Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (09/02):
Ibovespa avança; AURA33 dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,80%, aos 186.241 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,47% no dia, fechando aos 6.964 pontos.
Entre os destaques de alta do pregão, a Aura Minerals (AURA33) subiu +9%.
O movimento não esteve ligado a nenhum fato relevante específico da empresa, mas sim à valorização do ouro, que avançou cerca de +2% no mercado internacional, voltando a operar acima do patamar de US$ 5.000 por onça-troy.
A alta do metal ocorreu em um ambiente de dólar mais fraco no exterior e maior busca por ativos considerados proteção, em meio às incertezas no cenário internacional.
Como produtora de ouro, a Aura tende a reagir diretamente às oscilações da commodity, o que explica o desempenho positivo das ações no pregão.
As ações para ficar de olho essa semana: BBAS3, TOTS3, CSNA3, BBDC4, ROMI3, PSSA3, ITSA4, ITUB4
Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?
Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?
Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa semanal:
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, reforçamos a importância de o investidor não cair em narrativas que prometem previsões exatas de preços.
Ninguém sabe, de forma consistente, para onde os ativos irão no curto prazo, e tentativas de adivinhação normalmente levam a decisões ruins e perda de dinheiro.
O foco do investidor deve estar na construção de boas estratégias e carteiras bem estruturadas, e não em supostas certezas sobre movimentos futuros.
Mesmo ferramentas como a análise técnica servem para identificar zonas de interesse e tendências, não para prever eventos.
Ter método, disciplina e visão de longo prazo continua sendo muito mais relevante do que tentar “acertar o topo ou o fundo”.
CENÁRIO MACROECONÔMICO E AGENDA DA SEMANA
A semana anterior foi relativamente mais tranquila do ponto de vista macroeconômico, após o corte de juros nos Estados Unidos e a manutenção da taxa no Brasil, já com perspectiva de cortes a partir de março.
Para os próximos dias, chamamos atenção para a divulgação do payroll e do índice de inflação ao consumidor nos Estados Unidos, dados importantes para definir o ritmo das próximas decisões do Federal Reserve.
No Brasil, acompanhamos a divulgação do IPCA de janeiro, com expectativa de inflação mais comportada, especialmente quando comparada aos primeiros meses dos últimos anos.
Também seguimos atentos à temporada de resultados do quarto trimestre, tanto no mercado local quanto no internacional.
DESEMPENHO DOS MERCADOS NA SEMANA
Na última semana, o Ibovespa avançou 0,8%, enquanto o S&P 500 apresentou leve queda em dólares.
O Bitcoin acumulou queda relevante, apesar de uma recuperação parcial no fim do período.
Reforçamos que a exposição a criptoativos deve ser limitada e bem dimensionada, evitando decisões emocionais em momentos de forte volatilidade.
O dólar voltou a recuar, enquanto o ouro apresentou valorização, contribuindo para um início de ano positivo para a renda variável, especialmente em mercados emergentes.
DESTAQUES NEGATIVOS ENTRE AS AÇÕES
Entre as maiores quedas da semana, destacamos a TOTVS (TOTS3), que recuou cerca de 15%, em meio a um ambiente de maior incerteza para empresas de software e tecnologia.
Apesar de bons resultados divulgados por grandes companhias globais, o mercado reagiu de forma exagerada aos anúncios de elevados investimentos em inteligência artificial.
A CSN (CSNA3) voltou a apresentar pressão negativa após rebaixamento de rating.
Reforçamos que a empresa segue com elevada alavancagem e que a venda de ativos continua sendo uma alternativa praticamente inevitável para reduzir o endividamento.
O segmento de mineração segue como principal gerador de caixa.
A Riachuelo (RCHLO3) apresentou queda na semana, influenciada também pela mudança de código, o que gerou ruído pontual no mercado.
Já a BR Partners (BRBI11) teve desempenho negativo, apesar de resultados operacionais sólidos, refletindo um ambiente ainda fraco para o mercado de capitais no Brasil.
O Bradesco (BBDC4) recuou moderadamente, mesmo após divulgar números melhores, ainda refletindo desafios relevantes, especialmente ligados à inadimplência.
A Romi (ROMI3) voltou a divulgar resultados fracos, com queda de receita, lucro e entrada de pedidos, refletindo a forte dependência do ciclo industrial doméstico.
DESTAQUES POSITIVOS ENTRE AS AÇÕES
Entre as altas da semana, Direcional (DIRR3), Cury (CURY3) e MRV (MRVE3) se beneficiaram das expectativas de corte de juros e da continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida.
Apesar de possíveis pressões de margem, destacamos a qualidade da gestão, especialmente no caso da Cury.
A Porto Seguro (PSSA3) apresentou mais um trimestre de resultados robustos, com crescimento consistente do lucro líquido e destaque para Porto Saúde, Porto Bank e seguros patrimoniais, além de sinistralidade controlada.
A Itaúsa (ITSA4) voltou a se destacar, impulsionada pelos excelentes resultados do Itaú Unibanco (ITUB4).
Reforçamos que o Itaú segue sendo o banco mais bem gerido entre os grandes, com crescimento equilibrado, inadimplência controlada e geração de resultados superior aos pares, o que sustenta expectativas positivas de dividendos para 2026.
A Multiplan (MULT3) apresentou números operacionais sólidos, com crescimento de vendas, margens em expansão e elevada taxa de ocupação.
Apesar da queda no lucro líquido em função da recompra de ações, avaliamos o trimestre como positivo.
LEITURA TÉCNICA E ATIVOS NO RADAR
Do ponto de vista técnico, o Ibovespa segue em tendência clara de alta, sem sinais consistentes de reversão.
O dólar atingiu níveis próximos aos fundos de 2019, mantendo viés de queda, com suporte relevante na região dos R$ 5,00 e próximo alvo em R$ 4,70.
Entre os ativos acompanhados, Itaúsa (ITSA4) e Banco do Brasil (BBAS3) seguem em canais de alta, embora nossa visão fundamentalista sobre o BBAS3 seja mais cautelosa.
A Ferbasa (FESA4) permanece em tendência positiva de curto prazo, apesar da volatilidade recente.
Também acompanhamos a WEG (WEGE3), que, após forte recuperação, pode buscar rompimento de máximas históricas, impulsionada por investimentos e perspectivas positivas para 2026.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS
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No artigo de hoje, vamos falar sobre duas Small Caps baratas para “ficar de olho” em 2026, e que acreditamos possuir boa qualidade em seus fundamentos.
A maioria dos investidores busca as melhores ações, mas não sabe como procurar, e muito menos qual é o momento ideal de compra e venda.
Quando se trata de investir na Bolsa de Valores utilizando a análise fundamentalista, esse processo se torna mais claro.
Essa abordagem utiliza indicadores financeiros que ajudam a identificar se uma ação está barata ou não.
Apesar de não recomendarmos o uso de nenhum indicador de forma isolada, hoje traremos ações de empresas que estão atrativas em relação ao indicador Preço/Lucro (P/L), o mais conhecido e utilizado no mundo todo.
O P/L é uma métrica que estima em quanto tempo o investimento em uma ação pode ser “devolvido” ao investidor, considerando que a empresa mantenha seus lucros. Abaixo, segue o cálculo:
P/L = Cotação da ação / Lucro por ação
Exemplo: Uma ação cotada a R$ 10,00, com lucro líquido anual por ação de R$ 2,00.
Calculando o P/L, temos: 10 / 2 = 5
Ou seja, seriam necessários cinco anos para obter o retorno do valor investido, mantendo-se as condições.
Agora, vamos às Small Caps que apresentam uma relação de P/L atrativa.
WIZ (WIZC3)
Todo mundo precisa de seguro. A qualquer momento, podemos sofrer um acidente de carro ou enfrentar um problema de saúde, e isso não é previsível.
Essa característica faz com que as empresas do setor de seguros sejam excelentes opções para investir na Bolsa de Valores, devido à demanda perene por esses serviços.
Entre as empresas do setor com capital aberto, a Wiz é aquela que, na nossa visão, apresenta melhor diversificação de negócios, maior potencial de internacionalização e boas perspectivas de retorno.
Nos últimos anos, a companhia passou pelo fim da exclusividade de seus contratos com a Caixa Seguradora.
Desde então, sua dependência em relação ao banco vem sendo reduzida por meio de novas parcerias, como a firmada com o Banco Inter.
A Wiz se destaca por operar com baixo custo, boas margens de lucro, receitas crescentes e ampla experiência no setor de seguros, o que a torna uma opção interessante para o longo prazo.
A expectativa é que a empresa continue ampliando suas parcerias, ao mesmo tempo em que consolida aquelas adquiridas nos últimos anos.
Também vale reforçar o potencial de internacionalização e a maior diversificação das linhas de atuação.
BANCO MERCANTIL (BMEB4)
Um setor que historicamente não pode faltar na carteira de investimentos é o setor bancário.
No Brasil, quem investiu nesse segmento ao longo do tempo, em geral, fez bons negócios.
Apesar de o setor ser dominado pelos cinco grandes bancos, existem instituições de pequeno e médio porte que oferecem boas oportunidades de investimento no longo prazo.
Uma Small Cap do setor bancário que permanece fora do radar da maioria dos investidores, e que consideramos bastante interessante, é o Banco Mercantil.
Fundado em 1943, o banco tem forte atuação no atendimento a beneficiários do INSS, especialmente em Minas Gerais e no interior de São Paulo.
A partir dessa base, o Mercantil atua na venda de produtos como investimentos, crédito, corretagem de seguros e câmbio.
São produtos de menor risco, o que representa uma vantagem competitiva importante, garantindo boa previsibilidade de resultados e rentabilidade consistente.
Mesmo após a forte valorização recente das ações, a empresa ainda negocia a preços atrativos, sustentados pelo crescimento operacional.
Para 2026, a expectativa é de continuidade desse ritmo de crescimento, com avanço no ambiente digital, expansão da base de clientes e aumento da oferta de produtos.
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
Mais do que olhar apenas para Small Caps baratas, é fundamental analisar o histórico de rentabilidade, a qualidade dos fundamentos e a força do setor em que a empresa atua.
Indicadores como o P/L são ferramentas valiosas no processo de seleção de ativos, mas não devem ser utilizados de forma isolada.
Investir bem exige visão de longo prazo, método e disciplina.
OUTRAS RECOMENDAÇÕES DE SMALL CAPS
Acompanhar e recomendar ações de Micro e Small Caps faz parte do DNA da Capitalizo.
Além de integrarem outras estratégias, contamos com um portfólio específico para esse perfil: a Carteira Recomendada de Micro e Small Caps.
Com ela, você tem acesso a uma seleção de empresas com forte potencial de crescimento de receitas e lucros, o que pode resultar em valorizações expressivas das ações ao longo do tempo.
E o melhor: bastam cerca de 10 minutos por mês para manter sua carteira atualizada.
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS
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“Tiago, por que seguir as recomendações da Capitalizo se vocês também perdem?”
Apesar de justa, essa pergunta mostra a falta de conhecimento ou noção do investidor sobre como funciona o mercado.
Em TUDO nessa vida, qualquer atividade, seja ela qual for, prejuízos irão acontecer.
Qualquer pessoa que entra na bolsa achando que não terá perdas deve “voltar duas casas” e começar tudo novamente.
Dito isso, é óbvio que as nossas recomendações também vão dar prejuízo.
A grande diferença é que, ao contrário da maior parte dos investidores, nós nunca deixamos nenhuma tragédia acontecer.
SABER PERDER IMPORTA
Pode parecer trivial, mas não é. É só ver a quantidade de pessoas que têm histórias de ter perdido tudo na bolsa.
Modéstia à parte, eu não tenho história ruim para contar com a Capitalizo e nunca tive prejuízos não recuperáveis.
Na verdade, me impressiona como alguém coloca o seu dinheiro a perder fazendo coisas sem sentido.
Como costumo falar, quem não sabe perder nunca vai ganhar dinheiro, nunca vai estar preparado para ganhar. Além disso, não tomar tombos grandes nos garante a chance de aproveitar os bons momentos.
Ou seja, até para ganhar dinheiro, o tamanho das perdas importa. É nesse ponto que eu consigo abrir uma distância considerável em relação à grande massa de investidores da bolsa.
GANHAR É CONSEQUÊNCIA
Por isso, nos preocupamos tanto com a montagem das Estratégias e das Carteiras muito antes de recomendar algo. Tudo é pensado, primeiro, para proteger e depois, para ganhar dinheiro.
A maioria acha que o que mais importa é ganhar e esquece das perdas. O ganho vem como consequência de não perder.
Cito como exemplo a minha Carteira. Ela tem tanto ativos locais como internacionais.
Em quase 60% dos pregões de alta, a Carteira sobe menos do que Ibovespa ou S&P. Porém, quando o mercado cai, ela costuma cair menos do que os índices em mais de 60% dos dias.
Na prática, a forma defensiva com que a Carteira foi montada me “garante” uma proteção maior e, como consequência, mais ganhos.
Sei que isso pode parecer contraintuitivo, mas não perco 1 minuto tentando adivinhar a “bola da vez”, mas sim focado em proteção e ganhos consistentes.
DETALHES DA CARTEIRA E RESULTADOS
A Carteira Tiago Prux, pensada para quem segue a filosofia Buy and Hold e busca se tornar um investidor global, foi estruturada para unir proteção e crescimento.
Em quase 60% dos pregões de alta, ela sobe menos que o Ibovespa ou o S&P.
Porém, quando o mercado cai, ela costuma cair menos que os índices em mais de 60% dos dias — o que garante estabilidade e maior rentabilidade ao longo do tempo.
Com apenas 10 minutos por mês, é possível mantê-la 100% atualizada e à prova de crises, seguindo um portfólio que nunca fechou um ano sequer no negativo.
Abaixo, você confere o gráfico de desempenho da Carteira Tiago Prux, além de um vídeo explicativo mostrando como ela funciona na prática:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
Essa carteira está disponível para os assinantes daCapitalizo Invest, nossa assinatura focada em carteiras de longo prazo, ideal para quem busca construir patrimônio de forma consistente, com independência e segurança.
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É inegável que o interesse dos investidores em adquirir Bitcoin e outras criptomoedas vem crescendo de forma significativa.
Em momentos de baixa, como o atual, esse interesse tende a aumentar ainda mais.
Por isso, hoje vamos apresentar alguns pontos que sustentam a nossa visão de que este pode ser um bom momento para comprar não apenas Bitcoin, mas também outras criptos.
CUIDADO
Antes de tudo, é importante lembrar que este é um mercado ainda muito novo, com um enorme potencial de multiplicação. Contudo, não podemos esquecer que alto retorno está diretamente ligado a alto risco.
Para quem precisa do dinheiro no curto prazo, a volatilidade pode representar um desafio relevante.
Além disso, é fundamental trabalhar com um percentual máximo da carteira em criptoativos.
Aqui na Capitalizo, não recomendamos uma exposição superior a 10% do total do capital investido.
Dessa forma, conseguimos aproveitar os momentos de forte alta para reduzir posições e os períodos de baixa, como os atuais, para aumentar a exposição de forma estratégica.
Por isso, se você ainda não possui criptomoedas na sua carteira ou já tem alguma posição, pode fazer sentido avaliar este momento para iniciar ou reforçar sua alocação.
QUAIS SÃO OS FUNDAMENTOS DO BITCOIN QUE PODEM INFLUENCIAR O SEU INVESTIMENTO?
Independentemente do tipo de investimento que você pretende realizar, é essencial ter um planejamento sólido e estudar o mercado para decidir se é uma boa oportunidade.
A partir desse princípio, destacamos três fundamentos que dão mais segurança ao investimento em Bitcoin.
SEGURANÇA
Por ser um ativo de alto risco, o tema da segurança é um dos mais discutidos quando falamos em Bitcoin. Ainda assim, os investidores contam com mecanismos robustos de proteção.
As transações realizadas via blockchain são criptografadas, e muitas corretoras e carteiras digitais possuem elevados padrões de segurança.
Para aumentar sua tranquilidade, é fundamental escolher exchanges de qualidade, levando em consideração os níveis de proteção oferecidos.
Como o Bitcoin não é controlado por governos ou instituições financeiras, não há risco de interferência direta na cotação ou confisco.
ACEITAÇÃO
Diferentemente do início da década de 2000, o Bitcoin hoje é amplamente conhecido, o que melhora significativamente sua liquidez.
Muitas empresas e pessoas já aceitam o Bitcoin como meio de pagamento ou reserva de valor, o que contribui para sua credibilidade e confiança no mercado.
ESCASSEZ
Assim como o ouro, o Bitcoin é um ativo escasso. Ao contrário do dinheiro impresso em excesso pelos bancos centrais, o Bitcoin possui um limite máximo de 21 milhões de unidades.
Com o tempo, a mineração será reduzida, aumentando sua raridade.
Isso é especialmente relevante para quem busca uma reserva de valor, já que o Bitcoin não está sujeito aos mesmos riscos inflacionários das moedas tradicionais.
Apesar da alta volatilidade, ele se consolidou como uma importante alternativa de diversificação no mercado cambial.
QUAIS SÃO AS MODALIDADES DE INVESTIMENTO EM BITCOIN?
Além de adquirir Bitcoin diretamente por meio de exchanges, o investidor pode optar por alternativas que aumentam a segurança e a diversificação da carteira.
Uma dessas opções são os fundos de investimento que possuem criptoativos em sua composição. Outra alternativa são os ETFs de criptomoedas.
Lançados recentemente no Brasil, esses ETFs são negociados na B3 e possuem carteiras compostas por criptoativos, permitindo exposição ao setor de forma mais simples e estruturada.
O BITCOIN JÁ “MORREU” 444 VEZES!
E não somos nós que estamos dizendo isso. Esse tipo de episódio virou praticamente um “meme” no universo das criptomoedas, e existem sites que contabilizam quantas vezes o Bitcoin já foi dado como “morto”.
Quer um exemplo? 👇🏼
Cada ponto vermelho em gráficos históricos representa uma dessas “mortes”. No entanto, como é possível observar, os preços seguem em trajetória de alta ao longo do tempo.
Isso reforça uma crença importante: hoje, pode ser mais arriscado não ter nenhuma exposição a criptomoedas do que ter ao menos uma pequena parcela do patrimônio alocada nelas.
CARTEIRA DE CRIPTOATIVOS DA CAPITALIZO
A nossa Carteira Recomendada de Criptoativos começou em março de 2021 e tem como objetivo buscar retornos acima da média do mercado, com alocação em ativos consolidados, como o Bitcoin, e também em outras criptomoedas com forte potencial de crescimento.
A estrutura da carteira funciona da seguinte forma:
90% da carteira segue uma estratégia de longo prazo
10% da carteira são posições táticas, focadas em ganhos de curto e médio prazos ou criptos “fora do radar”
Entendemos que alocar uma parcela do patrimônio em criptoativos faz sentido dentro de uma estratégia bem definida.
Além disso, realizamos o gerenciamento ativo das posições, aproveitando momentos de forte alta para recomendar reduções e períodos de baixa para sugerir aumento de exposição.
Assim, utilizamos a volatilidade do mercado de forma inteligente e estratégica.
DESEMPENHO DA CARTEIRA DE CRIPTOATIVOS
Abaixo, você confere o desempenho da nossa Carteira de Criptoativos em diferentes períodos, desde março de 2021, além da comparação direta com o Bitcoin.
Os números mostram que, ao longo do tempo, uma estratégia estruturada, com gestão ativa e controle de risco, pode entregar resultados significativamente superiores ao simples “comprar e segurar”.
COMO TER ACESSO À NOSSA CARTEIRA DE CRIPTOATIVOS
A Carteira de Criptoativos faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso completo às nossas carteiras recomendadas, relatórios analíticos e acompanhamento contínuo do mercado.
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Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (05/02):
Ibovespa avança; Bitcoin despenca
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,23%, aos 182.127 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -1,23%, fechando aos 6.798 pontos.
Entre os destaques de queda, o Bitcoin aprofundou o movimento negativo.
Por volta das 18h, a criptomoeda já recuava cerca de -11%, sendo negociada próxima de US$ 63.089.
A queda foi pressionada pela redução da demanda institucional, saídas relevantes de ETFs à vista e por um ambiente macroeconômico mais restritivo, com sinalizações mais duras do Federal Reserve.
O tom mais rígido da política monetária nos EUA aumentou a aversão ao risco e acelerou as vendas, levando a criptomoeda a registrar quedas expressivas e a apagar centenas de bilhões de dólares do valor total do mercado cripto.
O sentimento dos investidores se deteriorou rapidamente, atingindo níveis de “medo extremo”, enquanto ações e ouro passaram a concentrar o fluxo de capital.
Além disso, o Bitcoin voltou a apresentar comportamento mais volátil e desempenho inferior aos ativos tradicionais, reforçando a percepção de que a volatilidade seguirá como uma característica estrutural do ativo no curto prazo.
Oportunidades no Setor Financeiro em 2026
Quer entender por que o setor financeiro segue como um dos mais interessantes da Bolsa Brasileira para 2026?
Quer saber por que bancos tradicionais enfrentam mais desafios, enquanto empresas financeiras mais focadas podem crescer mais e pagar melhores dividendos?
Quer entender como a concorrência, as fintechs e a mudança no mercado estão afetando lucros, margens e oportunidades para o investidor?
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Todas as vezes que o mercado cai mais forte, aumenta a preocupação daquele investidor que vê, mais uma vez, a desvalorização de suas carteiras, geralmente, quem decidiu investir na Bolsa sozinho.
Infelizmente, a maior parte deles não tem a menor ideia do que está fazendo com seus investimentos.
Atualmente, temos 18 Carteiras Recomendadas e Estratégias voltadas para os mais diferentes perfis de investidor.
Vão desde Carteiras de Renda Fixa, Fundos Imobiliários, Diversificadas, Criptos, Fundos, Ações, Internacional, até recomendações de curto e médio prazos, como Swing Trade, Rastreador de Tendências e Long & Short.
Essas Carteiras e Estratégias têm em comum ótimos retornos históricos, mesmo com todo o “sobe e desce” do mercado.
A grande questão é entender por que, mesmo com alternativas tão interessantes como as da Capitalizo, ainda há muitos investidores sofrendo com seus investimentos, acumulando fortes prejuízos ou que, simplesmente, estão perdidos.
SEJA PROFISSIONAL
Perceba que a Capitalizo não promete retorno.
Essa mensagem se destina especialmente a quem acredita que uma gestão profissional e independente pode trazer mais resultados ao longo do tempo.
Em resumo, é um chamado para quem quer apoio e deseja ter a chance de ganhar dinheiro de verdade, investindo de forma profissional.
É para quem não quer mais investir na Bolsa sozinho.
EU “VIREI A CHAVE” SOBRE INVESTIR NA BOLSA SOZINHO
Digo isso porque eu, Tiago, não sou analista e sigo exatamente o que os nossos analistas recomendam e o mesmo vale para os investimentos da minha família.
Posso dizer que essa foi a melhor decisão que tomei na vida.
Depois de mais de cinco anos de Capitalizo, percebi na prática como a minha carteira ficou mais equilibrada e rendeu bem mais do que se eu estivesse investindo sozinho.
Valeu a pena eu ter “virado a chave” e passado a investir melhor.
Se você acredita que está melhor sozinho, mesmo que esteja perdendo dinheiro ou sem entender a estratégia que deveria seguir, tudo bem.
Mas, se quiser utilizar estratégias que vêm funcionando há anos, estamos 100% à disposição.
Não temos pressa em vender nossas assinaturas e preferimos que você nos contrate quando realmente quiser agir e adequar seus investimentos.
No seu tempo.
POR QUE ACREDITAMOS QUE VOCÊ DEVE AGIR E SEGUIR AS NOSSAS RECOMENDAÇÕES?
▶ Equilíbrio:
Como já comentamos muitas vezes, uma carteira bem diversificada é a chave para evitar grandes tragédias.
Perder “faz parte do jogo”, mas perder muito pode tirar o investidor do mercado.
▶ Pensar globalmente:
Pensar de forma global significa ir atrás das melhores oportunidades, independentemente de onde elas estiverem: Estados Unidos, Europa, Ásia ou Brasil.
Hoje, é muito mais fácil investir nos principais mercados do mundo do que há algumas décadas.
A Capitalizo é pioneira nesse pensamento, que vai muito além do tradicional “ter um pouco de dinheiro fora do Brasil”.
▶ Estrutura da Capitalizo:
Ao contrário de muitas casas de análise, os analistas da Capitalizo estão focados em analisar e recomendar.
Não temos nada contra nossos concorrentes, mas aqui, o foco do analista é o seu resultado, e não a autopromoção.
Além disso, não trabalhamos com o modelo “cada analista com sua carteira”.
As recomendações são sempre discutidas e aprovadas em consenso, levando em conta a melhor estratégia para o cliente.
Isso protege você, investidor, já que a eventual saída de qualquer analista não afeta o trabalho realizado.
Ou seja, seguimos diretrizes de investimento, não decisões individuais.
▶ Retornos bem acima da média:
Nosso trabalho, iniciado em 2017, reúne a experiência de décadas de mercado.
Eu, por exemplo, invisto em ações desde 2004. Isso não garante que saberemos o que vai acontecer, mas nos dá a certeza de sempre saber o que fazer, em qualquer cenário — bom ou ruim.
Com estratégias eficientes e seguras, conseguimos entregar ganhos bem acima da média do mercado.
CHEGA DE INVESTIR NA BOLSA SOZINHO
É importante lembrar que de nada adianta estruturar uma carteira equilibrada, pensar globalmente e ser assistido por uma ótima equipe se você não apertar o botão e seguir as recomendações.
Estamos aqui para ajudar você a mudar seu patamar financeiro e investir de forma profissional. Mas, para isso, é preciso agir e fazer a sua parte.
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Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (04/02):
Ibovespa recua; Hypera (HYPE3) despenca
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -2,14%, aos 181.708 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,51%, fechando aos 6.882 pontos.
Entre os destaques do pregão, as ações da Hypera (HYPE3) despencaram -10%.
A queda ocorreu após a companhia aprovar um aumento de capital por subscrição privada, no valor entre R$ 1,15 bilhão e R$ 1,5 bilhão, ao preço de R$ 21,25 por ação.
Os acionistas posicionados em 6 de fevereiro de 2026 terão direito de preferência, na proporção de 0,1115 nova ação por ação detida, com negociação ex-direito a partir de 9 de fevereiro.
O prazo para exercício vai até 17 de março de 2026.
Para quem não exercer o direito, a diluição pode variar entre 7,9% e 10%, enquanto o bloco de controle se comprometeu a exercer integralmente sua participação, com a Votorantim podendo subscrever até R$ 1 bilhão.
Sua carteira está pronta para a Próxima Crise?
Você tem uma estratégia pensada para atravessar períodos de alta volatilidade?
Sua carteira está preparada para cenários de inflação alta, juros elevados e mudanças bruscas no mercado?
Você sabe diferenciar ruído de curto prazo do que realmente importa para investir bem no longo prazo?
Se a sua resposta for sim (ou se você quer se preparar melhor), clique no link abaixo e confira:
Durante mais de 10 anos, eu, Tiago, fui assessor de investimentos.
Eu era sócio de um escritório que contava com mais de 500 assessores e diversas filiais espalhadas pelo Brasil.
Minha carreira como assessor foi bastante exitosa em termos financeiros. Inclusive, por quatro anos seguidos, fomos considerados a maior empresa de assessoria do país.
Ou seja, o que não me falta é conhecimento sobre o funcionamento do mercado financeiro.
E O QUE ME FEZ VIR TRABALHAR NO MERCADO?
Além de estar perto da Bolsa, o que eu sempre gostei foi de conversar com os investidores, meus clientes.
E, durante muito tempo, foi isso que fiz: reuniões, ligações, contato diário com dezenas de investidores — além de treinar os assessores para atenderem cada vez melhor os nossos clientes, estabelecendo relacionamentos de longo prazo.
Mas, se tudo era tão bom, por que vendi a minha participação e fundei a Capitalizo?
A resposta é simples: quando percebi que o assessor de investimentos deixaria de ser um profissional de “relacionamento” para se tornar um mero “vendedor” de produtos, eu não tive escolha. Tive que mudar de profissão.
Com meu conhecimento de mercado, sabia que essa mudança de perfil do assessor geraria um tremendo conflito de interesses ao longo dos anos.
Eu sabia que, se as coisas continuassem por esse caminho, no futuro o investidor poderia ser prejudicado em função da indicação de produtos que não condiziam com seu perfil, mas que geravam taxas generosas para quem os vendia.
E foi, infelizmente, isso que aconteceu.
Minha intenção não é falar mal de ninguém, pois profissionais bons e ruins existem em qualquer profissão.
Porém, é importante que os investidores entendam como o mercado funciona e saibam que a maioria dos assessores está alinhada com metas de venda — e não com seus clientes.
Essa é uma triste realidade.
Todos os dias falamos com dezenas de novos clientes da Capitalizo e o “filme” se repete: COEs, fundos de investimentos mal geridos, títulos de renda fixa de emissores ruins ou sem liquidez.
Exemplos não faltam. E essa situação, infelizmente, ainda vai piorar muito antes de melhorar.
Inclusive, para ajudar você a entender melhor como funciona o mercado financeiro, os conflitos de interesse que ainda existem e como a atuação independente pode fazer a diferença nos seus resultados, gravei um vídeo explicando esses pontos de forma mais detalhada.
No vídeo, também comento sobre as diferenças entre consultores, casas de análise, corretoras e gestoras, além de mostrar como o relacionamento próximo e o alinhamento de interesses são fundamentais para investir melhor.
Depois de assistir, continue a leitura para entender como funciona, na prática, o nosso serviço de Consultoria e de que forma ele pode ajudar você a alcançar resultados mais consistentes.
O QUE FAZEMOS NO NOSSO SERVIÇO DE CONSULTORIA
Com essa experiência que tive, criei a Capitalizo Consultoria para proporcionar uma realidade totalmente oposta.
Aqui, o nosso alinhamento é 100% com o cliente e seu perfil.
Nosso foco é um só: fazer com que os investidores ganhem dinheiro com as nossas indicações. Não importa se você investe na Corretora A ou no Banco B. O importante é que você tenha em quem confiar e invista melhor.
Como fazemos o acompanhamento da carteira de todos os clientes e entendemos seus perfis e objetivos, todos acabam tendo mais confiança no que estão fazendo.
A consequência é menos dores de cabeça, menos tempo perdido com investimentos e mais foco no trabalho e no que realmente importa na sua vida.
Abaixo, mostro alguns exemplos de clientes muito satisfeitos com a nossa forma de trabalho e que, finalmente, estão no caminho certo:
Esse cliente gostaria de saber onde alocar R$ 50 mil
Já esse estava com R$ 13 mil e queria saber o que fazer:
Esse cliente queria aportar R$ 5 mil e recebeu uma recomendação de acordo com seu perfil em pouco tempo:
Esse estava em dúvida entre investir no Tesouro SELIC ou em Fundos, e eu ajudei ele pessoalmente:
E esse recebeu uma boa quantia pela venda de um imóvel, e eu prontamente ajudei ele a alocar tanto o que já tinha recebido, quanto preparar a carteira para o que ainda viria:
Além disso, o reconhecimento que recebemos dos nossos clientes é constante, e sempre reforça que estamos no caminho certo.
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Por isso, quero lhe fazer um convite:
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