Renda Passiva Mensal: Conte com a Carteira Dividendos+

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Ter a oportunidade de receber dividendos todos os meses e contar com uma fonte de Renda Passiva é o grande sonho de muitos investidores.

Fazer o seu dinheiro finalmente trabalhar por você e atingir sua liberdade financeira é um sonho muito possível de se realizar. Para que isso se torne realidade, você precisa ter uma boa Estratégia de investimentos, disciplina e uma “pitada” de paciência.

E o melhor: para que você possa seguir essa Carteira e invista tranquilamente, de forma profissional, é preciso disponibilizar apenas 10 minutos a cada mês.

Ficou interessado?

Conheça a Carteira Dividendos+ da Capitalizo e saiba como podemos te ajudar a atingir os seus objetivos financeiros, através de uma Estratégia de investimentos que vem entregando a combinação perfeita de valorização das ações e gordos pagamentos de dividendos.

Conheça a melhor Carteira de Dividendos do Brasil 

Como receber dividendos todos os meses?

Viver de Renda Passiva, recebendo dividendos todos os meses, é o grande sonho de milhões de investidores. Para que esse sonho se torne realidade, é necessário que o investidor tenha uma Estratégia Profissional de Investimentos, que lhe permita investir de forma assertiva e sem correr riscos desnecessários.

Além disso, é importante que essa Carteira seja, majoritariamente, composta por ações de empresas que gerem muito caixa e com tendência de crescimento dos seus lucros da forma mais estável e constante o possível.

Não olhe no retrovisor

Infelizmente, a maioria dos investidores não olha “para frente” ao montar sua Carteira Geradora de Renda e acaba ficando “preso ao passado” avaliando apenas o que as ações geraram de dividendos, sem entender sequer como aqueles resultados foram gerados ou se eles são potencialmente sustentáveis.

O resultado disso é que esses investidores acabam amargando prejuízos ou deixando de ganhar muito dinheiro, ao longo dos anos.

Como costumamos falar, “investimento é solução e não problema”. Por isso, é de fundamental importância que o investidor “olhe” para o futuro e entenda quais serão as empresas que trarão os maiores pagamentos de dividendos para a Carteira.

Isso é o que mais importa.

Não cometa esse erro

Além disso, muito investidores costumam escolher suas ações Geradoras de Renda Passiva em função da periodicidade de pagamento. Ou seja, estão mais preocupados em ter ações que pagam mais vezes dividendos do que ter ativos que irão pagar os maiores dividendos.

O fato de uma empresa pagar dividendos duas vezes por ano não a deixa menos atrativa do que uma que paga todos os meses. Por isso, quem cai nessa cilada, deixa “muito dinheiro na mesa”.

É importante que o investidor entenda que receber “gordos” dividendos é consequência de boas escolhas. Quando escolhemos boas empresas e diversificamos a Carteira, a consequência é ter um portfólio que possa gerar Renda em forma de Dividendos todos os meses. Exatamente como faz a nossa Carteira Dividendos+.

Carteira Dividendos+

Desde 2017, a Capitalizo tem a sua Estratégia de Geração de Renda Passiva em Ações, a Carteira Dividendos+.

De lá para cá a Estratégia tem funcionado tão bem que, eu arrisco em dizer que, atualmente essa é a Carteira mais rentável do Brasil na sua categoria – entregando rentabilidade acima da média, a menor volatilidade possível e, claro, dividendos constantes.

Recentemente, o nosso time de analistas atualizou a projeção dos pagamentos de proventos (dividendos + juros sobre o capital próprio) e a ótima notícia é que, para os próximos anos, deverá “pingar” dinheiro na conta dos nossos clientes todos os meses.

Só para você ter uma ideia da qualidade da nossa Carteira Dividendos+, te convido a conferir os seus resultados históricos, tanto em termos de rentabilidade das ações, quanto da forte Geração de Renda (Dividend Yield):

Conheça as 10 maiores pagadoras de dividendos dos últimos 10 anos!

Para quem é buy and holder, o ato de ficar de olho no recebimento de proventos é quase natural. Inclusive, você sabe quais são as maiores pagadoras de dividendos da década?

Nunca é demais lembrar que os dividendos são uma parte do lucro líquido das empresas, sendo distribuídos aos seus acionistas de forma trimestral, semestral ou anual.

Neste artigo, você verá a importância de focar em dividendos e descobrirá quem detém as melhores médias de Dividend Yield nos últimos 10 anos. Confira!

Vale a pena focar uma Estratégia de Dividendos?

Pensar no longo prazo e viver de dividendos é uma das melhores táticas dentro da renda variável a fim de aumentar o patrimônio cada vez mais.

É possível, por exemplo, utilizar os proventos pagos pelas empresas para realizar novos aportes e, com isso, ter valores maiores de dividendos gradualmente.

O recebimento dessa parte dos lucros das empresas é isento de imposto de renda, mas é importante lembrarmos que os juros sobre capital próprio são tributados em 15%.

Além disso, mesmo quando o mercado financeiro não está tão favorável assim, quem tem ações das maiores pagadoras de dividendos ainda pode sorrir com o que recebe.

Quais as ações mais pagaram dividendos em 10 anos?

Para que você possa montar uma carteira de dividendos com grande potencial, é necessário acompanhar indicadores como o Dividend Yield (DY) e o preço da ação.

Sendo assim, no intuito de facilitar o seu trabalho e proporcionar boas indicações, trouxemos um ranking com as melhores pagadoras de dividendos da década.

10º – Santander (SANB11)

O caminho de sucesso do Santander Brasil se iniciou lá em 1982, quando o grupo espanhol Santander abriu um escritório que o representasse em São Paulo.

Essa instituição financeira privada se destaca bastante, tendo um foco amplo no mercado de varejo bancário, mas um flerte intenso com o atacado.

Nos últimos 10 anos, a média alcançada pelo Santander Brasil é um pouquinho maior do que a do Banrisul, alcançando, então, o patamar de 5,93%.

9º – Banco do Brasil (BBAS3)

Sua criação foi em 1808 por Dom João VI, só que, devido a furtos da família real em 1821, somente em 1851 é que as atividades foram colocadas em prática realmente.

Hoje, o banco é controlado pela União Federal e tem um valor de mercado de 93 bilhões de reais, cuja carteira de crédito é avaliada em 880 bilhões de reais.

Contando com diversos serviços e subsidiárias como a BB Seguridade, o Banco do Brasil reportou um índice médio de 6,29% nos últimos 10 anos.

8º – Engie Brasil (EGIE3)

A trajetória da Engie Brasil se iniciou lá em 1994, quando o Banco Central teve a iniciativa de criar uma instituição financeira privada: a Nacional Energética.

É uma das maiores em geração de energia elétrica no Brasil, com uma capacidade instalada de 10.211 MW em 69 usinas e mais de 97% de fontes renováveis.

Nos últimos 10 anos, a sua ação ordinária reportou um índice médio de 6,3%, cujos picos ocorreram em dezembro de 2017 e 2018, com 7,65% e 12,77%, respectivamente.

7º – ABC Brasil (ABCB4)

A joint-venture entre Arab Banking Corporation e o Grupo Roberto Marinho ocorreu em 1989, mas o Banco ABC Brasil deu os seus primeiros passos, de fato, em 1997.

É um banco múltiplo que se especializou na concessão de crédito, bem como os serviços destinados às empresas de médio e grande porte.

Geralmente, os índices de Dividend Yield da ação PN costumam ficar acima de 5%, proporcionando uma média de 6,45% no ranking dos últimos 10 anos.

6º – Banrisul (BRSR6)

O Banco do Estado do Rio Grande do Sul teve sua fundação em 1928, sendo que apenas em 1990 é que conquistou o status de banco múltiplo.

De maneira geral, esse banco gaúcho oferece empréstimos, consórcios, crédito para o agronegócio, investimentos, entre outros serviços especializados.

Considerado uma das small caps baratas da bolsa, o Banrisul conta com uma média de Dividend Yield de 6,98% no comparativo dos últimos 10 anos.

5º – Auren Energia (AURE3)

A Auren Energia surgiu em 1966 ainda com o nome de Companhia Energética de São Paulo (CESP). Foi somente agora, em 2022, que a empresa adotou a atual nomenclatura, tendo também alterado seu ticker na bolsa para “AURE3”. Assim como a Engie, a companhia conta com a responsabilidade de gerar energia elétrica para as pessoas.

Além de ter uma capacidade instalada de 2,5 GW para geração e comercialização de energia, a empresa protege os ambientes modificados por meio de reflorestamento.

A média de 8,33% nos últimos 10 anos é fruto de uma distribuição cercada de oscilações, sendo que o pico de DY ocorreu em dezembro de 2015 com 36,23%.

4º – Copasa (CSMG3)

Criada em 1963, a atual Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) só assumiu essa razão social em 1974, a partir de um crescimento vertiginoso.

A empresa atua com o abastecimento de água potável, o esgotamento sanitário, a limpeza urbana e o manejo de resíduos, atendendo mais de 11 milhões de pessoas.

Dado bom histórico de rendimentos, inclusive com um DY de 7,4% em 2021, a média dos últimos 10 anos da empresa é de 8,8%.

3º – Cemig (CMIG4)

A medalha de bronze fica com outra empresa do setor elétrico, a mineira Cemig, fundada em 1952 e que conta com centenas de representantes em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal.

A companhia é uma holding que transita por serviços de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, bem como gás natural.

Com picos de 14,15% e 25,14% em dezembro de 2013 e 2014 respectivamente, a Cemig chegou ao nível médio de Dividend Yield de 9,67% na última década.

2º – Taesa (TAEE11)

A medalha de prata do ranking pertence à Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica SA), cujo nome passou a vigorar em 2009, mas a origem é de 2003.

Com 39 concessões de transmissão de energia e 97 subestações em operação, a Taesa é vista como um dos maiores grupos privados atuando no Brasil.

Por conta de índices como 13,04% (DEZ/16) e 15,57% (DEZ/14), a companhia conta com uma média de 10,98% nos últimos 10 anos e 9,6% nos últimos 5 anos.

1º – Comgás (CGAS5)

Por fim, a mais aguardada medalha de ouro fica com a Comgás, que tem sua história começando em 1872, quando a empresa inglesa San Paulo Gás Company teve autorização do império para explorar a concessão de serviços públicos.

A atual companhia é a maior distribuidora de gás natural e canalizado do Brasil, sendo que sua rede de abrangência corresponde a 26% do PIB (Produto Interno Bruto).

Nos últimos 10 anos, a média de DY está em 11,07%, tendo atingido seu pico em 2016 com um Yield de 25,75%.

Conclusão

Tão relevante quanto observar os indicadores fundamentalistas, é direcionar sua estratégia a partir do ticker, ou seja, vendo qual classe de ação performa melhor.

Historicamente, as Units acabam levando certa vantagem quando tratamos de Dividend Yield, sendo seguida pelas preferências (PN) e depois pelas ordinárias (ON). Isto, claro, não é regra e deve ser observado caso a caso, como citamos.

Além disso, e como resumo, perceba que as maiores pagadoras de dividendos nos últimos 10 anos costumam ser as empresas que fornecem serviços essenciais, seja de forma estatal, seja de maneira privada.

Como montar uma boa carteira focada em dividendos?

No nosso entendimento, uma boa Carteira de Dividendos deve ser composta tanto por ativos que já possuem Yields elevados, quanto de empresas que têm potencial de aumentar o pagamento de dividendos ao longo do tempo. Inclusive, temos uma carteira focada nesses dois tipos de estratégia, a Carteira Dividendos +. Além disso, é essencial  que busquemos nos posicionar em empresas que tenham lucros crescentes, para que também possamos nos beneficiar com uma possível valorização das ações.

Resultados da Carteira Dividendos+ 

 

Como analisar os dividendos das ações? Descubra!

Quem já tem algum conhecimento sobre o mercado financeiro e investimento em ações provavelmente conhece o conceito de dividendos. Ele se refere à distribuição de lucros das empresas listadas em bolsa.

Assim, elas separam uma parcela de seu lucro líquido e compartilham com as acionistas, de acordo com a proporção de ações que cada um possui. Focar nos proventos, inclusive, costuma ser uma estratégia valorizada por quem deseja ter uma renda passiva.

Mas como analisar os dividendos das ações? Você sabe o que considerar para escolher as empresas que pagam bons proventos? Continue a leitura e descubra a resposta!

Como funciona o pagamento de dividendos?

Depois de conhecer o conceito de dividendos, é importante entender como funciona o pagamento deles. Compreendendo o processo de distribuição do lucro, o investidor tem mais informações para analisar empresas e tomar decisões na bolsa.

Saiba mais a seguir:

Percentual distribuído 

Como você sabe, o lucro das empresas é o dinheiro gerado em suas operações — depois de pagar os custos do negócio. As informações sobre o percentual distribuído com os acionistas devem constar no estatuto da companhia.

De modo geral, as empresas optam por distribuir apenas uma parte do lucro com os investidores. Isso porque o montante total também serve para distribuição entre os sócios nominais do negócio e para reinvestir no próprio crescimento da empresa. 

Lucro apurado

Conferir as regras no estatuto é um cuidado relevante para o investidor. Mas não é suficiente saber o percentual que a empresa pretende distribuir. Também é importante identificar o lucro que está sendo conquistado. Afinal, os dividendos dependem diretamente dele.

Se não houver lucro, não há distribuição de dividendos. A não ser no caso de empresas que mantêm uma reserva financeira de lucro para distribuir aos acionistas mesmo em períodos de menor ganho. De qualquer forma, você pode ter informações sobre o lucro nos relatórios da companhia.

Recebimento de dividendos das ações

O lucro pode ser distribuído em dinheiro ou na forma de novas ações. O período de distribuição fica a cargo de cada empresa e também deve constar no estatuto. Existem algumas possibilidades, como distribuição mensal, trimestral, semestral ou anual.

Ainda sobre o recebimento dos dividendos em ações, é importante ter atenção com quatro conceitos relacionados às datas:

  • Data de declaração: diz respeito ao dia em que a empresa anuncia a distribuição de dividendos, informando o valor e as demais datas;
  • Data de registro: nesse dia, a companhia registra os acionistas elegíveis a receber o lucro;
  • Data ex-dividendos: refere-se ao período a partir do qual novos investidores que adquirirem as ações não entram na distribuição atual de dividendos.
  • Data de pagamento: ela se refere ao dia em que ocorre a distribuição dos lucros.

Como analisar os dividendos das ações?

Até aqui você viu alguns conceitos e situações importantes para observar em relação aos dividendos distribuídos pelas empresas. Estes dados podem ser muito úteis na hora de decidir sobre quais ações comprar na bolsa. 

Mas, além disso, também existem dicas que ajudam os investidores a analisar as companhias de modo mais profundo quando o assunto é recebimento e distribuição de proventos

Veja quais são!

Conferir o dividend yield (DY)

Um dos indicadores mais utilizados para avaliar os benefícios de uma empresa em relação aos dividendos é o DY. Ele é um indicador múltiplo que relaciona o preço pago pela ação com os dividendos ligados a ela.

Seu cálculo parte da quantidade de dividendos por ação — que é dividida pelo preço da ação na bolsa. Logo, ele proporciona uma análise dos lucros projetados para o papel considerando os valores de negociação que ele tem no mercado no momento.

Isso significa que o DY pode mudar constantemente, a partir tanto das oscilações de preço na bolsa quanto dos dados sobre dividendos distribuídos recentemente pela companhia. 

Assim, ao comparar o dividend yield de várias ações, você consegue avaliar quais empresas são as maiores pagadoras no quesito.

Identificar o dividend payout

Apesar de importante, não é indicado que o DY seja visto como um indicador isolado. Na análise de ações, é sempre melhor avaliar diversos aspectos juntos, para ter maior embasamento nas suas escolhas.

Outro indicador relevante que se relacionada aos dividendos é o dividend payout. Ele apresenta um cálculo um pouco diferente. No caso, refere-se a divisão entre os dividendos pagos nos últimos 12 meses pelo lucro que cada ação teve no mesmo período.

Enquanto o DY faz uma relação entre o dividendo e o preço do papel, o payout complementa a análise ao mostrar a ligação entre o lucro e a distribuição de dividendos. Desse modo, você consegue ver se a divisão de lucros está sendo sustentável e se é interessante para o acionista.

Analisar os fundamentos das empresas

Ainda que o seu objetivo principal na bolsa seja receber dividendos no longo prazo, não se limite aos indicadores diretamente relacionados a eles para tomar suas decisões de investimentos. É importante, ainda, analisar a empresa como um todo.

Por quê? O motivo é que vale a pena se certificar de estar investindo em negócios sólidos e com boas perspectivas para o futuro. Afinal, mesmo que possa ter distribuído bons proventos agora ou no passado, não há garantias de que os lucros continuem em alta.

Então, além de pagar dividendos interessantes, a companhia também precisa ser bem gerida e apresentar resultados consistentes. Vale a pena analisar seus fundamentos e, inclusive, a resiliência que ela tem para passar por momentos econômicos difíceis.

Contar com serviço de análise

Como você viu, guiar-se apenas por um DY ou um payout alto não é o melhor caminho, pois há o risco de fazer uma análise superficial. Outro fator que também influencia na distribuição de dividendos é o setor da empresa.

Negócios em setores perenes não costumam demandar altos investimentos constantes. Então, eles apresentam lucro mais líquido e podem ter distribuição consistente. De outro lado, empresas novas ou em setores dinâmicos podem ter maiores demandas de reinvestimento.

Você quer saber como identificar as boas pagadoras de dividendos e saber avaliar as empresas para fazer boas escolhas na hora de investir? Nossa dica é contar com o serviço de análise especializado. Assim, é possível utilizar os conhecimentos de especialistas experientes no mercado para orientar seus investimentos. 

Para saber mais sobre esta alternativa, basta clicar aqui.

Seguindo as dicas deste post, ficará bem mais fácil encontrar as oportunidades na bolsa de valores para ter uma carteira sólida focada em dividendos. E, assim, você poderá aproveitar o melhor da renda passiva e conquistar sua independência financeira!

E você, quer começar a investir em ações para ganhar proventos e viver de renda? Então não deixe de conhecer o Invista em Ações, produto da Capitalizo que ajuda você, investidor, a ter uma carteira sólida focada em dividendos e no longo prazo. 

Com o Invista em Ações, você impulsiona seus investimentos com as mais completas análises e recomendações de papéis do mercado. Receba semanalmente notificações das ações recomendadas, como avisos de pagamentos de dividendos, fatos relevantes, análises setoriais e análises de relatórios trimestrais e anuais.

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Desde outubro de 2017, a Carteira Dividendos do produto Invista em Ações já valorizou, só em rentabilidade das ações que a compõem, mais de 110%. Ou seja, essa carteira já foi capaz de DOBRAR o capital investido, isso sem contar os dividendos recebidos no período que você poderia ter reinvestido nas próprias ações da carteira.

No gráfico abaixo, comparamos a valorização da Carteira de Dividendos da Capitalizo com o Ibovespa. Perceba que mesmo com o foco no recebimento de proventos, a carteira ainda assim performou melhor que o índice.

Rentabilidade Carteira de Dividendos

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Analistas Responsáveis

Danillo Sinigaglia Xavier Fratta, CNPI-T EM-1795

Daniel Karpouzas Barcellos, CNPI EM-1855

Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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