pensando em quem já possui ou está de olho nas ações dessas empresas, preparei um vídeo comentando o que esperamos dos resultados de cada um deles.
Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (17/07):
Principais Bolsas
No pregão desta quinta-feira, os principais mercados globais fecharam no “azul”.
No Brasil, o Ibovespa avançou +0,04%, aos 135.564 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,54%, encerrando o dia aos 6.297 pontos.
IOF volta ao radar no Brasil; dados fortes de emprego e consumo movimentam os EUA.
Por aqui, o grande destaque do dia foi a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que acabou restabelecendo parte do decreto do governo Lula que aumentava as alíquotas do IOF.
A maior parte das mudanças segue valendo, como a alíquota de 3,5% para envio de dinheiro ao exterior e compra de moeda em espécie.
A única exceção ficou para as operações de risco sacado, que continuam isentas.
A decisão tem efeito retroativo desde o dia 11 de junho — e isso, como era de se esperar, gerou uma reação bem negativa do mercado.
Especialmente porque reacende o risco de cobrança de impostos em operações que já foram feitas.
Lá fora, os dados econômicos dos EUA vieram bem acima do esperado.
Os pedidos de seguro-desemprego caíram para 221 mil (contra os 234 mil esperados) e as vendas no varejo subiram 0,6% em junho, bem acima da projeção de 0,2%.
Esses números só reforçam o que a gente já vem falando: a economia americana segue mostrando força, com destaque para o mercado de trabalho e o consumo.
No lado das empresas, o grande nome do dia foi a TSMC. A empresa divulgou um resultado forte no segundo trimestre, com lucro crescendo 60,7% e uma demanda altíssima por chips voltados à inteligência artificial.
Já na bolsa brasileira, o pregão foi mais morno. Poucas novidades do lado corporativo e o mercado ainda digerindo os desdobramentos do IOF.
Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (16/07):
Principais Bolsas
No pregão desta quarta-feira, os principais mercados globais fecharam no “azul”.
No Brasil, o Ibovespa avançou +0,19%, aos 135.510 pontos. Com essa leve alta, foi evitada a oitava queda seguida do Ibov.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,32%, encerrando o dia aos 6.263 pontos.
WEGE3 dispara quase 4%
Dentre os destaques de alta, as ações da WEG (WEGE3) subiram +3,66%, cotadas a R$ 41,12. Esse preço é a mesmo de 2021.
Pergunto: o que mudou na empresa para justificar isso?
Exatamente nada!
O “mercado” pode até tentar encontrar alguma “desculpa”, mas a verdade é que a empresa continua muito bem (até melhor do que há 4 anos) e com excelentes perspectivas de crescimento.
Esse grande período de “lateralidade” pode até deixar o investidor desconfortável, mas é normal – e acontecerá com qualquer ação (por melhor que seja a empresa).
Por óbvio, WEGE3 é COMPRA.
Não basta investir, é preciso investir bem
No resumo de ontem, escrevi a respeito dos ETFs de ações (BOVA11, SMAL11, DIVO11, IVVB11) e como, apesar da grande popularidade, esses investimentos são bastante questionáveis.
Inclusive, indiquei que fosse assistido o vídeo que fiz comentando sobre o tema — para quem não assistiu, basta acessar aqui.
Um comentário no vídeo me chamou a atenção e, como é bastante pertinente, vou aproveitar este espaço para respondê-lo:
Minha resposta:
Olá, tudo bem?
A taxa de administração de um ETF, como o SMAL11, é de 0,5% ao ano. Em uma carteira de R$ 100.000, por exemplo, o custo seria em torno de R$ 500 ao ano.
Nossa assinatura, onde disponibilizamos a Carteira de Small Caps, custa R$ 311 ao ano — ou seja, o “custo” da Capitalizo é inferior ao do ETF.
Além disso, R$ 100.000 investidos na nossa Carteira de Small Caps, desde o seu início, teriam se transformado em R$ 700.000. Já quem comprou SMAL11 teria apenas R$ 152.000.
Na verdade, o que “corrói a rentabilidade” é investir mal.
Você sabia que não é preciso manter todos os seus investimentos expostos apenas ao mercado brasileiro?
É possível investir no exterior incluindo na sua carteira empresas ou ativos com lastro internacional.
Assim, torna-se viável participar dos lucros de grandes companhias que não têm sede no Brasil — ou até mesmo de brasileiras que, por algum motivo, optaram por abrir capital no exterior.
Existem diversas alternativas para quem deseja diversificar em outros países sem sair do Brasil.
Então, que tal saber um pouco mais sobre o assunto?
Neste conteúdo, você verá os motivos pelos quais pode ser interessante fazer escolhas internacionais e também conhecerá algumas maneiras de colocar esta estratégia em prática e diversificar seu portfólio. Confira!
Por que vale a pena investir em ações internacionais?
Existem algumas razões significativas para pensar em adquirir ações internacionais. Uma delas é a possibilidade de diversificar e diluir ainda mais os riscos da sua carteira.
O ideal é que eles sejam diversificados ainda no mercado nacional – e que as ações internacionais sejam um complemento dessa estratégia.
Por exemplo, investindo em empresas de setores diferentes na bolsa brasileira você evita se expor apenas ao risco de uma mesma companhia ou setor de atuação.
Entretanto, a diversificação fica limitada se o investidor opta por ter apenas ativos brasileiros.
Afinal, a carteira que está ligada a um só país e acaba ficando vulnerável às oscilações causadas por acontecimentos que impactam ambiente interno.
A diversificação em ações internacionais permite encontrar maior equilíbrio, pois alguns investimentos não estão diretamente relacionados ao Brasil.
Além disso, realizar investimentos estrangeiros pode ser interessante para obter maiores resultados — como no caso de investir em grandes empresas internacionais.
Muitos países têm economias e bolsas de valores mais dinâmicas do que a nossa.
Vale destacar, ainda, que países com economias mais estruturada e forte costumam apresentar maior resiliência em crises e se recuperam mais rapidamente.
Logo, uma carteira internacional também lhe favorece nesse ponto. Por exemplo, veja o gráfico abaixo:
Ele ilustra, justamente, esse ponto. De setembro de 2020 a dezembro de 2024, o índice americano rendeu 93,18% contra a valorização de 27,80% do Ibovespa.
Ou seja, enquanto aqui no Brasil ainda estávamos passando por uma crise, o mercado americano (representado pelo S&P500) já estava se recuperando.
Essa é a importância de ter investimentos fora do país.
Como investir em empresas estrangeiras no Brasil?
Você ainda não sabia que é possível investir em ações internacionais no Brasil? Na verdade, existem várias opções.
Uma alternativa para fazer investimentos diretamente nas bolsas internacionais é abrir uma conta em instituições do exterior.
Contudo, ela pode não ser a melhor opção, já que envolve extensa burocracia e custos.
Abrir uma conta no exterior significa que você precisa seguir as regras de dois países.
Afinal, é preciso cumprir a lei brasileira e também conhecer as normas do outro local. Também há questões tributárias próprias — além de eventuais dificuldades em relação ao idioma e ao câmbio.
A boa notícia é que existem opções melhores aqui mesmo, no mercado brasileiro.
Na própria B3 você pode ter acesso a investimentos com lastro internacional e consegue participar dos resultados de empresas estrangeiras. Confira como fazer isso!
ETFs expostos a índices do exterior
O ETF ou Exchange-traded fund é um tipo de fundo de investimento que visa replicar determinados índices econômicos.
Um exemplo bastante popular entre brasileiros é o fundo que replica o Índice Ibovespa — indicador central da bolsa de valores do Brasil.
Entretanto, não são apenas os índices brasileiros que figuram como protagonistas dos ETFs.
Também existem fundos de índices que focam em replicar indicadores internacionais. É o caso do ETF que tem como objeto o S&P 500 — índice que reúne 500 das maiores empresas listadas nos EUA.
Assim, ao adquirir cotas de um ETF desse tipo – como o SPXI11 – você se expõe ao mercado norte-americano e associa sua carteira de investimentos ao maior ambiente de renda variável do mundo.
Ou seja, os ETFs criam a possibilidade de se expor ao mercado internacional sem muitas burocracias, podendo investir diretamente pela B3.
Mas, também vale lembrar que dada a administração passiva desse tipo de fundo, no longo prazo eles tendem a ter uma rentabilidade menor.
Fundos de investimento com exposição internacional
Os fundos de investimentos, especialmente os de ações e os multimercados, também podem apresentar exposição a ações internacionais no seu portfólio.
Ainda que mantenham parte significativa de seus ativos no Brasil, uma porcentagem pode estar ligada a outros países.
Então, eles representam mais uma forma de você ter lastro em ativos internacionais sem sair do Brasil e sem precisar enfrentar a burocracia de abrir uma conta no exterior. Basta adquirir as cotas dos fundos de sua preferência.
Cada fundo de investimento tem uma lâmina com as informações básicas.
A partir dela, o investidor consegue saber qual é a estratégia utilizada pela gestão e como se dá a exposição a outros mercados. Também é possível avaliar qual é o nível de risco do fundo.
BDRs e Stocks
Uma alternativa válida para diversificar sua carteira em ações internacionais é por meio dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts).
Eles são certificados de ações que têm lastro em ativos de companhias estrangeiras — ou brasileiras que abriram capital no exterior.
Originalmente, as ações são negociadas em bolsas de valores de outros países (como as bolsas norte-americanas).
Então, instituições financeiras do Brasil adquirem os papéis internacionais e vendem na bolsa brasileira os certificados lastreados neles.
Para servir de exemplo, confira o retorno das BDRs da Apple (AAPL34) que, nos últimos 5 anos, acumularam ganhos de 454,62% contra apenas 27,80% do Ibovespa.
Já as Stocks são as ações das empresas americanas listadas nas próprias bolsas dos Estados Unidos.
Basicamente, elas funcionam da mesma forma que aqui no Brasil. A grande diferença é a enorme liquidez que abrange todo o mercado americano, que não seria diferente no mercado acionário.
Ou seja, para investir diretamente nas Stocks, você precisa abrir uma conta numa corretora dos EUA e fazer o câmbio do seus aportes para dólar sempre que for comprar alguma Stock.
Vale lembrar que ter dinheiro fora do país envolve fazer a declaração do IR tanto aqui no Brasil como lá nos Estados Unidos.
Conclusão
Neste post, você conheceu as quatro principais formas de se expor a ações internacionais sem sair da bolsa de valores brasileira.
Investir por meio dessas alternativas é prático e reduz riscos, pois não é necessário lidar com as complexidades de instituições estrangeiras.
No entanto, lembre-se de que essas opções fazem parte da renda variável, sendo mais adequadas para investidores de perfil moderado ou arrojado.
Entender os riscos de cada alternativa é fundamental antes de tomar qualquer decisão.
Se você deseja diversificar sua carteira com as melhores recomendações, conheça a assinatura Carteiras Capitalizo!
Com ela, você terá acesso a uma gama completa de títulos de renda fixa, fundos de investimento e ações nacionais e internacionais, para construir sua carteira de longo prazo com base nas análises de nosso time.
Além disso, você poderá investir em ações internacionais e nos melhores fundos multimercados e internacionais, com ativos e lastros no exterior, ajudando a potencializar seus ganhos.
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