Seguem as principais notícias dessa terça-feira (03/02):
Ibovespa avança, Ferbasa (FESA4) dispara
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,58%, aos 185.674pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,84%, fechando o dia nos 6.917pontos.
Entre os destaques de alta do dia, as ações da Ferbasa (FESA4) disparam +5% no pregão.
O movimento ocorre em um momento de maior atenção do mercado à companhia.
Na semana passada, a empresa foi tema de análises recentes, nas quais comentamos sobre seus fundamentos, geração de caixa e características que costumam chamar a atenção de investidores de longo prazo.
Além disso, nos últimos dias também circularam notícias discutindo as expectativas para dividendos em 2026, o que pode ter contribuído para recolocar o papel no radar dos investidores, mesmo sem a divulgação de um fato relevante específico.
Oportunidades no setor de energia em 2026
Quer entender por que o setor de energia é um dos mais sólidos da bolsa brasileira?
Quer saber quais empresas do setor oferecem mais previsibilidade, geração de caixa e dividendos?
Quer entender por que transmissoras são consideradas o “filé” do mercado?
Quer saber quais segmentos do setor de energia podem se beneficiar do crescimento econômico nos próximos anos?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:
Um dos maiores erros dos investidores brasileiros, ou talvez o maior deles, é não diversificar seus investimentos.
Infelizmente, boa parte das pessoas ainda possui carteiras bastante concentradas e acaba amargando grandes prejuízos quando as coisas não dão certo.
A Capitalizo é uma das poucas vozes que defende, abertamente, uma diversificação mais “agressiva” em uma carteira de investimentos.
Sei que isso parece um pouco trivial, básico, mas, infelizmente, a maioria dos investidores não diversifica suas aplicações.
Recentemente, fizemos um estudo com os nossos clientes, que enviaram suas carteiras para análise, e mais de 80% tinham apenas de 4 a 6 ativos.
Ou seja, a maior parte dos investidores está tão preocupada em acertar a “bola da vez” que esquece que o primeiro passo é montar uma boa “defesa”, evitando que grandes perdas aconteçam.
E o que leva grande parte dos investidores a cometer esse tipo de erro?
GANÂNCIA
O primeiro motivo é a ganância.
A triste realidade é que muitos ainda acreditam no milagre da chamada “tacada certeira”, de ganhar muito dinheiro em um prazo muito curto, com apenas uma aplicação.
Sabemos que é possível que isso ocorra, mas não é o que acontece com a maioria das pessoas.
Na prática, a “tacada certeira” se transforma em “prejuízo certeiro”.
Lembre-se: investir não é apostar. Se você acha que comprar uma ação é o mesmo que jogar em um cassino, você está fadado a ter o mesmo resultado que teria em um deles.
FALTA DE ESTRATÉGIA
O segundo motivo é não ter uma estratégia que indique uma forma correta de diversificar seus investimentos.
Em alguns casos, o investidor até tem uma estratégia, mas, por falta de disciplina ou paciência, acaba não levando adiante o próprio planejamento.
Podemos citar como exemplo o caso das ações da Oi (OIBR3, OIBR4), que durante muito tempo foram consideradas ações com fortíssimo potencial de crescimento.
O resultado? Uma perda de quase toda a totalidade do dinheiro investido.
Muito mais importante do que entender se a OIBR4 tinha grande potencial ou não é notar que milhares de investidores “apostaram” todas as suas fichas nessa ação.
Imagine quantas pessoas venderam outras ações de suas carteiras para concentrar tudo em OIBR4, em busca do “ganho da vida”.
Não foram poucas as pessoas que atendemos nessa situação: literalmente, “rasgaram” seus planejamentos ou não entendiam que não deveriam vender outros bons ativos para “apostar” tudo na Oi.
QUEM DIVERSIFICA GANHA MENOS?
Além dos fatores citados acima, podemos mencionar a falta de cultura do investidor brasileiro em diversificar, acreditando em lendas como: “quem diversifica ganha menos”.
A Capitalizo possui diversas carteiras bem diversificadas que rendem muito acima da média. Basta observar nossos resultados e compará-los com os de outras casas de análise ou gestoras.
Inclusive, um dos principais motivos que faz com que todas as nossas estratégias e carteiras apresentem ótimos resultados ao longo dos anos é justamente entender que a diversificação tem um papel fundamental: nos manter vivos no mercado e nos dar a chance de ganhar dinheiro.
Como diria Harry Markowitz, ganhador do Prêmio Nobel em 1990:
“A diversificação é o único almoço grátis do mercado.”
Por isso, aproveite e diversifique, sem moderação.
DETALHES DA CARTEIRA E RESULTADOS
Abaixo, você confere os gráficos de resultados da Carteira Tiago Prux ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como essa carteira funciona na prática.
A CARTEIRA TIAGO PRUX DA CAPITALIZO
A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.
Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova” de crises.
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Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (02/02):
Ibovespa avança; CXSE3 anuncia dividendos
No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,79%, aos 182.793 pontos.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,54% no dia, fechando aos 6.976 pontos.
Entre os destaques de alta do pregão, a Caixa Seguridade (CXSE3) subiu +3%.
A movimentação ocorreu após a companhia aprovar a distribuição de dividendos intermediários no valor total de R$ 990 milhões, o equivalente a R$ 0,33 por ação, com um yield aproximado de 1,90%.
O pagamento será realizado em 15 de maio de 2026, com base na posição acionária de 30 de abril de 2026.
As ações para ficar de olho essa semana: CSMG3, CSNA3, RAIZ4, FESA4, CBAV3, PETR4, PRIO3, CXSE3, META, BMEB4, DESK3, MSFT, AURA33
Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?
Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?
Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa semanal:
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
Ao longo da semana, o mercado financeiro acompanhou de perto decisões importantes de política monetária no Brasil e no exterior, além do avanço da temporada de resultados do quarto trimestre de 2025.
No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 15%, dentro do esperado, e reforçou a sinalização de possíveis cortes a partir de março, dependendo da evolução do cenário inflacionário.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve também optou pela manutenção dos juros, na faixa entre 3,5% e 3,75%, com expectativa de ao menos um corte adicional ao longo de 2026, condicionado ao ambiente econômico e institucional.
Além disso, seguimos acompanhando a divulgação dos balanços das grandes companhias globais e, no mercado local, o início da temporada de resultados dos principais bancos.
DESEMPENHO DOS MERCADOS
O Ibovespa avançou 1,4% na semana e já acumula alta superior a 12% no ano, refletindo um cenário mais construtivo para ativos de risco.
O S&P 500, quando convertido para reais, apresentou leve recuo, pressionado principalmente pela queda do dólar.
O Bitcoin voltou a apresentar forte volatilidade, enquanto o ouro, apesar de uma correção recente, segue com desempenho positivo no acumulado de 2026.
Esses movimentos reforçam a importância de separar oscilações de curto prazo de tendências estruturais.
DESTAQUES NEGATIVOS DA SEMANA
Entre as principais quedas, a Desktop (DESK3) chamou atenção após recuar de forma relevante. O movimento esteve ligado às incertezas regulatórias envolvendo a possível aquisição pela Claro.
Apesar da liderança da empresa no mercado de banda larga em São Paulo, preocupações concorrenciais seguem atrasando a aprovação pela Anatel, o que pressionou as ações no curto prazo.
A Microsoft (MSFT34) também passou por correção, mesmo após divulgar resultados robustos.
A empresa apresentou crescimento consistente de receita e lucro, mas o mercado reagiu de forma mais cautelosa ao elevado volume de investimentos em inteligência artificial. Ainda assim, o posicionamento estratégico da companhia no setor segue se fortalecendo.
No caso da Aura Minerals (AURA33), a queda esteve associada à correção no preço do ouro.
Movimentos como esse são naturais após períodos de forte valorização e, até o momento, não alteram os fundamentos da empresa, que segue avançando em produção, eficiência e geração de caixa.
A CSN (CSNA3) voltou a apresentar pressão negativa, refletindo novamente sua elevada alavancagem financeira.
O segmento de mineração segue sendo o principal gerador de caixa, enquanto siderurgia, cimento e energia apresentam menor rentabilidade.
A venda de ativos continua sendo uma alternativa relevante para redução da dívida, não sendo possível descartar mudanças mais profundas na estrutura do grupo no médio prazo.
DESTAQUES POSITIVOS DA SEMANA
Entre as altas, a Raízen (RAIZ4) apresentou uma recuperação expressiva após um longo período de queda.
O movimento teve caráter mais técnico, sem mudanças estruturais relevantes no negócio.
O setor sucroenergético ainda enfrenta desafios, como preços mais baixos de açúcar e etanol, além da possibilidade de novas vendas de ativos.
A Ferbasa (FESA4) voltou a se destacar, refletindo a natureza cíclica do setor.
A companhia segue apresentando solidez operacional e negocia a múltiplos atrativos, mesmo após anos de desempenho mais fraco das ações.
O movimento recente não altera a visão de longo prazo sobre a qualidade do negócio.
O Banco Mercantil (BMEB4) apresentou recuperação após o encerramento do período de subscrição.
A capitalização resolveu passivos relevantes e fortaleceu o balanço da companhia.
Apesar da volatilidade gerada pelo preço de emissão abaixo do mercado, o movimento foi estruturalmente positivo.
A CBA (CBAV3) confirmou, por meio de fato relevante, a venda do controle e o processo de fechamento de capital ao preço de R$ 10,50 por ação.
Diante desse cenário, mesmo sendo uma empresa de qualidade e negociando a múltiplos baixos, a estratégia passa a ser a venda, evitando a imobilização de capital em um processo que pode se estender por meses.
A Meta Platforms (META34) divulgou resultados expressivos no quarto trimestre de 2025, com crescimento robusto de receita e lucro, impulsionados principalmente pela publicidade e pela maior recorrência das receitas, reforçando a resiliência do modelo de negócios.
PETRÓLEO E ENERGIA
O setor de petróleo foi beneficiado pela alta de quase 7% no preço do barril na semana.
A Petrobras (PETR4) acompanhou o movimento, com valorização próxima de 8%. A Chevron (CVX) também esteve em destaque ao divulgar resultados fortes, com recorde de geração de caixa operacional, mesmo em um ambiente de preços médios do petróleo inferiores aos de 2024.
A PRIO (PRIO3) seguiu no radar após revisões de rating, especialmente após a aquisição do campo de Peregrino.
A companhia apresenta geração de caixa suficiente para financiar seus investimentos, estimados entre US$ 550 milhões e US$ 650 milhões, sem comprometer sua saúde financeira.
No cenário atual, não vemos risco relevante de liquidez.
SANEAMENTO E SEGURIDADE
A Copasa (CSMG3) voltou ao foco após avanços do governo de Minas Gerais na proposta de privatização via oferta secundária de ações.
O tema já parece parcialmente precificado, e não vemos motivos para venda no curto prazo, especialmente considerando o potencial de valorização adicional caso o processo avance.
Por fim, a Caixa Seguridade (CXSE3) anunciou o pagamento de R$ 0,33 por ação em dividendos, com dividend yield próximo de 2%.
O anúncio reforça o perfil da companhia como uma das pagadoras mais consistentes da B3. O pagamento será realizado em maio de 2026, considerando a base acionária do final de abril.
O QUE ESSA SEMANA REFORÇA PARA O INVESTIDOR
A semana evidenciou, mais uma vez, a importância de separar movimentos de curto prazo dos fundamentos de longo prazo.
Volatilidade, correções e repiques fazem parte do mercado, mas empresas bem posicionadas, com geração de caixa consistente e estrutura financeira equilibrada, tendem a entregar resultados superiores ao longo do tempo.
Manter disciplina, foco na qualidade dos ativos e compreensão dos ciclos segue sendo essencial para atravessar períodos de incerteza e capturar valor de forma consistente.
DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS
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A palavra-chave para todo investidor que deseja se beneficiar com os potenciais ganhos de diferentes classes de ativos e também proteger sua carteira contra crises ou riscos concentrados é: diversificação.
Nesse sentido, uma excelente maneira de fazer isso é colocar parte do seu patrimônio no exterior, investindo em empresas internacionais.
Atualmente, o Brasil representa cerca de apenas 1% do mercado financeiro mundial.
Além disso, a nossa bolsa de valores costuma oscilar e ser mais influenciada por instabilidades econômicas e políticas internas.
É importante, portanto, não ficar tão preso a essas incertezas locais e diversificar seus investimentos no exterior.
BENEFÍCIOS DE INVESTIR EM AÇÕES INTERNACIONAIS
Participar de mercados desenvolvidos, como o americano, ou em forte expansão, como o asiático;
Se expor a moedas fortes;
Investir em empresas gigantes e que atuam globalmente;
Possibilidade de receber dividendos em outras moedas.
Em 2020, a pandemia de coronavírus causou uma crise global, e os mercados do mundo todo sofreram duras quedas.
Porém, se olharmos para o que ocorreu entre 2010 e 2016, em que o Ibovespa apresentou um fraco desempenho e caiu 12%, vemos que o Dow Jones subiu 89% no mesmo período. E o S&P 500 alcançou ganhos de 100%.
Nessa época, uma exposição internacional poderia ter salvado a rentabilidade de muitos investidores.
INVESTIR NO EXTERIOR É MAIS SIMPLES DO QUE MUITA GENTE IMAGINA
Atualmente, é muito simples para qualquer investidor pessoa física alocar capital em empresas estrangeiras.
Existem duas principais maneiras de investir em companhias internacionais:
Stocks: Ações negociadas diretamente nos EUA. Para isso, o investidor deve abrir uma conta em uma corretora internacional e enviar o seu dinheiro para lá – processo simples e rápido.
BDRs: Brazilian Depositary Receipts, que replicam ações internacionais na Bolsa brasileira. Basta selecionar o código do BDR no homebroker da sua corretora, como faria com ações nacionais.
Para boa parte das empresas, é possível investir tanto em BDRs como em Stocks.
E você? O que está esperando para diversificar seus investimentos, comprando ações no exterior?
CONHEÇA A NOSSA CARTEIRA DE AÇÕES INTERNACIONAIS
Separamos abaixo uma imagem que mostra a composição da Carteira Internacional, com a divisão por setores das empresas que a compõem:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
A Carteira Internacional segue a filosofia de recomendar as melhores empresas do mundo, onde quer que elas estejam.
Com apenas 10 minutos por mês, você acompanha nossas recomendações e mantém sua carteira 100% atualizada.
Essa carteira faz parte do plano Capitalizo Invest, que reúne nossas melhores estratégias para quem busca diversificação global e resultados consistentes no longo prazo.
Ibovespa recua; Charter Communications (CHCM34)dispara
O Ibovespa fechou o dia aos 181.363 pontos, com queda de -0,97%. Na semana, o índice acumulou valorização de +1,40%.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,43% no dia, mas encerrou a semana em alta de +0,23%, aos 6.939 pontos.
Entre os destaques de alta, a Charter Communications (CHCM34) subiu +11% no pregão.
As ações reagiram positivamente à divulgação dos resultados do 4T25, que refletem um momento de transição no setor de telecomunicações.
A receita total somou US$ 13,6 bilhões, queda de 2,3% na comparação anual, pressionada pela menor receita de vídeo residencial e pela redução das vendas de publicidade política após o ciclo eleitoral.
O lucro líquido atribuído aos acionistas foi de US$ 1,33 bilhão, recuo de 9,1% em relação ao 4T24.
Ainda assim, o lucro por ação (EPS) avançou para US$ 10,47, alta de 1,5%, beneficiado pela redução de 10,5% no número de ações em circulação, em função do programa de recompra da companhia.
É o fim do dólar? O ouro continuará disparando?
O dólar está perdendo espaço no mundo?
O ouro vai continuar subindo mesmo com a queda do dólar?
Existe exagero nesse movimento recente dos metais?
Como se proteger do câmbio sem simplesmente “comprar dólar”?
O que realmente importa para o investidor no curto e no longo prazo?
Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa especial:
A estratégia de Long&Short (que pode ser traduzida como Comprado e Vendido) consiste em uma operação casada (simultânea), na qual um investidor mantém uma posição vendida em um ativo e uma comprada em outro.
Também conhecemos esse tipo de operação pelo nome de arbitragem.
Basicamente, ficamos com uma posição neutra (mesmo valor comprado e vendido) para ganhar com a diferença dos preços dos ativos.
A grande vantagem desse tipo de operação é que ela é alavancada. Dessa forma, é possível utilizar seus investimentos como garantia para a montagem da operação.
Além disso, as operações de Long&Short são o que chamamos de não direcionais. Ou seja, podemos ganhar dinheiro tanto com o mercado subindo quanto caindo.
E o melhor de tudo: com apenas 10 minutos por dia você consegue acompanhar todas as recomendações.
TIPOS DE LONG&SHORT
Intra-setorial – consiste na compra e venda de ações de empresas que pertencem ao mesmo setor. Exemplos: (USIM5 x GGBR4), (TIMS3 x VIVT3), (CCRO3 x ECOR3);
Intersetorial – compra de ações de um setor e venda de ações de outro, preferencialmente dos setores com maior peso no Ibovespa. Exemplos: (PETR4 x VALE3), (BBDC4 x ABEV3), (GGBR4 x CMIG4);
Spread ON/PN ou Controlada/Controladora – compra de ações ordinárias e venda de ações preferenciais, ou vice-versa. Exemplo: (PETR3 x PETR4), (VALE3 x BRAP4), (GGBR4 x GOAU4), (ITUB4 x ITSA4);
Carteira de Ações x Índice – compra de uma carteira de ações e venda de contratos do índice futuro ou BOVA11. Exemplo: uma carteira de ações x BOVA11.
PRINCIPAIS VANTAGENS
Como falamos, a operação Long&Short é chamada de não-direcional, pois não importa se o mercado está subindo ou caindo, e sim a diferença entre os ativos.
Dessa forma, podemos ganhar em todos os cenários do mercado.
Esse tipo de operação permite alavancagem financeira, pois é lastreada com margens de garantia.
Essas garantias podem ser ações, dinheiro ou mesmo títulos de renda fixa. Com isso, você pode ter uma carteira de ações, por exemplo, e usá-la como garantia para suas operações Long&Short.
Na prática, isso significa que você pode montar uma operação sem precisar colocar dinheiro novo.
CUIDADOS
O principal cuidado com esse tipo de operação é não alavancar de maneira exagerada. Comece sempre com valores pequenos e diversifique as operações.
OPERACIONALIZANDO O LONG&SHORT
Como qualquer tipo de arbitragem, é necessário utilizar margens de garantia depositadas na Bolsa para poder realizar tais operações.
Tal garantia é devida à posição vendida que se toma em um dos papéis, pois a venda ocorre a descoberto.
Ou seja, o vendedor não possui tais papéis – ele os aluga no CBLC (Banco de Títulos da Companhia Brasileira de Liquidação).
De maneira simultânea, efetuam-se as operações de compra e venda dos dois ativos, com o “casamento” do financeiro. Sendo assim, quase não há desencaixe em tal operação.
O ENVIO DAS RECOMENDAÇÕES DE LONG&SHORT
Enviamos todas as recomendações pelo nosso aplicativo (no celular), pelo nosso sistema (no computador) ou pelo Telegram (onde você também pode interagir com nossa equipe de atendimento, em caso de dúvidas).
Além disso, você também tem acesso ao nosso atendimento exclusivo via WhatsApp.
De qualquer forma, avisamos sempre quando houver uma recomendação e quando for indicado encerrar a operação.
O acompanhamento pelo nosso sistema é simples e rápido.
QUANTO EU POSSO PERDER?
A taxa de acerto média das recomendações de Long&Short é de 70%. Isso significa que, de cada 10 recomendações, normalmente temos lucro em 7 delas.
Além disso, o prejuízo (stop) médio fica entre -6% a -8%.
QUANTO EU POSSO GANHAR?
Por se tratar de um investimento em Renda Variável, não é possível projetar e nem prometer ganhos.
Porém, considerando os resultados passados, as operações com os melhores ganhos costumam render entre +20% a +30%.
Apenas como exemplo, seguem alguns resultados de recomendações enviadas e já encerradas:
Mais importante do que ganhos isolados, a estratégia vem entregando resultados consistentes desde o seu início — e nunca fechou nenhum ano com prejuízo.
NOSSOS RESULTADOS
Vale ressaltar que utilizamos a mesma estratégia há muitos anos, o que facilita para o cliente na hora de montar a operação, além de trazer muito mais segurança para quem segue nossas recomendações.
Nossa equipe monitora tudo: você só precisa executar a operação na sua corretora de preferência.
Abaixo, você confere os gráficos de resultados da nossa estratégia ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como ela funciona na prática:
COMO TER ACESSO À CARTEIRA
Essa é a Estratégia de Long&Short da Capitalizo, disponível na assinaturaCapitalizo Invest Pro.
Dividendos sempre chamam a atenção do investidor, especialmente quando os números parecem elevados.
No entanto, nem todo dividend yield alto representa uma boa oportunidade no longo prazo.
Em muitos casos, os pagamentos refletem eventos pontuais, antecipações ou movimentos extraordinários que não se repetem.
Por isso, ao avaliar ações pagadoras de dividendos na B3, é fundamental ir além do número recente e entender a sustentabilidade desses pagamentos ao longo do tempo.
VISÃO GERAL SOBRE DIVIDENDOS NA B3
Ao observar os dividendos pagos nos últimos 12 meses, fica claro que boa parte dos yields elevados foi influenciada por antecipações, dividendos extraordinários e eventos não recorrentes, em especial diante de mudanças tributárias recentes.
Dividendos altos em um único ano não garantem bons pagamentos no futuro.
O que realmente importa é a capacidade de geração de caixa, o nível de investimentos exigidos pelo negócio e a previsibilidade dos resultados ao longo dos ciclos econômicos.
TELECOMUNICAÇÕES: PAGAMENTOS CONSISTENTES
O setor de telecomunicações se destaca por ser concentrado, intensivo em capital, mas com receitas previsíveis. Dentro desse cenário, a TIM (TIMS3) apresentou um dividend yield em torno de 7,6% nos últimos 12 meses, mantendo um histórico consistente de distribuição.
Ainda assim, a Telefônica Brasil (VIVT3) segue como o principal destaque estrutural do setor, com maior potencial de crescimento orgânico e histórico recente de payout elevado. A TIM permanece como uma alternativa sólida para quem busca renda, mas a Telefônica oferece maior previsibilidade no longo prazo.
BANCOS E HOLDINGS FINANCEIRAS
O Itaú Unibanco (ITUB3 / ITUB4) segue como referência quando o assunto é dividendos.
Ambas as classes recebem o mesmo valor distribuído, e o banco já vinha, antes da pandemia, com uma estratégia clara de aumento da remuneração aos acionistas.
O dividend yield recente, próximo de 14%, foi impactado por antecipações.
Ainda assim, ao preço atual, o Itaú continua sendo uma das melhores opções para quem busca dividendos recorrentes acima de dois dígitos no médio e longo prazo, sustentados por rentabilidade elevada e gestão consistente.
No caso da Itaúsa (ITSA3 / ITSA4), a holding se beneficia diretamente dos resultados do Itaú.
A reestruturação do endividamento abriu espaço adicional para distribuição, levando o yield recente para perto de 17%, embora parte desse número também reflita efeitos pontuais.
DIVIDENDOS ELEVADOS, MAS NÃO RECORRENTES
A Alpargatas (ALPA4) apresentou dividend yield elevado, em torno de 14,6%, principalmente por conta de redução de capital, e não por geração operacional recorrente.
Esse tipo de pagamento pode fazer sentido em determinados momentos, mas não caracteriza a empresa como uma boa pagadora estrutural de dividendos.
Situação semelhante foi observada em outras companhias que exibiram yields elevados no curto prazo, sem garantia de repetição.
EMPRESAS EM PROCESSO DE RECUPERAÇÃO
A Vivara (VIVA3) passou por eventos não recorrentes, como venda de ativos, mas conseguiu reorganizar o negócio e voltar a gerar lucro de forma consistente.
Apesar do dividend yield recente em torno de 12%, um patamar mais sustentável tende a ficar entre 6% e 8%, considerando o preço atual da ação e a necessidade de reinvestimentos para crescimento.
HOLDINGS LIGADAS A COMMODITIES
A Bradespar (BRAP4), holding com participação relevante na Vale (VALE3), historicamente ofereceu dividendos elevados e desconto em relação à mineradora.
No entanto, houve aumento significativo do risco associado a passivos contingentes, que passaram de perda possível para perda provável. Esse fator elevou o risco do investimento, apesar do bom histórico de pagamentos.
INDÚSTRIA E CICLOS FAVORÁVEIS
A Marcopolo (POMO4) não é tradicionalmente uma empresa de dividendos previsíveis, mas vive um novo momento após ajustes operacionais e melhora do ciclo do setor.
Mesmo após a forte valorização recente, é plausível esperar um dividend yield entre 6% e 8% nos próximos anos, considerando o preço atual da ação e a geração de caixa projetada.
VAREJO COM EVENTOS PONTUAIS
A Guararapes (GUAR3) apresentou dividend yield elevado, próximo de 27%, fortemente impactado pela venda de ativos imobiliários, como shopping centers.
A empresa possui um modelo verticalizado raro no varejo, com produção própria e logística integrada. Ainda assim, esse patamar de dividendos não deve se repetir, por se tratar de eventos pontuais.
ALTO YIELD SEM CRESCIMENTO
A Grendene (GRND3) chamou atenção pelo dividend yield próximo de 30%, mas o principal problema da companhia é a falta de crescimento.
A receita permanece praticamente estável há mais de uma década, e parte relevante dos dividendos veio de caixa financeiro e pagamentos extraordinários, não da evolução do negócio operacional.
Por isso, não se trata de um ativo atrativo para uma carteira de dividendos de longo prazo.
SANEAMENTO E POTENCIAL ESTRUTURAL
A Aegea, empresa ainda fechada e controlada pela Itaúsa, é a maior empresa privada de saneamento do Brasil, com participação de mercado entre 15% e 16%.
A possibilidade de um IPO segue sendo discutida pelo mercado.
Caso se concretize, exigirá análise cuidadosa de preço e estrutura. Estruturalmente, a Aegea apresenta potencial de crescimento e geração de dividendos superior a pares como Sabesp, Sanepar e Copasa.
O QUE REALMENTE DEFINE UMA BOA CARTEIRA DE DIVIDENDOS
Dividendos elevados em um único ano não devem ser analisados isoladamente.
O que define uma boa carteira de dividendos é a capacidade recorrente de geração de caixa, a previsibilidade dos resultados e a qualidade da gestão.
Empresas maduras, setores previsíveis e negócios bem posicionados tendem a oferecer retornos mais consistentes ao longo do tempo, evitando armadilhas criadas por eventos extraordinários ou distorções pontuais nos indicadores.
DESEMPENHO DA NOSSA ESTRATÉGIA DE DIVIDENDOS
Abaixo, você confere o desempenho da nossa Carteira Dividendos+, construída com foco em fundamentos sólidos, diversificação e geração consistente de renda ao longo do tempo.
Esses resultados refletem exatamente essa filosofia: não tentar prever o futuro, mas estar preparado para ele.
COMO TER ACESSO À CARTEIRA DIVIDENDOS+
A Carteira Dividendos+ faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso às nossas carteiras recomendadas de ações, relatórios exclusivos e análises práticas para investir com consistência e segurança.
Clique no botão abaixo e comece agora mesmo a investir com estratégia e foco em renda passiva.
Periodicamente, eu faço um vídeo trazendo um panorama geral da Capitalizo para os nossos clientes.
Apesar de falar um pouco sobre o cenário macroeconômico e a economia brasileira, gosto de comentar também sobre outras duas questões importantes, que normalmente são negligenciadas pelos investidores: psicologia financeira e gerenciamento de risco.
Dos mais de 30 mil clientes, a maioria já entendeu a importância desses temas. Percebeu que nos preocupamos genuinamente com os investidores, para que todos ganhem dinheiro.
Porém, alguns questionam por que não uso esse espaço para falar mais do cenário macro ou sobre algumas ações específicas.
Detalhe: todos os dias divulgamos diversos vídeos, relatórios e artigos sobre esses temas, incluindo análises aprofundadas da economia brasileira, e deixamos as quintas-feiras para falar de certos assuntos que, sinceramente, deveríamos comentar muito mais.
NÃO DEIXE O SISTEMA TE “ENGOLIR”
Quando alguém fala que deseja saber mais sobre “os rumos de curto prazo” na política ou economia, eu não o culpo, pois sei que praticamente todo o mercado é viciado nisso:
“Quem será o ministro? Para onde vai o dólar? Que ação vai subir ou cair?”
Essas são dúvidas que, literalmente, movimentam uma indústria gigantesca: corretoras, jornais, sites, redes de TV, redes sociais, etc.
O intuito é um só: deixar o investidor sempre achando que precisa fazer algo no curto prazo, e que acompanhar todas essas notícias e informações é fundamental para investir bem.
Na verdade, isso não faz o menor sentido!
Pois como seria possível investir bem mudando algo em sua Carteira a cada movimento da economia ou da política?
Esse filme eu já vi milhares de vezes, e o final é sempre um investidor frustrado, reclamando que está há anos no mercado e sem ganhar dinheiro.
Como diria o Capitão Nascimento em Tropa de Elite:
“O sistema é f***, meu irmão.”
Quem não perceber isso será “engolido” pelo sistema e nunca vai saber o que fazer, ou sempre vai achar que está errado.
Por esse motivo, sempre tomo muito cuidado para não perder o foco, que é investir o meu tempo em ganhar mais dinheiro.
É FÁCIL SABER O QUE ESPERAR DA ECONOMIA BRASILEIRA
Uma vez, tive a oportunidade de almoçar com um economista bastante conhecido, que contou algo marcante para a minha vida de investidor:
“Tudo que você precisa saber sobre a economia brasileira é que de tempos em tempos acontece sempre a mesma coisa: gastos sem controle, inflação, crescimento baixo, dívida pública subindo, juros elevados… esse é sempre o nosso fim.
Isso que importa entender.
O resto é pura ‘enrolação’ para vender livros.”
Exageros à parte, é exatamente isso que acontece há 10, 20, 40 ou 50 anos no Brasil.
ESTOU SEMPRE PREPARADO
Desde que incorporei as palavras desse mestre, sempre investi preparado para os cenários acima.
Dessa forma, são raríssimos os casos em que fico surpreso com alguma coisa, ou que precise mudar algo em minha carteira por causa de crise política ou econômica.
Não deixo que essas centenas de notícias de curto prazo atrapalhem o meu sono e meus investimentos.
A receita?
Diversificação, pensamento global, carteiras e estratégias bem estruturadas para diferentes cenários, saber o que fazer, disciplina e uma bela pitada de paciência.
Com isso, a tendência é que as coisas continuem boas para mim.
Sei que faço parte de uma minoria que pensa e investe dessa forma, assim como a Capitalizo, que também incorpora esses conceitos um tanto quanto contra-intuitivos.
Porém, os nossos resultados estão aí para provar que “não seguir a maioria” pode ser uma sábia e lucrativa escolha.
CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX
Estruturamos a Carteira Tiago Prux para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.
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Confira abaixo o desempenho da Carteira Tiago Prux em diferentes períodos e veja como ela se posiciona frente ao Ibovespa e ao S&P 500 (em R$):
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No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com alta de +1,52%, atingindo 184.691 pontos e renovando, mais uma vez, sua máxima histórica.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou em leve queda de -0,01%, aos 6.978 pontos.
Entre os destaques do dia, as ações da Aura (AURA) dispararam 4% no pregão.
O movimento ocorreu após os contratos futuros do ouro avançarem mais de 4% na sessão e encerrarem acima da marca de US$ 5,3 mil por onça-troy, pela primeira vez na história, nesta quarta-feira (28).
O ativo foi impulsionado pela forte demanda por ativos de proteção, em meio à fraqueza estrutural do dólar e aos riscos geopolíticos no Oriente Médio.
Decisões de Juros no Brasil e Estados Unidos
Os principais bancos centrais mantiveram os juros inalterados nesta quarta-feira (28/01), em linha com o esperado pelo mercado.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa no intervalo entre 3,5% e 3,75%, refletindo uma economia ainda resiliente, com desemprego em 4,4% e inflação medida pelo PCE núcleo próxima de 3%, acima da meta.
As projeções indicam apenas um corte adicional de 0,25 p.p. em 2026.
No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% ao ano, na quinta reunião consecutiva de estabilidade.
O Banco Central indicou que, se o cenário se confirmar, pode iniciar a flexibilização já em março, mantendo, por ora, uma postura cautelosa diante dos riscos inflacionários e das incertezas fiscais.
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