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Tiago Prux

Você sabe quando VENDER ou MANTER suas ações?

22/09/2025 Por Tiago Prux
vender ou manter

No mercado financeiro existe uma máxima que diz que “comprar uma ação é fácil; difícil é saber quando vender”.

Eu concordo em partes com essa afirmação, pois sempre temos que saber o que fazer.

Porém, depois de mais de duas décadas no mercado, reconheço que a maior parte dos investidores até “leva algum jeito” para comprar uma ação, mas tem sérias dificuldades para tomar a decisão de vender ou manter um papel na carteira.

Muitos, infelizmente, se “casam” com ações de empresas ruins. Já outros vendem cedo demais, deixando de ganhar (muito) dinheiro.

Nesse sentido, saber quando comprar, quando vender e quando manter é fundamental para quem busca ganhos consistentes na Bolsa de Valores.

Quando VENDER é importante?

Como costumo dizer, qualquer ação — de qualquer empresa — pode cair ou ficar “de lado” por um tempo. Isso faz parte.

Porém, manter uma ação de uma empresa que perdeu seus fundamentos de longo prazo e, ainda por cima, não para de cair, pode ser fatal para a sua carteira.

Entendo que, muitas vezes, o investidor não consegue se desfazer desses papéis porque “já caíram demais” ou porque são de “boas empresas”.

Mas é fundamental saber que as coisas mudam — e, quando isso acontece, o investidor também precisa mudar.

Além disso, muitos se deixam levar pelo fator emocional, esquecendo que, para ganhar dinheiro, é preciso ser profissional e racional.

Abaixo, seguem algumas recomendações de venda que demos nos últimos anos:

 

Como você pode perceber, a grande maioria delas gerou muitos ganhos para os nossos clientes.

Mais importante que isso: muitas ações despencaram após nossas recomendações de venda — justamente porque seus fundamentos pioraram.

Entre os casos mais emblemáticos da lista acima, temos Magalu (MGLU3), cuja recomendação de venda foi dada em julho de 2019, com ganho total de 346%.

Passados mais de seis anos da recomendação, as ações MGLU3 “derreteram” mais de 80%, sem perspectivas de recuperação.

Mesmo ações de boas empresas também caem. O problema é ficar casado com ações de empresas ruins ou que mudaram seus fundamentos de longo prazo, como foi o caso de Magalu.

Quando MANTER é importante?

Além de saber quando vender, é fundamental saber quando manter uma ação em carteira.

Infelizmente, muitos investidores vendem uma boa ação só porque “subiu 30%” ou porque leram nas redes sociais que “agora está cara”.

Quando as perspectivas são boas, o melhor é não fazer nada. Saber ganhar é tão importante quanto saber perder.

Abaixo, algumas recomendações nossas que, mesmo após fortes altas, seguem em carteira — algumas ainda com recomendação de COMPRA:

 

“Ah, Tiago, mas essas recomendações são antigas.”

Algumas sim, outras não. E isso importa pouco.

O fato de uma compra ter sido dada em 2017 ou em 2025 não diz nada por si só.

O fato de uma ação ter subido +100% ou caído –50% após a recomendação também não diz nada, isoladamente.

O que importa é uma única coisa — a mais importante: as perspectivas futuras. Nesse sentido, quando a recomendação foi dada ou quanto a ação já subiu/caiu tem pouca relevância.

Entre as recomendações acima, temos o caso de Aura (AURA33), que sube 282% desde 2021.

É natural ter a falsa percepção de que a ação “já subiu muito”, mas, se as perspectivas seguem boas, ela pode (e deve) subir ainda mais. Tanto é verdade que, desde o início de 2024 até agora, AURA33 já subiu mais de 500%.

Somente em 2025, as mesmas ações avançam incríveis 128%.

Investidor que quer ganhar dinheiro na Bolsa precisa olhar para frente.

Saiba SEMPRE o que fazer

E você, quer ter acesso às melhores recomendações do mercado e saber exatamente quando comprar, vender ou manter suas ações?

E para que isso não fique apenas na teoria, veja abaixo o desempenho das nossas três Carteiras de Longo Prazo, que já entregaram resultados muito acima do Ibovespa:

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Categorias Economia & Investimentos Deixe um comentário

Duas ações baratas e três para evitar agora

20/09/2025 Por Tiago Prux
CAPA (2)

O mercado de ações sempre desperta dúvidas sobre quais empresas podem trazer bons retornos e quais devem ser evitadas.

Recentemente, analisamos cinco companhias bastante comentadas: duas que consideramos ações baratas e atrativas, e três que, na nossa visão, não merecem compra neste momento.

USIMINAS (USIM5)

A Usiminas viveu um período excepcional durante a pandemia, quando o preço do aço disparou, chegando a subir mais de 120% entre 2020 e 2022.

Esse movimento gerou a percepção de que a empresa poderia reviver seus tempos áureos pré-crise de 2008.

Mas, em nossa avaliação, foi apenas uma fase atípica.

A Usiminas é altamente dependente da economia local e sofre com a concorrência do aço chinês. Apesar de ter reduzido o endividamento, não vemos atratividade no ativo hoje. Por isso, recomendamos venda.

NATURA (NATU3)

A Natura tem passado por uma reestruturação importante após a compra da Avon. A pandemia agravou a situação, elevando o endividamento e pressionando os resultados.

Recentemente, a companhia anunciou a venda das operações da Avon na América Central e de todo o negócio internacional, focando novamente nas atividades na América do Sul. Esse movimento ajudou a reduzir a dívida líquida, que hoje já é pequena.

Nossa recomendação atual é manter, mas não descartamos voltar a recomendar compra no futuro, à medida que os resultados se consolidem.

NVIDIA (NVDA / NVDC34)

A Nvidia foi uma das ações mais lucrativas que já recomendamos, entregando mais de 2.000% de valorização entre 2020 e o início de 2024. Porém, no momento, nossa recomendação é de venda.

Apesar do forte crescimento dos lucros, o cenário para projeções futuras é desafiador, com maior concorrência e riscos relacionados à guerra comercial entre Estados Unidos e China.

Além disso, restrições de mercado, como a proibição de grandes empresas chinesas adquirirem seus chips, aumentam a incerteza.

SUZANO (SUZB3)

A Suzano é uma empresa muito barata e estratégica, mesmo em um cenário de preços deprimidos da celulose.

A companhia aumentou significativamente seu faturamento desde 2011, ultrapassando R$ 50 bilhões nos últimos 12 meses, e segue gerando muito caixa.

Graças às vantagens competitivas do setor brasileiro de papel e celulose, a Suzano tem conseguido aumentar preços mesmo em um momento de fraqueza no mercado.

Imaginamos que, em um novo ciclo positivo da celulose, o potencial de valorização será ainda maior.

ALLOS (ALOS3)

Resultado da fusão entre BRMalls e Aliansce Sonae, a Alos se tornou uma das referências no setor de shoppings no Brasil.

A companhia vem entregando forte geração de caixa, pagando dividendos e realizando recompras expressivas de ações, que foram canceladas e reduziram a base acionária, aumentando o valor para os acionistas.

Mesmo com todos esses avanços, a ação segue barata na nossa avaliação, o que torna a Alos outra oportunidade interessante de compra.

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Ibovespa avança; Suzano (SUZB3) anuncia aumento no preço da celulose; Marfrig (MRFG3) despenca -6,74%.

19/09/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em alta de +0,25%, aos 145.865 pontos. No acumulado semanal, o índice avançou +2,51%.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,49%, encerrando aos 6.664 pontos. Na semana, o índice também acumulou alta de +0,92%.

Mercado recua com cautela política; Vale (VALE3) obtém licença para expansão em Carajás 

A sexta-feira foi bem mais calma, sem grandes novidades no campo macroeconômico, tanto aqui no Brasil quanto nos Estados Unidos.

O mercado acabou tendo um dia morno, sem dados relevantes para movimentar os investidores.

No noticiário corporativo, a Vale (VALE3) concluiu a formação de uma joint venture com a Global Infrastructure Partners (GIP) na Aliança Energia. Pela operação, a Vale recebeu US$ 1 bilhão em caixa e ficou com 30% da empresa, enquanto a GIP levou 70%.

Esse negócio reúne ativos importantes: o parque solar Sol do Cerrado, a Usina Hidrelétrica Risoleta Neves, seis hidrelétricas em Minas Gerais e três parques eólicos no RN e no CE. A ideia é garantir energia renovável com custo competitivo.

Já a Suzano (SUZB3) anunciou aumento no preço da celulose a partir de outubro.

O reajuste será de US$ 20 por tonelada para clientes da Ásia e de US$ 50 por tonelada para Europa e Américas, levando o preço europeu para US$ 1.130 por tonelada.

A empresa já começou a comunicar oficialmente os clientes.

E entre as maiores quedas do dia, destaque para Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3), com bastante volatilidade antes da fusão entre as duas, que deve ser concluída agora em 22 de setembro.

Depois da incorporação, os papéis passam a ser negociados sob o código MBRF3.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

Notícia do Dia:

Embraer (EMBR3): metalúrgicos suspenderam greve após assembleia em São José dos Campos. Nova contraproposta prevê reajuste de 9,5%, vale de R$ 1.000 e manutenção de direitos. Saiba mais.

B3 (B3SA3): firmou contrato para adquirir 60% da CRDC por R$ 15 mi, com opção de compra do restante a partir de 2030. Negócio inclui parceria com a ACSP e depende de aprovação do CADE e CVM. Saiba mais.

B3 (B3SA3): aprovou JCP de R$ 402,5 mi (R$ 0,06/ação; yield 0,48%). Data-base: 23/09; pagamento em 07/10/25. Saiba mais.

Blau Farmacêutica (BLAU3): aprovou JCP de R$ 17 mi (R$ 0,08/ação; yield 0,57%) referente ao 3T25. Data-base: 23/09; ações “ex” em 24/09; pagamento em 03/10/25. Saiba mais.

Rede D’Or (RDOR3): aprovou JCP de R$ 500 mi (R$ 0,19/ação; yield 0,46%). Data-base: 23/09; ações “ex” em 24/09; pagamento em 02/10/25. Saiba mais.

Lojas Renner (LREN3): aprovou JCP de R$ 217,9 mi (R$ 0,18/ação; yield 1,09%) referente ao 3T25. Data-base: 23/09; ações “ex” em 24/09; pagamento a partir de 07/10/25. Saiba mais.

Bradesco (BBDC4): aprovou JCP de R$ 3 bi (R$ 0,25/ação PN; yield 1,45%). Data-base: 29/09; ações “ex” em 30/09; pagamento até 30/04/26. Saiba mais.

ETFs de cripto e commodities: SEC aprovou mudanças que reduzem prazo de listagem de 240 para 75 dias e eliminam processo duplo de registro. Novas regras permitem ETFs ligados a Solana, Dogecoin, XRP e commodities físicas. Saiba mais.

 Vídeo do Dia: CONHEÇA A MAIOR PAGADORA DE DIVIDENDOS DA BOLSA EM 2025, 2026 E 2027

Artigos do Dia:

A Maior Pagadora de Dividendos da Bolsa

8 Carteiras da Capitalizo batem recorde em 2025 

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, BRF (BRFS3), destaques do dia, dividendos, etf, Federal Reserve, fiis, IBOV, ibovespa, ifix, Marfrig (MRFG3), notícias, s&p, s&p500, Suzano (SUZB3), vale (VALE3)

A Maior Pagadora de Dividendos da Bolsa

19/09/2025 Por Tiago Prux
Pagadora de dividendos

O tema dividendos segue no centro das atenções dos investidores. Em um cenário de juros elevados e busca por previsibilidade, identificar empresas sólidas que entregam caixa recorrente ao acionista é fundamental.

Entre as listadas na B3, uma companhia desponta como destaque e deve se consolidar como a maior pagadora de dividendos nos próximos anos: a Telefônica Vivo (VIVT3).

TELEFÔNICA VIVO (VIVT3): DESTAQUE ABSOLUTO

Telefónica Logo.svg

A Telefônica Vivo se consolida como uma das maiores pagadoras de dividendos da bolsa brasileira.

O destaque não está apenas no dividend yield — hoje próximo de 8%, mesmo após a alta de 50% da ação no ano —, mas principalmente no payout, que alcançou 151% em 2025.

A expectativa é que o indicador permaneça acima de 100% até pelo menos 2027.

SOLIDEZ E CRESCIMENTO

A companhia atua em um mercado consolidado, com alta previsibilidade de receitas e potencial de expansão orgânica superior ao de concorrentes como TIM e Claro.

Além disso, há espaço para aquisições pontuais no segmento de fibra, que devem reforçar o crescimento sem comprometer o pagamento de proventos.

PROVENTOS E RECOMPRAS

Só em 2025 já foram sete anúncios de dividendos e juros sobre capital próprio.

A Telefônica também tem batido recordes de recompra de ações, ampliando o valor entregue ao acionista, já que a redução da base acionária eleva o dividendo por ação.

RESULTADOS RECENTES

No 2T25, a receita cresceu 7% e o lucro líquido avançou 10%, para R$ 1,3 bilhão. O ROE atingiu 8%, as margens melhoraram e a dívida permaneceu estável.

O fluxo de caixa livre continua robusto — negativo apenas em 2015 —, o que sustenta a política de dividendos.

Além disso, o fortalecimento do real e a perspectiva de queda dos juros reforçam ainda mais a tendência positiva dos resultados.

A Telefônica Vivo combina solidez operacional, geração consistente de caixa e disciplina financeira com atratividade para o acionista.

A manutenção de payout elevado, somada à queda de alavancagem e ao cenário de juros mais baixos, reforça a expectativa de que a companhia siga entre as maiores pagadoras de dividendos da bolsa em 2025, 2026 e 2027.

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Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, que, assim como VIVT3, priorizam empresas sólidas, diversificadas e com histórico consistente de geração de valor:


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Ibovespa recua -0,06% após decisões de juros; Natura (NATU3) dispara +16,46%.

18/09/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em direções opostas.

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,06%, aos 145.499 pontos.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,48%, fechando aos 6.631 pontos.

Mercado repercute decisão dos bancos centrais, com bolsas globais em alta e B3 próxima de máximas históricas

O dia foi de agenda mais tranquila no campo macroeconômico.

Lá nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de seguro-desemprego caíram para 231 mil na semana encerrada em 12 de setembro, abaixo das expectativas de 240 mil.

Esse dado vem na sequência da chamada “Super Quarta”, que trouxe corte de juros por lá, enquanto aqui a nossa bolsa segue perto das máximas históricas.

No noticiário corporativo, tivemos uma novidade importante: Intel (INTC, ITLC34) e Nvidia (NVDC34, NVDA) anunciaram uma parceria de peso, que envolve um investimento de US$ 5 bilhões.

O acordo prevê codesenvolvimento de produtos para PCs e data centers, além da compra de ações da Intel pela Nvidia.

A ideia é unir forças — de um lado a tecnologia gráfica da Nvidia e do outro os processadores da Intel. A transação ainda precisa de aprovação regulatória, mas já chamou bastante atenção no mercado.

Por aqui, o destaque ficou para a Natura (NATU3), que anunciou a venda da subsidiária responsável pela Avon International para um veículo ligado à Regent.

O valor simbólico do negócio é de apenas 1 libra esterlina, mas pode render até 60 milhões de libras dependendo do desempenho futuro da Avon.

A transação não inclui a América Latina, onde a Natura segue focada, e faz parte da estratégia de se desfazer de ativos não essenciais.

A notícia agradou o mercado e as ações figuraram entre as maiores altas do Ibovespa no dia.

Um abraço e bons investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

Notícia do Dia:

Agro (soja e milho): Conab projetou área de soja em 49,08 mi ha (+3,7%) e produção de 177,67 mi t em 2025/26. Milho deve ter área de 22,63 mi ha (+3,5%), mas produção cairá -1% para 138,28 mi t. Produção total de grãos deve alcançar 353,76 mi t (+1%). Saiba mais.

Microsoft (MSFT34, MSFT): investirá US$ 15 bi no Reino Unido para construir maior supercomputador do país, em parceria com a Nvidia (NVDC34, NVDA). Projeto integra plano de US$ 30 bi até 2028 e terá inauguração em 2026. Saiba mais.

Meta (M1TA34, META): lançou óculos Ray-Ban Display, primeiros da companhia com tela integrada. Dispositivo exibe mensagens, chamadas e IA nas lentes, com controle por pulseira neural. Chegam ao mercado por US$ 799. Saiba mais.

Paranapanema (PMAM3): aprovou aumento de capital de até R$ 1 bi via subscrição privada a R$ 1,37/ação. Credores poderão converter créditos em participação societária. Saiba mais.

Alphabet (GOGL34, GOOG): autoridades chinesas devem encerrar investigação antitruste sobre o Google, segundo o FT. Apuração avaliava impacto do Android em fabricantes locais. Saiba mais.

Azevedo & Travassos Energia (AZTE3): concluiu completação de poço no Campo de Andorinha (RN), confirmando nova zona produtora de óleo com fluxo de 42 barris/dia. Descoberta é inédita no campo. Saiba mais.

BR Partners (BRBI11): passou a negociar ADRs na Nasdaq sob o ticker BRBI, mantendo listagem primária na B3. Objetivo é ampliar participação de estrangeiros no free float para até 40% até 2026. Saiba mais.

Motiva (MOTV3): ARTESP reconheceu desequilíbrio de R$ 531,7 mi no contrato da Linha 4 do Metrô de SP, operada pela ViaQuatro. Reequilíbrio será definido em termo aditivo. Saiba mais.

Totvs (TOTS3): aprovou JCP de R$ 0,12/ação (yield 0,28%). Data-base: 23/09; ações “ex” a partir de 24/09; pagamento em 06/10/25. Saiba mais.

B3 (B3SA3): volume médio diário em ações caiu -14,8% em ago/25 (R$ 24,01 bi), mas subiu +13,3% vs. jul. Futuro recuou -23,9% (R$ 9,29 bi). Investidores somam 5,37 mi (+3,9% em 1 ano). Saiba mais.

Vídeo do Dia: JUROS em baixa, BOLSAS em alta e DÓLAR em queda | SAIBA COMO ISSO AFETA SEUS INVESTIMENTOS

Artigos do Dia:

A Capitalizo é a melhor Casa de Recomendações de Investimentos. Eu posso provar

Carteira Dividendos+: O Recorde de Rentabilidade Que Superou o Ibovespa 

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, eua, fed, fiis, IBOV, ibovespa, ifix, Natura (NATU3), notícias, NVDA), Nvidia (NVDC34), s&p, s&p500

Ibovespa avança +1,06%; Fed corta juros em 0,25 ponto; Copom mantém Selic em 15% ao ano.

17/09/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias do dia:

Principais Bolsas

No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em direções opostas.

No Brasil, o Ibovespa avançou +1,06%, encerrando o dia aos 145.593 pontos.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,10%, fechando aos 6.600 pontos.

Super Quarta: Fed corta juros, Copom mantém Selic e notícias sobre Nvidia (NVDC34, NVDA) e Raia Drogasil (RADL3) movimentam o mercado

Hoje tivemos a tão aguardada “Super Quarta” (17/09), com decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

Lá fora, o Federal Reserve cortou a taxa em 0,25 ponto, levando os juros para o intervalo entre 4,00% e 4,25% ao ano.

E mais: já sinalizou que pode fazer mais dois cortes desse tamanho até o fim de 2025, diante da fraqueza do mercado de trabalho e do risco de desemprego subir.

Aqui no Brasil, nada de novidade: o Copom manteve a Selic em 15% ao ano, como esperado.

E reforçou que deve segurar esse patamar contracionista por bastante tempo, até a inflação convergir de vez pra meta.

No corporativo, tivemos notícia ruim pra Nvidia (NVDC34, NVDA): a China proibiu gigantes como Alibaba e ByteDance de comprarem seus chips de inteligência artificial. O objetivo é fortalecer a indústria local de semicondutores, mas isso gera preocupação com o impacto na receita da companhia.

Já no lado positivo, destaque para a Raia Drogasil (RADL3), que subiu +6% depois que o Senado aprovou um projeto autorizando a instalação de farmácias dentro de supermercados. A novidade deve beneficiar bastante as grandes redes.

Um abraço e bons investimentos

Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

Notícia do Dia:

Vale (VALE3): teve rating elevado pela S&P de “BBB-” para “BBB”, com perspectiva estável. Agência destacou redução de riscos, avanços no descomissionamento de barragens e melhorias operacionais. Saiba mais.

JHSF (JHSF3): firmou acordo para criar veículo de investimento de ~R$ 4,6 bi, focado na compra e venda de estoques e produtos imobiliários em empreendimentos como Cidade Jardim e Boa Vista. Saiba mais.

Allos (ALOS3): aprovou cancelamento de 38,7 mi de ações em tesouraria, equivalentes a ~7,1% do total. Operação não altera o capital social. Saiba mais.

Azevedo & Travassos Energia (AZTE3): registrou produção média de 258 boe/d em agosto (+20,7% vs. julho). Produção atribuída foi de 149 boe/d, com destaque para o Polo Barrinha. Saiba mais.

Romi (ROMI3): aprovou JCP de R$ 16,77 mi (R$ 0,15/ação; yield de 1,87%). Data-base: 22/09; ações “ex” em 23/09; pagamento em 10/04/26. Saiba mais.

Cogna (COGN3): lançou oferta para adquirir totalidade das ações da Vasta que ainda não possui, a US$ 5/ação, em operação de até US$ 79,85 mi. Objetivo é fechar capital na Nasdaq. Saiba mais.

Embraer (EMBR3): Portugal assinou aditivo para adquirir uma 6ª aeronave KC-390 Millennium e incluir 10 opções adicionais. Acordo amplia modernização da Força Aérea Portuguesa e prevê centro de treinamento na Base Aérea N.º 11. Saiba mais.

Vídeos do Dia:

As MELHORES AÇÕES para o CURTO PRAZO em 2025 | PARTE 2: BANCO INTER | INBR32 | INTR

OS INVESTIDORES PERDEM DINHEIRO NO LONGO PRAZO | ENTENDA

Artigo do Dia: CONSULTORIA DE INVESTIMENTOS: Vale a pena? Qual a opinião de quem tem? 

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Ibovespa avança +0,36%; Prio (PRIO3) recebe licença do Ibama, Americanas (AMER3) dispara +8,64%

16/09/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No pregão de hoje, o Ibovespa subiu +0,36%, encerrando o dia aos 144.061 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,13%, fechando aos 6.606 pontos.

Desemprego no Brasil cai a mínima histórica; Prio (PRIO3) recebe licença do Ibama e acordo do TikTok avança nos EUA 

O mercado teve um pregão bem movimentado nesta terça-feira (16/09), puxado por indicadores de emprego no Brasil e dados da indústria nos Estados Unidos.

Por aqui, a taxa de desemprego caiu para 5,6% no trimestre móvel encerrado em julho, abaixo dos 5,8% do período anterior — renovando, pela segunda vez seguida, a mínima histórica da série iniciada em 2012.

Um número importante que mostra a resiliência do mercado de trabalho.

Lá fora, a produção industrial dos EUA surpreendeu positivamente, subindo +0,1% em agosto, quando a expectativa era de queda de -0,1%.

No corporativo, a Prio (PRIO3) recebeu do Ibama a licença de instalação para interligar os poços do campo de Wahoo ao FPSO Frade, na Bacia de Campos.

O projeto prevê até 11 poços conectados e não exige nova unidade de produção.

A companhia estima o início das operações entre março e abril de 2026, com potencial de 40 mil barris por dia, o que significaria um aumento de 44% sobre os níveis atuais e ajudaria a alcançar a meta de mais de 200 mil barris/dia em 2026, considerando também Peregrino.

Nos Estados Unidos, Donald Trump afirmou que foi alcançado um acordo preliminar para manter o TikTok operando no país, por meio de uma nova empresa controlada por investidores americanos.

O negócio pode chegar a US$ 50 bilhões, mas ainda depende de aval do Congresso.

E na Bolsa brasileira, destaque para Americanas (AMER3), que subiu mais de 8% no pregão, sem gatilho específico, apenas dentro daquela volatilidade típica dos últimos meses.

Um abraço e ótimos investimentos,
Tiago Prux

Conteúdos Exclusivos do dia

 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

Notícia do Dia:

Marcopolo (POMO4): anunciou retorno ao mercado europeu, com venda de carrocerias de ônibus rodoviários em países como Itália, Portugal e Espanha. Companhia exportará a partir do Brasil e de filiais no exterior. Saiba mais.

Allos (ALOS3): aprovou distribuição de R$ 153 mi, sendo R$ 51 mi em JCP (R$ 0,08/ação; yield 0,34%) e R$ 102 mi em dividendos intercalares (R$ 0,20/ação; yield 0,80%), pagos em 02/10, 04/11 e 02/12, conforme respectivas datas-base. Saiba mais.

GGR Covepi Renda Logística (GGRC11): assinou compromisso para adquirir galpão em Indaiatuba (SP) por R$ 43 mi, com cap rate estimado de 11,35% no 1º ano. Imóvel tem 20,1 mil m² de ABL e está locado à Outdoor desde 2021. Saiba mais.

Raízen (RAIZ4): avalia venda de ativos na Argentina, incluindo refinaria, por ~US$ 1,5 bi. Negociação conduzida pelo BTG; Vitol está entre os interessados. Operação visa reduzir alavancagem do grupo. Saiba mais.

Vídeo do Dia: O ERRO MAIS COMUM que pode ser FATAL para seus INVESTIMENTOS

Artigo do Dia: Saber quando comprar e vender ações é simples. Entenda!

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Ibovespa avança +0,90%; Natura (NATU3) vende operações da Avon, Azul (AZUL4) dispara +7%

15/09/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No pregão de hoje, o Ibovespa apresentou alta de +0,90%, aos 143.546 pontos.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,47%, fechando aos 6.615 pontos.

Mercado inicia semana em alta com foco em decisões de juros; Azul (AZUL4) sobe forte e Natura (NATU3) vende operações da Avon na América Central

O Ibovespa começou a semana em alta, renovando máximas históricas nesta segunda-feira (15/09).

O clima foi de expectativa, já que na quarta teremos as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, que devem dar o tom do mercado daqui pra frente.

No campo macro, o Boletim Focus trouxe uma leve redução na projeção do IPCA de 2025 (de 4,85% para 4,83%) e do câmbio (de R$ 5,55 para R$ 5,50), enquanto PIB e Selic seguiram estáveis em 2,16% e 15%.

Já o IBC-Br, prévia do PIB, caiu -0,5% em julho frente a junho, um dado mais fraco que o esperado.

Do lado corporativo, destaque para a Natura (NATU3), que anunciou a venda das operações da Avon na América Central e Caribe ao Grupo PDC por um valor simbólico de R$ 1,00, além de um recebível de US$ 22 milhões.

A operação faz parte do plano de enxugamento da companhia, que vem se desfazendo de negócios fora do seu foco principal.

Entre as maiores movimentações de preço, a Azul (AZUL4) subiu +7,09% em um movimento de forte volatilidade, sem gatilho específico divulgado.

E para quem quiser um panorama mais completo, com os principais destaques dos últimos dias e também o que pode movimentar o mercado nos próximos, fica o convite: assista ao nosso vídeo semanal As Ações Para Ficar de Olho Essa Semana.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

Notícia do Dia:

Pague Menos (PGMN3): avalia oferta pública de ações de R$ 250 mi, com emissão primária e secundária. Itaú BBA, BTG, Bradesco BBI e XP serão assessores da operação. Saiba mais.

Nvidia (NVDC34, NVDA): China concluiu que a companhia violou leis antitruste na aquisição da Mellanox em 2020. Investigação segue em andamento. Saiba mais.

Artigo do Dia: Alguém sabe para onde vai o mercado?

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Bolsa em baixa: Como escolher as BOAS AÇÕES para comprar?

13/09/2025 Por Tiago Prux
eleições

O simples fato de uma ação cair não gera, automaticamente, uma oportunidade de compra.

Porém, para quem investe no longo prazo, uma queda pode significar um bom momento para aumentar a posição em algumas ações.

A forma mais segura de escolher aquelas ações que realmente são boas oportunidades é entender os negócios das empresas e os motivos que podem ter levado suas ações a grandes quedas.

NADA RELEVANTE NO “RADAR”

Em diversos momentos, não existe uma justificativa clara para a queda das ações. Simplesmente há uma pressão vendedora forte, que pode ser causada por algum ruído político ou econômico.

Quem já tem mais experiência no mercado viu ações de empresas que aumentaram seus lucros… caírem.

Atualmente, existem companhias que vão aumentar ainda mais seus ganhos, mas os preços de suas ações já caíram 20%, 30% ou até bem mais.

Como costumamos falar, não é uma questão de “certo ou errado”, mas sim que o mercado funciona dessa forma.

Por isso, quem investe em ações precisa se acostumar com toda essa volatilidade.

MUDANÇAS DE CENÁRIOS

Em alguns casos, as ações de determinadas empresas caem em função de resultados ruins ou, então, como enxergamos no atual mercado, por uma mudança de cenário macro.

A principal causa dessa mudança é a inflação global, que acaba puxando os juros para cima.

Não é possível afirmar por quanto tempo esse “novo” cenário vai permanecer. Porém, não nos parece que mudará em breve.

Dessa forma, empresas muito sensíveis à variação dos juros e da inflação podem continuar piorando nos próximos anos e, como consequência, suas ações caindo.

Quando falamos em juros, percebemos que diversas empresas aumentaram significativamente suas despesas financeiras, já que suas dívidas estavam atreladas ao CDI.

Nos últimos trimestres, boa parte dessas companhias viu seus lucros praticamente “virarem pó”, em função do maior pagamento de juros.

Além dos juros, a inflação tem um efeito devastador nas empresas que sofreram forte aumento nos custos (materiais, energia, combustíveis etc.) e não conseguiram repassá-los nos preços de venda.

COMO SE PROTEGER E APROVEITAR?

Quando os nossos analistas montam uma Carteira de Ações, a principal preocupação é escolher empresas que tenham poder de barganha para aumentar os preços de seus produtos.

Dessa forma, antes mesmo de qualquer crise ou cenário de juros e inflação mais elevados, já pensamos em como essas empresas se sairão.

Analisando as nossas Carteiras Recomendadas de Ações, podemos afirmar que a grande maioria das companhias tem esse importante poder de barganha.

Sendo assim, esses negócios continuarão com bom desempenho, gerando mais lucros, caixa e pagando dividendos robustos.

A consequência é que, mesmo em um cenário conturbado, essas ações poderão subir ou se recuperar mais rápido quando o mercado voltar a avançar.

Para essas ações, o momento atual é, sim, uma grande oportunidade.

E você? Sabe se as empresas da sua carteira conseguirão repassar preços e não piorar seus resultados em uma época de juros e inflação mais elevados?

Um abraço e ótimos investimentos,
Tiago Prux

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A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.

Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova de crises”.

Entenda a Estratégia da Carteira no vídeo abaixo:

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Ibovespa em queda na semana; Vale (VALE3) obtém licença em Carajás; Vamos (VAMO3) recua -4,18%.

12/09/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em queda de -0,61%, aos 142.271 pontos. No acumulado semanal, o índice recuou -0,26%.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,05%, encerrando aos 6.584 pontos. Na semana, o índice acumulou alta de +1,33%.

Mercado recua com cautela política; Vale (VALE3) obtém licença para expansão em Carajás 

Depois de renovar a máxima histórica na véspera, o Ibovespa teve um pregão de baixa nesta sexta-feira (12/09).

Os investidores adotaram uma postura mais cautelosa, de olho no risco de eventuais reações dos Estados Unidos após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo STF.

No campo macroeconômico, o volume de serviços subiu +0,3% em julho frente a junho — foi a sexta alta seguida e veio em linha com as expectativas.

Na comparação anual, o avanço foi de +2,8%, um pouco acima dos +2,6% esperados.

No noticiário corporativo, destaque para a Vale (VALE3), que recebeu licença do Ibama para o projeto Serra Sul +20 Mtpa, em Carajás (PA).

O investimento estimado é de US$ 2,8 bilhões e o início do comissionamento está previsto para o segundo semestre de 2026.

A expansão deve elevar em 20 milhões de toneladas por ano a capacidade da mina S11D.

Entre as maiores movimentações de preço, chamou atenção a Vamos (VAMO3), que caiu mais de 4,18% no pregão.

Foi um movimento atribuído à alta volatilidade do papel, já que não houve fato relevante divulgado.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

Notícia do Dia:

Santos Brasil (STBP3): CMA Terminals concluiu OPA a R$ 14,38/ação, total de R$ 5,23 bi, levando ao fechamento de capital. CMA passa a deter 93,07% da companhia. Liquidação em 16/09. Saiba mais.

Petrobras (PETR4): confirmou participação no leilão de reserva de capacidade de 2026, visando recontratar parte de seus 2,9 GW em térmicas descontratadas. Companhia destacou aumento da demanda por geração térmica no país. Saiba mais.

Telefônica Brasil (VIVT3): aprovou JCP de R$ 400 mi (R$ 0,10/ação; yield de 0,31%). Data-base: 22/09; ações “ex” a partir de 23/09; pagamento até 30/04/26. Saiba mais.

Copasa (CSMG3): aprovou JCP de R$ 169,7 mi (R$ 0,38/ação; yield de 1,19%). Data-base: 22/09; ações “ex” a partir de 23/09; pagamento em 10/11/25. Saiba mais.

Exportações brasileiras: EUA retiraram a tarifa de 10% sobre celulose e ferro-níquel, além da sobretaxa de 40% aplicada no mês passado. Medida beneficia diretamente os embarques desses produtos ao país. Saiba mais.

 Vídeos do Dia:

IBOVESPA NA MÁXIMA HISTÓRICA: A BOLSA BRASILEIRA FICOU CARA?!

COMO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL AFETA SEUS INVESTIMENTOS

Artigo do Dia: Estratégia de Swing Trade da Capitalizo: mais de 700% de retorno 

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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