Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (11/03):
Ibovespa avança; PETR4 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,28%, aos 183.969 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou o dia em queda de –0,08%, aos 6.775 pontos.
Entre os destaques do pregão, as ações da Petrobras (PETR4) dispararam +4%.
O movimento acompanhou a forte valorização do petróleo no mercado internacional, que voltou a colocar as petroleiras no centro das atenções na bolsa brasileira nesta quarta-feira.
A alta da commodity foi impulsionada pela reavaliação dos riscos de oferta ligados à guerra no Oriente Médio.
Investidores seguem atentos às ameaças do Irã contra o transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz, um dos principais corredores logísticos de energia do mundo.
No fechamento do dia, o petróleo registrou uma alta próxima de 6% nos mercados internacionais.
O barril do WTI para abril encerrou em forte valorização na Nymex, enquanto o Brent para maio também avançou de forma expressiva na Intercontinental Exchange (ICE).
Com esse movimento, as ações da Petrobras tiveram um dia positivo na B3. Além de PETR4, os papéis PETR3 também avançaram acompanhando a valorização da commodity.
10 Ações baratas que não subiram
Por que algumas ações não acompanharam a forte alta do Ibovespa nos últimos meses?
Quedas ou lateralização significam que essas empresas pioraram seus resultados?
Quais fatores específicos estão pressionando setores como commodities, varejo e construção?
E será que essas empresas podem voltar a se destacar quando o ciclo de mercado mudar?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Viver de renda passiva e receber dividendos mensais é o grande sonho de milhões de investidores.
Para que isso se torne realidade, é necessário que você tenha uma estratégia profissional de investimentos, que lhe permita investir de forma assertiva, sem correr riscos desnecessários.
Além disso, é importante que sua carteira seja composta, em sua maioria, por ações de empresas que gerem muito caixa e tenham tendência de crescimento dos lucros da forma mais estável e constante possível.
NÃO OLHE OS DIVIDENDOS PELO RETROVISOR
Infelizmente, a maioria dos investidores fica presa ao passado quando vai montar sua Carteira Geradora de Renda, em vez de olhar para frente.
Avalia apenas o que as ações geraram de dividendos, sem entender como aqueles resultados foram criados ou se são potencialmente sustentáveis.
O resultado disso é que esses investidores acabam amargando prejuízos ou deixando de ganhar muito dinheiro ao longo dos anos.
Afinal de contas…
“Investimento é solução, e não problema.”
Por isso, é de fundamental importância que o investidor olhe para o futuro e entenda quais empresas vão trazer os maiores pagamentos para sua carteira.
É um conselho importante, mas não é o único.
NÃO COMETA ESSE ERRO ❌
Muitos investidores costumam escolher suas ações geradoras de renda passiva em função da periodicidade de pagamento.
Ou seja, estão mais preocupados em ter ações que pagam dividendos mais vezes do que ter ativos que irão pagar valores maiores.
O fato de uma empresa pagar duas vezes por ano não a torna menos atrativa do que uma que paga todos os meses. Quem cai nessa cilada deixa “muito dinheiro na mesa”.
Dessa forma, é importante que o investidor entenda que receber “gordos” dividendos é consequência de boas escolhas.
Quando escolhemos boas empresas e diversificamos a carteira, a consequência é ter um portfólio que possa gerar renda todos os meses — exatamente como faz a nossa carteira a seguir…
CARTEIRA DIVIDENDOS+ DA CAPITALIZO
Desde 2017, a Capitalizo tem sua Estratégia de Geração de Renda Passiva em Ações, a Carteira Dividendos+.
De lá para cá, a estratégia tem funcionado tão bem que eu arrisco a dizer que, atualmente, essa é a carteira mais rentável do Brasil na sua categoria…
Pois entrega rentabilidade acima da média, a menor volatilidade possível e, claro, dividendos constantes.
Recentemente, o nosso time de analistas atualizou a projeção dos pagamentos de proventos (dividendos + juros sobre o capital próprio).
E a ótima notícia é que, para os próximos anos, deverá “pingar” dinheiro na conta dos nossos clientes todos os meses.
E, para que você possa viver de dividendos, precisa entender dois momentos distintos e muito importantes…
A fase da acumulação e a hora de viver de renda.
Para cada investidor, esses momentos serão diferentes.
Logo abaixo, fizemos duas simulações, uma de 10 e outra de 20 anos, que mostram o efeito que poderemos ter ao longo do tempo sobre cada recebimento.
Para essas simulações, utilizamos a rentabilidade atual da nossa Carteira Dividendos+.
A FASE DA ACUMULAÇÃO
A primeira fase do processo de “viver de renda passiva” é chamada de acumulação.
Nessa etapa, o investidor define um objetivo de tempo e o quanto ele irá aportar.
Recomendo que você invista somente valores que não precisará utilizar. Não existe uma regra fixa: alguns terão uma quantidade “x” por mês; outros utilizarão um valor percentual da sua renda, como, por exemplo, 5%, 10% ou mais.
O importante é começar.
“QUANTO IREI GANHAR COM DIVIDENDOS?”
Essa é a pergunta que todos fazem, e a resposta é: não temos como saber — ninguém tem.
Felizmente ou infelizmente, não temos como prever o montante final, pois esse valor depende de diversas variáveis, e a maior parte delas não está sob nosso controle.
Por isso, não perca seu tempo e seu foco fazendo simulações — ainda mais em ações que, como o próprio nome diz, são renda variável.
Lembre-se de que você tem a chance de ganhar muito dinheiro e viver da renda desses valores. É o que mais importa.
No exemplo da nossa projeção, utilizamos a nossa Carteira Dividendos+ como referência. Os ganhos médios que temos conseguido até agora são perfeitamente replicáveis para o futuro.
Contudo, não temos como dar certeza dos valores, que podem ser menores ou até mesmo maiores do que os projetados.
A SIMULAÇÃO
Abaixo, temos a projeção dos ganhos da nossa Carteira Dividendos+ e do Ibovespa para os próximos 10 e 20 anos, considerando aportes mensais de R$ 1.000:
COMPARATIVO CONSIDERANDO O PRAZO DE 10 ANOS ⏳
Total investido: R$ 120.000
Carteira Dividendos+: R$ 456 mil
Ibovespa: R$ 207 mil
COMPARATIVO CONSIDERANDO O PRAZO DE 20 ANOS ⏳
Total investido: R$ 240.000
Carteira Dividendos+: R$ 4,7 milhões
Ibovespa: R$ 770 mil
Importante — e não custa lembrar:o retorno passado nunca é garantia de retorno futuro. Isso é apenas um exercício de simulação. Os retornos anuais considerados foram em torno de +24% para a Carteira Dividendos+ e +10% para o Ibovespa, desde julho de 2017.
A HORA DE VIVER DE RENDA! ️
Talvez, em algum momento no futuro, você não queira mais fazer aportes ou simplesmente queira retirar os valores dos dividendos sem fazer o reinvestimento.
Lembro que o retorno da nossa Carteira Dividendos+ leva em consideração o reinvestimento, do seu início até hoje. Tomando como base o nosso retorno em dividendos (yield), a média anual está em torno de 10%.
Ou seja, esse seria o retorno projetado médio sem fazer novos reinvestimentos.
Dessa forma, caso fosse do seu interesse “viver” desses dividendos, os retornos seriam os seguintes:
COMPARATIVO CONSIDERANDO O PRAZO DE 10 ANOS
Valor total projetado da Carteira de Dividendos: R$ 456 mil
Projeção de dividendos ao ano: R$ 45.399
Projeção de dividendos ao mês: R$ 3.783
COMPARATIVO CONSIDERANDO O PRAZO DE 20 ANOS
Valor total projetado da Carteira de Dividendos: R$ 4,7 milhões
Projeção de dividendos ao ano: R$ 472.890
Projeção de dividendos ao mês: R$ 39.407
Importante: esse valor mensal é apenas a divisão do valor anual por 12 meses.
O recebimento de dividendos é variável e, mesmo que a nossa carteira esteja pagando todos os meses, não temos como garantir que se manterá no futuro.
DETALHES E RESULTADOS DA CARTEIRA DE DIVIDENDOS
Abaixo, você confere o gráfico de resultados da Carteira Dividendos+ e um vídeo explicativo mostrando em detalhes como ela funciona na prática:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
A Carteira Dividendos+ está disponível para os assinantes daCapitalizo Invest.
Ela foi desenvolvida especialmente para quem investe com foco na aposentadoria e deseja construir uma renda extra todos os meses.
E o melhor: com apenas 10 minutos por mês, você consegue acompanhar e seguir as recomendações com praticidade.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (10/03):
Ibovespa avança, PCAR3 recua
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de+1,40%, aos 183.447 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,21%, fechando o dia nos 6.781pontos.
Entre os destaques de queda do pregão, as ações da GPA (PCAR3) recuaram –2,93%.
O movimento ocorreu após a companhia anunciar a assinatura de um acordo com seus principais credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial, conforme fato relevante divulgado nesta terça-feira.
O plano envolve cerca de R$ 4,5 bilhões em obrigações financeiras sem garantia.
Segundo a empresa, credores que representam aproximadamente 46% dos créditos sujeitos ao plano (cerca de R$ 2,1 bilhões) já aderiram ao acordo, percentual acima do mínimo exigido pela legislação.
Com isso, essas obrigações ficam suspensas por 90 dias, período em que o GPA pretende avançar nas negociações com os demais credores.
A companhia afirmou ainda que fornecedores, clientes e funcionários não serão afetados, e que as operações das lojas seguem normalmente.
Recentemente, também publicamos um vídeo analisando a situação de Pão de Açúcar (PCAR3) e Casas Bahia (BHIA3).Clique aqui e assista.
PETR4, PRIO3, BRAV3 e RECV3: A Guerra pode impulsionar essas ações?
O conflito envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos pode impactar o preço do petróleo?
Ações como Petrobras, PRIO, Brava e PetroRecôncavo podem se beneficiar desse movimento?
Quais são as perspectivas para o setor de petróleo no longo prazo?
E por que é importante separar narrativas de curto prazo da análise fundamentalista das empresas?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Ao começar a dar seus primeiros passos na Bolsa de Valores, você se depara logo de cara com um problema: existem quase 400 empresas listadas! Como escolher em quais investir?
Sem dúvidas, esse é um dos maiores desafios para quem está começando sua jornada de investimentos, inclusive para quem investe há mais tempo.
Um caminho que pode funcionar muito bem no início é separar as companhias a partir do tamanho do valor de mercado.
Nesse contexto, quando olhamos para as empresas que possuem menor valor de mercado, encontramos aquelas conhecidas como Small Caps (baixa capitalização).
Neste artigo, você vai entender tudo o que precisa saber sobre as ações Small Caps, quais são suas vantagens e como investir nelas na Bolsa de Valores. Confira!
O QUE SÃO SMALL CAPS?
As Small Caps são um tipo de empresa listada na Bolsa de Valores, e sua classificação faz referência ao tamanho da companhia.
Empresas de menor porte são consideradas Small Caps; as de médio porte, Mid Caps; e as maiores são chamadas de Large Caps (ou Blue Chips).
Embora não haja um limite específico para diferenciar essas categorias, as Small Caps são geralmente consideradas empresas que apresentam valor de mercado entre R$ 2 bilhões e R$ 7 bilhões.
Normalmente, as Small Caps representam negócios em crescimento e, por isso, reinvestem frequentemente os lucros na expansão da empresa.
Por esse motivo, podem apresentar grande valorização no longo prazo.
Por outro lado, por serem empresas menores e, muitas vezes, menos conhecidas do que as grandes companhias, é normal que suas ações não tenham tanto acompanhamento ou demanda por parte da maioria dos investidores e instituições financeiras.
Assim, o volume de negociação (liquidez) costuma ser menor do que a média.
Mas essa menor liquidez pode representar uma excelente oportunidade para o investidor pessoa física.
Com um volume de negociação menor, torna-se mais difícil que grandes instituições montem posição na companhia e, assim, a ação tende a sofrer menos interferência ou estratégias que pressionem seu preço.
Abaixo, vamos ver uma small cap fora do radar da maioria dos investidores que, além de ser uma boa empresa, tem bom potencial de crescimento.
BANCO MERCANTIL (BMEB4)
O Banco Mercantil foi fundado em 1943 com a inauguração da primeira agência na cidade de Curvelo, em Minas Gerais. Na época, a intenção era contribuir para o desenvolvimento econômico da cidade e da região.
Desde então, a instituição passou por um forte processo de expansão e hoje conta com presença em diversos estados brasileiros, atendendo centenas de cidades e consolidando sua atuação como uma instituição especializada em nichos específicos do mercado financeiro.
A estratégia central do banco é oferecer um ecossistema financeiro completo voltado para o público 50+, segmento que cresce rapidamente no Brasil e tende a ganhar ainda mais relevância nas próximas décadas.
O principal foco do Mercantil está no pagamento de benefícios do INSS, segmento no qual a instituição se consolidou como uma das grandes referências do país, figurando entre os cinco maiores pagadores de benefícios previdenciários.
A partir dessa base de clientes, o banco oferece uma gama de produtos financeiros, como crédito, investimentos, seguros e outros serviços, ampliando o relacionamento e aumentando o nível de recorrência de receitas.
Essa estratégia se beneficia do perfil mais estável da base de clientes, o que tende a reduzir riscos e trazer maior previsibilidade aos resultados.
Nos últimos anos, a gestão também tem intensificado os esforços para acelerar a digitalização de seus serviços.
Isso representa um desafio adicional para o banco, uma vez que grande parte de seu público ainda possui menor familiaridade com soluções digitais.
Ainda assim, o avanço tem sido significativo, com crescente utilização de canais digitais na contratação de produtos e no atendimento.
Esse movimento também aparece na evolução da base de clientes.
Enquanto anteriormente o banco possuía cerca de 5 milhões de clientes no início de 2022, atualmente a instituição atingiu a marca de 10 milhões de clientes no 4T25, representando um crescimento expressivo ao longo dos últimos anos e um avanço de 11% apenas em relação ao 4T24.
O crescimento da base reflete tanto a expansão física quanto digital da instituição. Apenas em 2025, o banco inaugurou 61 novas agências, ampliando sua presença geográfica e fortalecendo sua estratégia de proximidade com o público-alvo.
Paralelamente, os canais digitais também ganharam protagonismo, com 82% dos contratos de crédito sendo originados digitalmente ao longo de 2025, o que melhora a eficiência operacional e a experiência do cliente.
No crédito, o banco mantém forte foco em produtos colateralizados e de menor risco, principalmente o crédito consignado, que segue como principal produto da instituição.
A carteira total de crédito atingiu R$ 23,7 bilhões no 4T25, crescimento de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior, reforçando a estratégia de expansão com disciplina de risco.
Essa especialização em linhas de crédito com desconto em folha ou garantia contribui para manter níveis de inadimplência relativamente controlados e sustentar elevados níveis de rentabilidade.
Em 2025, o banco também registrou resultados financeiros relevantes, com lucro líquido recorrente anual atingindo R$ 1 bilhão, um marco histórico para a instituição e que evidencia a capacidade de execução da estratégia adotada.
Em relação ao desempenho das ações nos últimos anos, o resultado é impressionante.
Nos últimos 5 anos, as ações de Banco Mercantil (BMEB4) apresentam valorização de +1.255%, enquanto o Banco Itaú (ITUB4) subiu apenas +219% no mesmo período, conforme mostrado no gráfico abaixo:
O valor de mercado do Banco Mercantil é um pouco mais de R$10 bilhões de reais. Só para você ter uma ideia, o Banco Itaú (ITUB4) vale R$ 462 bilhões.
COMO ACOMPANHAR AS SMALL CAPS?
Os investidores de renda variável geralmente estão familiarizados com o Ibovespa, principal índice de referência da bolsa brasileira.
No entanto, o Ibovespa é bastante concentrado em poucas empresas, principalmente dos setores de bancos e commodities, não fornecendo informações relevantes sobre as small caps.
Por isso, o mercado utiliza outro índice: o SMLL. É ele que deve ser utilizado para acompanhar o desempenho das Small Caps na Bolsa de Valores.
Assim como é possível investir em ativos que replicam o Ibovespa (ETF BOVA11), também é possível investir no índice SMLL por meio do ETF SMAL11.
COMO INVESTIR EM SMALL CAPS?
As principais estratégias para investir em Small Caps são: fundos de investimento em ações, ETFs ou montar a própria carteira de ações.
Escolha a forma que melhor se adeque ao seu perfil de investidor e conte com as nossas recomendações.
RECOMENDAÇÕES DE MICRO E SMALL CAPS DA CAPITALIZO
Acompanhar e recomendar ações de Micro e Small Caps está no DNA da Capitalizo. Por isso, criamos a Carteira Micro e Small Caps, um portfólio focado exclusivamente nesse segmento.
Um dos diferenciais é a estratégia Fake Small Caps: empresas que têm o potencial de crescimento das small caps, mas com histórico sólido de execução, liderança em seus mercados e boa gestão.
Ou seja, companhias que parecem pequenas, mas entregam fundamentos consistentes.
Confira o desempenho da Carteira e veja, na prática, os resultados que uma estratégia bem estruturada pode gerar.
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
A Carteira Micro e Small Caps faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que dá acesso às nossas análises completas, recomendações atualizadas e estratégias estruturadas para investir com método e disciplina.
Se você quer investir em Small Caps com critério e acompanhamento profissional, essa é a forma mais direta de ter acesso às nossas recomendações.
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira:
Ibovespa inicia a semana em alta
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,86%, aos 180.915 pontos, impulsionado pela forte valorização do petróleo no mercado internacional.
A commodity chegou a subir com intensidade diante das tensões no Oriente Médio, o que deu suporte às ações ligadas ao setor e ajudou o índice a avançar.
Hoje, porém, o petróleo já devolve parte dos ganhos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,83% no dia, fechando aos 6.795 pontos.
B3 altera horário de negociação
A B3 (B3SA3) passou a operar com horário reduzido a partir desta segunda-feira (09/03), após o fim do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa.
No mercado à vista e no fracionário, o pregão ocorre das 10h às 16h55. Já os contratos futuros de Ibovespa e minicontratos de índice passaram a ser negociados das 9h às 18h25.
Segundo a bolsa, o ajuste busca manter a padronização com os mercados internacionais e facilitar o fluxo de negociações.
Banco Mercantil (BMEB4) dispara
Entre os destaques de alta do pregão, as ações do Banco Mercantil (BMEB4) subiram mais de +6%.
O banco havia divulgado resultados na semana passada, consolidando um ano histórico. O lucro líquido recorrente atingiu R$ 1 bilhão em 2025. No 4T25, o lucro foi de R$ 271 milhões, crescimento de 32% em relação ao mesmo período de 2024.
Os números vieram sólidos, com crescimento da base de clientes, avanço da digitalização e manutenção de níveis saudáveis de capital, o que sustentou a boa recepção do mercado.
A Carteira Recomendada de Swing Trade da Capitalizo é uma das mais procuradas por investidores que desejam fazer operações de curto prazo na Bolsa de Valores.
A grande vantagem desse tipo de operação é que ela permite buscar ganhos rápidos na Bolsa (de 2 a 10 dias). Desde 2017, temos entregado resultados bastante positivos com ela.
Em nossa estratégia, enviamos tanto operações de compra, para ganharmos com a alta das ações, quanto as chamadas “venda alugada de ações”, com o objetivo de lucrar com a queda dos preços.
Dessa forma, independentemente dos movimentos de mercado, temos a oportunidade de ganhar dinheiro.
E o melhor de tudo: com apenas 10 minutos por dia, você consegue acompanhar todas essas recomendações de Swing Trade.
Lembrando que novas recomendações são enviadas toda semana.
Abaixo, separamos alguns tópicos importantes para esclarecer melhor como funciona o Swing Trade, assim como as nossas recomendações nesse tipo de operação:
O QUE É SWING TRADE?
É um tipo de operação que tem como objetivo capturar movimentos de curto prazo na Bolsa.
Por isso, as operações costumam durar poucos dias.
COMO SABER QUANDO COMPRAR E VENDER?
Na Capitalizo, utilizamos Análise Técnica (gráficos) para determinar os pontos de entrada e saída das operações.
O acompanhamento é feito por meio dos gráficos diários e dos gráficos de 60 minutos.
TIPOS DE OPERAÇÕES
As nossas recomendações são tanto na “ponta comprada” (para ganharmos com a alta dos preços), quanto na “ponta vendida” (para ganharmos com as baixas dos preços).
Além de enviarmos recomendações com ações, também temos o nosso relatório diário especial com as operações nos Contratos Futuros de Soja, Café, Boi Gordo e Milho, que é feito à parte.
O ENVIO DAS RECOMENDAÇÕES DE SWING TRADE
Todas as recomendações são enviadas pelo nosso aplicativo (no seu celular), pelo nosso sistema (no seu computador) ou pelo Telegram (onde você também pode interagir com a nossa equipe de atendimento, em caso de dúvidas).
De qualquer forma, você sempre será avisado quando houver uma recomendação e quando for indicado encerrar a operação:
Além disso, fazer o acompanhamento das operações no nosso sistema é bem simples:
QUANTO EU POSSO PERDER?
A taxa média de acerto das recomendações de Swing Trade é de 56%, ou seja, temos lucro em mais da metade das operações.
Os prejuízos médios (stops) ficam entre 1% e 5%.
QUANTO EU POSSO GANHAR?
Por se tratar de um investimento de renda variável, não é possível projetar nem prometer ganhos.
Mas, com base nos resultados passados, as operações com ganho (gain) costumam render entre 5% e 10%.
Apenas como exemplo, seguem os resultados de algumas recomendações recentes:
Mais importante do que o desempenho de operações isoladas é que nossa estratégia entrega resultados consistentes desde o seu início.
DETALHES DA ESTRATÉGIA E RESULTADOS
Abaixo, você confere os gráficos de desempenho da nossa estratégia de Swing Trade ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como ela funciona na prática:
COMO TER ACESSO À ESTRATÉGIA
A Carteira de Swing Trade está disponível para os assinantes daCapitalizo Invest Pro, nossa assinatura mais completa, que reúne todas as estratégias, relatórios e suporte para você operar com confiança, tanto na alta quanto na queda do mercado.
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Uma das teorias mais estranhas que eu escuto de investidores de ações de longo prazo é que o “curto prazo não importa”.
A maioria diz isso porque, na verdade, não sabe no que está investindo nem o que está fazendo.
Dessa forma, dizer que “não dá bola” para o que acontece no curto prazo é uma forma de não se incomodar em ter que estudar e jogar os possíveis problemas lá para frente.
Afinal, se é um investimento para o longo prazo, “tudo se resolve no futuro”.
Você que está lendo este artigo, agora, diretamente da sua mesa de trabalho, acredita (de verdade) que o negócio em que você trabalha (seja administrando, seja como funcionário) se manteria caso ninguém pensasse no curto prazo?
Tenho certeza que não!
Será que a Coca-Cola se manteria no longo prazo se seus vendedores não atuassem no curto prazo? Se eles não levantassem cedo para atender aos pedidos?
Tenho certeza que não!
Por que, então, a Bolsa de Valores seria o único lugar no mundo onde não existiria a necessidade de monitorar o que acontece no curto prazo?
O CURTO PRAZO PODE DEFINIR O LONGO PRAZO
Não estou dizendo que o investidor de longo prazo deva ficar preocupado com toda e qualquer coisa que aconteça — até porque o que não faltam são ruídos desnecessários.
Mas, sim, que o investidor entenda que acontecimentos de curto prazo podem definir o destino das empresas, tanto para o bem quanto para o mal.
Quantas empresas na sua cidade (lojas, bares e restaurantes) não quebraram na crise de 2020, quando os fechamentos devido à pandemia de Covid-19 começaram?
Pois é, o curto prazo mudou o cenário de forma definitiva, mesmo para quem já estava há anos no mercado.
A Cielo (CIEL3), por exemplo, teve seu futuro praticamente definido em 2010 quando, após um estudo sobre a relação da Visa com a Visanet, o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) entendeu que a exclusividade contratual usufruída pela adquirente no país infringia a ordem econômica.
Essa decisão levou à quebra da exclusividade no mercado de adquirência nacional.
Nesse caso da Cielo, quem não percebeu que esse movimento de curto prazo poderia mudar todo o ambiente de negócios do setor — simplesmente porque “o curto prazo não importa” — amargou, anos mais tarde, enormes prejuízos.
Já o investidor que conhecia o negócio e estava atento tinha duas opções:
Vender as ações.
Monitorar durante mais algum tempo a empresa, para entender se a competição poderia fazer com que a Cielo entregasse resultados piores no futuro — e só depois vender as ações.
Tanto quem escolheu a opção 1 quanto quem escolheu a opção 2 conseguiu se livrar de uma grande cilada.
Vou ficar apenas nesse exemplo da Cielo, mas, se você puxar pela memória, vai lembrar de várias empresas que foram “ejetadas” do mercado ou “bombaram” com decisões tomadas no curto prazo.
MONITORAR É FUNDAMENTAL
Como costumo dizer, comprar uma ação é (muito) fácil. Basta ter dinheiro em uma corretora e apertar o botão “comprar” no seu home broker.
Porém, acreditar que o processo de escolha de uma ação é simples e que “o curto prazo não importa” pode fazer com que você perca muito dinheiro.
Ter ganhos consistentes envolve agir como um profissional. Isso vale para um médico, para um atleta ou para o investidor de longo prazo em ações. Por isso, acompanhar o que acontece é fundamental.
Conte com a gente nessa jornada.
CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX
A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.
Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova de crises”.
Ao assinar, você terá acesso imediato não apenas a ela, mas também a todas as nossas carteiras exclusivas, desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos de investimento.
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Abaixo segue o fantástico elogio que recebemos de um cliente, mostrando como pode ser incrível a jornada de um investidor que segue as nossas recomendações.
Ver alguém que enxerga no nosso trabalho uma ponte confiável entre investir e ter sucesso no mercado financeiro é o reconhecimento máximo que podemos ter.
Como costumamos dizer: “não basta investir, é preciso investir bem”.
Este é o tipo de feedback que vale a pena imprimir e olhar todos os dias. São palavras muito mais poderosas do que muitos livros de finanças ou falas de famosos “influencers”.
Afinal, elas mostram que um investidor que segue o que recomendamos pode realmente ganhar dinheiro.
Além disso, quando ele participa do processo, torna-se imbatível!
Essas palavras mostram o quão longe você pode chegar e a importância de levar a sério a chamada “jornada do investidor”.
Afinal, suamos para ganhar o nosso dinheiro e nada mais justo do que dar a ele o seu merecido valor.
A JORNADA DO INVESTIDOR TIAGO
Desde que fundei a Capitalizo, vi a minha vida como investidor ser transformada.
Antes, eu fazia tudo sozinho e, por mais que estudasse, sempre ficava com aquele sentimento de que faltava algo.
Em alguns momentos, batia uma insegurança de não saber se eu estava tomando a decisão correta.
O investidor Tiago “pós-Capitalizo”é outro. Hoje tenho ciência de que não vou ganhar sempre, mas, por ter uma equipe que me mostra os caminhos, me tornei um investidor ainda melhor.
Atualmente, tenho uma carteira equilibrada e nunca mais perdi uma única noite de sono por causa dos meus investimentos e da minha família.
Ou seja, investir de forma profissional é transformador e libertador.
Por isso, ao ler um elogio desses, eu imagino o quão bem esse investidor ou investidora está se sentindo. Ter em quem confiar é algo que “não tem preço”.
INVISTA DE FORMA PROFISSIONAL
Contar com as recomendações da Capitalizo é sempre saber o que fazer. É contar com profissionais que não estão preocupados em “gerar engajamento” ou em ser conhecidos em redes sociais, mas sim em gerar resultados para você.
Desconheço qualquer empresa do mercado, seja uma gestora, casa de análise ou consultoria, que tenha entregado tantos ganhos em tantas carteiras e estratégias diferentes.
Acima de tudo, é ter a certeza de que o seu perfil será sempre respeitado. É nunca ser enganado por falsas promessas e ver tudo ser feito de maneira transparente e 100% independente.
Ser nosso cliente é, acima de tudo, a oportunidade de se tornar um investidor profissional, faça “chuva ou faça sol”, em momentos de alta ou de baixa do mercado, em períodos de crises ou épocas de bonança.
É não precisar mais investir sozinho e ter o auxílio de quem genuinamente se importa com você.
Portanto, se você já sabe como quer investir, temos as soluções certas para o que procura. Se ainda não investe ou não sabe exatamente o seu perfil, vamos ajudar você a chegar lá.
VEJA COMO NOSSAS CARTEIRAS E ESTRATÉGIAS SE DESTACAM
Abaixo, você confere o desempenho histórico das Carteiras de Longo Prazo e das Estratégias de Curto e Médio Prazos da Capitalizo.
Todas foram construídas com foco em consistência, segurança e resultados muito acima da média do mercado:
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS E ESTRATÉGIAS
Todas as Carteiras e Estratégias fazem parte da assinatura Capitalizo Invest Pro, desenvolvida para investidores que desejam acesso imediato a um portfólio completo, com recomendações de curto, médio e longo prazos.
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Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (06/03):
Ibovespa recuou; PETR4 dispara
O Ibovespa fechou o dia aos 179.364 pontos, com queda de -0,61%. Na semana, o índice acumulou desvalorização de -4,99%.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -1,33% no dia e encerrou a semana com queda de -1,24%, aos 6.740 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da Petrobras (PETR4) dispararam +3%.
O movimento acompanhou a forte alta do petróleo após a intensificação do conflito no Oriente Médio.
Com a paralisação da navegação no Estreito de Ormuz, rota responsável por cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo, o Brent ultrapassou US$ 90 por barril, ampliando as preocupações com a oferta global.
Bancos internacionais alertam que, se o bloqueio persistir, os preços podem superar US$ 100.
Além do cenário externo, a companhia também apresentou resultados sólidos no 4T25.
A receita somou R$ 127,4 bilhões, com geração de caixa operacional de R$ 54,9 bilhões e lucro líquido recorrente de R$ 25,6 bilhões.
A alavancagem encerrou o período em 1,42x, mantendo-se em patamar saudável.
PCAR3 E BHIA3: há risco para essas empresas?
Quedas fortes nas ações significam que uma empresa pode quebrar?
Casas Bahia e Pão de Açúcar enfrentam problemas financeiros que podem preocupar investidores?
Existe risco de recuperação judicial ou novas emissões de ações para tentar resolver a situação?
E por que essas empresas hoje não fazem parte das nossas recomendações fundamentalistas?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Diariamente, recebemos contatos de investidores que buscam estratégias capazes de evitar perdas na Bolsa de Valores.
Ou então, comentários como este acima, nos questionando sobre a divulgação das recomendações que não deram certo.
Obviamente, sempre deixamos claro que existem perdas. Seja em nossos materiais, redes sociais, vídeos, entre tantos outros conteúdos.
Não temos problema algum em falar sobre perdas. O que me impressiona é que alguém ache que existam pessoas que só acertam na Bolsa ou em qualquer outro tipo de investimento.
Só não erra quem não investe!
Perder na Bolsa de Valores faz parte. Só não pode se acostumar.
Se eu tenho um restaurante, padaria, loja ou qualquer outra atividade, vou errar. Por que no mercado financeiro seria diferente?
O que diferencia um bom de um mau investidor (ou empresa) não é o fato de não errar, mas sim a capacidade de minimizar perdas, reduzir danos e evitar tragédias.
No Japão, por exemplo, todos sabem que acontecerão terremotos. É impossível evitá-los, mas os japoneses buscam minimizar ao máximo os estragos, preparando-se para esse tipo de evento.
Não à toa, o efeito de um terremoto no Japão é centenas de vezes menos devastador do que no Haiti.
É isso que eu sempre fiz como investidor. Não tenho aquelas histórias trágicas de perda de todo o capital ou de valores que me tirariam do mercado.
Aprender a lidar com as pequenas perdas, enquanto espera pelos grandes ganhos, é uma das grandes virtudes dos investidores vencedores.
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