Se preferir assistir em vez de ler, confira o vídeo abaixo com a análise completa:
Depois de registrar uma desvalorização superior a 60% entre 2021 e 2022, a Aura Minerals (AURA33) inverteu a trajetória e acumula ganhos expressivos: mais de 500% desde o ano passado e cerca de 150% somente em 2025.
O caso ilustra como empresas com fundamentos sólidos podem atravessar períodos difíceis e, na sequência, entregar retornos excepcionais para quem manteve posição.
PRODUÇÃO, RECEITA E EFICIÊNCIA OPERACIONAL
A companhia, focada em ouro (70%–80% da receita) e cobre (20%–30%), passou quase três anos operando abaixo da capacidade.
A virada ocorreu a partir de 2023, quando aumentou a produção, elevou a eficiência e ampliou operações. Esse ciclo positivo coincidiu com a alta do dólar e do ouro, fortalecendo a receita.
Mesmo após a valorização, a ação segue negociando a múltiplos atrativos frente a mineradoras maiores, evidenciando competitividade.
CONTABILIDADE X GERAÇÃO DE CAIXA
Parte do mercado se confundiu com prejuízos contábeis, resultado de operações de hedge.
Contudo, esses números não refletiam saídas de caixa. O essencial era observar geração de caixa e EBITDA, ambos em trajetória crescente.
Esse avanço sustentou a reprecificação das ações e reforçou a consistência do case.
DIVIDENDOS CRESCENTES E POSIÇÃO CONSERVADORA
A Aura já figura como a mineradora júnior que mais paga dividendos no mundo.
Com caixa robusto e baixa necessidade de investimento, há espaço para dividendos extraordinários e yields potenciais entre 20% e 25%, considerando os preços atuais.
A posição também funciona como hedge: em cenários de instabilidade geopolítica ou monetária, a valorização do ouro tende a beneficiar a empresa.
FATORES DE SUPORTE AO OURO
Além de conflitos e tensões políticas, a expansão monetária dos bancos centrais mantém a atratividade do ouro como reserva de valor.
A base monetária dos EUA, por exemplo, cresceu de US$ 13 trilhões em 2016 para US$ 21 trilhões em 2024, favorecendo a busca por ativos com lastro limitado.
POR QUE A AURA AINDA TEM ESPAÇO PARA CRESCER
A trajetória da Aura reforça dois aprendizados centrais: empresas não deixam de ser boas porque suas ações caíram e, em alguns casos, quedas expressivas criam pontos de entrada privilegiados.
Hoje, a mineradora combina fundamentos sólidos, forte geração de caixa e perspectiva de dividendos robustos, permanecendo como uma peça estratégica em carteiras diversificadas, tanto como geradora de valor quanto como proteção em cenários de maior estresse.
VEJA COMO NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES SE DESTACAM
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, que priorizam empresas sólidas, diversificadas e com histórico consistente de geração de valor.
COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS
Todas essas Carteiras fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, desenvolvida para investidores que buscam crescimento patrimonial no longo prazo com segurança, estratégia e diversificação.
Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.
A semana começa com o mercado digerindo decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, revisando expectativas para inflação e crescimento, e reprecificando casos micro que ganharam tração nos últimos dias.
A seguir, organizo o panorama em narrativa contínua — sem listas — para você entender o que realmente pode mexer com preços ao longo dos próximos pregões.
CENÁRIO RECENTE: JUROS, INFLAÇÃO E APETITE POR RISCO
No Brasil, o Copom manteve a Selic, sinalizando que os primeiros cortes tendem a ficar para 2026, dependendo do comportamento das expectativas de inflação.
Nos EUA, o Federal Reserve iniciou um ciclo de flexibilização com corte de 0,25 p.p. e abriu espaço para mais duas reduções até o fim do ano.
Esse movimento melhora as condições financeiras globais e, por tabela, dá combustível para ativos de risco mundo afora.
O foco de curto prazo, porém, volta-se aos próximos dados de inflação: leituras mais “frias” reforçam cortes adicionais do Fed e aliviam a curva de juros local; surpresas “quentes” geram ruído e podem provocar realização.
MARFRIG E BRF: FUSÃO EFETIVADA E NOVO TICKER
A partir desta segunda-feira, BRF e Marfrig passam a negociar sob o código MBRF3, consolidando a combinação de negócios.
Para quem detinha BRFS3, a razão de troca foi de 0,85 ação de Marfrig por cada ação de BRF, com frações agrupadas e leiloadas — os recursos líquidos caem diretamente na conta da corretora.
A tese daqui em diante migra do “evento societário” para a captura de sinergias, normalização de dividendos e execução operacional no novo perímetro.
RECUPERAÇÕES JUDICIAIS: QUANDO EVITAR O “BARATO QUE SAI CARO”
Casos como Oi e Paranapanema voltaram às manchetes.
O ponto central é que empresas em recuperação judicial têm agenda travada por credores, captações dilutivas e incertezas operacionais que podem se arrastar por muito tempo.
A cada necessidade de capital, surge nova rodada de emissões ou renegociações que fragilizam o minoritário. Para estratégias fundamentalistas de longo prazo, a assimetria costuma jogar contra.
BANCO DO BRASIL (BBAS3): RUÍDO DE CURTO PRAZO E DÚVIDA ESTRUTURAL
As ações oscilaram em uma semana de notícias mistas.
No curtíssimo prazo, o banco ainda sente os impactos de um ciclo de provisões mais alto e o “efeito cauda” de trimestres fracos.
O que pesa mesmo é a questão estrutural: num sistema cada vez mais competitivo e digital, será que o BB consegue enxugar custos e manter eficiência próxima aos pares privados?
Essa interrogação estratégica limita a convicção de longo prazo, mesmo em momentos de preço aparentemente convidativo.
NATURA (NATU3): VIRADA DE PÁGINA OPERACIONAL
A companhia acelerou o desinvestimento das operações da Avon no exterior, praticamente concluindo a saída e concentrando energia no core da marca Natura nas Américas.
O movimento estanca perdas, simplifica a governança operacional e abre espaço para desalavancar e retomar distribuição de resultados adiante.
A leitura de mercado foi positiva e a ação respondeu bem, mas a tese daqui em diante é sobre execução disciplinada no “novo desenho” e recuperação gradual de margens.
A decisão judicial nos EUA afastou a hipótese de uma separação forçada de unidades como Chrome ou YouTube, ainda que mantenha restrições a práticas de exclusividade.
A remoção desse “pior cenário” reduz o desconto de risco regulatório no valuation.
Com receitas recorrentes robustas, forte geração de caixa e ROIC crescente, a empresa segue como âncora de tecnologia de qualidade — e o alívio respinga no humor do setor como um todo.
BR PARTNERS (BRBI11): LISTAGEM NA NASDAQ COMO CATALISADOR
A instituição financeira levou seu código BRBI para a Nasdaq, mantendo a listagem primária na B3.
O objetivo é ampliar a base de investidores estrangeiros e destravar múltiplos ao se comparar com pares globais.
Rentabilidade sólida, capitalização confortável e pipeline de crescimento sustentam a ambição; se a liquidez lá fora ganhar corpo, o efeito pode ser positivo sobre o preço por aqui.
B3 (B3SA3): NÚMEROS MISTOS E A BUSCA POR DIVERSIFICAÇÃO
Os volumes de negociação em ações e futuros recuaram na leitura anual de agosto, enquanto a base de investidores e as emissões de renda fixa subiram.
Essa combinação reaviva um tema conhecido: a necessidade de a B3 diversificar fontes de receita para reduzir a dependência do giro de bolsa à vista.
A estratégia de preços mais baixos ajuda competitividade, mas pressiona margens — novas avenidas (dados, infraestrutura, serviços adjacentes) são vitais para estabilizar resultados no tempo.
MARCOPOLO (POMO4): EXECUÇÃO E REABERTURA DE MERCADOS
A fabricante colhe frutos de um ciclo favorável: renovação de frotas, reposição pós-pandemia e oportunidades internacionais.
O retorno ao mercado europeu, via montagem local e exportação de conjuntos, fortalece o vetor de crescimento sem exigir capex desproporcional.
O caso segue como exemplo de tese em que estar posicionado antes da “virada do ciclo” fez toda a diferença.
COSAN (CSAN3): CAPITAL PARA ACELERAR A DESALAVANCAGEM
A injeção de capital anunciada por BTG e Perfin, via oferta de ações, endereça o principal calo do grupo: a alavancagem elevada.
A operação não resolve tudo de uma vez, mas reduz a pressão financeira e comprova a qualidade dos ativos operacionais (Raízen, Rumo, Compass, Moove).
A leitura inicial é positiva para o custo de capital e para o horizonte de geração de valor — ainda que a tese continue exigindo respeito ao risco financeiro no sizing da posição.
O QUE OBSERVAR NESTA SEMANA
Com a “trava” do Fed parcialmente removida e o Copom em compasso de espera, o fio condutor volta a ser inflação e atividade. Leituras benignas sustentam a curva mais leve e dão suporte a bolsa e crédito privado; surpresas negativas reacendem a volatilidade.
No micro, siga acompanhando a integração MBRF3, a trajetória de simplificação da Natura, os desdobramentos da listagem de BRBI no exterior e eventuais passos adicionais de desalavancagem na Cosan.
Em paralelo, vale monitorar volumes e indicadores de engajamento na B3 e, no campo de tech, qualquer novidade regulatória relevante para Alphabet e pares.
ANÁLISE FINAL
O pano de fundo segue construtivo para ativos de risco: ciclo de cortes iniciado nos EUA, curva local mais leve do que meses atrás e micro catalisadores relevantes em nomes selecionados.
Ainda assim, o mercado continua sensível a dados e a execução.
Em termos práticos, o caminho vencedor permanece o mesmo: manter disciplina, evitar ruídos de curto prazo, dimensionar risco com cuidado em teses alavancadas e privilegiar negócios de alta qualidade que crescem com eficiência.
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Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, que reúnem empresas sólidas, diversificadas e com histórico consistente de geração de valor.
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O mercado de ações sempre desperta dúvidas sobre quais empresas podem trazer bons retornos e quais devem ser evitadas.
Recentemente, analisamos cinco companhias bastante comentadas: duas que consideramos ações baratas e atrativas, e três que, na nossa visão, não merecem compra neste momento.
USIMINAS (USIM5)
A Usiminas viveu um período excepcional durante a pandemia, quando o preço do aço disparou, chegando a subir mais de 120% entre 2020 e 2022.
Esse movimento gerou a percepção de que a empresa poderia reviver seus tempos áureos pré-crise de 2008.
Mas, em nossa avaliação, foi apenas uma fase atípica.
A Usiminas é altamente dependente da economia local e sofre com a concorrência do aço chinês. Apesar de ter reduzido o endividamento, não vemos atratividade no ativo hoje. Por isso, recomendamos venda.
NATURA (NATU3)
A Natura tem passado por uma reestruturação importante após a compra da Avon. A pandemia agravou a situação, elevando o endividamento e pressionando os resultados.
Recentemente, a companhia anunciou a venda das operações da Avon na América Central e de todo o negócio internacional, focando novamente nas atividades na América do Sul. Esse movimento ajudou a reduzir a dívida líquida, que hoje já é pequena.
Nossa recomendação atual é manter, mas não descartamos voltar a recomendar compra no futuro, à medida que os resultados se consolidem.
NVIDIA (NVDA / NVDC34)
A Nvidia foi uma das ações mais lucrativas que já recomendamos, entregando mais de 2.000% de valorização entre 2020 e o início de 2024. Porém, no momento, nossa recomendação é de venda.
Apesar do forte crescimento dos lucros, o cenário para projeções futuras é desafiador, com maior concorrência e riscos relacionados à guerra comercial entre Estados Unidos e China.
Além disso, restrições de mercado, como a proibição de grandes empresas chinesas adquirirem seus chips, aumentam a incerteza.
SUZANO (SUZB3)
A Suzano é uma empresa muito barata e estratégica, mesmo em um cenário de preços deprimidos da celulose.
A companhia aumentou significativamente seu faturamento desde 2011, ultrapassando R$ 50 bilhões nos últimos 12 meses, e segue gerando muito caixa.
Graças às vantagens competitivas do setor brasileiro de papel e celulose, a Suzano tem conseguido aumentar preços mesmo em um momento de fraqueza no mercado.
Imaginamos que, em um novo ciclo positivo da celulose, o potencial de valorização será ainda maior.
ALLOS (ALOS3)
Resultado da fusão entre BRMalls e Aliansce Sonae, a Alos se tornou uma das referências no setor de shoppings no Brasil.
A companhia vem entregando forte geração de caixa, pagando dividendos e realizando recompras expressivas de ações, que foram canceladas e reduziram a base acionária, aumentando o valor para os acionistas.
Mesmo com todos esses avanços, a ação segue barata na nossa avaliação, o que torna a Alos outra oportunidade interessante de compra.
VEJA COMO NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES SE DESTACAM
Diversificação é essencial para identificar boas oportunidades e reduzir riscos.
Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, que vêm entregando resultados consistentes e muito acima da média do mercado:
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O tema dividendos segue no centro das atenções dos investidores. Em um cenário de juros elevados e busca por previsibilidade, identificar empresas sólidas que entregam caixa recorrente ao acionista é fundamental.
Entre as listadas na B3, uma companhia desponta como destaque e deve se consolidar como a maior pagadora de dividendos nos próximos anos: a Telefônica Vivo (VIVT3).
TELEFÔNICA VIVO (VIVT3): DESTAQUE ABSOLUTO
A Telefônica Vivo se consolida como uma das maiores pagadoras de dividendos da bolsa brasileira.
O destaque não está apenas no dividend yield — hoje próximo de 8%, mesmo após a alta de 50% da ação no ano —, mas principalmente no payout, que alcançou 151% em 2025.
A expectativa é que o indicador permaneça acima de 100% até pelo menos 2027.
SOLIDEZ E CRESCIMENTO
A companhia atua em um mercado consolidado, com alta previsibilidade de receitas e potencial de expansão orgânica superior ao de concorrentes como TIM e Claro.
Além disso, há espaço para aquisições pontuais no segmento de fibra, que devem reforçar o crescimento sem comprometer o pagamento de proventos.
PROVENTOS E RECOMPRAS
Só em 2025 já foram sete anúncios de dividendos e juros sobre capital próprio.
A Telefônica também tem batido recordes de recompra de ações, ampliando o valor entregue ao acionista, já que a redução da base acionária eleva o dividendo por ação.
RESULTADOS RECENTES
No 2T25, a receita cresceu 7% e o lucro líquido avançou 10%, para R$ 1,3 bilhão. O ROE atingiu 8%, as margens melhoraram e a dívida permaneceu estável.
O fluxo de caixa livre continua robusto — negativo apenas em 2015 —, o que sustenta a política de dividendos.
Além disso, o fortalecimento do real e a perspectiva de queda dos juros reforçam ainda mais a tendência positiva dos resultados.
A Telefônica Vivo combina solidez operacional, geração consistente de caixa e disciplina financeira com atratividade para o acionista.
A manutenção de payout elevado, somada à queda de alavancagem e ao cenário de juros mais baixos, reforça a expectativa de que a companhia siga entre as maiores pagadoras de dividendos da bolsa em 2025, 2026 e 2027.
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Recentemente, uma pesquisa Pnad Contínua mostrou a média salarial de cada estado do Brasil e escancarou uma dura realidade…
Se você não investir, não vai conseguir se aposentar com tranquilidade.
Neste artigo, vou falar mais sobre isso e mostrar, com números, a diferença que bons investimentos podem fazer no seu futuro.
Acompanhe!
Qual a média salarial de cada estado do Brasil?
Recentemente, uma nova Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada desde 2012 pelo IBGE, mostrou a média salarial para cada um dos 27 estados do Brasil em 2025, conforme a imagem abaixo:
Entre essas médias, é possível destacar alguns pontos interessantes:
Distrito Federal possui o maior salário médio do Brasil, de R$ 5.043 por mês
Maranhão, por sua vez, tem o menor: R$ 2.049
A distância entre eles é de enormes R$ 2.994, ou seja, o salário médio do Distrito Federal é 146% maior que o do Maranhão
E a média de salário no Brasil é de R$ 3.225 por mês
Porém, muito mais importante do que isso, essa pesquisa me deixou muito preocupado com a capacidade do brasileiro médio se aposentar com tranquilidade…
Eu calculei alguns números e é isso que descobri:
Quanto você consegue juntar para a aposentadoria sem investir?
Se você não investir, não vai conseguir se aposentar ganhando o salário médio do Brasil.
Isso não é uma possibilidade – é uma certeza baseada em números.
Vamos imaginar que você recebe o salário médio do Brasil, de R$ 3.225 por mês, e quer um futuro melhor para você e sua família…
Vamos considerar também que você é um mestre de orçamentos, e consegue a façanha de economizar 35% do que recebe por mês, todos os meses (algo bem difícil).
Economizando 35% do salário médio brasileiro por mês e deixando ele em uma conta que não rende, você teria, ao final de 40 ANOS:
Apenas R$ 541.800.
É muito pouco para uma vida inteira de economia e trabalho, não é?
Ou seja, mesmo se todos os brasileiros economizassem desse jeito, esse seria o patrimônio para aposentadoria da maioria deles.
Mas e se você investir? Vamos ver:
Quanto você consegue juntar para a aposentadoria investindo?
Agora, vamos imaginar novamente que você recebe o salário médio do Brasil, economiza 35% por mês e investe isso.
Consideremos que seu investimento rende, em média, 10% ao ano (nada mal, mas não é um desempenho excelente também).
Ao final dos mesmos 40 ANOS você terá:
R$ 6.264.955
Bem melhor, não é?
E estamos falando de um investimento que rende 10% ao ano. Aqui na Capitalizo, temos carteiras que renderam
19,7% ao ano (Dividendos+):
23,8% ao ano (Micro e Small Caps):
29,2% ao ano (Carteira Tiago Prux):
Imagine quanto o seu patrimônio poderia virar com uma rentabilidade como essa?
É por isso que investir é o caminho ideal — e investir com estratégia faz toda a diferença. Mesmo com o salário médio do Brasil, é possível conquistar um futuro tranquilo.
Quer investir com as melhores recomendações da Capitalizo?
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Você quer conhecer o meu banco favorito para investir?
Neste artigo, vou falar mais sobre um banco pequeno, mas com muito potencial de crescimento, no qual nós investimos aqui na Capitalizo!
Continue lendo para conhecer os resultados desse banco e entender por que vale mais a pena investir nele do que no Itaú, Banco do Brasil, Santander e Bradesco!
Por que investir em ações de bancos?
Por incrível que pareça, quando comecei a investir, havia um grande receio em investir em bancos.
Isso ocorria porque, nos anos 90, vários quebraram. Naquela época, o investimento seguro era telefonia fixa…
Mas, desde então, esse mercado evoluiu, e o setor de bancos é um dos mais “queridinhos” entre os investidores, por uma série de fatores:
Resiliência e estabilidade: bancos costumam ser empresas sólidas que resistem bem a crises.
Lucros recorrentes: no Brasil, os bancos ganham muito dinheiro com crédito, tarifas e serviços financeiros, o que gera fluxo de caixa constante.
Dividendos atrativos: instituições financeiras normalmente distribuem bons dividendos, sendo interessantes para quem busca renda passiva.
Proteção contra inflação: como os bancos ganham muito com juros, a SELIC mais alta geralmente os beneficia, aumentando suas margens de lucro com empréstimos.
Porém, ao procurar ações de bancos para investir, muitos investidores se prendem aos mesmos 4: Itaú (ITUB4), Banco do Brasil (BBAS3), Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4).
Assim, eles deixam para trás oportunidades gigantescas, como a que vemos hoje no Banco Mercantil (BMEB4)!
O melhor banco da B3: Banco Mercantil (BMEB4)
O Banco Mercantil é uma instituição financeira focada no atendimento a beneficiários do INSS e clientes de varejo. Ele possui mais de 80 anos de atuação e se destaca no segmento de crédito e serviços bancários para aposentados e pensionistas.
E, recentemente, ele divulgou resultados sensacionais:
Lucro de R$ 205 milhões no quarto trimestre de 2024 (36% acima do quarto trimestre de 2023)
ROE de mais de 40%, um número impressionante
Crescimento de 22% da carteira de crédito
Crescimento de 40% no segmento de consignado, o principal do banco
Queda da inadimplência acima 90 dias para 1,68%, o que permitiu diminuir as provisões em 22%
Além disso, o Mercantil tem uma estrutura enxuta, receita crescendo acima das despesas e, de forma geral, uma performance empresarial muito boa.
Como mencionei, ele também trabalha com produtos e serviços voltados para beneficiários do INSS, que é o público que mais vai crescer nos próximos 20 anos.
Ou seja, ele pode crescer mais do que grandes bancos como Itaú e Banco do Brasil…
Apesar de tudo isso, o Banco Mercantil ainda não é super conhecido, mas isso está mudando, aos poucos: investidores de peso entraram na base acionária, como o próprio Luiz Barsi e três fundos relativamente grandes.
Mas como nós encontramos essa oportunidade antes de todo mundo?
Como nós encontramos essas oportunidades antes de todo mundo?
Desde 2022, quando começamos a investir no BMEB4, já sabíamos que esses resultados provavelmente viriam. O que mudou de lá para cá? Nada.
Nós não temos controle sobre o preço da ação e não sabemos o que o mercado pode fazer amanhã, mas podemos sim estudar os resultados da empresa.
Nós podemos avaliar se os resultados projetados são sustentáveis e se há um crescimento sólido. O papel do analista não é adivinhar o que vai acontecer, mas entender a empresa e avaliar se as projeções feitas por ela são factíveis.
Desde 2022, falamos a mesma coisa: os grandes bancos vão crescer menos, porque a concorrência aumentou.
Já bancos menores e mais nichados terão um crescimento maior, como foi o caso do Mercantil.
Veja o que contam os números desde lá:
Banco Mercantil: valorização de 323%
Banco do Brasil: valorização de 85%
Itaú: valorização de 50%
Santander: valorização de 7,5%
Bradesco: queda de 5%
Em todas as nossas recomendações, damos foco à empresa, e a seus aspectos qualitativos e quantitativos.
É isso que realmente faz diferença nos investimentos dos clientes da Capitalizo e estamos sempre atrás de novas oportunidades como o Mercantil, em todos os setores.
Se você quer recomendações como essa, quero convidar você a conhecer nossa assinatura Capitalizo Completo!
Esse é nosso plano com todas as carteiras da nossa casa disponíveis, para você montar seu portfólio e sempre receber as melhores oportunidades de investimento assim que nossos analistas as encontrarem!
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Ou seja, se elas sobem, o Ibovespa deve subir. Se elas caem, naturalmente, o Ibovespa tende a cair também.
Já para entender se esse Índice de Ações está barato ou não, vamos utilizar um indicador bastante conhecido no mercado, o chamado Preço/Lucro ou P/L.
Para que fique mais claro, veja este gráfico abaixo. Ele representa o P/L (Preço/Lucro) histórico das ações que fazem parte do Ibovespa:
Lembrando que, esse indicador mostra, em teoria, em quantos anos o nosso investimento feito no ativo seria recuperado.
Hoje, o P/L do Ibovespa gira em torno de 7 x ou seja, em 7 anos teríamos o retorno do nosso investimento.
Se você reparar bem, verá que estamos num patamar próximo do fundo da crise de 2020 e também da crise de 2008!
Isso significa que a nossa Bolsa está, sim, muito barata!
Indo ainda mais longe, o momento atual pode ser considerado como raro na história da bolsa brasileira.
Importante:não recomendamos ninguém utilizar esse indicador de maneira isolada, mas, atualmente, ele é um ótimo indicativo do quão barata a nossa Bolsa está.
NÃO CONFUNDA CARTEIRA DE AÇÕES COM IBOVESPA
Como foi possível ver acima, quando se fala em “bolsa barata” estamos apenas nos referindo ao Ibovespa, um índice que é formado levando em conta critérios de liquidez e não de qualidade das empresas.
Dessa forma, é possível ter uma boa Carteira de Ações que tenha um bom desempenho mesmo que o Índice caia.
O MOMENTO É PARA APROVEITAR AS AÇÕES BARATAS
“A Bolsa pode ficar ainda mais barata?”
Sim, pode!
Porém, levando em conta as Ações que acompanhamos ou recomendamos, enxergamos que a maioria das empresas continuará divulgando resultados positivos nos próximos trimestres – mesmo que a economia nacional passe por momentos ruins.
Além disso, ainda existe uma série de boas oportunidades em Ações Internacionais e em diversas Small Caps brasileiras que sequer fazem parte do Ibovespa – e estão fora do radar da maioria dos investidores.
A hora é de filtrar essas Ações e aproveitar para comprar bons ativos em promoção.
NOSSAS ESTRATÉGIAS, CARTEIRAS E RESULTADOS
Atualmente, temos 5 carteiras de ações com foco no Longo Prazo, utilizando a estratégia fundamentalista Buy & Hold:
Carteira Tiago Prux, Dividendos +, Micro e Small Caps, Top Crescimento e Internacional (criada em 2020).
Apesar das carteiras terem algumas características diferentes, um ponto é semelhante entre todas é o “pensar globalmente”.
Essa é uma das formas mais importantes de trazer equilíbrio para as carteiras de ações.
Por isso, em todas as nossas carteiras recomendadas, há alocação em ativos internacionais ou em empresas brasileiras que tenham atuação global.
A Capitalizo é a Casa de Análise precursora nesse conceito do Investidor Global. Isso tem ajudado não somente a baixar a volatilidade das Carteiras, mas também a trazer mais retorno ao longo do tempo.
Abaixo, mostramos o desempenho de três das nossas Carteiras de Longo Prazo mais procuradas:
Carteiras Micro e Small Caps, Dividendos + e Tiago Prux, de julho de 2017 até hoje.
Como é possível perceber, todas as nossas carteiras também batem (de longe) o Ibovespa e outros benchmarks.
Isso mostra como uma carteira bem equilibrada é fundamental para um desempenho acima da média do mercado, mesmo em momentos turbulentos do mercado.
Compare e comprove! Os melhores retornos são da Capitalizo:
”Temos que ser fiéis aos nossos planos. Não existem atalhos”.
A fantástica frase acima foi dita pelo maior jogador de basquete de todos os tempos, Michael Jordan. Ele sabia que o seu desempenho ia depender do quão bem preparado ele estivesse e que, nessa jornada, o trabalho seria pesado – por mais talentoso que ele fosse.
Para Jordan, treinar era a chance de se preparar. E estar preparado era fundamental para manter sua mente equilibrada na hora do jogo. Ainda assim, ele errou milhares de cestas e, nos momentos mais importantes dos jogos, ele não conseguiu fazer a cesta final.
E lá ia Jordan treinar, novamente, seguir o seu planejamento. Afinal, “não existem atalhos”.
Hoje vou trazer alguns pontos que considero importantes seguir em momentos de crise ou de queda nos mercados e que me ajudaram ter sucesso nos meus investimentos.
CRISES SÃO CONSTANTES
Eleições, crises econômicas, empresas quebrando, desemprego, inflação, juros altos, guerras, terremotos, doenças, tragédias. O mundo sempre está “sempre” em crise e a bolsa reflete exatamente isso no curto prazo.
Hoje, por exemplo, vi ações da minha Carteira subindo 16%, enquanto outras caiam 11%. Por isso, não perco 1 minuto tentando encontrar uma lógica nisso.
Mas quando não foi assim?
Nesses momentos, eu imagino o Jordan me dando um “cutucão” e falando: “Esteja sempre preparado!”.
Mais dia, menos dia, mais crises virão. Eu sei que o mercado será muito duro comigo se eu não estiver preparado para elas. Isso é o que eu acredito ser importante.
MANTER O EQUILÍBRIO EMOCIONAL
Manter a racionalidade e não “panicar” é fundamental. Sempre existem oportunidades e uma forma de investir bem. Mas só consegue enxergar isso quem está com a “cabeça” no lugar.
Não perco o sono por causa do mercado, não fico frustrado, nem eufórico.
O que me deixa feliz e seguro é saber que eu sempre sei o que fazer e onde quero chegar. A racionalidade me mantém lúcido, o que me afasta de fazer “besteiras” e me aproxima de ganhar dinheiro.
MANTER O EQUILÍBRIO NOS MEUS INVESTIMENTOS
O que eu vi, em todos esses anos de mercado, foi que “fazer mais do mesmo”, ajustando pontualmente a minha Carteira ou Estratégia, é o melhor que eu posso fazer.
Pular de “galho em galho”, sem parar, ou buscar “fórmulas mágicas” são coisas que não passam pela minha cabeça. Eu sei que qualquer Estratégia tem seus momentos bons ou ruins. Me manter firme e com uma Carteira diversificada vão me ajudar a minimizar as perdas nos momentos ruins.
Eu tenho ações brasileiras, internacionais, exportadoras, de crescimento, de dividendos, small caps, blue chips… isso fez a Carteira Tiago Prux render, aproximadamente, 600%, desde 2017, contra pouco mais de 70% do Ibovespa.
Se eu consegui fazer isso, qualquer investidor também consegue. Basta querer.
FOCAR NO QUE IMPORTA
Cada um tem suas crenças, seu time de futebol preferido, o politico em quem confia ou jornal ou site onde vai se informar. Eu não sou diferente.
O que eu sei é que a maioria dessas preferências não serão nada úteis no meu objetivo de ganhar dinheiro no mercado. Pelo contrário, focar nas notícias e cotações de curtíssimo prazo vai mais atrapalhar do que ajudar.
O erro é investir focado no hoje ou no que vai acontecer daqui a 2 meses. O erro é deixar a nossa mente “cheia” de teorias ou ideias mirabolantes.
Tenho certeza que o Jordan não teria sido tão vencedor se levasse tudo que acontecia de ruim no curto prazo para a quadra. Como eu vou ser um investidor de sucesso de me deixar influenciar por tudo a minha volta?
Não estou dizendo política e economia não importam. Pelo contrario, importam e muito. Mas o trabalho para entender como me proteger desses efeitos negativos é sempre feito antes, através de um bom planejamento.
Dessa forma, consigo traçar cenários e me preparar para o que vier a frente.
Me planejar e me proteger são as minhas obstinações e o que tem me feito passar por todos os momentos turbulentos e quedas do mercado.
Essa é a forma que invisto e a forma que a Capitalizo trabalha. Se você também pensa assim, junte-se a nós.
Um abraço e ótimos investimentos!
Tiago Prux
CONHEÇA A CARTEIRA TIAGO PRUX
A Carteira Tiago Prux foi pensada e estruturada para você que segue a filosofia do Buy and Holde que quer se tornar um investidor global.
Com essa estratégia, bastam 10 minutos por mês para você manter sua carteira 100% atualizada e “à prova” de crises.
Entenda a Estratégia da Carteira no vídeo abaixo:
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