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Tiago Prux

Veja como é simples seguir nossas estratégias e recomendações

27/03/2026 Por Tiago Prux
CAPA (4)

No artigo “Ganhar dinheiro no mercado pode ser simples”, apresentamos estratégias que ajudam a definir seu perfil de investidor, um passo essencial para quem deseja começar a investir de forma estruturada.

Em seguida, detalhamos como seguir nossas recomendações de maneira prática, alinhadas ao seu perfil, prazo e tolerância à volatilidade.

RECOMENDAÇÕES DA CAPITALIZO

Atualmente, dividimos nossas recomendações em Carteiras de Longo Prazo e Estratégias de Curto e Médio Prazo, proporcionando soluções completas para qualquer perfil de investidor.

Reforçamos que não existe um perfil “certo ou errado”, é totalmente possível, por exemplo, ter uma Carteira de Dividendos e, ao mesmo tempo, aproveitar oportunidades de curto prazo no Swing Trade.

Abaixo, você encontra informações sobre cada perfil de investimento, com foco em prazos longos e curtos/médios. No final, também apresentamos os resultados históricos de cada estratégia:

◾ CARTEIRA TIAGO PRUX

  • Perfil: Carteira de Ações de Longo Prazo
  • Volatilidade: Alta, voltada para investidores que buscam crescimento robusto
  • Análise: Fundamentalista, focada em empresas de valor
  • Giro: Muito baixo, ideal para quem prefere manter os ativos por longos períodos
  • Tempo: Apenas 10 minutos mensais para atualização
  • Data importante: Relatório divulgado no último dia útil do mês

◾ MICRO E SMALL CAPS

  • Perfil: Carteira de Ações de Longo Prazo com empresas de menor capitalização
  • Volatilidade: Alta, ideal para quem busca grandes oportunidades de crescimento
  • Análise: Fundamentalista, com foco em empresas emergentes e inovadoras
  • Giro: Muito baixo, o que facilita o acompanhamento
  • Tempo: 10 minutos mensais são suficientes para revisão
  • Data importante: Relatório publicado no último dia útil do mês

◾ DIVIDENDOS+

  • Perfil: Carteira de Ações de Longo Prazo, voltada para geração de renda passiva
  • Volatilidade: Média, ideal para quem busca equilíbrio entre crescimento e distribuição de dividendos
  • Análise: Fundamentalista, focada em empresas estáveis e com boa geração de caixa
  • Giro: Muito baixo, adequado para uma estratégia de renda recorrente
  • Tempo: Requer apenas 10 minutos mensais para acompanhamento
  • Data importante: Relatório divulgado no último dia útil do mês

◾ INTERNACIONAL

  • Perfil: Carteira de Ações de Longo Prazo com exposição global
  • Volatilidade: Alta, aproveitando oportunidades de valorização em mercados internacionais
  • Análise: Fundamentalista, com foco em ativos sólidos estrangeiros
  • Giro: Muito baixo, adequado para quem prefere uma abordagem mais passiva
  • Tempo: 10 minutos mensais para revisãoData importante: Relatório publicado no último dia útil do mês

◾ FIIs E REITs

  • Perfil: Carteira de Fundos Imobiliários e REITs para o Longo Prazo
  • Volatilidade: Média, ideal para investidores que buscam rendimentos consistentes
  • Análise: Fundamentalista, com foco na segurança e no retorno imobiliário
  • Giro: Muito baixo, adequado para uma estratégia de manutenção de longo prazo
  • Tempo: 10 minutos mensais são suficientes para revisão
  • Data importante: Relatório divulgado no último dia útil do mês

◾ DIVERSIFICADAS

  • Perfil: Carteiras Diversificadas de Longo Prazo
  • Volatilidade: Média, oferecendo um equilíbrio entre risco e retorno
  • Análise: Fundamentalista, abrange várias classes de ativos
  • Giro: Muito baixo, permitindo uma gestão passiva e prática
  • Tempo: Apenas 10 minutos por mês para acompanhamento
  • Data importante: Relatório publicado no último dia útil do mês

◾ FUNDOS DE AÇÕES

  • Perfil: Carteira de Fundos de Ações de Longo Prazo
  • Volatilidade: Alta, buscando capturar o potencial de crescimento do mercado de ações
  • Análise: Fundamentalista, com foco na seleção de fundos ativos
  • Giro: Muito baixo, facilitando a manutenção
  • Tempo: 10 minutos mensais são suficientes para ajustes
  • Data importante: Relatório publicado no último dia útil do mês

◾ RENDA FIXA

  • Perfil: Carteira de Títulos e Fundos de Renda Fixa de Longo Prazo
  • Volatilidade: Baixa, ideal para quem busca segurança e preservação de capital
  • Análise: Fundamentalista, focada em proteção do capital e rendimentos previsíveis
  • Giro: Muito baixo, voltado para estratégias de proteção
  • Tempo: 10 minutos mensais são suficientes para acompanhar
  • Data importante: Relatório publicado no último dia útil do mês

◾ CRIPTOATIVOS

  • Perfil: Carteira de Criptomoedas de Longo Prazo, focada na inovação tecnológica
  • Volatilidade: Muito alta, apropriada para investidores que aceitam a volatilidade do mercado cripto
  • Análise: Fundamentalista, com foco em ativos digitais de grande potencial
  • Giro: Muito baixo, para uma abordagem de longo prazo
  • Tempo: 10 minutos por mês para monitoramento
  • Data importante: Relatório publicado no último dia útil do mês

◾ ESTRATÉGIA DE SWING TRADE

  • Perfil: Operações de Curto Prazo (2 a 10 dias), aproveitando oscilações rápidas
  • Volatilidade: Alta, ideal para investidores dinâmicos
  • Análise: Técnica, com foco em gráficos e padrões de preço
  • Giro: Alto, com novas recomendações semanais
  • Tempo: 10 minutos diários para acompanhamento
  • Data importante: Relatório disponível semanalmente (segundas)

◾ ESTRATÉGIA DO RASTREADOR DE TENDÊNCIAS

  • Perfil: Operações de Médio Prazo (3 a 6 meses)
  • Volatilidade: Alta
  • Análise: Técnica
  • Giro: Médio, com atualizações sempre que necessário
  • Tempo: 10 minutos semanais para acompanhamento
  • Data importante: Recomendações enviadas às segundas-feiras

◾ ESTRATÉGIA DE LONG&SHORT

  • Perfil: Operações de Médio Prazo (1 a 3 meses)
  • Volatilidade: Alta
  • Análise: Técnica
  • Giro: Médio, com recomendações atualizadas sempre que necessário
  • Tempo: 10 minutos semanais para acompanhar e implementar as ordens
  • Data importante: Recomendações enviadas às segundas-feiras

◾ ESTRATÉGIA DE OPÇÕES

  • Perfil: Operações de Curto Prazo (2 a 20 dias), aproveitando oscilações rápidas
  • Volatilidade: Alta
  • Análise: Técnica
  • Giro: Alto, com recomendações todos os meses
  • Tempo: 10 minutos diários para acompanhar e implementar as ordens
  • Data importante: Recomendações enviadas conforme as oportunidades surgem

◾ ESTRATÉGIAS DE DAY TRADE

  • Perfil: Operações de curtíssimo prazo (minutos ou horas) em Contratos de Índice
  • Volatilidade: Muito alta
  • Análise: Técnica
  • Giro: Alto, com novas recomendações ao longo do pregão
  • Tempo: Acompanhe a sala online ao vivo, das 9h às 12h, para atuar conforme as orientações do analista

CONHEÇA AS NOSSAS CARTEIRAS E ESTRATÉGIAS DE CURTO, MÉDIO E LONGO PRAZOS

Para saber mais a respeito de um cada delas, basta clicar nos links:


COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS E ESTRATÉGIAS

Todas essas recomendações fazem parte da assinatura Capitalizo Invest Pro, a mais completa da Capitalizo.

Com ela, você tem acesso a todas as Carteiras de Longo Prazo e a todas as Estratégias de Curto e Médio Prazo, em um só lugar.

Clique no botão abaixo e assine agora mesmo.

Categorias Ações e Empresas, Acompanhamento de Carteira, Análise Fundamentalista, Análise Técnica, Bolsa de Valores, Carteira Tiago Prux, Carteiras de Ações, Carteiras de Investimentos, Economia & Investimentos, Investimentos de Longo Prazo, Operações de curto e médio prazos, Psicologia Financeira, Renda Passiva, Small Caps, Swing Trade, Top Picks Semanal Tags Carteiras de Ações, curto prazo, day trade, dividendos, estratégias, long&short, longo prazo, opções, swing trade Deixe um comentário

Ibovespa recua; SEER3 dispara +15%; Ações que caíram até 90%: o que está acontecendo? 

26/03/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (26/03):

Ibovespa recua; SEER3 dispara 

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -1,45%, aos 182.732 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -1,74%, fechando aos 6.477 pontos.

Entre os destaques de alta do pregão, as ações da Ser Educacional (SEER3) dispararam +15%.

O movimento ocorreu após a companhia apresentar um desempenho financeiro notável no 4T25, com lucro líquido de R$ 74,6 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 30,2 milhões no mesmo período do ano anterior.

Esse crescimento é atribuído ao aumento da base de alunos no ensino híbrido e à expansão do curso de medicina, refletindo uma recuperação sólida após os desafios enfrentados nos anos anteriores.

O EBITDA ajustado também cresceu 22,8%, atingindo R$ 150,4 milhões, demonstrando a eficácia das iniciativas de otimização operacional implementadas pela empresa.

Além disso, a Ser Educacional conseguiu reduzir sua dívida líquida em 29,8%, totalizando R$ 504,7 milhões.

A relação dívida líquida/EBITDA ajustado caiu para 0,90x, o melhor índice desde o 1T21.

A geração operacional de caixa líquida pós-CAPEX cresceu impressionantes 227,9%, evidenciando a melhoria na eficiência operacional e no fluxo de caixa da companhia.

5 ações que caíram até 90%: o que está acontecendo? 

Você acompanha ações que caíram forte e quer entender o que realmente está por trás desses movimentos?

Quer saber o que está acontecendo com QUAL3, CASH3, JALL3, AZZA3 e RAIL3?

Quer identificar se alguma dessas empresas pode ser apenas uma ação descontada ou se os problemas são mais profundos?

Quer separar queda de cotação de fundamento para tomar decisões melhores nos seus investimentos?

Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:

▶ Vídeo do Dia: 5 AÇÕES COM QUEDAS DE ATÉ 90% | O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM QUAL3, CASH3, JALL3, AZZA3 E RAIL3?

Um grande abraço e ótimos investimentos,
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

IPCA-15: registra alta de 0,44% em março, superando previsões. Saiba mais.

Americanas (AMER3): protocola pedido de encerramento da recuperação judicial. Saiba mais.

Bradesco (BBDC3/BBDC4): aprova pagamento de R$ 3 bilhões em JCP aos acionistas. Saiba mais.

JBS (JBS/JBSS32): Receita recorde e diversificação de proteínas sustentam resultados no 4T25. Saiba mais.

▶ Artigo do Dia: NÃO INVISTA EM ETFS DE AÇÕES | BOVA11, IVVB11, SMAL11, DIVO11

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, eua, fiis, IBOV, ibovespa, notícias, s&p, s&p500

Não vale a pena investir em ETFs de Ações: a verdade que não te contam.

26/03/2026 Por Tiago Prux
ETF

Recentemente, postei um vídeo chamado “ETFs: NÃO INVISTA EM ETFS DE AÇÕES | BOVA11, IVVB11, SMAL11, DIVO11”, que você pode conferir apertando aqui.

Nesse vídeo, eu explico por que nós não investimos em ETFs de ações. De forma resumida os motivos principais são:

1- Não gostamos de seus critérios de seleção de ações

Os ETFs temáticos compram ações por elas fazerem parte de um setor, como tecnologia, por exemplo.

Você compraria uma ação apenas por ela ser do setor de tecnologia? E a qualidade da empresa? E o futuro do negócio? Não faz sentido investir ignorando isso.

Já os ETFs passivos, que seguem índices como o Ibovespa, não compram muitas boas empresas por não estarem no índice, e compram várias ações do índice que não têm bons fundamentos.

Se você não compraria uma ação individualmente, por que comprar no ETF?

2 – Não gostamos do seu foco exclusivo no passado

ETFs temáticos baseados em histórico (como “ações que pagaram bons dividendos”) focam no passado, quando o que realmente importa para investir é o futuro. 

3 – ETFs demoram para acompanhar tendências

O S&P 500, por exemplo, ficou 13 anos lateralizado após a bolha das empresas “ponto com”. Quem tinha um ETF que o seguia viu seus investimentos estagnados por esse período.

ETFs de ações demoram para captar as mudanças. Enquanto eles demoram, seu dinheiro fica “parado”.

QUAL FOI A RESPOSTA QUE RECEBEMOS? 

Eu sempre gosto de responder as dúvidas da nossa audiência, e justamente por isso selecionei esse comentário para desenvolver aqui.

Nele, esse membro da nossa audiência chama atenção para um fator muito importante dos ETFs: seu custo.

De fato, os ETFs têm taxas muito mais baixas do que de fundos ativos de ações, que seguem muitas vezes o padrão “2 e 20” – 2% de taxa de administração e 20% de taxa de performance.

Porém, isso não quer dizer que os ETFs de ações são baratos, e quero explicar isso melhor:

ONDE ESTÁ O ERRO EM DIZER QUE ETFS DE AÇÕES SÃO BARATOS? 

Apesar dos ETFs serem mais baratos do que fundos ativos, eles não são mais baratos do que seguir boas recomendações de investimento, especialmente dependendo do tamanho da sua carteira.

Foi isso que quis dizer no comentário que deixei como resposta:

Ou seja:

Se você investisse R$ 100.000 com nossa Estratégia de Small Caps, estaria pagando apenas 0,31% de “taxa”, tecnicamente.

Com o SMAL11, estaria pagando 0,50%

CONHEÇA AS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES 

Se você quer investir com mais segurança, estratégia e potencial de retorno, recomendamos que conheça as nossas Carteiras de Ações de Longo Prazo.

Elas apresentam desempenho histórico amplamente superior aos principais índices, incluindo os ETFs mais populares do mercado.

Abaixo, você confere o desempenho das nossas carteiras:

COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS 

Essas carteiras fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso imediado às análises e recomendações estruturadas para quem quer investir com consistência e segurança no longo prazo.

Clique no botão abaixo e comece agora mesmo a investir com estratégia e foco em resultados.

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Ibovespa avança; AURA33 dispara +7% após alta do Ouro

25/03/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (25/03):

Ibovespa avança; AURA33 dispara

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,60%, aos 185.424 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou o dia subindo +0,54%, aos 6.591 pontos.

Entre os destaques do pregão, as ações da Aura Minerals (AURA33) dispararam +7%.

O movimento ocorreu após a recuperação dos preços do ouro no mercado internacional, que voltou a subir após a recente correção, em meio às incertezas geopolíticas no Oriente Médio e à queda nos rendimentos dos títulos americanos (Treasuries), fatores que aumentam a atratividade do metal como proteção.

Além disso, o movimento também reflete a recomposição de posições após liquidações recentes e a busca de investidores por ativos de segurança, em um cenário ainda marcado por volatilidade e incertezas sobre inflação e juros globais.

Nesse contexto, mineradoras ligadas ao ouro tendem a se beneficiar diretamente da valorização da commodity, impulsionando seus papéis na bolsa brasileira.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Confira Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Localiza (RENT3): anuncia pagamento de R$ 571,7 milhões em JCP. Saiba mais.

Oncoclínicas (ONCO3): recebe proposta de aporte de R$ 500 milhões. Saiba mais.

Confiança do consumidor: no Brasil atinge 88,1 pontos em março. Saiba mais.

Mercado Livre (MELI, MELI34): anuncia investimento de R$ 57 bilhões no Brasil em 2026. Saiba mais.

▶ Reprise do Dia: LIVE | DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2026

▶ Artigos do Dia: A Capitalizo erra e eu não tenho vergonha disso

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Ibovespa avança; SAPR11 despenca -6% após proposta de R$ 3,94 bilhões

24/03/202624/03/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa terça-feira (24/03):

Ibovespa avança, SAPR11 despenca

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,32%, aos 182.509 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,37%, fechando o dia nos 6.556 pontos.

Entre os destaques de alta do pregão, as ações da Sanepar (SAPR11) despenca -6%.

O movimento ocorreu após a companhia divulgar um fato relevante informando que a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) publicou uma Nota Técnica elaborada por um Grupo de Trabalho Intersetorial.

O documento avalia o valor de R$ 3,94 bilhões, recebido pela empresa a título de precatório.

A proposta contida na Nota Técnica sugere que o montante seja destinado integralmente aos usuários da Sanepar, com o objetivo de promover a modicidade tarifária por meio de investimentos não onerosos ou descontos nas faturas.

Com o recebimento desse precatório, havia a possibilidade de que parte relevante do valor fosse destinada ao pagamento de dividendos aos acionistas.

No entanto, a proposta atual direciona integralmente os recursos para a redução tarifária, alterando a expectativa inicial de distribuição de caixa.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Multiplan (MULT3): conclui venda de 10% do BH Shopping. Saiba mais. 

Ata do Copom: destaca incertezas sobre conflitos no Oriente Médio. Saiba mais.

Vibra Energia (VBBR3): aprova pagamento de JCP de R$393,5 milhões. Saiba mais.

Movida (MOVI3): Maior rentabilidade da história com ROIC recorde no 4T25. Saiba mais.

▶ Artigo do Dia: Como investir em ações internacionais?

▶ Reprise do Dia: LIVE | DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2026

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Como investir em ações internacionais?

25/03/202624/03/2026 Por Tiago Prux
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Você sabia que não é preciso manter todos os seus investimentos expostos apenas ao mercado brasileiro?

É possível investir no exterior incluindo na sua carteira empresas ou ativos com lastro internacional.

Assim, torna-se viável participar dos lucros de grandes companhias que não têm sede no Brasil  ou até mesmo de empresas brasileiras que, por algum motivo, optaram por abrir capital no exterior.

Existem diversas alternativas para quem deseja diversificar em outros países sem sair do Brasil.

Então, que tal saber um pouco mais sobre o assunto?

Neste conteúdo, você verá os motivos pelos quais pode ser interessante fazer escolhas internacionais e também conhecerá algumas maneiras de colocar essa estratégia em prática e diversificar seu portfólio.

Confira!

POR QUE VALE A PENA INVESTIR EM AÇÕES INTERNACIONAIS?

Existem algumas razões significativas para pensar em adquirir ações internacionais.

Uma delas é a possibilidade de diversificar e diluir ainda mais os riscos da sua carteira.

O ideal é que eles sejam diversificados ainda no mercado nacional, e que as ações internacionais sejam um complemento dessa estratégia. 

Por exemplo, investindo em empresas de setores diferentes na bolsa brasileira você evita se expor apenas ao risco de uma mesma companhia ou setor de atuação.

Entretanto, a diversificação fica limitada se o investidor opta por ter apenas ativos brasileiros.

Afinal, a carteira que está ligada a um só país e acaba ficando vulnerável às oscilações causadas por acontecimentos que impactam ambiente interno.

A diversificação em ações internacionais permite encontrar maior equilíbrio, pois alguns investimentos não estão diretamente relacionados ao Brasil.

Além disso, realizar investimentos estrangeiros pode ser interessante para obter maiores resultados, como no caso de investir em grandes empresas internacionais.

Muitos países têm economias e bolsas de valores mais dinâmicas do que a nossa.

Vale destacar, ainda, que países com economias mais estruturada e forte costumam apresentar maior resiliência em crises e se recuperam mais rapidamente.

Logo, uma carteira internacional também lhe favorece nesse ponto. Por exemplo, veja o gráfico abaixo:


Ele ilustra, justamente, esse ponto.
Nos últimos 5 anos, o índice americano rendeu 66,70%, contra a valorização de 57,44% do Ibovespa.

Ou seja, enquanto o mercado brasileiro enfrentava períodos mais desafiadores, o mercado americano (representado pelo S&P 500) já apresentava uma recuperação mais consistente.

Essa é a importância de ter investimentos fora do país. 

COMO INVESTIR EM EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL?

Você ainda não sabia que é possível investir em ações internacionais no Brasil? Na verdade, existem várias opções. 

Uma alternativa para fazer investimentos diretamente nas bolsas internacionais é abrir uma conta em instituições do exterior.

Contudo, ela pode não ser a melhor opção, já que envolve extensa burocracia e custos.

Abrir uma conta no exterior significa que você precisa seguir as regras de dois países.

Afinal, é preciso cumprir a lei brasileira e também conhecer as normas do outro local. Também há questões tributárias próprias, além de eventuais dificuldades em relação ao idioma e ao câmbio.

A boa notícia é que existem opções melhores aqui mesmo, no mercado brasileiro.

Na própria B3 você pode ter acesso a investimentos com lastro internacional e consegue participar dos resultados de empresas estrangeiras. 

Confira como fazer isso!

ETFs EXPOSTOS A ÍNDICES DO EXTERIOR

O ETF ou Exchange-traded fund é um tipo de fundo de investimento que visa replicar determinados índices econômicos.

Um exemplo bastante popular entre brasileiros é o fundo que replica o Índice Ibovespa, indicador central da bolsa de valores do Brasil.

Entretanto, não são apenas os índices brasileiros que figuram como protagonistas dos ETFs.

Também existem fundos de índices que focam em replicar indicadores internacionais. É o caso do ETF que tem como objeto o S&P 500, índice que reúne 500 das maiores empresas listadas nos EUA.

Assim, ao adquirir cotas de um ETF desse tipo, como o SPXI11,  você se expõe ao mercado norte-americano e associa sua carteira de investimentos ao maior ambiente de renda variável do mundo.

Ou seja, os ETFs criam a possibilidade de se expor ao mercado internacional sem muitas burocracias, podendo investir diretamente pela B3.

Mas, também vale lembrar que dada a administração passiva desse tipo de fundo, no longo prazo eles tendem a ter uma rentabilidade menor.

FUNDOS DE INVESTIMENTO COM EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL

Os fundos de investimentos, especialmente os de ações e os multimercados, também podem apresentar exposição a ações internacionais no seu portfólio.

Ainda que mantenham parte significativa de seus ativos no Brasil, uma porcentagem pode estar ligada a outros países.

Então, eles representam mais uma forma de você ter lastro em ativos internacionais sem sair do Brasil e sem precisar enfrentar a burocracia de abrir uma conta no exterior. Basta adquirir as cotas dos fundos de sua preferência.

Cada fundo de investimento tem uma lâmina com as informações básicas.

A partir dela, o investidor consegue saber qual é a estratégia utilizada pela gestão e como se dá a exposição a outros mercados. Também é possível avaliar qual é o nível de risco do fundo.

BDRs E STOCKS

Uma alternativa válida para diversificar sua carteira em ações internacionais é por meio dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts).

Eles são certificados de ações que têm lastro em ativos de companhias estrangeiras, ou brasileiras que abriram capital no exterior.

Originalmente, as ações são negociadas em bolsas de valores de outros países (como as bolsas norte-americanas).

Então, instituições financeiras do Brasil adquirem os papéis internacionais e vendem na bolsa brasileira os certificados lastreados neles.

Para servir de exemplo, confira o retorno das BDRs da Apple (AAPL34) que, nos últimos 5 anos, acumularam ganhos de 92,03% contra apenas 57,17% do Ibovespa.


Já as Stocks são as ações das empresas americanas listadas nas próprias bolsas dos Estados Unidos.

Basicamente, elas funcionam da mesma forma que aqui no Brasil. A grande diferença é a enorme liquidez que abrange todo o mercado americano, que não seria diferente no mercado acionário.

Ou seja, para investir diretamente nas Stocks, você precisa abrir uma conta numa corretora dos EUA e fazer o câmbio do seus aportes para dólar sempre que for comprar alguma Stock.

Vale lembrar que ter dinheiro fora do país envolve fazer a declaração do IR tanto aqui no Brasil como lá nos Estados Unidos.

Diversificar internacionalmente é uma estratégia importante para reduzir riscos e aumentar o potencial de retorno ao longo do tempo.

Como vimos, o mercado global pode apresentar desempenhos superiores em determinados períodos, além de oferecer acesso a empresas e economias mais dinâmicas.

Por isso, uma carteira bem estruturada não deve depender exclusivamente de um único país, mas sim buscar equilíbrio entre diferentes mercados e oportunidades ao redor do mundo.

DESEMPENHO DA CARTEIRA INTERNACIONAL

Abaixo, você confere o gráfico de resultados da nossa Carteira Internacional, que busca exposição a empresas globais, com receitas dolarizadas e atuação em diferentes economias, reduzindo a dependência do cenário brasileiro e aproveitando oportunidades no exterior:

 

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Internacional faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso a análises, relatórios exclusivos e recomendações práticas para investir com consistência e visão global.

Com poucos minutos por mês, você consegue acompanhar e seguir todas as recomendações.

Clique no botão abaixo e comece agora mesmo.

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Carteiras de Investimentos, Economia & Investimentos, Fundos de Investimentos Tags ações internacionais, BDR - Brazilian Depositary Receipt, coe, etf, etfs, fundos de ações, fundos de investimentos, fundos internacionais, fundos multimercados, investir no exterior Deixe um comentário

Ibovespa avança; DESK3 dispara +23%; Ações para ficar de olho essa semana

23/03/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa segunda-feira:

Ibovespa avança; DESK3 dispara

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +3,24%, aos 181.931 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +1,15% no dia, fechando aos 6.581 pontos.

Entre os destaques de alta, as ações da Desktop (DESK3) dispararam +23%.

O movimento ocorreu após a Claro anunciar a aquisição de aproximadamente 73% do capital da Desktop (DESK3), em uma operação que avalia a companhia em cerca de R$ 4 bilhões (enterprise value).

O valor efetivo a ser pago aos acionistas gira em torno de R$ 2,4 bilhões, equivalente a aproximadamente R$ 20,82 por ação.

O preço representa um prêmio relevante, na casa de 45% sobre a cotação anterior ao anúncio.

Após o fechamento, a Claro deverá realizar uma OPA para os cerca de 27% das ações em circulação, garantindo aos minoritários o mesmo preço por ação.

A transação ainda depende de aprovações do CADE e da Anatel.

O que fazer com as ações de Desktop (DESK3)?

Diante dos termos da operação, entendemos que o preço de aquisição estabelece um teto claro de valor para a Desktop (DESK3), limitando o potencial de valorização adicional no curto prazo.

Assim, recomendamos a venda do ativo ao preço de R$ 20,50 por ação, muito próximo ao valor implícito da transação, capturando o prêmio já refletido no anúncio.

Como alternativa, recomendamos a migração da posição de Desktop (DESK3) para Telefônica Brasil (VIVT3).

As ações para ficar de olho essa semana: PETR4, PRIO3, DESK3, TUPY3, TAEE11, ENEV3, CSNA3, ITSA4

Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?

Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?

Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?

Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa semanal:

▶ Vídeo do Dia: AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA

Um abraço e ótimos investimentos!

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Petróleo: sofre queda acentuada após declaração de Trump. Saiba mais. 

Relatório Focus: expectativa para Selic é elevada a 12,50% em 2026. Saiba mais.

Casas Bahia (BHIA3): anuncia parceria com Amazon para vendas de produtos no Brasil. Saiba mais.

Embraer (EMBJ3): assina acordo com Finnair para venda de até 46 aeronaves E195-E2. Saiba mais.

▶ Artigo do Dia: Ranking: Os mais Pagadores de Dividendos de Fundos Imobiliários

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Ranking: Os Fundos Imobiliários mais Pagadores de Dividendos

23/03/202623/03/2026 Por Tiago Prux
Fundos Imobiliários

Em busca de renda passiva na Bolsa de Valores? No artigo especial de hoje, trazemos a lista dos 10 Fundos Imobiliários que mais pagaram proventos nos últimos 12 meses.

Além disso, explicamos os cuidados que todo investidor deve ter ao avaliar o indicador DY (Dividend Yield) e por que alguns desses rendimentos apresentados não devem se repetir nos próximos trimestres.

Confira!

DIVIDEND YIELD: COMO FUNCIONA?

O Dividend Yield é um indicador muito utilizado para mostrar o retorno com o recebimento de proventos.

No caso dos Fundos Imobiliários, esses proventos podem ser provenientes de aluguéis ou do recebimento de juros de títulos de renda fixa, por exemplo.

Abaixo, segue a fórmula de cálculo do Dividend Yield:

calculo dividend yield

Dessa forma, temos o retorno percentual de proventos (dividendos e/ou juros sobre o capital próprio) que o fundo pagou nos últimos 12 meses.

Por exemplo, se um Fundo Imobiliário estivesse custando hoje R$ 100 na Bolsa e tivesse pago R$ 10 nos últimos 12 meses em dividendos, o Dividend Yield seria de 10%.

O RANKING

Realizamos um estudo com o rendimento dos Fundos Imobiliários. Abaixo, listamos os FIIs com maior Dividend Yield nos últimos 12 meses:

Nome

Código

Dividend Yield

GAZIT MALLS

GZIT11

19,99%

CARTESIA RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

CALR11

19,87%

DEVANT RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

DEVA11

19,44%

KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE

KORE11

18,24%

HECTARE CE

HCTR11

17,90%

KILIMA VOLKANO RECEBÍVEIS

KIVO11

17,89%

MÉRITO DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO I

MFII11

17,71%

VALORA RENDA IMOBILIÁRIA

VGRI11

17,33%

VINCI IMÓVEIS URBANOS

VIUR11

16,16%

LIFE CAPITAL

LIFE11

16,16%

Fonte: Dados dos Fundos

CUIDADOS AO USAR O INDICADOR

É muito importante ressaltar que o desempenho passado não é garantia de ganhos futuros.

Ou seja, os ganhos tanto de dividendos quanto de valorização das cotas podem não se repetir.

A lista inclui fundos de diferentes segmentos, como tijolo, papel e híbridos. Isso torna a análise mais complexa, já que cada tipo de FII possui características, fontes de renda e riscos distintos.

No caso dos FIIs de papel, muitos ainda possuem em seus portfólios CRIs atrelados a índices de preços (como IPCA e IGP-M) ou ao CDI. Esses fundos podem apresentar dividend yields elevados em determinados períodos, especialmente em cenários de juros altos ou inflação pressionada.

No entanto, esse nível de rendimento tende a oscilar conforme o ciclo econômico.

Já os FIIs de tijolo, por sua vez, dependem mais diretamente da ocupação dos imóveis, reajustes contratuais e dinâmica do mercado imobiliário.

Eventuais ganhos extraordinários, como revisões contratuais, venda de ativos ou receitas não recorrentes, também podem inflar temporariamente os dividendos.

Outro ponto essencial é que fundos cujas cotas sofreram quedas relevantes de preço tendem, automaticamente, a apresentar um dividend yield mais elevado. Isso ocorre porque o indicador é calculado com base no preço atual da cota.

No entanto, essa “aparente atratividade” pode refletir problemas de qualidade, deterioração dos ativos ou aumento de risco, e não necessariamente uma oportunidade.

Além disso, o cenário macroeconômico segue sendo um fator determinante.

Movimentos na taxa de juros, inflação e atividade econômica impactam diretamente tanto os fundos de papel quanto os de tijolo.

Portanto, este é um exemplo clássico de que dividend yields elevados nem sempre são sustentáveis ao longo do tempo.

CONCLUSÃO

Os exemplos acima ilustram a importância de não utilizar indicadores como o Dividend Yield de maneira isolada.

Afinal, olhando o yield dos FIIs citados, é possível ter a impressão de que se trata de uma boa oportunidade, o que, na nossa avaliação, pode não ser verdade.

Antes de recomendarmos um Fundo Imobiliário, fazemos uma análise ampla, que leva em conta diversos fatores, como: qualidade e transparência da gestão, localização dos imóveis, histórico do fundo, vacância, contratos de locação, entre outros.

Além disso, sempre recomendamos que o investidor tenha uma carteira diversificada, o que minimiza riscos e pode maximizar os ganhos no longo prazo.

POR QUE INVESTIR EM FUNDOS IMOBILIÁRIOS?

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de investir em imóveis.

Além de os rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível investir em empreendimentos logísticos, corporativos, shoppings, entre outros, além de títulos atrelados ao mercado imobiliário.

DESEMPENHO DA CARTEIRA DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS

Abaixo, segue o desempenho Carteira Capitalizo de FIIs e REITs desde Outubro de 2017 até hoje. Perceba que, nesse período, o nosso retorno é muito superior ao apresentado pelo IFIX:

 

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira de FIIs e REITs está disponível para os assinantes da Capitalizo Invest.

Ela foi pensada para quem deseja renda mensal previsível, diversificação e proteção de patrimônio.

E o melhor: com apenas 10 minutos por mês, você mantém sua carteira 100% atualizada, sem complicações.

Clique no botão abaixo e assine agora!

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INVESTIR NO BRASIL É SEGURO OU ARRISCADO? A verdade sobre investir na nossa Bolsa de Valores!

22/03/202622/03/2026 Por Tiago Prux
CAPA (1)

Semana passada, eu, Tiago Prux, CEO da Capitalizo, estava conversando com um cliente quando ele disse uma frase que já ouvi algumas vezes “só maluco investe em Bolsa no Brasil”.

E, apesar de ele ser um cliente novo, recém migrado para a consultoria da Capitalizo, tive que falar a verdade: que a culpa era dele.

Nesse vídeo, eu falei mais sobre isso, mas venho compartilhar neste artigo também a minha opinião sincera sobre esse tema tão polêmico.

POR QUE AS PESSOAS ACHAM QUE INVESTIR NO BRASIL É ARRISCADO?

Quando a Bolsa de Valores do Brasil cai, especialmente em momentos de instabilidade política ou econômica, as desculpas vêm rapidamente.

Todos começam a dizer que o Brasil tem:

  • Muita instabilidade política
  • Inflação e juros muito altos
  • Excesso de impostos e burocracia
  • Insegurança jurídica
  • Histórico de crises

Tudo isso é verdade, mas será que essa é toda a história?

Esses fatores sempre existiram no Brasil, praticamente desde o início do país. Então, por que esses argumentos só aparecem quando a Bolsa cai e muitas pessoas perdem dinheiro?

Além disso, por que os mesmos gestores e influenciadores que criticam o mercado brasileiro ficam eufóricos em momentos de alta, incentivando você a investir?

A VERDADEIRA QUESTÃO

A verdade é que a Bolsa brasileira não é “ruim”. Ela – assim como praticamente todas as Bolsas do mundo – é um excelente instrumento para fazer dinheiro.

O problema é que muitas vezes investidores se deixam levar por vieses e notícias e depois culpam as circunstâncias por seus fracassos.

Um exemplo disso é o do investidor que viu a Bolsa começar a subir e decidiu investir nela uma quantia que ele precisaria em curto prazo, como oito meses.

Apesar de ser alertada que não era uma boa ideia, muitas vezes, a pessoa acha que sabe o que está fazendo, ignora o conselho, coloca o dinheiro em ações.

O pior é quando, no início, tudo parece dar certo. O valor investido sobe, e a pessoa se sente confiante.

Porém, na primeira virada do mercado, ela acaba retirando menos do que investiu inicialmente.

E, em vez de reconhecer o erro, é mais fácil culpar a bolsa, o governo, ou até mesmo o consultor financeiro que disse para ela não fazer o investimento dessa forma.

É claro que existem problemas políticos e econômicos, mas isso não é algo novo no Brasil.

Inflação, juros altos e dólar caro sempre foram características do mercado brasileiro, e esse já deixou muita gente rica mesmo assim.

E adivinhe: não foi sorte dessas pessoas. O que importa para ter sucesso aqui e em qualquer outro lugar é estratégia, disciplina e paciência para lidar com essas adversidades.

No Brasil, temos muitos setores interessantes e uma das melhores Rendas Fixas do mundo.

Não podemos depender 100% da economia interna, mas também não faz sentido mandar dinheiro para fora só por medo do cenário local, como eu vejo cada vez mais gente fazendo…

INVESTIR APENAS NOS ESTADOS UNIDOS É SEGURO?

Está cada vez mais na moda mandar seu dinheiro para fora e investir no S&P e na Nasdaq, por exemplo (as Bolsas dos EUA)…

E sim: as Bolsas americanas são fantásticas.

Elas contam com grandes empresas globais, uma liquidez gigantesca, muitas opções de investimentos, e todas as empresas mais revolucionárias do mundo estão nelas.

Mas, apesar de uma estabilidade maior, o mercado americano também não é isento de riscos.

Assim como investir só no Brasil não é ideal, pois expõe você totalmente aos riscos de um país, fazer o mesmo nos EUA também não é uma grande ideia.

No começo do século vimos, por exemplo, o S&P 500 levar mais de 10 anos para se recuperar da bolha das .com.

Mas então, o que fazer para construir uma carteira de sucesso?

QUAL O SEGREDO PARA INVESTIR COM SUCESSO?

Por tudo isso que eu disse hoje, acho que ficou claro que, para ter sucesso na Bolsa de Valores, é fundamental ter equilíbrio, estratégia e um pensamento global, sem cair em narrativas simplistas de que o Brasil ou o exterior é sempre melhor.

O investidor precisa estar atento às melhores oportunidades, onde quer que elas estejam.

Isso inclui pensar globalmente, buscar alternativas de investimento diversificadas e ter um plano que você segue com disciplina e paciência.

Não existe mercado ruim quando temos uma boa estratégia.

Um exemplo disso é minha carteira Tiago Prux, disponível para assinantes da Capitalizo, que, desde 2017, passando por Covid e várias adversidades, vem dando um bom desempenho:

Mais de 90% das receitas das empresas desta carteira são globais. E esse é o segredo para ela vencer tanto o S&P 500 quanto o Ibovespa. Equilíbrio e pensamento global.

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.

Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova” de crises.

Essa carteira faz parte da assinatura Capitalizo Invest.

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Investidor, não se sabote

21/03/2026 Por Tiago Prux
sabote

Após mais de 20 anos trabalhando no mercado financeiro, posso dizer que conheço muito mais sobre investidores do que sobre análise de investimentos.

Conhecer a “cabeça” do investidor, seus medos, anseios, dúvidas e sentimentos, me ajudou a ser um profissional e investidor melhor.

Digo isso porque sempre vi, na prática, onde as pessoas erravam e tive a chance de não repetir esses erros.

Aprendi cedo que “o erro mais barato é o do outro”.

Uma das características que sempre me intrigaram nos investidores é a capacidade de se auto sabotar. Ou seja, o investidor tem todas as condições de investir bem, mas não o faz.

Obviamente, existem vários motivos que levam à autossabotagem, mas o principal deles é a teimosia.

No dia a dia, lidamos com pessoas teimosas — e nós mesmos, muitas vezes, deixamos boas oportunidades passarem simplesmente por não querermos fazer as coisas de forma diferente.

UM EXEMPLO REAL

Deixo claro que meu intuito não é expor ninguém, mas quero mostrar na prática o quanto ser “teimoso” pode ser prejudicial para o investidor:


Basicamente, o que ocorreu no diálogo acima é que o cliente não quis renovar a assinatura por considerar nossos resultados ruins — chegando a dizer que foi um “desperdício” ter sido nosso cliente.

Ao ser questionado sobre qual Carteira ele seguia, respondeu: “Dividendos”. Explicamos que não era possível ter resultados ruins seguindo essa Carteira, pois, desde o início, ela sempre entregou bons resultados.

Foi explicado também que essa Carteira tem anos bons e outros nem tanto, mas que ela entrega o que mais importa: consistência.

Inclusive, desconheço uma Carteira com foco em dividendos melhor do que a nossa.

Mencionei ainda que realizamos mentorias mensais sobre a Carteira e que, em caso de dúvidas, o cliente poderia ter nos procurado — ou seja, não existem desculpas para não ter uma ótima Carteira de Dividendos.

Pela reclamação, ficou claro que o cliente jamais seguiu a Carteira da forma recomendada e, obviamente, precisava encontrar um culpado que não fosse ele.

O motivo de não ter feito o que deveria? Simplesmente a teimosia.

REFLEXÃO FINAL

A notícia ruim é que muita gente vai continuar preferindo “teimar” do que ganhar dinheiro. A boa notícia é que é possível mudar e investir melhor.

O que você escolhe?

Um abraço e ótimos investimentos,
Tiago

RESULTADO DA CARTEIRA DIVIDENDOS+

Aproveitando que mencionei a Carteira, confira abaixo o desempenho da Carteira Dividendos+, que segue se destacando por sua consistência e geração de renda ao longo dos anos:

 

COMO TER ACESSO À CARTEIRA DIVIDENDOS+

A Carteira Dividendos+ faz parte da assinatura Capitalizo Invest, criada para quem busca renda recorrente, estabilidade e crescimento no longo prazo.

Com ela, você tem acesso a análises completas, atualizações mensais e acompanhamento direto da nossa equipe de especialistas — tudo de forma prática e acessível.

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Categorias Economia & Investimentos Tags bolsa de valores, carteira dividendos, dividendos, geração de renda, investimentos Deixe um comentário
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