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Tiago Prux

Você sabe como investir nos Estados Unidos?

13/05/2026 Por Tiago Prux
dolares e bandeira dos eua e1585929670178 (1)

Investir nos Estados Unidos não se resume apenas à diversificação internacional. Essa também é uma forma eficiente de proteção patrimonial e de redução da exposição ao chamado “risco Brasil”.

Além disso, investir no exterior permite que o investidor tenha acesso a setores ainda pouco desenvolvidos no mercado brasileiro, como tecnologia, inovação, saúde, inteligência artificial, semicondutores e outros segmentos de maior peso na economia americana.

A seguir, reunimos os principais mercados, bolsas, índices e produtos que permitem investir nos Estados Unidos.

MERCADOS, BOLSAS E ÍNDICES

NYSE — New York Stock Exchange

Fundada em 1792, em Nova York, a NYSE é a bolsa mais antiga e tradicional do mundo. Nela, são negociadas ações de grandes empresas de setores como financeiro, industrial, saúde, energia e consumo.

Atualmente, a NYSE é considerada a maior bolsa do mundo, com valor de mercado próximo de US$ 31 trilhões e volume diário de negociação superior a US$ 200 bilhões.

NYMEX — New York Mercantile Exchange

A NYMEX é o maior mercado físico de negociação de contratos futuros e opções de commodities do mundo. A bolsa é especializada principalmente em produtos energéticos, como petróleo WTI e gás natural.

Localizada em Manhattan, faz parte do CME Group e exerce papel relevante na formação de preços de importantes recursos negociados globalmente.

NASDAQ

Criada em 1971, a Nasdaq foi a primeira bolsa totalmente eletrônica do mundo. Ela se consolidou como o principal ambiente de negociação das grandes empresas de tecnologia e inovação.

Com valor de mercado próximo de US$ 38 trilhões, a Nasdaq é hoje uma das principais referências globais para acompanhar empresas ligadas à nova economia.

S&P 500

O S&P 500 funciona como um dos principais termômetros do mercado americano. O índice reúne 500 das maiores empresas dos Estados Unidos e é amplamente utilizado como referência para medir o desempenho da bolsa americana.

Quando o S&P 500 apresenta bom desempenho, normalmente o mercado global também tende a reagir de forma mais positiva.

Dow Jones

O Dow Jones é um dos índices acionários mais antigos do mundo. Foi criado por Charles Dow e Edward Jones, fundadores do Wall Street Journal.

O índice reúne 30 empresas líderes em seus setores nos Estados Unidos, com alta liquidez e grande relevância econômica. Seu desempenho costuma refletir a situação das empresas mais tradicionais e consolidadas da economia americana.

Nasdaq Composite

O Nasdaq Composite é o índice que acompanha todas as ações listadas na Nasdaq. Por concentrar muitas empresas de tecnologia e inovação, ele representa boa parte da chamada nova economia americana, incluindo as grandes big techs.

PRODUTOS

Stocks

As stocks são as ações negociadas no mercado americano. Ao comprar uma stock, o investidor passa a ter participação em uma empresa dos Estados Unidos.

ETFs — Exchange Traded Funds

Os ETFs funcionam como uma espécie de cesta de ativos negociada em bolsa, de forma semelhante a uma ação.

Em vez de escolher apenas uma empresa, o investidor compra um produto que pode acompanhar um índice, como o S&P 500, um setor específico, como tecnologia ou saúde, ou ainda uma classe de ativos, como renda fixa, ouro ou imóveis.

REITs — Real Estate Investment Trusts

Os REITs são semelhantes aos Fundos Imobiliários brasileiros. Eles representam empresas que possuem ou administram ativos imobiliários, como shoppings, galpões logísticos, hotéis, escritórios e outros imóveis.

Esses veículos costumam distribuir rendimentos em dólar aos investidores, geralmente de forma mensal ou trimestral.

ADRs — American Depositary Receipts

Os ADRs são recibos de empresas estrangeiras negociados nas bolsas americanas. Ou seja, permitem que companhias que não são dos Estados Unidos, como Petrobras ou Vale, por exemplo, sejam negociadas no mercado americano.

Treasury Bonds — T-Bonds ou Treasuries

Os Treasuries são títulos de renda fixa emitidos pelo governo dos Estados Unidos, considerados entre os investimentos mais seguros do mundo.

Eles funcionam de maneira semelhante ao Tesouro Direto no Brasil, pagando juros em dólar aos investidores. Existem diferentes prazos, como T-Bills, de curto prazo, T-Notes, de médio prazo, e T-Bonds, de longo prazo.

Corporate Bonds

Os Corporate Bonds são títulos de dívida emitidos por empresas privadas americanas. Na prática, o investidor empresta dinheiro para uma companhia e recebe juros periódicos em dólar.

Esses títulos costumam oferecer retornos maiores do que os títulos do governo americano, mas também apresentam riscos mais elevados, que variam conforme a qualidade financeira da empresa emissora.

Time Deposits

Os Time Deposits são equivalentes aos CDBs brasileiros. Trata-se de um depósito a prazo feito em uma instituição financeira no exterior.

Nesse produto, o investidor aplica recursos por um período determinado e recebe juros em dólar ao final do prazo. É uma alternativa mais conservadora para quem busca rendimento em moeda forte.

Mutual Funds — Fundos Mútuos

Os Mutual Funds são fundos de investimento coletivos administrados por gestores profissionais. Neles, o capital de diversos investidores é reunido para aplicação em uma carteira diversificada de ações, títulos ou outros ativos.

Diferentemente dos ETFs, esses fundos normalmente são negociados apenas uma vez ao dia, ao final do pregão.

Commodities

As commodities são matérias-primas negociadas globalmente, como café, soja, petróleo, gás natural, ouro e outros produtos básicos da economia mundial.

BDRs — Brazilian Depositary Receipts

Os BDRs são certificados de ações estrangeiras negociados na bolsa brasileira, a B3. Eles permitem que investidores brasileiros tenham exposição a empresas internacionais sem precisar abrir conta diretamente no exterior.

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Abaixo, segue o desempenho da nossa Carteira Internacional de Ações:

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Ibovespa recua; Braskem (BRKM5) dispara; O que está acontecendo com as ações dos Grandes Bancos?

12/05/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa terça-feira (12/05):

Ibovespa recua; Braskem (BRKM5) dispara;  

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com baixa de -0,86%, aos 180.342 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 recua -0,16% no dia, fechando aos 7.400 pontos.

Entre os destaques positivos da sessão, as ações da Braskem (BRKM5) registraram uma expressiva alta de +29,0% hoje.

O movimento ocorreu paradoxalmente logo após a divulgação dos resultados referentes ao 1T26, que vieram acompanhados de números operacionais ainda pressionados pelo ciclo petroquímico global, mas com sinais claros de recuperação em margens específicas.

No entanto, o principal catalisador para o otimismo do mercado foi a revisão de recomendação por grandes instituições financeiras, resultando em um forte movimento de recomposição de carteiras por parte dos investidores, no que analistas classificam como uma antecipação da “virada de ciclo”.

Apesar do cenário macroeconômico desafiador no início do ano, com destaque para a volatilidade nos spreads de polietileno e polipropileno, os ativos encerraram o dia em forte valorização.

O balanço, embora ainda reflita alavancagem, trouxe pontos de otimismo em indicadores de eficiência logística e na resiliência da demanda no mercado interno, o que gerou confiança quanto à capacidade da companhia de atravessar o período de baixa com uma estrutura de custos mais enxuta.

Diferente de outros ativos do setor de commodities que apresentaram maior cautela, a BRKM5 ganhou fôlego pautada pela revisão de expectativas sobre a geração de valor futuro e o potencial de reestruturação de capital.

Os resultados do 1T26, somados à nova governança, sinalizam que o mercado está sendo mais receptivo à tese de recuperação da petroquímica, exigindo não apenas controle de danos, mas uma estratégia clara para a captura de margens em 2027.

Essa alta evidencia como o mercado reage com vigor quando a execução estratégica começa a se alinhar a uma perspectiva de fundamentos em melhora.

O foco do investidor agora se volta para a capacidade da empresa em atingir suas metas de desalavancagem e consolidar seu EBITDA recorrente, enquanto a Braskem busca reafirmar sua posição como um dos players globais mais competitivos e resilientes do setor.

Continuaremos monitorando esses e outros movimentos estratégicos para manter você sempre bem informado.

Grandes Bancos no radar: o que esperar das Ações do Itaú, Bradesco, BB e Santander em 2026? 

O setor bancário brasileiro segue como um dos pilares de resiliência da nossa economia, mas o cenário de 2026 exige um olhar atento do investidor. Enquanto o mercado monitora a queda dos juros, como Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3) se posicionam diante da crescente concorrência das fintechs e da inadimplência ainda elevada?

Por que o Itaú (ITUB4) continua sendo a principal referência do setor, com um ROI acima de 24%, enquanto Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) ainda lutam para recuperar patamares históricos de rentabilidade e eficiência?

Entenda como a reestruturação e o foco no Brad Saúde (SAUD3) — o “Bradesco que deu certo” — representam um ponto de eficiência isolado dentro do grupo, e quais os desafios reais para que o banco volte a entregar um crescimento de dividendos sustentável.

Além disso, até onde a liderança tecnológica e os investimentos em Inteligência Artificial podem blindar esses gigantes contra a perda de market share no varejo? Existe espaço para uma consolidação real entre os grandes players no curto prazo?

As respostas para essas perguntas estão no vídeo do link abaixo:

▶ Vídeo do Dia: BBDC4, BBAS3, ITUB4 E SANB11 | O QUE ESTÁ ACONTECENDO E O QUE ESPERAR DAS AÇÕES DOS GRANDES BANCOS?

Um grande abraço e ótimos investimentos,
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Hapvida (HAPV3): Melhora operacional e controle de custos no 1T26.  Saiba Mais.

Petrobras (PETR3/PETR4): Queda generalizada nos indicadores de rentabilidade e geração de caixa marca o 1T26. Saiba Mais.

Ferbasa (FESA3/FESA4): Prejuízo líquido e queda de volumes marcam início de 2026 no 1T26. Saiba Mais.

Bitcoin(BTC): recua com tensões entre EUA e Irã e foco em inflação nos EUA. Saiba Mais. 

▶ Artigo do Dia: Saber quando vender uma ação é mais difícil do que saber quando comprar?

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Saber quando vender uma ação é mais difícil do que saber quando comprar?

12/05/202612/05/2026 Por Tiago Prux
vender e comprar

Recentemente, eu recebi, em um dos nossos vídeos, um comentário que é feito com bastante frequência.

Dizia assim:

Na verdade, essa é uma das maiores lendas do mercado financeiro.

Porque, para eu ter uma estratégia de investimentos, eu preciso saber o que fazer.

Óbvio que eu não posso confundir isso com “saber o que vai acontecer”, porque, na maioria das vezes, eu não sei o que vai acontecer:

  • se a ação vai subir ou cair;
  • se a empresa vai ter problemas daqui a cinco ou dez anos;
  • se ela vai ter boas perspectivas de crescimento no futuro.

Mas, quando eu tenho uma estratégia de investimentos, ela precisa ser completa nesse sentido.

Eu tenho que saber sempre por que estou comprando uma ação e se esse é o momento adequado para a compra.

E, da mesma forma, preciso saber se é o momento certo para vender ou não — e por que eu venderia essa ação (ou não).

Não estou dizendo que é “comprar na baixa e vender na alta”.
Não é isso.

Mas, para ter uma estratégia de verdade, eu preciso saber o momento de compra e o momento de venda — e os motivos que me levariam a tomar essas decisões.

Se eu não tenho uma das duas coisas, eu não tenho estratégia.

E é por isso que é tão importante conhecer o ativo, a ação e a empresa. Saber as perspectivas.

Porque isso vai me ajudar a entender o momento de compra — e também o momento de venda.

É exatamente esse tipo de clareza e estratégia que buscamos entregar a você.

Se você quer investir com mais segurança, sabendo quando comprar, quando vender e os motivos por trás de cada decisão, nós podemos te ajudar.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES DE LONGO PRAZO

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Ibovespa recua; Movida (movi3) em queda; As ações para ficar de olho essa semana;

11/05/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (11/05):

Ibovespa recua; Movida (movi3) em queda; 

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com baixa de -1,19%, aos 181.908 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 avança +0,19% no dia, fechando aos 7.412 pontos.

Entre os destaques negativos da sessão, as ações da Movida (MOVI3) registraram uma expressiva queda de -10,14% hoje.

O movimento ocorreu paradoxalmente logo após a divulgação dos resultados referentes ao 1T26, que vieram acompanhados de números operacionais em linha com o esperado, incluindo o crescimento da receita líquida e a manutenção da taxa de ocupação da frota.

No entanto, os números não foram suficientes para sustentar o otimismo do mercado, resultando em uma forte realização de lucros por parte dos investidores, no que analistas classificam como um movimento de “venda no fato”.

Apesar do desempenho operacional resiliente no trimestre, com destaque para o avanço no segmento de gestão e terceirização de frotas (GTF), os ativos encerraram o dia em forte desvalorização.

O balanço, embora positivo em termos de volume, trouxe pontos de atenção em indicadores específicos de depreciação de veículos e o impacto do custo de capital na última linha do balanço, o que gerou cautela quanto à manutenção do ritmo de expansão em um cenário macroeconômico de juros ainda elevados.

Diferente de outros ativos do setor de logística e transportes que apresentaram resiliência, a MOVI3 perdeu fôlego pautada pela revisão de expectativas sobre a geração de valor futuro na revenda de seminovos.

Os resultados do 1T26, apesar de mostrarem evolução na eficiência, sinalizam que o mercado está sendo mais rigoroso na precificação de empresas intensivas em capital, exigindo não apenas crescimento, mas uma previsibilidade impecável em suas margens operacionais.

Essa queda evidencia como o mercado reage com volatilidade quando a execução, embora correta, encontra um teto de expectativas já precificado.

O foco do investidor agora se volta para a capacidade da companhia em atingir suas metas de guidance de desalavancagem e consolidar seu ROIC (Retorno sobre o Capital Investido), enquanto a Movida busca reafirmar sua posição como um dos players mais eficientes e inovadores do setor.

Continuaremos monitorando esses e outros movimentos estratégicos para manter você sempre bem informado.

Quais ações para ficar de olho essa semana?

Com a divulgação de novos dados de inflação no Brasil e nos EUA, o mercado entra em uma semana decisiva que pode ditar o ritmo dos investimentos nos próximos meses.

Quais são as reais perspectivas para o Bradesco após nove trimestres de melhora, e por que a euforia com o Banco Inter parece ter se transformado em histeria passageira?

Será que o recorde histórico de resultados da Ambev e o IPO da Compass são sinais de que a bolsa brasileira finalmente encontrou um fôlego sustentável para 2026?

E, principalmente, quer entender quais são os pontos de suporte e resistência que podem definir o movimento desses ativos nos próximos dias?

As respostas para estas perguntas estão no vídeo do link abaixo:

▶ Vídeo do Dia:AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | BBSE3, BBDC4, B3SA3, CXSE3, ABEV3, ALOS3, INBR32, EMBJ3

Um grande abraço e ótimos investimentos,
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

BTG Pactual (BPAC3/BPAC5/BPAC11): Receita e Lucro recordes impulsionam forte rentabilidade no 1T26.  Saiba Mais.

Boletim Focus: inflação sobe pela 9ª semana consecutiva. Saiba Mais.

Riachuelo (RIAA3): aprova pagamento de proventos de R$ 40 milhões. Saiba Mais.

Telefônica Brasil (VIVT3): Lucro Líquido cresce 19,2% e atinge recorde no 1T26. Saiba Mais. 

▶ Artigo do Dia: Não invista em ações no exterior!

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Não invista em ações no exterior!

11/05/2026 Por Tiago Prux
exterior

“Não invista em ações no exterior!”

“Os Estados Unidos vão quebrar!”

“O dólar já era!”

Diariamente, nossos clientes e seguidores nos enviam posts como estes ou nos questionam a respeito do mercado exterior.

Então eu, Tiago, resolvi falar como enxergo essas questões na minha visão de investidor.

Além disso, trago também a visão dos nossos analistas e o que a Capitalizo recomenda sobre investimentos em ações internacionais.

VIÉS E PRECONCEITO

Como já comentei algumas vezes, o investidor brasileiro é um dos que menos investe em ativos internacionais — em relação ao total de seus investimentos.

Dentre os principais motivos, destaco o “viés caseiro” dos brasileiros ao pensar que investir lá fora não faz sentido.

Muita gente nem sabe dizer o porquê dessa escolha e simplesmente repete o que os outros falam.

Já escutei coisas do tipo: “Se a Apple fosse brasileira, eu investiria”. Mas será que pensar assim realmente faz sentido?

Além disso, tivemos uma alta expressiva da Bolsa americana nos últimos anos, enquanto a B3 não acompanhava.

Investidores e profissionais de mercado que não aproveitaram essa tendência costumam dizer que não é bom investir lá fora, e que as ações americanas são todas “caras”.

Lembre-se: um investidor profissional não deve estar enviesado nem ter preconceito em relação a qualquer investimento. O foco deve ser sempre investir bem e ganhar dinheiro.

O INVESTIDOR GLOBAL

A Capitalizo é pioneira no que chamamos de “Investir de forma global”.

Na prática, isso significa buscar as melhores oportunidades — onde quer que estejam.

A Carteira Tiago Prux incorpora tanto esse conceito que 90% das ações do portfólio são de companhias estrangeiras, ou de empresas brasileiras que também têm receita no exterior.

Mas essa não é a única Carteira com ativos globais. Em quase todas as nossas recomendações, a presença de investimentos internacionais é bastante frequente.

A vantagem desse pensamento é reduzir riscos de concentração em apenas uma região, sem abrir mão de grandes oportunidades no mundo.

E levando em consideração que já vivo no Brasil e trabalho aqui, não faz sentido me expor totalmente à nossa economia. A diversificação é importante demais para ser ignorada.

“O MUNDÃO LÁ FORA”

Veja alguns exemplos dos meus posts no Twitter e perceba o tamanho das oportunidades que existem quando saímos da “caixinha” e passamos a enxergar o mundo como um todo.

Será que vale a pena abrir mão de investir em economias dezenas de vezes maiores que a nossa?

Será realmente que vale a pena abrir mão de investir em economias dezenas de vezes maiores que a nossa?

“O DÓLAR JÁ ERA!”

Outra questão importante é que investir em ativos internacionais nos dá a oportunidade de “comprar moeda forte”.

Veja o que aconteceu recentemente com as quedas do Euro e da Libra Esterlina.

Alguém acredita (de verdade) que uma moeda como o Renminbi chinês será a grande referência global?

Não discutimos a importância da China na economia global. Inclusive dentro de alguns anos o PIB da China (absoluto) deve ultrapassar o dos Estados Unidos.

Porém, hoje falar que o dólar “já era” é quase um “delírio”.

Veja a imagem abaixo. Ela mostra a quantidade de milionários (em US$) que devem sair de alguns países e migrar para outros:

A expectativa para 2022 era de que mais de 88 mil milionários deixem seus países de origem. A maioria deles sairá da Rússia, China, Índia, Hong Kong, Ucrânia e Brasil.

Perceba que, dentre os destinos mais procurados teremos Emirados Árabes, Austrália, Singapura, Israel e, claro, Estados Unidos.

Além disso, os Bancos Centrais pelo mundo têm 60% de suas reservas em moeda estrangeira em dólar:

Não se engane, porque assim como em outras crises, o dólar e os EUA sairão fortalecidos da crise atual.

Querendo ou não a maior economia do mundo é a mais pujante e dinâmica do planeta, fazendo dos Estados Unidos o lugar mais seguro para se ter dinheiro.

Como diria o mestre Warren Buffett:

“Nunca aposte contra os Estados Unidos!”

NUNCA FOI TÃO FÁCIL COMPRAR AS MELHORES AÇÕES NO EXTERIOR

Ao investir através da Bolsa Americana, é possível ter acesso às ações das melhores empresas do planeta.

Na minha Carteira, por exemplo, tenho ações de uma gigante de bebidas da Europa e de uma empresa da Coreia do Sul — um dos países que mais cresce no mundo.

Além disso, boa parte das ações negociadas no EUA tem os chamados BDRs que são negociados na B3. Comprando BDRs você sequer precisa enviar dinheiro para fora do Brasil.

É importante frisar que esse texto não teve como finalidade “falar mal” do Brasil. Todos nós sabemos dos nossos problemas e das nossas qualidades.

Tanto é verdade que existem uma série de empresas brasileiras fantásticas e com fortes vantagens competitivas, como por exemplo as empresas de agronegócio que estão entre as melhores do mundo.

Entendo que vale a pena ter ações de empresas locais, mas concentrar todo o risco aqui e abrir mão de tantas oportunidades assim não faz sentido.

Seguir a uma boa estratégia com paciência e disciplina, uma carteira bem estruturada, acompanhamento profissional, diversificação e pensamento global tem gerado ótimos resultados para mim e para quem segue nossas Carteiras.

E você, também quer se tornar um investidor global? Junte-se a nós!

CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX

Abaixo, você confere o gráfico de rentabilidade da Carteira Tiago Prux, que mostra na prática a força da diversificação e do pensamento global:

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As 5 Lições de Warren Buffett (que eu sigo fielmente)

10/05/2026 Por Tiago Prux
warren buffet

É inegável que Warren Buffett é o investidor mais conhecido e citado do planeta.

 

Porém, será que, realmente, as pessoas colocam seus conhecimentos e sua forma de investir em prática?

Infelizmente, a maioria dos investidores não!

O que mais me admira em Buffett é a sua simplicidade em falar, especialmente sobre as suas perdas.

Obviamente, investir da mesma forma que ele não é fácil.

Mas, utilizando alguns dos seus conceitos em nossas Estratégias, conseguimos fazer com que a Capitalizo atingisse excelentes ganhos em praticamente todas as nossas Carteiras e Estratégias.

Se você cita o “bom velhinho”, mas ainda não coloca em prática o que ele fala ou faz, confira as 5 lições de Warren Buffett que podem ajudar você (e muito) a também ter resultados diferenciados:

1) SAIBA O QUE ESTÁ FAZENDO

Infelizmente, a grande maioria dos investidores não possui estratégia e não tem muita ideia do que está fazendo no mercado financeiro.

Se você, investidor, quer montar uma carteira de ações e não conhece as empresas, a chance de fracasso ou retornos baixos é elevada.

Ter uma estratégia sólida, que mostre exatamente o que fazer, protege você de grandes ciladas e ajuda a aproveitar as oportunidades que o mercado vier a apresentar.

Warren Buffett é um craque nisso, já que conhece os negócios das empresas nas quais investe como ninguém.

E, além disso, sabe aproveitar momentos de crise e incerteza para comprar boas ações a preços atrativos.

2) TENHA CONFIANÇA NO QUE ESTÁ FAZENDO

De nada adianta ter uma boa estratégia se o investidor não possui confiança na sua forma de investir.

Muitas vezes, o mercado vai fazer parecer que a nossa estratégia está errada — quando, na verdade, não está.

Sem convicção, o investidor pode acabar abandonando seu plano e fazendo movimentos precipitados, como comprar ou vender ações na hora errada.

3) O SIMPLES NEM SEMPRE É FÁCIL

Buffett explica suas teses de investimento de maneira simples — e é justamente isso que engana.

Aqui na Capitalizo, sempre dizemos: é simples tomar dois litros de água por dia ou fazer uma hora de exercício, mas é difícil manter isso na prática.

No mercado, é igual. Investir é simples, mas saber quando comprar, vender ou esperar é o que faz a diferença.

Não existe fórmula mágica. Assim como em outras atividades, tempo, disciplina e dedicação são os fatores que definem o sucesso no longo prazo.

4) ERROS VÃO ACONTECER

Falar das vitórias é fácil, mas aceitar as perdas é o que separa os investidores amadores dos profissionais.

Por mais que se tenha estratégia, convicção e estudo, erros fazem parte.

Buffett ensina isso como poucos: ele fala abertamente sobre suas perdas e o que aprendeu com elas.

Perdas fazem parte da jornada e ajudam no amadurecimento do investidor. Quem não aguenta pequenos erros, nunca alcançará grandes vitórias.

5) SE NÃO DER CERTO, PARTA PARA OUTRA

De nada adianta o investidor reconhecer o erro se não agir.

Assim como Buffett já fez algumas vezes, se você comprou uma ação errada, venda e parta para outra.

Recentemente, ele vendeu posições em companhias aéreas com prejuízo e reconheceu publicamente o erro.

Nunca se deve esquecer: quem mantém as “maçãs podres” na carteira acaba comprometendo toda a cesta.

Essas cinco lições são conceitos aplicados diariamente pelos analistas da Capitalizo em nossas recomendações — incluindo na Carteira Tiago Prux, o nosso portfólio de ações de longo prazo.

E quem sabe elas não podem ser úteis para você também?

CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX

A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para quem segue a filosofia Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.

Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para manter sua carteira 100% atualizada e “à prova de crises.”

Entenda a estratégia da carteira no vídeo abaixo.

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Investidor, não tenha medo de errar

09/05/2026 Por Tiago Prux
errar

Recentemente, recebi o seguinte comentário em um dos nossos vídeos:

Respondi da seguinte maneira:

Olá, tudo bem?

Primeiro, esclarecendo: nunca recomendamos Braskem.

Já em relação à CBA, nossa recomendação foi a R$ 4,27, e não a R$ 22,00.

Mesmo que tivesse sido a R$ 22,00, é importante reforçar que os vídeos não servem para ninguém sair comprando ou vendendo. Eles mostram apenas um pedaço pequeno do nosso trabalho.

Nós não seguimos “apenas o fluxo”. Sempre atuamos de forma profissional, apresentando tanto os casos de acerto quanto os de erro.

Entendo que, muitas vezes, quem comenta não tem todas as informações, mas reforço que somos totalmente alinhados e comprometidos com nossos clientes, milhares de pessoas que investem seu dinheiro com base em nossas recomendações.

Ninguém ganha sempre, seja na Bolsa ou em qualquer outra área. Nem o maior investidor da história, Warren Buffett, acertou todas.

E é por isso que a diversificação é um pilar essencial em qualquer carteira.

Na nossa Carteira Dividendos+, por exemplo, a Cosan tem participação pequena. A ação caiu e, até agora, não foi uma boa escolha — acontece.

Mas a maior posição dessa carteira subiu mais de 500% do ano passado para cá.

O mais importante: no período em que o Ibovespa rendeu +111%, a Carteira Dividendos+ acumulou +425%.

Ou seja: perdemos algumas batalhas, mas estamos ganhando a guerra.

Não tenha medo das perdas. Elas fazem parte do amadurecimento de qualquer investidor.

Aproveitando que mencionei a Carteira Dividendos+, ela foi pensada para quem investe com foco na aposentadoria e deseja gerar uma renda extra todos os meses.

Trata-se de uma carteira de baixo giro, em que basta dedicar 10 minutos por mês para seguir nossas recomendações e mantê-la sempre atualizada.

VEJA O DESEMPENHO NA PRÁTICA

Abaixo, você confere o gráfico de rentabilidade da Carteira Dividendos+, além de um vídeo explicativo mostrando em detalhes como ela funciona:

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Dividendos+ faz parte da assinatura Capitalizo Invest.

Ao assinar, você terá acesso imediato não apenas a ela, mas também a todas as nossas carteiras exclusivas de longo prazo, estruturadas para quem busca segurança, diversificação e crescimento patrimonial consistente.

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Ibovespa avança; Lojas Quero-Quero (LJQQ3) derrete; Está na hora de focar em dividendos com essas empresas?

08/05/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (08/05):

Ibovespa avança; Lojas Quero-Quero (LJQQ3) derrete

O Ibovespa fechou o dia aos 184.108 pontos, com alta de +0,49%. Na semana, o índice acumulou desvalorização de -1,71%.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,84% no dia e encerrou a semana com alta de +2,36%, aos 7.398 pontos.

Entre os destaques negativos do dia, as ações da Lojas Quero-Quero (LJQQ3) registram forte queda de –21,00%.

O movimento de desvalorização ocorre em função da divulgação do balanço financeiro da companhia referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), cujos resultados vieram significativamente abaixo das expectativas do mercado.

O recuo é impulsionado, principalmente, pela contração na receita líquida e pela compressão das margens operacionais. O desempenho foi impactado por um cenário de consumo retraído no setor de varejo de construção e eletrodomésticos, resultando em um prejuízo por ação que frustrou os investidores, vindo bem além do projetado pelos analistas.

A expressiva queda reflete o pessimismo do mercado com o aumento das despesas financeiras e a dificuldade de repasse de custos, além de um endividamento que pressiona o fluxo de caixa da operação. A ausência de sinais claros de recuperação nas vendas nas mesmas lojas (Same Store Sales) dita o tom pessimista da companhia na sessão de hoje.

A fragilidade dos números apresentados reforça os desafios macroeconômicos enfrentados pelo setor, mantendo a cautela dos acionistas em relação à solidez da operação no curto prazo.

Está na hora de focar em dividendos com essas empresas?

Mesmo em um cenário de incertezas, algumas empresas se destacam pela resiliência e pela capacidade de gerar caixa, garantindo pagamentos consistentes que chamam a atenção de quem busca renda passiva.

Quais são as perspectivas reais para a ISA CTEP após a energização de novos projetos, para a Metal Leve com a entrada no setor elétrico e para a gigante ExxonMobil com seu histórico de 43 anos de aumentos?

A previsibilidade das receitas reajustadas pela inflação e a baixa necessidade de novos investimentos podem fazer com que os dividendos dessas companhias superem as expectativas em 2026?

E, principalmente, quer descobrir qual dessas ações tem o maior potencial de “dividend yield” ?

As respostas para estas perguntas estão no vídeo do link abaixo:

▶ Vídeo do Dia: ISAE4, LEVE3 E XOM | TRÊS ÓTIMAS PAGADORAS DE DIVIDENDOS PARA FICAR DE OLHO EM 2026

Um abraço, um bom final de semana e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Confira Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

CAIXA Seguridade (CXSE3): Recorde histórico e forte geração de valor no 1T26. Saiba mais.

Mercado Livre (MELI/MELI34): Aceleração histórica de receita e foco em investimentos estratégicos no 1T26. Saiba mais.

PetroReconcavo (RECV3): Queda na produção e aumento de custos pressionam resultado no 1T26. Saiba mais.

Compass Gás e Energia (PASS3): fixa preço de R$ 28 por ação em IPO. Saiba mais.

▶ Artigo do Dia: Quando devo vender minhas ações?

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, fiis, IBOV, ibovespa, ifix, notícias, s&p, s&p500

Quando devo vender minhas ações?

08/05/2026 Por Tiago Prux
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Muitos investidores de longo prazo acreditam que a forma certa de investir é manter suas ações em carteira para sempre, independentemente do que aconteça.

Porém, não é bem assim que as coisas funcionam.

Em diversos momentos, a decisão correta é vender um ativo e trocá-lo por outro.

E, neste artigo, vamos mostrar por que isso é importante e explicar os três momentos em que você deve vender suas ações.

POR QUE É IMPORTANTE VENDER SUAS AÇÕES?

Vender uma ação faz parte da vida de qualquer investidor — e isso não significa “girar a carteira”.

Muito pelo contrário: bons ativos permanecerão por bastante tempo no portfólio.

Porém, em alguns momentos, a venda é essencial para proteger a carteira.

Ao longo dos anos, já recomendamos a venda de diversos ativos e evitamos perdas significativas para nossos clientes e assinantes.

Por isso, uma característica fundamental do investidor de longo prazo, além de saber escolher boas empresas, é acompanhar seus resultados e entender que, caso uma companhia perca atratividade, talvez não faça mais sentido mantê-la em carteira.

Mesmo os melhores investidores erram, mudam de ideia ou escolhem ativos que se tornam menos interessantes.

A diferença entre um investidor profissional e um amador não está em evitar erros, mas em corrigi-los rapidamente — e, muitas vezes, isso passa pela venda da ação.

QUANDO VOCÊ DEVE VENDER SUAS AÇÕES?

A seguir, destacamos três motivos principais que podem tornar as ações menos atrativas e indicar o momento certo para vendê-las:

1. PERDA DE FUNDAMENTOS

Você compraria hoje ações de uma empresa que fabricasse máquinas de fax ou de escrever?
Provavelmente não.

Da mesma forma, se tivesse uma dessas ações quando essas tecnologias começaram a ficar obsoletas, o movimento correto teria sido vender.

Negócios podem perder fundamentos com o tempo — seja por mudanças políticas, econômicas ou tecnológicas. Quando isso acontece, é essencial reavaliar e, se necessário, se desfazer do ativo.

2. PERDA DE PREVISIBILIDADE

Nenhum investidor consegue prever o futuro do mercado, mas é possível ter alguma previsibilidade sobre os resultados das empresas em carteira.

Quando essa visibilidade desaparece — seja de forma gradual ou repentina —, as vantagens competitivas ficam comprometidas e o investimento se torna arriscado.

Se não é mais possível estimar minimamente o que deve acontecer com a empresa nos próximos anos, a venda passa a ser quase uma obrigação.

3. MUDANÇAS ESTRUTURAIS NO SETOR

O mercado está em constante transformação.

 Quando um setor sofre mudanças estruturais profundas e as empresas não se adaptam, elas tendem a entrar em ciclos prolongados de incerteza e resultados fracos.

Nessas situações, é importante ficar atento e avaliar se a empresa realmente tem condições de acompanhar as mudanças. Caso contrário, a venda pode evitar perdas desnecessárias.

PRECISA DE AJUDA PARA SABER QUANDO VENDER UMA AÇÃO?

A Carteira Tiago Prux tem foco em investimentos de longo prazo, seguindo a filosofia do Buy and Hold.

E foi comprando e vendendo as ações certas nos momentos certos que conseguimos um desempenho consistente — sem fechar um único ano no negativo.

Com as recomendações dos nossos analistas, que avisam a hora exata de comprar e vender cada ação, você pode alcançar resultados como esses.

RESULTADOS

Confira abaixo o desempenho da Carteira Tiago Prux frente ao Ibovespa e ao S&P 500 desde julho de 2017, além do gráfico que mostra o retorno acumulado ao longo dos anos:

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Tiago Prux faz parte da assinatura Capitalizo Invest.

Ao assinar, você terá acesso imediato não apenas a ela, mas também a todas as nossas carteiras exclusivas, desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos de investimento.

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Ibovespa recua; Banco Inter (INBR32) decai, mesmo com bons resultados no 1T26; Uma ação barata e com forte potencial em 2026;

07/05/202607/05/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (07/05):

Ibovespa recua; Banco Inter (INBR32) decai, mesmo com bons resultados no 1T26; Uma ação barata e com forte potencial em 2026;

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com baixa de -2,38%, aos 183.218 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 recua -0,38% no dia, fechando aos 7.337 pontos.

Entre os destaques negativos da sessão, os BDRs do Banco Inter (#INBR32) registraram uma expressiva queda de -15,5% hoje.

O movimento ocorreu paradoxalmente logo após a divulgação dos resultados referentes ao 1T26, que vieram acompanhados de números operacionais positivos, incluindo o crescimento do lucro líquido e a expansão da base de clientes ativos. No entanto, os números não foram suficientes para sustentar o otimismo do mercado, resultando em uma forte realização de lucros por parte dos investidores, no que analistas classificam como um movimento de “venda no fato”.

Apesar do desempenho operacional sólido no trimestre, com destaque para a melhora no índice de eficiência e o avanço da carteira de crédito, os ativos encerraram o dia em forte desvalorização. O balanço, embora positivo, trouxe pontos de atenção em indicadores específicos de inadimplência, o que gerou cautela quanto à manutenção do ritmo de crescimento acelerado em um cenário macroeconômico ainda volátil.

Diferente de outros ativos do setor financeiro que apresentaram resiliência, a INBR32 perdeu fôlego pautada pela revisão de expectativas sobre a geração de valor futuro e o custo de captação. Os resultados do 1T26, apesar de mostrarem evolução, sinalizam que o mercado está sendo mais rigoroso na precificação de empresas de tecnologia e finanças, exigindo não apenas lucro, mas uma previsibilidade impecável em suas margens.

Essa queda evidencia como o mercado reage com volatilidade quando a execução, embora correta, encontra um teto de expectativas já precificado. O foco do investidor agora se volta para a capacidade do banco em atingir suas metas de guidance de longo prazo e consolidar seu ROE (Retorno sobre Patrimônio), enquanto o Inter busca reafirmar sua posição como um dos players digitais mais rentáveis do setor.

Continuaremos monitorando esses e outros movimentos estratégicos para manter você sempre bem informado.

Chegou a hora de comprar Marcopolo (POMO4)?

Mesmo após as ações lateralizarem nos últimos meses, os resultados da Marcopolo (POMO4) atingiram recordes históricos e a empresa parece ter entrado num novo patamar de rentabilidade que ainda não foi totalmente precificado.

Quais são as perspetivas reais para a companhia com a renovação de frotas, a eletrificação de veículos e a forte expansão no mercado internacional?

Será que o domínio em programas governamentais, como o “Caminho da Escola”, será o combustível necessário para as ações explodirem ainda em 2026?

As respostas para estas perguntas estão no vídeo do link abaixo:

▶ Vídeo do Dia: MARCOPOLO | POMO4, POMO3 | UMA AÇÃO BARATA E COM FORTE POTENCIAL DE VALORIZAÇÃO AINDA EM 2026

Um grande abraço e ótimos investimentos,
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Aura Minerals (AUGO/AURA33): EBITDA recorde e forte expansão de reservas no 1T26.  Saiba Mais.

Banco Inter (INTR/INBR32): Lucro Recorde e Forte Expansão da Carteira Marcam o 1T26. Saiba Mais.

Riachuelo (RIAA3): Lucro Recorde e Forte Desempenho Operacional no 1T26. Saiba Mais.

Taesa (TAEE3/TAEE4/TAEE11): anuncia pagamento de R$ 192,5 milhões em juros sobre capital. Saiba Mais. 

▶ Artigo do Dia: WARREN BUFFETT E LUIZ BARSI: É possível ganhar mais do que eles?

Agenda de Dividendos

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