Setor de Varejo: análise e ações das empresas na B3

Setor de Varejo

O setor de varejo é um dos segmentos da bolsa que detém como forte característica a ciclicidade. O chamado consumo cíclico está relacionado a produtos classificados como não essenciais, ou seja, que na sua grande maioria as pessoas conseguem viver sem. E, pelo menos, que este ocorra de forma pontual, sem exageros.

Por conta disso, esse consumo tende a aumentar em momentos mais prósperos da economia, onde há maior fomento à demanda destes produtos. Neste caso, o contrário também se torna verdadeiro. Em cenários de crise, o consumo desaquece e atinge diretamente os resultados do setor de varejo.

Outro ponto que merece ser considerado está relacionado com o grau relativamente alto de concorrência existente. Algo que, de certa forma, atinge a capacidade de geração de margens mais robustas, em meio à maior competição de preços e menor seletividade do consumidor na hora da compra. As menores margens, combinadas a momentos de crise ou desaquecimento econômicos, podem culminar também em maior pressão nos resultados do setor.

Dentre as empresas ligadas ao setor de varejo, e com ações negociadas em nossa bolsa, destacamos seis: Magazine Luiza (MGLU3), Via (VIIA3), Lojas Renner (LREN3), Marisa (AMAR3), Arezzo (ARZZ3) e Grupo Soma (SOMA3).

Abaixo separamos um breve resumo de cada uma destas empresas e de seus últimos resultados apresentados.

MAGAZINE LUIZA (MGLU3)

O Magazine Luiza é uma das maiores rede de varejo de eletrônicos e móveis, com mais de 60 anos de experiência no mercado. Atualmente, a Magazine Luiza opera com mais de 1.100 lojas físicas, além de sua crescente plataforma de e-commerce.

No 3T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 8,6 bilhões, com acréscimo de 3,7% em relação ao 3T20. As vendas totais cresceram 12% no período, com destaque para a alta de 22% do e-commerce, atingindo R$ 10,0 bilhões em vendas. O principal destaque ficou com o marketplace, que registrou alta de 67%, totalizando mais de 300% nos dois últimos anos.

A empresa reportou Ebitda de R$ 134,8 milhões no 3T21, representando decréscimo de 75,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 1,6%, com perda de 5,0 p.p. em comparação ao 3T20. Destaque negativo para a perda de margem bruta, dado o aumento considerável dos custos de produtos vendidos.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 143,5 milhões no 3T21, sendo 30,3% menor que o lucro reportado no 3T20. A margem líquida ficou em 1,7%, representando perda de 0,8 p.p. na comparação anual.

VIA VAREJO (VVAR3)

A Via foi fundada em 2010, com o nome Globex Utilidades, após a associação das Casas Bahia, pertencente à família Klein, e do Pontofrio, de propriedade até então do Grupo Pão de Açúcar. Atualmente, a Via opera mais de 1060 lojas distribuídas em quase todas as regiões do Brasil (exceção na região Norte), sendo aproximadamente 216 lojas da Pontofrio e 845 das Casas Bahia.

Para o 4T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 8,1 bilhões, com decréscimo de 14,2% em relação ao 4T20. A regressão da receita é explicada pela queda de 26% na receita das lojas físicas no 4T21 que não foi totalmente compensada pelo desempenho positivo da receita online de 6,6%.

A empresa reportou Ebitda Ajustado de R$ 734,0 milhões no 4T21, representando um acréscimo de 6,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda Ajustada foi de 9,0%, com ganho de 1,8 p.p. em comparação ao 4T20. Destaque para a manutenção da margem bruta da empresa no período.

A companhia reportou lucro líquido contábil de R$ 29,0 milhões no 4T21, representando queda de 91,4% em relação ao 4T20. A margem líquida registrada foi de 0,4% no período.

LOJAS RENNER (LREN3)

A Lojas Renner S.A. é a maior varejista de moda do Brasil, presente em todas as regiões do país por meio das lojas físicas da Renner, e também pela presença das outras marcas controladas pela empresa, a Camicado, do segmento de casa e decoração, e a Youcom, especializada em moda jovem. A companhia opera ainda com a Realize CFI, que apoia o negócio de varejo, através da oferta e gestão de produtos financeiros.

Para o 3T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 2,4 bilhões, com acréscimo de 43,5% em relação ao 3T20. A evolução em mesmas lojas foi de 39,5%, as vendas digitais subiram 8,2% e a penetração de vendas online ficou 7,6% acima do período pré-pandemia, chegando a 12,2%.

A empresa reportou Ebitda Ajustado de R$ 277,8 milhões no 3T21, revertendo o Ebitda negativo mostrado no mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ajustada foi de 11,7%, com ganho de 14,0 p.p. em comparação ao 3T20.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 172,0 milhões no 3T21, revertendo o prejuízo líquido de um ano antes. Além da melhora operacional, destaque para a grande evolução no resultado de serviços financeiros.

LOJAS MARISA (AMAR3)

A Marisa é a maior rede de moda feminina e lingerie do Brasil. A Companhia desenvolve e comercializa sob sua marca corporativa “Marisa” uma ampla variedade de produtos de qualidade a preços atrativos.

Para o 3T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 530,1 milhões, com acréscimo de 18,7% em relação ao 3T20. A performance de vendas do canal físico continuou sendo impactada pela redução no fluxo em lojas. Como ponto positivo, vale destacar a performance de vendas no mês de agosto.

A empresa reportou Ebitda de R$ 73,0 milhões no 3T21, revertendo o Ebitda negativo obtido no mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 13,8% com ganho de 19,2 p.p. em comparação ao 3T20. Destaque para o ganho de 8,7 p.p. de margem bruta no período.

A companhia reportou lucro líquido de R$ 44,4 milhões no 3T21, revertendo o prejuízo líquido reportado no 3T20. O resultado reflete principalmente a melhora operacional da companhia, como comentado.

AREZZO (ARZZ3)

A Arezzo é líder no setor de calçados, bolsas e acessórios femininos no Brasil. Com 47 anos de história, comercializa atualmente mais de 13,5 milhões de pares de calçados por ano, além de bolsas e acessórios. Possui sete marcas: Arezzo, Schutz, Anacapri, Alexandre Birman, Fiever, Alme e Vans.

Para o 4T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 1,1 bilhão, com acréscimo de 69,6% em relação ao 4T20. O resultado é reflexo da boa performance do canal de lojas próprias e pelo mix de produtos favoráveis nas operações norte-americanas.

A empresa reportou Ebitda de R$ 175,3 milhões no 4T21, representando acréscimo de 43,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 16,0%, com perda de 2,0 p.p. em comparação ao 4T20. As margens ficaram mais pressionadas devido ao aumento de despesas operacionais, ainda que a margem bruta tenha apresentado alta de 4,9 p.p.

A companhia reportou lucro líquido ajustado de R$ 103,9 milhões no 4T21, sendo 32,8% maior que o lucro reportado no 4T20. A margem líquida ficou em 10,1%, representando perda de 2,8 p.p. na comparação anual.

GRUPO SOMA (SOMA3)

O Grupo Soma é resultado da fusão entre duas grandes marcas em 2010, a Animale e a Farm. Desde então, a companhia vem agregando diversas outras marcas importantes em suas operações, como Off Premium, Maria Filó, Dzarm, Fábula e, mais recentemente, a Hering.

Para o 3T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 714,3 milhões, com acréscimo de 149,8% em relação ao 3T20. Além da incorporação dos resultados da Hering, destaque para a evolução das vendas no critério mesmas lojas, com o varejo físico impulsionado pela captação de novos clientes, mesmo que excluindo os efeitos da Hering.

A empresa reportou Ebitda Ajustado de R$ 142,0 milhões no 3T21, representando acréscimo de 676,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 19,9%, com ganho de 13,5 p.p. em comparação ao 3T20.

A companhia reportou lucro líquido ajustado de R$ 97,2 milhões no 3T21, sendo 342,7% maior que o lucro reportado no 3T20. A margem líquida ficou em 13,5%, representando ganho de 5,9 p.p. na comparação anual. O resultado foi impulsionado principalmente pela melhora operacional citada.

COMPARATIVO DE INDICADORES

Realizamos um estudo comparativo de alguns indicadores dos ativos, o qual é mostrado na tabela abaixo.

Em relação ao pagamento de proventos, a ação em destaque é a Lojas Renner (LREN3), que além do Dividend Yield mais elevado, tem um bom histórico de pagamento de dividendos. Via (VIIA3) e Marisa (AMAR3), em função dos prejuízos acumulados, não pagaram dividendos nos últimos 12 meses.

Em relação ao P/L e P/VPA, e mesmo considerando a queda recente das ações, Lojas Renner (LREN3), tem múltiplos mais elevados, especialmente quando comparamos com Marisa e Grupo Soma (que atuam em segmentos semelhantes). Isso mostra como o mercado precifica Renner como a melhor empresa do setor de vestuário. A mesma precificação diferenciada é possível ser percebida em relação a Magazine Luiza (MGLU3), que é uma das grandes referências em varejo no país.

Finalmente, em termos de Retorno sobre o Patrimônio (ROE), mesmo com os efeitos da atual crise, fica evidenciada a qualidade da Arezzo, por exemplo, em relação a qualidade da gestão e execução dos seus negócios.

RETORNO DAS AÇÕES EM 12 MESES

Os gráficos abaixo apresentam a valorização das ações das companhias citadas, em comparação com a rentabilidade do índice Bovespa, para os últimos 12 meses.

Vale a pena investir no setor?

As ações do setor de varejo fazem parte das nossas recomendações de curto e de longo prazos. Por se tratar de um setor muito sensível às mudanças na economia, o acompanhamento das empresas de varejo deve ser muito mais próximo e o monitoramento deve ser feito de maneira constante. Porém, existem excelentes oportunidades no setor e entendemos que a presença de empresas varejistas em uma carteira de ações faça todo o sentido, também considerando companhias do exterior.

Inclusive, em nossa Carteira de Micro e Small Caps, existem boas oportunidades de empresas do varejo. Confira o desempenho acumulado desde 2017 deste portfólio que é focado em pequenas e médias empresas:

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Fonte das Informações: Economática

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Analistas Responsáveis

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Ações para a vida toda: o que fazer quando o mercado cai?

Ações para a vida toda

Escolher as melhores ações para compor uma carteira nem sempre é uma tarefa fácil. Em alguns casos companhias que pareciam boas, não eram seja em função de mudanças no mercado ou nas próprias empresas.

Porém, existem negócios que possuem muitas vantagens competitivas, que conseguem se adaptar às mudanças dos mercados e são geridos por excelentes profissionais o que colabora para a valorização das ações. Quando se identifica esse tipo de empresa, o que um investidor de longo prazo deveria fazer é comprar e manter o máximo de tempo possível em carteira.

Logicamente, nenhuma empresa conseguirá manter seus negócios crescendo bem ou gerando lucros todos os anos. Qualquer empresa têm anos bons e ruins e nem mesmo ótimas companhias fogem a essa regra. Justamente nos momentos ruins, as ações dessas empresas costumam cair muito forte: baixas de 20%, 40% ou até mais são comuns. Sabemos que nesses momentos, o ideal é ter paciência e aguardar a recuperação – ou até mesmo aproveitar para comprar mais ações.

Na teoria parece fácil, mas por que muitos investidores diante de ótimas oportunidades não as aproveitam?

Infelizmente, o principal motivo é que boa parte dos investidores, em função de ruídos de curto prazo e movimentos de baixa, são levados a crer que as empresas não vão prosperar e que os preços das ações não vão mais subir.

Nesse momentos, muitos investidores vendem sua ações, quando na verdade deveriam manter ou comprar mais.

O que faz uma ação subir no longo prazo?

No longo prazo, quanto mais uma empresa gerar lucro e entregar retorno aos seus acionistas, maior a probabilidade da ação dessa empresa subir. Afinal, todos querem ser sócio de uma empresa que cresce e aumenta, ao longo dos anos, o pagamento de dividendos.

Quando falamos em longo prazo, na verdade, estamos dizendo “sem prazo definido”. Então, como não é possível quantificar o tempo que levará para uma ação subir, investiremos no mercado de ações apenas os valores que não temos necessidade de utilizar.

O que faz as ações caírem?

Se no longo prazo o que faz uma ação subir é o crescimento de lucros e retornos para seus acionistas, caso a empresa não cresça, suas ações dificilmente valorizarão ao longo dos anos.

Dessa forma, temos:

Ações que geram lucros crescentes = probabilidade de alta em longo prazo

Ações que não geram lucros = probabilidade de baixa em longo prazo

E no curto prazo, essa lógica funciona?

Se, no longo prazo, as coisas parecem mais “controláveis” ou “previsíveis”, no curto prazo, a lógica não costuma aparecer. Mesmo uma empresa que gera lucros pode ter as ações desvalorizadas. Da mesma forma, uma empresa que tenha prejuízos, pode ter suas ações super valorizadas.

Como costumamos falar, no curto prazo o mercado é “maníaco-depressivo”. E quem procurar uma resposta lógica a cada movimento de alta ou de baixa poderá perceber que esse exercício pode ser uma grande perda de tempo.

Além disso, fatores que podem nem influenciar nos resultados da empresa, como guerras, eleições ou mesmo um tweet de alguém importante, podem trazer muita volatilidade às ações.

Sendo assim, muitas vezes as ações de uma empresa caem sem seus lucros sequer serem afetados. Ou mesmo que os lucros sejam afetados, as ações caem tanto que parece que a empresa nunca mais terá lucros novamente.

Para comprovar a nossa “Teoria dos Mercados Maníaco-depressivos”, tomemos as ações da Lojas Renner (LREN3) como exemplo. Abaixo, selecionamos os períodos em que tivemos fortes quedas das ações e também os longos períodos em que as ações pouco subiram.

Ações da Lojas Renner (LREN3)

Setembro/2006 até Novembro/2008: as ações caíram mais de 53%

Dezembro/2007 até Novembro/2008: as ações caíram mais de 72%

Março/2006 até Março/2009: as ações subiram apenas 1%

Agosto/2010 até Março/2014: as ações subiram apenas 0,88%

Agosto/2010 até Dezembro/2011: as ações caíram mais de 30%

Maio/2013 até Fevereiro/2014: as ações caíram mais de 30%

Janeiro/2013 até Fevereiro/2016: as ações subiram apenas 1,55%

Julho/2015 até Fevereiro/2016: as ações caíram mais de 30%

Agosto/2016 até Dezembro/2016: as ações caíram mais de 20%

Julho/2016 até Setembro/2018: as ações subiram apenas 7%

Dezembro/2017 até Setembro/2018: as ações caíram mais de 20%

Outubro/2017 até Abril/2019: as ações subiram apenas 8%

Janeiro/2020 até Março/2022: as ações caíram mais de 56%

Valeu a pena investir em Lojas Renner (LREN3)?

Apenas olhando os números acima, você acreditaria que LREN3 foi uma das ações que mais renderam no longo prazo? Pode não parecer, mas veja a alta de LREN3 desde 2005:

De julho de 2005 até março de 2022, as ações LREN3 (linha verde) tiveram alta de incríveis 2.944%, enquanto o Ibovespa (linha cinza) subiu pouco mais de 350%.

O que fazer quando o mercado cai forte?

Sabemos que, recentemente, a Renner teve seus resultados afetados em função do coronavírus, que foi o responsável pelo fechamento das suas lojas. Porém, conforme dito anteriormente, será que a empresa nunca mais vai voltar a performar bem?

A queda de mais de 56% entre Janeiro de 2020 e marco de 2022 não parece uma boa oportunidade não só para manter as ações em carteira, como também para comprar mais?

Na nossa avaliação, nos casos de empresas como Lojas Renner, uma queda brusca das ações pode gasificar sim uma ótima oportunidade para o longo prazo.

Entretanto, não devemos esquecer que algumas ações caem justamente porque seus negócios são ruins ou estão se deteriorando. Nesses casos, nem sempre queda é sinônimo de oportunidade. E por isso é muito importante montar uma carteira de ações seguindo uma boa estratégia e acompanhando de perto as empresas.

Em momentos de queda do mercado, tenha calma e não aja por impulso, por mais desconfortáveis que esses movimentos possam parecer. O investidor que tem estratégia e paciência costuma ser recompensado no longo prazo.

Conte com a gente nessa jornada e tenha ações para a vida toda.

Um abraço e bons investimentos

Tiago

Desempenho histórico da Carteira Tiago Prux

Desde 2017, a Carteira Tiago Prux entrega resultados bem acima dos principais índices do mercado. Em 2021, a Carteira Tiago Prux subiu +31%, enquanto o Ibovespa caiu 12% e o S&P 500 subiu 27%. Abaixo, segue o desempenho ano a ano, desde 2019:

Confira também o desempenho desde Julho de 2017:

E você, quer receber as melhores recomendações de ações para o longo prazo?

A Carteira Tiago Prux tem o objetivo de seguir uma Estratégia Buy & Hold,por meio de investimentos basicamente em Ações (internacionais e brasileiras), utilizando os conceitos de investidores reconhecidos como Warren Buffett e Peter Lynch.

Atualmente, 90% da Carteira é composta por ações de empresas internacionais ou empresas brasileiras que também têm receita no exterior. Dessa forma, é uma Carteira de Ações verdadeiramente global. Além disso, a Carteira utiliza duas Estratégias que têm trazido ganhos extras, menor volatilidade e mais rentabilidade ao portfólio:

Proteção de Carteira: caso seja necessário, teremos recomendações de venda de ações ou utilizaremos Opções para a Proteção de Carteira.

Venda (short) de Ações: podemos utilizar a venda de ações para termos mais recursos para financiar a compra de outros ativos com maior potencial.

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Analistas Responsáveis

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