No pregão de hoje, o Ibovespa apresentou uma queda de -0,59%, aos 141.791 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,21%, fechando aos 6.495 pontos.
Focus estável, produção da PetroRecôncavo recua e Bolsa argentina despenca; Azul e Gol se destacam com forte volatilidade
Nesta segunda-feira (08/09), o mercado brasileiro teve um pregão mais calmo, sem grandes novidades no noticiário.
O Relatório Focus do Banco Central mostrou estabilidade nas projeções para 2025. A inflação ficou em 4,85%, depois de 14 semanas seguidas de queda.
Para o câmbio, a mediana recuou de R$ 5,56 para R$ 5,55, enquanto a projeção do PIB caiu de 2,19% para 2,16%. Já a Selic projetada seguiu em 15% pela 11ª semana consecutiva.
No lado corporativo, destaque para a PetroRecôncavo (RECV3), que reportou produção média de 26,4 mil barris de óleo equivalente por dia em agosto, queda de 1,6% em relação a julho — puxada principalmente pelo Ativo Potiguar, com recuo de 2,1%, e pelo Ativo Bahia, que caiu 1,1%.
No cenário internacional, quem chamou atenção foi a Argentina.
O mercado reagiu mal à derrota do partido do presidente Javier Milei nas eleições provinciais de Buenos Aires.
O Merval despencou 12%, enquanto ações argentinas listadas nos EUA caíram entre 7% e 22%. Títulos em dólar e o peso argentino também registraram forte queda.
Entre os mais afetados estiveram Grupo Financiero Galicia e Supervielle, que recuaram 22%, além da petroleira YPF, com baixa de 14%.
Por fim, no Brasil, as aéreas Azul (AZUL4) e Gol (GOLL54) tiveram mais um dia de forte volatilidade.
Depois de oscilações intensas nos últimos pregões, hoje Azul fechou em alta de +31,30%, enquanto Gol subiu +17,16%.
E para quem quiser um panorama mais completo, com os principais destaques dos últimos dias e também o que pode movimentar o mercado nos próximos, fica o convite: assista ao nosso vídeo semanal As Ações Para Ficar de Olho Essa Semana.
Infracommerce (IFCM3): conselho aprova aumento de capital de R$ 44,6 mi via emissão de 159,3 mi de ações a R$ 0,28. Medida faz parte do plano de reestruturação e quitação de dívidas. Ação caiu –4,35%, a R$ 0,22. Saiba mais.
No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em alta de +1,17%, aos 142.640 pontos. No acumulado semanal, o índice avançou +0,86%.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,32%, encerrando aos 6.481 pontos. Na semana, o índice acumulou leve queda de -0,12%.
PCE em linha nos EUA, Raízen vende ativos e varejo dispara na bolsa
O grande destaque desta sexta-feira (05/09) ficou por conta do payroll nos Estados Unidos, um dos indicadores mais importantes para o Federal Reserve decidir os rumos da política monetária.
O relatório mostrou criação de apenas 22 mil vagas de emprego em agosto, bem abaixo das 75 mil esperadas e das 79 mil de julho.
A taxa de desemprego subiu para 4,2%, sinal claro de enfraquecimento do mercado de trabalho, pressionado pelas restrições à imigração e pelas incertezas comerciais.
Esse resultado aumentou ainda mais as apostas de corte de juros já na reunião de setembro do Fed.
Na B3, o dia foi de queda para as petrolíferas, acompanhando a baixa do petróleo no mercado internacional.
Rumores de que a Arábia Saudita pressiona a Opep+ a antecipar um aumento de produção pesaram nos preços: o Brent para novembro caiu 2,18%, a US$ 65,53, enquanto o WTI para outubro recuou 2,38%, a US$ 61,97.
Com isso, Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3) e Brava (BRAV3) ficaram entre as maiores baixas do índice, e a commodity já acumula queda próxima de 2,5% na semana.
Entre as maiores altas, destaque absoluto para Azul (AZUL4), que disparou mais de +23,66% no pregão.
Não houve um gatilho específico, mas sim reflexo da volatilidade recente: depois de fortes quedas, o papel voltou a recuperar com intensidade, em movimentos típicos de curto prazo.
Ecorodovias (ECOR3): tráfego comparável cresce +3,3% em agosto (55,7 mi veículos). Com novas concessões, avanço foi de +27,1%, totalizando 68,5 mi veículos. Saiba mais.
Tesla (TSLA34, TSLA): propõe pacote de US$ 1 tri para Elon Musk, atrelado a metas como elevar o valor de mercado para US$ 8,5 tri e expandir robotáxis. Participação de Musk pode chegar a 25%. Saiba mais.
Irani (RANI3): aprovou investimento de R$ 125,9 mi na repotenciação da PCH São Luiz (SC), dentro do Projeto Gaia V. Prazo de execução: 2 anos, com recursos de financiamentos de infraestrutura. Saiba mais.
Zona do Euro: PIB cresceu +0,1% no 2T25 ante o trimestre anterior, em linha com o esperado. Na base anual, avanço foi de +1,5%, acima da prévia e das projeções de analistas (+1,4%). Saiba mais.
Azzas (AZZA3): em negociações finais para comprar a Cariuma; mudanças na Hering incluem saída de Thiago Hering e entrada de David Python (CEO) e Fernando Porto na liderança. Conclusão deve ocorrer até o fim do mês. Saiba mais.
Lululemon (LULU, L1UL34): receita do 2T25 cresce 7% (US$ 2,5 bi), com destaque para China (+25%). EUA caem -4% e guidance é cortado. Lucro recua para US$ 370,9 mi e margens seguem pressionadas. Saiba mais.
Oi (OIBR3): receita de R$ 684 mi no 2T25 (–17,7% A/A; +8,4% T/T). EBITDA de rotina segue negativo em R$ 98 mi, mas melhora frente ao 1T25. Prejuízo líquido de R$ 835 mi, pressionado por despesas financeiras e efeitos não recorrentes. Saiba mais.
No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em alta.
No Brasil, o Ibovespa subiu +0,81%, encerrando o dia aos 140.993 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,83%, fechando aos 6.502 pontos.
Mercados em atenção a dados de emprego nos EUA e reorganização da Raízen no Brasil
O pregão desta quinta-feira (04/09) foi marcado por dados importantes nos Estados Unidos e por novidades relevantes no Brasil.
Lá fora, a atenção ficou para o mercado de trabalho americano. Os números vieram mais fracos do que o esperado e reforçaram a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve já na reunião deste mês.
O relatório ADP mostrou criação de apenas 54 mil vagas no setor privado em agosto, bem abaixo das 65 mil previstas e das 106 mil de julho.
Já os pedidos iniciais de auxílio-desemprego somaram 237 mil, acima da estimativa de 230 mil, enquanto o número de beneficiários contínuos caiu para 1,94 milhão.
Esse cenário evidencia o enfraquecimento da economia dos EUA, pressionada pelas tarifas de importação e pelas restrições à imigração, que têm afetado setores como construção e restaurantes.
Por aqui, o destaque corporativo ficou com a Raízen (RAIZ4), que anunciou o fim da joint venture Grupo Nós com a Femsa Comércio, firmada em 2019.
Pelo novo acordo, a Femsa vai ficar com os 611 mercados Oxxo no Brasil e com o centro de distribuição em Cajamar (SP), enquanto a Raízen vai assumir 1.256 lojas Shell Select e Shell Café, integradas à rede de postos Shell e operando prioritariamente no modelo de franquias.
A mudança simplifica a estrutura e reforça o foco da companhia no seu core business — distribuição de combustíveis, açúcar, etanol e lojas de conveniência associadas à rede Shell.
Na esteira do noticiário, a Cosan (CSAN3) também ganhou espaço depois de informar que tem sido procurada por potenciais investidores interessados em realizar aportes tanto na própria empresa quanto na Raízen.
O anúncio animou o mercado e as ações da Cosan dispararam no pregão, refletindo o interesse do mercado por companhias do setor de energia e infraestrutura.
EUA (ADP): setor privado criou 54 mil vagas em agosto, abaixo da previsão (65 mil) e de julho (106 mil). Demissões subiram 39%, para 85.979, maior nível desde 2020. Payroll sai nesta sexta (05/09). Saiba mais.
Cemig (CMIG4): Moody’s elevou o rating da companhia e subsidiárias para “AAA”, com perspectiva estável. A agência destacou liquidez robusta, geração de caixa estável e gestão financeira prudente. Saiba mais.
Tesla (TSLA34, TSLA): aplicativo Robotaxi passa a ser acessível ao público em Austin (EUA), com lista de espera aberta. Inicialmente disponível para iPhone; versão Android será lançada em breve. Saiba mais.
Google (GOGL34, GOOG): júri dos EUA condena empresa a pagar US$ 425 mi por coletar dados mesmo com rastreamento desativado. Companhia nega irregularidades e vai recorrer. Saiba mais.
ExxonMobil (EXXO34, XOM): avalia vender ativos químicos no Reino Unido e Bélgica, em operação estimada em US$ 1 bi, segundo Financial Times. Movimentação reflete pressão do setor químico europeu. Saiba mais.
Méliuz (CASH3): comprou 9 BTC por US$ 1,01 mi (média de US$ 112,1 mil), elevando posição para 604,7 BTC (preço médio de US$ 103,3 mil). Operação foi feita com recursos próprios e reforça estratégia de acumulação. Saiba mais.
Prio (PRIO3): produção média caiu -8,8% em agosto, para 91,9 mil boed, impactada por paradas no poço TBMT-6H e pela interdição temporária do FPSO de Peregrino. Frade produziu 33,6 mil boed e Albacora Leste 27,5 mil boed. Saiba mais.
BrasilAgro (AGRO3): projeta safra 2025/26 recorde de 443 mil toneladas (+21% A/A), mesmo com área plantada estável em 172,6 mil ha. Crescimento será sustentado por produtividade maior, clima favorável e novos arrendamentos. Saiba mais.
Azzas 2154 (AZZA3): Thiago Hering deixará a presidência da unidade Basic e o cargo de diretor estatutário em 1º de outubro de 2025. A companhia criou comitê de transição para conduzir a sucessão. Saiba mais.
No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em direções opostas.
No Brasil, o Ibovespa caiu -0,34%, encerrando o dia aos 139.863pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,51%, fechando aos 6.448 pontos.
Produção industrial cai 0,2% em julho; ações da Alphabet sobem após decisão antitruste
O dia foi mais calmo, sem grandes novidades no campo macro ou corporativo.
No Brasil, a produção industrial recuou -0,2% em julho frente a junho e subiu +0,2% na comparação anual, levemente abaixo da expectativa de +0,3%.
Desde abril, o setor acumula queda de 1,5%, ficando ainda 1,7% acima do nível pré-pandemia, mas 15,3% abaixo do recorde de 2011.
No acumulado do ano, a alta é de +1,1% e, em 12 meses, de +1,9%.
No corporativo, o destaque ficou com a Alphabet (GOGL34, GOOGL). As ações avançaram após decisão da Justiça dos EUA que manteve o controle da companhia sobre Chrome e Android, restringindo apenas contratos de exclusividade.
O mercado interpretou a decisão como positiva, já que permite a continuidade de pagamentos a parceiros como a Apple e reduz riscos regulatórios relevantes.
ConocoPhillips (COPH34, COP): petrolífera dos EUA cortará 20% a 25% da força de trabalho (até 3.250 funcionários) em reestruturação até 2026. Lucro líquido caiu para US$ 2 bi no 2T25, menor desde 2021. Ações recuaram -4,7%. Saiba mais.
Embraer (EMBR3): jatos E190-E2 e E195-E2 receberam certificação da autoridade de aviação da África do Sul (SACAA), liberando operações no país. A sul-africana Airlink encomendou 10 E195-E2, com entregas até 2027. Saiba mais.
Opep+: avalia novo aumento na produção de petróleo em reunião no domingo. Desde abril, o grupo já elevou cotas em +2,5 milhões bpd (2,4% da demanda global), mas preços seguem perto de US$ 70/barril, sustentados por sanções a Rússia e Irã. Decisão definirá produção de outubro. Saiba mais.
GPA (PCAR3): Cade aprova sem restrições a entrada da Família Coelho Diniz, que passa a deter 24,5% da CBD, superando o Casino (22,5%) e assumindo controle compartilhado do grupo. Operação não gera riscos concorrenciais. Saiba mais.
Bitcoin (BTC): estabiliza após queda de -12% desde meados de agosto, negociado perto de US$ 107 mil. Compra de 4 mil BTC pela MicroStrategy teve pouco impacto. Investidores seguem cautelosos com juros do Fed, tarifas dos EUA e incertezas políticas. Saiba mais.
Whirlpool (WHRL4): aprova dividendos intercalares de R$ 130 mi (R$ 0,09/ação PN; yield de 1,97%). Data-base: 05/09; pagamento em 16/09/25. Saiba mais.
Zona do Euro: PMI Composto avançou para 51,0 em agosto, maior nível em 12 meses. Serviços desaceleraram (50,5), mas a indústria teve o maior crescimento em 3 anos e meio. Novos pedidos subiram pela 1ª vez desde 2023, enquanto exportações recuaram. Saiba mais.
GGR Covepi Renda (GGRC11): assinou carta de intenções com o Bluemacaw Logística (BLMG11) para aquisição de dois ativos por R$ 125 mi: um terreno em Cabreúva (SP) e cotas do FII Triple A. A operação, via compensação de créditos, pode dobrar sua participação no fundo e gerar receita extra de R$ 870 mil/mês. Conclusão depende de condições precedentes em até 30 dias. Saiba mais.
No pregão de hoje, o Ibovespa apresentou queda de -0,67%, aos 140.335 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,69%, fechando aos 6.415 pontos.
Mercados recuam com cautela externa e PIB no radar; Cosan avança com notícia sobre venda de participação na Raízen
O Ibovespa operou em queda nesta terça-feira (02/09), acompanhando o movimento negativo das bolsas no Ocidente, depois do retorno do feriado nos Estados Unidos.
A agenda foi mais esvaziada, com os investidores à espera do relatório de emprego (payroll), que sai na sexta e pode indicar os próximos passos do Federal Reserve em relação aos juros.
Aqui no Brasil, tivemos a divulgação do PIB do segundo trimestre, que subiu +0,4% — acima da mediana das expectativas, que era de +0,3%. O dado reforça a resiliência da atividade econômica.
Mesmo assim, os juros futuros avançaram e o dólar chegou a passar de R$ 5,50 no intraday, refletindo a cautela fiscal e também o cenário externo mais adverso.
Além disso, segue no radar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF, que pode trazer repercussões políticas e até comerciais, incluindo a possibilidade de novas sanções dos Estados Unidos ao Brasil.
Do lado corporativo, a Cosan (CSAN3) foi destaque entre as altas do Ibovespa, depois da notícia de que deve receber, até outubro, propostas vinculantes pela venda de participação na Raízen (RAIZ4), sua joint venture com a Shell.
Entre os potenciais interessados estariam grupos japoneses como Mitsubishi e Mitsui, com foco em ampliar a presença no mercado de etanol.
Na nossa visão, uma eventual venda parcial dessa fatia seria positiva para a Cosan, pois ajudaria a reduzir a elevada alavancagem da companhia e traria uma capitalização importante para o negócio.
Agro brasileiro: PIB do setor ficou praticamente estável no 2T25 (-0,1% T/T), mas avançou +10,1% A/A, puxado pela safra recorde de milho (109,6 mi t) e soja. Produção total de grãos deve atingir 345,2 mi t em 2024/25. Saiba mais.
Brava Energia (BRAV3): produção média diária atinge 92,4 mil boe em agosto (+1,6% vs. jul), renovando recorde pelo 2º mês seguido. Atlanta teve máxima histórica; Papa-Terra passou por ajustes operacionais. Saiba mais.
Inflação SP (IPC-Fipe): índice sobe +0,04% em agosto, abaixo da mediana esperada (+0,11%) e menor que julho (+0,28%). No ano, acumula +2,35% e em 12 meses +4,92%. Saiba mais.
Sanepar (SAPR11): recebe R$ 4,05 bi de precatório contra a União por imunidade de IRPJ. Valor será submetido à análise regulatória da Agepar. Saiba mais.
Camil (CAML3): conclui aquisição da Villa Oliva Rice e Rice Paraguay, consolidando entrada no mercado paraguaio de arroz e ampliando presença na América do Sul. Saiba mais.
Rede D’Or (RDOR3): integra o hospital Glória D’Or à rede Atlântica D’Or em parceria com o Bradesco (BBDC4). Expansão reforça estratégia conjunta no setor de saúde. Saiba mais.
Seguem as principais notícias dessa segunda-feira:
Principais Bolsas
No pregão de hoje, o Ibovespa apresentou uma leve queda de -0,10%, aos 141.283 pontos.
O S&P 500 não teve movimentação devido ao feriado de Labor Day nos Estados Unidos.
Mercado abre setembro de olho no Focus, rali da Casas Bahia e movimentação no setor de FIIs
O pregão desta segunda-feira (01/09) foi marcado por um noticiário mais enxuto no campo macroeconômico, mas com alguns pontos de atenção para os investidores.
O Relatório Focus trouxe a 14ª queda seguida na projeção do IPCA para 2025, agora em 4,85%, enquanto a mediana para o câmbio recuou de R$ 5,59 para R$ 5,56.
Já o PIB projetado subiu levemente, de 2,18% para 2,19%, e a Selic foi mantida em 15% pela décima semana consecutiva.
Na Bolsa, o grande destaque ficou novamente com as ações da Casas Bahia (BHIA3), que dispararam mais de 20% no pregão, acumulando valorização superior a 65% nos últimos cinco dias.
O movimento reflete um forte short squeeze, já que muitos investidores vendidos têm sido obrigados a recomprar os papéis diante das elevadas taxas de aluguel.
Já no segmento de fundos imobiliários, XP Malls (XPML11) anunciou a venda de participações em nove shoppings para a Riza Real Estate, em uma operação de R$ 1,6 bilhão.
Do total, cerca de R$ 1 bilhão entrará no caixa do fundo de forma imediata, garantindo liquidez, reforço de capital e a manutenção da atual distribuição de R$ 0,92 por cota.
A gestão destacou ainda que a transação está alinhada à estratégia de transformar participações majoritárias em minoritárias, preservando exposição a ativos relevantes e, ao mesmo tempo, liberando recursos para novas oportunidades.
E para quem quiser um panorama mais completo, com os principais destaques dos últimos dias e também o que pode movimentar o mercado nos próximos, fica o convite: assista ao nosso vídeo semanal As Ações Para Ficar de Olho Essa Semana.
BRB (BSLI3): aprova JCP de R$ 146,4 mi (R$ 0,24/ação; yield de 2,95%) referentes ao 1S25. Data-base: 03/09; pagamento em 12/09/25. Saiba mais.
Grupo Mateus (GMAT3): inaugura 8ª unidade de atacarejo em São Luís, com 3.626 m² de área de vendas. Em 2025 já foram abertas 11 lojas, totalizando 274 unidades no país. Saiba mais.
Infracommerce (IFCM3): aprovou proposta de grupamento de ações na proporção de 10 para 1, a ser votada em AGE em 22/09/25. Medida busca manter cotação acima de R$ 1,00. Saiba mais.
Hapvida (HAPV3): assinou novo contrato de locação com a Patria VBI para o Hospital Ibirapuera (SP), em modelo built to suit. O acordo substitui o anterior, rescindido em fev/25, sem impacto no cronograma de inauguração. Saiba mais.
China: PMI industrial de agosto avançou para 50,5 (vs. 49,7 esperado e 49,5 em julho), marcando o nível mais alto em 5 meses e sinalizando expansão. O dado contrasta com o indicador oficial, que mostrou contração, e revela recuperação ainda irregular, com demanda interna fraca e exportações em queda pelo 5º mês seguido. Saiba mais.
Multiplan (MULT3): exerceu direito de primeira oferta e comprou 7,5% do BarraShopping por R$ 362,5 mi, elevando sua participação para 73,37%. A operação ainda depende da aprovação do Cade. Saiba mais.
M. Dias Branco (MDIA3): aprovou dividendos extraordinários de R$ 33,5 mi (R$ 0,10/ação; yield de 0,33%). Data-base: 22/09; pagamento em 30/09/25. Saiba mais.
Terra Santa (LAND3): identificou inconsistência de 4.067 ha em seu ativo imobilizado, que deve gerar baixa patrimonial. A empresa destacou que o ajuste não afeta receita nem avaliação anual das terras, já que as áreas não estavam arrendadas. Saiba mais.
Mercado Livre (MELI34, MELI): comprou a drogaria Cuidamos Farma, em São Paulo, da Memed, e pode marcar sua entrada no setor farmacêutico. A operação foi submetida ao Cade e ainda não teve planos detalhados divulgados. Saiba mais.
No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em alta de +0,26%, aos 141.422 pontos. No acumulado semanal, o índice avançou +2,50%.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,64%, encerrando aos 6.460 pontos. Na semana, o índice registrou leve alta de +0,04%.
PCE em linha nos EUA, Raízen vende ativos e varejo dispara na bolsa
O pregão desta sexta-feira (29/08) foi movimentado por dados relevantes de inflação nos Estados Unidos e por novidades corporativas no Brasil, com destaque também para o forte desempenho das ações de varejo.
No cenário externo, o núcleo do PCE — indicador preferido do Federal Reserve para orientar sua política monetária — subiu 0,3% em julho, acumulando 2,9% em 12 meses, resultado em linha com as expectativas.
A leitura reforçou a percepção de que o Fed pode iniciar o ciclo de cortes de juros já em setembro, mantendo um ambiente mais favorável ao interesse por ativos de risco nos mercados globais.
No campo corporativo, a Raízen (RAIZ4) anunciou a venda das usinas Rio Brilhante e Passa Tempo, no Mato Grosso do Sul, para a Cocal Agroindústria por R$ 1,54 bilhão.
O movimento está alinhado à estratégia de desalavancagem e otimização do portfólio, em meio a um quadro de endividamento elevado que tem pressionado as ações da companhia nos últimos meses.
Já o setor de varejo foi um dos grandes destaques do pregão, com Magazine Luiza (MGLU3) entre as maiores altas do Ibovespa e Casas Bahia (BHIA3) disparando fora do índice.
Além do ambiente externo positivo, o movimento refletiu um forte fluxo comprador, impulsionado por operações de short squeeze em empresas de maior volatilidade, o que reforçou o rali recente desses ativos.
Minerva (BEEF3): acionistas aprovam redução de capital em R$ 577,3 mi para absorver prejuízos de 2024. Capital social cai para R$ 3,1 bi, sem cancelamento de ações ou devolução de recursos. Saiba mais.
Aura Minerals (AURA33, AUGO): MPGO questiona compra da mina Serra Grande (US$ 76 mi) e pede suspensão das operações, além de R$ 410 mi por danos ambientais. Negócio ainda depende de aval do CADE e pode envolver TAC da Semad. Saiba mais.
TIM (TIMS3): avalia fusão na banda larga para fortalecer operação de fibra. Estuda adquirir fatia da IHS na I-Systems (6,5 mi de casas aptas, 800 mil clientes) e uni-la a provedor com ~1 mi de assinantes. Saiba mais.
HGRU11: vende edifício em Poços de Caldas (MG) por R$ 14,3 mi, com valorização de 22,8% sobre o valor investido. Operação gera lucro de R$ 2,65 mi (R$ 0,11/cota) e TIR anualizada de 12,5%. Pagamento será em 3 parcelas até 2027. Saiba mais.
Ibovespa: 3ª prévia confirma entrada de C&A (CEAB3) e Cury (CURY3), e saída de São Martinho (SMTO3) e PETZ (PETZ3). O índice terá 84 ativos de 81 empresas. Maiores pesos: Vale (11,24%), Itaú (8,24%), Petrobras PN (6,43%), Petrobras ON (4,16%) e Bradesco (3,99%). Saiba mais.
Quinta-feira (28) foi um pregão daqueles para entrar na história.
O Ibovespa bateu 142.138 pontos na máxima do dia e fechou em forte alta de +1,32%, aos 141.049 pontos. O dólar recuou, fechando em R$ 5,41 (-0,22%).
Já em Nova York, o S&P 500 subiu +0,32%, alcançando os 6.501 pontos — mais um recorde no mercado americano.
O movimento foi sustentado pelas expectativas de cortes de juros nos Estados Unidos ainda em 2025, enquanto no Brasil as projeções já apontam para reduções no início de 2026.
Além disso, a pesquisa Atlas mostrando vantagem de Tarcísio de Freitas sobre Lula na corrida presidencial reforçou o apetite por risco.
De forma geral, o pregão refletiu maior otimismo, em um ambiente de expectativas positivas para a Bolsa.
Dados econômicos
O IGP-M de agosto avançou +0,36%, após queda no mês anterior e acima das expectativas.
Já nos EUA, o PIB do 2º trimestre cresceu 3,3% em base anualizada, superando a primeira leitura e confirmando a recuperação da maior economia do mundo, mesmo com juros altos.
Ultrapar dispara com operação Carbono Oculto
No corporativo, as ações de distribuidoras de combustíveis dispararam após a Polícia Federal e a Receita Federal deflagrarem a operação Carbono Oculto — considerada a maior ação já feita contra uma rede criminosa no setor.
A ofensiva investiga irregularidades como sonegação fiscal, adulteração de combustíveis e lavagem de dinheiro, mobilizando 1,4 mil agentes em mandados de busca e apreensão.
O movimento tende a beneficiar as grandes distribuidoras, já que reduz a concorrência desleal praticada por empresas irregulares.
Resultado: Ultrapar (UGPA3) subiu 8,08%, enquanto Raízen (RAIZ4) e Vibra (VBBR3) também fecharam em alta.
NVIDIA (NVDC34, NVDA): lucro de US$ 26,4 bi (+59%) e receita recorde de US$ 46,7 bi (+56%) no 2T25, com data centers em destaque. Novo programa de recompra de US$ 60 bi. Saiba mais.
Vinci Logística (VILG11): fecha contrato com a Sierra Log para 15,4 mil m² no Extrema Business Park (MG), válido até 2030. Com isso, 30,8 mil m² já estão ocupados no empreendimento AAA de 66,9 mil m². Saiba mais.
Oi (OIBR3): adia divulgação do 2T25 para 04/09 e propõe grupamento de ações na proporção de 25 para 1, visando atender regras da B3 e recompor liquidez. Saiba mais.
No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em alta.
No Brasil, o Ibovespa subiu +1,04%, encerrando o dia aos 139.205 pontos.
Já nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,24%, fechando aos 6.481 pontos.
Rumores sobre a CBA, Petrobras em fase decisiva na Margem Equatorial e expectativa por resultados da NVIDIA
A quarta-feira foi marcada por notícias corporativas que movimentaram o noticiário, em um dia sem indicadores macroeconômicos relevantes no Brasil ou no exterior.
Segundo reportagem do Valor, o processo de venda do projeto Rondon, de bauxita, da CBA (CBAV3) pode evoluir para a negociação do controle da companhia.
O ativo, localizado no Pará, é considerado o maior projeto de bauxita do mundo, com investimento estimado em US$ 2,5 bilhões, e teria entre os potenciais interessados gigantes como Chinalco, Alcoa e Rio Tinto — esta última vista como possível candidata a adquirir toda a CBA.
Hoje, a Votorantim S.A. detém 68,6% da empresa, enquanto 31,4% das ações estão em circulação no mercado.
A Petrobras (PETR4) também ganhou destaque ao encerrar a Avaliação Pré-Operacional (APO) na Bacia da Foz do Amazonas, último passo antes da decisão do Ibama sobre liberar ou não a perfuração do primeiro poço na região.
A avaliação envolveu checagem de equipamentos, simulações de resposta a acidentes e interação com autoridades e comunidades locais.
O projeto pode abrir uma nova fronteira petrolífera no país, a chamada Margem Equatorial.
No exterior, os investidores aguardam a divulgação dos resultados da NVIDIA (NVDC34, NVDA), prevista para após o fechamento do pregão.
A companhia se tornou referência global no avanço da inteligência artificial, e seus números são acompanhados de perto não apenas pelo impacto direto no setor de tecnologia, mas também pelo efeito que podem ter sobre a percepção do crescimento econômico mundial.
Kepler Weber (KEPL3): aprova recompra de até 2,1 mi de ações (1,21% do free float). Programa tem prazo de até 18 meses, até fev/27. Saiba mais.
Ferbasa (FESA4): aprova JCP de R$ 17,5 mi (R$ 0,04/ação PN; yield 0,71%). Data-base: 02/09; pagamento em 18/09/25. Saiba mais.
Spotify (S1PO34, SPOT): lança recurso de mensagens diretas no app, permitindo compartilhar músicas, podcasts e audiolivros. Objetivo é ampliar engajamento e alcance de criadores, enquanto a base já soma 696 mi de usuários. Saiba mais.
B3 (B3SA3): compra 62% da Shipay por R$ 37 mi, com opção de aquisição total até 2030. Transação reforça estratégia em infraestrutura de crédito. Operação depende do Cade. Saiba mais.
Os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores com o objetivo de aplicar recursos em diversos tipos de negócios de base imobiliária.
Como, por exemplo, no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos, como edifícios comerciais, shopping centers e hospitais.
No patrimônio de um fundo podem estar presentes um ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos, entre outros.
Assim, o investimento é feito a fim de conseguir retorno pela exploração de locação, arrendamento, venda do imóvel e demais atividades do setor imobiliário.
VANTAGENS DOS FUNDOS IMOBILIÁRIOS
Você pode ser sócio de grandes empreendimentos imobiliários
Existem cotas no mercado que valem menos de R$ 100 e que você pode comprar quantas estiverem à venda.
Além disso, existe também a possibilidade de comprar os melhores imóveis do mercado através dos Fundos Imobiliários.
Abaixo, segue imagem do Imóvel Hub Natura Itupeva, situado na Cidade de Itupeva, Estado de São Paulo. Atualmente o imóvel está alugado para Natura, e pertence ao Fundo Imobiliário Bresco Logística (BRCO11).
ISENÇÃO DE IR E IOF
Outra vantagem é a Isenção de Imposto de Renda no recebimento dos rendimentos mensais para pessoas físicas.
Essa isenção é válida para pessoas que tenham menos de 10% da totalidade de cotas do fundo.
Bem como exclusivamente para fundos imobiliários cujas cotas sejam negociadas na Bolsa de Valores e que tenham mais de 50 cotistas.
DIVERSIFICAÇÃO DOS INVESTIMENTOS
Os Fundos Imobiliários são uma excelente opção para quem já tem algum tipo de investimento e deseja diversificar a carteira.
Alguns fundos já trazem em seu portfólio diferentes tipos de imóveis como uma universidade e um shopping, por exemplo.
Assim, é uma excelente forma de minimizar seus riscos e proteger seu patrimônio, já que um setor é diferente do outro (neste caso, educação e comércio).
VENDAS DAS COTAS NA B3
Ao contrário de um imóvel, cuja venda é trabalhosa e exige cuidados, o fundo permite negociar as cotas na Bolsa. E você não precisa vender todas as suas cotas, mas pode negociar apenas parte delas.
E, mesmo que o fundo não tenha liquidez diária, uma semana costuma ser um prazo razoável para a venda das cotas.
Abaixo, você pode ver o book do BC Fund (BRCR11), um dos Fundos Imobiliários mais negociados do mercado. Assim como é possível negociar, por exemplo, ações do seu Home Broker, você também pode negociar cotas de FII’s.
POSSIBILIDADE DE VALORIZAÇÃO E PAGAMENTO DE DIVIDENDOS
Assim como vários imóveis acabam valorizando ao longo do tempo, as cotas dos FIIs também podem valorizar.
Além disso, a grande maioria paga dividendos todos os meses, fazendo dos Fundos Imobiliários uma interessante ferramenta de geração de renda.
Uma Carteira de FIIs pode, por exemplo, ser uma ótima alternativa de geração de renda mensal, juntamente com uma Carteira de Dividendos. Diversos clientes da Capitalizo investem dessa forma.
IMÓVEIS X FUNDOS IMOBILIÁRIOS
Confira as vantagens da compra de Fundos Imobiliários em relação a compra direta de Imóveis:
▶ Simplicidade
Imóveis: O investidor precisa se preocupar com escrituras, certidões, ITBI, locação, vacância, reforma, cobrança etc.
Fundos Imobiliários: Por meio do Home Broker o investidor negocia as suas cotas, sem se preocupar com burocracia e os cuidados de um imóvel.
▶ Liquidez
Imóveis: A transação depende de diversas variáveis e complicações que tornam difícil a venda rápida de um imóvel.
Fundos Imobiliários: Algumas cotas são negociadas na Bolsa, reduzindo o risco de não se conseguir vender o ativo, além de ser livre das complicações burocráticas.
▶ Fracionamento do Investimento
Imóveis: O imóvel é um bem indivisível. Assim, não é possível vender apenas uma parte dele.
Fundos Imobiliários: O investimento em fundos imobiliários, por ser fracionado em cotas, permite ao investidor comprar/vender cotas de acordo com a sua capacidade financeira.
▶ Vantagem Fiscal
Imóveis: Os aluguéis provenientes dos imóveis de propriedade direta são tributados pelo Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).
Fundos Imobiliários: Para pessoas físicas, não há incidência de IR sobre o rendimento distribuído pelo fundo, o que aumenta o retorno do investimento.
▶ Risco
Imóveis: O proprietário de um imóvel fica exposto ao risco de vacância (imóvel vazio) e inadimplência.
Fundos Imobiliários: O FII investe, normalmente, em grandes empreendimentos, o que leva à diversificação de inquilinos e minimiza o risco de perda total de rentabilidade.
▶ Gestão
Imóveis: O proprietário de um imóvel, em geral, não tem tempo de encontrar maneiras de melhorar seus rendimentos, em meio a natural deterioração do interior.
Fundos Imobiliários: O investidor não precisa se preocupar com a depreciação. A gestão ativa permite que o administrador venda empreendimentos que considera menos valorizados.
QUAIS SÃO OS TIPOS DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS?
Existem vários tipos de Fundos Imobiliários. Por exemplo, Hospitais, Shoppings, Prédios Empresariais, FIIs que compram CRIs, LCIs etc.
O interessante é que o investidor escolha os que se adequem melhor ao seu perfil, seja para tentar ganhar com a valorização da cota ou para ganhar o rendimento mensal de aluguéis, por exemplo.
QUAL O PERFIL DE QUEM INVESTE EM FIIS?
Investidor de longo prazo;
Investidor que busca ganho de capital;
Investidor que quer gerar renda;
Investidor que tem interesse em investir em imóveis.
Nesse sentido, o investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de se investir em imóveis.
Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível que você invista nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil e do Mundo.
DESEMPENHO DA CARTEIRA DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS
Abaixo, segue o desempenho Carteira Capitalizo de FIIs e REITs desde Outubro de 2017 até hoje. Perceba que, nesse período, o nosso retorno é muito superior ao apresentado pelo IFIX:
CARTEIRA DE FIIs E REITs DA CAPITALIZO
A Carteira de FIIs e REITs está disponível para os assinantes da Capitalizo Invest.
Ela foi pensada para quem deseja renda mensal previsível, diversificação e proteção de patrimônio.
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