É inegável que o interesse dos investidores em adquirir Bitcoin e outras criptomoedas vem crescendo de forma significativa.
Em momentos de baixa, como o atual, esse interesse tende a aumentar ainda mais.
Por isso, hoje vamos apresentar alguns pontos que sustentam a nossa visão de que este pode ser um bom momento para comprar não apenas Bitcoin, mas também outras criptos.
CUIDADO
Antes de tudo, é importante lembrar que este é um mercado ainda muito novo, com um enorme potencial de multiplicação. Contudo, não podemos esquecer que alto retorno está diretamente ligado a alto risco.
Para quem precisa do dinheiro no curto prazo, a volatilidade pode representar um desafio relevante.
Além disso, é fundamental trabalhar com um percentual máximo da carteira em criptoativos.
Aqui na Capitalizo, não recomendamos uma exposição superior a 10% do total do capital investido.
Dessa forma, conseguimos aproveitar os momentos de forte alta para reduzir posições e os períodos de baixa, como os atuais, para aumentar a exposição de forma estratégica.
Por isso, se você ainda não possui criptomoedas na sua carteira ou já tem alguma posição, pode fazer sentido avaliar este momento para iniciar ou reforçar sua alocação.
QUAIS SÃO OS FUNDAMENTOS DO BITCOIN QUE PODEM INFLUENCIAR O SEU INVESTIMENTO?
Independentemente do tipo de investimento que você pretende realizar, é essencial ter um planejamento sólido e estudar o mercado para decidir se é uma boa oportunidade.
A partir desse princípio, destacamos três fundamentos que dão mais segurança ao investimento em Bitcoin.
SEGURANÇA
Por ser um ativo de alto risco, o tema da segurança é um dos mais discutidos quando falamos em Bitcoin. Ainda assim, os investidores contam com mecanismos robustos de proteção.
As transações realizadas via blockchain são criptografadas, e muitas corretoras e carteiras digitais possuem elevados padrões de segurança.
Para aumentar sua tranquilidade, é fundamental escolher exchanges de qualidade, levando em consideração os níveis de proteção oferecidos.
Como o Bitcoin não é controlado por governos ou instituições financeiras, não há risco de interferência direta na cotação ou confisco.
ACEITAÇÃO
Diferentemente do início da década de 2000, o Bitcoin hoje é amplamente conhecido, o que melhora significativamente sua liquidez.
Muitas empresas e pessoas já aceitam o Bitcoin como meio de pagamento ou reserva de valor, o que contribui para sua credibilidade e confiança no mercado.
ESCASSEZ
Assim como o ouro, o Bitcoin é um ativo escasso. Ao contrário do dinheiro impresso em excesso pelos bancos centrais, o Bitcoin possui um limite máximo de 21 milhões de unidades.
Com o tempo, a mineração será reduzida, aumentando sua raridade.
Isso é especialmente relevante para quem busca uma reserva de valor, já que o Bitcoin não está sujeito aos mesmos riscos inflacionários das moedas tradicionais.
Apesar da alta volatilidade, ele se consolidou como uma importante alternativa de diversificação no mercado cambial.
QUAIS SÃO AS MODALIDADES DE INVESTIMENTO EM BITCOIN?
Além de adquirir Bitcoin diretamente por meio de exchanges, o investidor pode optar por alternativas que aumentam a segurança e a diversificação da carteira.
Uma dessas opções são os fundos de investimento que possuem criptoativos em sua composição. Outra alternativa são os ETFs de criptomoedas.
Lançados recentemente no Brasil, esses ETFs são negociados na B3 e possuem carteiras compostas por criptoativos, permitindo exposição ao setor de forma mais simples e estruturada.
O BITCOIN JÁ “MORREU” 444 VEZES!
E não somos nós que estamos dizendo isso. Esse tipo de episódio virou praticamente um “meme” no universo das criptomoedas, e existem sites que contabilizam quantas vezes o Bitcoin já foi dado como “morto”.
Quer um exemplo? 👇🏼
Cada ponto vermelho em gráficos históricos representa uma dessas “mortes”. No entanto, como é possível observar, os preços seguem em trajetória de alta ao longo do tempo.
Isso reforça uma crença importante: hoje, pode ser mais arriscado não ter nenhuma exposição a criptomoedas do que ter ao menos uma pequena parcela do patrimônio alocada nelas.
CARTEIRA DE CRIPTOATIVOS DA CAPITALIZO
A nossa Carteira Recomendada de Criptoativos começou em março de 2021 e tem como objetivo buscar retornos acima da média do mercado, com alocação em ativos consolidados, como o Bitcoin, e também em outras criptomoedas com forte potencial de crescimento.
A estrutura da carteira funciona da seguinte forma:
90% da carteira segue uma estratégia de longo prazo
10% da carteira são posições táticas, focadas em ganhos de curto e médio prazos ou criptos “fora do radar”
Entendemos que alocar uma parcela do patrimônio em criptoativos faz sentido dentro de uma estratégia bem definida.
Além disso, realizamos o gerenciamento ativo das posições, aproveitando momentos de forte alta para recomendar reduções e períodos de baixa para sugerir aumento de exposição.
Assim, utilizamos a volatilidade do mercado de forma inteligente e estratégica.
DESEMPENHO DA CARTEIRA DE CRIPTOATIVOS
Abaixo, você confere o desempenho da nossa Carteira de Criptoativos em diferentes períodos, desde março de 2021, além da comparação direta com o Bitcoin.
Os números mostram que, ao longo do tempo, uma estratégia estruturada, com gestão ativa e controle de risco, pode entregar resultados significativamente superiores ao simples “comprar e segurar”.
COMO TER ACESSO À NOSSA CARTEIRA DE CRIPTOATIVOS
A Carteira de Criptoativos faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso completo às nossas carteiras recomendadas, relatórios analíticos e acompanhamento contínuo do mercado.
Com a assinatura, você investe com método, disciplina e foco no longo prazo, seguindo estratégias testadas e alinhadas à construção consistente de patrimônio.
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Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (05/02):
Ibovespa avança; Bitcoin despenca
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,23%, aos 182.127 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -1,23%, fechando aos 6.798 pontos.
Entre os destaques de queda, o Bitcoin aprofundou o movimento negativo.
Por volta das 18h, a criptomoeda já recuava cerca de -11%, sendo negociada próxima de US$ 63.089.
A queda foi pressionada pela redução da demanda institucional, saídas relevantes de ETFs à vista e por um ambiente macroeconômico mais restritivo, com sinalizações mais duras do Federal Reserve.
O tom mais rígido da política monetária nos EUA aumentou a aversão ao risco e acelerou as vendas, levando a criptomoeda a registrar quedas expressivas e a apagar centenas de bilhões de dólares do valor total do mercado cripto.
O sentimento dos investidores se deteriorou rapidamente, atingindo níveis de “medo extremo”, enquanto ações e ouro passaram a concentrar o fluxo de capital.
Além disso, o Bitcoin voltou a apresentar comportamento mais volátil e desempenho inferior aos ativos tradicionais, reforçando a percepção de que a volatilidade seguirá como uma característica estrutural do ativo no curto prazo.
Oportunidades no Setor Financeiro em 2026
Quer entender por que o setor financeiro segue como um dos mais interessantes da Bolsa Brasileira para 2026?
Quer saber por que bancos tradicionais enfrentam mais desafios, enquanto empresas financeiras mais focadas podem crescer mais e pagar melhores dividendos?
Quer entender como a concorrência, as fintechs e a mudança no mercado estão afetando lucros, margens e oportunidades para o investidor?
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Todas as vezes que o mercado cai mais forte, aumenta a preocupação daquele investidor que vê, mais uma vez, a desvalorização de suas carteiras, geralmente, quem decidiu investir na Bolsa sozinho.
Infelizmente, a maior parte deles não tem a menor ideia do que está fazendo com seus investimentos.
Atualmente, temos 18 Carteiras Recomendadas e Estratégias voltadas para os mais diferentes perfis de investidor.
Vão desde Carteiras de Renda Fixa, Fundos Imobiliários, Diversificadas, Criptos, Fundos, Ações, Internacional, até recomendações de curto e médio prazos, como Swing Trade, Rastreador de Tendências e Long & Short.
Essas Carteiras e Estratégias têm em comum ótimos retornos históricos, mesmo com todo o “sobe e desce” do mercado.
A grande questão é entender por que, mesmo com alternativas tão interessantes como as da Capitalizo, ainda há muitos investidores sofrendo com seus investimentos, acumulando fortes prejuízos ou que, simplesmente, estão perdidos.
SEJA PROFISSIONAL
Perceba que a Capitalizo não promete retorno.
Essa mensagem se destina especialmente a quem acredita que uma gestão profissional e independente pode trazer mais resultados ao longo do tempo.
Em resumo, é um chamado para quem quer apoio e deseja ter a chance de ganhar dinheiro de verdade, investindo de forma profissional.
É para quem não quer mais investir na Bolsa sozinho.
EU “VIREI A CHAVE” SOBRE INVESTIR NA BOLSA SOZINHO
Digo isso porque eu, Tiago, não sou analista e sigo exatamente o que os nossos analistas recomendam e o mesmo vale para os investimentos da minha família.
Posso dizer que essa foi a melhor decisão que tomei na vida.
Depois de mais de cinco anos de Capitalizo, percebi na prática como a minha carteira ficou mais equilibrada e rendeu bem mais do que se eu estivesse investindo sozinho.
Valeu a pena eu ter “virado a chave” e passado a investir melhor.
Se você acredita que está melhor sozinho, mesmo que esteja perdendo dinheiro ou sem entender a estratégia que deveria seguir, tudo bem.
Mas, se quiser utilizar estratégias que vêm funcionando há anos, estamos 100% à disposição.
Não temos pressa em vender nossas assinaturas e preferimos que você nos contrate quando realmente quiser agir e adequar seus investimentos.
No seu tempo.
POR QUE ACREDITAMOS QUE VOCÊ DEVE AGIR E SEGUIR AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?
▶ Equilíbrio:
Como já comentamos muitas vezes, uma carteira bem diversificada é a chave para evitar grandes tragédias.
Perder “faz parte do jogo”, mas perder muito pode tirar o investidor do mercado.
▶ Pensar globalmente:
Pensar de forma global significa ir atrás das melhores oportunidades, independentemente de onde elas estiverem: Estados Unidos, Europa, Ásia ou Brasil.
Hoje, é muito mais fácil investir nos principais mercados do mundo do que há algumas décadas.
A Capitalizo é pioneira nesse pensamento, que vai muito além do tradicional “ter um pouco de dinheiro fora do Brasil”.
▶ Estrutura da Capitalizo:
Ao contrário de muitas casas de análise, os analistas da Capitalizo estão focados em analisar e recomendar.
Não temos nada contra nossos concorrentes, mas aqui, o foco do analista é o seu resultado, e não a autopromoção.
Além disso, não trabalhamos com o modelo “cada analista com sua carteira”.
As recomendações são sempre discutidas e aprovadas em consenso, levando em conta a melhor estratégia para o cliente.
Isso protege você, investidor, já que a eventual saída de qualquer analista não afeta o trabalho realizado.
Ou seja, seguimos diretrizes de investimento, não decisões individuais.
▶ Retornos bem acima da média:
Nosso trabalho, iniciado em 2017, reúne a experiência de décadas de mercado.
Eu, por exemplo, invisto em ações desde 2004. Isso não garante que saberemos o que vai acontecer, mas nos dá a certeza de sempre saber o que fazer, em qualquer cenário — bom ou ruim.
Com estratégias eficientes e seguras, conseguimos entregar ganhos bem acima da média do mercado.
CHEGA DE INVESTIR NA BOLSA SOZINHO
É importante lembrar que de nada adianta estruturar uma carteira equilibrada, pensar globalmente e ser assistido por uma ótima equipe se você não apertar o botão e seguir as recomendações.
Estamos aqui para ajudar você a mudar seu patamar financeiro e investir de forma profissional. Mas, para isso, é preciso agir e fazer a sua parte.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS E ESTRATÉGIAS
Abaixo, você confere o resultado completo das nossas Carteiras e Estratégias, todas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS E ESTRATÉGIAS
Essas carteiras e estratégias fazem parte da assinatura Capitalizo Invest Pro, que garante acesso imediato às nossas análises, relatórios e recomendações exclusivas.
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Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (04/02):
Ibovespa recua; Hypera (HYPE3) despenca
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -2,14%, aos 181.708 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,51%, fechando aos 6.882 pontos.
Entre os destaques do pregão, as ações da Hypera (HYPE3) despencaram -10%.
A queda ocorreu após a companhia aprovar um aumento de capital por subscrição privada, no valor entre R$ 1,15 bilhão e R$ 1,5 bilhão, ao preço de R$ 21,25 por ação.
Os acionistas posicionados em 6 de fevereiro de 2026 terão direito de preferência, na proporção de 0,1115 nova ação por ação detida, com negociação ex-direito a partir de 9 de fevereiro.
O prazo para exercício vai até 17 de março de 2026.
Para quem não exercer o direito, a diluição pode variar entre 7,9% e 10%, enquanto o bloco de controle se comprometeu a exercer integralmente sua participação, com a Votorantim podendo subscrever até R$ 1 bilhão.
Sua carteira está pronta para a Próxima Crise?
Você tem uma estratégia pensada para atravessar períodos de alta volatilidade?
Sua carteira está preparada para cenários de inflação alta, juros elevados e mudanças bruscas no mercado?
Você sabe diferenciar ruído de curto prazo do que realmente importa para investir bem no longo prazo?
Se a sua resposta for sim (ou se você quer se preparar melhor), clique no link abaixo e confira:
Durante mais de 10 anos, eu, Tiago, fui assessor de investimentos.
Eu era sócio de um escritório que contava com mais de 500 assessores e diversas filiais espalhadas pelo Brasil.
Minha carreira como assessor foi bastante exitosa em termos financeiros. Inclusive, por quatro anos seguidos, fomos considerados a maior empresa de assessoria do país.
Ou seja, o que não me falta é conhecimento sobre o funcionamento do mercado financeiro.
E O QUE ME FEZ VIR TRABALHAR NO MERCADO?
Além de estar perto da Bolsa, o que eu sempre gostei foi de conversar com os investidores, meus clientes.
E, durante muito tempo, foi isso que fiz: reuniões, ligações, contato diário com dezenas de investidores — além de treinar os assessores para atenderem cada vez melhor os nossos clientes, estabelecendo relacionamentos de longo prazo.
Mas, se tudo era tão bom, por que vendi a minha participação e fundei a Capitalizo?
A resposta é simples: quando percebi que o assessor de investimentos deixaria de ser um profissional de “relacionamento” para se tornar um mero “vendedor” de produtos, eu não tive escolha. Tive que mudar de profissão.
Com meu conhecimento de mercado, sabia que essa mudança de perfil do assessor geraria um tremendo conflito de interesses ao longo dos anos.
Eu sabia que, se as coisas continuassem por esse caminho, no futuro o investidor poderia ser prejudicado em função da indicação de produtos que não condiziam com seu perfil, mas que geravam taxas generosas para quem os vendia.
E foi, infelizmente, isso que aconteceu.
Minha intenção não é falar mal de ninguém, pois profissionais bons e ruins existem em qualquer profissão.
Porém, é importante que os investidores entendam como o mercado funciona e saibam que a maioria dos assessores está alinhada com metas de venda — e não com seus clientes.
Essa é uma triste realidade.
Todos os dias falamos com dezenas de novos clientes da Capitalizo e o “filme” se repete: COEs, fundos de investimentos mal geridos, títulos de renda fixa de emissores ruins ou sem liquidez.
Exemplos não faltam. E essa situação, infelizmente, ainda vai piorar muito antes de melhorar.
Inclusive, para ajudar você a entender melhor como funciona o mercado financeiro, os conflitos de interesse que ainda existem e como a atuação independente pode fazer a diferença nos seus resultados, gravei um vídeo explicando esses pontos de forma mais detalhada.
No vídeo, também comento sobre as diferenças entre consultores, casas de análise, corretoras e gestoras, além de mostrar como o relacionamento próximo e o alinhamento de interesses são fundamentais para investir melhor.
Depois de assistir, continue a leitura para entender como funciona, na prática, o nosso serviço de Consultoria e de que forma ele pode ajudar você a alcançar resultados mais consistentes.
O QUE FAZEMOS NO NOSSO SERVIÇO DE CONSULTORIA
Com essa experiência que tive, criei a Capitalizo Consultoria para proporcionar uma realidade totalmente oposta.
Aqui, o nosso alinhamento é 100% com o cliente e seu perfil.
Nosso foco é um só: fazer com que os investidores ganhem dinheiro com as nossas indicações. Não importa se você investe na Corretora A ou no Banco B. O importante é que você tenha em quem confiar e invista melhor.
Como fazemos o acompanhamento da carteira de todos os clientes e entendemos seus perfis e objetivos, todos acabam tendo mais confiança no que estão fazendo.
A consequência é menos dores de cabeça, menos tempo perdido com investimentos e mais foco no trabalho e no que realmente importa na sua vida.
Abaixo, mostro alguns exemplos de clientes muito satisfeitos com a nossa forma de trabalho e que, finalmente, estão no caminho certo:
Esse cliente gostaria de saber onde alocar R$ 50 mil
Já esse estava com R$ 13 mil e queria saber o que fazer:
Esse cliente queria aportar R$ 5 mil e recebeu uma recomendação de acordo com seu perfil em pouco tempo:
Esse estava em dúvida entre investir no Tesouro SELIC ou em Fundos, e eu ajudei ele pessoalmente:
E esse recebeu uma boa quantia pela venda de um imóvel, e eu prontamente ajudei ele a alocar tanto o que já tinha recebido, quanto preparar a carteira para o que ainda viria:
Além disso, o reconhecimento que recebemos dos nossos clientes é constante, e sempre reforça que estamos no caminho certo.
VOCÊ QUER MELHORAR OS RESULTADOS DOS SEUS INVESTIMENTOS?
Na Capitalizo Consultoria, nosso objetivo é garantir que você tenha acesso às melhores recomendações do mercado, sempre alinhadas ao seu perfil, com independência, transparência e um atendimento próximo, realmente focado em resultados.
E o melhor: você terá atendimento direto comigo, Tiago Prux, e com a minha equipe, que soma mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.
Por isso, quero lhe fazer um convite:
Se você investe acima de R$ 300 mil por meio de bancos ou corretoras e quer ir além nos seus investimentos, clique no botão abaixo para agendar uma conversa pelo WhatsApp e conhecer mais sobre a Capitalizo Consultoria.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (03/02):
Ibovespa avança, Ferbasa (FESA4) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,58%, aos 185.674pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,84%, fechando o dia nos 6.917pontos.
Entre os destaques de alta do dia, as ações da Ferbasa (FESA4) disparam +5% no pregão.
O movimento ocorre em um momento de maior atenção do mercado à companhia.
Na semana passada, a empresa foi tema de análises recentes, nas quais comentamos sobre seus fundamentos, geração de caixa e características que costumam chamar a atenção de investidores de longo prazo.
Além disso, nos últimos dias também circularam notícias discutindo as expectativas para dividendos em 2026, o que pode ter contribuído para recolocar o papel no radar dos investidores, mesmo sem a divulgação de um fato relevante específico.
Oportunidades no setor de energia em 2026
Quer entender por que o setor de energia é um dos mais sólidos da bolsa brasileira?
Quer saber quais empresas do setor oferecem mais previsibilidade, geração de caixa e dividendos?
Quer entender por que transmissoras são consideradas o “filé” do mercado?
Quer saber quais segmentos do setor de energia podem se beneficiar do crescimento econômico nos próximos anos?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Um dos maiores erros dos investidores brasileiros, ou talvez o maior deles, é não diversificar seus investimentos.
Infelizmente, boa parte das pessoas ainda possui carteiras bastante concentradas e acaba amargando grandes prejuízos quando as coisas não dão certo.
A Capitalizo é uma das poucas vozes que defende, abertamente, uma diversificação mais “agressiva” em uma carteira de investimentos.
Sei que isso parece um pouco trivial, básico, mas, infelizmente, a maioria dos investidores não diversifica suas aplicações.
Recentemente, fizemos um estudo com os nossos clientes, que enviaram suas carteiras para análise, e mais de 80% tinham apenas de 4 a 6 ativos.
Ou seja, a maior parte dos investidores está tão preocupada em acertar a “bola da vez” que esquece que o primeiro passo é montar uma boa “defesa”, evitando que grandes perdas aconteçam.
E o que leva grande parte dos investidores a cometer esse tipo de erro?
GANÂNCIA
O primeiro motivo é a ganância.
A triste realidade é que muitos ainda acreditam no milagre da chamada “tacada certeira”, de ganhar muito dinheiro em um prazo muito curto, com apenas uma aplicação.
Sabemos que é possível que isso ocorra, mas não é o que acontece com a maioria das pessoas.
Na prática, a “tacada certeira” se transforma em “prejuízo certeiro”.
Lembre-se: investir não é apostar. Se você acha que comprar uma ação é o mesmo que jogar em um cassino, você está fadado a ter o mesmo resultado que teria em um deles.
FALTA DE ESTRATÉGIA
O segundo motivo é não ter uma estratégia que indique uma forma correta de diversificar seus investimentos.
Em alguns casos, o investidor até tem uma estratégia, mas, por falta de disciplina ou paciência, acaba não levando adiante o próprio planejamento.
Podemos citar como exemplo o caso das ações da Oi (OIBR3, OIBR4), que durante muito tempo foram consideradas ações com fortíssimo potencial de crescimento.
O resultado? Uma perda de quase toda a totalidade do dinheiro investido.
Muito mais importante do que entender se a OIBR4 tinha grande potencial ou não é notar que milhares de investidores “apostaram” todas as suas fichas nessa ação.
Imagine quantas pessoas venderam outras ações de suas carteiras para concentrar tudo em OIBR4, em busca do “ganho da vida”.
Não foram poucas as pessoas que atendemos nessa situação: literalmente, “rasgaram” seus planejamentos ou não entendiam que não deveriam vender outros bons ativos para “apostar” tudo na Oi.
QUEM DIVERSIFICA GANHA MENOS?
Além dos fatores citados acima, podemos mencionar a falta de cultura do investidor brasileiro em diversificar, acreditando em lendas como: “quem diversifica ganha menos”.
A Capitalizo possui diversas carteiras bem diversificadas que rendem muito acima da média. Basta observar nossos resultados e compará-los com os de outras casas de análise ou gestoras.
Inclusive, um dos principais motivos que faz com que todas as nossas estratégias e carteiras apresentem ótimos resultados ao longo dos anos é justamente entender que a diversificação tem um papel fundamental: nos manter vivos no mercado e nos dar a chance de ganhar dinheiro.
Como diria Harry Markowitz, ganhador do Prêmio Nobel em 1990:
“A diversificação é o único almoço grátis do mercado.”
Por isso, aproveite e diversifique, sem moderação.
DETALHES DA CARTEIRA E RESULTADOS
Abaixo, você confere os gráficos de resultados da Carteira Tiago Prux ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como essa carteira funciona na prática.
A CARTEIRA TIAGO PRUX DA CAPITALIZO
A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.
Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova” de crises.
Essa carteira faz parte da assinatura Capitalizo Invest. Clique no botão abaixo e comece a investir com estratégia!
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (02/02):
Ibovespa avança; CXSE3 anuncia dividendos
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,79%, aos 182.793 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,54% no dia, fechando aos 6.976 pontos.
Entre os destaques de alta do pregão, a Caixa Seguridade (CXSE3) subiu +3%.
A movimentação ocorreu após a companhia aprovar a distribuição de dividendos intermediários no valor total de R$ 990 milhões, o equivalente a R$ 0,33 por ação, com um yield aproximado de 1,90%.
O pagamento será realizado em 15 de maio de 2026, com base na posição acionária de 30 de abril de 2026.
As ações para ficar de olho essa semana: CSMG3, CSNA3, RAIZ4, FESA4, CBAV3, PETR4, PRIO3, CXSE3, META, BMEB4, DESK3, MSFT, AURA33
Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?
Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?
Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa semanal:
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, o mercado financeiro acompanhou de perto decisões importantes de política monetária no Brasil e no exterior, além do avanço da temporada de resultados do quarto trimestre de 2025.
No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, dentro do esperado, e reforçou a sinalização de possíveis cortes a partir de março, dependendo da evolução do cenário inflacionário.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve também optou pela manutenção dos juros, na faixa entre 3,5% e 3,75%, com expectativa de ao menos um corte adicional ao longo de 2026, condicionado ao ambiente econômico e institucional.
Além disso, seguimos acompanhando a divulgação dos balanços das grandes companhias globais e, no mercado local, o início da temporada de resultados dos principais bancos.
DESEMPENHO DOS MERCADOS
O Ibovespa avançou 1,4% na semana e já acumula alta superior a 12% no ano, refletindo um cenário mais construtivo para ativos de risco.
O S&P 500, quando convertido para reais, apresentou leve recuo, pressionado principalmente pela queda do dólar.
O Bitcoin voltou a apresentar forte volatilidade, enquanto o ouro, apesar de uma correção recente, segue com desempenho positivo no acumulado de 2026.
Esses movimentos reforçam a importância de separar oscilações de curto prazo de tendências estruturais.
DESTAQUES NEGATIVOS DA SEMANA
Entre as principais quedas, a Desktop (DESK3) chamou atenção após recuar de forma relevante. O movimento esteve ligado às incertezas regulatórias envolvendo a possível aquisição pela Claro.
Apesar da liderança da empresa no mercado de banda larga em São Paulo, preocupações concorrenciais seguem atrasando a aprovação pela Anatel, o que pressionou as ações no curto prazo.
A Microsoft (MSFT34) também passou por correção, mesmo após divulgar resultados robustos.
A empresa apresentou crescimento consistente de receita e lucro, mas o mercado reagiu de forma mais cautelosa ao elevado volume de investimentos em inteligência artificial. Ainda assim, o posicionamento estratégico da companhia no setor segue se fortalecendo.
No caso da Aura Minerals (AURA33), a queda esteve associada à correção no preço do ouro.
Movimentos como esse são naturais após períodos de forte valorização e, até o momento, não alteram os fundamentos da empresa, que segue avançando em produção, eficiência e geração de caixa.
A CSN (CSNA3) voltou a apresentar pressão negativa, refletindo novamente sua elevada alavancagem financeira.
O segmento de mineração segue sendo o principal gerador de caixa, enquanto siderurgia, cimento e energia apresentam menor rentabilidade.
A venda de ativos continua sendo uma alternativa relevante para redução da dívida, não sendo possível descartar mudanças mais profundas na estrutura do grupo no médio prazo.
DESTAQUES POSITIVOS DA SEMANA
Entre as altas, a Raízen (RAIZ4) apresentou uma recuperação expressiva após um longo período de queda.
O movimento teve caráter mais técnico, sem mudanças estruturais relevantes no negócio.
O setor sucroenergético ainda enfrenta desafios, como preços mais baixos de açúcar e etanol, além da possibilidade de novas vendas de ativos.
A Ferbasa (FESA4) voltou a se destacar, refletindo a natureza cíclica do setor.
A companhia segue apresentando solidez operacional e negocia a múltiplos atrativos, mesmo após anos de desempenho mais fraco das ações.
O movimento recente não altera a visão de longo prazo sobre a qualidade do negócio.
O Banco Mercantil (BMEB4) apresentou recuperação após o encerramento do período de subscrição.
A capitalização resolveu passivos relevantes e fortaleceu o balanço da companhia.
Apesar da volatilidade gerada pelo preço de emissão abaixo do mercado, o movimento foi estruturalmente positivo.
A CBA (CBAV3) confirmou, por meio de fato relevante, a venda do controle e o processo de fechamento de capital ao preço de R$ 10,50 por ação.
Diante desse cenário, mesmo sendo uma empresa de qualidade e negociando a múltiplos baixos, a estratégia passa a ser a venda, evitando a imobilização de capital em um processo que pode se estender por meses.
A Meta Platforms (META34) divulgou resultados expressivos no quarto trimestre de 2025, com crescimento robusto de receita e lucro, impulsionados principalmente pela publicidade e pela maior recorrência das receitas, reforçando a resiliência do modelo de negócios.
PETRÓLEO E ENERGIA
O setor de petróleo foi beneficiado pela alta de quase 7% no preço do barril na semana.
A Petrobras (PETR4) acompanhou o movimento, com valorização próxima de 8%. A Chevron (CVX) também esteve em destaque ao divulgar resultados fortes, com recorde de geração de caixa operacional, mesmo em um ambiente de preços médios do petróleo inferiores aos de 2024.
A PRIO (PRIO3) seguiu no radar após revisões de rating, especialmente após a aquisição do campo de Peregrino.
A companhia apresenta geração de caixa suficiente para financiar seus investimentos, estimados entre US$ 550 milhões e US$ 650 milhões, sem comprometer sua saúde financeira.
No cenário atual, não vemos risco relevante de liquidez.
SANEAMENTO E SEGURIDADE
A Copasa (CSMG3) voltou ao foco após avanços do governo de Minas Gerais na proposta de privatização via oferta secundária de ações.
O tema já parece parcialmente precificado, e não vemos motivos para venda no curto prazo, especialmente considerando o potencial de valorização adicional caso o processo avance.
Por fim, a Caixa Seguridade (CXSE3) anunciou o pagamento de R$ 0,33 por ação em dividendos, com dividend yield próximo de 2%.
O anúncio reforça o perfil da companhia como uma das pagadoras mais consistentes da B3. O pagamento será realizado em maio de 2026, considerando a base acionária do final de abril.
O QUE ESSA SEMANA REFORÇA PARA O INVESTIDOR
A semana evidenciou, mais uma vez, a importância de separar movimentos de curto prazo dos fundamentos de longo prazo.
Volatilidade, correções e repiques fazem parte do mercado, mas empresas bem posicionadas, com geração de caixa consistente e estrutura financeira equilibrada, tendem a entregar resultados superiores ao longo do tempo.
Manter disciplina, foco na qualidade dos ativos e compreensão dos ciclos segue sendo essencial para atravessar períodos de incerteza e capturar valor de forma consistente.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
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