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small caps

Small Caps: Realmente vale a pena investir?

10/03/202610/03/2026 Por Tiago Prux
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Ao começar a dar seus primeiros passos na Bolsa de Valores, você se depara logo de cara com um problema: existem quase 400 empresas listadas! Como escolher em quais investir?

Sem dúvidas, esse é um dos maiores desafios para quem está começando sua jornada de investimentos, inclusive para quem investe há mais tempo.

Um caminho que pode funcionar muito bem no início é separar as companhias a partir do tamanho do valor de mercado.

Nesse contexto, quando olhamos para as empresas que possuem menor valor de mercado, encontramos aquelas conhecidas como Small Caps (baixa capitalização).

Neste artigo, você vai entender tudo o que precisa saber sobre as ações Small Caps, quais são suas vantagens e como investir nelas na Bolsa de Valores. Confira!

O QUE SÃO SMALL CAPS?

As Small Caps são um tipo de empresa listada na Bolsa de Valores, e sua classificação faz referência ao tamanho da companhia.

Empresas de menor porte são consideradas Small Caps; as de médio porte, Mid Caps; e as maiores são chamadas de Large Caps (ou Blue Chips).

Embora não haja um limite específico para diferenciar essas categorias, as Small Caps são geralmente consideradas empresas que apresentam valor de mercado entre R$ 2 bilhões e R$ 7 bilhões.

Normalmente, as Small Caps representam negócios em crescimento e, por isso, reinvestem frequentemente os lucros na expansão da empresa.

Por esse motivo, podem apresentar grande valorização no longo prazo.

Por outro lado, por serem empresas menores e, muitas vezes, menos conhecidas do que as grandes companhias, é normal que suas ações não tenham tanto acompanhamento ou demanda por parte da maioria dos investidores e instituições financeiras.

Assim, o volume de negociação (liquidez) costuma ser menor do que a média.

Mas essa menor liquidez pode representar uma excelente oportunidade para o investidor pessoa física.

Com um volume de negociação menor, torna-se mais difícil que grandes instituições montem posição na companhia e, assim, a ação tende a sofrer menos interferência ou estratégias que pressionem seu preço.

Abaixo, vamos ver uma small cap fora do radar da maioria dos investidores que, além de ser uma boa empresa, tem bom potencial de crescimento.

BANCO MERCANTIL (BMEB4)

O Banco Mercantil foi fundado em 1943 com a inauguração da primeira agência na cidade de Curvelo, em Minas Gerais. Na época, a intenção era contribuir para o desenvolvimento econômico da cidade e da região.

Desde então, a instituição passou por um forte processo de expansão e hoje conta com presença em diversos estados brasileiros, atendendo centenas de cidades e consolidando sua atuação como uma instituição especializada em nichos específicos do mercado financeiro.

A estratégia central do banco é oferecer um ecossistema financeiro completo voltado para o público 50+, segmento que cresce rapidamente no Brasil e tende a ganhar ainda mais relevância nas próximas décadas.

O principal foco do Mercantil está no pagamento de benefícios do INSS, segmento no qual a instituição se consolidou como uma das grandes referências do país, figurando entre os cinco maiores pagadores de benefícios previdenciários. 

A partir dessa base de clientes, o banco oferece uma gama de produtos financeiros, como crédito, investimentos, seguros e outros serviços, ampliando o relacionamento e aumentando o nível de recorrência de receitas.

Essa estratégia se beneficia do perfil mais estável da base de clientes, o que tende a reduzir riscos e trazer maior previsibilidade aos resultados.

 

Nos últimos anos, a gestão também tem intensificado os esforços para acelerar a digitalização de seus serviços.

Isso representa um desafio adicional para o banco, uma vez que grande parte de seu público ainda possui menor familiaridade com soluções digitais.

Ainda assim, o avanço tem sido significativo, com crescente utilização de canais digitais na contratação de produtos e no atendimento.


Esse movimento também aparece na evolução da base de clientes.

Enquanto anteriormente o banco possuía cerca de 5 milhões de clientes no início de 2022, atualmente a instituição atingiu a marca de 10 milhões de clientes no 4T25, representando um crescimento expressivo ao longo dos últimos anos e um avanço de 11% apenas em relação ao 4T24.

 

O crescimento da base reflete tanto a expansão física quanto digital da instituição. Apenas em 2025, o banco inaugurou 61 novas agências, ampliando sua presença geográfica e fortalecendo sua estratégia de proximidade com o público-alvo.

Paralelamente, os canais digitais também ganharam protagonismo, com 82% dos contratos de crédito sendo originados digitalmente ao longo de 2025, o que melhora a eficiência operacional e a experiência do cliente. 

No crédito, o banco mantém forte foco em produtos colateralizados e de menor risco, principalmente o crédito consignado, que segue como principal produto da instituição.

A carteira total de crédito atingiu R$ 23,7 bilhões no 4T25, crescimento de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior, reforçando a estratégia de expansão com disciplina de risco. 

Essa especialização em linhas de crédito com desconto em folha ou garantia contribui para manter níveis de inadimplência relativamente controlados e sustentar elevados níveis de rentabilidade.

Em 2025, o banco também registrou resultados financeiros relevantes, com lucro líquido recorrente anual atingindo R$ 1 bilhão, um marco histórico para a instituição e que evidencia a capacidade de execução da estratégia adotada.

Em relação ao desempenho das ações nos últimos anos, o resultado é impressionante.

Nos últimos 5 anos, as ações de Banco Mercantil (BMEB4) apresentam valorização de +1.255%, enquanto o Banco Itaú (ITUB4) subiu apenas +219% no mesmo período, conforme mostrado no gráfico abaixo:

 

O valor de mercado do Banco Mercantil é um pouco mais de R$10 bilhões de reais. Só para você ter uma ideia, o Banco Itaú (ITUB4) vale R$ 462 bilhões.

COMO ACOMPANHAR AS SMALL CAPS?

Os investidores de renda variável geralmente estão familiarizados com o Ibovespa, principal índice de referência da bolsa brasileira.

No entanto, o Ibovespa é bastante concentrado em poucas empresas, principalmente dos setores de bancos e commodities, não fornecendo informações relevantes sobre as small caps.

Por isso, o mercado utiliza outro índice: o SMLL. É ele que deve ser utilizado para acompanhar o desempenho das Small Caps na Bolsa de Valores.

Assim como é possível investir em ativos que replicam o Ibovespa (ETF BOVA11), também é possível investir no índice SMLL por meio do ETF SMAL11.

COMO INVESTIR EM SMALL CAPS?

As principais estratégias para investir em Small Caps são: fundos de investimento em ações, ETFs ou montar a própria carteira de ações.

Escolha a forma que melhor se adeque ao seu perfil de investidor e conte com as nossas recomendações.

RECOMENDAÇÕES DE MICRO E SMALL CAPS DA CAPITALIZO

Acompanhar e recomendar ações de Micro e Small Caps está no DNA da Capitalizo. Por isso, criamos a Carteira Micro e Small Caps, um portfólio focado exclusivamente nesse segmento.

Um dos diferenciais é a estratégia Fake Small Caps: empresas que têm o potencial de crescimento das small caps, mas com histórico sólido de execução, liderança em seus mercados e boa gestão.

Ou seja, companhias que parecem pequenas, mas entregam fundamentos consistentes.

Confira o desempenho da Carteira e veja, na prática, os resultados que uma estratégia bem estruturada pode gerar.

COMO TER ACESSO À CARTEIRA

A Carteira Micro e Small Caps faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que dá acesso às nossas análises completas, recomendações atualizadas e estratégias estruturadas para investir com método e disciplina.

Se você quer investir em Small Caps com critério e acompanhamento profissional, essa é a forma mais direta de ter acesso às nossas recomendações.

Categorias Ações e Empresas, Análise Fundamentalista, Aposentadoria, Bolsa de Valores, Carteiras de Ações, Economia & Investimentos, Educação Financeira, Investimentos de Longo Prazo, Small Caps Tags ações small caps, as melhores small caps, carteira de small caps, como comprar small caps, investir em small caps, micro capr, o que é small caps, small caps, small caps da bolsa, vale a pena investir em small caps Deixe um comentário

Duas Small Caps baratas da B3 para 2026

08/02/202608/02/2026 Por Tiago Prux
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No artigo de hoje, vamos falar sobre duas Small Caps baratas para “ficar de olho” em 2026, e que acreditamos possuir boa qualidade em seus fundamentos.

A maioria dos investidores busca as melhores ações, mas não sabe como procurar,  e muito menos qual é o momento ideal de compra e venda.

Quando se trata de investir na Bolsa de Valores utilizando a análise fundamentalista, esse processo se torna mais claro.

Essa abordagem utiliza indicadores financeiros que ajudam a identificar se uma ação está barata ou não.

Apesar de não recomendarmos o uso de nenhum indicador de forma isolada, hoje traremos ações de empresas que estão atrativas em relação ao indicador Preço/Lucro (P/L), o mais conhecido e utilizado no mundo todo.

O P/L é uma métrica que estima em quanto tempo o investimento em uma ação pode ser “devolvido” ao investidor, considerando que a empresa mantenha seus lucros. Abaixo, segue o cálculo:

P/L = Cotação da ação / Lucro por ação

Exemplo: Uma ação cotada a R$ 10,00, com lucro líquido anual por ação de R$ 2,00.

Calculando o P/L, temos: 10 / 2 = 5

Ou seja, seriam necessários cinco anos para obter o retorno do valor investido, mantendo-se as condições.

Agora, vamos às Small Caps que apresentam uma relação de P/L atrativa.

WIZ (WIZC3)

Todo mundo precisa de seguro. A qualquer momento, podemos sofrer um acidente de carro ou enfrentar um problema de saúde, e isso não é previsível.

Essa característica faz com que as empresas do setor de seguros sejam excelentes opções para investir na Bolsa de Valores, devido à demanda perene por esses serviços.

Entre as empresas do setor com capital aberto, a Wiz é aquela que, na nossa visão, apresenta melhor diversificação de negócios, maior potencial de internacionalização e boas perspectivas de retorno.

Nos últimos anos, a companhia passou pelo fim da exclusividade de seus contratos com a Caixa Seguradora.

Desde então, sua dependência em relação ao banco vem sendo reduzida por meio de novas parcerias, como a firmada com o Banco Inter.

A Wiz se destaca por operar com baixo custo, boas margens de lucro, receitas crescentes e ampla experiência no setor de seguros, o que a torna uma opção interessante para o longo prazo.

A expectativa é que a empresa continue ampliando suas parcerias, ao mesmo tempo em que consolida aquelas adquiridas nos últimos anos.

Também vale reforçar o potencial de internacionalização e a maior diversificação das linhas de atuação.

BANCO MERCANTIL (BMEB4)

Um setor que historicamente não pode faltar na carteira de investimentos é o setor bancário.

No Brasil, quem investiu nesse segmento ao longo do tempo, em geral, fez bons negócios.

Apesar de o setor ser dominado pelos cinco grandes bancos, existem instituições de pequeno e médio porte que oferecem boas oportunidades de investimento no longo prazo.

Uma Small Cap do setor bancário que permanece fora do radar da maioria dos investidores, e que consideramos bastante interessante, é o Banco Mercantil.

Fundado em 1943, o banco tem forte atuação no atendimento a beneficiários do INSS, especialmente em Minas Gerais e no interior de São Paulo.

A partir dessa base, o Mercantil atua na venda de produtos como investimentos, crédito, corretagem de seguros e câmbio.

São produtos de menor risco, o que representa uma vantagem competitiva importante, garantindo boa previsibilidade de resultados e rentabilidade consistente.

Mesmo após a forte valorização recente das ações, a empresa ainda negocia a preços atrativos, sustentados pelo crescimento operacional.

Para 2026, a expectativa é de continuidade desse ritmo de crescimento, com avanço no ambiente digital, expansão da base de clientes e aumento da oferta de produtos.

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES

Mais do que olhar apenas para Small Caps baratas, é fundamental analisar o histórico de rentabilidade, a qualidade dos fundamentos e a força do setor em que a empresa atua.

Indicadores como o P/L são ferramentas valiosas no processo de seleção de ativos, mas não devem ser utilizados de forma isolada.

Investir bem exige visão de longo prazo, método e disciplina.

OUTRAS RECOMENDAÇÕES DE SMALL CAPS

Acompanhar e recomendar ações de Micro e Small Caps faz parte do DNA da Capitalizo.

Além de integrarem outras estratégias, contamos com um portfólio específico para esse perfil: a Carteira Recomendada de Micro e Small Caps.

Com ela, você tem acesso a uma seleção de empresas com forte potencial de crescimento de receitas e lucros, o que pode resultar em valorizações expressivas das ações ao longo do tempo.

E o melhor: bastam cerca de 10 minutos por mês para manter sua carteira atualizada.

COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS

Essas estratégias fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso imediato às nossas carteiras recomendadas, relatórios analíticos exclusivos e acompanhamento contínuo do mercado.

Com a assinatura, você investe com método, disciplina e foco no longo prazo, seguindo estratégias testadas e alinhadas à construção consistente de patrimônio.

Clique no botão abaixo e comece agora mesmo a investir com estratégia e consistência.

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Quantas ações devo ter na minha carteira?

16/01/2026 Por Tiago Prux
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Uma das maiores dúvidas dos investidores é sobre a quantidade de ações que se deve manter em uma Carteira. A resposta, como não poderia ser diferente, é: depende!

Um investidor, por exemplo, que decide formar uma carteira apenas com ações de grandes bancos talvez precise de apenas 4 ações: Banco do Brasil (BBAS3), Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11).

Assim, a quantidade de ações em uma carteira está diretamente relacionada à Estratégia escolhida por cada investidor.

Contudo, uma coisa é certa, como diria Harry Markowitz:

“a diversificação é o último almoço grátis disponível”.

Markowitz afirmou isso porque, embora não garanta lucros, a diversificação oferece uma valiosa proteção para a carteira. Aproveitemos essa vantagem!

“VOU GANHAR MENOS DINHEIRO”

O primeiro passo é desfazer um mito comum entre investidores: “uma carteira diversificada rende menos”.

Essa é uma visão equivocada. O que determina se o investidor vai ganhar ou não dinheiro não é a quantidade de ações na carteira — se são 5, 10 ou 20 —, mas sim a qualidade da Estratégia.

E dentro de uma boa Estratégia, a diversificação é uma peça fundamental, pois aumenta a proteção e ainda amplia as chances de capturar oportunidades em diferentes setores e cenários.

Mais adiante, você vai ver como as nossas Carteiras de Longo Prazo comprovam isso na prática, com desempenhos bem acima do Ibovespa.

ESTRATÉGIAS DA CAPITALIZO 

Nosso Setor de Análise adota o conceito de “Estratégias dentro da Estratégia”. Isso significa que, mesmo com uma Estratégia Principal, cada Carteira se ramifica em Estratégias Secundárias.

Um bom exemplo é a Carteira Dividendos+, que ilustra bem a importância da diversificação.

CARTEIRA DIVIDENDOS+

Montar uma carteira focada em dividendos é uma das Estratégias mais buscadas no mercado.

Nossa Carteira Dividendos+ prioriza ações de empresas que oferecem um fluxo consistente de dividendos, como as do setor elétrico e financeiro.

Porém, ela também inclui dois grupos de empresas que muitos investidores ignoram:

  • Empresas em recuperação: companhias que já tiveram histórico positivo de dividendos, mas enfrentaram problemas e reduziram seus lucros. Normalmente são negociadas a preços descontados, oferecendo bom potencial de valorização.
  • Empresas de crescimento: ações com Dividend Yield baixo, pois reinvestem fortemente em expansão. Quando esses investimentos maturarem, o potencial de pagamento de dividendos poderá ser enorme.

A QUANTIDADE IDEAL DE AÇÕES

Como vimos, mesmo que fosse nosso desejo concentrar em 5 ou 8 ações, a estruturação da Estratégia não permitiria — seria praticamente impossível contemplar todas as ramificações em tão poucos ativos.

Nosso foco está em encontrar boas empresas, cujas ações possam gerar grandes retornos tanto em valorização quanto em proventos.

No fim das contas, o mais importante é ganhar dinheiro sem correr riscos desnecessários.

Além disso, como as nossas Carteiras são todas de longo prazo e de baixo giro, entendemos que ter entre 18 a 25 ações em um portfólio não só nos protege, mas também nos permite participar de oportunidades que uma carteira muito concentrada não nos permitiria.

VEJA COMO NOSSAS CARTEIRAS SE DESTACAM

Abaixo, confira o desempenho das nossas três Carteiras de Longo Prazo, todas com resultados consistentes acima da média do mercado:

COMO TER ACESSO ÀS CARTEIRAS

Todas essas Carteiras fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, focada em estratégias de longo prazo.

Com ela, você terá acesso imediato às nossas Carteiras Recomendadas de Ações, todas estruturadas para investidores que buscam segurança, diversificação e crescimento patrimonial de forma consistente.

Clique no botão abaixo e comece agora a investir com estratégia e tranquilidade.

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As Melhores Small Caps: conheça o Ranking das TOP 3

05/01/202605/01/2026 Por Tiago Prux
small caps

Small Caps são ações de empresas com baixa capitalização de mercado e, justamente por isso, costumam apresentar maior potencial de valorização no médio e longo prazo.

Em geral, tratam-se de companhias mais sensíveis aos ciclos econômicos, o que faz com que o preço das ações responda de forma mais intensa a mudanças no cenário macroeconômico.

Além disso, empresas de menor capitalização normalmente possuem menor participação de mercado, o que amplia as oportunidades de crescimento quando comparadas a companhias já consolidadas.

Por esse motivo, para o investidor de longo prazo, faz sentido diversificar a carteira com boas Small Caps, capazes de acelerar a construção de patrimônio ao longo do tempo.

No artigo de hoje, trazemos três Small Caps que merecem atenção.

O RANKING DAS MELHORES SMALL CAPS

Realizamos um estudo considerando o retorno acumulado nos últimos doze meses das principais Small Caps que acompanhamos ou recomendamos, todas pertencentes ao índice Small (SMLL). Os dados consideram o fechamento de 02/01/2026.

Fonte: InfoMoney.

EMPRESA

CÓDIGO

12 MESES (%)

Mills

MILS3

+62,79%

CVC

CVCB3

+41,03%

BR Partners

BRBI11

+52,09%

Mills (MILS3)

A Mills atua na locação de equipamentos e prestação de serviços técnicos, com foco em plataformas elevatórias, formas e escoramentos, atendendo setores como construção civil, infraestrutura, indústria, mineração, óleo e gás e eventos.

O modelo de negócios é baseado em contratos recorrentes, o que proporciona previsibilidade de receitas e boa geração de caixa, além de criar barreiras de entrada relevantes em um setor intensivo em capital.

Ao longo do terceiro trimestre de 2025, a companhia apresentou evolução operacional, com crescimento de receita e melhora na utilização dos ativos.

Um ponto relevante da tese é a mudança estrutural do perfil da empresa.

No passado, a Mills era altamente dependente da construção civil, o que tornava seus resultados mais voláteis. Hoje, a base de receitas é bem mais diversificada, resultado de aquisições realizadas em 2024 e 2025, o que torna o negócio mais resiliente e previsível para os próximos anos.

CVC (CVCB3)

A CVC é a maior operadora de turismo do Brasil, com atuação tanto no canal físico, por meio de franquias, quanto no digital.

A empresa enfrentou um período bastante desafiador durante a pandemia, com impactos relevantes na operação, estrutura financeira e resultados.

Nos últimos trimestres, no entanto, os números vêm mostrando uma recuperação mais consistente.

No terceiro trimestre de 2025, a companhia apresentou avanço na receita operacional e melhora do resultado operacional, refletindo maior demanda por viagens, ajustes na estrutura de custos e ganhos de eficiência.

Esse movimento reforça a tese de turnaround da empresa, que ainda não retornou aos níveis pré-pandemia, mas já apresenta sinais claros de normalização.

A melhora gradual da operação na Argentina também contribui para essa leitura, indicando uma recuperação mais sustentável.

BR Partners (BRBI11)

O BR Partners é um banco de investimentos independente, com foco em assessoria financeira, mercado de capitais e gestão de recursos, atendendo principalmente empresas de médio e grande porte.

O modelo de negócios é pouco intensivo em capital e altamente dependente do nível de atividade do mercado financeiro.

Mesmo em um ambiente mais fraco ao longo de 2025, a companhia seguiu entregando resultados sólidos, mantendo ROE acima de 20%, o que reforça a qualidade do negócio.

A piora em relação a 2024 está ligada ao menor volume de operações no mercado de capitais, e não a problemas estruturais.

Olhando para o médio e longo prazo, o BR Partners segue bem posicionado para capturar uma retomada do ciclo, especialmente em um cenário de queda de juros, que tende a destravar emissões, operações de M&A e maior atividade no mercado.

CONCLUSÃO

Acreditamos que essas três Small Caps são boas empresas para o investidor conhecer e acompanhar.

Apesar da forte valorização nos últimos doze meses, ainda existe espaço para crescimento adicional, sustentado por fundamentos sólidos e boas perspectivas de médio e longo prazo.

Vale reforçar que rentabilidade passada não garante resultados futuros.

Ainda assim, são companhias que apresentam características atrativas para quem busca crescimento consistente ao longo do tempo.

RECOMENDAÇÕES DE MICRO E SMALL CAPS DA CAPITALIZO

A cobertura e recomendação de ações de Micro e Small Caps fazem parte do DNA da Capitalizo.

Além de integrarem outras carteiras, contamos com um portfólio dedicado exclusivamente a esse universo, a Carteira Micro e Small Caps.

Um dos diferenciais dessa carteira é a aplicação da estratégia que chamamos de Fake Small Caps.

São empresas que mantêm o potencial de crescimento típico das Small Caps, mas já apresentam histórico sólido de execução, liderança em seus mercados e gestão de qualidade.

Na prática, são negócios que parecem pequenos, mas operam como empresas muito mais robustas, frequentemente negociadas a preços atrativos.

COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS RECOMENDAÇÕES

A Carteira Micro e Small Caps faz parte da assinatura Capitalizo Invest, que dá acesso às nossas carteiras recomendadas, relatórios analíticos e acompanhamento contínuo do mercado.

Com a assinatura, você investe com método e foco no longo prazo, seguindo estratégias testadas e consistentes.

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Ferbasa (FESA4): ação barata, sólida e com forte potencial de valorização até 2026

04/11/2025 Por Tiago Prux
Ferbasa (FESA4)

Entre as ações ligadas ao setor de mineração, a Ferbasa (FESA4) vem se destacando como uma das companhias mais descontadas da Bolsa e com fundamentos mais sólidos.

O ponto central da tese está na diferença estrutural entre o mercado de ferro-cromo, no qual a empresa atua, e o mercado de minério de ferro, dominado por gigantes como Vale, CSN e BHP.

Enquanto o minério de ferro enfrenta demanda estagnada e pressão sobre preços, o ferro-cromo deve seguir trajetória oposta, impulsionado pelo aumento da produção de aço inoxidável — especialmente na Ásia.

MUDANÇA DE CICLO GLOBAL

O ciclo de expansão da infraestrutura chinesa, que sustentou o minério por décadas, chegou ao limite.

Hoje, o crescimento da China se apoia em tecnologia e consumo, e dificilmente voltará a registrar avanços de dois dígitos.

A Índia surge como nova força de consumo, mas não deve compensar totalmente a desaceleração chinesa.

Nesse contexto, o mercado de ferro-cromo tende a crescer de 25% a 30% até 2030, enquanto o aço e o minério podem recuar entre 5% e 8%.

As projeções indicam que o pico de demanda chinesa por ferro-cromo deve ocorrer apenas em 2040, prolongando o ciclo positivo do setor por pelo menos mais 15 anos.

DIFERENCIAIS DA FERBASA

A Ferbasa combina baixo custo de produção, verticalização e robustez financeira.

A companhia controla suas reservas minerais, solucionou o desafio energético que afeta concorrentes africanas e possui R$ 700 milhões de dívida líquida negativa — ou seja, mais caixa do que endividamento.

Com valor de mercado em torno de R$ 2,7 bilhões e caixa líquido expressivo, a empresa negocia abaixo do valor patrimonial, com múltiplos atraentes:

  • P/L próximo de 10 vezes;

  • Geração de caixa consistente;

  • Margens elevadas mesmo em ciclos fracos.

Mesmo em períodos menos favoráveis para o preço do ferro-cromo, a Ferbasa se mantém lucrativa e forte geradora de caixa livre.

POTENCIAL DE DIVIDENDOS E VALORIZAÇÃO

O histórico de dividendos da Ferbasa é sólido: nos últimos anos, apresentou payout elevado e dividend yield entre 10% e 15%, reflexo da baixa necessidade de investimento e da geração recorrente de caixa.

Recentemente, foi aprovada uma nova distribuição de juros sobre capital próprio no valor total de R$ 213 milhões, com pagamentos entre dezembro de 2025 e junho de 2026.

Além da atratividade em dividendos, a ação negocia com ampla margem de segurança.

Considerando seu valor patrimonial, nível de caixa e o potencial de expansão da demanda por ferro-cromo, estimamos espaço para valorização superior a 100% até 2026, caso o novo ciclo de alta da commodity se consolide.

CONCLUSÃO

A Ferbasa reúne características raras entre small caps brasileiras: empresa lucrativa, com caixa líquido, cadeia produtiva integrada e exposição a um mercado estruturalmente favorável.

Mesmo após as recentes altas, segue barata em termos de valor e qualidade, sendo uma das posições mais interessantes para investidores de médio e longo prazo que buscam combinar potencial de valorização com pagamento consistente de dividendos.

DESEMPENHO DAS NOSSAS CARTEIRAS DE AÇÕES

Abaixo, você confere o desempenho das nossas Carteiras Recomendadas de Ações de Longo Prazo, todas construídas com fundamentos sólidos, diversificação e histórico de retornos acima da média do mercado:

 

COMO TER ACESSO ÀS NOSSAS CARTEIRAS

Essas carteiras fazem parte da assinatura Capitalizo Invest, que oferece acesso imediato a análises aprofundadas, relatórios exclusivos e recomendações práticas para investir com consistência e segurança.

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Ibovespa sobe após 7 pregões; WEG (WEGE3) dispara quase 4%

16/07/2025 Por Tiago Prux
Ibovespa

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa quarta-feira (16/07):

Principais Bolsas

No pregão desta quarta-feira, os principais mercados globais fecharam no “azul”.

No Brasil, o Ibovespa avançou +0,19%, aos 135.510 pontos. Com essa leve alta, foi evitada a oitava queda seguida do Ibov.

Já nos Estados Unidos, o S&P 500 subiu +0,32%, encerrando o dia aos 6.263 pontos.

WEGE3 dispara quase 4%

Dentre os destaques de alta, as ações da WEG (WEGE3) subiram +3,66%, cotadas a R$ 41,12. Esse preço é a mesmo de 2021.

Pergunto: o que mudou na empresa para justificar isso?

Exatamente nada!

O “mercado” pode até tentar encontrar alguma “desculpa”, mas a verdade é que a empresa continua muito bem (até melhor do que há 4 anos) e com excelentes perspectivas de crescimento.

Esse grande período de “lateralidade” pode até deixar o investidor desconfortável, mas é normal – e acontecerá com qualquer ação (por melhor que seja a empresa).

Por óbvio, WEGE3 é COMPRA.

Não basta investir, é preciso investir bem 

No resumo de ontem, escrevi a respeito dos ETFs de ações (BOVA11, SMAL11, DIVO11, IVVB11) e como, apesar da grande popularidade, esses investimentos são bastante questionáveis.

Inclusive, indiquei que fosse assistido o vídeo que fiz comentando sobre o tema — para quem não assistiu, basta acessar aqui.

Um comentário no vídeo me chamou a atenção e, como é bastante pertinente, vou aproveitar este espaço para respondê-lo:

Minha resposta:

Olá, tudo bem?

A taxa de administração de um ETF, como o SMAL11, é de 0,5% ao ano. Em uma carteira de R$ 100.000, por exemplo, o custo seria em torno de R$ 500 ao ano.

Nossa assinatura, onde disponibilizamos a Carteira de Small Caps, custa R$ 311 ao ano — ou seja, o “custo” da Capitalizo é inferior ao do ETF.

Além disso, R$ 100.000 investidos na nossa Carteira de Small Caps, desde o seu início, teriam se transformado em R$ 700.000. Já quem comprou SMAL11 teria apenas R$ 152.000.

Na verdade, o que “corrói a rentabilidade” é investir mal.

Não basta investir, é preciso investir bem.

Um abraço e bons investimentos

Tiago

Conteúdos Exclusivos do dia

📊 Nossos Resultados (atualizados diariamente): Relatório de Performance

📰 Notícia do Dia:

PPI nos EUA: ficou estável em junho, contrariando expectativas de alta, e desacelerou para 2,3% em 12 meses. Saiba mais.

Romi (ROMI3): lucrou R$ 16,4 milhões no 2T25, alta trimestral de 62%, mas ainda 47% abaixo do 2T24. Saiba mais.

Randoncorp (RAPT4): aprovou aumento de capital de até R$ 200 milhões com emissão de novas ações ON e PN. Saiba mais.

📹 Vídeo do Dia: 5 SMALL CAPS BARATAS E COM FORTE POTENCIAL DE VALORIZAÇÃO | ABCB4, RANI3, ALOS3, AZZA3, INTB3 

📑 Artigo do Dia: Estratégia de Swing Trade da Capitalizo: mais de 700% de retorno 

Agenda de Dividendos

Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

Categorias Ações e Empresas, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos, Fundos Imobiliários e REITs Tags ações, b3, bolsa, bolsa de valores, destaques do dia, dividendos, etf, fiis, fundos imobiliários, IBOV, ibovespa, ifix, notícias, s&p, s&p500, smal11, small caps, wege3

Small Cap: Qual ação vai BOMBAR?

02/06/202502/06/2025 Por Tiago Prux
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Muitos investidores estão na eterna busca pela próxima ação Small Cap que terá uma grande valorização na bolsa.

Encontrar “a próxima… alguma coisa” ou “a ação que vai bombar” acaba se tornando o foco de muitos investidores.

Aliado a isso, há uma disputa intensa ao longo do ano entre gestores e analistas reivindicando mérito por ter “acertado” a ação que mais subiu.

Não temos nada contra ganhar dinheiro e muito menos ter em carteira aquelas ações que mais subiram no ano. Muito pelo contrário.

Ações assim fazem o seu patrimônio valorizar consideravelmente e o deixam mais próximo de atingir seus objetivos financeiros.

Como as Small Caps possuírem menor valor de mercado e maior sensibilidade aos ciclos econômicos, são as mais indicadas para você obter um bom retorno no curto/médio prazo.

QUANDO ACERTAMOS…

Nas nossas Carteiras Dividendos+ e Micro e Small Caps, inclusive, cravamos a principal alta de uma Small Cap em 2021/2022.

Com certeza isso é um baita resultado.

Atualmente, essa recomendação acumula mais de 355% de alta desde 2021, mesmo com a baixa do mercado de forma geral nos últimos anos. Veja:


Com essa Small Cap, conseguimos entregar ótimos resultados para os nossos clientes, deixando satisfeitos tanto os que querem ganhos de curto/médio prazo, quanto os de longo prazo.

Boa parte dos profissionais do mercado financeiro como gestores, analistas e especialistas em ações, não conseguem aproveitar esse tipo de oportunidade.

Isso é bem verdade, pois quando analisamos mais de perto os resultados da maioria dos fundos e carteiras recomendadas por aí, acertar a principal ou principais altas da bolsa não foi suficiente para compensar outras várias escolhas ruins.

É ainda mais complicado para o investidor pessoa física (que possui um emprego e outras obrigações) ter tempo disponível para encontrar oportunidades como essa, já que são necessárias horas e horas de estudo e anos de experiência.

E É POR ISSO QUE A CAPITALIZO EXISTE

Você se concentra no que é importante para você (sua família, crescimento do seu negócio, seus estudos, entre outros) e nós ajudamos você com seus investimentos!

Além disso, mais importante do que acertar a Small Cap que vai “bombar”, é ter uma carteira equilibrada, diversificada com boas empresas e, especialmente, com algumas escolhas que podem ter uma grande valorização.

NOSSOS RESULTADOS COM SMALL CAP

Categorias Ações e Empresas, Análise Fundamentalista, Bolsa de Valores, Economia & Investimentos Tags carteira de ações, small cap, small caps Deixe um comentário

Small Caps ou Blue Chips: qual tipo de ação investir?

04/08/2023 Por Tiago Prux
o que e analise fundamentalista de acoes indicadores min

Dentre as oportunidades disponíveis na Bolsa de Valores, as ações são os ativos negociados mais conhecidos. Como são “partes” das empresas negociadas diariamente, elas são populares e são uma das melhores opções de investimento para você – principalmente a longo prazo.

Como existem mais de 400 empresas listadas na Bolsa, escolher quais investir é uma tarefa difícil, especialmente para quem está começando.

Uma forma de você reduzir essa lista é separar as empresas por valor de mercado.

As empresas que possuem menor valor de mercado são conhecidas como Small Caps (baixa capitalização) e as de maior valor de mercado como Large Caps (ou Blue Chips, alta capitalização).

Conhecer os tipos de ações de acordo com o tamanho de valor de mercado das companhias listadas em bolsa pode ajudar você investidor a identificar boas oportunidades no mercado. Porém, qual delas é melhor para investir?

Neste artigo, você conhecerá as características e as diferenças entre Small Caps e Blue Chips e como investir em cada uma. Confira!

O QUE SÃO SMALL CAPS?

Small Cap é um termo em inglês que significa baixa capitalização (Small Capitalization). Empresas consideradas Small Caps possuem menor valor de mercado em relação a outras companhias negociadas na bolsa de valores.

Em geral, elas são empresas que valem entre US$ 300 milhões a US$2 bilhões. Essas companhias costumam ser relativamente novas e estão em processo acelerado de expansão.

Dessa forma, a maioria tem poucos anos de atuação no mercado ou pouco tempo de capital aberto na Bolsa, sendo pouco conhecidas pelos investidores.

Ao longo do tempo, a tendência é que uma empresa do tipo Small Cap cresça e seu lucro aumente de forma significativa. Assim, elas apresentam grandes chances de oferecerem maior retorno no longo prazo para quem comprar as ações no começo ou no processo de expansão dos negócios. 

Naturalmente, por serem empresas pequenas e estarem em um processo de crescimento, investir em Small Caps oferece alguns riscos, que veremos a seguir.

RISCOS

Investir nesse tipo de ativo exige mais atenção do que em empresas já consolidadas. Como o foco principal das companhias é crescer, elas tendem a se endividarem mais para conseguir custear os investimentos no longo prazo.

Consequentemente, ficam mais expostas às oscilações da economia, como uma eventual queda de atividade econômica do país ou da alta dos juros.

Outro risco intrínseco a essas ações é a baixa liquidez. Como são organizações menores e, na maioria das vezes pouco conhecidas, possuem um menor valor de negociação no mercado.

Ou seja, há o risco de ter que esperar algum tempo para encontrar um comprador para suas ações. Também pode acontecer de ter que vendê-las por um valor abaixo do que o adquirido em virtude da menor demanda.

A dica é estudar bem as empresas antes de investir e diversificar seus investimentos em mais de uma ação em setores diferentes. E claro, contar com as recomendações das nossas carteiras!

EXEMPLOS DE SMALL CAPS NA BOLSA

Na bolsa de valores brasileira, são exemplos de small caps:

  • Movida (MOVI3);
  • Banco Mercantil (BMEB4);
  • Kepler Weber (KEPL3).

O QUE SÃO BLUE CHIPS?

Provavelmente, você já ouviu falar das ações Blue Chips (Large Caps), certo? Afinal, elas são as mais conhecidas pelos investidores, até mesmo por quem não investe. São as ações mais negociadas nas bolsas de valores espalhadas pelo mundo.

Essas empresas costumam ter US$ 10 bilhões ou mais de valor de mercado.

O termo Blue Chips deriva das fichas azuis do Poker – são as fichas mais valiosas do jogo. As Blue Chips são grandes empresas e, por isso, costumam fazer parte dos principais índices de referência de desempenho do mercado nas bolsas mundiais. 

Uma das principais características dessas companhias são os resultados operacionais mais robustos e a distribuição de boa parte do lucro gerado por meio do pagamento de dividendos ou JSCP (juros sobre capital próprio).

Como são empresas mais consolidadas e sem grandes oportunidades de crescimento, a empresa tende a não reinvestir e acaba retornando o lucro para o bolso dos acionistas.

Por serem empresas conhecidas e de grande valor de mercado, possuem uma alta liquidez e o investidor não enfrenta dificuldades para comprar ou vender suas ações.

Isso não significa que o preço das ações blue chips não varia, mas elas tendem a oscilar menos ao longo do tempo na comparação, por exemplo, com as Small Caps.

Outras características das Blue Chips são a forte geração de caixa e a boa governança corporativa.

Por todos esses motivos, as ações de empresas Blue Chips são boas opções para quem busca empresas sólidas para acrescentar na carteira de investimentos.

RISCOS

Mesmo que as Blue Chips sejam empresas mais consolidadas e com grandes resultados, os riscos de se investir em ações sempre estarão presentes.

Evidentemente, os riscos são bem menores quando comparados ao de outras empresas como Small Caps, por exemplo.

Como são companhias que não têm tanta oportunidade de crescimento, a valorização da ação no longo prazo pode ser bem menor quando comparado com outras ações. Então, há um risco/custo de oportunidade ao investir nessas empresas.

As Blue Chips também estão expostas ao risco macroeconômico.

Em um momento mais desafiador para a economia, a empresa pode reter uma boa parte do lucro para preservar a saúde financeira da companhia e, consequentemente, reduzir o pagamento de dividendos.

Nessa situação, a ação pode não cair tanto, mas se você investiu pelos dividendos, pode acabar em uma situação complicada.

A dica é estudar bem as empresas antes de investir e diversificar seus investimentos em mais de uma ação em setores diferentes. E claro, contar com as recomendações das nossas carteiras!

EXEMPLOS DE BLUE CHIPS NA BOLSA

Na bolsa de valores, são exemplos de blue chips:

  • Petrobras (PETR4);
  • Vale (VALE3);
  • Ambev (ABEV3);
  • Itaú Unibanco (ITUB4);
  • Bradesco (BBDC4).

SMALL CAPS OU BLUE CHIPS: QUAL INVESTIR?

Se você chegou até aqui então já sabe o que são Small Caps e Blue Chips, suas principais vantagens e riscos.

Para fixar as diferenças entre ações Small Caps e Blue Chips , segue o nosso resumo simples e prático:

📌Small Caps têm baixo valor de capitalização e menor liquidez, mas costumam estar relacionadas às empresas que estão em processo acelerado de expansão e, por isso, apresentam grandes chances de terem maior valorização no longo prazo;

📌Blue Chips são ações de primeira linha – empresas consolidadas no mercado, estáveis, líderes em seus setores, com histórico positivo. Por isso, são mais conhecidas e desejadas por muitos investidores. Contudo, podem não ter um potencial de valorização tão alto no longo prazo.

A escolha entre uma ou outra ação depende dos objetivos individuais e perfil de cada investidor. Investir em ações deve estar alinhado às suas metas de curto, médio e longo prazo.

A partir dessa base, ficará muito mais fácil montar uma carteira de ações mais sólida e diversificada, que te ajudará a alcançar seus objetivos financeiros.

E, independentemente do tipo de ação que você deseja manter na sua carteira – seja ela uma Small Cap ou Blue Chip, tenha em mente que essa decisão nunca deve ser tomada com base em “achismos”. Isso pode ser muito perigoso para sua saúde financeira.

É fundamental fazer análises precisas e bem fundamentadas para definir quais são as melhores Small Caps e Blue Chips para acrescentar na sua carteira de investimentos.

Além disso, a diversificação da carteira de investimentos é imprescindível.

Então, embora as Blue Chips sejam as ações mais procuradas pelos investidores, não deixe de considerar inserir algumas Small Caps no seu portfólio.

RECOMENDAÇÕES DE MICRO E SMALL CAPS DA CAPITALIZO

Acompanhar e recomendar ações de Micro e Small Caps está no DNA da Capitalizo. Além dessas ações fazerem parte de outras Carteiras, a Capitalizo tem um portfólio criado especialmente para essas classes de ações, a Carteira Micro e Small Caps.

Um dos diferencias dessa Carteira é a utilização de uma Estratégia criada por nós e chamada de Fake Small Caps.

Uma ação Fake Small Cap tem o tradicional potencial de crescimento das empresas de menor valor de mercado, mas carregam um bom histórico de execução, liderança em seus mercados e ótima gestão.

Ou seja, essas empresas só “parecem” pequenas e, normalmente, são negociadas como verdadeiras barganhas.

Entenda como funciona a nossa Carteira e veja na prática o retorno diferenciado que uma boa Estratégia pode trazer para os seus investimentos:

 

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Ibovespa sobe +0,7%; 19 Small Caps para ficar de olho | Destaques do dia

29/05/202326/05/2023 Por Tiago Prux
destaques do mercado financeiro 1

Destaques da Economia e do Mercado Hoje – 26/05/2023

Olá, tudo bem?

Seguem as principais notícias dessa sexta-feira:

Dia agitado nos Estados Unidos

Segundo o Departamento de Comércio americano, o núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE) subiu +0,4% em abril.  O resultado veio acima da alta de +0,30%, esperada pelo mercado (Refinitiv).

Apesar do indicador ter vindo um pouco acima do esperado, entendemos que o movimento de acomodação da inflação nos EUA continua.

Lembrando que esse movimento abre espaço para o Banco Central americano sinalizar queda dos juros para esse ano, ou no início de 2024.

Além disso, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o líder republicano do Congresso, Kevin McCarthy, estão se aproximando de um acordo que aumentará o teto da dívida do governo por dois anos.

A definição sobre o assunto é positiva, pois afastará a possibilidade de um impensável calote americano.

Resumo do Mercado 

O indicador americano S&P500 fechou o dia em alta de +1,30%. No acumulado da semana, o S&P avançou +0,32%.

Enquanto isso o Ibovespa, principal índice do mercado brasileiro, subiu +0,77%. Considerando essa semana, o Ibov apresentou uma leve alta de +0,15%.

Na coluna “Giro do Mercado”, o nosso analista Roberto Martins comenta sobre as notícias envolvendo a Petrobras (PETR3, PETR4) e a Vibra (VBBR3).

No “Vídeo Especial” de hoje, o nosso CEO Tiago Prux falou sobre “RAPT4, SIMH3, ALLD3 e mais 16 Small Caps de Grande Potencial”:

Fechamento do Mercado 

Conteúdos do Dia (Colunas, Vídeos e Artigos)

💰 | De Investidor para Investidor (Tiago Prux) | Informativo Semanal de Fundos Imobiliários e REITs

📊 | Full Trader (Murilo Lima) | Relatório Especial | Resultados das Recomendações Full Trader | 6 anos de ganhos comprovados

🗓️ PRÓXIMAS MENTORIAS E LIVES

⏱️ 30/05 às 18:00

🔴 LIVE | DESCUBRA AS OPORTUNIDADES DO MÊS DE JUNHO

Descubra onde investir em junho! Na nossa live especial, abordaremos o cenário macroeconômico brasileiro e internacional.

Além de compartilhar recomendações para diversos tipos de investimentos: ações, fundos imobiliários, renda fixa, fundos de investimentos, carteiras diversificadas, operações de curto e médio prazos, REITs, investimentos no exterior e criptoativos. 

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🗓️ Agenda de Dividendos

💰 Confira as ações que pagarão proventos nos próximos dias. Os valores levam em conta Dividendos e Juros Sobre o Capital Próprio (JCP):

↪️Giro do Mercado: a análise e notícias das principais empresas da bolsa

📌A Petrobras (PETR3, PETR4) submeteu um pedido ao Ibama , buscando uma reconsideração da decisão de negar a licença ambiental para a perfuração de um poço no bloco FZA-M-059, localizado em alto mar, a aproximadamente 175 km da costa do Amapá e a 560 km da foz do Rio Amazonas.

O objetivo dessa perfuração é realizar uma investigação em águas profundas, a uma profundidade de cerca de 3 mil metros, para verificar a existência de reservas de petróleo.

📌 Essa semana, os rumores de que a Petrobras (PETR3, PETR4) segue interessada na compra da Vibra (VBBR3), antiga BR Distribuidora, ganharam ainda mais força.

Segundo o TC Scoop, o governo pediu à Petrobras e à Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) que estudem a possibilidade de comprar uma participação na Vibra.

Entendemos que o negócio seria negativo, especialmente para a Vibra (VBBR3), que conseguiu avançar em termos de gestão após sua privatização.

Trataremos mais a fundo sobre o caso na semana que vem.

Um abraço e bons investimentos
Roberto

📊 Resultados das Recomendações Full Trader | 6 anos de ganhos comprovados

Como é tradicional das sextas-feiras, hoje, temos a “prestação de contas” em que trazemos atualizados os resultados das nossas recomendações da assinatura Full Trader:


Desde 2017, a Capitalizo envia recomendações de curto e médio prazos nos mais diferentes mercados e estratégias: Day Trade, Swing Trade, Rastreador de Tendências, Long&Short, Opções e Carteira Top Picks Semanal.

É possível que a Capitalizo seja a única research que, apesar dos altos e baixos do mercado, apresenta retornos positivos em tantas Estratégias de Operação em Bolsa diferentes, durante tanto tempo.

Quer saber mais a respeito? Conheça já o Full Trader.

Um abraço e bons trades
Murilo

💰 Informativo Semanal de Fundos Imobiliários e REITs

O investimento em Fundos Imobiliários e REITs são duas das formas mais inteligentes de investir em imóveis, especialmente para quem quer gerar renda passiva, com os “alugueis”.

Além dos rendimentos mensais serem isentos de Imposto de Renda, é possível investir nos principais empreendimentos (logísticos, corporativos, shoppings, entre outros) e títulos de renda fixa, atrelados ao mercado imobiliário, do Brasil e do mundo, através do REITs americanos.

Porém, é importante que o investidor conheça muito bem os ativos, evitando cair em “ciladas” e aproveitando o melhor desse tipo de investimento.

Sendo assim, hoje convido você a conferir o nosso já tradicional Informativo Semanal de Fundos Imobiliários e REITs. Com ele você ficará por dentro dos principais destaques do mercado, além da agenda de “dividendos” atualizada:

📌 Artigo | Informativo Semanal de Fundos Imobiliários e REITs

Aproveite para conhecer os resultados da nossa Carteira Recomendada de FIIs e REITs em relação ao IFIX, desde 2017:


Um abraço e ótimos investimentos
Tiago

E você, quer investir de forma realmente profissional e contar com as melhores Estratégias de Investimentos, todas com resultados comprovados e o melhor atendimento do mercado?

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Categorias Economia & Investimentos Tags ações, b3, BANCO CENTRAL, bitcoin, bolsa barata, destaques do dia, dividendos, dólar, fatos do dia, fed, fii, fiis, fundos imobiliários, ibovespa, ifix, juros, notícias, s&p, selic, small caps

Small Caps e Micro Caps, vale a pena investir?

09/02/202204/02/2022 Por Tiago Prux
Small

Você sabia que não são apenas grandes negócios que estão listados na bolsa de valores? As Small Caps representam empresas diferentes destas citadas — e possuem algumas particularidades que podem ser vantajosas para os investidores.

A verdade é que é muito comum que o investimento em ações seja encarado, pela maioria dos investidores, como a ideia de investir em grandes empresas. Afinal, mesmo quem ainda não investe costuma acompanhar notícias sobre companhias de maior porte, como Petrobras (PETR3) e Vale (VALE3), por exemplo.

Mas e as empresas menores, as Small Caps?

Neste artigo, vamos destrinchar um pouco sobre este assunto.

O que são as Small Caps?

De modo geral, é possível encontrar empresas de diferentes portes na Bolsa de Valores. Com isso, elas passam a ser classificadas de acordo com o valor de mercado de cada uma delas. O objetivo é fazer com que as pessoas consigam identificar quando se trata de um negócio maior ou menor.

Nesse cenário, as Small Caps representam companhias de menor porte, com valor de menor do que as grandes empresas.  Aqui na Capitalizo temos uma Carteiras recomendada focada em empresas de menor valor de mercado, a Carteira Micro, Small e Mid Caps. Nela utilizamos a seguinte classificação:

✓ Micro Cap: valor de mercado de até R$ 2,0 bilhões;
✓ Small Cap: valor de mercado entre R$ 2,0 bilhões e R$ 7,0 bilhões;
✓ Mid Cap: Valor de mercado entre R$ 7,0 bilhões e R$ 15,0 bilhões.

É mais seguro investir em empresas maiores?

Um dos mitos do mercado é que investir em Small Caps é mais arriscado do que nas empresas maiores, as chamadas Blue Chips. Isso não é verdade, pois sempre temos que ver caso a caso. Existem empresas como a Randon (RAPT4), que apesar de ser uma companhia com mais de 72 anos de mercado, inclusive com atuação global, são classificadas como Small Caps, em função do menor valor de mercado.

Porém, não podemos dizer que é mais arriscado investir em RAPT4 apenas porque seu valor de mercado é menor.

Obviamente, em muitos casos, as Small Caps são empresas novas no mercado, em processo de crescimento ou consolidação – nesses casos o risco pode ser maior.

Potencial de ganho 

Um dos principais atrativos das Small Caps é o potencial de ganho dessas ações. Seja em função da empresa ter a possibilidade de um crescimento acelerado, seja porque em função do seu baixo valor de mercado, essas ações acabam ficando fora do radar da maioria dos investidores.

Tomemos duas empresas como exemplo: a Small Cap Sinqia (SQIA3) e a Blue Chip Petrobras (PETR3 PETR4).

A Sinqia (SQIA3)

A Sinqia é uma empresa de tecnologia com pouco mais de 23 anos de mercado. Ela atua fornecendo soluções para empresas do mercado financeiro (bancos, fundos, previdência e consórcios). A companhia tem como clientes empresas como Santander, BB, Itaú, entre outros. No total, possui pouco mais de 1.000 colaboradores.

O potencial de crescimento de Sinqia é muito grande. Não só em função da capacidade de crescimento orgânico e por aquisições, mas também porque o mercado de atuação está em franca expansão, além de ser muito fragmentado.

Em 2013, quando Sinqia abriu capital na B3, seu faturamento anual era de pouco mais de R$ 51,2 milhões. Já ao final de 2020, esse número alcançou R$ 209 milhões.

Em valor de mercado, a empresa vale hoje pouco mais de R$ 1,4 bilhão.

A Petrobras (PETR3 PETR4)

A Petrobras dispensa apresentações. A empresa é uma das maiores companhias de petróleo do mundo e manda no mercado brasileiro de exploração, refino e produção de óleo e gás. Atualmente, possui mais de 63.000 colaboradores.

Em 2013, ano que Sinqia estreava na B3, a receita da Petrobras era de pouco mais de R$ 304 bilhões. Ao final de 2020, a receita fechou abaixo disso, a R$ 272 bilhões.

A Petrobras também tem um potencial interessante de crescimento, mas muito mais em função da recuperação da empresa (que sofreu muito com corrupção, mal gerenciamento e alto endividamento), do que pelo mercado propriamente dito.

Em valor de mercado, a empresa vale hoje pouco mais de R$ 367 bilhões.

Sinqia x Petrobras

Não vamos comparar a Petrobras com a Sinqia, já que são negócios completamente diferentes. Porém, apenas olhando os números acima e entendo do mercado de atuação das duas, percebe-se que o potencial de crescimento de Sinqia é maior do que o de Petrobras.

De 2013 para cá, a Sinqia cresceu mais de 4 vezes em termos de crescimento de receita, enquanto a Petrobras viu sua receita sofrer leve queda. Se, por um lado, a empresa de tecnologia ainda pode crescer forte organicamente e por aquisições, por outro lado, a petroleira dificilmente conseguirá aumentar 40% ou 50% suas receitas nos próximos anos.

Abaixo temos um gráfico comparativo das duas empresas que exemplificam melhor as operações na bolsa:

Small Caps: exemplos

Considerando o período de Maio de 2014 até hoje, as ações da Sinqia (SQIA3) valorizaram mais de 1.270%. No mesmo período, as ações da Petrobras (PETR4), subiram apenas 86%.

Vale a pena investir em Small Caps?

Com certeza. Tanto que em algumas das nossas Carteiras de Ações de Longo Prazo, ou mesmo nas Operações de Curto e Médio Prazos, as Small Caps estão presentes.

Como costumamos falar, uma Carteira de Ações bem montada é marcada pelo equilíbrio. E ter Small Caps no portóflio é fundamental para manter esse equilíbrio.

Inclusive, na nossa assinatura Carteiras Capitalizo temos a Carteira Micro e Small Caps formada, basicamente, por essas ações com tanto potencial. Até agora os resultados tem sido fantásticos e bem acima da média do mercado. Apenas em 2021 a Carteira rendeu +21,71%, mesmo com as baixas de -16,2% do Índice de Small Caps da B3 e da queda de 11,93 do Ibovespa. 

Abaixo, segue o desempenho da Carteira Micro e Small Caps, desde Julho de 2017 em relação aos mesmos indicadores:

Carteira de Small Caps

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Roberto Martins de Castro Neto, CNPI EM-2423
Gabriel Zaiden de Moraes – CNPI EM-3014
Murilo Augusto Gonçalves de Lima CNPI-T EM-3015

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Importante: leia nosso Disclosure antes de investir.

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