No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com alta de +1,52%, atingindo 184.691 pontos e renovando, mais uma vez, sua máxima histórica.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou em leve queda de -0,01%, aos 6.978 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da Aura (AURA) dispararam 4% no pregão.
O movimento ocorreu após os contratos futuros do ouro avançarem mais de 4% na sessão e encerrarem acima da marca de US$ 5,3 mil por onça-troy, pela primeira vez na história, nesta quarta-feira (28).
O ativo foi impulsionado pela forte demanda por ativos de proteção, em meio à fraqueza estrutural do dólar e aos riscos geopolíticos no Oriente Médio.
Decisões de Juros no Brasil e Estados Unidos
Os principais bancos centrais mantiveram os juros inalterados nesta quarta-feira (28/01), em linha com o esperado pelo mercado.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa no intervalo entre 3,5% e 3,75%, refletindo uma economia ainda resiliente, com desemprego em 4,4% e inflação medida pelo PCE núcleo próxima de 3%, acima da meta.
As projeções indicam apenas um corte adicional de 0,25 p.p. em 2026.
No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% ao ano, na quinta reunião consecutiva de estabilidade.
O Banco Central indicou que, se o cenário se confirmar, pode iniciar a flexibilização já em março, mantendo, por ora, uma postura cautelosa diante dos riscos inflacionários e das incertezas fiscais.
Seguem as principais notícias dessa terça-feira (27/01):
Ibovespa renova recorde, Ferbasa (FESA4) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,79%, aos 181.919pontos, renovando mais uma máxima historíca.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,41%, fechando o dia nos 6.978pontos.
Entre os destaques de alta do dia, as ações da Ferbasa (FESA4) disparam +6% no pregão.
O movimento ocorre em um momento em que a empresa segue com fundamentos sólidos, baixo endividamento e forte geração de caixa, além de um cenário favorável para o ferrocromo, principal produto da companhia.
Aproveitando esse contexto, publicamos hoje um vídeo completo sobre a FESA4, em que analisamos a empresa, explicamos por que a ação segue barata, comentamos o potencial de crescimento e destacamos os principais pontos da tese.
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (26/01):
Ibovespa recua; CBA (CBAV3) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,08%, aos 178.720pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,50% no dia, fechando aos 6.950 pontos.
Entre os destaques de alta do dia, a CBA (CBAV3) disparou +4%, impulsionada pelo potencial de venda da companhia.
As ações seguem avançando, apesar de as negociações com a Emirates Global Aluminium (EGA) terem desacelerado, segundo fontes familiarizadas com o tema.
O processo continua competitivo, com a Aluminum Corporation of China (Chinalco) e um terceiro proponente mantendo negociações ativas para tentar chegar a um acordo.
Um anúncio pode ocorrer nos próximos dias ou semanas, embora ainda exista a possibilidade de as tratativas não avançarem.
A CBA e o Grupo Votorantim, que detém 69% da companhia, não comentaram, enquanto EGA e Chinalco não responderam aos pedidos.
As ações para ficar de olho essa semana: COGN3, SIMH3, AURA33, BBAS3, KEPL3, IRBR3, CBAV3, BMGB4, NFLX34, PTNT4, GUAR3
Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?
Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?
Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa semanal:
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, reforçamos um ponto fundamental para qualquer investidor: não se deixar levar por oscilações pontuais de mercado.
Altas e quedas fazem parte da renda variável e, no curto prazo, são inevitáveis.
O que realmente está sob controle do investidor é a qualidade da carteira, a disciplina e o método adotado.
Quem investe com foco em fundamentos e visão de longo prazo tende a capturar bons resultados ao longo do tempo, independentemente do ruído momentâneo do mercado.
CENÁRIO MACROECONÔMICO E EXPECTATIVAS
A semana foi marcada por decisões relevantes de política monetária no Brasil e no exterior.
No cenário doméstico, a expectativa predominante foi de manutenção da taxa Selic, acompanhada de sinalizações que mantêm no radar a possibilidade de cortes ao longo de 2026.
Nos Estados Unidos, reforçamos a leitura de continuidade do processo de acomodação dos juros, em linha com uma inflação mais controlada e uma economia ainda resiliente.
Também chamamos atenção para a temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 de grandes empresas globais.
De forma geral, a expectativa segue positiva para as companhias que acompanhamos mais de perto, com números consistentes e boa geração de caixa.
MOVIMENTO DOS MERCADOS
Comentamos o desempenho recente dos principais ativos. O Ibovespa renovou máximas históricas, registrando uma das melhores semanas desde 2020.
O dólar manteve trajetória de enfraquecimento frente ao real, enquanto o Bitcoin passou por um período de correção e lateralização.
O ouro, por sua vez, seguiu em tendência de valorização e atingiu novos recordes em reais no início de 2026.
Reforçamos que movimentos de curto prazo não devem ser confundidos com mudanças estruturais. Volatilidade faz parte do processo de investir em ações.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Ao longo da análise, destacamos o desempenho das nossas Carteiras de Ações de Longo Prazo, que seguem entregando resultados consistentes mesmo em cenários desafiadores.
Um dos principais destaques foi a Carteira Dividendos+, que ultrapassou a marca de +600% de retorno desde 2017.
O foco da estratégia segue sendo a geração de renda recorrente, aliada ao crescimento patrimonial ao longo do tempo, com seleção criteriosa de empresas sólidas e bons pagadores de dividendos.
Esses resultados reforçam exatamente a nossa filosofia: não tentar prever o futuro, mas estar preparado para ele.
DESTAQUES DE QUEDA DA SEMANA
Entre os destaques negativos, comentamos sobre Netflix (NFLX) e Banco Mercantil (BMGB4).
No caso da Netflix, apesar de resultados operacionais sólidos, com crescimento relevante de receita, lucro e geração de caixa, o mercado reagiu com cautela diante de movimentos estratégicos que podem elevar o endividamento da companhia.
Mesmo empresas com bons fundamentos podem passar por períodos de volatilidade.
Já no Banco Mercantil, explicamos que o aumento de capital aprovado faz parte de um processo de reforço patrimonial.
Esse tipo de movimento é comum após fortes valorizações, ainda que gere pressão temporária nos preços.
DESTAQUES DE ALTA DA SEMANA
Entre os principais destaques positivos, comentamos sobre Cogna (COGN3), Simpar (SIMH3), Guararapes (GUAR3), Banco do Brasil (BBAS3), Aura (AURA33), CBA (CBAV3), Celesc (CLSC4), Kepler (KEPL3), IRB (IRBR3) e Pettenati (PTNT4).
A Cogna mostrou sinais de que o pior do ciclo pode ter ficado para trás, mas ainda exige cautela sob a ótica fundamentalista.
A Simpar apresentou melhora expressiva na estrutura de capital, com menor alavancagem em mais de uma década.
A Guararapes segue avançando em eficiência e governança após um período difícil.
No setor bancário, destacamos a forte alta do Banco do Brasil, mas avaliamos o payout anunciado como abaixo do ideal, mantendo preferência por bancos com maior previsibilidade de retorno.
AURA E O CICLO DO OURO
Reforçamos o desempenho expressivo da Aura (AURA33), impulsionado por fundamentos sólidos, aumento de produção, redução de custos e um cenário favorável para o ouro.
Comentamos que a possível inclusão da companhia em índices globais pode aumentar a visibilidade e a liquidez, mas o principal segue sendo a execução operacional e a geração de valor no longo prazo.
CBA, ENERGIA E INDÚSTRIA
No caso da CBA (CBAV3), a valorização recente ocorre em um contexto de recuperação gradual do preço do alumínio.
Os fundamentos seguem atrativos, e a reprecificação vem à medida que os resultados operacionais se refletem no mercado.
Comentamos também sobre a Celesc (CLSC4), com anúncios de redução de custos e venda de ativos, e sobre a Kepler (KEPL3), que segue descontada mesmo com avanço na atuação internacional.
Já o IRB (IRBR3) atravessa um processo consistente de recuperação operacional e financeira, com expectativa de retomada gradual da lucratividade no médio prazo.
EVENTOS CORPORATIVOS ESPECÍFICOS
Por fim, comentamos o caso da Pettenati (PTNT4), que avançou no processo de saída de bolsa via OPA.
Situações como essa exigem acompanhamento próximo, pois representam eventos específicos para investidores já posicionados.
CONCLUSÃO
Investir bem exige separar preço de fundamento, ruído de informação de análise e curto prazo de visão estrutural.
Semanas de forte alta ou queda não definem a qualidade de uma carteira.
O investidor que mantém método, disciplina e foco em empresas sólidas tende a atravessar diferentes ciclos de mercado com mais tranquilidade e consistência nos resultados.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
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Ibovespa registra novo recorde; CBA (CBAV3) dispara
O Ibovespa fechou o dia aos 178.858 pontos, renovando máxima histórica pelo quarto pregão consecutivo, com alta de +1,86%. Na semana, o índice acumulou valorização de +8,53%.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,03% no dia, mas encerrou a semana em queda de -0,65%, aos 6.915 pontos.
Entre os destaques de alta, a CBA (CBAV3) subiu +6% no pregão.
As ações foram impulsionadas pela valorização do alumínio, que já acumula alta de +8% no mês.
O movimento reflete um cenário de oferta mais restrita, diante dos elevados custos de energia e da crescente demanda global, especialmente ligada à expansão de data centers e à inteligência artificial, fatores que seguem dando suporte aos preços do metal.
Uma grande crise bancária está se aproximando?
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Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (22/01):
Ibovespa bate novo recorde; Aura Minerals (AURA33)dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +2,20%, atingindo um novo recorde de 175.589 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,55%, fechando aos 6.913 pontos.
Entre os destaques de alta, a Aura Minerals (AURA33) disparou +6% nesta sessão.
Com isso, a ação já acumula valorização superior +36% em 2026, mantendo a forte tendência de alta observada desde o início do ano.
Mais do que um movimento pontual, o desempenho recente reforça uma tese que nós acompanhamos de perto ao longo dos últimos anos.
A combinação entre exposição ao ouro, em um cenário ainda construtivo para o metal, e uma execução operacional consistente tem se refletido em crescimento de produção, margens robustas e forte geração de caixa.
Ao longo desse período, a companhia vem entregando resultados de forma recorrente, o que ajuda a explicar por que o papel segue em evidência mesmo após uma valorização tão expressiva.
O movimento atual mostra que, em determinados casos, o mercado apenas confirma, com o tempo, fundamentos que já vinham sendo acompanhados.
O que esperar dos dividendos dessas 6 ações?
Quer entender quais dessas empresas têm mais condições de sustentar bons dividendos nos próximos anos?
Quer saber onde os yields são mais previsíveis, e onde podem enganar?
Quer comparar bancos e elétricas pensando em dividendos a partir de 2026?
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No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com alta de +3,33%, atingindo 171.816 pontos e renovando sua máxima histórica.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou em alta de +1,16%, aos 6.875 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da Simpar (SIMH3) dispararam +9% no pregão.
O movimento ocorreu após a companhia informar que encerrou o quarto trimestre de 2025 com a menor alavancagem financeira dos últimos 15 anos, com a relação dívida líquida/Ebitda em 3,1 vezes, redução de 0,5 vez em relação ao ano anterior.
O resultado reflete ganhos de eficiência operacional, menor necessidade de investimentos e a conclusão da venda da Ciclus Rio.
Em 2025, a receita com venda de ativos somou R$ 2,0 bilhões, alta de 22,6% na comparação anual, com destaque para a Vamos. Além disso, a companhia registrou o menor capex líquido dos últimos cinco anos.
Brasil: o país das Small Caps
Quer entender por que o Brasil concentra algumas das melhores oportunidades em micro e small caps?
Quer saber o que são as chamadas fake small caps e por que elas oferecem uma assimetria interessante?
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Seguem as principais notícias dessa terça-feira (20/01):
Ibovespa avança, Aura Minerals (AURA33) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,87%, aos 166.276pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -2,06%, fechando o dia nos 6.796pontos.
A Aura Minerals (AURA33) segue em forte destaque, acumulando alta de cerca de +27% em 2026 e uma valorização de aproximadamente +420% nos últimos 12 meses.
O movimento acompanha o forte rali do ouro, que subiu mais de 3% nesta terça-feira e renovou máxima histórica, ao ultrapassar US$ 4.700 a onça, impulsionado pelo aumento das tensões geopolíticas, pela fraqueza do dólar e pela busca por ativos de proteção.
Segundo o Commerzbank, a perda de confiança no dólar como porto seguro tem direcionado fluxos para o ouro, o que ajuda a explicar o bom desempenho de empresas produtoras, como a Aura, tanto no curto quanto no longo prazo.
As grandes oportunidades da Bolsa brasileira em 2026
Quer entender por que política e economia não devem guiar decisões de curto prazo?
Quer saber quais tendências realmente importam para investir em ações no Brasil?
Quer descobrir como se posicionar pensando em longo prazo, sem ruído e sem ansiedade?
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Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (19/01):
Ibovespa sobe; Aura Minerals (AURA33) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,03%, aos 164.849pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 não teve negociação hoje em função do feriado.
Entre os destaques de alta do ano, a Aura Minerals (AURA33) dispara +24%, impulsionada pelo forte rali dos metais preciosos no mercado internacional.
O ouro e a prata voltaram a subir nesta segunda-feira (19/01), renovando máximas históricas em meio ao aumento das tensões geopolíticas, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a Groenlândia, elevando os temores de uma guerra comercial entre EUA e Europa.
O ouro chegou a avançar 2,1%, aproximando-se de US$ 4.700 a onça, enquanto a prata subiu até 4,4%, impulsionadas pela fraqueza do dólar e pela busca por ativos de proteção.
O movimento também reflete preocupações com inflação e atividade econômica global, com o ouro acumulando alta próxima de 70% em 12 meses, cenário que favorece diretamente empresas produtoras como a Aura Minerals.
Duas ações para não comprar e duas para ficar de olho
Quer entender por que CSNA3 e CVCB3 não fazem sentido de compra neste momento?
Quer saber o que mantém BRAV3 e TSMC34 no radar, mesmo com volatilidade e múltiplos mais elevados?
Quer descobrir como fundamentos, previsibilidade e risco/retorno pesam nessas decisões?
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O maior jogador de basquete de todos os tempos, Michael Jordan, costuma dizer que:
“temos que ser fiéis aos nossos planos. Não existem atalhos.”
Jordan, mais do que ninguém, sabia que, para alcançar grandes resultados, era preciso estar preparado para isso. Ele estreou na NBA na temporada 1984–1985 e foi ser campeão somente em 1990–1991.
Não que estivesse “proibido” de vencer logo no início, mas, mesmo sendo o maior jogador da história, precisou respeitar o seu tempo de maturação.
Ele não quis “queimar a largada” e sabia que, com trabalho, disciplina e planejamento, as conquistas viriam.
No mundo dos investimentos, especialmente na Bolsa de Valores, muitos investidores acreditam que tudo é um “jogo de curto prazo”, em que ou se ganha dinheiro rapidamente ou se deve desistir se os resultados não aparecem logo.
Nessa linha, quero compartilhar uma analogia importante sobre a relevância da consistência e de se ter um plano claro para atingir objetivos: A Lebre e a Tartaruga.
Era uma vez uma lebre e uma tartaruga. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. Certa vez, a tartaruga, já cansada de ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida. A lebre, muito confiante, aceitou prontamente.
Sem perder tempo, a tartaruga começou a caminhar, com seus passos lentos, porém firmes.
Logo, a lebre ultrapassou a adversária e, acreditando que venceria com facilidade, resolveu parar para cochilar.
Quando acordou, não viu mais a tartaruga e saiu correndo. Já na reta final, viu sua adversária cruzando a linha de chegada, sorridente.
A Lebre e a Tartaruga, uma das fábulas de Esopo, talvez seja uma das histórias que melhor definem o comportamento de muitos investidores.
Ela mostra, de forma simples e didática, que o mais importante não é a velocidade, mas a consciência, a persistência e a constância.
Não adianta ser mais rápido ou ter talento natural se essas qualidades não forem bem direcionadas.
COMO ALCANÇAR BONS RESULTADOS?
Normalmente, investidores impacientes acreditam que a diferença está em acertar a ação que mais subiu, dar uma “tacada certeira” e, depois, “se aposentar”.
Eles focam apenas no resultado final, e não no processo necessário para alcançá-lo.
Em alguns casos, essa tacada realmente acontece. O investidor compra exatamente a ação que mais sobe e ela se torna a maior posição da carteira. O alvo foi acertado.
O problema é que isso costuma gerar uma falsa sensação de invencibilidade.
Diversificar a carteira e estudar passam a parecer desnecessários. Quanto mais a ação sobe, maior é a convicção de que ele está certo. Até que, assim como a lebre da fábula, o investidor relaxa — e, de repente, as coisas começam a dar errado.
A ação que parecia “a melhor do mundo” começa a cair. No primeiro momento, o investidor acredita que o mercado está errado e que “os preços vão voltar”.
Ele não admite o erro de não ter diversificado e transforma a posição em uma questão de honra.
O tempo passa, semanas, meses, e o desfecho costuma ser o mesmo: a tacada certeira vira um mico que não anda. Enquanto isso, os investidores “lentos”, disciplinados e diversificados seguem avançando.
Mesmo excelentes empresas podem enfrentar longos períodos de dificuldade. O preço de uma ação pode ficar anos sem subir ou até cair. Por isso, diversificação é fundamental.
Basta uma pesquisa rápida para perceber que muitas empresas de alta qualidade já passaram 5, 10 ou até 15 anos andando de lado ou em queda.
VALE A PENA FOCAR NA “TACADA CERTEIRA”?
Nós, da Capitalizo, acreditamos que não. Não existem atalhos.
Para ganhar dinheiro de forma consistente ao longo do tempo, é necessário ter uma boa estratégia e uma carteira equilibrada e diversificada. É melhor acumular bons resultados recorrentes do que acertar uma ou duas grandes apostas.
Diversos gestores acertaram a forte alta de ações como Magazine Luiza (MGLU3), mas erraram tanto em outras posições que acabaram devolvendo todos os ganhos.
Não somos infalíveis e também erramos. A diferença é que trabalhamos para que erros não se transformem em tragédias.
Preferimos ser a tartaruga disciplinada, persistente e presente no mercado por décadas, do que a lebre veloz, que larga na frente, mas não chega ao final.
CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX
A Carteira Tiago Prux foi pensada para quem segue a filosofia do Buy and Hold e deseja se tornar um investidor global.
Com essa estratégia, são necessários apenas 10 minutos por mês para manter a carteira atualizada e preparada para diferentes cenários de mercado.
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