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Tiago Prux

Ibovespa avança; SAPR11 despenca -6% após proposta de R$ 3,94 bilhões

24/03/202624/03/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa terça-feira (24/03):

Ibovespa avança, SAPR11 despenca

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,32%, aos 182.509 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,37%, fechando o dia nos 6.556 pontos.

Entre os destaques de alta do pregão, as ações da Sanepar (SAPR11) despenca -6%.

O movimento ocorreu após a companhia divulgar um fato relevante informando que a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) publicou uma Nota Técnica elaborada por um Grupo de Trabalho Intersetorial.

O documento avalia o valor de R$ 3,94 bilhões, recebido pela empresa a título de precatório.

A proposta contida na Nota Técnica sugere que o montante seja destinado integralmente aos usuários da Sanepar, com o objetivo de promover a modicidade tarifária por meio de investimentos não onerosos ou descontos nas faturas.

Com o recebimento desse precatório, havia a possibilidade de que parte relevante do valor fosse destinada ao pagamento de dividendos aos acionistas.

No entanto, a proposta atual direciona integralmente os recursos para a redução tarifária, alterando a expectativa inicial de distribuição de caixa.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Multiplan (MULT3): conclui venda de 10% do BH Shopping. Saiba mais. 

Ata do Copom: destaca incertezas sobre conflitos no Oriente Médio. Saiba mais.

Vibra Energia (VBBR3): aprova pagamento de JCP de R$393,5 milhões. Saiba mais.

Movida (MOVI3): Maior rentabilidade da história com ROIC recorde no 4T25. Saiba mais.

▶ Artigo do Dia: Como investir em ações internacionais?

▶ Reprise do Dia: LIVE | DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2026

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Destaques, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, eua, fiis, IBOV, ibovespa, notícias, s&p, s&p500

Como investir em ações internacionais?

25/03/202624/03/2026 Por Tiago Prux
shutterstock 156562427

Você sabia que não é preciso manter todos os seus investimentos expostos apenas ao mercado brasileiro?

É possível investir no exterior incluindo na sua carteira empresas ou ativos com lastro internacional.

Assim, torna-se viável participar dos lucros de grandes companhias que não têm sede no Brasil  ou até mesmo de empresas brasileiras que, por algum motivo, optaram por abrir capital no exterior.

Existem diversas alternativas para quem deseja diversificar em outros países sem sair do Brasil.

Então, que tal saber um pouco mais sobre o assunto?

Neste conteúdo, você verá os motivos pelos quais pode ser interessante fazer escolhas internacionais e também conhecerá algumas maneiras de colocar essa estratégia em prática e diversificar seu portfólio.

Confira!

POR QUE VALE A PENA INVESTIR EM AÇÕES INTERNACIONAIS?

Existem algumas razões significativas para pensar em adquirir ações internacionais.

Uma delas é a possibilidade de diversificar e diluir ainda mais os riscos da sua carteira.

O ideal é que eles sejam diversificados ainda no mercado nacional, e que as ações internacionais sejam um complemento dessa estratégia. 

Por exemplo, investindo em empresas de setores diferentes na bolsa brasileira você evita se expor apenas ao risco de uma mesma companhia ou setor de atuação.

Entretanto, a diversificação fica limitada se o investidor opta por ter apenas ativos brasileiros.

Afinal, a carteira que está ligada a um só país e acaba ficando vulnerável às oscilações causadas por acontecimentos que impactam ambiente interno.

A diversificação em ações internacionais permite encontrar maior equilíbrio, pois alguns investimentos não estão diretamente relacionados ao Brasil.

Além disso, realizar investimentos estrangeiros pode ser interessante para obter maiores resultados, como no caso de investir em grandes empresas internacionais.

Muitos países têm economias e bolsas de valores mais dinâmicas do que a nossa.

Vale destacar, ainda, que países com economias mais estruturada e forte costumam apresentar maior resiliência em crises e se recuperam mais rapidamente.

Logo, uma carteira internacional também lhe favorece nesse ponto. Por exemplo, veja o gráfico abaixo:


Ele ilustra, justamente, esse ponto.
Nos últimos 5 anos, o índice americano rendeu 66,70%, contra a valorização de 57,44% do Ibovespa.

Ou seja, enquanto o mercado brasileiro enfrentava períodos mais desafiadores, o mercado americano (representado pelo S&P 500) já apresentava uma recuperação mais consistente.

Essa é a importância de ter investimentos fora do país. 

COMO INVESTIR EM EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL?

Você ainda não sabia que é possível investir em ações internacionais no Brasil? Na verdade, existem várias opções. 

Uma alternativa para fazer investimentos diretamente nas bolsas internacionais é abrir uma conta em instituições do exterior.

Contudo, ela pode não ser a melhor opção, já que envolve extensa burocracia e custos.

Abrir uma conta no exterior significa que você precisa seguir as regras de dois países.

Afinal, é preciso cumprir a lei brasileira e também conhecer as normas do outro local. Também há questões tributárias próprias, além de eventuais dificuldades em relação ao idioma e ao câmbio.

A boa notícia é que existem opções melhores aqui mesmo, no mercado brasileiro.

Na própria B3 você pode ter acesso a investimentos com lastro internacional e consegue participar dos resultados de empresas estrangeiras. 

Confira como fazer isso!

ETFs EXPOSTOS A ÍNDICES DO EXTERIOR

O ETF ou Exchange-traded fund é um tipo de fundo de investimento que visa replicar determinados índices econômicos.

Um exemplo bastante popular entre brasileiros é o fundo que replica o Índice Ibovespa, indicador central da bolsa de valores do Brasil.

Entretanto, não são apenas os índices brasileiros que figuram como protagonistas dos ETFs.

Também existem fundos de índices que focam em replicar indicadores internacionais. É o caso do ETF que tem como objeto o S&P 500, índice que reúne 500 das maiores empresas listadas nos EUA.

Assim, ao adquirir cotas de um ETF desse tipo, como o SPXI11,  você se expõe ao mercado norte-americano e associa sua carteira de investimentos ao maior ambiente de renda variável do mundo.

Ou seja, os ETFs criam a possibilidade de se expor ao mercado internacional sem muitas burocracias, podendo investir diretamente pela B3.

Mas, também vale lembrar que dada a administração passiva desse tipo de fundo, no longo prazo eles tendem a ter uma rentabilidade menor.

FUNDOS DE INVESTIMENTO COM EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL

Os fundos de investimentos, especialmente os de ações e os multimercados, também podem apresentar exposição a ações internacionais no seu portfólio.

Ainda que mantenham parte significativa de seus ativos no Brasil, uma porcentagem pode estar ligada a outros países.

Então, eles representam mais uma forma de você ter lastro em ativos internacionais sem sair do Brasil e sem precisar enfrentar a burocracia de abrir uma conta no exterior. Basta adquirir as cotas dos fundos de sua preferência.

Cada fundo de investimento tem uma lâmina com as informações básicas.

A partir dela, o investidor consegue saber qual é a estratégia utilizada pela gestão e como se dá a exposição a outros mercados. Também é possível avaliar qual é o nível de risco do fundo.

BDRs E STOCKS

Uma alternativa válida para diversificar sua carteira em ações internacionais é por meio dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts).

Eles são certificados de ações que têm lastro em ativos de companhias estrangeiras, ou brasileiras que abriram capital no exterior.

Originalmente, as ações são negociadas em bolsas de valores de outros países (como as bolsas norte-americanas).

Então, instituições financeiras do Brasil adquirem os papéis internacionais e vendem na bolsa brasileira os certificados lastreados neles.

Para servir de exemplo, confira o retorno das BDRs da Apple (AAPL34) que, nos últimos 5 anos, acumularam ganhos de 92,03% contra apenas 57,17% do Ibovespa.


Já as Stocks são as ações das empresas americanas listadas nas próprias bolsas dos Estados Unidos.

Basicamente, elas funcionam da mesma forma que aqui no Brasil. A grande diferença é a enorme liquidez que abrange todo o mercado americano, que não seria diferente no mercado acionário.

Ou seja, para investir diretamente nas Stocks, você precisa abrir uma conta numa corretora dos EUA e fazer o câmbio do seus aportes para dólar sempre que for comprar alguma Stock.

Vale lembrar que ter dinheiro fora do país envolve fazer a declaração do IR tanto aqui no Brasil como lá nos Estados Unidos.

Diversificar internacionalmente é uma estratégia importante para reduzir riscos e aumentar o potencial de retorno ao longo do tempo.

Como vimos, o mercado global pode apresentar desempenhos superiores em determinados períodos, além de oferecer acesso a empresas e economias mais dinâmicas.

Por isso, uma carteira bem estruturada não deve depender exclusivamente de um único país, mas sim buscar equilíbrio entre diferentes mercados e oportunidades ao redor do mundo.

DESEMPENHO DA CARTEIRA INTERNACIONAL

Abaixo, você confere o gráfico de resultados da nossa Carteira Internacional, que busca exposição a empresas globais, com receitas dolarizadas e atuação em diferentes economias, reduzindo a dependência do cenário brasileiro e aproveitando oportunidades no exterior:

 

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Internacional faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso a análises, relatórios exclusivos e recomendações práticas para investir com consistência e visão global.

Com poucos minutos por mês, você consegue acompanhar e seguir todas as recomendações.

Clique no botão abaixo e comece agora mesmo.

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Carteiras de Investimentos, Economia & Investimentos, Fundos de Investimentos Tags ações internacionais, BDR - Brazilian Depositary Receipt, coe, etf, etfs, fundos de ações, fundos de investimentos, fundos internacionais, fundos multimercados, investir no exterior Deixe um comentário

Ibovespa avança; DESK3 dispara +23%; Ações para ficar de olho essa semana

23/03/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa segunda-feira:

Ibovespa avança; DESK3 dispara

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +3,24%, aos 181.931 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +1,15% no dia, fechando aos 6.581 pontos.

Entre os destaques de alta, as ações da Desktop (DESK3) dispararam +23%.

O movimento ocorreu após a Claro anunciar a aquisição de aproximadamente 73% do capital da Desktop (DESK3), em uma operação que avalia a companhia em cerca de R$ 4 bilhões (enterprise value).

O valor efetivo a ser pago aos acionistas gira em torno de R$ 2,4 bilhões, equivalente a aproximadamente R$ 20,82 por ação.

O preço representa um prêmio relevante, na casa de 45% sobre a cotação anterior ao anúncio.

Após o fechamento, a Claro deverá realizar uma OPA para os cerca de 27% das ações em circulação, garantindo aos minoritários o mesmo preço por ação.

A transação ainda depende de aprovações do CADE e da Anatel.

O que fazer com as ações de Desktop (DESK3)?

Diante dos termos da operação, entendemos que o preço de aquisição estabelece um teto claro de valor para a Desktop (DESK3), limitando o potencial de valorização adicional no curto prazo.

Assim, recomendamos a venda do ativo ao preço de R$ 20,50 por ação, muito próximo ao valor implícito da transação, capturando o prêmio já refletido no anúncio.

Como alternativa, recomendamos a migração da posição de Desktop (DESK3) para Telefônica Brasil (VIVT3).

As ações para ficar de olho essa semana: PETR4, PRIO3, DESK3, TUPY3, TAEE11, ENEV3, CSNA3, ITSA4

Quer ficar por dentro da agenda econômica do Brasil e do mundo?

Quer saber quais foram os principais destaques de alta e de baixa dos últimos dias?

Quer saber quais ações podem ter uma movimentação diferenciada nesta semana?

Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira o nosso programa semanal:

▶ Vídeo do Dia: AS AÇÕES PARA FICAR DE OLHO ESSA SEMANA

Um abraço e ótimos investimentos!

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Petróleo: sofre queda acentuada após declaração de Trump. Saiba mais. 

Relatório Focus: expectativa para Selic é elevada a 12,50% em 2026. Saiba mais.

Casas Bahia (BHIA3): anuncia parceria com Amazon para vendas de produtos no Brasil. Saiba mais.

Embraer (EMBJ3): assina acordo com Finnair para venda de até 46 aeronaves E195-E2. Saiba mais.

▶ Artigo do Dia: Ranking: Os mais Pagadores de Dividendos de Fundos Imobiliários

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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Ranking: Os Fundos Imobiliários mais Pagadores de Dividendos

23/03/202623/03/2026 Por Tiago Prux
Fundos Imobiliários

Em busca de renda passiva na Bolsa de Valores? No artigo especial de hoje, trazemos a lista dos 10 Fundos Imobiliários que mais pagaram proventos nos últimos 12 meses.

Além disso, explicamos os cuidados que todo investidor deve ter ao avaliar o indicador DY (Dividend Yield) e por que alguns desses rendimentos apresentados não devem se repetir nos próximos trimestres.

Confira!

DIVIDEND YIELD: COMO FUNCIONA?

O Dividend Yield é um indicador muito utilizado para mostrar o retorno com o recebimento de proventos.

No caso dos Fundos Imobiliários, esses proventos podem ser provenientes de aluguéis ou do recebimento de juros de títulos de renda fixa, por exemplo.

Abaixo, segue a fórmula de cálculo do Dividend Yield:

calculo dividend yield

Dessa forma, temos o retorno percentual de proventos (dividendos e/ou juros sobre o capital próprio) que o fundo pagou nos últimos 12 meses.

Por exemplo, se um Fundo Imobiliário estivesse custando hoje R$ 100 na Bolsa e tivesse pago R$ 10 nos últimos 12 meses em dividendos, o Dividend Yield seria de 10%.

O RANKING

Realizamos um estudo com o rendimento dos Fundos Imobiliários. Abaixo, listamos os FIIs com maior Dividend Yield nos últimos 12 meses:

Nome

Código

Dividend Yield

GAZIT MALLS

GZIT11

19,99%

CARTESIA RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

CALR11

19,87%

DEVANT RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

DEVA11

19,44%

KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE

KORE11

18,24%

HECTARE CE

HCTR11

17,90%

KILIMA VOLKANO RECEBÍVEIS

KIVO11

17,89%

MÉRITO DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO I

MFII11

17,71%

VALORA RENDA IMOBILIÁRIA

VGRI11

17,33%

VINCI IMÓVEIS URBANOS

VIUR11

16,16%

LIFE CAPITAL

LIFE11

16,16%

Fonte: Dados dos Fundos

CUIDADOS AO USAR O INDICADOR

É muito importante ressaltar que o desempenho passado não é garantia de ganhos futuros.

Ou seja, os ganhos tanto de dividendos quanto de valorização das cotas podem não se repetir.

A lista inclui fundos de diferentes segmentos, como tijolo, papel e híbridos. Isso torna a análise mais complexa, já que cada tipo de FII possui características, fontes de renda e riscos distintos.

No caso dos FIIs de papel, muitos ainda possuem em seus portfólios CRIs atrelados a índices de preços (como IPCA e IGP-M) ou ao CDI. Esses fundos podem apresentar dividend yields elevados em determinados períodos, especialmente em cenários de juros altos ou inflação pressionada.

No entanto, esse nível de rendimento tende a oscilar conforme o ciclo econômico.

Já os FIIs de tijolo, por sua vez, dependem mais diretamente da ocupação dos imóveis, reajustes contratuais e dinâmica do mercado imobiliário.

Eventuais ganhos extraordinários, como revisões contratuais, venda de ativos ou receitas não recorrentes, também podem inflar temporariamente os dividendos.

Outro ponto essencial é que fundos cujas cotas sofreram quedas relevantes de preço tendem, automaticamente, a apresentar um dividend yield mais elevado. Isso ocorre porque o indicador é calculado com base no preço atual da cota.

No entanto, essa “aparente atratividade” pode refletir problemas de qualidade, deterioração dos ativos ou aumento de risco, e não necessariamente uma oportunidade.

Além disso, o cenário macroeconômico segue sendo um fator determinante.

Movimentos na taxa de juros, inflação e atividade econômica impactam diretamente tanto os fundos de papel quanto os de tijolo.

Portanto, este é um exemplo clássico de que dividend yields elevados nem sempre são sustentáveis ao longo do tempo.

CONCLUSÃO

Os exemplos acima ilustram a importância de não utilizar indicadores como o Dividend Yield de maneira isolada.

Afinal, olhando o yield dos FIIs citados, é possível ter a impressão de que se trata de uma boa oportunidade, o que, na nossa avaliação, pode não ser verdade.

Antes de recomendarmos um Fundo Imobiliário, fazemos uma análise ampla, que leva em conta diversos fatores, como: qualidade e transparência da gestão, localização dos imóveis, histórico do fundo, vacância, contratos de locação, entre outros.

Além disso, sempre recomendamos que o investidor tenha uma carteira diversificada, o que minimiza riscos e pode maximizar os ganhos no longo prazo.

POR QUE INVESTIR EM FUNDOS IMOBILIÁRIOS?

O investimento em Fundos Imobiliários é uma das formas mais inteligentes de investir em imóveis.

Além de os rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível investir em empreendimentos logísticos, corporativos, shoppings, entre outros, além de títulos atrelados ao mercado imobiliário.

DESEMPENHO DA CARTEIRA DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS

Abaixo, segue o desempenho Carteira Capitalizo de FIIs e REITs desde Outubro de 2017 até hoje. Perceba que, nesse período, o nosso retorno é muito superior ao apresentado pelo IFIX:

 

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira de FIIs e REITs está disponível para os assinantes da Capitalizo Invest.

Ela foi pensada para quem deseja renda mensal previsível, diversificação e proteção de patrimônio.

E o melhor: com apenas 10 minutos por mês, você mantém sua carteira 100% atualizada, sem complicações.

Clique no botão abaixo e assine agora!

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INVESTIR NO BRASIL É SEGURO OU ARRISCADO? A verdade sobre investir na nossa Bolsa de Valores!

22/03/202622/03/2026 Por Tiago Prux
CAPA (1)

Semana passada, eu, Tiago Prux, CEO da Capitalizo, estava conversando com um cliente quando ele disse uma frase que já ouvi algumas vezes “só maluco investe em Bolsa no Brasil”.

E, apesar de ele ser um cliente novo, recém migrado para a consultoria da Capitalizo, tive que falar a verdade: que a culpa era dele.

Nesse vídeo, eu falei mais sobre isso, mas venho compartilhar neste artigo também a minha opinião sincera sobre esse tema tão polêmico.

POR QUE AS PESSOAS ACHAM QUE INVESTIR NO BRASIL É ARRISCADO?

Quando a Bolsa de Valores do Brasil cai, especialmente em momentos de instabilidade política ou econômica, as desculpas vêm rapidamente.

Todos começam a dizer que o Brasil tem:

  • Muita instabilidade política
  • Inflação e juros muito altos
  • Excesso de impostos e burocracia
  • Insegurança jurídica
  • Histórico de crises

Tudo isso é verdade, mas será que essa é toda a história?

Esses fatores sempre existiram no Brasil, praticamente desde o início do país. Então, por que esses argumentos só aparecem quando a Bolsa cai e muitas pessoas perdem dinheiro?

Além disso, por que os mesmos gestores e influenciadores que criticam o mercado brasileiro ficam eufóricos em momentos de alta, incentivando você a investir?

A VERDADEIRA QUESTÃO

A verdade é que a Bolsa brasileira não é “ruim”. Ela – assim como praticamente todas as Bolsas do mundo – é um excelente instrumento para fazer dinheiro.

O problema é que muitas vezes investidores se deixam levar por vieses e notícias e depois culpam as circunstâncias por seus fracassos.

Um exemplo disso é o do investidor que viu a Bolsa começar a subir e decidiu investir nela uma quantia que ele precisaria em curto prazo, como oito meses.

Apesar de ser alertada que não era uma boa ideia, muitas vezes, a pessoa acha que sabe o que está fazendo, ignora o conselho, coloca o dinheiro em ações.

O pior é quando, no início, tudo parece dar certo. O valor investido sobe, e a pessoa se sente confiante.

Porém, na primeira virada do mercado, ela acaba retirando menos do que investiu inicialmente.

E, em vez de reconhecer o erro, é mais fácil culpar a bolsa, o governo, ou até mesmo o consultor financeiro que disse para ela não fazer o investimento dessa forma.

É claro que existem problemas políticos e econômicos, mas isso não é algo novo no Brasil.

Inflação, juros altos e dólar caro sempre foram características do mercado brasileiro, e esse já deixou muita gente rica mesmo assim.

E adivinhe: não foi sorte dessas pessoas. O que importa para ter sucesso aqui e em qualquer outro lugar é estratégia, disciplina e paciência para lidar com essas adversidades.

No Brasil, temos muitos setores interessantes e uma das melhores Rendas Fixas do mundo.

Não podemos depender 100% da economia interna, mas também não faz sentido mandar dinheiro para fora só por medo do cenário local, como eu vejo cada vez mais gente fazendo…

INVESTIR APENAS NOS ESTADOS UNIDOS É SEGURO?

Está cada vez mais na moda mandar seu dinheiro para fora e investir no S&P e na Nasdaq, por exemplo (as Bolsas dos EUA)…

E sim: as Bolsas americanas são fantásticas.

Elas contam com grandes empresas globais, uma liquidez gigantesca, muitas opções de investimentos, e todas as empresas mais revolucionárias do mundo estão nelas.

Mas, apesar de uma estabilidade maior, o mercado americano também não é isento de riscos.

Assim como investir só no Brasil não é ideal, pois expõe você totalmente aos riscos de um país, fazer o mesmo nos EUA também não é uma grande ideia.

No começo do século vimos, por exemplo, o S&P 500 levar mais de 10 anos para se recuperar da bolha das .com.

Mas então, o que fazer para construir uma carteira de sucesso?

QUAL O SEGREDO PARA INVESTIR COM SUCESSO?

Por tudo isso que eu disse hoje, acho que ficou claro que, para ter sucesso na Bolsa de Valores, é fundamental ter equilíbrio, estratégia e um pensamento global, sem cair em narrativas simplistas de que o Brasil ou o exterior é sempre melhor.

O investidor precisa estar atento às melhores oportunidades, onde quer que elas estejam.

Isso inclui pensar globalmente, buscar alternativas de investimento diversificadas e ter um plano que você segue com disciplina e paciência.

Não existe mercado ruim quando temos uma boa estratégia.

Um exemplo disso é minha carteira Tiago Prux, disponível para assinantes da Capitalizo, que, desde 2017, passando por Covid e várias adversidades, vem dando um bom desempenho:

Mais de 90% das receitas das empresas desta carteira são globais. E esse é o segredo para ela vencer tanto o S&P 500 quanto o Ibovespa. Equilíbrio e pensamento global.

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.

Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova” de crises.

Essa carteira faz parte da assinatura Capitalizo Invest.

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Categorias Ações e Empresas, Análise Fundamentalista, Bolsa de Valores, Carteiras de Ações, Dividendos, Economia & Investimentos, Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs, Renda Fixa, Tesouro Direto, Trader Tags dinheiro, perdas, saber perder Deixe um comentário

Investidor, não se sabote

21/03/2026 Por Tiago Prux
sabote

Após mais de 20 anos trabalhando no mercado financeiro, posso dizer que conheço muito mais sobre investidores do que sobre análise de investimentos.

Conhecer a “cabeça” do investidor, seus medos, anseios, dúvidas e sentimentos, me ajudou a ser um profissional e investidor melhor.

Digo isso porque sempre vi, na prática, onde as pessoas erravam e tive a chance de não repetir esses erros.

Aprendi cedo que “o erro mais barato é o do outro”.

Uma das características que sempre me intrigaram nos investidores é a capacidade de se auto sabotar. Ou seja, o investidor tem todas as condições de investir bem, mas não o faz.

Obviamente, existem vários motivos que levam à autossabotagem, mas o principal deles é a teimosia.

No dia a dia, lidamos com pessoas teimosas — e nós mesmos, muitas vezes, deixamos boas oportunidades passarem simplesmente por não querermos fazer as coisas de forma diferente.

UM EXEMPLO REAL

Deixo claro que meu intuito não é expor ninguém, mas quero mostrar na prática o quanto ser “teimoso” pode ser prejudicial para o investidor:


Basicamente, o que ocorreu no diálogo acima é que o cliente não quis renovar a assinatura por considerar nossos resultados ruins — chegando a dizer que foi um “desperdício” ter sido nosso cliente.

Ao ser questionado sobre qual Carteira ele seguia, respondeu: “Dividendos”. Explicamos que não era possível ter resultados ruins seguindo essa Carteira, pois, desde o início, ela sempre entregou bons resultados.

Foi explicado também que essa Carteira tem anos bons e outros nem tanto, mas que ela entrega o que mais importa: consistência.

Inclusive, desconheço uma Carteira com foco em dividendos melhor do que a nossa.

Mencionei ainda que realizamos mentorias mensais sobre a Carteira e que, em caso de dúvidas, o cliente poderia ter nos procurado — ou seja, não existem desculpas para não ter uma ótima Carteira de Dividendos.

Pela reclamação, ficou claro que o cliente jamais seguiu a Carteira da forma recomendada e, obviamente, precisava encontrar um culpado que não fosse ele.

O motivo de não ter feito o que deveria? Simplesmente a teimosia.

REFLEXÃO FINAL

A notícia ruim é que muita gente vai continuar preferindo “teimar” do que ganhar dinheiro. A boa notícia é que é possível mudar e investir melhor.

O que você escolhe?

Um abraço e ótimos investimentos,
Tiago

RESULTADO DA CARTEIRA DIVIDENDOS+

Aproveitando que mencionei a Carteira, confira abaixo o desempenho da Carteira Dividendos+, que segue se destacando por sua consistência e geração de renda ao longo dos anos:

 

COMO TER ACESSO À CARTEIRA DIVIDENDOS+

A Carteira Dividendos+ faz parte da assinatura Capitalizo Invest, criada para quem busca renda recorrente, estabilidade e crescimento no longo prazo.

Com ela, você tem acesso a análises completas, atualizações mensais e acompanhamento direto da nossa equipe de especialistas — tudo de forma prática e acessível.

Clique no botão abaixo.

Categorias Economia & Investimentos Tags bolsa de valores, carteira dividendos, dividendos, geração de renda, investimentos Deixe um comentário

Ibovespa recua; PRIO3 dispara +16% na semana; É hora de Aura33 voltar a subir?

20/03/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa sexta-feira (20/03):

Ibovespa recua; PRIO3 dispara

O Ibovespa fechou o dia aos 176.219 pontos, com queda de -2,25%. Na semana, o índice acumulou desvalorização de -0,81%.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -1,51% no dia e encerrou a semana com queda de -2,52%, aos 6.506 pontos.

Entre os destaques do dia, as ações da Prio (PRIO3) dispararam +3,1% e consolidam uma das trajetórias mais impressionantes da B3 em 2026, acumulando uma valorização de +16% na semana e expressivos +62% no ano.

Esse rali robusto é sustentado por uma combinação estratégica de execução operacional e um cenário internacional de preços de energia em patamares críticos.

O principal impulso para essa euforia é o início da produção no Campo de Wahoo, um projeto que vinha enfrentando gargalos de licenciamento e que agora, finalmente operacional, promete dobrar a capacidade produtiva da companhia para 200 mil barris por dia.

Somado ao sucesso em Wahoo, a PRIO se beneficia diretamente da escalada das tensões no Oriente Médio, que empurraram o barril de petróleo Brent para além da marca dos US$ 110 agora em março.

Como a empresa possui um dos custos de extração mais baixos do setor, essa alta da commodity se traduz em geração de caixa imediata e massiva.

Aura33 caiu -25%: é hora de voltar a subir? 

A queda recente da Aura33 acendeu um alerta entre os investidores.

Mas será que existe algum problema com a empresa ou é apenas mais um movimento de volatilidade do mercado?

Os fundamentos mudaram ou o cenário segue positivo para o longo prazo?

E, depois de uma alta tão forte nos últimos anos, essa correção pode representar uma oportunidade?

Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:

▶ Vídeo do Dia: AURA33 CAIU -25% EM POUCO DIAS. CHEGOU A HORA DA AURA VOLTAR A SUBIR FORTE?

Um abraço, um bom final de semana e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Confira Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Minério de ferro: avança com restrição chinesa a cargas da BHP. Saiba mais.

Lojas Renner (LREN3): aprova R$ 217,4 milhões em proventos. Saiba mais.

Helbor (HBOR3): fecha acordo com Cyrela (CYRE3) para venda de participação na HESA 159. Saiba mais.

CEMIG (CMIG4): Lucro líquido cresce 88% no 4T25, impulsionado por acordo de pós-emprego. Saiba mais.

▶ Artigo do Dia: Ações para a vida toda: O que fazer quando uma ação cai forte?

Agenda de Dividendos

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Ações para a vida toda: O que fazer quando uma ação cai forte?

20/03/202620/03/2026 Por Tiago Prux
bolsa

Escolher as melhores ações para compor uma carteira nem sempre é uma tarefa fácil. Em alguns casos, companhias que pareciam boas não eram, seja em função de mudanças no mercado ou nas próprias empresas.

Porém, existem negócios que possuem muitas vantagens competitivas, que conseguem se adaptar às mudanças dos mercados e são geridos por excelentes profissionais, o que colabora para a valorização das ações.

Quando se identifica esse tipo de empresa, o que um investidor de longo prazo deveria fazer é comprar e manter pelo máximo de tempo possível em carteira.

Logicamente, nenhuma empresa conseguirá manter seus negócios crescendo bem ou gerando lucros todos os anos.

Qualquer empresa tem anos bons e ruins, e nem mesmo ótimas companhias fogem a essa regra.

Justamente nos momentos ruins, as ações dessas empresas costumam cair muito fortemente: baixas de 20%, 40% ou até mais são comuns.

Sabemos que, nesses momentos, o ideal é ter paciência e aguardar a recuperação  ou até mesmo aproveitar para comprar mais ações.

Na teoria, parece fácil, mas por que muitos investidores, diante de ótimas oportunidades, não as aproveitam?

Infelizmente, o principal motivo é que boa parte dos investidores, em função de ruídos de curto prazo e movimentos de baixa, é levada a crer que as empresas não vão prosperar e que os preços das ações não vão mais subir.

Nesses momentos, muitos investidores vendem suas ações, quando, na verdade, deveriam manter ou comprar mais.

O QUE FAZ UMA AÇÃO SUBIR NO LONGO PRAZO?

No longo prazo, quanto mais uma empresa gerar lucro e entregar retorno aos seus acionistas, maior a probabilidade de a ação dessa empresa subir.

Afinal, todos querem ser sócios de uma empresa que cresce e aumenta, ao longo dos anos, o pagamento de dividendos.

Quando falamos em longo prazo, na verdade, estamos dizendo “sem prazo definido”.

Então, como não é possível quantificar o tempo que levará para uma ação subir, investiremos no mercado de ações apenas os valores que não temos necessidade de utilizar.

O QUE FAZ AS AÇÕES CAÍREM NO LONGO PRAZO?

Se, no longo prazo, o que faz uma ação subir é o crescimento de lucros e retornos para seus acionistas, caso a empresa não cresça, suas ações dificilmente valorizarão ao longo dos anos.

Dessa forma, temos:

Ações que geram lucros crescentes = probabilidade de alta em longo prazo

Ações que não geram lucros = probabilidade de baixa em longo prazo

Abaixo, temos a evolução do lucro líquido da WEG, desde 2011:

E NO CURTO PRAZO ESSA LÓGICA FUNCIONA?

Se, no longo prazo, as coisas parecem mais “controláveis” ou “previsíveis”, no curto prazo a lógica não costuma aparecer.

Mesmo uma empresa que gera lucros pode ter as ações desvalorizadas.

Da mesma forma, uma empresa que tenha prejuízos pode ter suas ações supervalorizadas.

Como costumamos falar, no curto prazo o mercado é “maníaco-depressivo”.

E quem procurar uma resposta lógica a cada movimento de alta ou de baixa poderá perceber que esse exercício pode ser uma grande perda de tempo.

Além disso, fatores que podem nem influenciar nos resultados da empresa, como guerras, eleições ou mesmo um tweet de alguém importante, podem trazer muita volatilidade às ações.

Sendo assim, muitas vezes as ações de uma empresa caem sem seus lucros sequer serem afetados.

Ou, mesmo que os lucros sejam afetados, as ações caem tanto que parece que a empresa nunca mais terá lucros novamente.

Para comprovar a nossa “Teoria dos Mercados Maníaco-depressivos”, tomemos as ações da WEG (WEGE3) como exemplo.

Abaixo, selecionamos os períodos em que tivemos fortes quedas das ações e também os longos períodos em que as ações pouco subiram.

AÇÕES DA WEG (WEGE3)

Entre dezembro de 2024 e outubro de 2025, caiu 40%.

Entre dezembro de 2020 e julho de 2020, caiu 5%.

Entre fevereiro e março de 2020, na pandemia, caiu 52%.

Entre julho de 2015 e julho de 2018, caiu 10%.

Entre julho de 2015 e fevereiro de 2016, caiu 36%.

Entre novembro de 2011 e agosto de 2011, caiu 35%.

Entre novembro de 2007 e outubro de 2012, caiu 15%.

Entre novembro de 2007 e novembro de 2008, na crise do subprime, caiu 66%.

VALEU A PENA INVESTIR EM WEGE3?

Apenas olhando os números acima, você acreditaria que WEGE3 foi uma das ações que mais renderam no longo prazo?

Pode não parecer, mas veja a alta de WEGE3 desde 2005:

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Isso mesmo, nesse período as ações subiram mais de 4.500%. Incrível!

O QUE FAZER QUANDO AS AÇÕES CAEM FORTE?

Algumas ações caem justamente porque seus negócios são ruins ou estão se deteriorando.

Outras, como é o caso da WEG, podem cair por problemas pontuais ou simplesmente pelo fluxo de curto prazo, que domina o mercado no “dia a dia”.

Se a ação cai, mas a perspectiva de longo prazo não mudou, isso pode ser uma grande oportunidade.

Por isso, é fundamental montar uma carteira de ações seguindo uma boa estratégia e acompanhando de perto as empresas.

Em momentos de queda do mercado, tenha calma e não aja por impulso, por mais desconfortáveis que esses movimentos possam parecer.

O investidor que tem estratégia e paciência costuma ser recompensado no longo prazo.

Conte com a gente nessa jornada e tenha ações para a vida toda.

DETALHES DA CARTEIRA E RESULTADOS

Abaixo, você confere os gráficos de resultados da Carteira Tiago Prux ao longo dos últimos anos até hoje, além de um vídeo explicativo com mais detalhes sobre como essa carteira funciona na prática:

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Hold e quer se tornar um investidor global.

Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova” de crises.

Essa carteira faz parte da assinatura Capitalizo Invest.

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Ibovespa avança; HAPV3 dispara +15%; Sabesp pode comprar a Copasa? 

19/03/202619/03/2026 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa quinta-feira (19/03):

Ibovespa avança; HAPV3 dispara 

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em alta de +0,35%, aos 180.270 pontos.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 recuou -0,27%, fechando aos 6.606 pontos.

Entre os destaques de alta do pregão, as ações da Hapvida (HAPV3) dispararam +15%.

O movimento ocorreu após a companhia reportar receita líquida de R$ 7,9 bilhões (+5,9%) no 4T25, impulsionada principalmente pelos reajustes de contratos e manutenção da base de beneficiários.

O EBITDA ajustado foi de R$ 713,8 milhões, com margem de 9,0%, refletindo ainda um cenário operacional pressionado, especialmente por custos assistenciais mais elevados.

O trimestre foi impactado por aumento da sinistralidade para 75,5% (+4,5 p.p. A/A), pressionada por maior frequência de utilização, sazonalidade desfavorável e ramp-up de novas unidades ainda em fase inicial.

Além disso, a companhia apresentou consumo de caixa relevante, reflexo do alto nível de investimentos e despesas financeiras, mesmo mantendo uma alavancagem controlada em 1,32x.

Sabesp pode comprar a Copasa? 

A Sabesp pode participar da privatização da Copasa e criar uma nova gigante na bolsa brasileira?

Quais seriam os impactos dessa possível movimentação para o setor de saneamento?

Essa combinação pode destravar crescimento e aumentar o pagamento de dividendos no longo prazo?

E o que muda para os investidores caso esse cenário se concretize?

Se a sua resposta for sim, clique no link abaixo e confira:

▶ Vídeo do Dia: SBSP3 E CSMG3 | A SABESP PODE COMPRAR A COPASA? ENTENDA COMO PODE SURGIR UMA NOVA GIGANTE NA B3

Um grande abraço e ótimos investimentos,
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

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Prio (PRIO3): abre primeiro poço produtor no campo de Wahoo. Saiba mais. 

Hypera (HYPE3): anuncia subscrição de R$ 1,403 bilhão em aumento de capital. Saiba mais.

Petróleo: ultrapassa US$115 após ataques a instalações energéticas no Oriente Médio. Saiba mais.

▶ Artigo do Dia: Investidor ou Torcedor: Como você se define?

Agenda de Dividendos

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Investidor ou torcedor: Como você se define?

19/03/202619/03/2026 Por Tiago Prux
Independência ou morte

Caso você se comporte como um investidor torcedor, preciso lhe dar o seguinte conselho:

“Quando qualquer profissional de mercado para de defender racionalmente a sua tese e parte para a defesa passional do investimento, é sinal de que deveria procurar outra profissão. Se as coisas mudam, é preciso mudar também.”

Infelizmente, tornar uma análise que deveria ser racional em “briga de torcida” é algo bastante comum entre a maioria dos investidores.

Eles preferem “defender a qualquer custo” em vez de debater e entender os pontos que levam a outra parte a ter uma opinião diferente.

Além disso, é perfeitamente aceitável uma pessoa entender que a empresa ou ação “X” é boa, mas outro investidor ter uma opinião contrária.

Afinal, para ganhar dinheiro no mercado, você precisa ter convicções e, claro, mudá-las sempre que o cenário não for mais o mesmo.

SIGA A SUA ESTRATÉGIA

Sinceramente, as pessoas gostarem ou não quando algum dos nossos analistas fala sobre ou recomenda a ação “A” ou “B” não faz a menor diferença para nossa equipe de análise.

Temos a convicção de que sabemos o que estamos fazendo e, entre muitos ganhos e algumas perdas, nossos resultados estão aí para mostrar que temos boas estratégias.

E é isso que fazemos: seguimos planos bem elaborados e que funcionam há muitos anos.

Nosso foco é fazer com que você ganhe dinheiro, sem precisar “torcer” por empresas, investidores ou gestores. Muito menos queremos que você se torne um “investidor torcedor”.

Na verdade, quem mais perde nesse processo de discussões infundadas e passionais é o próprio investidor. E o pior é que ele perde duas vezes: dinheiro, por não conseguir ter ganhos consistentes, e o seu precioso tempo.

INVISTA DE FORMA PROFISSIONAL

Existem algumas ações que, quando abordamos, recebem uma chuva de mensagens com xingamentos ou defesas apaixonadas desses ativos.

Normalmente, isso acontece com aquelas empresas cujas ações caíram demais.

Por óbvio, entendemos a dor desses investidores.

Somos solidários e sempre nos colocamos à disposição para ajudar. Sabemos que não é fácil ver ações da sua carteira caindo 60% ou 70% e não ter a menor ideia do que está acontecendo ou do que fazer.

Por isso, é importante você ter um plano.

Esse é o primeiro passo para se tornar um investidor realmente profissional.

NÃO SEJA UM “INVESTIDOR TORCEDOR”

Na Bolsa de Valores, não existe espaço para você agir de forma passional ou apaixonada.

Ou seja, toda decisão deve ser tomada através de um processo o mais objetivo possível, afastando-se da emoção e aproximando-se da razão.

E esse é o grande diferencial que a Capitalizo pode oferecer: um acompanhamento profissional para você sempre saber como agir, independentemente da situação.

Temos planos e seguimos esses planejamentos sempre de forma racional.

Por isso, foque no que realmente importa: manter-se vivo para ganhar dinheiro no mercado.

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