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Tiago Prux

FESA4 e INTB3: ações baratas e com potencial de recuperação

14/10/2025 Por Tiago Prux
FESA4 e INTB3

O mercado brasileiro segue em um momento de maior seletividade e correções pontuais — especialmente entre as small caps.

Nesse contexto, companhias com fundamentos sólidos acabam sendo negociadas com descontos expressivos, abrindo espaço para boas oportunidades de médio e longo prazo.

Entre elas, Ferbasa (FESA4) e Intelbras (INTB3) se destacam por apresentarem balanços robustos, boa gestão e potencial de recuperação, mesmo diante de um ambiente econômico mais desafiador.

FERBASA (FESA4): FUNDAMENTOS SÓLIDOS E ELEVADA MARGEM DE SEGURANÇA

Apesar da queda de cerca de 12% nos últimos 12 meses, a Ferbasa mantém uma estrutura financeira invejável e fundamentos consistentes.

Produtora de ferro-cromo e ferrossilício — insumos essenciais para o aço inoxidável —, a companhia deve se beneficiar do avanço estrutural da demanda na Ásia, impulsionada pelo crescimento da classe média e pela expansão industrial em países como China e Índia.

Mesmo diante de um cenário de preços estáveis e câmbio menos favorável, a empresa deve registrar crescimento de 10% a 15% na receita em 2025, apoiada em eficiência operacional e controle de custos.

Outro ponto de destaque é a dívida líquida negativa de cerca de R$ 971 milhões, o menor nível histórico — valor equivalente a quase metade do seu valor de mercado atual (R$ 2,2 bilhões).

Com P/VPA de 0,65 e dividend yield estimado em torno de 8%, FESA4 oferece margem de segurança elevada e potencial de valorização adicional à medida que o ciclo de commodities se fortalece.

INTELBRAS (INTB3): QUEDA EXAGERADA EM UMA EMPRESA DE EXCELÊNCIA OPERACIONAL

As ações da Intelbras acumulam uma desvalorização de cerca de 42% em 12 meses — movimento que parece exagerado diante da qualidade do negócio.

A companhia é referência nacional em segurança eletrônica, energia solar e redes, com ampla presença no mercado e gestão reconhecida pela eficiência e inovação.

O desempenho recente foi afetado por fatores pontuais, como a implantação de um novo sistema ERP no início do ano, que temporariamente elevou estoques e reduziu a produção.

Esse efeito, porém, já foi revertido: no segundo trimestre, a receita avançou para R$ 1,2 bilhão, mostrando retomada operacional e resiliência.

Mesmo com o câmbio volátil, a Intelbras manteve margens saudáveis e rentabilidade consistente.

Com P/L em torno de 8 vezes e P/VPA próximo de 1, a ação negocia em níveis atrativos para uma empresa com histórico de crescimento, marca consolidada e ampla capacidade de geração de valor no longo prazo.

EMPRESAS DESCONTADAS, RESULTADOS CONSISTENTES

Ferbasa e Intelbras representam um caso clássico de descompasso entre preço e valor.

Ambas seguem entregando resultados sólidos e governança exemplar, mas continuam penalizadas pelo ambiente de menor apetite a risco entre investidores.

Para quem adota uma visão de longo prazo, momentos como este costumam ser excelentes pontos de entrada.

A estratégia da Capitalizo segue firme: investir com disciplina, foco em fundamentos e paciência para colher resultados consistentes ao longo dos ciclos.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:

COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS

Essas carteiras fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso imediato a análises, relatórios exclusivos e recomendações práticas para investir com consistência e segurança.

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Quais os 3 MELHORES SETORES da Bolsa de Valores?

14/10/202514/10/2025 Por Tiago Prux
CAPA (4)

Existem alguns setores da Bolsa de Valores que, historicamente, apresentam grandes dificuldades em se sustentar bem no longo prazo.

Um dos exemplos mais conhecidos são as empresas aéreas – parte do grupo de companhias que têm despesas em dólar e lucros em real.

Por outro lado, também há setores que demonstraram resiliência e lucratividade histórica de forma consistente.

Para identificar esses setores de ações vencedoras, a Capitalizo realizou um estudo aprofundado, analisando os resultados de centenas de empresas em diversas bases de dados.

Com isso, formamos uma lista com 50 empresas que, nos últimos 20 anos, não registraram prejuízo.

Confira abaixo a distribuição setorial dessas companhias e, a seguir, veja mais detalhes sobre cada um dos principais setores:

Os 3 setores que mais apareceram nessa lista são esses:

1️⃣ EXPORTAÇÃO

Presença: 46% da lista

Assim como mencionamos que empresas com despesas em dólar e receitas em real tendem a ter resultados fracos, as que fazem o oposto costumam se sair bem.

As exportadoras não dependem exclusivamente do mercado interno e se beneficiam das vantagens competitivas de operar no Brasil.

Uma dessas vantagens vem da desvalorização do real frente a moedas estrangeiras, como o dólar e o euro. Quando a moeda brasileira está fraca, os produtos exportados se tornam mais baratos para compradores internacionais, aumentando a demanda.

Além disso, o acesso a mercados globais permite que essas empresas diversifiquem receitas e reduzam a dependência do mercado doméstico.

A exportação também incentiva ganhos de escala, inovação e eficiência, fortalecendo a competitividade.

Exemplos de ações: WEG (WEGE3), Dexco (DXCO3), Vale (VALE3), Suzano (SUZB3), Petrobras (PETR4), JBS (JBSS3).

(Não são necessariamente recomendações da Capitalizo.)

2️⃣ FINANCEIRO

Presença: 22% da lista

O setor financeiro, especialmente bancos e seguradoras, é um dos mais fortes do Brasil.

Isso ocorre porque os bancos historicamente se beneficiam dos juros altos, lucrando mais com a concessão de empréstimos e financiamentos.

Além disso, a concentração bancária no país — com poucas grandes instituições dominando o mercado — permite maior controle sobre preços e condições.

Exemplos de ações: Banco do Brasil (BBAS3), Santander (SANB11), Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4), BB Seguridade (BBSE3), Caixa Seguridade (CXSE3).

(Não são necessariamente recomendações da Capitalizo.)

3️⃣ ENERGIA ELÉTRICA

Presença: 16% da lista

O setor elétrico, especialmente o de transmissão, é outro que se destaca.

Essas empresas atuam em um setor essencial, com demanda estável e previsível, já que a eletricidade é fundamental tanto para a economia quanto para o consumo residencial.

Muitas operam sob concessões de longo prazo, o que garante fluxo de receita consistente. Seus contratos são indexados à inflação, o que protege seus resultados mesmo em períodos de pressão inflacionária.

Exemplos de ações: Taesa (TAEE11), Transmissão Paulista (TRPL4), Engie (EGIE3), Equatorial (EQTL3).

(Não são necessariamente recomendações da Capitalizo.)

VALE A PENA INVESTIR NESSES SETORES?

Depende de como você estrutura sua carteira.

Para alguns investidores, pode fazer sentido focar em prazos diferentes ou em outras classes de ativos, de acordo com perfil e objetivos.

A forma mais eficiente de definir isso é com base em uma análise profissional e personalizada, como a que oferecemos na assinatura Capitalizo Invest.

Com ela, você terá acesso às nossas carteiras recomendadas de ações, que incluem exportadoras, financeiras, elétricas e outros setores estratégicos, além de recomendações em fundos imobiliários, REITs, renda fixa e exterior.

Tudo isso dentro de uma estratégia única, pensada para maximizar ganhos e reduzir riscos em diferentes cenários de mercado.

DESEMPENHO DAS CARTEIRAS CAPITALIZO

Confira abaixo o desempenho consolidado das carteiras de ações da Capitalizo, que seguem entregando resultados consistentes e superando os principais índices da Bolsa:

COMO TER ACESSO ÀS CARTEIRAS CAPITALIZO

As carteiras da Capitalizo fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, criada para quem busca investir com segurança, estratégia e foco em resultados reais.

Com ela, você terá acesso imediato a todas as recomendações exclusivas da Capitalizo, vídeos explicativos, relatórios detalhados e acompanhamento próximo para investir com confiança.

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Ações para ficar de olho nesta semana: WEGE3, CBAV3, AURA33, MRVE3, BRAV3, DIRR3, CURY3, S2EA34

13/10/2025 Por Tiago Prux
Ações

Se preferir assistir, veja abaixo o vídeo completo com a análise desta semana.

A semana começa marcada pela volatilidade externa e pelas incertezas fiscais domésticas.

Enquanto o mercado reage às falas de Donald Trump sobre novas tarifas à China, os investidores avaliam os impactos no comércio global e nas commodities.

Nos Estados Unidos, a temporada de balanços dos grandes bancos tende a direcionar o humor dos mercados.

No Brasil, o foco permanece em resultados corporativos, na dinâmica do câmbio e no comportamento das ações mais ligadas ao ciclo econômico.

Mesmo em meio às oscilações, empresas com fundamentos sólidos seguem entregando resultados consistentes, enquanto algumas oportunidades surgem com correções pontuais de preço.

SETOR DE CONSTRUÇÃO: AJUSTE TÉCNICO APÓS FORTE VALORIZAÇÃO

Depois de meses de ganhos expressivos, as construtoras passaram por uma correção. MRVE3 caiu -14%, enquanto DIRR3 e CURY3 recuaram cerca de -8%.

O movimento reflete uma normalização de ritmo, já esperada após um primeiro semestre muito forte.

Apesar disso, as prévias operacionais mostram crescimento consistente, especialmente nas empresas ligadas ao Minha Casa, Minha Vida, que devem continuar com desempenho sólido, ainda que em ritmo mais moderado.

BRAV3 — VOLATILIDADE TÍPICA DAS JÚNIORES DE PETRÓLEO

A Brava Energia (BRAV3) recuou após interrupções temporárias na Bacia Potiguar durante auditoria da ANP.

Esses eventos, embora negativos no curto prazo, são comuns em empresas menores do setor e não comprometem a tese estrutural.

A companhia segue entre as alternativas interessantes do segmento onshore, ainda que PetroReconcavo (RECV3) apresente, no momento, um perfil de risco mais equilibrado.

CBAV3 — INTERESSE DE MERCADO REACENDE A TESE DE VALOR

As ações da CBA (CBAV3) subiram mais de 20% na semana, impulsionadas por rumores de venda da companhia a grupos estrangeiros.

Mesmo sem confirmação, o noticiário reforçou o quanto o papel está descontado: a empresa vale cerca de R$ 2,6 bilhões, mas potenciais propostas avaliadas em torno de R$ 7 bilhões implicariam preço acima de R$ 10 por ação.

Fundamentalmente, a CBA segue mais eficiente, com custos menores e geração de caixa crescente — o que mantém a tese atrativa mesmo sem evento corporativo concreto.

AURA33 — OURO EM ALTA E OPERAÇÃO EM EXPANSÃO

A Aura Minerals (AURA33) atravessa um período excepcional, sustentada por alta do ouro, custos menores e produção recorde.

A produção cresceu +9% a/a e +16% t/t, refletindo escala operacional e disciplina na execução.

Mesmo após valorização de mais de 500% desde 2023, o papel continua barato frente às mineradoras estrangeiras, com espaço para novas altas se o ouro permanecer acima de US$ 2.400 por onça.

S2EA34 — SHOPEE ACELERA EXPANSÃO NO BRASIL

A Sea Limited (S2EA34), controladora da Shopee, segue ampliando sua presença no e-commerce brasileiro.

A empresa inaugurou seu 14º centro de distribuição, em São Bernardo do Campo (SP), com capacidade para processar quase 4 milhões de pedidos por dia, consolidando-se como um dos maiores hubs logísticos da América Latina.

Esse avanço reforça a competitividade frente a Amazon e Mercado Livre, ampliando eficiência e reduzindo prazos de entrega.

Para o fim de ano, a expectativa é de recorde de vendas na Black Friday e no Natal, fortalecendo a presença da Shopee no varejo digital.

WEGE3 — QUALIDADE QUE O TEMPO CONFIRMA

Após um período de consolidação, WEG (WEGE3) voltou a mostrar força.

A empresa atravessou a pandemia sem perda de rentabilidade, ampliou portfólio e manteve a liderança global em soluções industriais e energéticas.

Mesmo sendo considerada “cara” por parte do mercado, os múltiplos refletem qualidade, previsibilidade e crescimento sustentável.

A recente retomada pode marcar o início de uma nova fase de valorização — mais um exemplo de como empresas excepcionais entregam retorno consistente ao longo do tempo.

PANORAMA CAPITALIZO

Mesmo em um mercado volátil, o investidor disciplinado encontra oportunidades em empresas de qualidade, bem posicionadas e com fundamentos sólidos.

Enquanto construtoras passam por correção técnica e o câmbio se ajusta, nomes como WEG, Aura Minerals e CBA reforçam a importância de olhar além do curto prazo.

Já a Shopee (S2EA34) mostra como companhias globais seguem apostando na expansão brasileira, fortalecendo o varejo digital.

A leitura da semana é clara: diversificação, paciência e foco em fundamentos continuam sendo os pilares para navegar entre volatilidade e oportunidade — princípios que seguem guiando a estratégia da Capitalizo.

VEJA COMO NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES SE DESTACAM

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O que evitar e o que vale a pena em 2025: CAML3, TTEN3, CYRE3 e CSNA3

13/10/2025 Por Tiago Prux
CAPA

O mercado de ações segue oferecendo oportunidades pontuais para quem busca qualidade a preços descontados — mas também armadilhas disfarçadas de barganha.

Em momentos de oscilação econômica, entender o que é barato de fato e o que apenas parece barato é essencial.

Entre os destaques recentes, algumas companhias combinam fundamentos sólidos com valuations atrativos, enquanto outras enfrentam desafios estruturais que limitam o potencial de retorno.

A seguir, uma análise equilibrada de quatro nomes representativos desses dois grupos.

CAML3 — CRESCIMENTO SÓLIDO E VALUATION ATRATIVO

A Camil (CAML3) construiu uma trajetória consistente de expansão, tanto por aquisições quanto por crescimento orgânico.

A receita evoluiu de cerca de R$ 1,4 bilhão em 2010 para quase R$ 15 bilhões nos últimos 12 meses.

Mesmo com o aumento da alavancagem, a estrutura financeira segue saudável. O lucro líquido ainda sofre com custos e despesas financeiras, mas o negócio mantém margens competitivas e posição de destaque no setor de alimentos básicos.

Com P/L próximo de 10x e P/VP de 0,5x, a ação negocia com forte desconto histórico — reflexo de um pessimismo excessivo.

A tese permanece válida, apoiada em fundamentos robustos e no potencial de normalização dos lucros.

TTEN3 — EFICIÊNCIA E EXECUÇÃO EM UM CICLO DESAFIADOR

A 3tentos (TTEN3) vem entregando resultados consistentes mesmo em um ambiente mais difícil para o agronegócio.

A criação da TentosCap, braço de crédito rural, e o avanço do projeto de etanol de milho reforçam a diversificação e a geração de valor.

Com múltiplos baixos (7x lucro) e rentabilidade crescente, a companhia mostra disciplina e boa gestão. Se o desempenho já é sólido em um ciclo adverso, a expectativa é de aceleração quando o cenário se tornar mais favorável.

Entre as small caps do agro, segue como um dos cases mais promissores para o médio prazo.

CYRE3 — QUALIDADE INQUESTIONÁVEL, MAS O CICLO LIMITA

A Cyrela (CYRE3) é sinônimo de solidez e reputação no setor imobiliário. Em mais de uma década, registrou prejuízo em poucos exercícios e construiu uma estrutura diversificada, com subsidiárias como Plano&Plano, Cury e Lavvi.

O segmento de baixa renda — beneficiado pelo Minha Casa, Minha Vida — tende a sustentar o crescimento, mas o setor continua altamente sensível a juros e inflação.

Mesmo com P/L baixo e múltiplos atrativos, o momento é mais favorável à manutenção do que à compra. É uma empresa de qualidade, mas num setor em que o “timing” faz toda a diferença.

CSNA3 — PRESSÃO EM MÚLTIPLAS FRENTES

Após o boom pós-pandemia, a CSN (CSNA3) enfrenta um cenário de margens apertadas e demanda enfraquecida.

A invasão de aço chinês, a queda do dólar e a menor atratividade do minério de ferro pesam sobre os resultados.

A empresa tenta se ajustar, mas a alavancagem volta a crescer, e há risco de novos prejuízos se os preços do aço permanecerem deprimidos.

Além disso, o passivo ambiental em Volta Redonda — com pedido de indenização superior a R$ 430 milhões — adiciona incerteza ao caso.

A combinação de lucros pressionados, risco jurídico e endividamento elevado torna o papel pouco atrativo no momento. Melhor buscar alternativas mais equilibradas em commodities.

VISÃO CAPITALIZO

Oportunidades verdadeiras surgem quando fundamentos e preço se encontram — e nem todo ativo barato representa valor.

CAMIL3 e TTEN3 se destacam por unir execução sólida, múltiplos convidativos e bom potencial de reversão de ciclo. CYRE3 continua sendo referência de gestão, mas exige paciência; já CSNA3 enfrenta um quadro que ainda inspira cautela.

A leitura é clara: qualidade, disciplina e análise de ciclo seguem sendo os pilares para separar preço de valor — e para capturar as melhores oportunidades do mercado.

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Não deu certo? Parta para outra!

13/10/2025 Por Tiago Prux
Exterior

Um dos principais erros dos investidores de longo prazo é se agarrar a posições perdedoras.

Posição perdedora não significa, necessariamente, uma ação que esteja caindo, mas sim um ativo de uma empresa que não apresenta mais boas perspectivas para o longo prazo.

Em muitos casos, entendemos que seja um pouco complexo o investidor identificar essas ações, pois isso pode exigir conhecimento profundo das companhias e de seus mercados de atuação.

Porém, na maioria das vezes, há mais chances de o negócio não prosperar do que continuar crescendo.

Exemplos não faltam: Oi (OIBR3), a Cielo (CIEL3) de 2017, as ações do setor educacional após o fim do FIES robusto, entre outros casos.

Sabendo disso, por que a maior parte dos investidores não “estanca a sangria”?

O LADO EMOCIONAL

O grande problema é que a maioria dos investidores não gosta de reconhecer que errou.

Além disso, mesmo reconhecendo o erro, o investidor tende a “travar” e não se livrar das empresas ruins.

Por isso, é importante deixar o coração de lado e agir da maneira mais racional possível.

Quando “bate o emocional”, os prejuízos costumam ser grandes.

NÃO DEU CERTO, MAS TODOS VÃO ERRAR

Assim como o maior investidor do mundo, Warren Buffett, se você comprou uma ação que não deveria, venda e parta para outra.

Recentemente, Buffett vendeu uma posição em companhias aéreas com prejuízo e reconheceu seu erro.

Errar faz parte de qualquer atividade e, por melhor que sejamos, todos vamos errar.

 Isso vale para relacionamentos, trabalho e, claro, para o mercado de ações.

Na Carteira Tiago Prux, por exemplo, já tivemos empresas que foram retiradas justamente por perderem seus fundamentos. Essas retiradas ajudaram bastante no excelente retorno que a carteira apresenta até hoje.

O investidor que se der ao luxo de não tirar as “maçãs podres” da carteira pode, em pouco tempo, acabar com uma cesta inteira comprometida.

Se não deu certo, parta para outra.

O meu bolso — e o seu — agradecem.

Confira abaixo o desempenho da Carteira Tiago Prux, que segue se destacando pela consistência e pela gestão racional, sem espaço para “apego” a posições perdedoras:

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Pense Globalmente, Invista Globalmente

12/10/2025 Por Tiago Prux
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Há algum tempo, comecei a me identificar como um “investidor global”.

Esse processo ganhou mais velocidade quando fundei a Capitalizo, em 2017 — período em que a nossa equipe de analistas começou a montar minha carteira.

O primeiro grande “teste” dessa nova abordagem ocorreu durante a maior crise da história das Bolsas, em 2020. A carteira sofreu uma queda, como era de se esperar (embora menor que a média do mercado).

No entanto, minha agradável surpresa foi a rapidez da recuperação, impulsionada pela exposição em ativos globais. 

Como pode ser observado abaixo, a Carteira Tiago Prux de Longo Prazo (linha azul) teve uma recuperação muito mais ágil, enquanto o Ibovespa (linha preta) continuou a apresentar dificuldades.

Além disso, a linha vermelha mostra como teria sido o desempenho da Carteira Tiago Prux sem as ações internacionais.

Considerando o período de 2017 até abril de 2022, o retorno da carteira foi de +506%. Caso tivesse excluído os ativos internacionais, o ganho total teria caído para +329%. No mesmo período, o Ibovespa subiu pouco mais de +78%, e o S&P 500, cerca de +80%.

Essa diferença, realmente, me surpreendeu.

O mais incrível é que boa parte da minha carteira de ações brasileiras é composta por empresas que atuam fora do país — diretamente ou por meio de exportações.

Ou seja, se a minha carteira fosse 100% focada no mercado interno, os resultados teriam sido muito inferiores.

Não tomo isso como um sinal para investir apenas lá fora. Pelo contrário, há várias empresas brasileiras líderes globais, que competem de igual para igual no cenário internacional.

No entanto, esses números são claros: ser um investidor global faz todo o sentido.

Não apenas como forma de proteção, mas também como estratégia para buscar maiores ganhos ao longo do tempo.

PENSE GLOBALMENTE, INVISTA GLOBALMENTE

Atualmente, entendo que não posso — e nem quero — me dar ao luxo de abrir mão de ter ativos internacionais.

Acredito, assim como os nossos analistas, que o futuro dos investimentos está em pensar globalmente e investir globalmente.

Esse conceito vai muito além da simples “diversificação em dólar”. Ele se baseia em procurar as melhores oportunidades de investimento, onde quer que elas estejam.

São esses investimentos que devem ser os vencedores no longo prazo — e são eles que eu quero ter sempre na minha carteira.

Confira abaixo o desempenho da Carteira Tiago Prux de Longo Prazo, que segue se destacando por sua consistência e exposição global:

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Ibovespa fecha a semana em queda; CSN (CSNA3) despenca -6,06%

10/10/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No último pregão da semana, o Ibovespa fechou em queda de -0,73%, aos 140.680 pontos. No acumulado semanal, o índice recuou -2,44%.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -2,71%, aos 6.552 pontos. Já na semana, o índice apresentou uma queda de -2,69%.

Mercado fecha semana com dólar em alta e temores fiscais no radar; Aura Minerals brilha com prévia operacional

Sexta-feira foi um dia mais cauteloso no mercado financeiro.

Sem grandes dados econômicos, tanto aqui no Brasil quanto lá fora, o foco acabou ficando nas movimentações do câmbio e nas notícias fiscais.

O dólar voltou a subir forte, chegando à casa dos R$ 5,50 — e na máxima do dia bateu R$ 5,55, o maior nível em mais de um mês.

Esse movimento refletiu um ambiente de aversão ao risco, tanto local quanto global.

Os investidores reagiram à derrota da MP 1303 no Congresso, que aumenta a pressão sobre o governo pra encontrar novas formas de recompor receita.

Além disso, declarações de autoridades sobre o novo crédito imobiliário trouxeram mais ruído, e os rumores de um pacote de gastos de até R$ 100 bilhões pra 2026 só aumentaram a preocupação com as contas públicas.

Lá fora, o dólar também ganhou força depois de novas ameaças tarifárias do Trump, que derrubaram bolsas e reforçaram a saída de recursos de países emergentes — o Brasil entre eles.

No campo corporativo, o destaque positivo foi a Aura Minerals (AURA33, AUGO), que divulgou sua prévia operacional do terceiro trimestre.

A produção total chegou a 74,2 mil onças equivalentes de ouro (GEO), o que representa uma alta de 9% em relação ao ano passado e 16% acima do segundo trimestre.

No acumulado do ano, a produção já soma 203,6 mil GEO, o que deixa a empresa bem posicionada pra bater a meta de 266 mil a 300 mil GEO em 2025.

Outro ponto importante foi o início da produção comercial em Borborema, que já superou 10 mil onças, com uma taxa de recuperação acima de 92% — mostrando o bom momento operacional da mineradora.

Já entre as quedas, CSN (CSNA3) ficou entre as maiores baixas do Ibovespa, sem fato relevante, apenas refletindo o movimento de ajuste e cautela no mercado de commodities.

Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Confira Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícias do Dia:

Plano&Plano (PLPL3): lançou R$ 2,1 bi em VGV no 3T25 (+99% a/a) e vendeu R$ 1 bi. Saiba mais.

Mitre (MTRE3): lançou R$ 520,8 mi em VGV no 3T25 (+85,7% a/a); vendas caíram 13%. Saiba mais.

Natura (NATU3): vai incorporar a Avon Industrial a partir de 1º de novembro de 2025. Saiba mais.

Ambipar (AMBP3): ações disparam +51% após vitória judicial contra o Bradesco. Saiba mais.

Brookfield (B1AM34): realizou desdobramento de BDRs na proporção de 3 para 2. Saiba mais.

Armac (ARML3): aprovou JCP de R$ 21,7 mi (R$ 0,05/ação; yield 1,69%). Saiba mais.

BTG Pactual (BPAC11): BTG Pactual passou a deter 49,7% do capital após exercer opção de compra. Saiba mais.

Eletrobras (ELET3): vendeu termelétrica Santa Cruz e concluiu desinvestimento em térmicas. Saiba mais.

Cyrela (CYRE3): lançou R$ 3,41 bi em imóveis no 3T25 (+38% a/a) e vendeu R$ 2,49 bi. Saiba mais.

Direcional (DIRR3): lançou R$ 2,2 bi no 3T25 (+54% a/a) e vendeu R$ 1,4 bi (+16%). Saiba mais.

Camil (CAML3): lucro caiu 33,7% no 2T25, para R$ 78,7 mi; receita foi de R$ 2,98 bi. Saiba mais.

Banco Pine (PINE4): aprovou JCP de R$ 23,2 mi (R$ 0,08/ação; yield 1,01%). Saiba mais.

▶ Vídeos do Dia:

PETR4, PETR3 | O QUE ESPERAR DAS AÇÕES, DIVIDENDOS E RESULTADOS DA PETROBRAS?

PREVIDÊNCIA PRIVADA E APOSENTADORIA | QUAL A MELHOR FORMA DE GARANTIR A SUA?

▶ Artigo do Dia: Benjamin Graham, Warren Buffett e Peter Lynch: entenda as estratégias de cada um

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

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PETR4, PETR3 | O que esperar das ações, dividendos e resultados da Petrobras?

10/10/2025 Por Tiago Prux
petrobras

As ações da Petrobras (PETR4) seguem em trajetória lateral nos últimos doze meses, mas a leitura fundamental da empresa é negativa.

Apesar da estabilidade do preço, a companhia vem apresentando deterioração de resultados e decisões estratégicas questionáveis, que reduzem a capacidade de geração de valor para o acionista.

É importante separar o comportamento de curto prazo da ação do desempenho real da empresa.

Em muitos casos — como o da Petrobras — o preço se mantém, enquanto a qualidade dos lucros e a eficiência operacional se deterioram.

INVESTIMENTOS E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Os novos investimentos anunciados recentemente não representam surpresa: já constavam do plano estratégico da companhia.

Entre eles, destaca-se a reativação de unidades de fertilizantes nitrogenados e a retomada do setor naval, com previsão de R$ 2,6 bilhões em aportes na Bahia.

Embora esses movimentos estejam alinhados ao discurso de estímulo à indústria nacional, não têm sinergia com o core business da Petrobras.

A companhia também prevê R$ 9,6 bilhões para ampliação da capacidade de refino no Rio de Janeiro, buscando elevar a produção diária de 1,6 milhão para cerca de 2,1 milhões de barris.

O ponto mais controverso, porém, é a inclusão de investimentos vinculados à Braskem (BRKM5) no plano da estatal — algo que, em nossa visão, não faz sentido econômico.

A Braskem enfrenta alto endividamento e desafios operacionais, e alocar capital adicional nesse ativo desvaloriza o próprio patrimônio da Petrobras.

POLÍTICA DE DIVIDENDOS E PERSPECTIVAS

Os dividendos vêm caindo de forma consistente, reflexo da piora dos resultados e do aumento de investimentos de baixa rentabilidade.

Mesmo com o preço das ações estável, o dividend yield já mostra redução relevante — sinal de que a rentabilidade ao acionista tende a continuar diminuindo.

A Petrobras está indo na contramão das grandes petroleiras globais, que reduziram investimentos e focaram em eficiência e retorno ao acionista.

Enquanto empresas internacionais fortalecem balanços e mantêm distribuição estável, a Petrobras prioriza aportes políticos e projetos de baixa previsibilidade.

VALUATION E RECOMENDAÇÃO

A companhia ainda se beneficia de preços de petróleo em patamar razoável, mas o ciclo de ganhos excepcionais entre 2021 e 2022 não deve se repetir.

O período de forte geração de caixa, impulsionado pela venda de ativos e pelo preço elevado do barril, ficou para trás.

A tendência agora é de queda gradual dos lucros e compressão do yield, com a empresa voltando a depender mais de decisões de governo do que de fundamentos de mercado.

Por essa razão, reiteramos recomendação de venda das ações da Petrobras (PETR4).

ANÁLISE CAPITALIZO

A Petrobras segue como um caso claro de descasamento entre o interesse do governo e o interesse do acionista.

Enquanto o foco deveria estar na eficiência e na distribuição de resultados, a estatal direciona capital a frentes que pouco ou nada agregam em rentabilidade.

Mesmo que o preço do petróleo se mantenha estável, o risco de destruição de valor é elevado — tanto pela política de investimentos quanto pela interferência política na gestão.

Para investidores em busca de dividendos e previsibilidade, há alternativas superiores no setor, tanto no Brasil quanto no exterior.

QUALIDADE, DISCIPLINA E FOCO EM VALOR

A tese da Capitalizo permanece clara: não basta pagar dividendos, é preciso gerar lucros sustentáveis.

O investidor deve priorizar empresas com gestão eficiente, foco no negócio principal e alinhamento real com o interesse do acionista.

A Petrobras, no momento, não cumpre esses critérios. Por isso, recomendamos rotacionar posições e buscar exposição em petroleiras com fundamentos mais consistentes e política de capital voltada ao longo prazo.

CARTEIRA DIVIDENDOS+

Na Carteira Dividendos+ da Capitalizo, reunimos empresas sólidas, lucrativas e com histórico consistente de distribuição de proventos.

Essa carteira tem como objetivo gerar renda passiva recorrente, com foco em crescimento sustentável e previsibilidade.

Abaixo, você confere o desempenho da Carteira Dividendos+ em comparação ao Ibovespa e ao IDIV:

 

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Dividendos+ faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que reúne todas as nossas carteiras recomendadas e estratégias de investimento.

Ao assinar, você terá acesso imediato às nossas recomendações exclusivas, análises independentes e acompanhamento contínuo — sempre com segurança, consistência e foco em resultados.

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Benjamin Graham, Warren Buffett e Peter Lynch: entenda as estratégias de cada um

10/10/2025 Por Tiago Prux
GettyImages 501615406

Quem deseja investir cada vez melhor certamente se beneficia ao conhecer a história de grandes investidores.

Eles acumulam vasto conhecimento e experiência no mercado e, além disso, compartilham lições valiosas que podem ser aplicadas no dia a dia.

Nomes de grande destaque na bolsa de valores, como Benjamin Graham, Warren Buffett e Peter Lynch, construíram fortunas com investimentos em ações.

Por isso, vale a pena explorar as técnicas que funcionaram tão bem para eles, não é?

A seguir, descubra mais sobre a história de cada um deles e conheça as estratégias que utilizavam em suas carteiras.

AS ESTRATÉGIAS DE BENJAMIN GRAHAM

Quem foi Benjamin Graham

Graham era um jovem de origem judaica cuja família enfrentou dificuldades durante a guerra. Nesse contexto, ele buscou sustentar seus familiares e iniciou sua trajetória em Wall Street após se formar na faculdade.

Embora tenha começado em um cargo operacional, sua capacidade analítica logo se destacou. Como resultado, foi promovido rapidamente, tornando-se sócio da empresa onde trabalhava aos 26 anos.

Além disso, Graham também lecionou e escreveu livros. Suas obras — Security Analysis e O Investidor Inteligente — são referências essenciais no mercado financeiro.

Sua carreira acadêmica se estendeu até os 62 anos, quando se aposentou da sala de aula. Graham faleceu em 1976, aos 82 anos, por causas naturais.

Como Graham investia

Graham não apenas utilizava estratégias interessantes na bolsa — ele criou sua própria abordagem. Foi o pioneiro do value investing, que consiste em identificar boas empresas a preços descontados.

Os resultados de seus investimentos foram notáveis, tanto em escolhas pessoais quanto na gestão da empresa que fundou, a Graham-Newman. Um de seus princípios mais marcantes era o gerenciamento de risco.

Ele sempre alertava que prever o mercado de ações é impossível. Por isso, via no value investing uma forma de obter margem de segurança — investir em empresas descontadas reduzia o risco de desvalorização.

Além disso, Graham adotava uma postura conservadora, analisando empresas de qualidade para o longo prazo. Para ele, a diversificação era crucial para mitigar riscos.

AS ESTRATÉGIAS DE WARREN BUFFETT

Quem é Warren Buffett

Warren Buffett, conhecido como o “Oráculo de Omaha”, é um dos investidores mais reconhecidos e bem-sucedidos do mercado.

Desde jovem, demonstrou interesse pelo tema — sua primeira compra de ações aconteceu aos 11 anos.

Na faculdade, formou-se em Economia e se especializou com Benjamin Graham na Universidade de Columbia. Posteriormente, trabalhou ao lado de seu mentor antes de fundar sua própria empresa.

Como Buffett investe

Após deixar o cargo de CEO da Berkshire Hathaway, Buffett segue atuando como investidor e referência mundial em finanças. Assim como Graham, baseia sua estratégia no value investing.

Um diferencial de Buffett é a simplicidade da abordagem: ele só investe em negócios que compreende, garantindo que entende como a empresa gera receita antes de comprar suas ações.

Buffett também prioriza companhias que demonstram segurança na geração de caixa, especialmente em períodos críticos da economia.

Além disso, valoriza empresas com vantagens competitivas claras, capazes de sustentar resultados consistentes no longo prazo.

AS ESTRATÉGIAS DE PETER LYNCH

Quem é Peter Lynch

Lynch, nascido em 1944, iniciou sua jornada no mercado financeiro ainda jovem, comprando ações e obtendo bons lucros. Mais tarde, formou-se em História, Filosofia e Psicologia, além de concluir um MBA.

Em 1966, começou sua carreira em investimentos e, posteriormente, tornou-se gestor do Fidelity Magellan, um dos fundos mais rentáveis da história. Lynch se aposentou aos 46 anos para se dedicar à filantropia.

Como Lynch investe

A estratégia de Lynch também se baseia no value investing, mas com foco em empresas de alto potencial de crescimento.

Ele priorizava companhias menores, com maior margem para valorização, e dava preferência a negócios que cuidassem bem do capital e valorizassem o retorno ao acionista.

Outro ponto essencial em sua abordagem era a diversificação. Lynch mostrou que uma carteira bem diversificada pode alcançar grandes retornos.

O MELHOR DE CADA UM

Então, o que achou das estratégias de Benjamin Graham, Warren Buffett e Peter Lynch?

Na minha avaliação, combinar as características de cada um deles pode aumentar suas chances de sucesso no mercado.

Por exemplo: o conservadorismo e a gestão de risco de Graham, a simplicidade de Buffett e o foco em diversificação de Lynch são princípios que seguimos aqui na Capitalizo, aplicados nas nossas estratégias e carteiras de investimento.

E, se existe uma Carteira que traduz exatamente esses conceitos — disciplina, visão de longo prazo e foco em valor — é a Carteira Tiago Prux.

DESEMPENHO DA CARTEIRA TIAGO PRUX

Aproveitando que mencionamos, confira abaixo o desempenho da Carteira, que segue se destacando por sua consistência e geração de valor ao longo dos anos:

 

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A Carteira Tiago Prux faz parte da assinatura Capitalizo Invest, desenvolvida para quem busca investir com segurança, consistência e foco em resultados de longo prazo.

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Ibovespa recua -0,31%; TSMC (TSMC34, TSM) divulgou a prévia do resultado; Brava Energia (BRAV3) despenca -5,09%

09/10/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias:

Principais Bolsas

No pregão de hoje, os principais mercados globais fecharam em queda.

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em queda de -0,31%, aos 141.708 pontos.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu -0,28%, fechando aos 6.735 pontos.

Mercado repercute queda da MP 1.303, IPCA abaixo do esperado e resultados da TSMC (TSMC34, TSM); Brava (BRAV3) recua no Brasil 

Hoje, quinta-feira (09/10), a gente teve como principal destaque o IPCA de setembro aqui no Brasil.

O índice subiu +0,48% no mês e +5,17% em 12 meses, um pouquinho abaixo do que o mercado esperava, que era +0,52% e +5,22%, respectivamente.

O resultado até trouxe um certo alívio no começo do dia, mas esse movimento acabou perdendo força depois das falas do diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton José David, que reforçou que a Selic deve continuar em 15% por mais tempo — e ainda deixou em aberto a possibilidade de retomar o ciclo de alta.

Além disso, pesou também a derrota do governo no Congresso, com a queda da Medida Provisória 1.303, o que reacendeu preocupações com o quadro fiscal.

Lá fora, os Estados Unidos seguem parados por causa do shutdown, então não tivemos novos dados econômicos por lá.

No noticiário corporativo internacional, o destaque foi a TSMC (TSMC34, TSM), que divulgou uma receita de T$ 989,92 bilhões (US$ 32,47 bilhões) no terceiro trimestre — um crescimento de +30% em relação ao mesmo período de 2024 e acima das projeções do mercado.

O avanço foi puxado principalmente pela demanda de chips ligados à inteligência artificial, que compensou a fraqueza dos eletrônicos de consumo.

O balanço completo da empresa sai no dia 16 de outubro.

Já aqui no Brasil, o destaque negativo ficou pra Brava Energia (BRAV3), que suspendeu temporariamente a operação de algumas unidades na Bacia Potiguar por conta de uma auditoria da ANP, que deve terminar até o dia 10 de outubro.

A empresa informou que só vai detalhar os impactos na produção depois da conclusão do processo. As ações reagiram mal e ficaram entre as maiores quedas do Ibovespa no dia.

Um abraço e bons investimentos
Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

▶  Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

▶ Notícia do Dia:

Brasil: Câmara rejeitou MP 1.303/2025 e manteve regras atuais do IR sobre investimentos. Saiba mais.

Oncoclínicas (ONCO3): aprovou aumento de capital de até R$ 2 bi a R$ 3,00 por ação. Saiba mais.

Netflix (NFLX34, NFLX): avalia disputar direitos da Champions League a partir de 2027-28. Saiba mais.

EMAE (EMAE4): informou estar no centro de disputas entre Phoenix, credores e Sabesp. Saiba mais.

Tenda (TEND3): vendas líquidas somaram R$ 1,1 bi no 3T25 (+4,5% t/t; –25% a/a). Saiba mais.

Brasil: IPCA subiu +0,48% em setembro e acumula +5,17% em 12 meses. Saiba mais.

Google (GOGL34, GOOG): lançou o Gemini Enterprise, plataforma corporativa de IA. Saiba mais.

Brava Energia (BRAV3): interrompeu temporariamente parte da produção na Bacia Potiguar. Saiba mais.

TSMC (TSMC34, TSM): receita do 3T25 subiu 30%, para US$ 32,5 bi, acima das projeções. Saiba mais.

PepsiCo (PEPB34, PEP): receita subiu 2,6% no 3T25, para US$ 23,9 bi; lucro caiu 11%. Saiba mais.

▶ Vídeo do Dia: ESSA AÇÃO PODE DISPARAR MAIS DE 170% AINDA EM 2025 | CBA (CBAV3)

▶ Artigo do Dia: Quer saber onde investir esse mês? Confira aqui!

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