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Tiago Prux

IRBR3 e a queda de -95%. Foi possível prever?

20/07/2025 Por Tiago Prux
Recomendacoes do Rastreador de Tendencias

Na série de artigos “Deu Gain”, trazemos algumas das nossas recomendações vencedoras da assinatura Capitalizo Invest Pro, especialmente as de Swing Trade, Rastreador de Tendências, Opções e Long & Short.

O intuito é mostrar, na prática, como funcionam as nossas recomendações.

Hoje falaremos sobre uma recomendação de venda que foi dada em fevereiro de 2020 e que mostra a importância de se evitar as grandes perdas.

Nesse caso, utilizamos o Rastreador de Tendências, nossa Estratégia exclusiva de Médio Prazo (3 a 6 meses), que une Análise Fundamentalista (para escolher as melhores ações para o momento) e a Análise Técnica (para apontar o momento de compra de venda das ações).

Consideramos essa recomendação de venda um dos maiores casos de proteção do dinheiro dos nossos clientes da história da Capitalizo. Além de comprovar, mais uma vez, a eficiência da Estratégia.

O IRB BRASIL (IRBR3)

Entre 2017 e 2020, IRBR3 era uma das ações mais comentadas e vencedoras da B3. Somente entre o seu IPO (julho de 2017) até o início de 2020, as ações acumulavam uma alta de mais de +350%.

Tudo começou a mudar quando a Gestora Squadra lançou aquela famosa carta questionando diversos pontos dos resultados de IRB. O que aconteceu após esse fato, todos lembram: a companhia, literalmente, perdeu seus fundamentos, e as ações passaram a cair muito forte.

Em função dessas informações negativas e da queda as ações, a longa tendência de alta das ações havia se perdido.

Como é possível ver no gráfico abaixo, a importante linha de tendência de alta de longo prazo foi rompida pelos preços. Quando ocorreu essa confirmação (área circulada), a nossa Estratégia do Rastreador sinalizou que era o momento de vender IRBR3:

Uma das grandes vantagens da Análise Técnica é que mesmo uma pessoa que nunca teve contato com um gráfico consegue perceber, olhando a imagem acima, que a tendência de longo de prazo de alta havia se encerrado.

O preço de venda foi na casa dos R$ 886.

QUAL FOI O GANHO DA OPERAÇÃO?

Um dos principais erros dos investidores é levar em conta se está ganhando ou perdendo para encerrar determinadas posições. Na operação acima, tivemos ganho.

Porém, considerando que o preço atual é de R$ 49,50 e que as ações caíram -95%, após a nossa recomendação, o resultado da operação é irrelevante.

Mesmo que ela estivesse gerando prejuízo, a atitude a tomar era só uma: vender IRBR3, pois era isso que a Estratégia estava apontando.

E seguir a Estratégia é a única coisa que importa.

Somente quem tem um plano e sabe o que fazer em cada situação consegue se proteger e ter a chance de ganhar dinheiro no mercado de ações. Perder ou ganhar faz parte do processo. O que não podemos deixar acontecer é uma tragédia – que teria acontecido caso o investidor não tivesse vendido as ações.

Além do mais, quem não sabe perder, nunca vai ganhar dinheiro na Bolsa. Como diria Max Gunther, o autor do fantástico Axiomas de Zurique:

“Quando o barco começar afundar não reze. Abandone-o. Aceite as pequenas perdas com um sorriso, como fatos da vida. Conte incorrer em várias, enquanto espera um grande ganho”. 

NÓS SABÍAMOS QUE IRBR3 IRIA CAIR?

Como sabemos, após a nossa recomendação de venda, as ações de IRBR3 entraram em uma tendência de longo prazo de baixa.

Logicamente, não sabíamos que as ações iriam cair. Os gráficos não servem para ”adivinhar” nada.

Eles nos ajudam a simplificar o processo, apontando os momentos de compra e de venda. Se, após uma recomendação, os preços irão subir ou cair, não temos como saber e não é importante. Como já dito, o que importa é uma coisa: seguir a Estratégia.

A grande vantagem da utilização dos gráficos é a agilidade em relação a outras ferramentas, o que nos dá a possibilidade de ganho e de proteção.

Como eu gosto de dizer:

”Enquanto os investidores acharem que alguém sabe para onde vão os preços ou que é possível ”adivinhar” algo, eles vão perder dinheiro. 

Enquanto os investidores acharem que alguém precisa saber para onde vão os preços para ganhar na bolsa, eles vão perder dinheiro.

O que os investidores precisam é de uma boa estratégia e saber o que estão fazendo. O primeiro passo é se manter vivo, a consequência é ganhar dinheiro.”

E é, justamente, dessa forma que, entre ganhos e perdas, fazemos aqui na Capitalizo.

POR QUE ESSE TIPO DE ESTRATÉGIA FUNCIONA?

Como costumamos falar, não existe “mágica no mercado”, muito menos “almoço grátis”. A Estratégia do Rastreador, por exemplo, funciona pois os movimentos dos preços se repetem em tendências: altas e baixas. Isso sempre foi e sempre será assim.

Parece um pouco simplório demais (eu sei!), mas funciona, justamente, porque é simples. E, infelizmente, grande parte dos investidores esquece que fazer o simples, normalmente, é o que funciona mais e melhor.

PROTEÇÃO

Conforme comentado, esse foi um dos casos em que mais ajudamos os nossos clientes a proteger seu capital. Todo cliente da Capitalizo que seguiu a nossa recomendação se protegeu contra uma queda de -95%.

Sabemos que a maioria dos investidores da B3 não vendeu IRBR3 e amarga prejuízos praticamente irrecuperáveis até hoje. Alguns não venderam por falta de uma Estratégia como a nossa, outros simplesmente por teimosia.

Nós, como confiamos na Estratégia e entendemos que ela é uma excelente ferramenta de proteção, seguimos sempre o que é recomendado. Para nós, é muito mais importante ganhar dinheiro do que ficar provando que estamos certos.

Ou seja, entre o grande dilema de “estarmos certos ou sermos felizes”, preferimos a segunda opção – pois ela tem garantido anos de resultados bastante positivos.

DETALHES DA ESTRATÉGIA E RESULTADOS

Abaixo, você confere os gráficos de resultados da nossa estratégia de Swing Trade ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como ela funciona na prática:

SAIBA MAIS SOBRE O RASTREADOR 

Nossa Carteira Recomendada do Rastreador de Tendências é pensada para quem busca ganhos consistentes em operações de médio prazo (entre 3 a 6 meses, em média) na Bolsa de Valores.

Com apenas 10 minutos por semana, você consegue acompanhar todas as atualizações e manter suas operações 100% em dia.

Essa estratégia está disponível para os assinantes da Capitalizo Invest Pro, nossa assinatura mais completa, que dá acesso total às recomendações, relatórios e suporte — para você investir com tranquilidade e aproveitar os melhores movimentos do mercado.

Clique no botão abaixo e comece a usar agora mesmo essa estratégia.

Categorias Ações e Empresas, Análise Técnica, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Educação Financeira, Operações de curto e médio prazos, Rastreador de Tendências, Trader Tags irb brasil, irbr3, position trade, queda, rastreador de tendência, swing trade Deixe um comentário

Quando vender uma Ação? O caso de COGN3

19/07/2025 Por Tiago Prux
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O que todo investidor de longo prazo mais deseja é manter suas ações em carteira durante vários anos.

Porém, você já parou para pensar que, mesmo esse tipo de investidor, pode, em algum momento, ter de vender suas ações?

Isso mesmo, ter que vender alguma ação também faz parte da vida do investidor de longo prazo. Não queremos dizer que é necessário ficar “girando a sua carteira”; pelo contrário.

No entanto, em alguns momentos, vender alguma ação será muito importante para a proteção do seu portfólio.

Hoje, falaremos sobre o caso da Cogna (COGN3), uma empresa que foi uma das maiores do mundo no setor de educação e testemunhou a transformação de seu lucro de R$ 1,8 bilhão em 2017 para um prejuízo de mais de R$ 5,8 bilhões em 2020.

Além disso, falaremos em detalhes sobre os motivos que nos fizeram recomendar a venda das ações – o que nos levou a proteger os nossos clientes de uma grande queda.

QUANDO VENDER UMA AÇÃO? O CASO DE COGN3

Imagine você ter um negócio em um setor com um déficit gigantesco, dinheiro para fazer investimentos e um programa do governo do seu país fazendo propaganda para que todos consumam os seus produtos.

Ah, mais um detalhe: os seus clientes podem comprar seus produtos com subsídio desse mesmo governo e efetuar esse pagamento ”a perder de vista”.

Negócio fantástico esse acima, não?

Pois é exatamente isso que as empresas de educação tinham: um mercado gigantesco para explorar, dinheiro de IPOs e financiamentos para crescer e o governo federal, através do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, o FIES, fazendo ”propaganda” para as empresas e subsidiando o setor.

ESSE NEGÓCIO TEM COMO DAR ERRADO?

Claro que não!

Durante mais de uma década, as empresas do setor ganharam muito dinheiro e cresceram demais. A Cogna (que ainda era Kroton) surfou toda essa grande tendência de alta. O mercado estava ”bombando”, as companhias educacionais crescendo muito, fazendo pesados investimentos, fusões e aquisições.

Afinal, com o FIES, quanto mais alunos elas tivessem, mais dinheiro elas ganhavam.

Em julho de 2014, a Kroton fez um movimento que fazia muito sentido, anunciando a fusão com a sua maior rival, a Anhanguera Educacional.

Agora, a Kroton era a maior empresa de ensino superior do mundo por capitalização de mercado, muito à frente de qualquer outra.

Entre 2009 e 2017, a empresa viu sua receita disparar de R$ 341 milhões para quase R$ 6 bilhões.

Já, na última linha, o prejuízo de R$ 6 milhões de 2009 virou um lucro de quase R$ 2 bilhões em 2017.

Com esse crescimento, margens gordas e muito lucro, as ações só poderiam ter uma tendência: para cima. Tanto é verdade que, entre 2008 e 2017, as ações COGN3 subiram mais de 2.300%, além de terem distribuído uma enormidade em dividendos.

A COGN3 EM NOSSAS VIDAS

Em 2017, com a entrada de um novo analista, colocamos algumas empresas novas nas nossas recomendações de longo prazo.

Como ele conhecia muito o mercado educacional e já acompanhava a ainda Kroton há muito tempo, as ações da empresa viraram, naturalmente, recomendação de compra da Capitalizo.

”Enquanto o FIES existir, as empresas de educação serão rentáveis’‘ era um trecho que sempre aparecia em nossos relatórios ou vídeos quando falávamos do setor.

O “INÍCIO” DO FIM

Ainda não sabíamos, mas quando incluímos as ações da Cogna em nossas recomendações, o negócio estava fadado a dar errado.

O grande ponto de interrogação do FIES, que era a base de sustentação da empresa, era o tamanho real da inadimplência do programa.

Por se tratar de um programa gigantesco (mais de 3 milhões de alunos) e politicamente popular, a quantidade de informações negativas a respeito do FIES era muito pequena.

A partir de 2016, com a mudança de governo, a ”caixa-preta” do programa começou a ser aberta. Inicialmente, os números mostravam uma inadimplência um pouco acima do que o nosso analista previa, mas que não deveria comprometer o futuro do FIES e das empresas que dependiam dele.

Tanto é verdade que a recomendação de compra por parte da Capitalizo foi meses depois, em agosto de 2017.

Porém, a situação iria piorar muito nos trimestres seguintes, pois quanto mais dados do programa eram apresentados, menos podíamos afirmar se a inadimplência era um problema ou se já havia se estabilizado.

Depois de revisarmos toda a tese de investimentos e nos aprofundarmos ainda mais sobre o setor e a empresa, tivemos acesso a mais dados de inadimplência.

O que esses dados diziam era muito pior do que esperávamos. A questão não era se esse indicador seria um problema ou se já havia se estabilizado, mas sim que, com aqueles números apresentados, o próprio FIES estaria ameaçado.

A grande questão era: como ficariam a Cogna e outras empresas do setor caso o FIES fosse descontinuado? A resposta foi unânime entre os nossos analistas: não temos “nem ideia de como será o futuro da empresa”.

Dessa forma, no dia 31/08/2017, exatos 16 dias após a nossa recomendação de compra, fizemos outra recomendação, agora recomendando a venda das ações. Considerando os preços de compra (15,53) e de venda (16,25), o lucro ficou em pouco mais de +4,6%.

Obviamente, nesses casos, é normal termos aquela sensação de ter errado ou de não ter conseguido ver o que poderia acontecer, antes mesmo de ter recomendado a compra. Porém, sabemos que errar faz parte.

O que não podemos fazer é insistir no erro. Se o cenário mudou em pouco tempo ou se ficamos sabendo de algum fato novo, não importa se a recomendação durou dias ou anos.

Só podemos ter algo em carteira, caso tenhamos o mínimo de previsibilidade – e isso era o que menos tínhamos em COGN3.

O QUE ACONTECEU APÓS A NOSSA RECOMENDAÇÃO DE VENDA?

Ainda demorou alguns meses, mas quando ficou claro que o FIES não existiria mais (não daquele tamanho e modelo), a situação para as empresas do setor ficou ainda pior.

Sem o apoio do programa, as empresas iriam competir no preço e possivelmente entrariam em outros mercados, como de educação básica, que tinha uma dinâmica bem diferente da educação superior, amparada pelo FIES.

No caso da Cogna, a tombo foi muito maior. A empresa ainda fez a compra de mais empresas e, mesmo assim, viu a receita começar a crescer muito pouco.

O endividamento explodiu e o lucro de quase R$ 2 bilhões (2017) “mingou” para pouco menos de R$ 300 milhões já em 2019.

Ainda em 2019, a empresa lançou um plano de reestruturação e mudou o nome de Kroton para Cogna. Apesar de interessante, a imprevisibilidade da Cogna era a mesma.

Depois de anos com o apoio do FIES, era muito complicado traçar estimativas positivas para o longo prazo.

Se a situação era complicada para o setor, no caso da nossa antiga recomendação era ainda pior.

Quanto ao FIES, o que era motivo de alegria e possibilidade de desenvolvimento pessoal, virou um verdadeiro pesadelo, com uma inadimplência recorde.

Somente em agosto de 2021, mais de 1 milhão de pessoas estavam com mais de 90 dias de atraso no pagamento das parcelas do financiamento estudantil. Somadas, essas parcelas em atraso eram de mais de R$7 bilhões.

O “FIM DEPOIS DO FIM”

Se não bastasse tudo que foi relatado acima, em 2020, tivemos o surgimento da pandemia da Covid-19, fechando faculdades e escolas.

O que já era ruim, ficou ainda pior: queda em matrículas e na receita, aumento da inadimplência, do endividamento e grandes prejuízos para as empresas do setor, incluindo a Cogna (COGN3), mais afetada.

Foi o verdadeiro ”fim depois do fim”.

Aquela sensação de termos errado, virou um grande alívio, pois considerando o nosso preço de venda e o atual, protegemos os nossos clientes de uma queda de -80%.

Saber quando comprar uma ação é importante, mas é fundamental também saber quando vender.

É justamente isso que buscamos fazer por aqui!

COMO SABER QUAIS AÇÕES COMPRAR E VENDER NO LONGO PRAZO?

Atualmente, temos 5 carteiras de ações com foco no Longo Prazo, utilizando a estratégia fundamentalista Buy & Hold: Carteira Dividendos +, Micro e Small Caps, Top Crescimento, Internacional (criada em 2020) e Tiago Prux.

Em todas elas, o nosso investidor é avisado de qualquer passo que precisa ser feito e os momentos de compra e de venda de das ações.

Abaixo, apresentamos o desempenho das três mais procuradas pelos nossos clientes: Tiago Prux, Dividendos+ e Micro e Small Caps.

Essas três carteiras fazem parte da assinatura Capitalizo Invest — a mais completa para quem quer investir com foco no longo prazo e tomar decisões com base em análises fundamentadas.

Clique no botão abaixo e comece a acompanhar nossas recomendações agora mesmo:

Categorias Ações e Empresas, Acompanhamento de Carteira, Análise Fundamentalista, Bolsa de Valores, Carteiras de Ações, Carteiras de Investimentos, Economia & Investimentos, Investimentos de Longo Prazo, Trader Tags cogn3, cogna, krot3, kroton, quando vender uma ação Deixe um comentário

Ibovespa cai -2% na semana; O que esperar de BBAS3, BBDC4, ITUB4 e SANB11?

18/07/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (18/07):

Principais Bolsas

No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em -1,61%, aos 133.381 pontos. No acumulado da semana, o Ibov recuou -2,06%.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 apresentou uma leve baixa de -0,01%, aos 6.296 pontos. Considerando a variação semanal, o S&P avançou +0,67%.

O que esperar dos resultados de BBAS3, BBDC4, ITUB4 e SANB11?

Na próxima semana, começaremos a temporada de resultados do segundo trimestre de 2025.

Dentre as empresas/setores mais aguardados, os grandes bancos se destacam – especialmente após os fracos resultados do Banco do Brasil (BBAS3) no primeiro trimestre.

Falando em Banco do Brasil, a perspectiva é de mais resultados ruins. Porém, quem é acionista do banco vai ter que aguardar até o dia 13/08 para conhecer os números.

Antes, no dia 05/08, o Itaú (ITUB4) deverá anunciar os melhores resultados dentre os bancões.

Já Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4) anunciarão seus resultados ainda no mês de julho, em 30/07.

Pensando em quem já possui ou está de olho nas ações dessas empresas, preparei um vídeo comentando o que esperamos dos resultados de cada um deles.

Para conferir, clique no link: BBAS3, ITUB4, SANB11 E BBDC4 | O QUE ESPERAR DOS RESULTADOS DOS GRANDES BANCOS DA B3?

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

📊 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

📰 Notícia do Dia:

Netflix (NFLX34): lucrou US$ 3,77 bilhões no 2T25, alta de 45%, e revisou projeções após avanço na receita. Saiba mais.

EzTec (EZTC3): reduziu vendas para R$ 489,1 milhões no 2T25, mas aumentou lançamentos em mais de 160%. Saiba mais.

📑 Artigo do Dia: É possível ganhar em qualquer cenário na Bolsa? 

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bbas3, bbdc4, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, etf, Eztec (EZTC3), fiis, IBOV, ibovespa, ifix, iof, itub4, Netflix (NFLX34), notícias, s&p, s&p500, sanb11

É possível ganhar dinheiro em qualquer cenário da Bolsa?

18/07/2025 Por Tiago Prux
ganhar em qualquer cenario da bolsa

Você acha que é possível ganhar dinheiro em qualquer cenário da bolsa de valores?

Nossas estratégias de investimentos mostram, há vários anos, que SIM!

É claro que não iremos ganhar em 100% das operações –  isso não existe.

Mas se levarmos em conta o que temos feito até agora no mercado brasileiro, existe uma grande possibilidade de que os resultados positivos ocorram novamente.

Como costumamos dizer por aqui…

“Não existe mercado ruim quando temos uma boa estratégia”.

Logicamente, nem todos os mercados favorecem as nossas recomendações.

Contudo, quando sabemos em quais deles costumamos não ir tão bem, conseguimos nos preparar melhor…

E, assim, aproveitar quando “os ventos estiverem a nosso favor”.

Ao observar a nossa forma de recomendar, percebemos que os mercados com claras tendências de baixa ou de alta são os melhores.

Nesses tipos de mercados, podemos nos aproveitar das altas para ganhar “comprados” e lançar mão da operação “vendida” quando conseguimos ganhar com a baixa dos preços.

E quando o mercado está “lateral” ou “sem tendência”, costumamos ter operações ruins.

Como os mercados estão, na maior parte do tempo, em alguma tendência (de alta ou baixa), conseguimos uma taxa de acertos bastante satisfatória, com um número de operações ganhadoras superior ao das perdedoras.

Sei que esse papo de “altas e baixas” parece um tanto quanto trivial. Porém, a maioria dos investidores, além de não ter estratégias, não faz ideia de como maximizar seus ganhos e minimizar suas perdas.

O QUE É UMA BOA ESTRATÉGIA?

Acreditamos que uma boa estratégia deva apontar,, de maneira clara e objetiva, os pontos de compra e de venda.

Ela deve mostrar quais ações comprar e quais não comprar. E é exatamente o que fazemos na assinatura Capitalizo Invest Pro.

Se você opera sem ter esses pontos definidos, sentimos em dizer que, infelizmente, você não tem uma estratégia.

Afinal, quem não tem um plano reduz significativamente suas chances de sucesso ou de obter resultados consistentes.

Pois uma boa estratégia, além de proteger sua carteira contra grandes perdas, minimizando-as, ajuda a maximizar os seus ganhos.

Em suma, quem sabe claramente o que está fazendo tem mais chances de ganhar dinheiro em qualquer cenário da Bolsa.

MERCADOS E ESTRATÉGIAS 

Abaixo, descrevemos as principais estratégias da Capitalizo para você conhecer, e como elas se beneficiam de cada tipo de mercado:

📌 Day Trade: nessa operação, podemos ganhar dentro do dia, em poucos minutos ou horas, tanto “comprados” quanto “vendidos”;

📌 Swing Trade: nessa estratégia, as operações costumam durar de 2 a 10 dias. Com as nossas recomendações, também temos a possibilidade de ganhar “comprados” e “vendidos”;

📌 Rastreador de Tendências: aqui, não operamos “vendidos”; porém, quando o mercado está em clara tendência de baixa, costumamos estar fora dele. Um exemplo foi o que ocorreu em 2020, quando, no ápice da crise gerada pela Covid, estávamos “zerados” enquanto as bolsas despencavam “pelo mundo afora”;

📌 Opções: nessas operações, também é possível aproveitar os dois principais movimentos do mercado. Quando o mercado é altista, podemos ganhar dinheiro com as Opções de Compra. Já quando a tendência é de baixa, poderemos comprar Opções de Venda, que se valorizaram quando os preços caem;

📌 Long&Short: nesse estratégia, não importa se o mercado está subindo ou caindo. Esse tipo de operação é o que chamamos de “não direcional”. Apesar de ser um tanto complexo ganhar dinheiro com esse tipo de operação, temos ganhos consistentes desde 2017;

E, você, o que acha de ter a chance de ganhar dinheiro em qualquer cenário da Bolsa?

Veja os resultados das nossas estratégias e como a assinatura Capitalizo Invest Pro pode te ajudar a operar com muito mais segurança e clareza.

Se esses resultados fazem sentido pra você e você quer ter acesso às mesmas recomendações, é só clicar no botão abaixo e começar agora:

Categorias Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Mercado Futuro, Trader Tags bolsa, curto prazo, day trade, long&short, opções, rastreador de tendencias, swing trade, trade Deixe um comentário

Ibovespa fecha em leve alta; IOF volta ao radar; TSMC34 dispara +4%

17/07/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (17/07):

Principais Bolsas

No pregão desta quinta-feira, os principais mercados globais fecharam no “azul”.

No Brasil, o Ibovespa avançou +0,04%, aos 135.564 pontos.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,54%, encerrando o dia aos 6.297 pontos.

IOF volta ao radar no Brasil; dados fortes de emprego e consumo movimentam os EUA. 

Por aqui, o grande destaque do dia foi a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que acabou restabelecendo parte do decreto do governo Lula que aumentava as alíquotas do IOF.

A maior parte das mudanças segue valendo, como a alíquota de 3,5% para envio de dinheiro ao exterior e compra de moeda em espécie.

A única exceção ficou para as operações de risco sacado, que continuam isentas.

A decisão tem efeito retroativo desde o dia 11 de junho — e isso, como era de se esperar, gerou uma reação bem negativa do mercado.

Especialmente porque reacende o risco de cobrança de impostos em operações que já foram feitas.

Lá fora, os dados econômicos dos EUA vieram bem acima do esperado.

Os pedidos de seguro-desemprego caíram para 221 mil (contra os 234 mil esperados) e as vendas no varejo subiram 0,6% em junho, bem acima da projeção de 0,2%.

Esses números só reforçam o que a gente já vem falando: a economia americana segue mostrando força, com destaque para o mercado de trabalho e o consumo.

No lado das empresas, o grande nome do dia foi a TSMC. A empresa divulgou um resultado forte no segundo trimestre, com lucro crescendo 60,7% e uma demanda altíssima por chips voltados à inteligência artificial.

Já na bolsa brasileira, o pregão foi mais morno. Poucas novidades do lado corporativo e o mercado ainda digerindo os desdobramentos do IOF.

Um abraço e bons investimentos

Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

📊 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

📰 Notícia do Dia:

Varejo dos EUA: vendas cresceram 0,6% em junho, acima da expectativa de 0,2%, e somaram US$ 720,1 bilhões. Saiba mais.

IOF: Moraes manteve alta das alíquotas, mas excluiu risco sacado da tributação; medida ainda será avaliada pelo STF. Saiba mais.

TSMC (TSMC34): bateu recorde de lucro no 2T25 com alta de 61%, impulsionada pela demanda por chips de IA. Saiba mais.

📹 Vídeo do Dia: DIVIDENDOS DE ATÉ 100%? O QUE ESPERAR DOS DIVIDENDOS DESSAS 5 AÇÕES 

📑 Artigo do Dia: Como ter uma boa carteira mesmo em momentos de turbulência do mercado?

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Como ter uma boa carteira mesmo em momentos de turbulência do mercado?

17/07/202517/07/2025 Por Tiago Prux
Crise

Escrevi este artigo em meio às turbulências causadas pelas tarifas que Donald Trump está impondo a outros países, e quero comentar mais sobre como montar ou manter uma boa carteira de ações em momentos de crise.

Abaixo, vou compartilhar 3 dicas para se manter calmo e no caminho certo neste momento, e se você quiser entender o assunto mais a fundo, recomendo este vídeo que postei no canal da Capitalizo também:

3 passos para investir bem em momentos de crise

Eu me lembro muito bem que, quando eu era assessor, um cliente meu não queria investir em ações porque “o Irã iria promover uma guerra em breve”. 

Isso era possível? Claro que sim. 

Tensões geopolíticas sempre existem, e podia ser mesmo que na semana seguinte o Irã estivesse envolvido numa guerra grande. 

Porém, desde aquela conversa, eu não sei se ele investiu ou não. Mas eu sei que o Irã não começou nenhum conflito que gerasse um impacto profundo e irreversível nos mercados de ações até hoje.

Se ele deixou de investir, quanto dinheiro ele deixou de ganhar? 

Quantas coisas acontecem e o mundo continua girando?

Por mais que às vezes pareça que o mundo vai acabar, ele não vai. E você precisa estar pronto para investir mesmo quando as perspectivas parecem negativas.

Por isso, separei esses 3 passos para você garantir que sua carteira está pronta para enfrentar qualquer crise:

1 – Entenda quando as crises podem ser oportunidades

Eu estou escrevendo este artigo em meio ao caos das tarifas de Donald Trump aos demais países, mas essa dica vale para qualquer outro momento também!

Porém, quando olhamos a situação atual dessas tarifas, com o Trump ora as aumentando, ora as diminuindo, e o mercado respondendo a isso com altas e quedas, entendemos que o efeito é muito mais de preço do que efetivamente de perda de qualidade dos investimentos. 

Quando vemos um ativo bom, com preço mais barato, para nós aqui na Capitalizo é claro: o momento é de compra, é de oportunidade.

Você precisa saber identificar isso também – e agir.

Falei muito sobre isso com clientes essa semana em reuniões e mentorias, e indiquei aumentar posição. 

Ah, Tiago, então quer dizer que vai subir? 

Não tenho a menor ideia. 

Pode subir ou cair, não importa — e ninguém sabe. Mas a gente olha o preço e entende que os ativos continuam com a mesma previsibilidade.

Ah, mas pode ter algum efeito negativo? 

Claro, tudo pode acontecer. Desde que comecei a investir, tudo já aconteceu. Pode ser que haja uma mudança estrutural de setores ou empresas. Foi o que aconteceu na crise de 2008. 

Até então, empresas de siderurgia estavam investindo para um crescimento infinito do mundo. Com a crise, o setor financeiro balançou, mas o setor de siderurgia foi para o buraco. 

Empresas como Usiminas, CSN, Gerdau perderam 50% da receita de um ano para o outro, e só começaram a recuperar os resultados a partir de 2021, 2022.

Porém, apenas quando identificarmos algo que altere os fundamentos no longo prazo ou que tire a previsibilidade, vamos mudar a carteira. Até lá, para nós, essa é uma oportunidade

2 – Tenha investimentos que protegem você da inflação

Momentos de crise são momentos de alta de preços. Como você se protege disso, considerando que precisa gastar para viver?

Com empresas que conseguem repassar preços na sua carteira. 

Infelizmente, a maior parte dos investidores brasileiros não tem ativos no exterior nem empresas com esse tipo de capacidade nas carteiras. 

E o efeito inflacionário é perigoso, não só para os investimentos, mas para a vida: se você não consegue aumentar sua renda, seus dividendos ou seu patrimônio acima da inflação, o seu dinheiro será corroído.

Hoje, se tivermos novamente um efeito inflacionário, já estamos preparados com a carteira atual. 

Caso você não saiba se seu dinheiro está seguro da inflação, pode ser interessante apertar aqui e falar com um dos nossos especialistas sobre isso!

3 – Não tente adivinhar o que vai acontecer

Em momentos de crise e caos, mesmo tendo mais de 20 anos de mercado e um time de especialistas ao meu lado, eu não vou tentar adivinhar o que vai acontecer. 

O custo de tentar adivinhar é altíssimo, e isso não funciona.

E digo mais: duvido que alguém ganhe mais dinheiro do que a gente com essa tentativa de comprar e vender com base em notícia boa ou ruim. 

No final de contas, só as corretoras ou os bancos ganham com isso, com taxas em cima de você. Quem fica correndo atrás das notícias e tentando adivinhar o futuro quase sempre perde.

No lugar disso, tenha uma estratégia clara, com direcionamentos de quando comprar ou vender um investimento. Isso vai levar você longe.

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Na Capitalizo Consultoria, nosso objetivo é garantir que você tenha acesso às melhores recomendações do mercado, sempre alinhadas ao seu perfil, com independência, transparência e um atendimento próximo, realmente focado em resultados.

E o melhor: você terá atendimento direto comigo, Tiago Prux, e com a minha equipe — que soma mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.

Por isso, quero lhe fazer um convite:

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Ibovespa sobe após 7 pregões; WEG (WEGE3) dispara quase 4%

16/07/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (16/07):

Principais Bolsas

No pregão desta quarta-feira, os principais mercados globais fecharam no “azul”.

No Brasil, o Ibovespa avançou +0,19%, aos 135.510 pontos. Com essa leve alta, foi evitada a oitava queda seguida do Ibov.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,32%, encerrando o dia aos 6.263 pontos.

WEGE3 dispara quase 4%

Dentre os destaques de alta, as ações da WEG (WEGE3) subiram +3,66%, cotadas a R$ 41,12. Esse preço é a mesmo de 2021.

Pergunto: o que mudou na empresa para justificar isso?

Exatamente nada!

O “mercado” pode até tentar encontrar alguma “desculpa”, mas a verdade é que a empresa continua muito bem (até melhor do que há 4 anos) e com excelentes perspectivas de crescimento.

Esse grande período de “lateralidade” pode até deixar o investidor desconfortável, mas é normal – e acontecerá com qualquer ação (por melhor que seja a empresa).

Por óbvio, WEGE3 é COMPRA.

Não basta investir, é preciso investir bem 

No resumo de ontem, escrevi a respeito dos ETFs de ações (BOVA11, SMAL11, DIVO11, IVVB11) e como, apesar da grande popularidade, esses investimentos são bastante questionáveis.

Inclusive, indiquei que fosse assistido o vídeo que fiz comentando sobre o tema — para quem não assistiu, basta acessar aqui.

Um comentário no vídeo me chamou a atenção e, como é bastante pertinente, vou aproveitar este espaço para respondê-lo:

Minha resposta:

Olá, tudo bem?

A taxa de administração de um ETF, como o SMAL11, é de 0,5% ao ano. Em uma carteira de R$ 100.000, por exemplo, o custo seria em torno de R$ 500 ao ano.

Nossa assinatura, onde disponibilizamos a Carteira de Small Caps, custa R$ 311 ao ano — ou seja, o “custo” da Capitalizo é inferior ao do ETF.

Além disso, R$ 100.000 investidos na nossa Carteira de Small Caps, desde o seu início, teriam se transformado em R$ 700.000. Já quem comprou SMAL11 teria apenas R$ 152.000.

Na verdade, o que “corrói a rentabilidade” é investir mal.

Não basta investir, é preciso investir bem.

Um abraço e bons investimentos

Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

📊 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

📰 Notícia do Dia:

PPI nos EUA: ficou estável em junho, contrariando expectativas de alta, e desacelerou para 2,3% em 12 meses. Saiba mais.

Romi (ROMI3): lucrou R$ 16,4 milhões no 2T25, alta trimestral de 62%, mas ainda 47% abaixo do 2T24. Saiba mais.

Randoncorp (RAPT4): aprovou aumento de capital de até R$ 200 milhões com emissão de novas ações ON e PN. Saiba mais.

📹 Vídeo do Dia: 5 SMALL CAPS BARATAS E COM FORTE POTENCIAL DE VALORIZAÇÃO | ABCB4, RANI3, ALOS3, AZZA3, INTB3 

📑 Artigo do Dia: Estratégia de Swing Trade da Capitalizo: mais de 700% de retorno 

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Ibovespa volta a cair; NÃO invista em BOVA11, IVVB11, DIVO11 e SMAL11

16/07/202515/07/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa terça-feira:

Principais Bolsas

No pregão desta terça-feira, os principais mercados globais fecharam em queda.

No Brasil, o Ibovespa caiu –0,04%, aos 135.250 pontos. Ainda que a queda tenha sido pouco intensa, esse foi o sétimo pregão seguido no “vermelho”.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,40%, encerrando o dia aos 6.243 pontos.

Destaco a alta das ações da SEA LTD (SE, S2EA34), que dispararam +5,13%.

Para quem não está “ligando o nome à pessoa”, a SEA LTD é uma holding de Singapura que tem, entre suas subsidiárias, a varejista Shopee — a maior plataforma de e-commerce do Sudeste Asiático.

Além do forte crescimento da empresa nos últimos trimestres, as ações da companhia vêm subindo forte, avançando mais de 400% desde o ano passado.

Não invista em BOVA11, IVVB11, DIVO11 e SMAL11

É inegável o crescimento da indústria dos chamados “Exchange Traded Funds” ou “ETFs” nos últimos anos — especialmente os compostos por ações.

Se, por um lado, esses fundos negociados em bolsa têm estruturas bem interessantes e simplificadas, por outro, os critérios para a montagem das carteiras desses ETFs são bastante questionáveis.

Digo isso porque, normalmente, as escolhas das ações tendem a ignorar aspectos qualitativos das empresas e, principalmente, as perspectivas dos negócios.

Dessa forma, a formatação da estratégia da maioria dos ETFs leva mais em consideração o passado do que o que mais importa: o futuro.

Como costumamos dizer aos nossos clientes: “não basta investir, é preciso investir bem”.

Nesse sentido, evitar ETFs ruins pode te ajudar a investir melhor e, ao longo do tempo, te fazer ganhar mais dinheiro.

👉 Clique no link para conferir o vídeo e saber como não cair na “armadilha” desses ETFs: NÃO INVISTA EM ETFS DE AÇÕES | BOVA11, IVVB11, SMAL11, DIVO11

Um abraço e bons investimentos

Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

📊 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

📰 Notícia do Dia:

Inflação nos EUA: CPI subiu 0,3% em junho, em linha com o esperado, e núcleo veio abaixo das projeções. Saiba mais.

MRV&Co (MRVE3): teve alta de 5,8% nas vendas do 2T25, mas geração de caixa foi afetada por repasses travados. Saiba mais.

BrasilAgro (AGRO3): vendeu a Fazenda Preferência por R$ 141,4 milhões, com TIR estimada de 9,3% ao ano. Saiba mais.

📹 Vídeo do Dia: NÃO INVISTA EM ETFS DE AÇÕES | BOVA11, IVVB11, SMAL11, DIVO11

📑 Artigo do Dia: Economia Brasileira: O que você precisa saber para investir bem 

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Ibovespa abre a semana em queda; Bitcoin ultrapassa US$ 120 mil e renova máxima

14/07/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Confira as notícias do mercado financeiro no Brasil e no mundo:

Principais Bolsas

No primeiro pregão da semana, as principais bolsas fecharam em direções opostas.

No Brasil, o Ibovespa recuou 0,65%, aos 135.298 pontos. Já nos Estados Unidos, o S&P 500 apresentou uma leve alta de 0,14%, fechando o dia em 6.268 pontos.

Mercado repercute dados mistos do Brasil

A segunda-feira foi marcada por dados importantes da economia brasileira — e também por mais um recorde no mercado de cripto.

O IBC-Br, que é uma prévia do PIB, caiu -0,7% em maio. O número veio pior do que o esperado e reforça a ideia de desaceleração da economia no segundo trimestre.

Já o Boletim Focus trouxe uma leve melhora nas expectativas de inflação: o IPCA de 2025 caiu de 5,18% para 5,17%. Nada muito relevante, mas é um sinal.

As projeções para PIB e Selic seguem iguais: crescimento de 2,23% e juros em 15% no fim do ano.

Novo recorde do Bitcoin

No mercado de cripto, o destaque foi o Bitcoin, que ultrapassou os US$ 120 mil pela primeira vez na história.

O movimento veio com o otimismo em torno da chamada “Semana Cripto” nos EUA, onde o Congresso deve analisar pautas importantes, como a Lei CLARITY e o pacote GENIUS, voltado para stablecoins.

A postura mais amigável do governo Trump com o setor também tem ajudado a empurrar os preços pra cima. Ethereum e outras criptos também avançaram no dia.

Embraer fecha megacontrato com a SAS

Na parte corporativa, a Embraer (EMBR3) foi o grande destaque do dia.

A empresa anunciou a venda de 45 jatos para a Scandinavian Airlines (SAS), com opção de mais 10. O contrato é avaliado em cerca de R$ 21,8 bilhões — o maior da SAS com um único fornecedor desde 1996.

As entregas começam no fim de 2027 e fazem parte da estratégia de renovação da frota e redução de emissões.

Mais um negócio relevante que reforça o bom momento da Embraer no exterior.

Um grande abraço e ótima semana,

Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

📊 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

📰 Notícia do Dia:

Focus: mercado reduziu projeções para inflação e câmbio em 2025 pela sétima semana seguida, mantendo PIB e Selic. Saiba mais.

Bitcoin: ultrapassou US$ 120 mil com otimismo sobre avanços regulatórios nos EUA durante a “Semana Cripto”. Saiba mais.

Taurus (TASA4): foi multada em R$ 25 milhões e suspensa de contratar com a PM de SP por dois anos; empresa vai recorrer. Saiba mais.

Embraer (EMBR3): fechou megacontrato de R\$ 21,8 bilhões com a Scandinavian Airlines para venda de 45 jatos E195-E2. Saiba mais.

📹 Vídeo do Dia: AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | COGN3, EMBR3, EGIE3, AURA33, BRKM5, PETR4, SLCE3, CYRE3

📑 Artigo do Dia: Investidor: aonde você quer chegar? 

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Setor elétrico: Resiliência, Previsibilidade e Dividendos

12/07/202512/07/2025 Por Tiago Prux
Setor elétrico

Em momentos de crise, há empresas que apresentam respostas diferentes das demais. Nesse quesito, merecem destaque as do setor elétrico, inclusive com a fama de serem mais defensivas e boas pagadoras de dividendos.

Confira uma análise das principais companhias do setor na B3.

SETOR DEFENSIVO

Quem conhece o mercado financeiro, e até mesmo para quem só ouviu falar, sabe que momentos de quedas, com medo e pânico, são comuns ao longo de toda história.

Já aconteceram algumas vezes e, com certeza, irão acontecer novamente, restando saber apenas o motivo, a intensidade e outras variáveis.

Quando tratamos mais especificamente do mercado acionário, vemos empresas que tendem a apresentar maiores e outras menores dificuldades em momentos de crise.

E dentre as empresas que tendem a sofrer os menores impactos, merecem destaque as do setor elétrico, que, como referido acima, já detém a fama de serem mais defensivas e boas pagadoras de dividendos. E há razões para isso…

Uma delas está ligada a maior previsibilidade existente nos resultados dessas companhias, gerada principalmente pela grande regulação que há no setor e pela alta demanda por energia no país.

Outra razão está na boa geração de caixa dessas empresas, que apresentam margens de lucratividade bem elevadas, com menor necessidade de altíssimos investimentos, quando comparado a outros setores econômicos.

Tudo isso acaba refletindo, portanto, em ótimos níveis de dividendos, como veremos mais adiante.

Além disso, diversas companhias do setor anunciaram que ainda vão fazer muita recompra de ações. Ou seja, mesmo que tenhamos mudanças no pagamento de dividendos, esse tipo de empresa não vai perder sua atratividade.

SETOR ELÉTRICO

Até meados da década de 90, o setor elétrico brasileiro era constituído, predominantemente, de empresas estatais que atuavam em todas as atividades que o envolve.

A reestruturação e a privatização do setor tiveram início no primeiro governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-1998), por meio da lei das concessões.

Hoje, existem regras muito bem definidas e há uma grande presença de empresas com alta qualidade de gestão.

Claro que também existem riscos, principalmente de ingerência. Porém, atualmente entendemos que a relação risco-retorno é muito atrativa.

Pensando um pouco mais no futuro, o setor elétrico brasileiro caminha para apresentar um crescimento muito significativo nas próximas décadas.

Segundo o estudo realizado pelo “Observatório de Mercados de Energia Mundial”, a demanda por energia no Brasil irá registrar uma alta de 60% até 2040.

Por outro lado, uma análise não muito aprofundada da atual matriz energética brasileira indica que há muito o que fazer para suprir esta demanda.

O ano de 2021, por exemplo, ficou marcado pela pior crise hídrica dos últimos 91 anos – e quase 64% de toda nossa geração elétrica é realizada através de hidrelétricas.

Dito isso, com os maciços investimentos que deverão ser realizados nos próximos anos, o setor elétrico tenderá a ganhar ainda mais representatividade no panorama econômico brasileiro.

Falando em bolsa, atualmente as empresas do setor já compõem boa parcela dos principais índices acionários do Brasil. Somente no índice Ibovespa, por exemplo, essas companhias representam aproximadamente 10% de participação.

Com o setor em destaque, vamos conferir com mais detalhes como funcionam as atuações específicas de cada empresa. De forma geral, as companhias elétricas podem ser classificadas em três grandes segmentos: distribuição, transmissão e geração de energia.

A imagem abaixo traduz um pouco das características desses segmentos, além dos ambientes de comercialização de energia.

Em seguida, detalharemos mais sobre os riscos e benefícios de cada um dos segmentos citados e como podemos aproveitá-los em determinados momentos econômicos, tanto para melhor se proteger, quanto para obter boas rentabilidades.

Fonte: ANACE – Associação Nacional dos Consumidores de Energia

AMBIENTES DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA

Antes de falarmos dos três grandes segmentos, cabe detalharmos como funciona o processo de contratação de energia.

Há dois tipos de ambientes de contratação, como vistos na imagem acima. O primeiro é chamado de “Ambiente de Contratação Regulada”, ou pela simples abreviação de “ACR”.

Também chamado de “Mercado Cativo”, no ACR são realizadas as operações de compra e venda de energia elétrica entre agentes vendedores e agentes de distribuição, precedidas de licitação, ressalvados os casos previstos em lei, conforme regras e procedimentos de comercialização específicos.

O outro ambiente recebe o nome de “Mercado Livre de Energia”, ou “Ambiente de Contratação Livre”, ou simplesmente “ACL”.

Nele se realizam as operações de compra e venda de energia elétrica, objeto de contratos bilaterais livremente negociados, conforme regras e procedimentos de comercialização específicos.

Perceba que a regulamentação é grande. E esse é justamente um dos principais atrativos que enxergamos quando comparamos como outros setores de utilidades públicas.

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA

O segmento de distribuição está na ponta mais próxima do consumidor. É o estágio final da cadeia de produção elétrica.

Por isso, dentre os três segmentos, em momento de crise, este tende a ser o mais afetado.

Geralmente, um dos impactos se deve às reduções (as vezes, até mesmo paralisações) de grande parte das atividades econômicas, principalmente as industriais.

Com isto, a demanda de energia elétrica sofre redução em um primeiro momento.

Também há o risco do aumento de inadimplência, que, dependendo da intensidade da crise econômica instaurada, poderá atingir elevados níveis, afetando a geração de caixa das companhias.

Outro ponto de destaque se refere à grande regulamentação as quais essas empresas (do setor elétrico, em geral) estão sujeitas.

Medidas impostas pelo Governo Federal podem servir como agravante aos impactos para as distribuidoras, como por exemplo a suspensão do corte de energia para os inadimplentes, descontos nas tarifas de energia e até mesmo adiamento de reajustes de compensação de custos.

Esses e outros fatores acabam por impactar diretamente nos resultados operacionais em um horizonte de curto prazo.

Como exemplos de empresas listadas desse segmento, há a Neoenergia (NEOE3) e a Copel (CPLE6).

Nos últimos doze meses, as ações de NEOE3 apresentam alta de 34,51%, enquanto CPLE6 marcou praticamente 29,3% positivos de retorno. Como comparação, o IBOV finalizou este período com uma valorização de 8,07%.

O desempenho dessas ações e do índice ao longo do ano pode ser observado no gráfico abaixo:

Fonte: Mais Retorno

TRANSMISSÃO DE ENERGIA

O segmento de transmissão funciona como o elo entre a geração e a distribuição de energia.

Toda eletricidade gerada é transmitida aos distribuidores pelas empresas do segmento de transmissão. E este é o segmento que tende a sofrer os menores efeitos em uma eventual crise.

Isto porque grande parte do faturamento das companhias vem do Governo Federal, fazendo com que suas receitas tenham maior previsibilidade.

Também, vale ressaltar que as receitas não dependem da demanda por energia elétrica do consumidor.

Outro ponto importante se refere à baixa necessidade de grandes investimentos, fazendo com que essas empresas possuam, de forma geral, baixos níveis de endividamento.

E, quanto menor for a alavancagem, maior é a capacidade de distribuição de dividendos.

Dois exemplos de empresas do segmento de transmissão de energia são: Taesa (TAEE11) e ISA Energia (ISAE4). Nos últimos doze meses, as units de TAEE11 se valorizaram 4,3%, enquanto ISAE4 registrou alta de 3,38% neste mesmo período.

O desempenho dessas ações e do índice ao longo do ano pode ser observado no gráfico abaixo:

Fonte: Mais Retorno

GERAÇÃO DE ENERGIA

Como dito, dada a matriz energética brasileira, grande parte da potência produzida por essas companhias advém de hidrelétricas.

Mas também, existe a utilização de termelétricas, parques eólicos e, mais recentemente e em aplicação crescente, a geração por meio de placas solares.

Dentre os três segmentos do setor elétrico, o de geração de energia tende a sofrer impactos intermediários entre os outros dois (distribuição e transmissão).

Isso porque essas empresas possuem contratos pré-definidos de demanda de energia para as distribuidoras.

Atrelado a isso, as companhias de geração já contam com certos instrumentos de proteção contra períodos de maiores dificuldades, como no caso de escassez de água para as hidrelétricas, por exemplo.

Como exemplos de empresas listadas em bolsa desse segmento há a Eletrobrás (ELET3) e a Engie (EGIE3). Nos últimos doze meses, ELET3 rentabilizou praticamente 7,6%, enquanto EGIE3 se desvalorizou cerca de -2,6%.

Vale ressaltar, no entanto, que várias das empresas citadas possuem atividades juntamente em outros segmentos.

O desempenho dessas ações e do índice ao longo do ano pode ser observado no gráfico abaixo:

Fonte: Mais Retorno

BOAS PAGADORAS DE DIVIDENDOS

Para justificar a “fama” de boas pagadoras de dividendos, separamos o gráfico abaixo, que apresenta o dividend yield dos últimos doze meses das empresas do setor elétrico listadas no Índice Bovespa, em comparação com o yield médio do próprio IBOV:

Fonte: RI das Empresas

O gráfico nos mostra que, das seis companhias, todas detém um dividend yield superior ao médio do índice, indicando a boa distribuição de proventos.

E PARA 2025?

Apesar de a Aneel projetar um reajuste médio de 3,5% nas tarifas de energia elétrica para consumidores residenciais em 2025, abaixo da inflação estimada para o ano, o setor elétrico como um todo continua apresentando um cenário positivo.

Com receitas estáveis, baixa volatilidade e elevada previsibilidade, as empresas do setor seguem sendo vistas como uma alternativa defensiva em períodos de incerteza política e macroeconômica.

FAZ SENTIDO COMPRAR AS AÇÕES DO SETOR ELÉTRICO?

Como visto, as companhias do setor elétrico podem ser consideradas como fundamentais na montagem de diversas carteiras de investimentos.

E, com a elevação da demanda por energia e a mudança cada vez mais necessária na matriz energética brasileira, o setor como um todo tende a ganhar em níveis de inovação e competitividade para o futuro, favorecendo a geração de caixa das empresas e fortalecendo os lucros de seus acionistas.

Dessa forma, as empresas do setor são “figurinhas carimbadas” em uma boa Carteira de Dividendos. Inclusive, a nossa Carteira Dividendos+, que vem tendo um desempenho fantástico desde o seu início, possui algumas ações do setor em sua composição.

Ficou interessado em saber mais?

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