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Tiago Prux

Long&Short Capitalizo: Como alcançamos um retorno superior a +600%

30/01/202630/01/2026 Por Tiago Prux
long e short

A estratégia de Long&Short (que pode ser traduzida como Comprado e Vendido) consiste em uma operação casada (simultânea), na qual um investidor mantém uma posição vendida em um ativo e uma comprada em outro.

Também conhecemos esse tipo de operação pelo nome de arbitragem.

Basicamente, ficamos com uma posição neutra (mesmo valor comprado e vendido) para ganhar com a diferença dos preços dos ativos.

A grande vantagem desse tipo de operação é que ela é alavancada. Dessa forma, é possível utilizar seus investimentos como garantia para a montagem da operação.

Além disso, as operações de Long&Short são o que chamamos de não direcionais. Ou seja, podemos ganhar dinheiro tanto com o mercado subindo quanto caindo.

E o melhor de tudo: com apenas 10 minutos por dia você consegue acompanhar todas as recomendações.

TIPOS DE LONG&SHORT

  • Intra-setorial – consiste na compra e venda de ações de empresas que pertencem ao mesmo setor. Exemplos: (USIM5 x GGBR4), (TIMS3 x VIVT3), (CCRO3 x ECOR3);
  • Intersetorial – compra de ações de um setor e venda de ações de outro, preferencialmente dos setores com maior peso no Ibovespa. Exemplos: (PETR4 x VALE3), (BBDC4 x ABEV3), (GGBR4 x CMIG4);
  • Spread ON/PN ou Controlada/Controladora – compra de ações ordinárias e venda de ações preferenciais, ou vice-versa. Exemplo: (PETR3 x PETR4), (VALE3 x BRAP4), (GGBR4 x GOAU4), (ITUB4 x ITSA4);
  • Carteira de Ações x Índice – compra de uma carteira de ações e venda de contratos do índice futuro ou BOVA11. Exemplo: uma carteira de ações x BOVA11.

PRINCIPAIS VANTAGENS

Como falamos, a operação Long&Short é chamada de não-direcional, pois não importa se o mercado está subindo ou caindo, e sim a diferença entre os ativos.

Dessa forma, podemos ganhar em todos os cenários do mercado.

Esse tipo de operação permite alavancagem financeira, pois é lastreada com margens de garantia.

Essas garantias podem ser ações, dinheiro ou mesmo títulos de renda fixa. Com isso, você pode ter uma carteira de ações, por exemplo, e usá-la como garantia para suas operações Long&Short.

Na prática, isso significa que você pode montar uma operação sem precisar colocar dinheiro novo.

CUIDADOS

O principal cuidado com esse tipo de operação é não alavancar de maneira exagerada. Comece sempre com valores pequenos e diversifique as operações.

OPERACIONALIZANDO O LONG&SHORT

Como qualquer tipo de arbitragem, é necessário utilizar margens de garantia depositadas na Bolsa para poder realizar tais operações.

Tal garantia é devida à posição vendida que se toma em um dos papéis, pois a venda ocorre a descoberto.

Ou seja, o vendedor não possui tais papéis – ele os aluga no CBLC (Banco de Títulos da Companhia Brasileira de Liquidação).

De maneira simultânea, efetuam-se as operações de compra e venda dos dois ativos, com o “casamento” do financeiro. Sendo assim, quase não há desencaixe em tal operação.

O ENVIO DAS RECOMENDAÇÕES DE LONG&SHORT

Enviamos todas as recomendações pelo nosso aplicativo (no celular), pelo nosso sistema (no computador) ou pelo Telegram (onde você também pode interagir com nossa equipe de atendimento, em caso de dúvidas).

Além disso, você também tem acesso ao nosso atendimento exclusivo via WhatsApp.

De qualquer forma, avisamos sempre quando houver uma recomendação e quando for indicado encerrar a operação.

O acompanhamento pelo nosso sistema é simples e rápido.

QUANTO EU POSSO PERDER?

A taxa de acerto média das recomendações de Long&Short é de 70%. Isso significa que, de cada 10 recomendações, normalmente temos lucro em 7 delas.

Além disso, o prejuízo (stop) médio fica entre -6% a -8%.

QUANTO EU POSSO GANHAR?

Por se tratar de um investimento em Renda Variável, não é possível projetar e nem prometer ganhos.

Porém, considerando os resultados passados, as operações com os melhores ganhos costumam render entre +20% a +30%.

Apenas como exemplo, seguem alguns resultados de recomendações enviadas e já encerradas:

Mais importante do que ganhos isolados, a estratégia vem entregando resultados consistentes desde o seu início — e nunca fechou nenhum ano com prejuízo.

NOSSOS RESULTADOS 

Vale ressaltar que utilizamos a mesma estratégia há muitos anos, o que facilita para o cliente na hora de montar a operação, além de trazer muito mais segurança para quem segue nossas recomendações.

Nossa equipe monitora tudo: você só precisa executar a operação na sua corretora de preferência.

Abaixo, você confere os gráficos de resultados da nossa estratégia ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como ela funciona na prática:

 

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

Essa é a Estratégia de Long&Short da Capitalizo, disponível na assinatura Capitalizo Invest Pro.

Clique no botão abaixo e assine agora mesmo.

Categorias Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Long&Short, Trader Tags Long e Short – Entenda como funciona, long s short, long&short, LS Deixe um comentário

10 Boas Pagadoras de Dividendos da B3: O Que Esperar em 2026

29/01/202629/01/2026 Por Tiago Prux
boas pagadoras

Dividendos sempre chamam a atenção do investidor, especialmente quando os números parecem elevados.

No entanto, nem todo dividend yield alto representa uma boa oportunidade no longo prazo.

Em muitos casos, os pagamentos refletem eventos pontuais, antecipações ou movimentos extraordinários que não se repetem.

Por isso, ao avaliar ações pagadoras de dividendos na B3, é fundamental ir além do número recente e entender a sustentabilidade desses pagamentos ao longo do tempo.

VISÃO GERAL SOBRE DIVIDENDOS NA B3

Ao observar os dividendos pagos nos últimos 12 meses, fica claro que boa parte dos yields elevados foi influenciada por antecipações, dividendos extraordinários e eventos não recorrentes, em especial diante de mudanças tributárias recentes.

Dividendos altos em um único ano não garantem bons pagamentos no futuro.

O que realmente importa é a capacidade de geração de caixa, o nível de investimentos exigidos pelo negócio e a previsibilidade dos resultados ao longo dos ciclos econômicos.

TELECOMUNICAÇÕES: PAGAMENTOS CONSISTENTES

O setor de telecomunicações se destaca por ser concentrado, intensivo em capital, mas com receitas previsíveis. Dentro desse cenário, a TIM (TIMS3) apresentou um dividend yield em torno de 7,6% nos últimos 12 meses, mantendo um histórico consistente de distribuição.

Ainda assim, a Telefônica Brasil (VIVT3) segue como o principal destaque estrutural do setor, com maior potencial de crescimento orgânico e histórico recente de payout elevado. A TIM permanece como uma alternativa sólida para quem busca renda, mas a Telefônica oferece maior previsibilidade no longo prazo.

BANCOS E HOLDINGS FINANCEIRAS

O Itaú Unibanco (ITUB3 / ITUB4) segue como referência quando o assunto é dividendos.

Ambas as classes recebem o mesmo valor distribuído, e o banco já vinha, antes da pandemia, com uma estratégia clara de aumento da remuneração aos acionistas.

O dividend yield recente, próximo de 14%, foi impactado por antecipações.

Ainda assim, ao preço atual, o Itaú continua sendo uma das melhores opções para quem busca dividendos recorrentes acima de dois dígitos no médio e longo prazo, sustentados por rentabilidade elevada e gestão consistente.

No caso da Itaúsa (ITSA3 / ITSA4), a holding se beneficia diretamente dos resultados do Itaú.

A reestruturação do endividamento abriu espaço adicional para distribuição, levando o yield recente para perto de 17%, embora parte desse número também reflita efeitos pontuais.

DIVIDENDOS ELEVADOS, MAS NÃO RECORRENTES

A Alpargatas (ALPA4) apresentou dividend yield elevado, em torno de 14,6%, principalmente por conta de redução de capital, e não por geração operacional recorrente.

Esse tipo de pagamento pode fazer sentido em determinados momentos, mas não caracteriza a empresa como uma boa pagadora estrutural de dividendos.

Situação semelhante foi observada em outras companhias que exibiram yields elevados no curto prazo, sem garantia de repetição.

EMPRESAS EM PROCESSO DE RECUPERAÇÃO

A Vivara (VIVA3) passou por eventos não recorrentes, como venda de ativos, mas conseguiu reorganizar o negócio e voltar a gerar lucro de forma consistente.

Apesar do dividend yield recente em torno de 12%, um patamar mais sustentável tende a ficar entre 6% e 8%, considerando o preço atual da ação e a necessidade de reinvestimentos para crescimento.

HOLDINGS LIGADAS A COMMODITIES

A Bradespar (BRAP4), holding com participação relevante na Vale (VALE3), historicamente ofereceu dividendos elevados e desconto em relação à mineradora.

No entanto, houve aumento significativo do risco associado a passivos contingentes, que passaram de perda possível para perda provável. Esse fator elevou o risco do investimento, apesar do bom histórico de pagamentos.

INDÚSTRIA E CICLOS FAVORÁVEIS

A Marcopolo (POMO4) não é tradicionalmente uma empresa de dividendos previsíveis, mas vive um novo momento após ajustes operacionais e melhora do ciclo do setor.

Mesmo após a forte valorização recente, é plausível esperar um dividend yield entre 6% e 8% nos próximos anos, considerando o preço atual da ação e a geração de caixa projetada.

VAREJO COM EVENTOS PONTUAIS

A Guararapes (GUAR3) apresentou dividend yield elevado, próximo de 27%, fortemente impactado pela venda de ativos imobiliários, como shopping centers.

A empresa possui um modelo verticalizado raro no varejo, com produção própria e logística integrada. Ainda assim, esse patamar de dividendos não deve se repetir, por se tratar de eventos pontuais.

ALTO YIELD SEM CRESCIMENTO

A Grendene (GRND3) chamou atenção pelo dividend yield próximo de 30%, mas o principal problema da companhia é a falta de crescimento.

A receita permanece praticamente estável há mais de uma década, e parte relevante dos dividendos veio de caixa financeiro e pagamentos extraordinários, não da evolução do negócio operacional.

Por isso, não se trata de um ativo atrativo para uma carteira de dividendos de longo prazo.

SANEAMENTO E POTENCIAL ESTRUTURAL

A Aegea, empresa ainda fechada e controlada pela Itaúsa, é a maior empresa privada de saneamento do Brasil, com participação de mercado entre 15% e 16%.

A possibilidade de um IPO segue sendo discutida pelo mercado.

Caso se concretize, exigirá análise cuidadosa de preço e estrutura. Estruturalmente, a Aegea apresenta potencial de crescimento e geração de dividendos superior a pares como Sabesp, Sanepar e Copasa.

O QUE REALMENTE DEFINE UMA BOA CARTEIRA DE DIVIDENDOS

Dividendos elevados em um único ano não devem ser analisados isoladamente.

O que define uma boa carteira de dividendos é a capacidade recorrente de geração de caixa, a previsibilidade dos resultados e a qualidade da gestão.

Empresas maduras, setores previsíveis e negócios bem posicionados tendem a oferecer retornos mais consistentes ao longo do tempo, evitando armadilhas criadas por eventos extraordinários ou distorções pontuais nos indicadores.

DESEMPENHO DA NOSSA ESTRATÉGIA DE DIVIDENDOS

Abaixo, você confere o desempenho da nossa Carteira Dividendos+, construída com foco em fundamentos sólidos, diversificação e geração consistente de renda ao longo do tempo.

Esses resultados refletem exatamente essa filosofia: não tentar prever o futuro, mas estar preparado para ele.

COMO TER ACESSO À CARTEIRA DIVIDENDOS+

A Carteira Dividendos+ faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso às nossas carteiras recomendadas de ações, relatórios exclusivos e análises práticas para investir com consistência e segurança.

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Economia Brasileira: O que você precisa saber para investir bem

29/01/2026 Por Tiago Prux
Capas Blog 7

Periodicamente, eu faço um vídeo trazendo um panorama geral da Capitalizo para os nossos clientes.

Apesar de falar um pouco sobre o cenário macroeconômico e a economia brasileira, gosto de comentar também sobre outras duas questões importantes, que normalmente são negligenciadas pelos investidores: psicologia financeira e gerenciamento de risco.

Dos mais de 30 mil clientes, a maioria já entendeu a importância desses temas. Percebeu que nos preocupamos genuinamente com os investidores, para que todos ganhem dinheiro.

Porém, alguns questionam por que não uso esse espaço para falar mais do cenário macro ou sobre algumas ações específicas.

Detalhe: todos os dias divulgamos diversos vídeos, relatórios e artigos sobre esses temas, incluindo análises aprofundadas da economia brasileira, e deixamos as quintas-feiras para falar de certos assuntos que, sinceramente, deveríamos comentar muito mais.

NÃO DEIXE O SISTEMA TE “ENGOLIR”

Quando alguém fala que deseja saber mais sobre “os rumos de curto prazo” na política ou economia, eu não o culpo, pois sei que praticamente todo o mercado é viciado nisso:

“Quem será o ministro? Para onde vai o dólar? Que ação vai subir ou cair?”

Essas são dúvidas que, literalmente, movimentam uma indústria gigantesca: corretoras, jornais, sites, redes de TV, redes sociais, etc.

O intuito é um só: deixar o investidor sempre achando que precisa fazer algo no curto prazo, e que acompanhar todas essas notícias e informações é fundamental para investir bem.

Na verdade, isso não faz o menor sentido!

Pois como seria possível investir bem mudando algo em sua Carteira a cada movimento da economia ou da política?

Esse filme eu já vi milhares de vezes, e o final é sempre um investidor frustrado, reclamando que está há anos no mercado e sem ganhar dinheiro.

Como diria o Capitão Nascimento em Tropa de Elite:

“O sistema é f***, meu irmão.”

Quem não perceber isso será “engolido” pelo sistema e nunca vai saber o que fazer, ou sempre vai achar que está errado.

Por esse motivo, sempre tomo muito cuidado para não perder o foco, que é investir o meu tempo em ganhar mais dinheiro.

É FÁCIL SABER O QUE ESPERAR DA ECONOMIA BRASILEIRA

Uma vez, tive a oportunidade de almoçar com um economista bastante conhecido, que contou algo marcante para a minha vida de investidor:

“Tudo que você precisa saber sobre a economia brasileira é que de tempos em tempos acontece sempre a mesma coisa: gastos sem controle, inflação, crescimento baixo, dívida pública subindo, juros elevados… esse é sempre o nosso fim.

Isso que importa entender.

O resto é pura ‘enrolação’ para vender livros.”

Exageros à parte, é exatamente isso que acontece há 10, 20, 40 ou 50 anos no Brasil.

ESTOU SEMPRE PREPARADO

Desde que incorporei as palavras desse mestre, sempre investi preparado para os cenários acima.

Dessa forma, são raríssimos os casos em que fico surpreso com alguma coisa, ou que precise mudar algo em minha carteira por causa de crise política ou econômica.

Não deixo que essas centenas de notícias de curto prazo atrapalhem o meu sono e meus investimentos.

A receita?

Diversificação, pensamento global, carteiras e estratégias bem estruturadas para diferentes cenários, saber o que fazer, disciplina e uma bela pitada de paciência.

Com isso, a tendência é que as coisas continuem boas para mim.

Sei que faço parte de uma minoria que pensa e investe dessa forma, assim como a Capitalizo, que também incorpora esses conceitos um tanto quanto contra-intuitivos.

Porém, os nossos resultados estão aí para provar que “não seguir a maioria” pode ser uma sábia e lucrativa escolha.

CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX

Estruturamos a Carteira Tiago Prux para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.

Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e à prova de crises.

Confira abaixo o desempenho da Carteira Tiago Prux em diferentes períodos e veja como ela se posiciona frente ao Ibovespa e ao S&P 500 (em R$):

COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS

A Carteira Tiago Prux faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que reúne nossas principais Carteiras de Ações de longo prazo.

Ao assinar, você terá acesso imediato não apenas a ela, mas também a relatórios completos, análises independentes e acompanhamento contínuo dos nossos especialistas.

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Categorias Acompanhamento de Carteira, Bolsa de Valores, Carteira Tiago Prux, Carteiras de Investimentos, Economia & Investimentos, Educação Financeira, Psicologia Financeira, Renda Passiva, Viver de Renda Tags economia, INFLAÇÃO, juros, pib, política Deixe um comentário

Ibovespa renova máxima; AURA33 dispara +4%; Fed e Copom mantêm taxas de juros

28/01/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (28/01):

Ibovespa renova máxima histórica; Aura (AURA33) dispara 

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com alta de +1,52%, atingindo 184.691 pontos e renovando, mais uma vez, sua máxima histórica.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 fechou em leve queda de -0,01%, aos 6.978 pontos.

Entre os destaques do dia, as ações da Aura (AURA) dispararam 4% no pregão.

O movimento ocorreu após os contratos futuros do ouro avançarem mais de 4% na sessão e encerrarem acima da marca de US$ 5,3 mil por onça-troy, pela primeira vez na história, nesta quarta-feira (28).

O ativo foi impulsionado pela forte demanda por ativos de proteção, em meio à fraqueza estrutural do dólar e aos riscos geopolíticos no Oriente Médio.

Decisões de Juros no Brasil e Estados Unidos

Os principais bancos centrais mantiveram os juros inalterados nesta quarta-feira (28/01), em linha com o esperado pelo mercado.

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa no intervalo entre 3,5% e 3,75%, refletindo uma economia ainda resiliente, com desemprego em 4,4% e inflação medida pelo PCE núcleo próxima de 3%, acima da meta.

As projeções indicam apenas um corte adicional de 0,25 p.p. em 2026.

No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15% ao ano, na quinta reunião consecutiva de estabilidade.

O Banco Central indicou que, se o cenário se confirmar, pode iniciar a flexibilização já em março, mantendo, por ora, uma postura cautelosa diante dos riscos inflacionários e das incertezas fiscais.

Um abraço e ótimos investimentos,
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Confira Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

ASML Holding (ASML34, ASML): divulga resultados do 4T25. Saiba mais.

Google (GOGL34, GOOG): amplia assinatura AI Plus para 35 novos países. Saiba mais.

Sabesp (SBSP3): acerta compra de 90% da Sanessol, no interior de São Paulo. Saiba mais.

Allos (ALOS3): encerra programa de recompra após aquisição de 1,49% das ações. Saiba mais.

China: aprova compras do chip H200 da Nvidia (NVDC34, NVDA) pela primeira vez. Saiba mais.

Americanas (AMER3): amplia caixa em 2025, mas segue com queda na base de clientes. Saiba mais.

Petrobras (PETR4): planeja perfurar 22 novos poços na Bacia do Solimões a partir de 2026. Saiba mais.

CSN (CSNA3): esclarece CVM sobre estudo de venda de ativos e nega negociações avançadas. Saiba mais.

Embraer (EMBJ3): atinge recorde de US$ 31,6 bilhões em carteira de pedidos no fim de 2025. Saiba mais.

Amazon (AMZO34, AMZN): anuncia corte de cerca de 16 mil funcionários em reestruturação interna. Saiba mais.

▶ Vídeo do Dia: ESSA AÇÃO SMALL CAP ESTÁ MUITO BARATA E PODE SUBIR FORTE EM 2026 | CONFIRA O QUE ESPERAR DE FESA4

▶ Artigos do Dia: O pior cego (investidor) é aquele que não quer ver

Estratégia de Swing Trade: O Recorde de Rentabilidade Que Superou o Ibovespa

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, dividendos, fiis, fundos imobiliários, IBOV, ibovespa, ifix, notícias, s&p

O pior cego (investidor) é aquele que não quer ver

28/01/2026 Por Tiago Prux
Exterior

Antes da crise de 2008, uma das coisas que o investidor Tiago mais gostava de fazer era participar dos encontros da Apimec.

Geralmente, havia um café após as apresentações, momento em que os investidores podiam conversar com pessoas de outras empresas e trocar impressões sobre o mercado.

De vez em quando, alguns gestores acabavam “deixando escapar” alguma novidade que ainda não constava nos relatórios.

Lembro de uma reunião em que conversava com um amigo e com o vice-presidente de uma companhia, que comentou sobre a perspectiva negativa para a empresa nos anos seguintes.

Basicamente, ele disse que não entendia por que as ações haviam se valorizado tanto e que, se pudesse, não as compraria naquele momento.

Porém, ele não podia vendê-las, pois pertenciam à família controladora da empresa.

No caminho de volta, comentei com meu amigo que, se eu tivesse ações daquela companhia, estaria inclinado a vender.

Afinal, se uma das pessoas que mais entendia do negócio demonstrava desconforto com o valuation da empresa, por qual motivo eu manteria aquelas ações?

Meu amigo, com cara de poucos amigos, me olhou e disse:

“Eu tenho, mas não vendo no prejuízo.”

Moral da história 1: há investidores tão obcecados em não mudar de opinião ou em não admitir que estão errados, presos a ideias como “só perco se eu vender”, que, mesmo se o dono da empresa dissesse que o negócio é ruim, eles não venderiam as ações.

Moral da história 2: no mercado, há pessoas que preferem estar certas e outras que preferem ganhar dinheiro.

Moral da história 3: faz tempo que não falo com esse amigo, mas, após 15 anos do ocorrido, aquela ação só voltou ao mesmo patamar de preços em 2021.

Moral da história 4: o pior cego (investidor) é aquele que não quer ver.

CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX

A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.

Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para manter sua carteira 100% atualizada e preparada para atravessar diferentes cenários de mercado.

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Estratégia de Swing Trade: O Recorde de Rentabilidade Que Superou o Ibovespa

28/01/202628/01/2026 Por Tiago Prux
Carteira

Na Capitalizo, acreditamos que investir bem não significa correr atrás de ganhos imediatos, mas sim construir resultados consistentes ao longo do tempo.

Essa é a filosofia que seguimos desde 2017, com disciplina e paciência, sempre focados em Estratégias que funcionam na prática.

E nada comprova melhor esse trabalho do que o desempenho da Estratégia de Swing Trade, que acaba de bater um recorde histórico de rentabilidade.

RECORDE DE RENTABILIDADE

Apesar de o foco da Estratégia ser entregar ganhos consistentes ao longo dos anos, entendemos a importância de celebrar marcos importantes.

A Estratégia de Swing Trade ultrapassou a marca de +800% de retorno acumulado desde 2017, superando amplamente o Ibovespa, que avançou cerca de +126% no mesmo período.

Esse resultado reforça que, com estratégia e disciplina, é possível construir resultados sólidos mesmo em meio às crises e oscilações do mercado.

Aproveitamos este marco para agradecer a todos os clientes que confiam em nossas recomendações.

É essa confiança que nos motiva a buscar sempre os melhores resultados, mantendo o compromisso de alinhamento total com cada investidor que nos acompanha.

CONHEÇA A ESTRATÉGIA DE SWING TRADE

A nossa Estratégia de Swing Trade é perfeita para quem busca ganhos em operações de curto prazo (de 2 a 10 dias) na Bolsa de Valores.

Você receberá novas recomendações todas as semanas, com a possibilidade de ganhar tanto na alta quanto na baixa dos preços das ações.

Aqui, bastam 10 minutos por dia para acompanhar todas as atualizações e manter suas operações sempre em dia.

RESULTADOS

Confira abaixo o desempenho da Estratégia de Swing Trade frente ao Ibovespa desde 2017, além do gráfico que mostra o retorno acumulado ao longo dos anos:

 

COMO TER ACESSO

A Estratégia de Swing Trade faz parte da assinatura Capitalizo Invest Pro, que reúne todas as nossas carteiras e estratégias exclusivas — de curto, médio e longo prazos.

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Categorias Economia & Investimentos Tags análise técnica, bolsa de valores, curto prazo, operações de curto prazo, operações semanais, swing trade Deixe um comentário

Ibovespa renova recorde; FESA4 dispara +6% e segue barata

27/01/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa terça-feira (27/01):

Ibovespa renova recorde, Ferbasa (FESA4) dispara

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +1,79%, aos 181.919 pontos, renovando mais uma máxima historíca.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,41%, fechando o dia nos 6.978 pontos.

Entre os destaques de alta do dia, as ações da Ferbasa (FESA4) disparam +6% no pregão.

O movimento ocorre em um momento em que a empresa segue com fundamentos sólidos, baixo endividamento e forte geração de caixa, além de um cenário favorável para o ferrocromo, principal produto da companhia.

Aproveitando esse contexto, publicamos hoje um vídeo completo sobre a FESA4, em que analisamos a empresa, explicamos por que a ação segue barata, comentamos o potencial de crescimento e destacamos os principais pontos da tese.

Clique no link abaixo e confira:

▶ Vídeo do Dia: ESSA AÇÃO SMALL CAP ESTÁ MUITO BARATA E PODE SUBIR FORTE EM 2026 | CONFIRA O QUE ESPERAR DE FESA4

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Vale (VALE3): registra novo vazamento de água em mina de Congonhas. Saiba mais.

Hapvida (HAPV3): desiste de compra de hospital da Oncoclínicas no Rio. Saiba mais.

Kepler Weber (KEPL3): confirma projeto de armazenagem na Venezuela. Saiba mais.

Moody’s: eleva rating da Prio (PRIO3) após aquisição no campo de Peregrino. Saiba mais.

CSN (CSNA3): sonda venda do negócio de siderurgia em revisão estratégica de ativos. Saiba mais. 

Embraer (EMBJ3): e Adani firmam parceria para fabricar aeronaves regionais na Índia. Saiba mais.

Petrobras (PETR4): reduz preço da gasolina para distribuidoras a partir desta terça (27/01). Saiba mais.

Inter (INBR32, INTR): anuncia descontinuidade do BDR patrocinado INBR32 e apresenta alternativas aos investidores. Saiba mais.

▶ Vídeo do Dia: IBOVESPA NA MÁXIMA HISTÓRICA: CHEGOU A HORA DE VENDER AÇÕES E FAZER CAIXA?

▶ Artigo do Dia: Rastreador de Tendências Capitalizo: mais de 2.000% de retorno

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, eua, fiis, IBOV, ibovespa, notícias, s&p, s&p500

Ibovespa recua; CBAV3 dispara +4%; Ações para ficar de olho essa semana

26/01/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa segunda-feira (26/01):

Ibovespa recua; CBA (CBAV3) dispara 

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,08%, aos 178.720 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 avançou +0,50% no dia, fechando aos 6.950 pontos.

Entre os destaques de alta do dia, a CBA (CBAV3) disparou +4%, impulsionada pelo potencial de venda da companhia.

As ações seguem avançando, apesar de as negociações com a Emirates Global Aluminium (EGA) terem desacelerado, segundo fontes familiarizadas com o tema.

O processo continua competitivo, com a Aluminum Corporation of China (Chinalco) e um terceiro proponente mantendo negociações ativas para tentar chegar a um acordo.

Um anúncio pode ocorrer nos próximos dias ou semanas, embora ainda exista a possibilidade de as tratativas não avançarem.

A CBA e o Grupo Votorantim, que detém 69% da companhia, não comentaram, enquanto EGA e Chinalco não responderam aos pedidos.

As ações para ficar de olho essa semana: COGN3, SIMH3, AURA33, BBAS3, KEPL3, IRBR3, CBAV3, BMGB4, NFLX34, PTNT4, GUAR3

Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?

Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?

Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?

Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa semanal:

▶ Vídeo do Dia: AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

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AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA | COGN3, SIMH3, AURA33, BBAS3, KEPL3, IRBR3, CBAV3, BMGB4

26/01/2026 Por Tiago Prux
Capas Blog

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

Ao longo da semana, reforçamos um ponto fundamental para qualquer investidor: não se deixar levar por oscilações pontuais de mercado.

Altas e quedas fazem parte da renda variável e, no curto prazo, são inevitáveis.

O que realmente está sob controle do investidor é a qualidade da carteira, a disciplina e o método adotado.

Quem investe com foco em fundamentos e visão de longo prazo tende a capturar bons resultados ao longo do tempo, independentemente do ruído momentâneo do mercado.

CENÁRIO MACROECONÔMICO E EXPECTATIVAS

A semana foi marcada por decisões relevantes de política monetária no Brasil e no exterior.

No cenário doméstico, a expectativa predominante foi de manutenção da taxa Selic, acompanhada de sinalizações que mantêm no radar a possibilidade de cortes ao longo de 2026.

Nos Estados Unidos, reforçamos a leitura de continuidade do processo de acomodação dos juros, em linha com uma inflação mais controlada e uma economia ainda resiliente.

Também chamamos atenção para a temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 de grandes empresas globais.

De forma geral, a expectativa segue positiva para as companhias que acompanhamos mais de perto, com números consistentes e boa geração de caixa.

MOVIMENTO DOS MERCADOS

Comentamos o desempenho recente dos principais ativos. O Ibovespa renovou máximas históricas, registrando uma das melhores semanas desde 2020.

O dólar manteve trajetória de enfraquecimento frente ao real, enquanto o Bitcoin passou por um período de correção e lateralização.

O ouro, por sua vez, seguiu em tendência de valorização e atingiu novos recordes em reais no início de 2026.

Reforçamos que movimentos de curto prazo não devem ser confundidos com mudanças estruturais. Volatilidade faz parte do processo de investir em ações.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

Ao longo da análise, destacamos o desempenho das nossas Carteiras de Ações de Longo Prazo, que seguem entregando resultados consistentes mesmo em cenários desafiadores.

Um dos principais destaques foi a Carteira Dividendos+, que ultrapassou a marca de +600% de retorno desde 2017.

O foco da estratégia segue sendo a geração de renda recorrente, aliada ao crescimento patrimonial ao longo do tempo, com seleção criteriosa de empresas sólidas e bons pagadores de dividendos.

Esses resultados reforçam exatamente a nossa filosofia: não tentar prever o futuro, mas estar preparado para ele.

DESTAQUES DE QUEDA DA SEMANA

Entre os destaques negativos, comentamos sobre Netflix (NFLX) e Banco Mercantil (BMGB4).

No caso da Netflix, apesar de resultados operacionais sólidos, com crescimento relevante de receita, lucro e geração de caixa, o mercado reagiu com cautela diante de movimentos estratégicos que podem elevar o endividamento da companhia.

Mesmo empresas com bons fundamentos podem passar por períodos de volatilidade.

Já no Banco Mercantil, explicamos que o aumento de capital aprovado faz parte de um processo de reforço patrimonial.

Esse tipo de movimento é comum após fortes valorizações, ainda que gere pressão temporária nos preços.

DESTAQUES DE ALTA DA SEMANA

Entre os principais destaques positivos, comentamos sobre Cogna (COGN3), Simpar (SIMH3), Guararapes (GUAR3), Banco do Brasil (BBAS3), Aura (AURA33), CBA (CBAV3), Celesc (CLSC4), Kepler (KEPL3), IRB (IRBR3) e Pettenati (PTNT4).

A Cogna mostrou sinais de que o pior do ciclo pode ter ficado para trás, mas ainda exige cautela sob a ótica fundamentalista.

A Simpar apresentou melhora expressiva na estrutura de capital, com menor alavancagem em mais de uma década.

A Guararapes segue avançando em eficiência e governança após um período difícil.

No setor bancário, destacamos a forte alta do Banco do Brasil, mas avaliamos o payout anunciado como abaixo do ideal, mantendo preferência por bancos com maior previsibilidade de retorno.

AURA E O CICLO DO OURO

Reforçamos o desempenho expressivo da Aura (AURA33), impulsionado por fundamentos sólidos, aumento de produção, redução de custos e um cenário favorável para o ouro.

Comentamos que a possível inclusão da companhia em índices globais pode aumentar a visibilidade e a liquidez, mas o principal segue sendo a execução operacional e a geração de valor no longo prazo.

CBA, ENERGIA E INDÚSTRIA

No caso da CBA (CBAV3), a valorização recente ocorre em um contexto de recuperação gradual do preço do alumínio.

Os fundamentos seguem atrativos, e a reprecificação vem à medida que os resultados operacionais se refletem no mercado.

Comentamos também sobre a Celesc (CLSC4), com anúncios de redução de custos e venda de ativos, e sobre a Kepler (KEPL3), que segue descontada mesmo com avanço na atuação internacional.

Já o IRB (IRBR3) atravessa um processo consistente de recuperação operacional e financeira, com expectativa de retomada gradual da lucratividade no médio prazo.

EVENTOS CORPORATIVOS ESPECÍFICOS

Por fim, comentamos o caso da Pettenati (PTNT4), que avançou no processo de saída de bolsa via OPA.

Situações como essa exigem acompanhamento próximo, pois representam eventos específicos para investidores já posicionados.

CONCLUSÃO

Investir bem exige separar preço de fundamento, ruído de informação de análise e curto prazo de visão estrutural.

Semanas de forte alta ou queda não definem a qualidade de uma carteira.

O investidor que mantém método, disciplina e foco em empresas sólidas tende a atravessar diferentes ciclos de mercado com mais tranquilidade e consistência nos resultados.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:

COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS

Essas carteiras fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso imediato a análises detalhadas, relatórios exclusivos e recomendações práticas para investir com consistência e segurança.

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9 MENTIRAS sobre INVESTIMENTOS que vão fazer você perder muito dinheiro!

25/01/2026 Por Tiago Prux
Investimentos

Quando o assunto é investimentos, você não pode, de jeito nenhum, acreditar em tudo o que lê na internet.

É claro que o conteúdo online pode ser muito útil para aprender mais sobre finanças e encontrar ensinamentos que podem gerar grandes resultados para a sua carteira.

Eu não teria meu canal do YouTube se não acreditasse nisso.

Porém, a internet também é um ambiente propício para a disseminação de mentiras e informações incorretas – e, depois de difundidas, elas podem levar anos, talvez décadas, para desaparecer.

Quando se trata do seu dinheiro, isso é especialmente perigoso. É o seu futuro que está em jogo.

Por isso, neste artigo, vou desmentir 9 mentiras e crenças erradas sobre investimentos nas quais você pode ter acreditado, e mostrar como ver os investimentos da forma certa! Acompanhe:

❌ MENTIRA #1 – “O Barsi disse que não vale a pena investir em ações no exterior, então não devo investir”

Essa não é exatamente uma mentira, mas sim uma crença altamente perigosa.

É verdade que Luiz Barsi, o maior investidor pessoa física da Bolsa de Valores brasileira, não investe no exterior. Mas é mentira que você deva seguir esse ensinamento.

Barsi é um gênio. Investe há mais de meio século e tem uma habilidade única para encontrar oportunidades e uma paciência rara para esperar que elas “floresçam”.

Eu não sou o Luiz Barsi, e você também não é. Somos investidores “normais” e que devem buscar seguir o caminho mais lógico possível para termos sucesso.

Por isso, devemos, SIM investir no exterior, para termos:

  • Diversificação, que reduz os riscos de estar exposto apenas à economia brasileira
  • Acesso a mercados sólidos e economias mais estáveis
  • Proteção cambial contra a desvalorização do real
  • Mais oportunidades em setores e empresas que não existem no Brasil, como tecnologia (Apple, Amazon, Google).
  • Aposentadoria mais segura, em moedas fortes

❌ MENTIRA #2 – “A ‘ação X’ está cara… não vou comprar”

A reputação de “ação cara” é jogada em vários ativos – e, muitas vezes, eles são os melhores disponíveis. Um exemplo claro que me vem à cabeça é a WEG (WEGE3).

É claro que é ideal comprar ações baratas. Mas as pessoas têm uma visão errada do que é barato.

Ação barata não é a que está caindo, a que está com a cotação em poucos reais ou aquela de uma empresa cheia de problemas.

Ação barata é aquela ainda abaixo do potencial que ela possui.

Por isso, uma ação que custa muitos reais, está na máxima histórica e pertence a uma empresa “aparentemente perfeita” pode, sim, estar barata. Tudo depende do seu potencial de crescimento.

O que é realmente caro é ter uma carteira cheia de ativos ruins.

❌ MENTIRA #3 – “As ações de tecnologia são bolhas”

Não estamos mais na bolha ponto com. O ano 2000 já passou, o mercado mudou e não há por que ter medo de investir em tecnologia.

Esse setor, inclusive, tende a ser muito vantajoso devido ao seu potencial de inovação e crescimento acelerado. 

Empresas estabelecidas, como Apple e Microsoft, continuam a liderar revoluções, mantendo-se resilientes mesmo diante de desafios. 

E como esquecer da Nvidia, que teve um crescimento de 170% apenas em 2024?

Tenho certeza de que veremos muitas situações semelhantes nos próximos anos.

Portanto, apesar dos riscos inerentes, o setor tecnológico oferece oportunidades únicas para investidores que buscam participar de avanços disruptivos e lucrativos.

❌ MENTIRA #4 – “A ‘ação X’ não paga dividendos, então não tem por que investir nela”

Investir não é só sobre dividendos.

Ações de crescimento – ou seja, que distribuem menos lucro e investem mais para aumentar sua operação – podem ser escolhas vantajosas devido ao potencial de valorização significativa que essas empresas oferecem.

Um dos meus tipos favoritos de ações são as Micro e Small Caps, ou seja, empresas ainda pequenas, em processo de crescimento.

Essas ações tendem a pagar menos dividendos do que empresas já consolidadas, pois ainda possuem o foco de ganhar uma fatia maior de mercado e se estabelecer. 

E elas trazem muito resultado mesmo assim. Olha só como foi  nossa carteira Micro e Small Caps desde 2017, em comparação com o Ibovespa:


Ignorar ações de crescimento pode deixar sua carteira para trás…

❌ MENTIRA #5 – “Bitcoin não serve para nada”

Poucos ativos são tão esnobados quanto o Bitcoin…

Se você o ignora, pode estar deixando dinheiro na mesa.

Esse é um investimento de alto risco, sim. Porém, os investidores contam com cada vez mais recursos de proteção, e as corretoras estão cada vez mais confiáveis.

Além disso, diferentemente do final da década de 2000, o Bitcoin é muito mais conhecido hoje em dia, o que reflete na liquidez maior da moeda que vemos hoje.

Boa parte do mercado já demonstra aceitação diante da utilização do Bitcoin como moeda ou mesmo reserva de valor, o que gera mais credibilidade e confiança.

Traçando um paralelo com o ouro, o Bitcoin é um criptoativo escasso, com um limite de 21 milhões.

Isso é uma boa notícia para quem deseja formar uma reserva de valor, especialmente por ser um ativo que não corre o risco de problemas inflacionários.

Ou seja, pode ser interessante, pelo menos, estudar um pouco o Bitcoin antes de deixá-lo de lado, não acha?

❌ MENTIRA #6 – “Não vale a pena investir agora, esse governo é muito ruim”

Todo mundo gosta de falar que tem que “comprar na baixa e vender na alta”. Mas pouca gente tem coragem de fazer isso quando a oportunidade se apresenta.

O Brasil tem 500 anos de história e 500 anos de instabilidade. Riscos políticos e econômicos fazem parte da nossa história, e seguirão fazendo.

Mesmo assim, sempre há oportunidades a aproveitar. 

Muitas vezes, inclusive, momentos de desconfiança e medo são os ideais para comprar ativos com alto desconto, que vão render muito quando, lá na frente, as coisas invariavelmente melhorarem.

Se você esperar pelo cenário perfeito para investir, pode acabar nunca investindo…

❌ MENTIRA #7 – “Já subiu demais, perdi o bonde”

Todos os dias, eu vejo investidores deixando oportunidades na mesa porque acham que “chegaram tarde”.

“Já subiu 50%, perdi a chance”.

A verdade, no entanto, é que não faltam, na história, exemplos de ações que duplicaram de valor e, depois disso, se multiplicaram por mais 10x.

O que você deve observar ao estudar um ativo não é o caminho que ele já percorreu, mas sim o caminho que ele ainda tem o potencial de percorrer.

Com uma boa estratégia, você consegue pular nessas oportunidades sem ter medo de já ter “perdido o bonde”.

❌ MENTIRA #8 – “Não é bom comprar ações PN, só compro ações ON”

A crença de que não é bom comprar ações preferenciais surge de algumas ideias equivocadas ou generalizações sobre o mercado.

Muitas pessoas acreditam que o direito a voto das ações ON é essencial, mesmo que investidores individuais raramente tenham influência significativa nas decisões da empresa.

Outras pensam que as ações ON são mais “seguras” por estarem associadas ao controle da empresa, mas esquecem que as ações PN oferecem vantagens como prioridade nos dividendos.

Na prática, a escolha entre ON e PN depende do perfil do investidor, e ambas podem ser boas opções dependendo do caso.

Ações preferenciais (PN) oferecem benefícios como prioridade no recebimento de dividendos, o que pode ser vantajoso para investidores que buscam renda passiva, por exemplo.

❌ MENTIRA #9 – “O mercado é eficiente”

Não, o mercado não é eficiente. Isso já foi provado muitas vezes.

Inclusive, são os erros e as ineficiências do mercado que geram oportunidades. O fato de existirem ações abaixo do preço justo mostra isso. As reações exageradas a notícias também.

Por isso, não subestime nunca o poder de uma boa carteira montada de forma profissional. Você pode sim superar o mercado, e muito. 

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Na Capitalizo Consultoria, nosso objetivo é garantir que você tenha acesso às melhores recomendações do mercado, sempre alinhadas ao seu perfil, com independência, transparência e um atendimento próximo, realmente focado em resultados.

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Por isso, quero lhe fazer um convite:

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